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Gyula Halász ou Jules Halász Brassaï – derivado de “Brasso” – local onde nasceu em 1899, na Hungria (agora Brasvo ou Brassov, na Romênia), morreu em Nice, França, em 1984.
Ele adotou o nome Brassaï para conservar um pouco de sua Hungria natal...
Fotógrafo e escultor, após estudos em Berlim e belas-artes em Budapeste, chega em Paris em 1924, onde conhece Henry Miller, Raymond Queneau, Jacques Prévert, entre outros.
Sua obra mais destacada é um extenso registro da vida noturna em Paris, os bares, as casas fechadas, com um pequeno aparelho compacto 6,5 × 9 (Voigtländer et Bergheil). Foram imagens de grande influência, e refletem aquele estereótipo “romântico” que se outorga à essa cidade.
Amigo de André Kertész (de quem teve influência artística), László, Kandinsky e Oscar.
Brassaï publicou o seu primeiro livro de fotos insólitas, em 1932/33, intitulado “Paris de Nuit”. A partir desse ano, participa da revista Minotaure, mantendo uma relação amistosa com os surrealistas.
Uma de suas fotos mais famosas é “A Prostituta Bijou” – uma pesada mulher parisiense muito pintada e cheia de joias atraiu a sua câmera. No entanto, a publicação dessa fotografia em seu livro, enfureceu a velha senhora e foram necessárias algumas notas para apaziguar a sua ira...
Manteve relacionamento com Sarah Bernhardt...
“La gargouille de Notre Dame et le pigeon”
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O programa filatélico dos correios franceses – La Poste – rendeu homenagem a grandes fotógrafos. Esta série de 6 selos foi emitida em julho de 1999, por ocasião da abertura do 30° Encontro Internacional da Fotografia d’Arles.
Todos os selos trazem dois valores faciais: o antigo F (Franco francês) e o atual € (Euro), devido a mudança monetária ocorrida no ano seguinte à emissão: 3,00F + 60F ou 0,46€ + 0,09€. Eles mostram uma obra de cada fotógrafo: Doisneau, Brassaï (selo ampliado acima), Lartigue, Cartier-Bresson, Atget e Nadar.
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Última atualização: 08/10/2010. |