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Esta página tenta reunir as diversas emissões postais brasileiras sobre a temática Flora. São selos Comemorativos, Especiais e Regulares (Ordinários), também Blocos e Folhas de selos que já foram emitidos pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos.
Alguns nomes científicos descritos nos selos postais foram preservados na identificação desta página, embora já sejam considerados obsoletos na área da Nomenclatura Botânica. Em alguns casos o nome considerado atual foi agregado ao lado.
Alguns selos postais mostrados nesta página, sobretudo os selos regulares, repetem sua ilustração e, a primeira vista, parecem ser iguais. Entretanto eles são diferentes porque existem mínimas diferenças, como a de picotagem. A banana, por exemplo, aparece em três selos regulares, nos anos de 1997, 1998 e 2000, cuja numeração de catálogo RHM é citada tais diferenças, respectivamente: 736 (percê em linha), 750 (percê em ondas de 1 mm) e 779 (percê em ondas de 7 mm).
Nota: Séries e selos com diferentes espécies da flora que não ilustram esta página, sim outras: Jardim Botânico do Rio de Janeiro (1937, 1939, 1943, 1958), Orquídeas, Café, Selos de Campinas (1974 e 1987), Mico/Orquídea (1976), Vitória-régia (1979), Sociedade Botânica do Brasil (1990), ECO-92, Paisagista (1995), Pinheiro-do-paraná (1998), Aguapé (2001), Plantas Medicinais (2003), Priprioca (2004)...
10/11/1951 – Selo “Campanha Nacional do Trigo”, com valor facial de Cr$ 0,60 centavos, o selo mostra agricultures. Yvert: 503. RHM: C-272. (imagem não disponível)
30/09/1956 – Selo “Campanha de Educação Florestal”, com valor facial de Cr$ 2,50 cruzeiros, mostra símbolo... Picotagem: 11½. Tiragem: 5.000.000 selos. Impressão: Rotogravura. Filigrana: (Q) Correio Estrela Brasil (5 mm). Yvert: 622. Scott: 841. Michel: 899. RHM: C-382.
28/07/1960 – Selo “Centenário do Ministério da Agricultura 1860-1960”, com valor facial de Cr$ 2,50 cruzeiros, mostra algodão, café, milho, trigo... Picotagem: 11½ × 11. Tiragem: 5.000.000 selos. Impressão: Rotogravura. Filigrana: (Q) Correio Estrela Brasil (5 mm). Yvert: 694. Scott: 909. Michel: 986. RHM: C-450.
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20/09/1976 – Selo “Conservação do Meio Ambiente” (Conservation of the Environment / Rotten Tree), com valor facial de Cr$ 1,00 cruzeiro, mostra uma árvore “quebrada”... Picotagem: 11½. Tiragem: 1.500.000 selos. Impressão: Ofsete. Papel: Cuchê gomado. Yvert: 1219. Scott: 1474. Michel: 1559. RHM: C-953.
15/09/1975 – Selo “Festa Anual das Árvores – Semana Florestal”, com valor facial de Cr$ 0,70 centavos, mostra duas árvores estilizadas... Picotagem: 11 × 11½. Tiragem: 1.500.000 selos. Impressão: Ofsete. Papel: Cuchê gomado. Yvert: 1162. Scott: 1406. Michel: 1502. RHM: C-903.
06/04/1989 – Selo “Programa Nossa Natureza – Governo Federal”, com valor facial de NCz$ 0,25 centavos, mostra uma folha (verde) sobre o mapa do Brasil (azul) destacada por um coração (amarelo) e o slogan: “Verde te Quero Verde”... Picotagem: 12 × 11½. Tiragem: 2.100.000 selos. Impressão: Ofsete. Papel: Cuchê gomado. Yvert: 1910. Scott 2165. Michel: 2294. RHM: C-1626.
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26/05/1973 – Série de 3 valores “Fauna e Flora” (Tropical Birds and Plants), cujos selos têm valor facial de $ 0,20 centavos cada. Artista: Gian Calvi. Yvert: 1037/1035. Scott: 1284/1286. Michel: 1368/1370. RHM: C-781/C-783.
1. acácia (Acacia decurrens;
Wild.) e ave tangará (Chiroxiphia
caudata)
2. corrupião (Icterus jamacaii) e espécie
de cactus (Cereus peruvianus; Mill.)
3. beija-flor (Clytolaema
rubricauda) e flores do ipê-amarelo
(Tecoma umbellata)
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28/12/1973 – Série de 4 valores “Flora e Fauna Brasileira” (Brazilian Flora and Fauna). Artista: Gian Calvi. Picotagem: 11 × 11½. Tiragem: 500.000 cada. Impressão: Ofsete. Papel: Cuchê gomado. SG: 1478/1481. Yvert: 1084/1087. Scott: 1328/1331. Michel: 1415/1418. RHM: C-825/C-828.
Cr$ 0,40 – guará (Eudocimus
ruber) e vitória-régia (Victoria
amazonica) / Scarlet Ibis and Victoria Regia Lilies
Cr$ 0,70 – onça-pintada (Panthera
onca) e espatódia, tulipeiro? (Spathodea campanulata) / Jaguar
and Indian tulip
Cr$ 1,00 – arara (Ara
macao) e carnaubeira (Copernicia cerifera) / Scarlet macaw and
palm
Cr$ 2,00 – ema (Rhea americana)
e mulungu (Erythrina reticulada) / Greater rhea and mulungu plant
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17/06/1975 – Série de 3 valores “Preservação da Fauna e da Flora”, cujos selos mostram: Paraná – Pinheirais (Araucaria angustifolia), Roraima – Ariranha (Pteronura brasiliensis), Mato Grosso – Jacaré-do-pantanal (Caiman yacare). Yvert: 1151/1153. Scott: 1395/1397. Michel: 1488/1490. RHM: C-892/C-894. FALTA IMAGEM
01/07/1976-1977 – Série de 15 Selos Regulares “Tipos e Profissões” (Papel Cuchê Sem Filigrana). Entre todos os selos apenas 5 deles mostram profissões relativas a flora, os quais estão sublinhados e apenas estes são mostrados abaixo: Carreiro/bois (0,10 castanho-avermelhado), Baiana (0,15 pardo), Jangadeiro (0,20 azul), Seringueiro (0,30 vinho), Vaqueiro (0,40 vermelho-claro), Gaúcho (0,50 ocre-amarelado), Garimpeiro (0,80 verde), Bananeiro (1,00 preto), Colhedora de uva (1,10 maravilha), Colhedor de café (1,30 vermelho), Ceramista (2,00 pardo), Cortador de cana (5,00 violeta), Minerador? (7,00 roxo), Pescador (10,00 verde-oliva) e Costureira? (20,00 azul). RHM: 557/571.
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1979 – Série de 11 Selos Regulares “Tipos e Profissões” (Papel Cuchê, Sem Filigrana, Com Moldura Fosforescente). Além dos 3 selos sublinhados que repetem, nesta série aparecem mais duas novas profissões relacionadas à flora, as quais estão identificadas em negrito: Carreiro/bois (0,10 castanho-avermelhado), Jangadeiro (0,20 azul), Seringueiro (0,30 vinho), Vaqueiro (0,40 vermelho-claro), Gaúcho (0,50 ocre-amarelado), Bananeiro (1,00 preto), Colhedor de carnaúba (1,80 violeta-negro), Ceramista (2,00 pardo), Cortador de cana (5,00 violeta), Pescador (10,00 verde-oliva) e Vendedor de coco (15,00 verde-cinza). RHM: 572/582.
1978/1980 – Série de 19 Selos Regulares “Tipos e Profissões” (Papel Cuchê Fosforescente, Sem Filigrana). Além dos 5 selos sublinhados que repetem, nesta série aparecem mais duas novas profissões relacionadas à flora, as quais estão identificadas em negrito: Carreiro/bois (0,10 castanho-avermelhado), Jangadeiro (0,20 azul), Seringueiro (0,30 vinho), Vaqueiro (0,40 vermelho-claro), Gaúcho (0,50 ocre-amarelado), Quebra do babaçu (0,70 verde-oliva), Garimpeiro (0,80 verde), Bananeiro (1,00 preto), Colhedor de carnaúba (1,80 violeta-negro), Ceramista (2,00 pardo), Cesteiro (2,50 sépia), Barqueiro do São Francisco (3,20 azul-claro), Cortador de cana (5,00 violeta), Salineiro (7,00 roxo), Pescador (10,00 verde-oliva), Vendedor de coco (15,00 verde-cinza), Rendeira (20,00 azul), Colhedor de rami (21,00 lilás) e Tropeiro? (27,00 lilás-negro). RHM: 583/601.
O rami (Boehmeria nivea) pode ser utilizado em diversos segmentos: fabricação de tecidos, cordas e barbantes, como também pode gerar a celulose para a produção de papel moeda, devido à sua resistência. Além disso, pode ser empregada, como reforço interno, na fabricação de mangueiras, pneus, fios de paraquedas etc.
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21/09/1977 – Selo “Defesa do Meio Ambiente – Proteção à Flora” (Nature Conservation), com valor facial de Cr$ 1,30 o selo mostra a flor da bromélia Neoregelia carolinae (Beer) L.B.Smith. Artista: H. Franceschi. Picotagem: 11½. Tiragem: 2.000.000 selos. Impressão: Ofsete. Papel: Cuchê gomado, fosforescente. SG: 1680. Yvert: 1279. Scott: 1527. Michel: 1619. RHM: C-1006. Abaixo, o Máximo Postal obliterado com carimbo de Primeiro Dia de Circulação.
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1980/1985 – Série de 31 Selos Regulares “Recursos Econômicos Nacionais – Frutas”. RHM: 602/632.
Cr$ 2,00 (coco), Cr$ 3,00 (manga, fruto da mangueira – Mangifera indica), Cr$ 4,00 (milho – Zea spp.), Cr$ 5,00 (cebola-branca – Allium cepa), Cr$ 7,00 (laranja), Cr$ 10,00 (maracujá),
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Cr$ 12,00 (abacaxi), Cr$ 15,00 (banana), Cr$ 17,00 (guaraná – Paullinia cupana), Cr$ 20,00 (cana-de-açúcar / Sugar cane – Saccharum spp., Saccharum officinarum), Cr$ 24,00 (apicultura), Cr$ 30,00 (sericultura – o bicho-da-seda é a larva de uma espécie de mariposa, Bombyx mori, usada na produção de fios de seda; o inseto é nativo da China e alimenta-se principalmente da amoreira: Morus spp.),
Guaraná – Tônico, estimulante geral do organismo, indicado contra esgotamento, fraqueza sexual, estimula as funções cerebrais, combate a sonolência, fadiga, indisposição, desgaste físico e mental. Usado como um estimulante natural.
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Cr$ 34,00 (cacau – Theobroma cacao), Cr$ 38,00 (café), Cr$ 42,00 (soja – Glycine max), Cr$ 45,00 (mandioca ou mandioca-braba – Manihot esculenta), Cr$ 50,00 (trigo – Triticum spp.), Cr$ 57,00 (amendoim – Arachis hypogaea),
Soja – Útil na produção de alimento e de energia – oleaginosa utilizada para biocombustível. O grão rico em proteínas, originário de planta da família das leguminosas, tem apenas 18% de teor de óleo. No entanto, a vantagem é que as plantações de soja no Brasil têm grandes extensões e geram excedentes. Nota: Há outro selo sobre a soja de 1983...
Amendoim – Útil na produção de alimento e de energia – oleaginosa utilizada para biocombustível. Semente comestível de uma planta que é uma erva, tem 39% de teor de óleo de alta qualidade, mas sua cultura é bastante custosa. De origem duvidosa, dizem que é do Brasil... Parece que a palavra amendoim vem do tupi-guarani “mandobi, mandovi”, que significam “de fruto enterrado”... De grande poder energético. Bom para cabelos e fígado.
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Cr$ 65,00 (seringueira), Cr$ 66,00 (uva; emitido em 30/04/1981), Cr$ 80,00 (castanha-do-pará – Bertholletia exelsa), Cr$ 100,00 (caju), Cr$ 120,00 (arroz – Oryza spp.), Cr$ 140,00 (tomate – Lycopersicum esculentum),
Castanha-do-pará – Suas sementes possuem grande aceitação nos mercados do Sul e Sudeste do Brasil e no exterior, hoje, talvez seja a espécie arbórea mais importante para subsistência econômica dos chamados “povos da floresta”.
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Cr$ 150,00 (eucalipto: é muito utilizado nas vias respiratórias, gripes, resfriados e inalações – Eucalyptus spp.), Cr$ 200,00 (mamona ou rícino é a semente da mamoneira – Ricinus communis), Cr$ 300,00 (pinha-do-paraná), Cr$ 500,00 (algodão), Cr$ 800,00 (carnaúba é considerada árvore símbolo do Estado do Ceará – Copernicia prunifera),
Mamona – Útil na produção de alimento e de energia – oleaginosa utilizada para biocombustível. Tem um elevadíssimo teor de óleo, 50%, mas sua cultura não é extensiva. Seu óleo tem várias aplicações diferentes: na fabricação de tintas e protetores ou isolantes, como lubrificantes de motores e engrenagens, entre outras.
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Cr$ 1.000,00 (babaçu – Orbignya phalerata) – Útil na produção de alimento e de energia – oleaginosa utilizada para biocombustível. Tipo de palmeira que cresce de forma extensiva e apresenta castanhas nas quais existe um óleo comestível, muito usado na culinária nordestina. Tem sido alvo de intensas pesquisas para a produção de biocombustível.
Cr$ 2.000,00 (girassol – Helianthus annuus) – Útil na produção de alimento e de energia – oleaginosa utilizada para biocombustível. O girassol é uma planta com 42% de teor de óleo. O potencial nutritivo do girassol é bastante elevado, o que torna os alimentos produzidos a partir dele muito ricos e saudáveis e é usado também como ração animal.
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21/09/1981 – Série de 4 valores “Flora Brasileira – Flores do Planalto Central” (Flowers of the Central Plateau), cujos selos com valor facial de Cr$ 12,00 cada, mostram: Dalechampia caperonioides (Baill.), Palicourea rigida (H.B.K.), Eremanthus sphaerocephalus (Baker) e Cassia clausseni (Benth). Artista: Martha Poppe. Picotagem: 11½. Tiragem: 2.000.000 cada. Impressão: Ofsete. Papel: Cuchê gomado. SG: 1916/1919. Yvert: 1496/1499. Scott: 1760/1763. Michel: 1846/1849. RHM: C-1218/C-1221. (Leguminosas) JT
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1983 – Série de 3 valores “Flora Brasileira – Cactáceas”, sendo dois selos com valor facial de Cr$ 45,00 cruzeiros e o terceiro de Cr$ 57,00 cruzeiros. Picotagem: 11½. Tiragem: 2.000.000 cada. Impressão: Ofsete. Papel: Cuchê gomado. SG: 2039/2041. Yvert: 1622/1624. Scott: 1880/1882. Michel: 1996/1998. RHM: C-1351/C-1353.
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Xique-xique ou alastrado (Pilosocereus gounellei); atual Cereus
gounellei Coroa-de-frade (Melocactus bahiensis) Mandacaru (Cereus jamacaru) |
08/03/1985 – Selo “Jardim Botânico de Brasília” (DF), com valor facial de Cr$ 200,00 cruzeiros, o selo mostra a árvore e flores do pequizeiro. Picotagem: 11½ × 12. Tiragem: 2.100.000 selos. Impressão: Ofsete. Papel: Cuchê gomado. Yvert: 1716. Scott: 1973. Michel: 2095. RHM: C-1441. O pequi é o fruto do pequizeiro (Caryocar brasiliensis), tem caroço espinhento; de aroma e sabor fortes; também conhecido como pequiá, palavra indígina que significa “de casca tenra que abre”...
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23/09/1986 – Série de 3 valores “Preservação da Flora”. Picotagem: 12 × 11½. Tiragem: 2.100.000 (para o primeiro valor) e 1.500.000 (para os demais). Artista: Maria Werneck de Castro. Impressão: Ofsete. Papel: Cuchê gomado. SG: 2249/2251. Yvert: 1804/1806. Scott: 2083/2085. Michel: 2185/2187. RHM: C-1523/C-1525.
Nota: A árvore popularmente chamada de pata-de-vaca (Bauhinia fortikata), muito usada como anti-diabético, é nativa da Mata Atlântica e de outros biomas. Abrange 7 variedades. Uma delas é a unha-de-vaca-do-campo (Bauhinia longifolia); outra espécie deste gênero é a unha-de-vaca mostrada no terceiro selo postal.
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Cz$ 0,50 – Urtigão (Urera mitis) Vell. Miq. Cz$ 6,50 – Abricó-de-macaco (Couroupita guyanensis) Aubl. Cz$ 6,90 – Unha-de-vaca (Bauhinia variegata) L. |
05/06/1989 – Série de 3 valores “Preservação da Flora Brasileira”. Picotagem: 11½ × 12. Tiragem: 2.100.000 cada. Impressão: Ofsete. Papel: Cuchê gomado. Artista: Maria Helena Barretto. SG: 2355/2357. Yvert: 1915/1917. Scott: 2168/2170. Michel: 2299/2301. RHM: C-1631/C-1633.
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NCz$ 0,50 – Goetea (Pavonia alnifolia) St. Hill NCz$ 1,00 – Rabo-de-galo (Worsleya rayneri) J. D. Hooker NCz$ 1,50 – Bananeirinha-do-mato (Heliconia farinosa) Raddi |
1989/1990 – Série de 6 Selos Regulares “Flora Brasileira” (Padrão Cruzeiro Novo – Impressora Wifag), os quais mostram: NCz$ 0,10 (Trapoeiraba – Dichorisandra sp.), NCz$ 0,20 (Quiabento espécie de cacto cuja flor é cor-de-rosa – Quiabentia zehntneri), NCz$ 0,50 (Primavera – Bougainvillea glebra), NCz$ 1,00 (Maria-sem-vergonha – Impatiens sp.), NCz$ 2,00 (Paineira – Chorisia crispiflora) e NCz$ 5,00 (Hibisco-goiás cuja flor é cor-de-rosa – Hibiscus trilineatus). RHM: 669/674.
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1990/1991 – Série de 6 Selos Regulares “Flora Brasileira” (Padrão Cruzeiro – Impressora Wifag), os quais mostram: Cr$ 1,00 (Maria-sem-vergonha – Impatiens sp.), Cr$ 2,00 (Paineira – Chorisia crispiflora), Cr$ 5,00 (Hibisco-goiás cuja flor é cor-de-rosa – Hibiscus trilineatus), Cr$ 10,00 (Quaresmeira – Tibouchina granulosa), Cr$ 20,00 (Fedegoso – Cassia macranthera atual Cassia spectabilis) e Cr$ 50,00 (Sombreiro – Clitoria fairchildiana). RHM: 676/681.
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1990 – Selo Regular “Flora Brasileira” (Padrão Cruzeiro – Impressora Goebel), com valor facial de Cr$ 100,00 cruzeiros, o selo mostra a espécie chamada vulgarmente de corticeira ou eritrina-crista-de-galo (Erythrina crista-galli). RHM: 682.
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1991/1993 – Série de 5 Selos Regulares “Flora Brasileira” (Padrão Cruzeiro – Impressora Wifag), os quais mostram: Cr$ 200,00 (Caroba ou jacarandá-mimoso – Jacaranda mimosifolia), Cr$ 500,00 (Sibipiruna árvore do mesmo gênero do pau-brasil e pau-ferro – Caesalpinia peltophoroides), Cr$ 1.000,00 (Monguba – Pachira aquatica), Cr$ 2.000,00 (Guanxuma-do-mangue cuja flor é amarela – Hibiscus pernambucensis) e Cr$ 5.000,00 (Formigueira da família Polygonaceae – Triplaris surinamensis). RHM: 684/688.
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1992/1993 – Série de 3 Selos Regulares “Flora Brasileira” (Impressora Wifag), os quais mostram: Cr$ 10.000,00 (Ipê-roxo – Tabebuia impetiginosa), Cr$ 20.000,00 (Eritrina-candelabro ou mulungu-do-litoral – Erythrina speciosa) o qual foi emitido em 25/04/1993 e, o último selo regular sobre flora, que foi emitido em 20/10/1993 (Padrão Cruzeiro Real) com valor facial de CR$ 50,00 (Manacá-da-serra – Tibouchina mutabilis). RHM: 693/694 e 696.
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1992/1993 – Série de 2 Selos Regulares “Ipê Amarelo” (Comprovante de Franqueamento – CF 2º Porte Nacional Vigente), os quais mostram o mesmo desenho, sendo que o primeiro foi emitido em 14/03/1992, em Papel Brilhante, e o segundo foi emitido no ano seguinte, em 1993, em Papel Fosco Gelo.
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24/04/1994 – Série de 3 valores “Preservação da Flora – Bicentenário de Nascimento do Naturalista Karl Friedrich Phillip von Martius (1794-1868)”. Artista: Madalena Barreto. Picotagem: 12 × 11½. Tiragem: 1.000.200 cada. Impressão: Ofsete. Papel: Cuchê gomado. Scott: 2469/2471. Michel: 2580/2582. RHM: C-1890/C-1892.
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1º Porte Nacional – Caroba-do-campo (Jacaranda paucifoliolata;
Mart. ex DC) 1º Porte Nacional CFN – Açaí-do-pará (Euterpe oleracea; Mart.) 1° Porte Internacional CFI – Barbacenia (Barbacenia tomentosa; Mart.) |
A partir de 24/04/1996, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos passou a oferecer a seus clientes o selo ordinário ou regular auto-adesivo (self adhesive) com motivos temáticos. Programados em séries periódicas eles são utilizados no porteamento das correspondências por apresentarem valores e características compatíveis.
28/05/1997 – Série de 6 Selos Regulares Auto-adesivos “Série Frutas” (Percê em Linha). Edital: nº 2. Artista: Martha Poppe. Processo de Impressão: Ofsete. Papel: Auto-adesivo 190 g/m² – BR. Folha: 50 selos. Tiragem: Ilimitada. Os selos mostram (datas respectivas de emissões): Melancia 28/05/1997 (1º Porte Nacional Comercial), Laranja 06/1997 (R$ 0,01), Banana 07/1997 (R$ 0,02), Mamão 08/1997 (R$ 0,05), Abacaxi 07/1997 (R$ 0,10) e Caju 07/1997 (R$ 0,20). RHM: 734/739.
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05/06/1997 – Série de 2 valores “Fauna e Flora da Amazônia”, com valor facial de R$ 0,27 cada, os selos mostram: Mogno e Pirarucu... Artista: Luciana Brício. Picotagem: 11½ × 12. Tiragem: 4.000.020 (Mogno) e 4.000.008 (Pirarucu). Impressão: Ofsete. Papel: Cuchê gomado. Scott: 2637/2638. Michel: 2758/2759. RHM: C-2035/C-2036.
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10/1997 e 11/1997 – Série de 2 Selos Regulares Auto-adesivos “Série Frutas” (Percê em Ondas de 1 mm). Edital: nº 7. Artista: Martha Poppe. Picotagem: tipo “zig-zag”. Papel: Cuchê fosco, auto-adesivo 190 g/m² – BR. Folha: 30 selos. Tiragem: Ilimitada. Uva (R$ 0,22 vinte e dois centavos de real) e Morango (R$ 1,00 um real). RHM: 742/743.
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15/01/1998 – Série de 9 Selos Regulares Auto-adesivos “Série Frutas” (Percê em Ondas de 1 mm). Artista: Martha Poppe. Tiragem: Ilimitada. Os 5 primeiros mostram a data de 1997: R$ 0,01 (Laranja), R$ 0,02 (Banana), R$ 0,05 (Mamão), R$ 0,10 (Abacaxi), R$ 0,20 (Caju); os demais mostram o ano de 1998: R$ 0,20 (Pinha), R$ 0,80 (Maçã), R$ 0,51 (Coco) e R$ 0,82 (Limão). RHM: 749/757.
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15/10/1998 – Selo Regular Auto-adesivo “Promoção Frisco – Arisco”. Com valor facial de R$ 0,36 centavos cada, o selo auto-colante mostra copos de suco e a fruta laranja. Arte: Arisco Indutrial Ltda. Picotagem: percê em ondas de 1 mm. Tiragem: 10.000.020 unidades. RHM: 759.
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23/10/1998 – Série de 3 valores “Flores do Cerrado”, com valor facial de R$ 0,31 centavos cada. Artista: Álvaro E. X. Nunes. Picotagem: 11½. Tiragem: 3.600.000 cada. Impressão: Ofsete. Papel: Cuchê gomado. Scott: 2694. Michel: 2908/2910. RHM: C-2170/C-2172.
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Lobeira, fruta-do-lobo
ou guarambá (Solanum lycocarpum) Orquídea (Cattleya walkeriana) Pau-santo (Kielmeyera coriacea) que contém diversas xantonas (substâncias medicinais) |
04/1999 – Selo Regular Auto-adesivo “Série Frutas – Melancia” (Percê em Ondas de 0,1 mm e com a data 1997 no selo). Valor facial: 1º Porte Nacional. RHM: 765.
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09/1999 – Série de 8 Selos Regulares Auto-adesivos “Série Frutas” (Microsserrilha). A fim de atender à demanda por selos ordinários nas Agências dos Correios (próprias e franqueadas), foram produzidas em caráter excepcional, com novas especificações técnicas, pequenas tiragens dos selos ordinários da Série Frutas de 1997. Edital: nº 1. Artista: Martha Poppe. Processo de Impressão: Ofsete. Papel: Cuchê Mate 120g/m², sem goma, sem fosforecência. Folha: 30 selos. Diferenças: Microsserrilhada. RHM: 766/773.
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26/11/1999 – Selo Regular Auto-adesivo “Série Frutas – Pitanga” (Percê em Ondas de 0,7 mm). Valor facial: R$ 0,50 centavos de real. Edital: nº 2. Artista: Martha Poppe. Processo de Impressão: Ofsete. Papel: Auto-adesivo. Folha: 30 selos. Tiragem: 4.575.000 selos. RHM: 775.
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1999/2000 – Série de 10 Selos Regulares Auto-adesivos “Série Frutas” (Percê em Ondas “Suaves” de 0,7 mm de altura). Os selos mostram desenhos e datas anteriores, sendo que a única diferença é a picotagem tipo “atenuada”: 1º Porte Nacional (Melancia), R$ 0,01 (Laranja), R$ 0,02 (Banana), R$ 0,05 (Mamão), R$ 0,10 (Abacaxi), R$ 0,20 (Pinha), R$ 0,22 (Uva), R$ 0,51 (Coco), R$ 0,80 (Maçã) e R$ 1,00 (Morango). Observação: Esta série se classifica medindo a altura do percê em onda. A amplitude (altura) destas é de 0,7 mm. Pode-se classificar esta diferença visualmente. RHM: 777/786.
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21/09/2000 – Série de 2 Selos Regulares Auto-adesivos “Série Frutas” (Percê em Ondas de 0,7 mm), cujos selos mostram: R$ 0,27 (Cupuaçu) e R$ 0,40 (Graviola). RHM: 791/792.
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2000 – Série de 1 Selo Regular Auto-adesivo “Série Frutas – Limão” (Percê em Ondas “Suaves” de 0,7 mm de altura). Selo com desenho, data anterior e valor facial de R$ 0,82 centavos. RHM: 803. FALTA
20/05/2002 – Selo Regular Auto-adesivo em Bobina “Flores da Amazônia” (Flowers of the Amazon Region): Castanha-de-macaco (Cannonball Tree) – Couroupita guianensis Aubl., com valor facial de R$ 0,55 centavos de real (BRL) cada. Arte: Maria Cândida Vilela Cruz. Picotagem (Perforations): 13 × 13. Tiragem: 2.500.000 blocos. RHM: 814.
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15/03/2005 – Bloco “Cupuaçú – O sabor exótico da Amazônia” (Theobroma grandiflorum), com 2 selos de um real e noventa centavos cada (R$ 1,90). No selo superior, estão frutos do cupuaçu ainda presos ao galho da árvore. No outro, o fruto apresenta-se aberto, onde se visualiza a polpa no seu interior. No contorno são representados elementos da mata nativa e alguns produtos fabricados com a polpa do cupuaçu e, ainda, a logomarca da Exposição Internacional de Selos: Pacific Explorer 2005 – World Stamp Expo. Edital nº3. Arte: Cristina Garcez. RHM: B-137. Lançado em Manaus/AM (RHM: BC-137), Belém/PA (RHM: BC-137A) e Porto Velho/RO (RHM: BC-137B).
Em 2006, foi emitido o Bloco “O Maior Cajueiro do Mundo”, localizado no Estado do Rio Grande do Norte (RN), com carimbos comemorativos de Parnamirim (RN) e Fortaleza (CE). Valor facial: R$ 2,90 cada. Arte: Álvaro Nunes. RHM: B-141.
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23/07/2009 – Série de 10 valores Emissão Mercosul: “Produtos de Exportação Circuito das Frutas – Turismo Rural” (Mercosul – Exports Products – Fruits), cujos selos apresentam algumas das frutas produzidas no Polo Turístico do Circuito das Frutas, cada uma delas vinculada a um município daquela região e, no canto inferior esquerdo de cada selo, a logomarca do Mercosul. Valor facial: 1º Porte Carta Comercial, cada selo. Edital: nº 15. Arte: Jamile Sallum e Míriam Guimarães (ECT). Fotos: Moacir Mazzi (morango), Eliane Sivinski Petry (figo) e Fernando Picarelli Martins (as demais). Impressão: Ofsete + verniz UV posicionado nas frutas. Folha: com 20 selos (duas séries), sendo 2 de cada fruta + vinheta com mapa do Circuito das Frutas na margem inferior. Papel: Cuchê gomado com fosforescência. Tiragem: 3.000.000 selos. Picotagem: 12 × 11,5. Local de lançamento: Jundiaí/SP.
Itupeva – uva-niágara-rosada / Grapes (Vitis labrusca)
Jundiaí – pêssego (Prunus persica) / Peaches (Prunus spp.)
Jarinú – ameixa (Prunus salicina) / Plums (Ásia; laxativa, diurético,
contra prisão de ventre e hemorróida)
Indaiatuba – acerola (Malpighia glabra) / Cherries? (Antilhas, América
do Sul e Brasil; rica em vitamina C, ferro, cálcio e fósforo)
Louveira – uva-niágara-branca (Vitis labrusca) / Grapes
Atibaia – morango (Fragaria × ananassa) / Strawberries
Morungaba – maracujá / Passionfruit (Passiflora edulis)
Vinhedo – uva-máximo (Vitis spp.) / Grapes
Valinhos – figo-roxo (Ficus carica)
/ Figs
Itatiba – caqui (Diospyros
kaki) / Persimmon (Diospyros spp.)
Nota: O caqui é um fruto de origem chinesa, mas sua árvore foi plantada no Brasil pelos japoneses. Exitem diversas variedades do caqui, sendo as mais conhecidas: Chocolate, Fuyu, Giombo, Rama-forte e Taubaté. Ainda hoje a produção do caqui é predominantemente feita pelos agricultores de origem japonesa. Na época da colheita do caqui as Entidades Culturais Nikkeys costumam organizar Festivais para angariar fundos para as mesmas usando como tema o caqui e também as flores, porque na região onde tem colônia agrícola japonesa, geralmente vemos produtores de caqui que cultivam flores. Março e abril são os meses propícios para estas festas... A chegada do outono traz consigo o primeiro evento da colônia japonesa de Mogi das Cruzes, por exemplo, a Festa do Caqui e das Flores do Itapeti. A comemoração celebra dois dos principais produtos agrícolas da cidade, já que Mogi é líder nacional no cultivo de orquídeas e do caqui, além de ser a segunda maior produtora de flores e plantas ornamentais de todo o País. Tradicionalmente a festa é organizada pela ACAI – Associação Cultural Agrícola Itapeti. Local: Estrada São Bento-Lambari, km 25 – Bairro Itapeti.
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Lista de frutas que aparecem nos selos postais desta página, principalmente nos selos regulares:
ABACAXI ou ananás (Ananas spp., Ananas comosus) – Fruto do abacaxizeiro. Família: Bromeliaceae. Fruta tropical originária do norte da América do Sul, é cultivada em locais de clima quente. Sua exploração se tornou intensiva e seu consumo alcançou difusões mundiais, sendo largamente utilizada na produção de sucos e doces, além de consumida em estado natural. A planta pode chegar a 1 metro de altura e o fruto tem peso que varia dentre 1 e 3 quilos. | Ibacaxy – fruto cheiroso; de “ybá” (fruto) e “caty” (rescendente, cheiroso). Variações: abacaxi-boituba e abacaxi-jubi. Cultivado em quase todo o Brasil. Variante do ananás (ananã), de “a-nan-nan”, cheira cheira ou semelhante à fruta que cheira muito. O abacaxi é indicado na anemia, no raquitismo, na febre, na prisão de ventre, na asma nervosa, na falta de menstruação, nos males da bexiga, próstata, uretra, cálculos renais e vesiculares. O ananás é uma fruta utilizada em bebidas fermentadas pelos índios e, quando verde, é excelente na cura das chagas e do câncer
BANANA (Musa spp. ou Musa paradisiaca ou Musa × paradisiaca são nomes válidos; muitos sítios indicam: Musa sapientium) – O fruto da bananeira, conhecido como banana, é, na verdade, uma pseudobaga. Família: Musaceae. As variedades mais cultivadas e usadas comercialmente derivam das espécies M. acuminata (banana-maçã que é de menor tamanho) e M. balbisiana (banana-? que é maior) – seja em variedades puras ou em diversas combinações de genoma (híbridas). A M. paradisiaca é um híbrido entre essas duas espécies; quando isso aconteceu, sugeriram aos autores botânicos a usar a forma Musa x paradisiaca para enfatizar tal fato. Há a banana-da-terra que é da África e a banana-prata... Originária da Ásia Meridional (e Australasia), as zonas mais adequadas para o seu desenvolvimento são as de grandes precipitações e altas temperaturas, onde frutifica durante todo o ano. É rica em sais minerais e ótima como fonte de vitaminas. Além de consumida ao natural, cozida e frita, é utilizada na produção de doces e outros produtos alimentícios. | Contém substâncias graxas azotadas, além de pectina, açúcares, taninos, carboidratos e proteínas. Também possui sais minerais como o cálcio e o potássio, e vitaminas (A, B1, B2, C e E). | Banana ou pacobá em tupi antigo, de “pac-obá” que significa folha de enrolar. Supera o valor nutritivo de quase todas as demais frutas. Indicada nas doenças do reto e na colite. Recomendada também nos males renais e do fígado, nefrite, gota, obesidade, paralisias e outras.
CAJU (Anacardium occidentale) – Fruto do cajueiro. Família: Anacardiaceae / Anacardiácea. Fruta de uma planta perene originária do Brasil, com produção quase toda concentrada no Nordeste, onde é muito apreciada e utilizada na produção de sucos, licores e doces. Na realidade, o fruto verdadeiro é a castanha-de-caju (Brazilian Nut), muito famosa na Europa. A parte amarela-avermelhada, que lembra uma pêra em seu formato e que também é comestível, chama-se pedúnculo ou pseudofruto. A castanha (de aproximadamente 2 centímetros) contém uma amêndoa de elevado teor energético, com cerca de 20% de proteínas e 5% de carboidratos. Já seu pedúnculo é rico em vitamina C. | Afrodisíaco indicado para diabete, diurético, tosses, cólicas, doenças da pele... Caju-açu (Anacardium giganteum) – Árvore encontrada apenas na região Amazônica que impressiona pelo seu porte: de 20 a 40 m de altura e diâmetro superior a 1 m. A espécie possui madeira leve, macia ao corte e é utilizada na indústria de celulose para a fabricação de papel e embalagens leves.
COCO / Coconut (Cocos nucifera) – Fruto do coqueiro. Família: Arecácea (palmeira é o nome comum da Arecaceae, anteriormente conhecida como Palmae ou Palmaceae / Palmácea). No Brasil, seu fruto é conhecido como coco-da-baía, que é comestível e tem grande importância na economia de vários países tropicais. Supõe-se que a sua origem seja o arquipélago Malaio, chegando depois à América. Quase toda a produção brasileira vem de coqueiros nativos, que já fazem parte da paisagem do litoral nordestino. O fruto do coqueiro tem papel fundamental na alimentação dos habitantes das terras onde cresce. A água-de-coco, líquido claro e leitoso, que fica no interior da amêndoa, é uma bebida agradável e refrescante. Os cocos maduros medem, em média, cerca de 15 cm de diâmetro e 30 cm de comprimento.
GRAVIOLA ou pinha-da-guiné-bissau (Annona muricata) – Fruto da gravioleira. Família: Annonaceae / Anonácea.
LARANJA (Citrus spp.) – Fruto da laranjeira. A mais valiosa das frutas cítricas. Sua planta, considerada cosmopolita, apresenta folhas persistentes e aromáticas. O suco dessa fruta é muito rico em vitamina C, açúcares e sais minerais. Natural da Ásia, apresenta muitas variedades, resultantes do cultivo e da hibridação de diferentes espécies pertencentes ao gênero Citrus, da família das rutáceas, É utilizada em larga escala na indústria de sucos e na produção de doces, em que até a casca da fruta é aproveitada.
LIMÃO (Citrus spp.) – Fruto do limoeiro, árvore aromática de pequeno porte, da família das rutáceas, originária do sul da Ásia. O fruto é uma baga de forma elíptica, às vezes ovalada, lisa ou enrugada, cuja cor varia do amarelo claro ao verde. Muito suculento e ácido, seu suco é refrescante, anti-séptico, adstringente e rico em vitamina C. É frequentemente usado como condimento de certos pratos de carne e peixe, ou em saladas e molhos.
MAÇÃ – Fruto da macieira, de origem europeia e asiática, amplamente cultivada devido ao seu sabor e valor nutritivo. As formas cultivadas são de uma espécie da família das rosáceas. Hoje, existem centenas de variedades de maçãs, agrupadas conforme o sabor, a forma ou a cor. Frutos de polpa suculenta e comestível, seu sabor é variável, podendo ser ácidas, doces, suculentas ou farinhosas. De grande valor nutritivo, são ricas em vitaminas B e C, e em açúcares e pectinas, que têm grande poder de absorção. Os frutos são consumidos crus, em compotas e doces, geléias e vinhos. No Brasil, a maçã é cultivada principalmente nos Estados da região Sul. | Na simbologia, sua cor vermelha associa-se à sexualidade e à paixão. Geralmente é a representação do fruto proibido, citado na Bíblia, como aquele que deu a Adão e Eva a capacidade de discernir entre o bem e o mal. A maçã também assume assim, o simbolismo do pecado e da tentação. É usada em vários rituais mágicos devido ao pentagrama que encontramos em seu interior quando a cortamos verticalmente, ele é formado pelos alvéolos que encerram as sementes.
MAMÃO ou papaia (Carica spp., Carica papaya) – Fruto do mamoeiro. Família: Caricaceae. De provável origem brasileira, o mamão é fruto de uma planta de crescimento rápido, que alcança de 3 a 6 metros de altura. O pelo do mamão varia de 1 a 10 quilos. É produzido com sucesso em regiões de clima quente e úmido, já que sua planta não tolera geada. Possui polpa doce, alaranjada, suculenta e aromática. O fruto verde é excelente legume, cozido ou guisado, e ingrediente bastante utilizado em doces em calda e cristalizados. O mamão é também muito consumido ao natural quanto maduro, já que é rico em papaína, enzima auxiliadora na digestão animal, e fonte de várias vitaminas.
MARACUJÁ (Passiflora spp.) – “Murukuîá” em tupi-guarani significa fruto que faz vasilha... Calmante, induz ao sono sem efeito depressivo. Usado como sedativo contra insônia. Maracujá-silvestre (Passiflora caccinea, Passiflora serrata), ambas compreendem a flora do Planalto Central...
MELANCIA (Citrulus spp.) – Família: Cucurbitaceae. Esta fruta, oriunda da África, tem tamanho variável entre 25 e 75 centímetros. É verde-amarelada, lisa ou listrada, dependendo da variedade, e de polpa avermelhada, aquosa e doce. Existe também a de polpa branca, porém de rara ocorrência. Seu cultivo atinge várias regiões do Brasil, principalmente os locais de terra seca e arenosa. É diurética, essencialmente refrigerante e muito apreciada pelo açúcar (frutose) que contém.
MORANGO (Fragaria vesca) – Família: Rosaceae. Fruto produzido por erva rasteira, fragrância vesca, originária da Europa, possui inúmeras variedades naturais e híbridas. É vermelho, quando maduro, carnoso e aromático, sendo utilizado em compotas, refrescos, geléias e licores, além de muito apreciado ao natural. Sua constituição é composta por água, açúcar, sais solúveis, cal, ferro, substâncias protéicas e celulose.
PINHA (Annona squamosa) – Sua árvore de pequeno porte é da família das anonáceas, que inclui diversas fruteiras muito conhecidas na América tropical, entre elas a pinha. Sua casca é composta de escamas convexas e salientes, que envolvem a polpa cremosa, aromática, suculenta e doce, que, por sua vez, protege as sementes de cor escura, lisa e brilhante. É cultivada em diversas regiões brasileiras.
PITANGA (Eugenia spp., Eugenia uniflora = sin. Stenocalyx michelli) – Fruto da pitangueira, que se apresenta em forma de arbusto ou de pequena árvore, quando cultivado, tem as folhas pequenas, verde-lustrosas e aromáticas. Família: Mirtácea. As flores também são pequenas e alvas, e o fruto, a pitanga, apresenta-se em forma de bagas, achatadas nos dois polos e divididas em gomos salientes. A fruta corresponde a uma única semente, redondo-achatada, coberta por uma pele fina e uma coloração vermelho-lustrosa, quando madura. A pitanga é uma fruta muito apreciada e digerida crua, pois sua polpa é agridoce e aromática; suculenta avermelhada. Com a pitanga se produz também geléias, vinhos e licores. A pitanga é uma fruta originária do Brasil.
UVA (Vitis spp.) – Fruto da videira ou parreira. Família: Vitaceae. Fruto carnoso e rico em sumo, envolvendo pequenas sementes. Nativa das regiões temperadas do Hemisfério Norte, contém açúcar (glicose ou dextrose) em quantidades que variam conforme a espécie, sendo o vinho produzido por sua fermentação. No Brasil, cultivam-se várias espécies, cuja distinção se faz por sua resistência às adversidades climáticas, principalmente excesso de chuvas na época de maturação do fruto. | A existência da videira é anterior ao homem como comprovam estudos de Arqueologia. Contam que Noé cultivou a videira... Os vinhedos podem durar até 150 anos. A uva deve ser comida inteira com polpa, casca e sementes. Purifica o sangue, fortalece os nervos. Semelhante ao leite materno nos compostos químicos. Uvaia, do tupi “yba-aia”, fruta ácida.
Nota: Carpoteca é o nome dado a uma coleção de frutos conservados, geralmente para fins de pesquisa.
Sítios de Interesse:
www.ipni.org
Missouri Botanical Garden, St. Louis (www.tropicos.org)
www.19thcenturyscience.org
Eugênio Arantes de Melo (www.arvores.brasil.nom.br)
Última atualização: 21/03/2011. |