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FÁBULAS, PARÁBOLAS E QUADRINHOS

Parábolas são uma forma de pedagogia participativa. Falam de algo que o povo já conhece, para levá-lo a descobrir aquilo que ele nem imagina. Usando linguagem figurativa, as parábolas não expressam sua mensagem em definições.

Assim podem falar de realidades misteriosas como o Reino de Deus, por exemplo, como as parábolas de Jesus nos envolvem naquilo que está sendo apresentado e provocam uma iluminação por meio de uma comparação que nos faz perceber como a realidade funciona...


Origem das Fábulas

Fábula (latim fari + falar e grego Phaó + dizer, contar algo) é uma narração breve, de natureza simbólica, cujos personagens por via de regra são animais que pensam, agem e sentem como os seres humanos. Esta narrativa tem por objetivo transmitir uma lição de moral.

A fábula segundo os fabulistas:

O nascimento da fábula coincide com o aparecimento da linguagem. Antes de ser considerada um gênero passou dispersa na boca do povo. A fábula nasceu simultaneamente na África, na Europa e no Oriente.

As fábulas orientais foram passando da Índia para a China, ao Tibete e à Pérsia, terminando na Grécia com Esopo que soube adaptar as histórias orientais à sabedoria grega.

As fábulas de Esopo obedecem ao mesmo padrão, com intenção e espírito parenético: veiculam uma norma de conduta sob a analogia clara de atos de animais, homens, deuses ou coisas inanimadas.

A motivação é de origem popular e o espírito geral é realista e irônico. São curtas, bem humoradas e suas mensagens e ensinamentos estão relacionadas com os fatos do cotidiano.

Os provérbios, assim como as fábulas, sobretudo as que retratam os animais, faz-nos refletir seriamente sobre o comportamento humano e nos levam a um posicionamento crítico sobre suas condutas...

Emissões Filatélicas

Do lado esquerdo da tela, série de Mônaco emitida em 1972, aniversário de 350 anos de nascimento do fabulista Jean de La Fontaine (1621-1695), famoso autor de inúmeras fábulas com animais (Scott: 818/820). Do lado direito, série da França emitida em 1995, fábulas de Jean de La Fontaine (Scott: 2486/2491, Yvert: 2958/2963). Nota: Há outro selo francês emitido em 1938 (Scott: 351).

NT

(110k)

(50k)

Série aérea de 3 valores emitida pelo Níger em 23/11/1972 sobre fábulas: “Jean de la Fountaine”. Artista: Durrens. Os selos mostram: 25F (“Le courbeau et le renard”: Mon bon monsier, apprenez que tout flatteur vit aux dépens de celui qui l’écoute. – raposa e corvo, Northern Raven, Corvus corax), 50F (“Le lion et le rat”: Patience et longueur de temps font plus que force ni que rage. – leão e rato) e 75F (“Le singe et le leopard”: Le singe avait raison: ce n’est pas sur l’habit que la diversité me plaît, c’est dans l’esprit. – chimpanzé e leopardo). Scott: C200/C2001. Michel: 352/354.

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Será que Esopo existiu realmente?

Várias lendas nos falam de um escravo chamado Esopo, fabulista grego que se acredita ter vivido no século VI antes de Cristo, mais ou menos de 620 a 560. Não há provas históricas de que ele tenha existido, embora ninguém negue a existência de mais de 300 fábulas, com características semelhantes, que podem ter sido escritas ou reescritas e divulgadas por ele.

De espírito engenhoso e sutil, homem de muita cultura e criatividade, foi o maior contador de fábulas e o 1º compilador dessas famosas histórias. Seu nome era familiar a Aristófanes e Platão. Foi escravo em Samos e morreu em Delfos, Grécia – local onde sua coletânea de textos recolhidos fora da Grécia, nas regiões da Ásia Menor, foi amplamente divulgado e prestigiado pelos atenienses.

Figura meio lendária, de incerto local de nascimento, possivelmente nasceu em alguma cidade da Ásia Menor. Ignora-se o lugar exato de seu nascimento; alguns dizem ter sido Samos ou Sardes, enquanto Aristófanes o supôs filho de Atenas. A versão mais corrente, apesar de não oferecer mais segurança que as outras, é a de que ele tenha nascido na Frígia.

Não há indícios de que tivesse escrito alguma coisa, mas foi atribuído à sua autoria um conjunto de pequenas histórias, de caráter alegórico e moral, em que os animais desempenhavam papéis: as chamadas Fábulas Esópicas. Uma coleção delas circulava em Atenas pelo século V, e Sócrates versificou algumas delas.

Hoje, uma compilação dessas fábulas que circula sob o título de Fábulas de Esopo, escrita em prosa grega, é atribuída ao monge bizantino Planúdio (século XIII-XIV d.C.). As edições modernas incluem ora 359 fábulas, ora 426. O fato é que foi ele quem criou a tradição literária da fábula para as literaturas ocidentais, pois desde o século III compiladores anônimos lhe atribuíam a autoria das peças que reuniam, até que Fedro e Babrio deram ao gênero categoria de arte literária.

Provavelmente foi capturado em uma guerra e virou escravo na Grécia. Diz-se que foi comprado e vendido muitas vezes, talvez devido à sua estranha aparência. Imagina-se que ele era corcunda, tinha o nariz chato, lábios muito grossos com a cabeça deformada; também era anormalmente moreno. As lendas fazem crer que ele sofria de um defeito na fala.

Depois de conhecer vários mestres, como Demarco em Atenas, Esopo foi libertado por Jadmo de Samos. Alforriado e livre, viajou pelo mundo, visitando o Egito, à Mesopotâmia e o Oriente. Foi para a Babilônia, visitou a Ásia Menor, e passou alguns anos na corte do Rei Creso, na Lídia.

As experiências com as viagens de Esopo deram-lhe um conhecimento e uma sabedoria superiores aos de seus companheiros. Talvez por causa de suas deficiências, ou apesar delas, ele possuía uma profunda compreensão da humanidade e de todas as suas fraquezas, o que se reflete nas fábulas.

Adaptou para o comportamento dos animais aquilo que percebia, sabendo que dessa maneira seria mais fácil as pessoas aceitarem e entenderem a verdade dos seus julgamentos simples.

Enviado à Grécia por Creso, visitou Atenas, sob o domínio de Pisístrato, e escreveu a fábula “As rãs procuram um rei”, onde incitava o povo a trocar de rei. Segundo Plutarco, ele assistiu nessa ocasião ao banquete dos Sete Sábios, em Corinto, dado pelo tirano Periandro.

Foi em seguida para a Ilha de Delfos, onde deveria, conforme ordens de Creso, oferecer um grande sacrifício a Apolo e dar, a cada habitante da cidade, uma soma de dinheiro. Na ilha, declarou que, de longe, ela parecia “feita de um material pujante”, mas de perto revelava-se “um monte de ervas daninhas e lixo”.

Parece que foi condenado à morte, depois de uma falsa acusação de sacrilégio, por consultar o oráculo de Delfos, em nome do Rei Creso. Foi o fato de Esopo julgar as pessoas que, dizem as lendas, acarretou sua morte. Ou talvez porque os habitantes de Delfos estivessem irritados com suas zombarias, pois seus comentários irritaram a tal ponto os habitantes da ilha, que estes se enfureceram: agarraram-no, atiraram-no de um alto rochedo (Hiampéia), e ele morreu.

É possível que com todas as lendas a respeito de Esopo a verdade se tenha misturado com rumores, de modo que não se sabe com exatidão o que foi que ele escreveu ou não. Seja como for, seu nome e seus feitos transformaram-se em folclore, e o resultado disso foi que muitas fábulas, que talvez não tenham sido escritas por ele, a ele acabaram sendo atribuídas.

Esopo não deixou nada escrito, mas as fábulas que lhe são atribuídas por tradição foram recolhidas pela primeira vez por Demétrio de Falera, por volta de 325 antes de Cristo.

Fábula: A coruja e a águia. Provérbio: Quem o feio ama, bonito lhe parece.

Fábula: A galinha dos ovos de ouro. Pensando em conseguir de uma só vez todos os ovos de ouro que a galinha poderia lhe dar, ele a matou e a abriu apenas para descobrir que não havia nada dentro dela. Provérbio: Quem tudo quer, nada tem.

Fábula: A raposa e as uvas. Provérbio: Quem desdenha, quer comprar.

Fábula: O cavalo e o asno. Provérbio: O orgulho precede a queda.

Fábula: O asno na pele do leão. Provérbio: Quem finge ser o que não é, costuma trair-se pelo exagero.

Fábula: O lavrador e a cegonha. Ao descobrir que os grous estavam destruindo o seu milho recém plantado, um lavrador, certa noite, armou uma rede no milharal para apanhar as aves daninhas. Na manhã seguinte, quando foi examinar a rede, encontrou não só alguns grous como também uma cegonha. – Solte-me, bom homem, suplico-lhe – gritou a cegonha –, pois não comi do seu milho nem lhe fiz mal algum! Sou uma pobre e inocente cegonha, não sou como esses sujeitos. Sou uma ave muito cumpridora dos meus deveres. Honro pai e mãe. Eu... Mas o lavrador interrompeu: – Tudo isso pode ser verdade, sim – disse ele, agarrando a rede. – Mas eu a peguei junto com as aves que estavam destruindo a minha plantação, e você vai ter o mesmo destino que elas. Moral da História: Diga-me com quem andas e te direi quem és.

Fábula: O leão e o veado. Um veado perseguido por uns cães, quando se viu quase alcançado, correu a esconder-se numa caverna. Mas assim que nela entrou apareceu ao fundo um leão que se lançou sobre o desgraçado e o despedaçou entre as suas garras. Pobre de mim, exclamou o veado, já entre a vida e a morte. Entrei nesta caverna para fugir de uns cães e vim cair nas garras de um leão. Às vezes, para evitar pequenos perigos vamos cair noutro maior.

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HISTÓRIA EM QUADRINHOS – GIBIS

As famosas histórias em quadrinhos tiveram origem na Inglaterra e desde então são colecionadas... No Brasil a palavra “Gibi” virou sinônimo de história em quadrinhos.

30/01 – Dia do Quadrinho Nacional ou Dia Nacional dos Quadrinhos (Data Comemorativa Costumeira ou Popular) • Instituído pela AQC-ESP – Associação dos Quadrinhistas e Caricaturistas do Estado de São Paulo (www.aqc-esp.com.br) em 1984, para homenagear o cartunista ítalo-brasileiro Ângelo Agostini (1843-1910). No dia 30/01/1869, ele publicou, no Brasil, a primeira história em quadrinhos em sequência e com um personagem fixo. Intitulada As Aventuras de Nhô-Quim (HQ durou nove capítulos), série em 14 episódios, publicada a partir de janeiro de 1869 e continuada por Candido Aragonez de Faria em 1872, quando então é interrompida, sem uma conclusão...

Outras páginas relacionadas:
Girafas em Revistas, Disney...

Links:
EsquiloScans – www.esquiloscans.com.br (biografias de mestres por gibófilos)
Guia dos Quadrinhos – www.guiadosquadrinhos.com
Revista Museu – www.revistamuseu.com.br
Universo HQ – www.universohq.com

Nota: Edilson Victor (divictor@esquiloscans.com.br), Manhuaçu – Minas Gerais (MG), vendedor no ML, é administrador e sócio fundador dos EsquilosScans (Mickey... sempre cheio de ideias). Fugitivo do RJ, foi parar na fronteira de MG com ES, scans de raridades absurdas e restaurador por hobby... Quem também me ensinou: “Não existe muita coisa Disney acerca de girafas, mas um em especial deveria fazer parte da sua coleção (se é que já não faz), Maravilhas da Natureza de Rinso...”

Página de Tico-Tico no episódio Kaximbown, Pipoca & Cia, do sítio Universo HQ... Veja mais em (www.universohq.com/quadrinhos/2005/ticotico.cfm).

Foto tirada em 12 janeiro de 2010 que mostra uma girafa fêmea da FZB-BH, cedida gentilmente pelo meu xará, fotógrafo amador e vendedor do ML Sergio Gesteira e Matos (gesteira2005@yahoo.com.br), Belo Horizonte (MG), quando adquiri o gibi da Turma da Mônica em inglês, por R$7 em 11/12/10, “Monica’s gang ...AT THE ZOO”, Mauricio de Souza Editora – Panini Comics Nº 10, © MSP – Brasil / 2010. Código de Barras: 7897653511204 00010.

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Autor: Maurice Cuvillier (1897-1956) | Ilustração: Jean-Louis Pesch (http://maurice-cuvillier.fr)
Título original: Albuns Fleurette – Les Aventures de Sylvain et Sylvette | Editora: n/c
— Título: AS AVENTURAS DE SILVIO E SILVINHA
ISBN: | Idioma: Português | Tradução: Lucia J. Villela
Editora: Flamboyant, Rio de Janeiro – RJ | Impressão: São Paulo Editora S.A. | Série/Coleção: Albuns Fleurette
Na ilha dos coqueiros (Nº 1), Na mata virgem (Nº 2), Encontro com as feras (Nº 3), Ameaça de guerra na mata (Nº 4)
Ano da Obra – Copyright: 1941 | Edição: 1ª n/c (Les méchancetés de compère Renard, 1953) número 12 Colères et joies de l'éléphant Bouboule
Segmento: Literatura Estrangeira – Literatura Infanto-juvenil Francesa
Tipo de capa: Brochura | Formato: 21 × 27 cm. | Nº de páginas: 20
Estado de conservação: Usados, adquiridos de João em 25/11/10 | Preço sugerido: R$ 15,00 (cada)
Descrição [sic]: Nº 2 – Silvio e Silvinha chegaram à ilha dos Coqueiros. Construram uma cabana para êles e outra para seus animais. Mas a girafa veio roubar as bananas que Sílvio tinha apanhado. Nº 3 – Sílvio e Silvinha adotaram um elefantezinho e uma girafa. Montando Cinzentinho em pleno deserto, Silvinha vê o burrinho cair quase morto de sêde. Nota: A girafa amiga é chamada de miss arranha-céu e serve de montaria para levar as crianças a todos os lados... Quando a girafa fica com febre e uma grande inflamação na garganta, o menino pincela sua garganta com tintura de iodo...

Sylvain e Sylvette é uma série francesa de quadrinhos criada em 1941 por Maurice Cuvillier. Muito popular e bem sucedida, a série de histórias juvenis relata as aventuras de dois irmãos com cerca de 12 anos, Sylvain e Sylvette, desenhados por Jean-Louis Pesch e, atualmente, publicada pela Dargaud (www.dargaud.com). Esta é a única série ainda inacabada e publicada...

Perdidos em uma floresta, Sylvain é um personagem bastante otimista e cheio de recursos para evitar as armadilhas e ataques, já Sylvette é uma personagem corajosa e pessimista, ela cuida da cozinha, lavagem e limpeza. Refugiados em uma casa abandonada, eles recolheram vários animais que se tornam seus amigos. No entanto, eles devem se defender contra outros animais perigosos... a presença dos “Compères” (amigos?), um bando de animais selvagens composto de uma raposa, um urso, um lobo e um porco que regularmente tentam se apropriar de sua casa e de seus bens...

A série é fortemente influenciada pelo contexto de guerra em que surge. De fato, a atmosfera do álbum é uma reminiscência da França de Vichy, marcada pelo catolicismo e o retorno à Terra... Maurice Cuvillier criou 28 álbuns; os últimos são os números 25 e 27, lançados em 1957, e os n° 31 e 32, lançados em 1958. Depois que Cuvillier morreu, Jean-Louis Pesch se associa a Claude Dubois, designer e escritor, que desde 1959 até 1980, contribui para o desenvolvimento de mais 94 títulos. Dubois aparece em 1959 com o n° 37 e continua a série. Alguns cenários da terceira série foram escritos por Robert Genin. Ao morrer, a Sra. Cuvillier lega seus direitos a uma Associação de Ajuda às Crianças Deficientes. Hoje, Jean-Louis Pesch e sua esposa são os operadores exclusivos da obra do Sr. Cuvillier.

A série original tem outra numeração da série lançada no Brasil... Por exemplo, as únicas 3 capas de Cuvillier que contém girafa:

Nº 9 – “Les nouveaux Robinsons”, publicado em 1954, no Brasil foi o número 2 sob o título “Na mata virgem”
Nº 10 – “Aux prises avec les bêtes sauvages”, publicado em 1954, no Brasil foi o número 3 sob o título “Encontro com as feras” (capa ampliada abaixo)
Nº 12 – Acima (do lado direito da tela), outra capa em que aparece a girafa...
Nº 51 – Abaixo (lado esquerdo), “Le trésor du pirate”, cuja capa, já com publicação de J.L. Pesch, também aparece uma girafa...

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CURIOSIDADES

1993 – Onde está o braço esquerdo do Bolão?

Em 11/11/1993, foi emitida uma série de 4 valores (1º Porte Nacional – R$ 7,00 cada selo), alusiva a “Segunda Bienal Internacional de Quadrinhos”, ocorrida na cidade do Rio de Janeiro (RJ), entre 11 a 21 de novembro de 1993. A quadra mostra os personagens: Nhô-Quim, Benjamin, Lamparina e, no último selo, os personagens criados em bicos-de-pena aquarelados em abril de 1931, pelo cartunista brasileiro Luíz Sá (1907-1979), a Cia “Reco-Reco, Bolão e Azeitona” – três garotos trapalhões que ilustravam a revista “O Tico-Tico” (1905-1960). Scott: 2432/2435. Michel: 2558/2561. RHM: C-1873/C-1876.

Onde está a continuação do braço esquerdo do Bolão?

Bolão ficou tão popular que, em 1961-1962, virou séries de figurinhas que vinham no chiclete Ping-Pong... Penso que foram 4 séries em duas cores (azul e verde): Imprudências do Bolão, Bolão no Zoológico, Bolão Turista e Bolão nas Profissões... A ilustração do lado esquerdo da tela, um retrato de Luiz Sá cai sobre a cabeça de Bolão. No centro: Reco-Reco, Bolão e Azeitona, respectivamente. À direita: Cartão-postal 2ª Bienal Internacional de Quadrinhos, 1993.

Alguns números da série: “Imprudências do Bolão”:
Nº 3 – Brincar com faca amolada: Com faca não se brinca, principalmente cortando-se da frente para traz. Facas devem ser usadas de traz para a frente, protegedo-se a mão que...
Nº 7 – Escadas improvisadas: Não improvise escadas. Geralmente não se consegue o equilíbrio perfeito e o tombo é certo.
Nº 9 – Futebol na rua: Rua não é lugar de futebol. Lembre-se que a bola corre sempre em direção ao perigo. Não a acompanhe.
Nº 10? – Atravessar com sinal fechado: Respeite sempre os sinais de trânsito. Não atravesse a rua correndo. Espere o sinal verde para atravessar com segurança.
Nº 11 – Soltar balão: Soltar balão é sempre imprudente. você pode se queimar ou provocar incêncios em residências e florestas.
Nº 13 – Pular fogueira: É sempre imprudente. Lembre-se que com fôgo não se brinca.
Nº 17 – Brincar de acrobata: Não imite os acróbatas em seus números difíceis. Lembre-se que tais números requerem anos de treinamento.
Nº 19 – Soltar pipa: Não solte pipa aonde exista fios elétricos, é imprudente e você estará sempre em grande perigo.
Nº 20 – Viajar como pingente (passageiro que viaja pendurado à porta da condução): Não faça isto nunca. Sua vida vale muito mais que alguns minutos de espera. Viaje sempre no interior das conduções.

Alguns números da série: “Bolão no Zoológico”:
Nº 4 – Foca: Mamífero marinho. Vive no alto oceano durante o inverno. Inteligente e fácil de domar, seu maior prazer é exibir-se com os truques que aprende.
Nº 5 – Hiena: Apesar de feroz a hiena quase nunca ataca o homem ou outros animais. Se alimenta de carne deteriorada, geralmente restos das caças de leões e leopardos.
Nº 6 – Hipopótamo: Natural da África, quando adulto pesa 2.300 quilos. Vive aproximadamente 40 anos. Sómente se alimenta de vegetais.
Nº 9 – Macaco...
Nº 10 – Onça-Pintada: Animal feroz de grande porte. Chegando a medir algumas vezes 2 metros de comprimento. De hábitos noturnos, a onça só é encontrada durante a noite quando sai para caçar.
Nº 11 – Papagaio: Ave das mais bonitas quanto ao colorido de suas penas. Aprendem a falar palavras e até frases. Podem viver em alguns casos mais de 100 anos.
Nº 12 – Pinguim: São aves que vivem nas regiões antárticas. Chamam a atenção devido a distribuição de sua penugem que dá ao pinguim o aspecto de estar vestido a rigor.
Nº 1? – Avestruz: A maior das aves. Mede 2 metros de altura pesando ... quilos. Pode correr numa velocidade 100 kms. p/ hora. Se alimenta de ervas e arbustos, mas tenta engolir tudo que encontra.
Nº 15 – Tamanduá: Animal de porte médio cujo abraço é perigosíssimo. Se alimenta especialmente de formigas. O mais belo tipo dêste animal é o tamanduá-bandeira.
Nº 17 – Tigre-de-bengala: Um dos mais ferozes animais da família dos felinos. Com muito custo deixa-se domar pelo homem.
Nº 20 – Zebra: Vivem nas planícies da África. Embora pertencendo a família dos.... diferem totalmente dêstes, na apresentação do seu pêlo em listras verticais preto e branco.

Abaixo, duas figurinhas iguais do número 7, mas em cores diferentes (azul e verde), da série “Bolão no Zoológico – Girafa”. Nesta figurinha Bolão exclama: “Esta, só com o binóculo!” – Girafa: O mais alto de todos os animais mede quando adulto 6 mts. de altura. Se alimenta exclusivamente de vegetais. Vive aproximadamente 25 anos.

Alguns números da série: “Bolão Turista”:
Nº 2 – Argentina: Superfície, população, capital Buenos Aires, cidades principais Rosário, Códoba, La Plata, moeda pêso...
Nº 4 – Espanha: Superfície, população, capital Madrid, cidades principais Barcelona, Sevilha, Valencia, moeda pêso...
Nº 5 – França: Superfície, população, capital Paris, cidades principais Marseille, Lyon, Nice, moeda franco...
Nº 6 – Escócia: Superfície, população, capital Edimburgo, cidades principais, moeda libra...
Nº 7 – Holanda: Superfície, população, capital Amsterdam, cidades principais Haia, Roterdã, Utrecht, moeda guilder...
Nº 8 – Suiça: Superfície, população, capital Berna, cidades principais Zurique, Basiléia, moeda franco suíço...
Nº 9 – Itália: Superfície, população, capital Roma, cidades principais Milão, Nápolis, Veneza, moeda lira...
Nº 10 – Egito: Superfície, população, capital Cairo, cidades principais Alexandria, Port Said, moeda libra...
Nº 11 – Arábia: Superfície, população, capital, cidades principais, moeda...
Nº 12 – Síria: Superfície, população, capital Damasco, cidades principais, moeda libra...
Nº 13 – Índia: Superfície, população, capital Nova Delhi, cidades principais Calcuta, Bombaim, moeda rupia...
Nº 15 – Japão: Superfície, população, capital Tóquio, cidades principais Osaca, Nagoya, Quioto, moeda yen...
Nº 16 – Austrália: Superfície, população, capital Camberra, cidades principais Sidney, Melbourne, moeda libra...
Nº 17 – Havaí: Superfície, população, capital Honolulu, cidades principais, moeda dollar...
Nº 18 – Canadá: Superfície, população, capital Otawa, cidades principais Montreal, Quebec, Toronto, moeda dollar canadense...
Nº 19 – Estados Unidos: Superfície, população, capital Washington, cidades principais New York, Los Angels, Filadélfia, Chicago, moeda dollar...
Nº 20 – México: Superfície, população, capital México, cidades principais Guadalajara, moeda pêso...

Alguns números da série: “Bolão nas Profissões”:
Nº 19 Bolão nas Profissões – Cantor de Rádio.
Nº 20 Bolão nas Profissões – Professor.

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Em 14/09/2010 recebi o e-mail: Olá, tudo bem? Jirafa com J mesmo. Veja anexo. Abs Elucha. Olá Sr. Elucha! Tudo bem sim, obrigado. Espero que com vc também. Obrigado por lembrar sempre de minha coleção... Interessante terem grafado com a letra J... Devo pensar que o texto original em inglês foi traduzido por um espanhol, cuja palavra girafa se escreve Jirafa?!... (rs)

Fac-símile de O Pato Donald nº 1 – Suplemento de Pato Donald Edição Especial de Aniversário, revista mensal de grandes historietas de Walt Disney, Ano I, Julho de 1950; publicado mensalmente pela Editora Abril Ltda. Na página 36, “Aventuras da vida e do mundo”, aparece o texto abaixo [sic]: “Coisas de Jirafas ...Em Kenia, África, pouco depois de inaugurada uma linha telegráfica de quase mil quilômetros de extensão, as comunicações se interromperam. Feita a investigação, descobriu-se que quatro jirafas, correndo em grande velocidade, quase se haviam degolado nos fios, partindo-os. Para evitar que as jirafas causassem novas interrupções desse gênero, foi necessário reconstruir toda a linha, elevando os fios a mais de dez metros acima do sólo.”

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Última atualização: 21/05/2012.
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