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O Zoológico de Varsóvia foi fundado em 1928 e expõe a subespécie girafa-baringo, “Żyrafa Rothschilda” (Giraffa camelopardalis rothschildi).
Na época, cobria uma área de 12 hectares e abrigava cerca de 500 animais, principalmente representantes da fauna polonêsa. Entre 1930 e 1939, o zoológico teve um desenvolvimento dinâmico. O maior sucesso daquele tempo foi o nascimento de uma fêmea de elefante-indiano, “Tuzinka”, em 1937. Ela ainda é considerada o único elefante que nasceu em qualquer um dos zoológicos do país.
Em 1939, o zoo foi ampliado para 32 hectares e se tornou o maior zoológico na Europa. Entretanto, em setembro do mesmo ano veio a guerra e foi o fim de sua existência... Durante bombardeio em Varsóvia, partes das instalações do zoológico foram destruídas e muitos animais foram mortos. As espécies mais perigosas que sobreviveram, também “Tuzinka”, foram levados para a Alemanha. Ninguém nunca descobriu o que aconteceu com eles...
Observação: O livro “O Zoológico de Varsóvia” (www.ozoologicodevarsovia.com.br), de Diane Ackerman, narra a história verídica de como o casal Jan e Antonina Zabinski fez de seu amor pelos animais um caso de solidariedade humana, transformando o zoológico da capital polonesa em um quartel-general da resistência ao nazismo e ponto de refúgio de judeus perseguidos durante o Holocausto. Sinopse: Jan e Antonina Żabiński eram os encarregados cristãos do Jardim Zoológico de Varsóvia quando, no início da Segunda Guerra Mundial, a Alemanha invadiu a Polônia, e os bombardeios que destruíram a cidade mataram boa parte dos animais. O casal passou, então, a esconder judeus nas celas vazias, aproveitando a obsessão dos nazistas por animais raros e com isso salvou mais de trezentas pessoas condenadas. Sua história, no entanto, desapareceu por entre as frestas da “grande” História, como às vezes acontece com os atos de compaixão radical e extrema coragem. Este livro de Diane Ackerman é o testemunho poderoso dessa coragem, uma história que celebra, com rara sensibilidade, a beleza, o mistério e a tenacidade do espírito humano e da própria vida.
ISBN: 978.85.209.2126-5, com mais de 300 páginas traduzidas para o português, esse livro foi lançado pela Editora Nova Fronteira, em outubro de 2008. Segundo Lídia, a cena que a autora relata sobre a girafa Rose (que Antonina cuidava na hora dos partos) não é nada agradável... Há comentários nos capítulos: capítulo 1 (página 20), capítulo 2 (página 30) e no capítulo 6 (página 53)...
Em julho de 1946, as autoridades decidiram reconstruir o zoo. As obras começaram quase que imediatamente e novos animais foram coletados. Em julho de 1948, o Jardim Zoológico foi aberto novamente ao público com 150 animais, a maioria foi doada por particulares.
Após um curto período de desenvolvimento dinâmico, começou a estagnação com a infeliz ideia de mudar o zoo para fora de Varsóvia. Como resultado, o zoológico sofreu problemas financeiros por vários anos... Apenas em 1980 o zoológico foi incorporado nos planos de desenvolvimento para Varsóvia. Com isso, novos edifícios foram construídos e o padrão de vida dos habitantes do zoo melhoraram significativamente.
O Zoológico de Varsóvia cobre uma área de 40 hectares, tem cerca de 5 mil animais representando quase 500 espécies e participa de 31 programas EEPs (European Endangered Species Breeding Programmes), cujos objetivos são salvar espécies ameaçadas de extinção.
Abaixo, série de 7 valores faciais, emitida em 10/11/1978, para comemorar os 50 anos de aniversário: “ZOO WARSZAWA 1928-1978” (50th Anniv of Warsaw Zoo)... Os selos mostram: cavalo-przewalski (50 gr), urso-polar (1,00 zt), elefante-asiático (1,50 zt), jaguar (2,00 zt), foca (4,20 zt), hartebeests (4,50 zt) e mandril (6,00 zt). Scott: 2301/2307. Yvert: 2414/2420. SG: 2578/2584. Catálogo polonês: 2437/2443 (FDC 7 kop.).
Nota: Na coleção há um FDC obliterado por carimbo do Warszawa Zoo, cujo selo mostra o cavalo-przewalski, em inglês Przewalski’s horse ou em alemão Kon Przewalskiego (Eguus przewalski)...
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A região de Varsóvia foi ocupada no século X. Na terceira repartição da Polônia, em 1795, Varsóvia pertenceu à Prússia. Depois foi ocupada pelos militares de Napoleão em 1806 e, em 1813, foi incorporada ao Império Russo. O Centro Histórico de Varsóvia é considerado Patrimônio da Humanidade.
O mapa do selo (lado esquerdo; Scott: 2551) está identificado como originado da “Sede do Reinado Polonês” (Polish Kingdom Quartermaster – 1839). O selo do lado direito da tela, emitido em 1984, mostra o nome do artista barroco Bernardo Belloto Canaletto (1720-1780) e a sua obra “Vista de Vistula” (Wisla) – rio em Varsóvia (também de Plock).
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Deste zoológico, em 1996, chegou uma girafa macho chamada “Piekarski” no Zoológico de Curitiba, Paraná... Veja foto de um rino-indiano!
zoo waw zyrafypow
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zoo waw samiecpow
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Após uma pausa de 18 anos, uma girafa nasceu novamente no jardim zoológico!
Ela nasceu em 04/01/2004 e foi nomeada “Syrenka”. O vice-presidente da cidade de Varsóvia é seu padrinho de honra. Os pais de Syrenka são “Largo” (que veio do zoo de Lodz) e “Lissy” (que veio de Hanover, na Alemanha). A jovem Syrenka despertou sentimentos maternos em sua tia “Tebby”, que também pode se tornar mãe em breve... Durante o inverno, suricatos vivem com as girafas e no verão, eles podem ir para fora através de uma porta de vai-vém. Perto das girafas vive uma grande família de Bongos – os antílopes mais bonitos e coloridos do mundo.
zoo waw zyrafapow e zoo waw zyrafkapow
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FDC 2005
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Inteiro postal emitido em 2011 alusivo ao Warszawski Ogrod Zoo Varsóvia. Além da espécie rinoceronte-indiano (Nosorozec indyjski) impressa no selo, também foram estampadas mais duas espécies: gorila-da-planície (Goryl nizinny) e girafa-rothschild (Zyrafa Rothschilda).
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Última atualização: 15/04/2011. |