Uma lenda africana diz que o homem chegou na Terra escorregando pelo pescoço da girafa, vindo do céu... (Betty Leslie Melville). São peças feitas em madeira, de contas, de miçangas, de cerâmica...
Último “censo”: ... peças (02/2007).
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Girafas da National Geographic...
Duas girafas de contas, by Yuki (5573-6016), bichinhos de contas, peças adquiridas no Shopping Center 3, Avenida Paulista, São Paulo (SP).
Girafa feita em arame com miçangas apenas no corpo, Made in Kenya?...
TRIBOS AFRICANAS
Girafa em artesanato, made in Kenya (foto recebida de Rodrigo)... Cartão-postal sobre um escultor nativo da África do Sul.
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Abaixo (lado esquerdo), girafa artesanal típica da tribo Zulu, Província KwaZulu-Natal, na África do Sul. Tem o corpo de madeira coberto de miçangas coloridas. As mulheres usam vestimentas cobertas por essas contas.
Do lado direito, girafa artesanal típica de uma tribo africana, com o corpo de madeira pintado de várias cores. Ambas têm 32 centímetros de altura e foram adquiridas no Shopping Center em Santhon City, próximo a Johannesburg, África do Sul (12/1998).
A foto maior (no centro), mostra uma girafa feita à mão, pela African Wildlife Foundation. Made in Johannesburg, África do Sul.
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Abaixo, duas máscaras-girafas em cores diferentes. Tenho outra pintada de preto que foi presente de Soraia em 01/2006. Nota: na coleção há uma máscara em papel decorado que foi adquirida no Zôo do Rio de Janeiro, em 05/02...
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Máscara africana da etnia chokwe (?), Angola...
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A girafa é sempre um símbolo da extraordinária vida selvagem da África... Muitas e muitas famílias inteiras trabalham com artesanato, conhecimento passado através de gerações.
Existem tradicionais famílias nesse ramo, uma delas é de Gana e trabalha com madeira de ébano. A estatueta girafa (abaixo, lado esquerdo, peça em 3 aspectos) é de Samuel Komla Agbetey e Francis Agbetey. Samuel nasceu em 16/07/1941, quando Trans-Volta era do Togo, agora, a região de Volta é de Gana, na costa oeste da África.
Emmanuel Obimpeh trabalha com a madeira “sese” seca, ao natural (abaixo, lado direito, peça com detalhe ampliado). Ele nasceu na Região de Volta, em 08/08/1963, atual Gana. Fundou Akpeh-Craft e é membro da NOVICA (http://www.novica.com/).
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O antigo método japonês chamado Raku surgiu no Japão no século XVI e sempre foi ligado ao cerimonial do chá. Seu significado é felicidade e prazer. O modo da queima no ocidente, hoje, é diferente da efetuada originalmente pelos japoneses.
Uma das grandes “vantagens” do Raku é que a queima final é bem mais rápida do que a habitual. O processo em si, na maioria dos aspectos, é idêntico ao da cerâmica tradicional. Secar, queimar biscoito, esmaltar e enfornar.
Qualquer tipo de argila pode ser usada desde que contenha chamote (material imprescindível para resistir ao choque térmico). Esmaltes comerciais podem ser aplicados, mas se forem mais elaborados, podem-se obter resultados especiais e exclusivos.
O uso de engobes (argila em estado líquido podendo ter de várias tonalidades) na queima de Raku garante um efeito decorativo muito satisfatório. O craquelado é uma das características desta queima.
As rachaduras escurecem pelo efeito da fumaça e realçam claramente as pequenas fraturas na camada superficial do esmalte. No Raku, as partes não esmaltadas ficam com a tonalidade escura.
A temperatura do cozimento situa-se em torno de 900º a 1.000º C, geralmente 950º, e leva cerca de uma hora. A combustão se dá com o uso do gás de botijão, com chama regulada por maçarico.
As peças são retiradas do forno ainda incandescentes, com o esmalte no ponto de fusão, seguras por pinças, e são colocadas em um recipiente com tampa contendo serragem, ou folhas, ou jornais.
Neste momento o material entra em combustão e inicia-se a redução (queima do oxigênio). Como resultado processa-se a transformação dos óxidos metálicos surgindo colorações, as mais inusitadas.
Após algum tempo retira-se a tampa do recipiente e com luvas pegam-se as peças que necessitam ser lavadas e escovadas para a retirada dos resíduos.
Outro processo também usado, diferente da redução, consiste em mergulhar a peça, ainda incandescente, em um recipiente com água.
Ao contrário do que se possa pensar, isto geralmente não provoca rachadura face ao choque térmico, a não ser que a argila, quando da moldagem, tenha tido alguma emenda ou reparo feito incorretamente, ou a peça tenha uma parede bastante fina.
Muito importante é não esquecer de trabalhar com segurança neste tipo de queima. Não deixe de usar máscara, óculos, luvas, roupas adequadas, calçados etc.
Deve-se notar que a fumaça originária da queima do Raku é tóxica devendo-se evitá-la o mais que se puder...
Lado esquerdo, girafa branca com pintas coloridas vitrificadas, 32 centímetros de altura, há uma etiqueta escrito: (The Fenix – Raku Pottery – Hand made and Hand Decorated, Feito à mão, na África do Sul). Peça adquirida na rua Florida, Shopping Center Galerías Pacífico, bairro do Retiro, em Buenos Aires, Argentina (07/05/1997).
Foto ao centro, duas peças de cerâmica queimada, vitrificadas, amarelas com pintas cinzas. A maior com 23cm de altura e a menor com 13cm (foto abaixo). Hand made in South Afica. Ambas adquiridas no Shopping Center em Santhon City – Johannesburg, África do Sul (23/12/1998).
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Acima (lado direito), duas peças de cerâmica queimada, brancas com pintas coloridas vitrificadas. A maior com 24 centímetros de altura e a menor com 12cm. Ambas adquiridas no Shopping Center em Santhon City, Johannesburg – África do Sul (23/12/1998).
Última atualização: 19/08/2008. |