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Heráldica é chamada a arte dos brasões de armas, ou a ciência que estuda e explica o conjunto de regras que interpreta os significados das figuras contidas nos brasões de armas.
O brasão de armas é o conjunto de emblemas ou de figuras ilustrativas que formam uma só peça heráldica. Na tradição europeia medieval é um desenho especificamente criado com a finalidade de identificar ou representar indivíduos, um soberano, por exemplo, famílias, clãs, corporações, cidades, regiões, nações, uma empresa, uma cidade etc. Compreende um conjunto de peças, figuras e ornatos dispostos no campo do escudo ou fora dele.
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“Contrada Imperiale della Giraffa”
Girafa em selo explicativo de Niassa
Cores Tradicionais (os esmaltes
que se usa em brasonaria; também são incluídas a carnação e as cores naturais,
embora não sejam esmaltes):
Jalde ou or é o nome do metal ouro que simboliza nobreza,
riqueza, glória, esplendor e poder.
Argente é o nome do metal prata que simboliza pureza, inocência, paz,
integridade, firmeza e obediência.
Blau ou azure é o nome do esmalte equivalente à cor azul (ultramarino),
simboliza zelo, lealdade, caridade, justiça, lealdade, beleza e boa reputação.
Gules ou goles (usado sempre no plural) é um dos esmaltes
heráldicos de vermelho mais intenso (vermelhão), expressão heráldica usada para
indicar a cor vermelha, aquela que exprime fortaleza e energia própria dos guerreiros
e mártires e, portanto, indicadora da “altivez, audácia, ousadia, glória e vitória”.
Purpure ou púrpura é o nome do esmalte equivalente à cor da ametista
(cujo nome advém de um molusco do gênero Purpura sp.), simboliza grandeza
e sabedoria elevada.
Sable é o nome do esmalte equivalente à cor preta ou negra, representa
o diamante, Saturno; simboliza austeridade, moderação, prudência, firmeza de
caráter, rigor e honestidade.
Sinopla (sinople) ou vert é o nome do esmalte equivalente
à cor verde, simboliza esperança, fé, amizade, amor, juventude, civilidade,
cortesia, liberdade e alegria.
Nota: As cores verde, dourada e vermelha foram utilizadas primeiramente na Etiópia
e são usadas em bandeiras e outros emblemas para representar Pan-Africanismo,
identidade africana, ou os Negros como raça...
Há alguns anos eu conheci um Brasão de Armas na cidade de Siena, região da Toscana, Itália, que contém a imagem de uma girafa e desde então fiquei apaixonado pela ideia... Anteriormente descobri que existiram bandeiras utilizadas na antiga Tanganica (atual Tanzânia), por volta de 1920, cuja imagem mostra uma cabeça de girafa... Heráldica compreende um colecionismo à parte dentro da coleção Girafamania...
Em dezembro de 2010, pesquisando sobre brasões de armas aprendi que existem complexas leis heráldicas... Também descobri uma escola para meninas: “Vitória Escola Superior de Meninas” – Victoria Girls’ High School (www.vghs.co.za) – é orgulhosamente sul-africana, atende somente meninas de escola secundária entre 8 a 12 anos, tem cerca de 400 alunas e está localizada na cidade de Grahamstown, África do Sul. “Altivas como as girafas, as alunas enfrentam o problema enquanto outras se distanciam”...
O Brasão de Armas Vitória mostra conchas (vieiras) em duas das quatro porções em que o escudo central está dividido, encimado por um avestruz, seus suportes incorporam um leopardo aleonado (à esquerda) e uma girafa de perfil (à direita), na base aparece um listel com o lema grafado em latim: “Virtute et Opera” (Virtude e Trabalho).
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Brasão de Armas© de Girafamania
Com o passar dos anos (desde 2003), o sítio Girafamania se tornou quase um Museu virtual... Paralelo a isso, ainda sonho em montar um Museu de verdade, pois a coleção está bem legal, diversificada, educativa, entre outras coisas. Tanto para Girafamania, quiçá para o Museu, eu quero usar um brasão de armas, ao invés de um logotipo.
No dia 07/06/2011, tentei explicar esse desejo para um artista amigo meu, a quem eu encomendei o Brasão de Armas de Girafamania. É um brasão simples, corporativo, assumido, pois respectivamente representa uma única entidade, talvez uma instituição e foi adotado pela própria entidade que o representa.
Primeiro esboço do Brasão de Armas© de Girafamania. Papel:
Folha A2 (tamanho de papel).
First draft of the Girafamania’s Coat of Arms©.
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Notas: No primeiro desenho o escudo foi feito com a linha do bordo do chefe canelada, isto é, teve a parte superior levemente curva, convexa para o exterior, mas ele não existe nas leis heráldicas; o que foi redesenhado. Ainda os tenentes foram desenhados ao contrário; o que foi redesenhado quando os lados foram decididos. Talvez seja este o motivo dos brasões da Nova Zelândia e da Jamaica terem a mulher à esquerda de quem olha, ou seja, do lado direito de quem porta o brasão...
Prova do Brasão de Armas© de Girafamania, 28/07/2011.
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Notas: Não gostei da deusa cinturada, de sua mão segurando o livro e de seu cabelo, o qual prefiro os da obra “A primavera” de Botticelli, não os cabelos de “O nascimento de Vênus”, do mesmo artista. Também gosto mais dos cabelos pintados por Rafael... ou do cabelo parecido com a estátua de Afrodite, deusa grega da beleza e do amor. Ele lembra uma estátua de um negro guerreiro sem camisa que porta uma lança (Salvador, Bahía)...
Mudança de detalhes da deusa grega alada do Brasão de Armas© de Girafamania, 29/07/2011.
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Arte final Brasão de Armas© de Girafamania (colorido), 12/08/2011.
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Explicações
1. O escudo que serve de suporte para toda a figuração é considerado a parte principal que forma um brasão. Muitas vezes o escudo constitui a totalidade do próprio brasão de armas, uma vez que os elementos exteriores ao mesmo podem ser dispensados.
Escudo de Girafamania: O escudo de estilo clássico, esquartelado (cortado e partido em quatro partes) de jalde, gules, purpure e sinopla (pintadas de ouro, vermelho, púrpura e verde), contém 4 figuras e no centro um crânio com chavelhos (cornos) sobreposto (que atravessa os campos de diferentes esmaltes) tanto estilizado de uma girafa (levemente amarelado e sombreado), o qual remete diretamente à família dos girafídeos (girafas e ocapis), cujos cornos (apêndice ósseo) é uma característica única no reino animal, assim como reporta à Zoobiologia e à Arte Rupestre.
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Os quatro símbolos ou figuras, uma animada e três não-animadas, utilizadas em cada porção do escudo exprimem simbolicamente os 4 elementos e as 4 estações (Terra/Inverno, Fogo/Verão, Água/Outono e Ar/Primavera), respectivamente:
1º quartel – Um pássaro de sua cor parado de perfil sobre o globo, com a cabeça voltada para o flanco direito, membrado, unhado, bicado e guarnecido de jalde. A ave miúda representa uma búfaga, do gênero Buphagus spp., animal que vive sobre as girafas caçando seus carrapatos. O carrapato lembra outros Artrópodes relacionados com as girafas. O globo (mundo; pequena esfera terrestre) que evidencia o Brasil (local onde se encontra o Museu), simboliza os cinco continentes, a partir dos quais as peças da coleção “migraram” e representa a união dos grupos étnicos, folclóricos, linguísticos do Museu Girafamania. O conjunto no campo dourado exprime de modo metafórico ao miniaturismo, presta homenagem aos colecionadores de miniaturas e a São Francisco de Assis – santo protetor dos animais.
2º quartel – Um brandão aceso em pala (em posição vertical) de gules. A tocha acesa em pé, cujas chamas destacam as cores amarela e laranja, símbolo guia que ilumina o caminho ao progresso, representa principalmente a liberdade, mas também luz, iluminação, conhecimento e a esperança no futuro. A tocha ou archote de metal no campo vermelho presta homenagem à Tanzânia (Tocha Uhuru – liberdade em suaíle) e aos Estados Unidos (Estátua da Liberdade), que na devida ordem fazem alusão à maior concentração de girafas in-situ (no habitat de origem) e ex-situ (fora do habitat), além de ambos os países terem a tocha como símbolo da liberdade... (não igual a norte-americana, mas um tanto estilizada)...
3º quartel – Uma rosa heráldica de purpure tem botão de jalde e folhas de sinopla. A Rosa de Tudor no campo púrpura presta homenagem à Inglaterra, igualmente ao museu mais antigo do mundo, o Museu Britânico.
4º quartel – Uma flor-de-lis de jalde em sinopla. A flor-de-lis sobre o campo verde presta homenagem à França, claramente ao Escotismo (à educação das crianças), cujos fundamentos e conceitos também são causas de Girafamania.
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2. Os suportes do escudo são as figuras colocadas nos flancos direito e esquerdo; quando representam pessoas são chamados de tenentes, como na Tanzânia e Zâmbia (cuja mulher está à direita de quem olha), por exemplo, entre outros países. Repare nos brasões de Belize e Suriname, ambos têm como tenentes dois homens apenas, ao invés de um casal. Importante salientar que à direita ou à esquerda de um escudo é interpretada na perspectiva do utilizador, portanto são contrárias à do observador.
Tenentes de Girafamania: Empregam-se como sustentáculos do escudo duas figuras distintas firmadas (paradas) de sua cor (de cor própria ou natural), um casal (equilíbrio da natureza, macho e fêmea / Yin e Yang) de carnação (cor natural da pele) apoia suas mãos no alto do escudo, cujos braços estão levemente curvados... Ambos são poderosos:
No flanco esquerdo (de quem porta o escudo), uma figura humana, um indivíduo do sexo masculino: um homem negro, um nativo africano guerreiro, remete à África, igualmente ao caráter masculino (Yang), ao Hemisfério Esquerdo (razão, ciência, saber; fundamento civil-filosófico; analítico lógico), aos primeiros habitantes (desde o da caverna que conviveu com girafas até o homem contemporâneo), alude às pessoas, ao ser humano, aos povos etc, a tudo aquilo que é real na coleção... Ele lembra Ogum – santo guerreiro do Candomblé, correspondente ao São Jorge do Catolicismo...
Ele tem o poder de destruir porque porta uma lança, símbolo de guerra e poder, também um símbolo fálico, entretanto porta a lança no sentido de paz... Em sua mão esquerda ele segura uma lança ferrada, hasteada de prata, encabada de sua cor, choupada (peça pontiaguda na extremidade), atravessante. A lança de madeira e metal é constituída por uma longa vara de ponta afiada, não uma lança cerimonial, mas uma lança de guerra – arma branca de perfuração dotada de uma ponta capaz de perfurar, que pode ser manejada ou atirada em direção ao oponente, definida como instrumento utilizado pelo ser humano para o ataque e a defesa, que neste caso significa ataque e defesa da liberdade...
Ele porta uma concha no peito: A concha, símbolo da herança africana, relacionada à beleza, à felicidade e à riqueza, pendurada no peito é da espécie Cypraea camelopardalis, que é mais arredondada do que o búzio (Cypraea moneta – espécie que foi usada como moeda nos primórdios da África)... presta homenagem à Conquiliologia, à Terra e ao Mar, além da representação intrínseca de duas espécies de moluscos (uma terrestre e outra marinha) e uma espécie de cavalo-marinho, cujos nomes científicos dessa tríade inclui o mesmo da girafa: camelopardalis... Ele veste saia típica (como a saia kilt da Escócia /Irlanda, por exemplo) de cor azul e calça abarca (sandália: calçado rústico formado de uma sola atada ao peito do pé com tiras de couro) de cor preta.
Do outro lado, no flanco direito (de quem porta o escudo), outro personagem representa a figura feminina: uma deusa grega alada (talvez Semíramis; ou a efígie da República...) no contexto remete à Grécia, igualmente ao caráter feminino (Yin), ao Hemisfério Direito (emocional; fundamento religioso, fé)... Deusa porque assim como as mulheres, as girafas são divinas; alada porque remete aos sonhos, significa as mitologias, a imaginação, a intuição, a criatividade etc, a tudo aquilo que é irreal na coleção... como, por exemplo, a linguística, as intenções, analogias, as teorias (origem Bíblica e Científica da girafa) etc.
Ela tem o poder da sabedoria, pois segura em sua mão direita um livro aberto (de costas para quem vê a imagem) que representa o conhecimento “oculto”, talvez o livro das “Verdades Absolutas” e seu posicionamento... Ela veste túnica longa que desce até os pés descalços, sem mangas, cuja coloração é de cor branca, a pele de cor natural e as asas prateadas...
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Nota: Ou na coloração esbranquiçada das asas de Eros, das duas obras que eu amo, em termos de realismo e cores, pintadas pelo francês William Bouguereau (1825-1905) que mostram Cupido com Psiquê, quando adultos e na versão infantil...
Existem várias razões para a deusa grega, além dela representar o sexo feminino: a palavra museu vem do grego e refere-se a um templo dedicado às musas; os gregos foram os primeiros a dar nome científico às girafas (camelopardalis); há uma história que eu amo e estudei um monte sobre um paxá do Império Otomano (que nasceu na Grécia), chamado Mohammed Ali, que presenteou seus aliados (reis) pela Europa distribuindo girafas; as deusas da mitologia grega (Afrodite, Ártemis, Atena [deusa da sabedoria ou Minerva], Deméter, Hera, Perséfone, entre outras) formam um conjunto de mitos de um povo, claro, uma alada vai alcançar todas elas, além de remeter à beleza, elegância, pureza, maternidade e outros adjetivos femininos, que por sua vez, fazem analogia com a girafa; adoro a arte, a arquitetura, a filosofia e a estética grega; quem não gosta?
3. O timbre é o conjunto de objetos colocados acima do escudo que qualifica um brasão, dizendo-nos da sua hierarquia ou título... Notas: Coroa e Coronel Heráldico são peças figurativas posicionadas acima dos escudos e dos elmos dos brasões, e que, de acordo com o modelo apresentado, representa determinado grau nobiliárquico, militar, eclesiástico e domiciliar. Não aparece em brasões familiares e corporativos. O timbre na representação monocrômica deve ser apresentado apenas com o seu contorno perimetral, sem raios ou quaisquer traços em seu interior... Estrela Reluzente: Dá-se este nome à estrela que entre cada duas pontas tem raios pequenos e salientes, formados por segmentos de reta... caso deixar igual o tamanho de todas as pontas, mas acrescentando seis raios retos e finos, entre cada uma das pontas...
Timbre de Girafamania: Encimado um timbre de sete pontas de jalde.
Na parte superior do escudo o timbre dourado foi compilado da África do Sul, mas ligeiramente modificado nas dimensões das pontas (as três pontas da frente são um pouco maiores do que as quatro detrás; fazendo alturas diferentes nas pontas...), e mescla três símbolos: o Sol nascente, a estrela e a coroa real. Os três elementos unidos em uma só figura de sete pontas representa elevação, tanto no sentido de Girafamania alcançar sua Missão e Visão, como em relação a grandeza do animal mais alto do mundo. O Sol nascente anuncia ao mundo Girafamania, a estrela representa a constelação girafa no Hemisfério Norte e a coroa faz alusão ao reino dos girafídeos.
Nota: Não do modo de um pentagrama, mas como no simbolismo do septograma ou heptagrama (estrela composta por 7 retas e que possui 7 pontas), símbolo da síntese, da integração e do poder místico devido a seu elo com o número sete, as 7 pontas do timbre lembram: as 7 cores do arco-íris (vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, anil e violeta); os 7 dias da semana, as 7 notas musicais, os 7 chakras do Hinduismo; os 7 planetas conhecidos da astrologia clássica (em ordem crescente a partir da Terra, ordem de Ptolomeu: Lua, Mercúrio, Vênus, Sol, Marte, Júpiter e Saturno); as 7 virtudes do homem (castidade, generosidade, temperança, disciplina, paciência, caridade e humildade) para combater respectivamente os 7 pecados capitais (luxúria, avareza, gula, preguiça, ira, inveja e soberba)...
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4. O lema ou divisa é constituído pela bandeirola sobre a qual se inscreve a divisa propriamente dita, geralmente é o lema da entidade representada e é colocado em um listel sob o escudo do brasão de armas. O lema representa o arauto (mensageiro, porta-voz, aquele que anuncia) da direção e da maneira em que deve se mover. Como mandam os cânones da heráldica, há de ser uma frase breve incisiva e bem personalizante, inscrita na parte inferior do escudo, disposta sempre dentro de um listel, que é essa moldura sobre a qual parece estar assentado o escudo. Note que o listel passa por cima do cruzamento dos dois ramos de acácia, o que é expressado em linguagem heráldica pelas seguintes palavras: “brocante sobre o cruzamento do pedestal”.
Lema / Divisa de Girafamania: “GIRAFAMANIA – Filatelia, Cultura e Conexão Temática” (ligação de uma coisa com outra; união)... Acompanhada em ponta, sob o escudo do brasão de armas, um listel ou pergaminho de jalde (ouro) brocante (termo heráldico que se usa para expressar a ideia de uma peça que passa por cima de outras; no caso, a referência que se faz é ao cruzamento do listel com os ramos de acácia). Sobre o dourado dessa faixa está escrito o nome de fantasia “GIRAFAMANIA”, grafado na língua portuguesa assim “G I R A F A M A N I A”, cujas letras maiúsculas de sable (em preto) têm dois espaçamentos entre cada uma delas. Notas: Futuramente ladeado pelos milésimos “2003”, ano da criação, e “2011”, ano da fundação. Família de fonte: Georgia; Estilo de fonte: Bold e 32 pt (tamanho); texto levemente distorcido para cima no estilo Arco (Curvatura +11).
A ornamentação exterior, às vezes, chamada de pedestal, console ou compartimento, pode ser uma peça específica da geografia, por exemplo, ou uma réplica ornamental da natureza que, quando utilizada, serve de elemento básico sobre o qual repousa o escudo e os suportes do brasão, geralmente.
Ornamentação de Girafamania: No compartimento entre o escudo e o listel, na parte inferior do brasão, como elemento decorativo ou arremate, aparece uma capela (grinalda ou ramalhete de flores ou de folhas) picada (formada por dois galhos) com dois pés de troncos floridos, folhados e com estrepes (espinhos), tudo de sua cor, um à destra (direita) e o outro à sinistra (esquerda), unidos por uma enlaçadura de gules (vermelho) e passados em aspa na ponta (significa que os dois ramos cruzam-se em “X” na extremidade das respectivas hastes). A acácia (representação gráfica de uma das espécies mais abundante da Savana Africana: Acacia sp.) é do gênero Acacia karroo – alimento preferido das girafas. Os espinhos ferozes são grandes, únicos ou duplos na maioria dos casos e sempre sobressaem às folhas e flores. Isso ocorre porque eles foram desenvolvidos no decorrer da evolução da espécie para proteger as folhas da árvore dos ataques de herbívoros.
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Título: “Brasão de Armas de Girafamania”
Tipo de obra: Desenho a lápis
Categoria: Arte Brasileira
Criação: Sérgio Eduardo Sakall
Realização (autor do desenho): César
ou César Cezane
Data da obra: 2011 (início: 07/06/11, término: 12/08/11)
Técnica: Lápis preto (grafite) sobre papel... A2 (tamanho)
Dimensões: 55 × 70 cm...
Preço: R$ 900,00 (200 em ...; 200 em 28/07 e 500 em 12/08)
Inauguração: 13/08/2011
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O presente Brasão de Armas é, segundo as regras heráldicas, uma síntese ou resumo de Girafamania, sua estrutura, vida e programas... O Brasão de Armas de Girafamania é exclusivo, identificador da instituição e será usado obrigatoriamente nos documentos, demais papéis e correspondências oficiais expedidas pela entidade... O Brasão de Armas será reproduzido em clichê para timbrar a documentação oficial de Girafamania com a representação icnográfica das cores feita em policromia.
Objetivando a divulgação da instituição, o Brasão de Armas de Girafamania poderá ser reproduzido em decalcomania, brasões de fachada, flâmulas, clichês, distintivos, medalhas e outros materiais, bem como apostos em objetos de arte, desde que, em qualquer reprodução, sejam observados os módulos e cores heráldicas.
Links:
Sociedade Brasileira de Heráldica e Humanistíca – www.heraldica.org.br
Heráldica – www.heraldica.genealogias.org
Atelier Heráldico – www.atelierheraldico.com.br
Museu Medieval – Castelo Saint George – www.museumedieval.com.br
Página com muitos brasões (www.flickr.com/photos/8724323@N06/with/4428529429/)
Última atualização: 24/08/2011. |