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ELLIOTT ERWITT (1928)

Filho de emigrantes russos, Elliott Erwitt se estabeleceu nos EUA, desde 1941. Formado em cinema, entrou na mitológica agência Magnum a convite de um de seus fundadores, ROBERT CAPA, em 1953, ano de seu primeiro casamento. Em 1960, se divorcia e sua casa pega fogo, queimando grande parte de seus negativos.

É um dos poucos fotógrafos que se dedicou ao sorriso na fotografia; não um riso bobo, da piada fácil e grosseira, mas o riso da fotografia que captura os momentos indiscretos, o profano dentro do solene e a dúvida no meio das certezas.

Os cachorros e outros animais estão entre seus principais focos de atenção, como se estes comentassem o comportamento humano.

Outra marca de sua fotografia são as seqüências, fruto de sua formação cinematográfica, de um olhar contínuo, que observa, acompanha e registra.

Fotógrafo de rígida composição, sua harmonia de formas dentro do quadro deriva do legado formal de HENRI CARTIER-BRESSON; enquanto o mestre francês registrava o silêncio, ELLIOTT, nascido ERVITZ (judeu de origem russa) procurava a graça dentro do "proibido" das colônias de nudismo, olhando para baixo reparando os cachorros e gatos nas ruas do Japão e indo ao outro lado do cartão postal, como fez em sua visita à Brasília, em 1961...

Sorria!

Um enorme Felix e o pequeno Rover, com Madame Gladys (New York, 1974).

Da série de fotos feitas por Erwitt em museus que gerou um livro: Château de Versailles, em 1975.

Díptico

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Última atualização: 26/01/2009.
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