GIRAFAS EM ARTES LITERÁRIAS

Nesta página, você vai encontrar diversos objetos de minha coleção de girafas, os quais compreendem várias formas de arte literária, seja em livros ou revistas, também álbuns e coleções de revistas infantis: conto, crônica, fábula, parábola, poesia, provérbio, romance, lingüística...

Datas comemorativas relacionadas:

Veja a página: Figureiras de Taubaté (Monteiro Lobato)!

Curiosidade: “A Ordem das Letras”

De aorcdo com uma pqsieusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as lrteas de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia lrteas etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma ttaol bçguana que vcoê pdoe anida ler sem pobrlmea. Itso é poqrue nós não lmeos cdaa lrtea isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo.

Assim, podemos escrever a palavra girafa de várias formas: gfaria, garifa, griafa, grafia, gafira, gifara, giafra, giarfa...

Abaixo, foto de Giraffen Museum (db_G_M00271) que mostra um painel com livros... Escolha um dos links ao lado para páginas relacionadas sobre o tema:

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LITERATURA DE CORDEL

A literatura de cordel é o romanceiro popular nordestino que se distingue em dois grupos: o da poesia tradicional, de composição literária contida nas “cantorias”, e o daquela contida em inúmeros folhetos, impressos de forma rudimentar e vendidos a preços populares nas feiras livres do Nordeste, geralmente expostos em cordões, de onde teria derivado o termo cordel.

Veja a página dedicada ao artista Wagner Porto!

Abaixo (lado esquerdo da tela), cartão-postal emitido em comemoração ao ano do Brasil na França (2005), alusivo a Literatura de Cordel e ilustrado com xilogravura. Ao lado, selo postal emitido em 1975 (RHM: C-909): “O Livro Ensina a Viver”.

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Logomarca da Editora: “A Girafa Editora Ltda.

O carioca Pedro Paulo de Sena Madureira trabalhou para editoras como a Nova Fronteira, Rocco e Siciliano. Agora, o ex-monge beneditino e publishers é diretor da editora A Girafa, fundada em setembro de 2003, com seus sócios Antônio Veronesi e Roberto Vidal (dono da Art Printer).

Cada livro traz o logotipo da empresa - uma girafa desenhada pelo publicitário catalão Francesc Petit (o P da DPZ). Parece-me que ela foi escolhida porque escritores brasileiros como Guimarães Rosa (em Ave, palavra) e Murilo Mendes (em Poliedro), ambos escreveram textos sobre a girafa...

Madureira é autor do livro de poemas “Rumor de Facas”, Companhia das Letras (1989). O lema da editora é o dístico: “A cabeça nas nuvens, os pés no chão”.

Madureira trabalhou com o lingüista Antonio Houaiss, a quem se refere como “mestre” e de quem aprendeu um ensinamento fundamental: mais importante que saber do que se trata é saber onde procurar a resposta; mais importante que conhecer é ir às fontes do conhecimento. Não existe saber sem consulta; esse é o ato mais humilde que um trabalhador intelectual pode praticar.

A Girafa Editora Ltda.
Avenida Angélica, 2503, cj. 125
CEP: 01227-200 – Cerqueira César – São Paulo (SP)
Fone: (11) 3258-7634 – Fax: (11) 3259-2172
agirafa@agirafa.com.br – http://www.agirafa.com.br/

O logotipo da editora A GIRAFA foi criado pela maior agência de publicidade do Brasil a DPZ (http://www.dpz.com.br/)!

12/2004: Não muito tempo atrás, como de costume, vários amigos me avisaram sobre o lançamento de uma nova editora na mercado... Como “bom” colecionador de uma GIRAFAMANIA, quis descobrir tudo a respeito... Primeiramente encontrei o logotipo da nova empresa, depois conheci o nome do dono, em seguida, li uma entrevista, posteriormente outras, até que um dia eu fiquei sabendo de um certo aprendizado com Antonio Houaiss – a quem o dono dessa nova editora se refere como “mestre”...

Quero dizer que assim como o senhor, eu também aprendi muito. Não com o referido lingüista, mas com as girafas. Sim, com as girafas! Penso que aprendi quase tudo, em meus 40 anos de vida, com esses exóticos animais. Explicando melhor, aprendi através de minha coleção temática sobre a família dos girafídeos, através do fantástico mundo do colecionismo.

Aprendi que “mais importante que saber do que se trata é saber onde procurar a resposta. Mais importante que conhecer é ir às fontes do conhecimento. Não existe saber sem consulta; esse é o ato mais humilde que um trabalhador intelectual pode praticar”.

Sr. Pedro Paulo, tomei a iniciativa de lhe escrever simplesmente para me apresentar e, sobretudo por causa do lema de sua editora: “A cabeça nas nuvens, os pés no chão”. Por ser o mamífero mais alto da face da Terra, talvez, as girafas nos “remetam” aos céus... Para mim, sua altura está ligada às nuvens, que está ligada aos céus, que está ligado ao divino, à espiritualidade...

Por outro lado, inúmeras vezes, pesquisando ou observando as girafas, senti uma afinidade ainda maior por elas, pois algumas características de seu comportamento natural estão bem próximas do meu comportamento no mundo social...

Deixo o convite para sua visita em meu site, o qual era dedicado exclusivamente à minha coleção de girafas, no início; entretanto sua abrangência tomou diferentes rumos - aprendizados que fui agregando à minha GIRAFAMANIA. Quiçá, a altura das girafas represente uma construtiva ambição para todos nós... Obrigado por sua atenção, um grande abraço.

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OUTRAS CURIOSIDADES e APRENDIZADOS

Na época da colonização, saber ler e escrever no Brasil era privilégio de poucos. Quase um século depois da chegada dos portugueses, a primeira mulher que se teve notícia de saber interpretar o código lingüístico foi Madalena Caramuru.

Essa indígena brasileira era filha de Diogo Álvares Correia, mais conhecido como Caramuru, com uma índia da tribo dos Tupinambás, Moema Paraguaçu. Madalena escreveu uma missiva de próprio punho ao Padre Manoel da Nóbrega, no dia 26 de março de 1561.

Na cultura indígena, a mulher exercia o papel de companheira. Diferente da cultura do homem branco, entre os Tupinambás não deveria haver razão para as diferenças de oportunidades educacionais.

Condenar ao analfabetismo e à ignorância o sexo feminino parecia, para o povo indígena, uma idéia absurda. Foi por iniciativa dos indígenas que surgiu a primeira reivindicação pela instrução feminina no Brasil. O Padre Manoel da Nóbrega achou essa idéia originalíssima e tentou, por meio de autorizações régias, criar oportunidades de alfabetização para as mulheres brasileiras.

A solicitação foi enviada à Rainha D. Catarina. Contudo, a metrópole portuguesa negou a iniciativa, qualificando de “ousado” tal projeto, pelo perigo que isso pudesse representar. Embora a carta ainda não tenha sido encontrada, trata-se do primeiro documento escrito por uma mulher brasileira.

Diogo Álvares Correia, o pai de Madalena, criou seus filhos ao lado da índia Paraguaçu. Em 1526, o casal viajou para a França, num navio de contrabandistas. Na cidade de Saint-Malo, Paraguaçu recebeu o nome cristão de Catarina do Brasil. De volta ao Brasil, foram viver no povoado de Vila Velha, atual subúrbio de Salvador, na Bahia.

Até os dias de hoje, o Brasil enfrenta o desafio de dotar milhões de pessoas com este instrumento de cidadania, a escrita. Para resgatar um dos momentos marcantes do início do processo de alfabetização no país, os Correios apresentam este selo postal.

Com essa emissão, a Filatelia Brasileira destaca a ousadia de uma indígena brasileira que abriu as portas para uma outra forma de descobrimento, a conquista do mundo das letras.

Professora Doutora Arilda Inês Miranda Ribeiro
Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”

14/11/2001: Selo Homenagem a Madalena Caramuru: Primeira Mulher Alfabetizada no Brasil; com valor facial de R$0,55. Ao centro da peça, figura uma jovem com características indígenas, trajando indumentária européia, de modo a simbolizar o processo de miscigenação entre brancos e silvícolas brasileiros, do qual Madalena Caramuru era fruto.

Em sua mão direita, aparece uma pena de escrivão, instrumento utilizado para a escrita na época em que a jovem viveu. Ao fundo, espécimes da flora brasileira (mamoeiro, cajueiro e coqueiro) e um manuscrito expressam o cenário do território nacional e a luta pela alfabetização da mulher.


CURIOSIDADE

1993 – Onde está o braço esquerdo do Bolão?

Série Segunda Bienal Internacional de Quadrinhos, ocorrida na cidade do Rio de Janeiro (RJ), entre 11 a 21 de Novembro de 1993. A quadra (RHM: C1873/C1876, Scott: 2432/2435, Michel: 2558/2561) mostra os personagens:

  1. Nhô-Quim
  2. Benjamin
  3. Lamparina
  4. Reco-reco, Bolão e Azeitona

Onde está a continuação do braço esquerdo do Bolão?

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Última atualização: 15/05/2008.
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