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ANÁLISE DO MAPA ASTRAL

Mapa Astral é a configuração astrológica, a posição dos planetas e signos no instante do seu nascimento, isto é, como estava o céu no momento e lugar em que se deu o nascimento. A partir deste “mapa”, podemos traçar o perfil da personalidade do interessado, através de analogias.

Cada planeta, incluindo a Lua e a Terra, permanecem nos signos por um período máximo, o Sol, por exemplo, permanece em cada signo, 30 dias, Mercúrio e Vênus de 30 a 35 dias, Júpiter permanece cerca de 1 ano, Saturno de 2 a 3 anos, Urano de 5 a 7 anos, Netuno de 9 a 13 anos e Plutão quase 30 anos.

A Lua muda de signo a cada 56 horas aproximadamente e finalmente a Terra, que é o Ascendente, permanece em cada signo, cerca de 2 horas. Por isso a hora do nascimento é tão importante. Com isso, deduzimos que a Terra completa os 12 signos em 1 dia (24 horas), que a Lua completa o zodíaco em 28 dias etc.

Bem, para finalizar as preliminares, é necessário dizer que em geral a personalidade da pessoa é formada por três dados: pelos signos em que o Sol estava (signo de nascimento), o que a Terra estava (signo ascendente) e o que a Lua estava.

E cada planeta restante domina um setor da vida das pessoas. Para ler o seu horóscopo em jornais e revistas, leia sempre o seu signo e o signo ascendente, pois um completa o outro. O signo polar significa aquele signo que é o inverso do outro. Com estes signos, nos damos muito bem ou muito mal.

Passemos então, à análise do seu mapa, só acrescentando que negativo significa introversão, positivo extroversão, que água é intuição, terra é realismo (pés no chão), fogo é entusiasmo e ar é a capacidade intelectual, e que cardeal significa mundo exterior totalmente aceito, mutável significa mundo exterior parcialmente aceito e fixo significa mundo exterior nada aceito.

TERRA

A Terra representa o mundo material e objetivo. Na magia, quando se busca acentuar o lado prático e explorar a prosperidade, é costume oferecer uma pedra ou uma maça para os gnomos, os senhores da terra...

Duração de Rotação em torno do Sol: 365 dias.
Diâmetro do Equador: 12.743 km.
Distância do Sol: 149 milhões de km.
Mitologia: Gaia.
Período de Rotação: 24 horas ou melhor, 23 horas, 56 minutos e 4 segundos
360º – 24 hs.
180º – 12 hs.
90º – 6 hs.
45º – 3 hs.
30º – 2 hs.
15º – 1 h.
1º – 4 minutos
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Em todos os idiomas, com exceção da língua portuguesa, alguns dos dias da semana mantém os nomes dos sete “planetas”, os sete corpos celestes conhecidos desde os períodos grego e romano; originando os nomes litúrgicos em latim...

O Sabbatum era originado diretamente do hebreu Shabbat, de conotação religiosa, em uma época em que os judeus e cristãos formavam um só povo e uma só cultura. O dia Shabbat, era o dia em que os judeus se uniam para fazer sua reunião de fé e de mercado e que, hoje, é o sábado, último dia de seu calendário semanal, sendo este o dia de descanso para os judeus.

Domingo – dia do Sol (Solis dies, Helíou, Apolo/Febo) Sun → Sunday / Domingo / Dimanche
Segunda-feira – dia da Lua (Lunae dies, Selénes, Ártemis/Diana) Moon → Monday / Lunes / Lundi
Terça-feira – dia de Marte (Martis dies, Áreos, Ares) Mars → Tuesday / Martes / Mardi
Quarta-feira – dia de Mercúrio (Mercurii dies, Hérmou, Hermes) Mercury → Wednesday / Miércoles / Mercredi
Quinta-feira – dia de Júpiter (Jovis dies, Diós, Zeus) Jupiter → Thursday / Jueves / Jeudi
Sexta-feira – dia de Vênus (Veneris dies, Aphrodítes, Afrodite) Venus → Friday / Viernes / Vendredi
Sábado – dia de Saturno (Saturni dies, Krónou, Cronos) Saturn → Saturday / Sábado / Samedi

O SOL representa a identidade, o ser adulto e centrado; enquanto que a LUA representa a personalidade, o padrão de adaptação, o que a pessoa gostaria de ser e com o que a pessoa se identifica, traz condicionamento, proteção e auto imagem. Os luminares Sol e Lua indicam o temperamento do indivíduo.

MERCÚRIO, VÊNUS e MARTE são planetas que representam veículos de expressão e de comunicação, pois sofrem influências, é como se comunica com o meio; eles são treinados e condicionados. Mercúrio funciona como um filtro, um decodificador, e Marte e Vênus funcionam num nível de expressão afetiva.

JÚPITER, SATURNO e URANO representam as características geracionais, as forças lógicas. Os três poderes sociais: o judiciário, o executivo e o legislativo respectivamente. Júpiter funciona num nível de expansão da identidade, enquanto que Saturno funciona num nível emocional estruturado.

URANO, NETUNO e PLUTÃO representam além do visível, o invisível, é o além do limite, além saturninos, são padrões coletivos.

NETUNO e PLUTÃO representam as forças transcendentais e surpreendentes.


À SOMBRA DO ASCENDENTE

Assim como o signo solar, o signo ascendente tem grande importância no estudo da personalidade, ele é o nosso “projeto de vida”. Sem ele é praticamente impossível conhecer a verdadeira natureza interior de uma pessoa.

Penso eu que ele determina o rumo a tomar, para aonde a gente deve ir, o ponto de evolução, a possibilidade da gente morrer uma pessoa diferente daquela que nasceu; já evoluída em certo sentido...

Para compreender como estes dois signos agem na construção da personalidade, o exemplo mais claro é a imagem de uma casa, a sua fachada, ou o que se vê logo, diz respeito ao caráter da pessoa, como ela é realmente, é o que se precisa desenvolver para um crescimento consciente, tudo isso está relacionado com o signo solar; já o seu interior, ou a maneira como funciona sua organização, é orientado pelo signo ascendente.

Assim uma pessoa de Sagitário com ascendente em Câncer, por exemplo, pode parecer muito otimista socialmente, mas lá no fundo, ela guarda uma certa melancolia, típica de Câncer.

Alguns astrólogos descrevem o signo ascendente como um instrumento psicológico capaz de nos manter a salvo quando inseguros. Nesses momentos ele aflora e domina a situação. Numa festa ou num ambiente com várias pessoas desconhecidas é comum vestirmos a máscara do nosso ascendente, seja para brilhar ou para ficarmos na reserva.

Mas o signo ascendente pode se manifestar também de outras formas, se alguém precisa escrever uma carta, a forma de pensar nos assuntos abordados é influenciada pelo signo solar, mas a maneira de colocar os mesmos assuntos no papel será orientada pelo signo ascendente. Por isso é que muitas pessoas acham que o pensamento ficou diferente no papel.

Mas afinal, por que chamar esse signo de ascendente? Porque ele é o signo que estava ascendendo ao céu no exato momento em que se deu o nascimento da pessoa. Por isso as suas influências podem ser sentidas durante a vida toda, alterando até mesmo as características básicas do signo solar.

Alguns astrólogos sustentam a certeza de que a partir da metade da vida as pessoas trocam as posições do signo ascendente e solar. Isso significa que o signo solar passa a agir com as funções do ascendente e o ascendente com as funções do signo solar.

Então se alguém do signo de Sagitário, com ascendente em Câncer, completar mais ou menos 35 anos, as suas características exteriores passarão a ter relação com Câncer, enquanto que as motivações interiores serão dirigidas por Sagitário. Essa troca de lugar entre os signos geralmente ocorre com o amadurecimento pleno da pessoa.

De maneira geral, os signos ascendentes dão as seguintes características à personalidade: Áries – impulsividade, Touro – calma, Gêmeos – dispersividade, Câncer – emotividade, Leão – exibicionismo, Virgem – perfeccionismo, Libra – sociabilidade, Escorpião – misticismo, Sagitário – otimismo, Capricórnio – perseverança, Aquário – originalidade e Peixes – idealismo.

O ascendente além de representar a máscara que usamos para enfrentar o mundo, também é simbolizado pela persona, como somos vistos pelos outros e o que passamos, é a primeira impressão. Já o mapa natal vai mostrar o potencial todo da pessoa e o que poderá direcionar para realizar seus ideais nesta vida. O mapa mostra a percepção que temos do mundo e das pessoas.
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A HORA DO NASCIMENTO

Da 0 h. às 2 hs. Quem nasceu neste horário precisa de um lar para se sentir protegido e é uma pessoa que confunde segurança com dependência. Procure se comunicar mais e verá que o mundo lá fora não é tão assustador assim.

Das 2 hs. às 4 hs. Falar e escrever são coisas que você faz muito bem, mas lidar com dinheiro, nem tanto. Seja mais prático, use mais estes dons para se dar bem profissionalmente e resolver a questão material, tão importante para você.

Das 4 hs. às 6 hs. A determinação faz parte do seu jeito de ser, mas você é um tanto lento na busca de seus objetivos, que incluem todos os prazeres que o dinheiro pode proporcionar. Não perca tempo, seja mais ativo e corra atrás de seu sucesso.

Das 6 hs. às 8 hs. Você sabe muito o que quer e tem um senso natural de liderança, só não deixe que tudo isso se transforme em egoísmo. Lembre-se de que os outros também podem ajudar e são muito importantes nas buscas pessoais.

Das 8 hs. às 10 hs. Com você os inimigos não têm vez e com os amigos são sempre bem-vindos. A procura da verdade o impulsiona na luta pelo sucesso, não deixe a autoconfiança brecá-lo. Você tem um grande potencial.

Das 10 hs. às 12 hs. Mesmo rodeado de gente você preserva sua individualidade e sabe aonde quer chegar. Sempre pronto a ajudar você merece o sucesso que tanto procura e geralmente alcança. Cultive esse jeito especial e astral que você tem.

Das 12 hs. às 14 hs. Ambicioso você quer ser bem sucedido e não mede esforços para isso. Não troque os pés pelas mãos. Com disciplina e paciência seus sonhos podem se realizar levando você a ser reconhecido por todos.

Das 14 hs. às 16 hs. Você é um eterno curioso, gosta de ler e viajar. Estude mais, coloque os pés no chão, que certamente a inteligência brilhante que está escondida em você irá despertar.

Das 16 hs às 18 hs. Intuição é a sua palavra chave. Você “saca” as pessoas e os acontecimentos com muita facilidade. Seu magnetismo pessoal e sexual é marcante. Procure apenas não usar isso para manipular os outros.

Das 18 hs. às 20 hs. Os relacionamentos são muito importantes e das duas uma: ou você domina ou é dominado. Deixe disso, aproveite esta organização mental para tomar atitudes mais equilibradas e não sofrer tanto.

Das 20 hs. às 22 hs. Tudo bem que você gosta de trabalhar, mas não precisa ser tão submisso e exigente consigo mesmo. Relaxe, cuide de você e aproveite a vida. Se dê o direito de lazer e o seu próprio bem-estar.

Das 22 hs. às 24 hs. Você ama viver e curte tudo que seja intenso e divertido. Canalize toda essa força interior para concretizar seus sonhos e se estabilizar. Lembre-se de que a vida não é uma festa o tempo todo, é preciso também trabalhar.
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CASAS ZODIACAIS

Casa I – IDENTIDADE BÁSICA: Eu, personalidade, saúde geral, é o ascendente, indica as características externas de comportamento, temperamento, habilidades naturais. A Casa 1 delimita nossa identidade básica, nossa auto-imagem e nossa imagem exterior. Ela guarda as experiências da projeção da nossa personalidade, da nossa busca de autonomia, da nossa abordagem inicial à vida e da nossa visão de mundo. O Ascendente é a cúspide da Casa 1. O signo do Ascendente rege a nossa Casa 1, é ele que define a conformação da nossa incorporação, a forma e aparência do nosso corpo, e é ele que delineia nossa auto-imagem, nossa identidade básica e nossa visão de mundo.

Casa II – VALORES PESSOAIS: Dinheiro, bens, segurança pessoal ligada às finanças, como você lida com o dinheiro, orientando as realizações econômicas, capacidade de ganhos, carinho do casal. Depois de definir nossa identidade básica na Casa 1, devemos formar nossos valores na Casa 2, onde vivemos a experiência do aprovisionamento. A Casa 2 define nossos valores pessoais, sejam estes palpáveis ou não. Ela guarda as experiências da geração dos nossos próprios recursos, das coisas da vida que nós valorizamos, de como ganhamos dinheiro, de como lidamos com nossos valores e nossas aquisições. O signo regente da Casa 2, delineia a primeira abordagem dessas experiências de valorização e aquisição.

Casa III – INTERAÇÃO E INTERCÂMBIOS: Comunicações, papo, flertes, amigos, cartas, telefonemas, pequenas viagens, irmãos, irmãs, primos, vizinhos, determina como você se relaciona com as pessoas mais chegadas, a forma que se conduz nos primeiros estudos e primeiros conhecimentos. Depois de formar nossos valores e nos provermos de recursos na Casa 2, é hora de trocar e intercambiar na Casa 3, onde vivemos a experiência de interagir, trocar e comunicar. A Casa 3 delimita nossa forma de interação com o mundo ao nosso redor. Ela guarda as experiências do nosso aprendizado básico, da nossa forma de fazer trocas, de comercializar, de comunicar e interagir com o espaço próximo, e também da nossa interação primária: com irmãos, vizinhos, colegas e outros. O signo regente da Casa 3, delineia a primeira abordagem dessas experiências de interatuação e intercâmbio básico.

Casa IV – RAÍZES E VIDA PRIVADA: Lar, mãe, estrutura familiar, seu meio e suas coisas. Raízes raciais e culturais. Abrange as características emocionais mais profundas e diz respeito à atitude em relação à família, ao lar, à pátria e às raízes, conforto pessoal, propriedades, reputação. Depois de interagir, trocar, comunicar, ir ali e aqui na Casa 3, é hora de plantar nossas raízes na Casa 4, onde vivemos a experiência de fundamentar nossa existência. A Casa 4 delimita nossa intimidade, o fundo de nossa alma e os alicerces de nossa psique. Ela guarda as experiências da nossa vida privada, das coisas que não são facilmente reveladas, do nosso lar, da nossa vida doméstica, do nosso convívio familiar e também da herança psicológica de nossa infância. O signo regente da Casa 4, delineia a primeira abordagem dessas experiências de construção da base de nossa alma.

Casa V – EXALTAÇÃO E CRIATIVIDADE: Prazeres e diversões, talento, filhos e relacionamento com estes, jogos de azar, passeios, esportes, artes, namorados, casos amorosos, gravidez, memória, inteligência. O momento de criação é aquele em que nos soltamos e mostramos a criança que há dentro de nós. Comportamento sexual. Depois de fundamentar e construir as raízes de nossa alma na Casa 4, é hora de enaltecer a vida na Casa 5, onde vivemos a experiência de expressar nossa identidade com criatividade. A Casa 5 delimita a exaltação de nossa identidade. Ela guarda as experiências da nossa criatividade, da nossa expressão artística, das coisas que fazemos para divertir; dos nossos “hobbies”, dos nossos namoros, dos nossos filhos, de tudo que a alma humana pode criar para se enaltecer. O signo regente da Casa 5, delineia a primeira abordagem dessas experiências de criatividade e exaltação da vida.

Casa VI – ORGANIZAÇÃO E DIA A DIA: Rotina, trabalho, estudo, tios, empregados, animais, saúde, suas obrigações e dedicações. Rege a organização e o esforço. A saúde que tantas vezes é prejudicada por um excesso de sacrifício na profissão. Depois de exaltar com criatividade nossa identidade e divertirmos bastante na Casa 5, é hora de mostrar nossa capacidade de fazer algo prático na Casa 6, onde vivemos a experiência de operar e sistematizar nossa vida. A Casa 6 delimita a vivência diária de nossas rotinas de vida. Ela guarda as experiências da nossa organização do dia a dia, dos nossos hábitos, das coisas que fazemos rotineiramente, do cuidado diário com a higiene e com a saúde, dos nossos animais de estimação, dos nossos empregados, do nosso ambiente de trabalho, de tudo que podemos realizar de maneira prática, sistemática e rotineira. O signo regente da Casa 6, delineia a primeira abordagem dessas experiências de organização do nosso dia a dia.

Casa VII – RELACIONAMENTOS E PARCERIAS: Tu, o outro, marido, noivo, namorado, parceiro, amante fixo, casamento, associações, sociedades, divórcios, inimigos declarados, ligações sérias que podem se dar tanto no plano espiritual, por meio de um grande afeto, como no plano profissional ou financeiro. Depois de construir nossa rotina diária e por ordem em nossa vida na Casa 6, podemos viver as experiências dos relacionamentos na Casa 7, onde temos que confrontar nossa identidade com a das outras pessoas. A Casa 7 é a primeira Casa do hemisfério coletivo, ela está oposta a Casa 1, onde no começo da nossa história nós nos posicionamos como pessoa, mas aqui não estamos sós, estamos compondo relacionamentos. Por isso a Casa 7 guarda as experiências das nossas parcerias, dos nossos casamentos e sociedades que compomos em nossa vida. É nesse setor que nos deparamos com o ponto de vista e com a vontade das outras pessoas, onde somos obrigados a reconhecer que as pessoas com quem nos relacionamos possuem uma identidade diferente das nossa. O signo regente da Casa 7, delineia a primeira abordagem dessas experiências de relacionamentos com comprometimento. Nós não possuímos as qualidades do signo regente dessa Casa, cuja cúspide é oposta ao Ascendente e por isso chamamos de Descendente. As qualidades e vibrações deste signo nos são trazidas por outras pessoas quando nos relacionamos.

Casa VIII – RECICLAGEM E INVESTIMENTOS: Sexo, oculto, astral, magia, morte física, doenças, ganhos possíveis de heranças ou testamento, grandes transformação, magia, metamorfose; o momento que temos de destruir, abandonar ou matar algo dentro de nós para que o novo possa brotar, séria angústia mental. Depois de fazermos as parcerias na Casa 7, podemos compartilhar nossos valores e nossos excessos na Casa 8, onde vivemos a experiência da transformação e regeneração. A Casa 8 está oposta a Casa 2, que insere nossos valores pessoais, portanto ela guarda os valores coletivos, é nela que nós confrontamos e juntamos nossos valores com os dos outros. Ela guarda as experiências da liberação dos nossos excessos e de como compartilhamos com os outros tudo que nos sobra. Nesta Casa estão o mercado financeiro, os créditos, as heranças, os recursos e os valores que nos são concedidos por outros; está a sexualidade, que nada mais é do que a liberação dos nossos excessos de desejo libidinoso. Aqui estão também as crises que nos levam a transformação e a regeneração; está também a morte, que nada mais é o desprendimento de tudo que acumulamos na vida, e por isso mesma é a mais profunda transformação. O signo regente da Casa 8, delineia a primeira abordagem dessas experiências de transformação através da liberação dos nossos excessos, dos nossos valores e de nossas angústias.

Casa IX – FILOSOFIA E METAS DE VIDA: Espiritualidade, religião, o sentimento religioso, aspirações filosóficas, ideias, encontros importantes, assuntos legais, parentes não sanguíneos (cunhados e sogros), viagem longa – ao exterior, convicções religiosas, aprendizado através do auto-conhecimento. É a casa dos conhecimentos profundos, dos estudos filosóficos, éticos e metafísicos. Depois de passar pelos dramas da Casa 8, chegamos à Casa 9, regenerados e prontos para viver a experiência do sublime. A Casa 9 está oposta a casa 3, que congrega nosso espaço próximo, portanto ela delimita nossa forma de interação com o espaço distante, além das fronteiras conhecidas e do mundo que nos rodeia. Se na Casa 3 está nosso conhecimento pessoal, na Casa 9 está o saber coletivo, que normalmente chamamos de sabedoria. Ela guarda as vivências de tudo que eleva e enaltece a humanidade, como as universidades, as experiências do nosso aprendizado superior, dos assuntos filosóficos e acadêmicos, da moral e da religião; da sabedoria humana que é impressa nos livros, das viagens ao estrangeiro e às novas fronteiras, dos torneios esportivos e das metas de vida mais elevadas. O signo regente da Casa 9, delineia a primeira abordagem dessas experiências de interação com o espaço distante e de elevação da alma.

Casa X – STATUS E PROFISSÃO: Social, como se é visto socialmente, patrimônio, pai, carreiras, realização pessoal e profissional, seu lugar na sociedade, regimes, sucesso, fama. Determina a maneira como reagimos diante de uma autoridade ou qualquer pessoa que esteja em uma posição superior à nossa. O comportamento em relação ao pai, ao chefe, ao governante. Depois de estabelecer as metas elevadas de vida na Casa 9, chegamos à Casa 10, com uma nova moral, e com algum novo conhecimento que nos permite estabelecer nossa posição na sociedade. A Casa 10 está oposta a casa 4, que delimita a nossa vida privada e familiar, portanto na Casa 10 está nossa vida pública e nossa carreira profissional. A Casa 10 insere a hierarquia, as autoridades, a administração das corporações e das estruturas sociais. Ela guarda as vivências de tudo que está em evidência, como as experiências que nos projetam na sociedade, nosso status, nossa reputação, nossos sucessos e as conquistas que obtemos em nossa carreira social e profissional. A Casa 10 é a Casa mais alta do zodíaco, e, consequentemente, a mais difícil de se alcançar, ela representa o sucesso social, por isso ela é estruturada como uma meta de longo prazo, que pensamos em conquistar ao longo da vida. O signo regente da Casa 10, delineia a primeira abordagem dessas experiências de estruturação e afirmação da nossa posição social e da nossa profissão.

Casa XI – AMIGOS E TRIBOS: Projetos futuros, amigos no geral, sonhos e desejos íntimos, esperanças, aspirações, metas e objetivos de vida, consciência política, atuação revolucionária. Associações, clubes, organizações de caridade e sindicatos. Ela também orienta a nossa capacidade de adaptarmos as exigências de cada grupo em favor do bem comum, lucros e perdas. Depois de estruturar nossa vida e estabelecer nossa posição social na Casa 10, chegamos à Casa 11, com uma sensação de liberdade e com uma sensação de dever cumprido. A Casa 11 está oposta a casa 5, que delimita a nossa exaltação pessoal, portanto ela insere nossa exaltação social e coletiva. Aqui não estamos exaltando o indivíduo, estamos exaltando um grupo, uma classe ou uma congregação de pessoas. A Casa 11 contém as associações, as tribos, os clubes e os nossos amigos. Ela guarda as vivências de tudo que afirma a identidade da coletividade, como as associações de classe, as organizações não governamentais e qualquer grupamento de pessoas que se reúnem por afinidade. A Casa 11 guarda as experiências em que os indivíduos contribuem para o progresso e a evolução da sociedade, procurando redesenhar o futuro e tornar as pessoas mais livres, fraternas e humanitárias. O signo regente da Casa 11, delineia a primeira abordagem dessas experiências de formação de grupos, aglomeração de classes, projetos de evolução social e exaltação da coletividade.

Casa XII – SISTEMA DE FÉ: Área de sacrifício, hospitais, inimigos e situações ocultas, prisões reais e psíquicas, o inconsciente, os amores ocultos. As nossas avaliações mais profundas, é o lado adulto e nebuloso de nós mesmos, auto-anulação, tristezas, impedimentos à satisfação sexual. Depois de abraçar a humanidade na Casa 11, chegamos à Casa 12, com uma sensação de que já não podemos abraçar mais nada, e que aqui só podemos ser abraçados. A Casa 12 está oposta a casa 6, que insere a ordem do nosso dia a dia, portanto ela insere uma ordem coletiva, motivada pelo inconsciente coletivo e pela força dos acontecimentos, aquilo que chamamos de ordem natural das coisas, e que dificilmente conseguimos mudar. Por isso a Casa 12 guarda a experiência da fé, a experiência de se deixar levar pela ordem natural e imutável dos fatos ocorridos. A Casa 12 guarda as experiências dos lugares onde não vamos por vontade própria, mas somos levados pela força dos acontecimentos para esses lugares como hospitais, asilos, prisões, sanatórios e outros. Ela é a última Casa do zodíaco e traz um sentido de dimensão oceânica, significando que como tudo tende a correr para os oceanos, tudo que fazemos na vida tende a levar inevitavelmente a algum lugar. A Internet tem sido colocada nessa área de experiência da vida por causa de sua dimensão oceânica, por ela conter tudo que o Ser da nova era faz desaguar. É por isso que aqui também vivemos nossos medos das forças e dos inimigos ocultos. Aqui temos nossa entrega espiritual, motivada pela fé de que às vezes é nos deixando levar pela ordem natural da vida que chegamos a algum lugar. O signo regente da Casa 12, delineia a primeira abordagem dessas experiências de fé e abnegação.
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Levantamento de um mapa astrológico

  1. Levantar o dia, mês, ano e hora do nascimento ou evento.
  2. Levantar o local de nascimento, a longitude e a latitude.
  3. Verificar se houve horário de verão na data a ser levantada. Verificar se foram 1 hora ou 2 horas de diferença e diminuir.
  4. Soma-se a hora de nascimento com tantas horas quantos forem os fusos horários a partir de Greenwich caso o local de nascimento seja no Ocidente. Se for no Oriente, diminuir os fusos correspondentes.
  5. Procurar nas efemérides o dia, mês e ano do evento. Se isto acontecer a partir das 21 horas no fuso 3, procurar o dia seguinte.
  6. Copiar a hora sideral, posição dos planetas no dia do nascimento e a posição dos planetas no dia seguinte. Hora sideral é a hora do Universo.
  7. Acharemos o passo dos planetas fazendo uma diminuição. O Sol anda de 57’ a 1º 1’, se for além disso, o cálculo está errado.
  8. Procura-se na tábua dos logaritmos, o logaritmo do passo de cada planeta e depois o logaritmo constante derivado da hora de nascimento menos horário de verão mais diferença para Greenwich.
  9. Acha-se o antilogaritmo e soma-se com a posição do dia do nascimento. Se o planeta estiver em movimento direto e diminui-se se o planeta estiver em movimento retrógrado, achando-se a posição final. Antilogaritmo é o número mais aproximado da soma e o resultado é o quanto o planeta caminhou de meia noite até a hora do nascimento.
  10. Para achar a ponta da cúspide das casas, somamos a hora sideral com o tempo médio em Greenwich, ou intervalo mais a correção da hora sideral. Correção do intervalo é a correção da hora solar sideral.
  11. Olhar na tabela de correção da longitude as horas, minutos e segundos que correspondem a longitude do local de nascimento. Se for no hemisfério Ocidental diminui-se. Se for no hemisfério Oriental soma-se.
  12. Se houver ultrapassagem de 24 ou 48 horas, estas serão diminuídas. Achamos então o tempo sideral: TSL.

Na tábua de casas procuramos a latitude mais próxima do local de nascimento, com o tempo sideral local, observamos os signos e os graus das pontas das casas...


REGRAS DE MORIN

As regras citadas a seguir são baseadas em aforismos do grande astrólogo do século XVII, Jean-Baptiste Morin de Villefranche, um dos fundadores da astrologia moderna.

Selecionamos aqui, aquelas que consideramos as mais importantes dentre as regras gerais para a interpretação do tema celeste, regras que permanecem imutáveis em sua validade e universalmente aceitas por sua perfeição e eficiência.

  1. Deve-se considerar em primeiro lugar o estado celeste (signos) de um planeta como regulador da qualidade de seus efeitos, em seguida seu estado terrestre (casas) para decidir sobre a categoria desses efeitos.
  2. A presença física de um planeta constitui a determinação mais poderosa, olhar todos os planetas domiciliados, em seguida vem a regência e os aspectos.
  3. Quando uma casa astrológica não é ocupada por nenhum planeta, julga-se sobre a realização ou não das coisas significadas essencialmente por essa casa segundo a natureza e o estado de seu regente ou regentes, se há mais de um.
  4. O horóscopo (ascendente) tem uma significação mais forte com relação à vida e à constituição da pessoa do que seu regente, se este não está presente na primeira casa, os aspectos que o ascendente recebe são, neste caso, mais importantes que os que seu regente recebe. A mesma observação se aplica ao MC.
  5. Toda casa astrológica possui uma significação essencial e também uma significação acidental, que se refere na verdade à casa que lhe é oposta, um planeta benéfico por natureza, em estado celeste favorável e numa casa desafortunada (VI, VIII e XII, às vezes a VII) diminui por si mesmo aquilo que essa casa significa essencialmente de mau, enquanto favorece o que ela significa acidentalmente de bom. Por outro lado, um planeta maléfico, qualquer que seja seu estado celeste, anuncia sempre impedimento quanto às significações acidentais, quando elas são benéficas, e realizarão, quando elas são maléficas.
  6. Quando um planeta é regente da casa na qual está fisicamente presente, seus efeitos adquirem maior intensidade.
  7. Quando um planeta rege uma casa astrológica diferente daquela que ele ocupa fisicamente, as significações dessas duas casas se combinam, no entanto, segundo a regra número 2, o resultado dessa combinação pende mais para as significações ligadas à casa ocupada pelo planeta.
  8. Os aspectos que um planeta recebe podem exercer sobre ele uma determinação complementar, segundo as significações pertinentes ao planeta do qual esses aspectos procedem, em virtude de sua posição ou de suas regências no tema.
  9. Um planeta está sob uma dependência mais estreita de seu regente ou dispositor (diz-se do planeta que governa ou rege a casa que ele ocupa), quando está em conjunção ou em aspecto com ele. Quando um planeta está em mau estado celeste ou terrestre em uma casa, mas o regente dessa casa está em estado favorável, as coisas significadas por esses planetas (e caberia acrescentar as coisas significadas por essa casa) irão mal no início, mas tomarão um rumo favorável mais tarde, sobretudo se o planeta em questão se aproxima (ou se aplica) a um aspecto favorável com seu dispositor. Pelo contrário, se ele está em estado favorável, mas seu governante em estado desfavorável, o êxito ou benefício do início se transformarão em infortúnio.
  10. Quanto mais planetas estão fisicamente presentes numa casa, mais essa reunião pressagia alguma coisa de extraordinário com relação às coisas significadas por essa casa. Eles atuam cada um conforme sua natureza própria, o planeta mais poderoso nesse caso será aquele que apresentar maior analogia com os assuntos da casa em questão.
  11. Quando numa casa há um amás de planetas, uns positivos e outros negativos, estabelece-se uma resultante de seu valor, considerando o poderio do regente, se ele não ocupa a casa, e os aspectos que ele pode enviar à cúspide da casa.
  12. Quando, numa casa afortunada, um planeta positivo está próximo à ponta, e mais um planeta positivo se encontra igualmente na casa considerada, isso significa que o benefício relativo às coisas significadas pela casa será estável; se é um planeta negativo que ocupa igualmente a casa, o benefício adquirido pode ser perdido. Numa casa desafortunada, dois planetas positivos assim colocados indicam que o mal significado por essa casa não se realizará, ou pelo menos se realizará de maneira extremamente limitada. Se o planeta positivo da ponta da casa e seguido, na mesma casa, de um negativo, o mal significado pela casa se realizará com certeza, mas o nato escapará. Mas se são dois planetas negativos, os males produzidos terão um caráter muito grave, e o nato não escapará.
  13. Quando há um amás de planetas numa casa, e seu regente não a ocupa, são as coisas significadas pela casa que ele ocupa que formam o ponto de partida daquilo que esse grupo de planetas produzirá de bom ou de mau.
  14. O regente de uma casa situado fisicamente numa outra indica que as coisas significadas pela primeira serão a causa ou o ponto de partida da realização das coisas significadas pela segunda.
  15. Quando o regente da casa I está situado numa outra casa, ou o regente de uma casa qualquer ocupa a casa I, haverá sempre combinação das significações ligadas às casas em questão.
  16. O regente da casa I numa outra casa indica que as inclinações e tendências intelectuais do nato se dirigirão para as coisas significadas por esta casa.
  17. Um planeta situado em sua própria casa terá uma ação funesta sobre as significações da casa oposta, em certa medida.
  18. O regente da casa I ou da X em exílio ou queda constitui uma circunstância particular, mente nefasta. (Isto será mais válido para os nativos do Hemisfério Norte que para os do Hemisfério Sul, onde os benefícios de um planeta domiciliado ou exaltado são mais reduzidos, e os malefícios de um planeta exilado ou em queda igualmente são mais amenos, devido à inversão das estações do ano no sul).
  19. Quando o regente de uma casa qualquer está situado na VIII casa, ele indica que a morte do nato será causada diretamente pelos seres ou pelas coisas significadas pela casa que ele domina. O regente da casa VIII situado numa outra casa qualquer indica que a morte do nato se dará por causa dos seres ou coisas significadas por esta outra casa.
  20. Quando um planeta governa várias casas sem ocupar fisicamente nenhuma delas, ele pressagia a combinação das diferentes significações ligadas a essas casas. No entanto, são as significações da casa com as quais o planeta possui maior analogia que prevalecerão.
  21. Se o governante de uma casa está domiciliado significa a estabilidade das coisas, ou coisas estáveis; por sua exaltação, o planeta significa mudanças súbitas e marcantes.
  22. Se os planetas se encontram distribuídos entre as várias triplicidades (fogo, terra, ar e água), conferem múltiplas aptidões; concentrados em uma mesma triplicidade, facultam aptidões limitadas em número, mas muito marcantes em uma dada direção.
  23. Um planeta negativo é especialmente determinante quando está em mau aspecto com os planetas que ocupam a casa que ele governa.
  24. Todo planeta que forma ao mesmo tempo aspectos benéficos e maléficos exerce simultaneamente uma ação benéfica e uma ação maléfica.
  25. Os aspectos harmônicos que vêm de um planeta naturalmente benéfico produzem benefício com facilidade e abundância; eles realizam as coisas boas significadas pelas casas em que se situam e impedem que as más se verifiquem.
  26. Os aspectos maléficos que vêm de um planeta naturalmente benéfico fazem surgir dificuldades, impedimentos e privações. (É importante acrescentar que tais aspectos, ainda que maléficos, diminuem a intensidade do mal ao ligarem um planeta benéfico a outro maléfico).
  27. Os aspectos maléficos vindos de um planeta naturalmente maléfico produzem um dano considerável com relação às coisas significadas pelas casas em que se situam.
  28. Um mesmo aspecto formado por dois planetas pode ser ao mesmo tempo benéfico para uma coisa e maléfico para outra.
  29. Dois planetas em aspecto entre si se determinam mutuamente na direção das significações das casas que eles ocupam.
  30. Quando um planeta está fora de seu domicílio, seus aspectos operam de uma maneira marcante mais no sentido das significações da casa astrológica que ele ocupa do que no das significações das casas que ele domina.
  31. Na ação comum de dois planetas em aspecto mútuo o Sol precede a Lua; a Lua precede os demais planetas, e os planetas superiores precedem os inferiores; e prevalece o planeta cujo estado celeste é melhor ou que é mais poderoso por seu estado.
  32. Entre os aspectos, o aplicativo é mais eficaz que o separativo; portanto, de dois planetas que estão a ponto de formar um aspecto entre eles, é aquele que se aproxima do outro por seu movimento aparente no zodíaco que age mais poderosamente sobre as significações do outro.
  33. Quando um planeta recebe simultaneamente dois ou mais aspetos, o aspecto mais exato tem precedência sobre os demais.
  34. Quando vários planetas enviam aspectos sobre uma mesma casa, é aquele cuja natureza e ou determinações mais estão em harmonia com as significações desta casa, ou cujas determinações são, sob este ponto de vista, mais poderosas, que tem precedência sobre os demais, para a consideração de seu aspecto.
  35. Um planeta solitário (denomina-se também “agreste ou feral”), ou seja, sem conexão com um outro por aspeto ou conjunção, pressagia alguma coisa de insólito ou de extraordinário com relação às significações da casa que ele ocupa.
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Relax – “Os Signos e a Lâmpada”

Sempre acrescente a pergunta: Quantos (signo em questão) são necessários para trocar uma lâmpada?

Quantos arianos são necessários para trocar uma lâmpada? Apenas um, mas serão necessárias muitas lâmpadas.

Quantos taurinos? Nenhum: Taurinos não gostam de mudar nada.

Quantos geminianos? Dois (é claro). Vai durar o fim de semana inteiro, mas quando estiver pronto a lâmpada vai fazer o serviço da casa, falar francês e ficar da cor que você quiser.

Quantos cancerianos? Somente um. Mas levará três anos para um terapeuta ajudá-lo a passar pelo processo.

Quantos leoninos? Um leonino não troca lâmpadas, a não ser que ele segure a lâmpada e o mundo gire em torno dele.

Quantos virginianos? Vamos ver: um para girar a lâmpada, um para anotar quando a lâmpada queimou, e a data em que ela foi comprada, outro para decidir de quem foi a culpa da lâmpada ter sido queimada e perguntar, dez para decidir como remodelar a casa enquanto o resto troca a lâmpada...

Quantos librianos? Bom, na realidade eu não sei. Acho que depende de quando a lâmpada foi queimada. Talvez só um, se for uma lâmpada comum, mas talvez dois se a pessoa não souber onde encontrar uma lâmpada, ou ...

Quantos escorpianos? Mas quem quer saber? Por que “você” quer saber? Você é um policial?

Quantos sagitarianos? O sol está brilhando, está cedo, nós temos a vida inteira pela frente, e você está preocupado em trocar uma lâmpada estúpida?

Quantos capricornianos? Nenhum. Capricornianos não trocam lâmpadas – a não ser que seja um negócio lucrativo.

Quantos aquarianos? Vão aparecer centenas, todos competindo para ver quem será o único a trazer a luz ao mundo.

Quantos piscianos? O quê? A luz está apagada?

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Última atualização: 01/11/2012.
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