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SÃO PAULO – SP

www.saopaulo.sp.gov.br

O estado de São Paulo está localizado na região Sudeste do Brasil. Tem como capital a cidade de mesmo nome, São Paulo, fundada em 25/01/1554 pelos jesuítas sob o nome São Paulo de Piratininga... Jesuítas fundam o colégio que deu origem à cidade...

Estado com maior população, parque industrial, produção econômica, registro de imigrantes e mais cosmopolita da América do Sul, São Paulo foi construído com o trabalho de migrantes e imigrantes. São 645 municípios e uma população que ultrapassa 36 milhões de habitantes. Com a melhor infra-estrutura e mão-de-obra qualificada, o estado é chamado de “A locomotiva do Brasil”. Na economia, a participação de São Paulo no sistema bancário brasileiro chega a quase 50% de todo o volume movimentado. A sede do Governo Estadual é o Palácio Bandeirantes, cuja denominação homenageia os pioneiros que expandiram as fronteiras brasileiras.

A bandeira foi proposta em 16/07/1888, logo após a Abolição da Escravatura, por Júlio Ribeiro – escritor e jornalista fundador do jornal “O Rebate”, que fazia campanha pela República para ser a Bandeira do Brasil.

Ela foi descrita assim: «[a bandeira] simboliza de modo perfeito a gênese do povo brasileiro, as três raças de que ela se compõe – branca, preta e vermelha. As quatro estrelas a rodear um globo, em que se vê o perfil geográfico do país, representam o Cruzeiro do Sul, a constelação indicadora da nossa latitude astral... Assim, pois, erga-se firme, palpite glorioso o Alvo-Negro Pendão do Cruzeiro!!!» (Júlio Ribeiro)

A bandeira se tornou símbolo dos paulistas na Revolução de 32. Todavia, Getúlio Vargas, durante o Estado Novo, suspendeu o uso dos símbolos nacionais, incluindo a bandeira paulista, que só seria oficializada em 27/11/1946, sob o Decreto-Lei 16.349 da Constituição Federal, que devolve aos estados e municípios o direito de cultivar símbolos próprios.

Os Revolucionários em 1932 assumiram a bandeira de São Paulo como uma representação da luta deles por um Brasil melhor, e não por um São Paulo melhor.

A bandeira possui treze listras variando entre branco e preto, começando e terminando na faixa preta. Isso se deve a influência dos Estados Unidos no processo que culminou com a Proclamação da República.

Possui um retângulo vermelho na horizontal alinhado no topo à esquerda, tendo dentro um círculo de fundo branco e o mapa do Brasil em azul centralizado. Há também quatro estrelas amarelas na parte interna dos quatro cantos do retângulo.

No verso da bandeira, a única diferença é que o retângulo fica alinhado no topo à direita, porém o mapa do Brasil continua idêntico à parte da frente. Por causa da bandeira, as cores que caracterizam o estado de São Paulo são o preto, branco, vermelho, azul...

Nota: O estado de São Paulo tem como lema: “Pro Brasilia fiat eximia” (Pelo Brasil, façam-se grandes coisas). Já a cidade de São Paulo tem como lema: “Non dvcor dvco” em latim, que significa “Não sou conduzido, conduzo”, o qual também aparece no Brasão e na Bandeira da cidade de São Paulo.

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Na Bandeira Nacional do Brasil a estrela que representa o estado de São Paulo é a estrela (abaixo, número 13): Acrux = alfa (α Cru), Crucis, Cruzeiro do Sul – Estrela de Magalhães, na base da cruz, maior e a mais brilhante.

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Em 15/05/2009, os Correios iniciaram a comercialização da folha de selos personalizados “Esquadrão de Demonstração Aérea”, mais conhecido como “Esquadrilha da Fumaça” (Código: 852008090). O conjunto de 12 selos (dois de cada: selo postal/base + vinheta personalizável) compõem a folha, todos com valor facial de Primeiro Porte Comercial (1º porte carta comercial, conforme tabela vigente) e tiragem de 10.000 folhas.

A Diretoria Regional São Paulo Interior, DR/SPI, com jurisdição composta por 583 municípios do interior de São Paulo, prestou uma homenagem ao Esquadrão, escolhendo-o para representá-la em uma série de selos personalizados. São seis imagens diferentes de manobras precisas e acrobacias perfeitas da “Esquadrilha da Fumaça” (duas fotografias de cada), as quais foram feitas pelo fotógrafo e piloto da esquadrilha, Suboficial Waldemar Prieto Júnior, do efetivo do EDA, durante uma das apresentações do grupo.

Sobre a Esquadrilha – Ministério da Defesa – Comando da Aeronáutica (www.defesa.gov.br)

Fundado em 14/05/1952, o Esquadrão de Demonstração Aérea (EDA) é composto por um grupo de pilotos, oficiais de carreira da FAB – Força Aérea Brasileira (www.fab.mil.br), formados no “Ninho das Águias”, sede da Academia da Força Aérea, que fica na cidade de Pirassununga, no interior paulista. Com treze pilotos que se revezam em sete posições de voo, o grupo tem mais de 3.200 demonstrações realizadas no Brasil e no exterior, sendo o time acrobático com maior número de demonstrações realizadas no mundo.

A folha de selos foi lançada durante as festividades de comemoração dos 57 anos da Esquadrilha da Fumaça, no sábado, dia 23. Mais de três mil pessoas estiveram na Academia da Força Aérea (AFA), em Pirassununga. No céu, os aviões T-27 Tucano escreveram em fumaça: “1952 Fumaça 2009”. No evento, que reuniu várias gerações de pilotos e ex-integrantes, houve uma palestra proferida pelo Cel R/1 Harold Lyra Vergara Filho, que integrou a Esquadrilha da Fumaça no período 1973 a 1977, época de operação dos North American T-6. O Comandante do EDA, Ten Cel Av José Aguinaldo de Moura, também fez uso da palavra, comentando sobre as projeções futuras e atuais realizações da instituição.

Para finalizar o cerimonial, foram anunciados os Fumaças Honorários eleitos no ano de 2009: Sr. Onório José Usinger e Sr. Joelson Ribamar Pereira Bernardes. O título de Fumaça Honorário, criado em 1996, tem a finalidade de tornar público o reconhecimento do Esquadrão de Demonstração Aérea a entusiastas da aviação, que em muito contribuem para o sucesso no cumprimento da missão da esquadrilha. Por fim, os fumaceiros participaram de um Jantar Dançante, ainda no dia 23, quando houve a exibição do vídeoclip “Sonho de Ícaro”, do cantor Waldonys, realizado em conjunto com a Fumaça. No dia seguinte, foi servido um Café Colonial no Hangar do EDA.

Antes disso, já em 17/05/2002 houve a emissão em bloco de 6 valores Esquadrilha da Fumaça – Força Aérea Brasileira (FAB)... Artista: Mário Alves. Valor facial: R$ 0,55 cada selo. Picotagem: 11½ x 12. Tiragem: 2.400.000 selos. Processo de impressão: Ofsete. Papel: Couchê gomado com brilho. Local de Lançamento: Pirassununga/SP. Os seis selos mostram: T-6 North American, T-24 Super Fouga Magister, T-25 Universal, T-27 Tucano (Espelho), T-27 Tucano (Coração) e T-27 Tucano (cores da bandeira brasileira). Yvert: 2763/2768. Michel: 3231/3236. RHM: B-124 e C-2454/C2459 (selos destacados do bloco).

A série de selos dedicada à Esquadrilha da Fumaça traz aviões que fizeram história: o T-6 North American, o T-24 Super Fouga Magister, o T-25 Universal e o T-27 Tucano. Muitas manobras já famosas, como “Espelho” e “Coração” (classificada pelos pilotos como a assinatura da Esquadrilha) vêm aqui retratadas, em técnica de guache de papel. Ao fundo, a logomarca, o céu azul onipresente e as paisagens brasileiras caracterizam o espírito patriótico da Esquadrilha.

Edital nº 10/2002:

14 de maio de 1952. No Campo dos Afonsos – Rio de Janeiro – ouvia-se o inconfundível roncar dos motores dos aviões T-6. Após o intenso treinamento de um seleto grupo de instrutores de voo da antiga Escola de Aeronáutica, nos intervalos de almoço e nas folgas da instrução de voo, foi dada a autorização para que se apresentassem, publicamente, quando da realização de uma cerimônia cívico-militar a que assistiram uma numerosa delegação de oficiais estrangeiros. Acontecia, naquela data, o primeiro voo. Era o nascimento da “Esquadrilha da Fumaça”. Embora com uma estrutura bastante diferenciada daquela época, o Esquadrão de Demonstração Aérea – nome oficial da Esquadrilha da Fumaça, procura resguardar, hoje, os princípios de profissionalismo que lhe deram sustentação ao longo de sua existência. Com o reconhecimento nacional e internacional, concretizou-se como importante instrumento de Comunicação Social da Força Aérea Brasileira, atingindo uma posição de destaque perante a opinião pública.

Atualmente, a Esquadrilha da Fumaça utiliza em suas demonstrações o avião T-27 Tucano, fabricado pela Empresa Brasileira de Aeronáutica – Embraer (cuja sede fica no Vale do Paraíba, na cidade de São José dos Campos), pintando com as cores da Bandeira Brasileira. Dessa forma, todo o sentimento patriótico do povo brasileiro tem sido propagado para o mundo, nas asas dos “Embaixadores do Brasil no céu”. Com mais de 2.600 demonstrações realizadas no Brasil e no exterior, a Esquadrilha da Fumaça representa para milhares de pessoas a oportunidade de travar um emocionante e inesquecível contato com a Força Aérea Brasileira, passando a respeitá-la e admirá-la como instituição capaz de garantir a soberania do espaço aéreo nacional. Esse é o estímulo que tem movido os passos desse Esquadrão da Força Aérea ao longo desses 50 anos de sua existência, demonstrando a elevada capacidade técnica de pilotos e mecânicos, dando continuidade ao velho espírito de arrojo e determinação de homens que, nos idos de 52, propiciam a criação da “Esquadrilha da Fumaça”.

Os Correios, por meio desta emissão filatélica, assumem um grande compromisso com a Força Aérea Brasileira, no sentido de divulgar a importância dessa Instituição e de reconhecer a sua grandiosa projeção internacional. Toda a comunidade aeronáutica, bem como seus admiradores, terão a alegria de ver, estampados em selos, os aviões já utilizados na Esquadrilha da Fumaça e que, por várias décadas, têm percorrido o céu, alimentando sonhos e retificando a máxima que norteia a vida daqueles que se entregam à atividade aérea: “voar pelo prazer de voar”. Cap. AV. José Aguinaldo de Moura -– Oficial de Comunicação Social do Esquadrão de Demonstração Aérea.

Nota: No sábado, dia 19/07/2008, o céu de Fernando de Noronha se transformou em palco para a realização de um espetáculo de cores e muita fumaça. É que na ocasião a ilha recebeu a Esquadrilha da Fumaça para apresentação das famosas manobras e piruetas dos aviões Tucano T-27. Deram show sobre a ilha, com acrobacias e manobras arriscadas. Centenas de pessoas, entre moradores e turistas, foram até o Porto Santo Antônio para assistir à exibição.

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SELOS PERSONALIZADOS DA CIDADE DE SÃO PAULO

CARIMBOLOGIADR/SPMDR/SPI

Alguns Museus em São Paulo:

Pinacoteca do Estado
Avenida Tiradentes, 141 ou Praça da Luz, 2 – São Paulo (Estação do Metrô Luz)
Aberta de terça a domingo, das 10 às 18h. Grátis aos sábados.
Telefone: (11) 3324-1000 – www.uol.com.br/pinasp – www.pinacoteca.org.br

Instalado em um belo edifício de inspiração neoclássica, o prédio foi projetado por Francisco de Paula Ramos de Azevedo para sediar o Liceu de Artes e Ofícios. A Pinacoteca do Estado está localizada no interior do Parque da Luz. Foi ocupado em 1900, mesmo sem estar terminado. De estilo eclético, seguindo modelos importados e a pretensão monumental, o prédio tinha sua fachada principal e o grande pórtico voltados para a Avenida Tiradentes.

O espaço acabou abrigando também o Ginásio do Estado e a sua história registra como inquilinos eventuais várias repartições públicas, conservatório musical, tropas de combatentes em 1930 e em 1932, e a passagem da Escola de Arte Dramática. História que esteve vinculada à da Pinacoteca desde 1905, quando ela foi inaugurada com um acervo inicial de 26 quadros, ocupando uma sala no Liceu, também sob o comando de Ramos de Azevedo.

Em 1934, deu-se a inauguração do monumento ao arquiteto, Progresso, em frente do prédio inacabado (onde hoje é a Pinacoteca do Estado), na Avenida Tiradentes. Durante mais de 30 anos, este monumento de granito e bronze homenageando o arquiteto dominou a Avenida Tiradentes. Colocada bem em frente do prédio da Pinacoteca, com o positivismo estampado no nome, Progresso, foi a obra vencedora de um concurso aberto pouco depois da morte de Ramos de Azevedo, em 1928.

De autoria de Galileo Emendabili, com base de granito, consumiu 22 toneladas de bronze na fundição do conjunto composto de um cavalo alado montado por um homem (o Gênio), rosto másculo e postura de corpo nem tanto, Vitória na mão. Tudo sustentado por colunas dóricas, base rodeada por alegorias e pela representação do homenageado. No granito, a inscrição “Ars Longa Vita Brevis” (Arte Longa, Vida Breve).

Após nem tão breve cumprimento de sua vocação de atravancar o trânsito da megalópole, Gênio, cavalo alado, colunas dóricas e Ramos de Azevedo acabaram reinstalados em distante exílio, isto é, o monumento foi transferido para a Cidade Universitária, do outro lado de São Paulo... (nunca entendi o motivo...)

Hoje, uma das mais importantes galerias de arte do país, a Pinacoteca reúne em seu acervo mais de 4 mil obras entre pinturas, peças em bronze, colagens, desenhos, tapeçarias, porcelanas e louças de importantes artistas plásticos nacionais. A coleção abrange toda a história da pintura brasileira dos séculos XVIII e XIX.

A reforma assinada pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha, foi realizada em 1997. A iluminação é do italiano Piero Castiglioni (o mesmo do Museu D’Orsay de Paris e do Palazzo Grassi de Veneza).

A Estação Júlio Prestes foi projetada pelo arquiteto Christiano Stockler das Neves, entre 1926 e 1938. O complexo nasceu da necessidade da antiga Estrada de Ferro Sorocabana em construir uma nova estação mais adequada ao transporte de passageiros e em harmonia com a arquitetura da cidade no início do século XX. Hoje, a Estação Júlio Prestes abriga a Sala São Paulo (1999).

O primeiro edifício chamado de “Estação São Paulo”, que ficava na esquina das ruas Mauá e General Couto de Magalhães, hoje, foi inaugurado em 1875. Ali, funcionou até 1914. Restaurado, o edifício acabou se transformando no Museu Estação Pinacoteca. Até 1951, a estação manteve o mesmo nome original: São Paulo. Desde então, passou a ser denominada Estação Júlio Prestes, em homenagem ao ex-presidente do estado de São Paulo e presidente do Brasil eleito pelo voto popular em 1930, mas impedido de assumir o cargo por um golpe militar no mesmo ano que constituiu uma junta militar e concedeu o poder a Getúlio Vargas, líder das forças revolucionárias. O complexo da Estação Júlio Prestes segue marcando sua presença na cidade, contribuindo com a cultura, a arquitetura e a história, além de servir milhares de passageiros que utilizam os trens da Linha 8-Diamante da CPTM.

Ao lado da Estação Júlio Prestes (foto abaixo), conheça o prédio do ex-Deops (Departamento Estadual de Ordem Política e Social de São Paulo), projetado por Ramos de Azevedo em 1914 que, antes do regime militar, o edifício abrigou os escritórios da Estrada de Ferro Sorocabana e, desde 2004, sob projeto premiado de Haron Cohen, foi transformado na Estação Pinacoteca. Largo General Osório.

Fachada da Estação Pinacoteca – Ramos de Azevedo (1914) e Haron Cohen (2004). Foto by Sérgio Sakall, 07/06/2009.

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Museu da Imigração – Memorial do Imigrante
Rua Visconde de Parnaíba, 1.316 – Mooca (próximo ao Metrô Bresser) – São Paulo
E-mail: imigrant@plugnet.com.br – www.memorialdoimigrante.gov.br
Telefone: (11) 6692-1866 – Abre de terça a domingo, das 10h às 17h.
Ingressos: R$ 4 e ½ entrada para estudantes. Grátis no último sábado do mês.
Passeios de Locomotiva e Bonde aos domingos e feriados (www.memorialdoimigrante.sp.gov.br)

Nomes e a procedência de imigrantes podem ser consultados para que as novas gerações conheçam seus antepassados, assim como solicitar Certidão de Desembarque de Imigrante.

Há exposição permanente com objetos, documentos, fotos sobre a imigração em São Paulo e no País. As peças estão no prédio da antiga Hospedaria dos Imigrantes, que serviu, no século passado, como albergue para os estrangeiros, especialmente italianos.

Um imponente complexo de prédios, construído entre 1886-1888, e um dos últimos edifícios centenários da cidade de São Paulo. Nas décadas de 1930 e 1950 os edifícios sofreram reformas que alteraram suas características originais. Após um processo que durou quatro anos, em 1982 o conjunto arquitetônico foi tombado pelo Condephaat.

Em 1887, com suas edificações ainda inacabadas, a Hospedaria começou a acolher os estrangeiros que vinham trabalhar nas lavouras da então Província de São Paulo. Com o início da industrialização, os imigrantes passaram a se fixar também nas cidades, transformando as feições de algumas delas.

Esta massiva imigração expressou-se em cerca de 70 etnias e nacionalidades, superando a cifra de 4 milhões de indivíduos. A imigração já ocorria desde a primeira metade do século XIX, muito antes, portanto, do processo abolicionista, que transformaria o imigrante numa alternativa à mão-de-obra escrava nas emergentes fazendas de café.

Como parte da política imigratória, a vinda dos imigrantes era estimulada e subsidiada pelo governo paulista. Após longas viagens de navio eles desembarcavam nos portos de Santos e Rio de Janeiro, de onde seguiam de trem até a estação da própria Hospedaria.

Ali ficavam alojados por até 8 dias. Recebiam abrigo, refeições, serviços médicos e alocução em emprego. Posteriormente uma nova viagem de trem conduzia os grupos de imigrantes até seus locais de trabalho – núcleos coloniais e fazendas no interior do estado.

Projetada para abrigar 3.000 pessoas, a Hospedaria chegou a abrigar até 8.000, em caráter emergencial. A partir de 1978 as instalações passam a atender exclusivamente à população brasileira, exercendo, no entanto, as mesmas funções assistenciais.

O Museu da Imigração, criado em 1993, tem por objetivo registrar a memória da imigração, através da captação, preservação e exposição de objetos, documentos e depoimentos daqueles que vieram para o Brasil em busca de novas oportunidades.

O Museu é uma justa homenagem àqueles que contribuíram decisivamente para o crescimento do Estada de São Paulo e para a formação de uma nova identidade paulista. Ainda hoje sua presença se faz notar na culinária, nos costumes e nos traços dos seus descendentes.

Nota: O Memorial do Imigrante, da Secretaria de Estado da Cultura, realiza todos os anos, no mês de junho, a Festa do Imigrante. O tradicional evento tem por objetivo divulgar as manifestações culturais dos povos imigrantes que chegaram a São Paulo a partir do fim do século XIX e ajudaram a construir a megalópole paulista e o estado de São Paulo.
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MUBE – Museu Brasileiro da Escultura
Avenida Europa, 218 – Jardim Europa – São Paulo
Programação de Cursos de Arte Contemporânea no Mube
Saleti Abreu (mubecursos@hotmail.com)

O museu, projetado por Paulo Mendes da Rocha, optou por não ter acervo próprio, a não ser as esculturas de Brecheret dispostas no jardim, mas oferece uma rica agenda de mostras temporárias. São oferecidos no local vários cursos de história da arte e ateliês de pintura, cerâmica, desenho, escultura.


Centro Cultural Banco do Brasil

Endereço: Rua Álvares Penteado, 112 – centro (Metrô Sé) – São Paulo
Telefone: (11) 3113-3649 – Horário: Terça a domingo, das10 às 21 horas.
www.bb.com.br/appbb/portal/bb/ctr/index.jsp – www.cultura-e.com.br


Casa das Áfricas

Endereço: Rua Engenheiro Francisco Azevedo, 524 – Vila Anglo Brasileira – São Paulo
Telefone: (11) 3801-1718, 3333-5029 e 8118-4830
E-mail: secretariasp@forumafrica.com.br – vanderlis@ig.com.br – www.forumafrica.com.br


Museu de Arte Brasileira
Rua Alagoas, 903 – Higienópolis – São Paulo

Localizado no prédio da Faap, possui acervo constituído por cerca de 2,5 mil obras de pintores e escultores brasileiros. Entre os artistas representados na coleção estão Anita Malfatti, Portinari, Di Cavalcanti, Volpi, Amílcar de Castro, Brecheret e outros. Abriga exposições temporárias, com a preocupação de mostrar os aspectos mais contemporâneos da arte brasileira. No jardins de esculturas, há obras de Vlavianos, Bruno Jorge e outros.


Museu de Arte Sacra
Avenida Tiradentes, 676 – Estação do Metrô Tiradentes – São Paulo
www.saopaulo.sp.gov.br/saopaulo/cultura/museus_sacra.htm

Iniciado por Dom Duarte Leopoldo e Silva em 1907 e instalado em 1931 na Curia Metropolitana. O Museu de Arte Sacra foi transferido para o Mosteiro de Nossa Senhora da Luz em 1970. Através de convênio firmado entre a Mitra Arquidiocesana e o Governo do Estado de São Paulo. Em 1980, foi totalmente restaurado em homenagem a visita de sua Santidade João Paulo II ao Brasil.

O mais antigo exemplo da arquitetura colonial paulista, o museu possui um acervo com mais de 14 mil peças, entre imagens de barro, oratórios barrocos, prataria, etc. Em exposição estão cerca de 800 obras, do século XVI até os dias de hoje. A maioria delas foi obtida em antigas igrejas e capelas de São Paulo. São trabalhos assinados por Aleijadinho, Frei Agostinho da Piedade, Anita Malfati e Benedito Calixto, entre outros.


Fundação Maria Luisa e Oscar Americano
Endereço: Avenida Morumbi, 3.700 (4.077) – Morumbi – São Paulo – CEP: 05606-300
De terça a sexta, das 11 às 17 horas. Sábado e domingo das 10 às 17 horas.
www.fundacaooscaramericano.org.br

A Fundação Maria Luisa e Oscar Americano foi constituída em 27/03/1974 pelo Dr. Oscar Americano de Caldas Filho e seus filhos, em memória de Dona Maria Luisa Ferraz Americano de Caldas, falecida dois anos antes, e com o intuito de preservar o parque e a casa em que residiu por longos anos o casal.

A Fundação compreende um parque de cerca de 75.000 metros quadrados, e uma casa, com 1.500 metros quadrados, projetada em 1950 pelo arquiteto Oswaldo Arthur Bratke.

Acham-se nela numerosas obras de arte de autores brasileiros, ou relacionados com o Brasil, e seu display exigiu, por vezes, modificações na planta original. A sala de família, no térreo, foi por exemplo transformada num auditório para 150 pessoas.

Quanto ao parque, vem sendo mantido de acordo com o esquema original: trata-se de importante conjunto paisagístico, composto de alamedas e esplanadas, com magníficas vistas sobre a cidade de São Paulo.

Não tendo a preocupação do colecionismo e nem pretendendo formar um acervo museológico, Maria Luisa e Oscar Americano juntaram contudo importantíssimo acervo de obras de arte que tivessem, como eles próprios tinham, os pés fincados na terra brasileira.

Aqui, o antigo se ombreia ao moderno, e o valor artístico rivaliza com o histórico: preocupação básica da Fundação é realçar a memória nacional no que possui de mais puro e típico, sem distinções de origem, apenas procurando enfatizar a importância de nossas raízes.

As condições excepcionais da sede da Fundação prestam-se a que nela venham a ser realizadas as mais diversas atividades culturais, desde concertos ao ar livre, representações teatrais, cursos e conferências.

Embora a Fundação possua uma bela coleção de móveis e de pratarias, de porcelanas e de imagens religiosas, de moedas e medalhas (incluindo um medalhão que pertenceu a D. Pedro I) e de pinturas de grandes mestres modernos, são os oito óleos de Franz Post, artista holandês que acompanhou Maurício de Nassau ao Brasil no século XVII, que a tornaram um endereço único para quem se interessa pela arte do passado.

O museu está instalado na mansão, no Morumbi, que pertenceu ao engenheiro Oscar Americano. A Fundação oferece, ainda, cursos temporários, exposições temporárias e um salão de chá, com vista para o jardim.

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Última atualização: 07/04/2013.
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