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ECO 1992

De 3 a 14 de junho de 1992 foi realizada na cidade do Rio de Janeiro a ECO-92, II Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, também conhecida por RIO-92.

Na Segunda Conferência Mundial para o Meio Ambiente e Desenvolvimento é apresentado o documento Estratégia Global para a Biodiversidade, elaborado pelo World Resources Institute, dos EUA, e pela União Mundial para a Natureza, da Suíça.

O documento, que contém 85 propostas para a preservação da diversidade biológica no planeta e um plano para o uso sustentado de recursos biológicos, é aprovado pelo Programa de Meio Ambiente da ONU e pelas Organizações Não-Governamentais (ONGs) que participam do Fórum Global.

A Agenda 21 é um Protocolo contendo uma lista de compromissos e ações, entre os quais os de reestruturar a economia, assegurando a sobrevivência humana digna, preservando a saúde e os recursos naturais do planeta, objetivando o Desenvolvimento Sustentável. O protocolo foi assinado por mais de uma centena de países, incluindo o Brasil, durante a Conferência de Cúpula da Organização das Nações Unidas (ONU), ocorrida na cidade do Rio de Janeiro, no ano de 1992 – a Rio 92.

A partir de 1994, teve início o Programa Piloto para a Proteção das Florestas Tropicais do Brasil (PPG-7), assinado pelo Governo Brasileiro e pelo Grupo dos Sete Países mais Ricos do Mundo (G7), durante a ECO92... A melhoria na infra-estrutura e na capacitação institucional do Museu Paraense Emílio Goeldi foram incluídos como prioridades!

Mas, desde então, pouco tem sido feito para reverter a situação. O Congresso norte-americano ainda não aprovou o documento e o ritmo de destruição de espécies tem aumentado muito em países com grande diversidade biológica, como a Federação Russa, a China, a Índia e a Indonésia.

No Brasil foram criados fundos para captar dinheiro de empresas privadas e governos de países ricos, com o objetivo de criar áreas de proteção e pesquisar a possibilidade de manejo sustentável da floresta Amazônica. Mas os recursos são poucos e os investimentos ainda não foram feitos...

FILATELIA BRASILEIRA ALUSIVA A ECO-92

A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos realizou o lançamento de cinco emissões postais (que totalizam 14 selos) para marcar a “Segunda Conferência das Nações Unidas Sobre Meio Ambiente e Desenvovimento” ocorrida no país em 1992...

Selo emitido em 05/06/1991, com valor facial de Cr$ 45,00 alusivo a “Conferência das Nações Unidas Sobre Meio Ambiente e Desenvovimento”, com valor facial de Cr$ 45,00 cruzeiros, mostra o Marrecão (Neochen jubata)... Artista: Álvaro A. Martins. Picotagem: 12 × 11½. Tiragem: 2.125.000 selos. Impressão: Ofsete. Papel: Cuchê, gomado. Yvert: 2018. Scott: 2315. Michel: RHM: C-1736.

25/02/1992 – Série de 2 valores “Divulgação da Conferência RIO 92 – Fauna da Ilha de Fernando de Noronha”, cujos selos mostram as espécies: Rabo-de-junco (Cr$ 400,00) e Golfinho-rotador (Cr$ 2.500,00). Artista: Álvaro A. Martins. Yvert: 2064/2065. Scott: 2352/2353. Michel: 2455/2456. RHM: C-1776/C-1777. Numeração dos carimbos comemorativos no Catálogo Zioni: 4980A-B, sendo um carimbo de Brasília/DF (4980A) e o outro de Fernando de Noronha/PE (4980B)... Nota: Na coleção há o FDC com carimbo de Fernando de Noronha, o qual mostra o mapa da ilha. Também 3 FDCs KF, adquiridos de Evair em 14/09/10 (R$ 30).

Máximos postais não oficiais com os selos Fauna da Ilha de Fernando de Noronha (não existem máximos oficiais para estes selos). Os cartões-postais mostram no verso numerado RPC (Recomendado Pelo Correio) texto sobre ambas as espécies: rabo-de-junco (Phaethon lepturus) e golfinho-rotador (Stenella longirostris). Adquiridos de Maurício em 05/10/13, item número 63971 (R$ 7).

02/06/1992 – Veja outra emissão na página: História da Fotografia no Brasil!

03/06/1992 – Série de 3 valores “Conferência das Nações Unidas Sobre Meio Ambiente e Desenvovimento”, cujos selos mostram: Cr$ 450,00 (Bandeiras da Suécia e do Brasil), Cr$ 450,00 (Cidade e Campo) e Cr$ 3.000,00 (Mapa do Brasil). Picotagem: 11½ × 12. Tiragem: 1.500.000 cada. Impressão: Ofsete. Papel: Cuchê, gomado. Yvert: 2071/2073. Scott: 2367/2369. Michel: 2476/2478. RHM: C-1798/C-1800.

04/06/1992 – Veja outra emissão: Turma da Mônica Ecologia!

05/06/1992 – Série de 4 valores “Conferência das Nações Unidas Sobre Meio Ambiente e Desenvovimento – Preservação da Mata Atlântica – Homenagem a Margaret Mee” (2nd UN Conference on Environment and Development – 3rd Anniv of Margaret Mee Brazilian Botanical Foundation), cujos selos, com valor facial de Cr$ 600,00 para os dois primeiros e de Cr$ 700,00 para os demais, mostram espécies de bromélias, em pinturas de Margaret Mee (Flower paintings by Margaret Mee): Nidularium innocentii (Lemaire), Canistrum exiguum (Pereira e Leme), Nidularium rubens (Mez) e Canistrum cyathiforme (Vellozo; Mez). Picotagem: 11½ × 12. Tiragem: 1.500.000 selos. Impressão: Ofsete. Papel: Cuchê, gomado. Yvert: 2078/2081. Scott: 2374/2377. Michel: 2483/2486. RHM: C-1805/C-1808.

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FILATELIA MUNDIAL ALUSIVA A ECO-92

Selo que compreende uma série de 2 valores emitida pela COSTA DO MARFIM, “Conférence Mondiale sur l’Environnement et le Développement” (Conferência Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento), com valor facial de 150 francos, mostra árvores, “Préservons la diversité biologique de la forêt tropicale, c’est la plus grande richesse de l’humanité” (Preservar a biodiversidade da floresta é o maior patrimônio da humanidade). Artista: M. Oura. Impressão: Courvoisier. Scott: 929J.

Série aérea de 2 valores emitida pela COLÔMBIA, “Cumbre de la Tierra 1992”, com valor facial de 2,30 cada selo, eles mostram aspectos da natureza em obras do artista Roberto Palomino T. O envelope de primeiro dia de serviço foi obliterado no dia 02/06/1992 em Santa Fé de Bogotá e traz a inscrição: “Cumbre de la Tierra 1992 – el Campo, la Industria y la Ecología son Futuro” (Conferência da Terra 1992 – o Campo, a Indústria e a Ecologia são o Futuro). Impressão: Thomas De La Rue de Colombia S.A.

Abaixo (lado direito), bloco emitido pela GÂMBIA alusivo à “Earth Summit 92”, cujo selo mostra a Terra no espaço e as margens do bloco são decoradas com quatro espécies de mamíferos africanos ameaçados de extinção, “Endangered Species”: Scimitar-Horned Oryx (Oryx dammah), African Elephant (Loxodonta africana), Black Rhinoceros (Diceros bicornis) e Cheetah (Acinonyx jubatus). Scott: 1345.

Do lado esquerdo da tela, bloco emitido por GANA alusivo à “Earth Summit 92”, cujo selo mostra uma espécie de mamífero ameaçado de extinção, “Endangered Species: Bongo”. Scott: 1504.

Bloco com valor facial de M5, emitido pelo LESOTO, com as inscrições: “In Our Hands Earth Summit 92 – Expansion and growth in southern Africa threaten the natural habitat of all animals in its fragile eco-system” (Em nossas mãos Cúpula da Terra 92 – Expansão e crescimento no sul da África ameaçam o habitat natural dos animais em seu frágil ecossistema), cuja imagem mostra a espécie grou-coroado-preto (West African Crowned Cranes).

Série de 5 valores + um bloco com zebras emitidos por SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE, com a inscrição: “Protecção da Natureza – Congresso Ecológico no Rio de Janeiro (Brasil)”. Yvert: 1128/1132.

Uganda 1992 Earth Summit, blocos que mostram antílope, javalis, zebras... (imagem não disponível)

Série de 2 valores + um bloco emitida pela TANZÂNIA alusivo à “Earth Summit 92”, cujas imagens mostram elefantes e zebras. Yvert: 1150/1151.

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FILATELIA DAS NAÇÕES UNIDAS ALUSIVA A ECO-92

Série em formato se-tenant com 4 valores iguais de 29 cents cada selo, emitida pela Administração Postal das Nações Unidas de Nova Iorque para marcar o evento “Earth Summit June 1992”, mostrada abaixo sobre FDC, o qual traz a inscrição: “Rio de Janeiro Brazil, 3-14 June 1992”.

Do lado esquerdo da tela, série com 4 valores iguais de 0,75 centavos de francos suíços cada selo, emitida pela Administração Postal das Nações Unidas de Genebra para marcar o evento “Earth Summit June 1992”, cujos selos trazem a inscrição: “Sommet Planète Terre Juin 1992”.

Do lado direito da tela, série com 4 valores iguais de 5,50 xelins austríacos cada selo, emitida pela Administração Postal das Nações Unidas de Viena para marcar o evento “Earth Summit June 1992”, cujos selos trazem a inscrição: “UMWELTGIPFEL JUNI 1992” (“Cúpula Ambiental junho 1992”, em alemão).

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Resumo dos principais marcos históricos da Educação Ambiental:

1962 – A jornalista Rachel Carson lança o livro Silent Spring (Primavera Silenciosa). Torna-se um clássico na história do movimento ambientalista, desencadeando uma grande inquietação internacional sobre a perda de qualidade de vida.

1968 – Clube de Roma. Um grupo de 30 especialistas de várias áreas (economistas, industriais, pedagogos, humanistas etc.), liderados pelo industrial Arílio Peccei, passa a se reunir em Roma para discutir a crise atual e o futuro da humanidade.

1972 – Conferência de Estocolmo. Representantes de 113 países participam da Conferência da ONU sobre o Ambiente humano; atendendo à necessidade de estabelecer uma visão global e princípios comuns que servissem de orientação e inspiração à humanidade, para a preservação e melhoria do ambiente humano. O termo Educação Ambiental foi criado durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente, realizada em Estocolmo (Suécia), quando a sociedade tomou conhecimento dos problemas ambientais e os governos definiram que a saída para mudar o mundo seria a educação. Criou-se o termo Educação Ambiental porque o homem estava se afastando da natureza...

1977 – Primeira Conferência Intergovernamental sobre Educação Ambiental. Realizada em Tiblisi – Geórgia (ex-URSS), foi organizada pela UNESCO, em colaboração com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA). Foi um prolongamento da Conferência das Nações Unidas sobre meio Ambiente Humano (Estocolmo, 1972). A Conferência de Tiblisi como foi consagrada – é o ponto culminante da primeira fase do Programa Internacional de Educação Ambiental, iniciado em 1975 pela UNESCO/PNUMA (Belgrado, 1975), com atividades celebradas na África, Estados Árabes, Ásia, Europa e América Latina. Considera-se, em nossos dias, o evento mais decisivo para os rumos da EA em todo mundo.

1984 – I Conferência sobre Meio Ambiente da Câmara de Comércio Internacional Ocorreu em Versalhes, com o objetivo de estabelecer formas de colocar em prática o conceito de “desenvolvimento sustentado”.

1987 – Our Commom Future (Nosso Futuro Comum). Divulga-se o relatório da Comissão Mundial ou Comissão de Brundtland sobre meio ambiente e desenvolvimento.

1988 – Constituição da República Federativa do Brasil. É promulgada contendo um capítulo sobre Meio Ambiente e vários outros artigos afins. É considerada, na atualidade, uma constituição de vanguarda em relação à questão ambiental.

1989 – Lei 7.735 cria o IBAMA. Com a finalidade de formular, coordenar e executar a política ambiental do meio ambiente. Compete-lhes a preservação, conservação, fomento e controle dos recursos naturais renováveis em todo território federal; proteger bancos genéticos da flora e da fauna brasileira e estimular a Educação Ambiental nas suas diferentes formas.

1992 – A ECO-92 (Conferência da ONU sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento – UNCED) realiza-se no Rio de Janeiro com a participação de 170 países, secretariado por Maurice Strong, o mesmo da Conferência de Estocolmo, 20 anos atrás. A Conferência de 92 apresenta como objetivos:

1997 – Rio + 5. Com representantes de 170 países, trouxe como pontos principais de discussão a diversificação do movimento ambientalista brasileiro, a multiplicidade de atores sociais, a institucionalização da problemática ambiental no país, o aumento significativo da consciência ambiental da população e o movimento duplo de setores estratégicos e ações individuais e coletivas de porte.

1999 – Lei Nº 9.795 “Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências”. Sancionada pelo presidente Fernando Henrique, em 27/04/1999, reconheceu, enfim, a educação ambiental como um componente urgente, essencial e permanente em todo processo educativo, formal e/ou não-formal, como orientam os Artigos 205 e 225 da Constituição Federal. A Política Nacional de Educação Ambiental é uma proposta programática de promoção da educação ambiental em todos os setores da sociedade. Diferente de outras Leis, não estabelece regras ou sanções, mas estabelece responsabilidades e obrigações. Ao definir responsabilidades e inserir na pauta dos diversos setores da sociedade, a Política Nacional de Educação Ambiental institucionaliza a educação ambiental, legaliza seus princípios, a transforma em objeto de políticas públicas, além de fornecer à sociedade um instrumento de cobrança para a promoção da educação ambiental.

2002 – Rio + 10. Na cidade de Joanesburgo, África do Sul, foi realizada a Conferência reunindo representantes de 190 países. Os principais objetivos da conferência foram: avaliar a primeira década da “Era Ambiental”; elaborar um documento com propostas mobilizadoras, reduzir as atividades que causam o aquecimento do globo terrestre. Porém os resultados não foram muito satisfatórios. As expectativas em relação aos grandes avanços foram frustradas, as propostas finais foram consideradas muito genéricas pelos ambientalistas de todo o mundo representando um retrocesso.

2002 – Decreto 4.281 Regulamentou a Lei 9.795/99.

...


2012 – Rio + 20

05/06/2012: Emissão “Rio+20: Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável” (), constituída de uma folha com 24 selos diferentes e uma minifolha (bloco) com 3 selos. A folha, com valor facial de 1º Porte Carta Comercial em cada selo, terá a baixíssima tiragem de 300.000 selos (apenas 12.500 folhas) e o bloco, com facial de R$ 6,00 (R$ 2,00 cada selo), 30.000 unidades. Serão lançados também um envelope de 1º dia (11.000 unidades) e um cartão-postal (3.000 unidades) para FDCs e máximos postais oficiais.

Sobre a folha de 24 selos: Concebida em forma de se-tenant, cujos selos abordam os subtemas da Conferência, retratando uma área de povoamento, que parte da nascente de um rio, passa pelo perímetro urbano e chega ao oceano. O objetivo é demonstrar de forma sintética, como diversas atividades de grupos humanos são realizadas de maneira sustentável, consciente e responsável, sem comprometer o ambiente urbano e os recursos naturais. Cada selo aborda um dos subtemas defendidos pela Conferência, o que é possível perceber por meio da identificação das legendas, cujo conjunto denota a proposta de integração total da ilustração. A técnica utilizada foi ilustração vetorial. RHM: C-3188/C-3211.

Preservação da Mata Nativa e dos Animais Silvestres
Produção Sustentável | Captação de Água da Chuva
Desenvolvimento Sustentável | Inclusão Social
Logo Rio+20
Empregos Verdes | Ecoturismo
Segurança Alimentar | Apoio ao Pequeno Produtor
Segurança Alimentar | Valorização da Produção Local
Cidades Sustentáveis | Edifícios Verdes
Reflorestamento | Uso de Madeira Certificada
Produção de Energia Renovável | Energia Hidrelétrica
Energia Sustentável | Veículos Elétricos e a Biocombustíveis
Cidades Sustentáveis | Meios de Transportes Verdes
Produção Sustentável | Redução das Emissões de Carbono
Ciência e Tecnologia a Favor do Desenvolvimento Sustentável
Cidades Sustentáveis | Transporte Eficiente
Cidades Sustentáveis | Acessibilidade
Proteção de Áreas de Reservas Indígenas
Cidades Sustentáveis | Coleta Seletiva e Reciclagem
Água para a Vida | Preservação da Biodiversidade
Produção de Energia Renovável | Energia Solar
Produção de Energia Renovável | Energia Eólica
Proteção do Ambiente Marinho das Atividades Terrestres
Oceanos e Mares | Manejo Sustentável dos Recursos Marinhos
Oceanos e Mares | Proteção à Biodiversidade Marinha

Bloco: A Minifolha ilustra os três pilares do Desenvolvimento Sustentável: Ambiental, Econômico e Social. O Ambiental é representado pela terra em um ninho, remetendo ao cuidado que devemos ter com o planeta. Os pilares Econômico e Social são visíveis a partir do gráfico com silhuetas humanas, em que a evolução do traçado remete a um ganho de produtividade financeira, assim como à ascensão social. Ao fundo, um dos ícones da cidade do Rio de Janeiro, o Cristo Redentor. Os três selos que compõem a minifolha estão ligados aos pilares apresentados. O primeiro demonstra a importância da proteção dos organismos marinhos e o respeito aos animais para a construção de um mundo melhor. Assim, tem-se o mundo envolto em uma gota d’água rodeada por baleias, golfinhos e peixes. O segundo selo passa a ideia de proteção à natureza, representada pela mão apoiadora, abaixo da árvore, simbolizando a vida no planeta. O último selo se concentra no Desenvolvimento Sustentável, trazendo a pena do pavão – símbolo da imortalidade, ressurreição, proteção e guarda – que busca transmitir um sentimento de balanceamento entre o desenvolvimento da economia e da sociedade e seu impacto para o meio ambiente. As técnicas utilizadas foram desenho manual, dobradura em papel reciclável, fotografia e computação gráfica.

Bloco Rio+20: Selo Gota d’Água, Selo Mão Apoiadora e Selo Pena do Pavão. RHM: B-169 e C-3212/C-3214 (selos destacados do bloco). Série de 24 FDCs com cada selo da folha (FDC-727 a FDC-727W e FDC do bloco (FDC-727X).

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Última atualização: 15/10/2013.
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