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PARÁ – PA

www.pa.gov.br

O Estado do Pará tem como capital a cidade de Belém e está localizado na região Norte do Brasil. O Estado ganhou esse nome por causa do rio Amazonas que, quando se encontra com um outro rio chamado Tocantins, fica tão grandão que parece um mar!

Na língua tupi “pa’ra”, significa mar, rio grande, caudal, designado do braço direito do Amazonas, engrossado pelas águas do Tocantins. Também prefixo utilizado no nome de diversos peixes e plantas...

O Estado possui 1.248.042 quilômetros quadrados, que representam 16,66% do território brasileiro e 26% da Amazônia. Cortado pela Linha do Equador, no seu extremo norte, é dividido em 143 municípios. O artesanato paraense é rico e diversificado, com raízes na cultura de grupos indígenas. Na cidade de Belém, cuja fundação ocorreu em 12/01/1616, fica o Palácio dos Despachos, sede do governo paraense.

Belém foi fundada por Francisco Caldeira Castelo Branco com o nome de “Feliz Lusitânia”, sendo depois batizada de “Santa Maria de Belém do Grão-Pará”. O nome Belém veio mais tarde, em homenagem a um dos mais antigos bairros de Lisboa, em Portugal, também chamado Belém. Criada como porto fluvial, Belém nasceu na mesma época que o Forte do Presépio (ou Forte do Castelo) foi construído. O objetivo era dificultar o acesso de estrangeiros, como holandeses e ingleses, à região. Em 1751, é elevada à capital do Maranhão e do Grão-Pará, estados que cobriam o extremo norte do país.

As cerâmicas marajoara e tapajônica são, indiscutivelmente, a manifestação mais forte, sendo reproduzidas até hoje pelos artesãos. Com 7.000 anos, é originária dos índios da Ilha de Marajó, maior ilha fluvial do mundo, localizada no Pará, entre os rios Amazonas e Tocantins e o Oceano Atlântico. O período mais conhecido é de 400 a 1.400. O barro era modelado manualmente com a técnica “das cobrinhas”, para produzir peças utilitárias e decorativas. Os artesãos paraenses, muitos de origem indígena, fazem réplicas da cerâmica marajoara e redesenham-a com novas formas. Isto, além de preservar os sítios arqueológicos e disseminar as culturas pré-históricas, propicia aos artesãos uma atividade econômica produtiva.

A bandeira foi aprovada pela Câmara Estadual em 3/06/1890. Entretanto, antes mesmo de ser oficializada como símbolo do Estado, serviu de distintivo ao Clube Republicano Paraense (antes da Proclamação da República) e, em sessão de 10/04/1890, foi adotada como Bandeira do Município de Belém.

A faixa branca é a planetária e representa o Zodíaco “projetada como um espelho horizontal”. Lembra o Equador e o gigantesco rio da Amazônia. A estrela Spica simboliza o destaque do Pará na linha equatorial. O vermelho é a força do sangue paraense, que corre nas veias como um verdadeiro espírito de luta harmonizada, dando provas da dedicação dos patriotas nas causas da adesão do Pará à Independência e à República.

Na Bandeira Nacional do Brasil a estrela que representa o Estado do Pará é a estrela (abaixo, número 1): Spica (Espiga) = alfa (α Virginis), pertence à constelação de Virgem e é de primeira grandeza. Confere ao Pará uma situação privilegiada – única estrela na parte superior, acima da faixa branca “Ordem e Progresso”. À época da Proclamação da República era o Estado cuja capital, Belém, era a mais setentrional do país.

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Teatro da Paz, Belém (PA): inaugurado na década de 1890, no início do declínio do Ciclo da Borracha.

O cartão telefônico mostra em destaque o Mercado Ver-O-Peso, na cidade de Belém do Pará.

Bosque Municipal Rodrigues Alves ou Jardim Botânico da Amazônia (BRAJBA)
Avenida Almirante Barroso, 2453 – bairro do Marco – CEP: 66110?, Belém (PA)
www.belem.pa.gov.br/semma/bosque/index.htm

Em plena cidade de Belém, com extensão de 150 mil metros quadrados (15 ha), o Bosque Rodrigues Alves constitui uma importante reserva natural de espécies vegetais da floresta de terra firme do estuário amazônico. É composto por 4 quadrantes, 112 canteiros irregulares, 80% da área com cobertura vegetal e 60.000 m² de área restrita ao uso de visitação, com edificações e vias de passeio. É formado por uma floresta primária de terra firme preservada desde o final do século XIX, representativa da flora regional. A grande maioria da vegetação é oriunda de mata virgem antiga e algumas plantas exóticas, introduzidas posteriormente. Apresenta uma grande diversidade de espécies animais e vegetais característicos deste ecossistema.

O Bosque Rodrigues Alves ganhou status de Jardim Botânico em julho de 2002, com base na resolução 266 do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama). Com a certificação, o Bosque entra na lista dos jardins brasileiros que integram a Botanic Gardens Conservation International (BGCI), rede mundial com 1.846 jardins em 148 países e mais de 4 milhões de coleções de plantas vivas. A conquista do título também facilita a captação de recursos nacionais e internacionais para o desenvolvimento de projetos científicos e de educação ambiental.

Espécies da fauna em cativeiro estão representadas pelos macacos-prego, tucanos, papagaios, jandaias, jacarés, jabutis, tartarugas, tracajás, aperemas, muçuãs, pirarucu e por animais ameaçados de extinção, como o peixe-boi de água doce e ararajuba. Na fauna em semi-cativeiro, encontram-se animais em um espaço maior que os de cativeiro, entre os quais pode-se observar araras, marrecos e garças.

A fauna cativa é constituída por aves das famílias Psittacidae, Ramphastidae, Cracidae, Anatidae e Ardeidae. Os animais são mantidos em cativeiro ou semi-cativeiro. Os répteis são os quelônios aquáticos e terrestres da região amazônica, além de uma espécie de crocodiliano. Entre os mamíferos, estão o peixe-boi, os macacos-pregos e o jupará. Além destes animais, existe uma ictiofauna representativa da região, do qual fazem parte o pirarucu, o poraquê e o tambaqui.

Cartões-postais “Bosque Rodrigues Alves”, com fotos de Leonardo Barreto; ambos adquiridos de Mayumi em 25/10/10.

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Parque Mangal das Garças
Passagem Carneiro da Rocha, s/n.º (ao lado do Arsenal da Marinha) Cidade Velha – CEP: 66000-000, Belém (PA)
Telefone: (91) 3242-5052 – www.mangalpa.com.br

O Parque Naturalístico Mangal das Garças foi criado pelo Governo do Pará em 2005 e é o resultado da revitalização de uma área de cerca de 40.000 m² às margens do Rio Guamá, no entorno do Arsenal da Marinha. O que antes era uma área alagada com extenso aningal transformou-se em mais um belo recanto de Belém, nas franjas do centro histórico da cidade. O Mangal reproduz em um espaço naturalístico as diferentes macro-regiões da flora paraense. É um Parque Naturalístico, cujo tema é a representação das diferentes macro regiões florísticas do Estado do Pará: as Matas de Terra Firme, as Matas de Várzea e os Campos. Tudo isto entre lagos, vegetação típica, equipamentos de cultura e lazer. Reúne a ideia da recuperação da natureza, com pedagogia e lazer, explorando visualmente e de forma dinâmica a paisagem do local. O projeto teve como principal ponto de partida a preservação do aningal – vegetação nativa predominante na área onde o complexo foi construído. Os lagos artificiais do complexo receberam aves pernaltas, marrecos e quelônios criteriosamente selecionados. Espaços: Memorial Amazônico da Navegação, Armazém do Tempo, Borboletário José Márcio Ayres, Farol de Belém, Fonte dos Caruanas, Lago Cavername e Lago da Ponta, Mirante do Rio, Orquidário, Restaurante Manjar das Garças, Viveiro dos Aningas.

Nota: O Mangal das Garças é o primeiro parque da região Norte a receber flamingos. Foi uma troca com o Parque das Aves, no Paraná. Vieram 3 machos e 3 fêmeas. Em troca, o Mangal enviou um grupo de guarás nascidos no próprio parque. Dessa forma, o Mangal das Garças que já é referência em reprodução vai trabalhar para que os flamingos se reproduzam dentro do parque...

Os setes flamingos que vivem no Lago do Cavername vieram morar no Mangal através de permuta com outros zoológicos, as aves residentes são duas espécies: flamingo-chileno (Phoenicopterus chilensis) e grande-flamingo ou flamingo-rosa (Phoenicopterus ruber) que podem viver por até 40 anos. Na hora de comer, os flamingos são alimentados por ração, peixe e camarão. Um dado curioso desta ave é que ela foi extinta do litoral paraense, podendo atualmente ser vista apenas no Mangal. Antigamente eram encontrados na Ilha do Marajó, mas com ocupação dos búfalos naquela região os flamingos foram extintos, e no ano de 1974 foi o último registro oficial desta espécie no litoral paraense. Fonte: “Perto da Natureza”, informativo online do Mangal das Garças, março e abril 2011 | Edição 9 | Ano 2.

Em 29/06/2010, os Correios iniciaram a comercialização da folha de selos personalizados “Pará” (Código: 85200847-3). O conjunto de 12 selos diferentes (um de cada: selo postal/base + vinheta personalizável) compõem a folha, todos com valor facial de Primeiro Porte Comercial (1º porte carta comercial, conforme tabela vigente) e tiragem de 10.000 folhas.

Dunas do Atalaia – Salinópolis
Portal das Cores – Belém
Pórtico de Mosqueiro – Belém
Complexo de Ver-o-Peso – Belém
Mangal das Garças – Belém
Estação das Docas – Belém
Palácio Antônio Lemos – Belém
Theatro da Paz – Belém
Açai – Gastronomia – Pará
Casa das Onze Janelas – Belém
Hangar – Centro de Convenções e Feiras da Amazônia – Belém
Basílica de Nazaré – Belém
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13 – DIRETORIA REGIONAL DOS CORREIOS DO PARÁ – DR/PA

A sede da Diretoria Regional do Pará, em Belém, foi inaugurada em 1942. Alguns de seus elementos marcaram a arquitetura postal da década de 40, como o tratamento do ângulo, os volumes verticais recortados por réguas e a presença constante do relógio.

Faixa(s) de CEP da UF PA: 66000-000 a 68899-999

Unidades Operacionais em Belém: 44

– AC Agência Central de Belém – AC/DR/PA

– SPVF Seção de Promoção de Vendas e Filatelia, Gerência de Vendas – SPVF/GEVEN/DR/PA
Avenida Presidente Vargas, 498 – 2º Andar – Belém – Pará (PA) – CEP: 66017-000
Telefone: (91) 3211-3025 – (91) 3211-3131 (Francisco; Helena quem o indicou)

– AF Agência Filatélica Belém – AF/DR/PA
Endereço: Belém – Pará (PA) – CEP:

► Na Diretoria Regional do Pará a solenidade de lançamento oficial da série “Zoológicos do Brasil” ocorreu no Auditório Rodrigues, interior do Parque Zoobotânico do Museu Paraense Emílio Goeldi, em Belém, durante a abertura do evento “Água e Meio Ambiente na Amazônia”, no dia 11/11/07.

Conduzidos pela Gerente de Vendas, Diane Ferreria da Mata (representando o Diretor Regional DR/PA, Carlos Roberto D’Ippolito), obliteraram os selos: a Diretora do Museu Dra. Ilma Vieira, a Dra. Maria Teresa Piedade do INPA de Manaus, o filatelista Alan Salgado e a estudante Ana Carolina Reis.

Matéria com fotos do evento foram publicadas no boletim interno “GEVENDAS NEWS” (geven-pa@correios.com.br), número 128, datado de 13/11/07 (página 1). Informação recebida de Francisco Afonso Lima de Vasconcelos (fvasconcelos@correios.com.br), funcionário dos Correios da SPVF.

Além da capital acima, segue abaixo lista de outras Unidades Operacionais no Estado: ?

– AC Agência Central COQUEIRO
– AC Agência Central JURUNAS
– AC Agência Central NAZARÉ
– AC Agência Central TELÉGRAFO SEM FIO
– AC Agência Central TERRA FIRME

Municípios do Estado do Pará (143):

Abaetetuba
Abel Figueiredo
Acará
Afuá
Água Azul do Norte
Alenquer
Almeirim
Altamira – Conhecida por ser o maior município do mundo, em termos de extensão.
Anajás
Ananindeua
Anapu
Augusto Corrêa
Aurora do Pará
Aveiro
Bagre
Baião
Bannach
Barcarena
Belém
– Envelope circulado de São Paulo para Belém no dia 26/10/07, cujo verso recebeu carimbo da Agência Filatélica Belém, em 21/11/07.
– Envelope de “retorno” circulado de Belém para São Paulo em 21/11/07, com três carimbos: CBC Belém, Agência Filatélica Belém e D.H. (depois do horário).
Belterra
Benevides – AC Agência Central Benevides – AC/DR/PA
Bom Jesus do Tocantins
Bonito
Bragança
Brasil Novo
Brejo Grande do Araguaia
Breu Branco
Breves
Bujaru
Cachoeira do Arari
Cachoeira do Piriá
Cametá
Canaã dos Carajás
Capanema
Capitão Poço
Castanhal
Chaves
Colares
Conceição do Araguaia
Concórdia do Pará
Cumaru do Norte
Curionópolis
Curralinho
Curuá
Curuçá
Dom Eliseu
Eldorado dos Carajás
Faro
Floresta do Araguaia
Garrafão do Norte
Goianésia do Pará
Gurupá
Igarapé-Açu
Igarapé-Miri
Inhangapi
Ipixuna do Pará
Irituia
Itaituba
Itupiranga
Jacareacanga
Jacundá
Juruti
Limoeiro do Ajuru
Mãe do Rio
Magalhães Barata
Marabá (05/04/1913 – Dia do Aniversário de Marabá)
Maracanã
Marapanim
Marituba
Medicilândia
Melgaço
Mocajuba
Moju
Monte Alegre
Muaná
Nova Esperança do Piriá
Nova Ipixuna
Nova Timboteua
Novo Progresso
Novo Repartimento
Óbidos
Oeiras do Pará
Oriximiná
Ourém
Ourilândia do Norte
Pacajá
Palestina do Pará
Paragominas
Parauapebas
Pau D'Arco
Peixe-Boi
Piçarra
Placas
Ponta de Pedras
Portel
Porto de Moz
Prainha
Primavera
Quatipuru
Redenção
Rio Maria
Rondon do Pará
Rurópolis
Salinópolis
Salvaterra
Santa Bárbara do Pará
Santa Cruz do Arari
Santa Isabel do Pará
Santa Luzia do Pará
Santa Maria das Barreiras
Santa Maria do Pará
Santana do Araguaia
Santarém (22/06/1661 – Dia do Aniversário de Santarém)
Santarém Novo
Santo Antônio do Tauá
São Caetano de Odivelas
São Domingos do Araguaia
São Domingos do Capim
São Félix do Xingu
São Francisco do Pará
São Geraldo do Araguaia
São João da Ponta
São João de Pirabas
São João do Araguaia
São Miguel do Guamá
São Sebastião da Boa Vista
Sapucaia
Senador José Porfírio
Soure
Tailândia
Terra Alta
Terra Santa
Tomé-Açu
Tracuateua
Trairão
Tucumã
Tucuruí
Ulianópolis
Uruará
Vigia
Viseu
Vitória do Xingu
Xinguara

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Alguns Museus em Belém:

Museu Paraense Emílio Goeldi

Museu de Arte Sacra

Museu do Estado do Pará

Museu do Círio de Nazaré – O Círio de Nazaré (círio significa vela grande; mas dá nome à procissão) é uma Festa Religiosa que acontece anualmente (2° domingo de outubro) na cidade de Belém, no Estado do Pará (PA). Em devoção a Nossa Senhora de Nazaré é a maior manifestação religiosa Católica do Mundo e uma das mais tradicionais também, celebrada desde 1793. Notas: W.F. Carimbo comemorativo Inauguração do Museu do Círio de Nazaré, de 09 a 15/10/1986, Belém – Pará (PA). Catálogo Zioni: 4160.

18/02/1972 – Selo “Círio de Nazaré” que compreende a série de 4 valores “Promoção do Turismo Nacional”. RHM: C-723.
10/10/1981 – Selo “Homenagem ao Círio de Nossa Senhora de Nazaré”, com valor facial de Cr$ 12,00 cruzeiros, o selo mostra a Virgem. RHM: C-1222.
08/10/1993 – Selo “200 Anos do Círio de Nazaré” (1793-1993), com valor facial de CR$ 22,00 o selo mostra mãos de fiéis e imagem da Santa. RHM: C-1864.
2004 – Envelope Pré-franqueado... (imagem não disponível)

Espaço Cultural Casa das Onze Janelas

Museu do Forte do Presépio

Corveta – Museu Solimões

Museu de Gemas

Museu do Marajó: Localizado em Cachoeria do Ariri (PA), promove a preservação da cultura e das tradições da região. Possui grande acervo de obras relacionadas à arte, história, folclore, lendas, fauna e costumes locais. Uma das grandes atrações é a coleção de artefatos marajoaras.

Ilha de Marajó

Com quase 50 mil quilômetros quadrados, divididos em 13 municípios, a Ilha de Marajó apresenta paisagem exótica e ecossistema praticamente intocado, formado por florestas, savanas, praias de areias claras, lagos e igarapés. Animais silvestres e pássaros raros, como o guará e a garça-azul, compõem a fauna marajoara, formando um espetáculo de sons e cores imperdíveis. Principais atrações:

Fazenda Bom Jesus: Local com grande variedade de pássaros. Oferece passeios para observação de animais, de búfalo e à cavalo, além de culinária regional para degustação.

Fazenda Nossa Sra. do Carmo: Localizada às margens do Rio Câmara, na zona rural da Ilha do Marajó. Oferece passeios à cavalo, búfalo e canoa, pescaria, observação de pássaros e fauna silvestre, saídas de jipe pelos campos (somente de setembro a dezembro) e observação das atividades de fazenda.

Fazenda São Jerônimo: Localizada na cidade de Soure, oferece passeios em charretes de búfalos ou cavalos, caminhadas através de trilhas nas matas e manguezais, e barco a remo para navegação nos igarapés. Possui praia particular.

Icoaraci: Localizada a 25 km de Belém, Icoaraci é o centro da cerâmica marajoara e tapajônica, herdada dos índios que ocuparam a Ilha do Marajó e a região do Tapajós. Durante o passeio, é possível conhecer todo o processo de produção, bem como adquirir o artesanato.

Praia do Araruna: Local de tranquilidade, cercada por manguezais, com acesso através do rio Araruna. Possui uma areia clara e batida, dunas, ondas fracas no inverno e fortes no verão.

Praia Grande: Localizada no município de Salvaterra. Possui 1,5 km de extensão, toda cercada por coqueiros. É possível visitar o farol que se encontra na praia.

Praia de Joanes/Monsarás: Localizada a 15 km de Salvaterra, com 2 km de extensão, é muito procurada devido à presença de ruínas do século XVIII.

Praia do Pesqueiro: Com 3 km de extensão, cercada por coqueiros e dunas, é uma das preferidas, tanto pela população, quanto pelos visitantes. Na maré baixa, a distância da faixa de areia até o mar, chega a quase 1 km.

Nota: Em formato “se-tenant”, série de 3 valores “Búfalos de Marajó”, emitida em 09/07/1984, com carimbo comemorativo Belém/PA. RHM: C-1403/C-1405. Série de 3 máximos postais RHM: 103, 103-A e 103-B.

Nota: Ricardo Barbalho (Marindoso no ML / rrbb2001@ig.com.br) é colecionador de antigos postais do Pará (1897-1909) e possui em sua coleção alguns postais de 1900 do Museu Goeldi... Comprei os blocos de Benin (ocapi) e Malauí (girafa)... que vieram agregados ao Edital de meu selo e alguns selos usados de brinde... 02/10/08: Seu belo site eu já conhecia e já o visitei diversas vezes, parabéns! Conheci em uma entrevista sua à COFI, se não me engano... Sim, possuo em minha coleção alguns postais de 1900 do museu... são de minha coleção. Todos os blocos que tenho à venda vem de Praga ou arredores... 09/10/08: Vamos ver o que consigo para v. Um grande abraço!

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Última atualização: 11/01/2012.
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