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GIRAFAS ARTÍSTICAS DE TRIBOS AFRICANAS E ARTE RAKU

“Uma lenda africana diz que o homem chegou na Terra escorregando pelo pescoço da girafa, vindo do céu...” (Betty Leslie-Melville). São peças feitas em madeira, de contas, de miçangas, de cerâmica...

Último “censo”: ... peças (02/2007).

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Girafas da National Geographic...

Cartão-postal sobre um escultor nativo da África do Sul.

Abaixo (do lado direito da tela), a fotografia mostra uma girafa artesanal típica da tribo Zulu, Província KwaZulu-Natal, na África do Sul. Tem o corpo de madeira, com 32 centímetros de altura, todo coberto de miçangas coloridas. As mulheres dessa tribo usam vestimentas cobertas por essas contas. Peça adquirida no Shopping Center em Santhon City, próximo a Johannesburg, África do Sul (12/1998).

Em 20/01/2012, a Professora Ana Kristina – Serra Nas Letras (http://serranasletras.blogspot.com.br/2012/01/girafa-que-comia-estrelas.html) –, blogue que surgiu com a finalidade de divulgar as atividades realizadas pelos alunos do 2.º B da EB1/JI do Casal da Serra, Póvoa de Santa Iria – Portugal, cujo principal objetivo é promover uma maior interação entre os pais e a escola, publicou uma página com trabalhos realizados por seus alunos sobre a obra A girafa que comia estrelas...

Um dos trabalhos (foto do lado esquerdo da tela) tomou como exemplo a girafa de minha coleção e o texto modificado (parte meu): “A Lenda da Girafa – Assim como nós adoramos Deus e os Santos. O povo da tribo zulu acredita que o homem chegou à Terra escorregando pelo pescoço de uma girafa, por isso a Arte desta tribo está estritamente ligada a este animal. Existem diferentes formas de representar a Girafa. Algumas são feitas de madeira, outras de cerâmica, arames e decoradas com miçangas. Esta girafa ao lado é típica do povo da tribo zulu, da província de KwaZulu-Natal. A girafa tem seu corpo esculpido em madeira e coberto com miçangas coloridas.” Pena que não havia no blogspot o nome desse(a) aluno(a)... rs

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TRIBOS AFRICANAS

Abaixo (lado esquerdo da tela), girafa em artesanato, made in Kenya (foto recebida de Rodrigo)... Do lado direito, girafa artesanal típica de uma tribo africana, com 32 centímetros de altura, corpo de madeira pintado de várias cores, adquirida no Shopping Center em Santhon City, África do Sul (12/1998). A foto maior (no centro da tela), mostra uma girafa feita à mão, pela African Wildlife Foundation – Johannesburg, África do Sul.

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Abaixo, duas máscaras-girafas em cores diferentes. Tenho outra pintada de preto que foi presente de Soraia em 01/2006. Nota: Na coleção há uma máscara em papel decorado que foi adquirida no Zoo do Rio de Janeiro, em 05/2002.

Máscara africana da etnia chokwe (?), Angola...

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A girafa é sempre um símbolo da extraordinária vida selvagem da África... Muitas e muitas famílias inteiras trabalham com artesanato, conhecimento passado através de gerações.

Existem tradicionais famílias nesse ramo, uma delas é de Gana e trabalha com madeira de ébano. A estatueta girafa (abaixo, lado esquerdo, peça em 3 aspectos) é de Samuel Komla Agbetey e Francis Agbetey. Samuel nasceu em 16/07/1941, quando Trans-Volta era do Togo, agora, a região de Volta é de Gana, na costa oeste da África.

Emmanuel Obimpeh trabalha com a madeira “sese” seca, ao natural (abaixo, lado direito, peça com detalhe ampliado). Ele nasceu na Região de Volta, em 08/08/1963, atual Gana. Fundou Akpeh-Craft e é membro da NOVICA (www.novica.com).

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GIRAFAS NA ARTE RAKU

O antigo método japonês chamado Raku surgiu no Japão no século XVI e sempre foi ligado ao cerimonial do chá. Seu significado é felicidade e prazer. O modo da queima no ocidente, hoje, é diferente da efetuada originalmente pelos japoneses.

Uma das grandes “vantagens” do Raku é que a queima final é bem mais rápida do que a habitual. O processo em si, na maioria dos aspectos, é idêntico ao da cerâmica tradicional. Secar, queimar biscoito, esmaltar e enfornar.

Qualquer tipo de argila pode ser usada desde que contenha chamote (material imprescindível para resistir ao choque térmico). Esmaltes comerciais podem ser aplicados, mas se forem mais elaborados, podem-se obter resultados especiais e exclusivos.

O uso de engobes (argila em estado líquido podendo ter de várias tonalidades) na queima de Raku garante um efeito decorativo muito satisfatório. O craquelado é uma das características desta queima. As rachaduras escurecem pelo efeito da fumaça e realçam claramente as pequenas fraturas na camada superficial do esmalte. No Raku, as partes não esmaltadas ficam com a tonalidade escura.

A temperatura do cozimento situa-se em torno de 900º a 1.000º C, geralmente 950º, e leva cerca de uma hora. A combustão se dá com o uso do gás de botijão, com chama regulada por maçarico. As peças são retiradas do forno ainda incandescentes, com o esmalte no ponto de fusão, seguras por pinças, e são colocadas em um recipiente com tampa contendo serragem, ou folhas, ou jornais.

Neste momento o material entra em combustão e inicia-se a redução (queima do oxigênio). Como resultado processa-se a transformação dos óxidos metálicos surgindo colorações, as mais inusitadas.

Após algum tempo retira-se a tampa do recipiente e com luvas pegam-se as peças que necessitam ser lavadas e escovadas para a retirada dos resíduos. Outro processo também usado, diferente da redução, consiste em mergulhar a peça, ainda incandescente, em um recipiente com água.

Ao contrário do que se possa pensar, isto geralmente não provoca rachadura face ao choque térmico, a não ser que a argila, quando da moldagem, tenha tido alguma emenda ou reparo feito incorretamente, ou a peça tenha uma parede bastante fina.

Muito importante é não esquecer de trabalhar com segurança neste tipo de queima. Não deixe de usar máscara, óculos, luvas, roupas adequadas, calçados etc. Deve-se notar que a fumaça originária da queima do Raku é tóxica devendo-se evitá-la o mais que se puder...

Girafas em Cerâmica

Lado esquerdo, girafa branca com pintas coloridas vitrificadas, 32 centímetros de altura, há uma etiqueta escrito: (The Fenix – Raku Pottery – Hand made and Hand Decorated, Feito à mão, na África do Sul). Peça adquirida na rua Florida, Shopping Center Galerías Pacífico, bairro do Retiro, em Buenos Aires, Argentina (07/05/1997).

Foto ao centro, duas peças de cerâmica queimada, vitrificadas, amarelas com pintas cinzas. A maior com 23 cm de altura e a menor com 13 cm (foto abaixo). Hand made in South Afica. Ambas adquiridas no Shopping Center em Santhon City – Johannesburg, África do Sul (23/12/1998).

Acima (lado direito), duas peças de cerâmica queimada, brancas com pintas coloridas vitrificadas. A maior com 24 centímetros de altura e a menor com 12 cm. Ambas adquiridas no Shopping Center em Santhon City, Johannesburg – África do Sul (23/12/1998).

Outras peças que compreendem a coleção:

– Girafa feita em arame com miçangas apenas no corpo, Made in Kenya?...

– Duas girafas de contas, by Yuki (5573-6016), bichinhos de contas, peças adquiridas no Shopping Center 3, Avenida Paulista, São Paulo (SP).

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Última atualização: 20/07/2012.
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