“Jirafas” nos Zoológicos da Argentina

A Argentina é dividida em 23 Províncias (Estados) e 1 Distrito Federal onde se localiza a capital do país, Buenos Aires (na Província de Buenos Aires):

Província de Buenos Aires, Catamarca, Chaco, Chubut, Córdoba, Corrientes, Entre Ríos, Formosa, Jujuy, La Pampa, La Rioja, Mendoza, Misiones, Neuquén, Río Negro, Salta, Santa Fe, San Juan, San Luis, Santa Cruz, Santiago del Estero, Tucumán e Província de Tierra del Fuego, Antártida e Islas del Atlántico Sur (antigo Território Nacional da Terra do Fogo).

Com exceção da província de Buenos Aires e da Cidade de Buenos Aires (Distrito Federal), as demais províncias firmaram tratados interprovinciais de integracão...

Região do Norte Grande Argentino é formada pelas províncias de: Catamarca, Corrientes, Chaco, Formosa, Jujuy, Misiones, Tucumán, Salta e Santiago del Estero.

Região do Nuevo Cuyo é formada pelas províncias de: La Rioja, Mendoza, San Juan e San Luis.

Região Centro é formada pelas províncias de: Córdoba, Entre Ríos e Santa Fe.

Região Patagônica é formada pelas províncias de: Chubut, La Pampa, Neuquén, Río Negro, Santa Cruz e Terra del Fuego, Antártida e Islas del Atlántico Sur.

Cidades principais – Buenos Aires (capital da Nação), Córdoba, La Plata, Luján, Mendoza, Rosario etc.

Patrimônios da Humanidade:


Jardim Zoológico de Buenos Aires

Jardín Zoológico de Buenos Aires
Endereço: Republica de la India, 2900 – 1425 Buenos Aires – Argentina
http://www.corrientes.com.ar/instituciones/zoo
Av. Sarmiento y Las Heras?

Em 30/10/1888, Domingo Faustino Sarmiento (ex-presidente) inaugurou o parque Zoológico-Botânico. O primeiro diretor foi um amigo pessoal do general José de San Martín e oficial de Manuel Belgrano, Eduardo Holmberg.

Nota: na coleção há um cartão-postal (Tarjeta Postal) com a inscrição “Recuerdo de mi visita al Jardin Zoologico de Buenos Aires”, cuja imagem impressa em relevo mostra 9 aspectos do zoológico e também duas efígies, uma de Sarmiento (fundador del Jardin) e Clemente Onelli (actual Director).

O segundo diretor, Clemente Onelli, trouxe a primeira girafa do zoológico, em 1912. Há fotos nos arquivos do jornal “La Nación” que ilustram sua chegada a pé, a partir do porto da cidade, no bairro La Boca. Esse fato causou grande alvoroço nos periódicos do dia seguinte... Algumas fontes dizem que Onelli divulgava o “novo” zoológico passeando com uma girafa de cinco metros pela cidade de Buenos Aires...

Nota: O Jornal La Nacion (http://www.lanacion.com.ar/) oferece em seu buscador arquivos desde 11/12/1995, infelizmente...

O terreno atual onde está localizado o jardim pertenceu a uma zona ribereña sobre o rio la Plata. Localizado no bairro de Palermo, suas jaulas e pavilhões são interessantes porque têm desenhos arquitetônicos que refletem as origens dos animais...

Possui cerca de dois mil e quinhentos animais, sendo de 350 espécies distintas, 89 de mamíferos, 49 de répteis e 175 de aves. O espaço tem 18 hectares e um perímetro de 1900 metros, sendo 60% destinado aos recintos dos animais.

Recebe cerca de 3 milhões e meio de pessoas por ano, sendo 40 mil visitantes, em média, a cada fim de semana – parece que é o terceiro zoológico mais visitado do mundo!

Emissões filatélicas:
– Série de 3 valores emitida em 15/12/1984 “Pinturas Argentinas”, cujos selos mostram as obras: “El Congreso Iluminado”, de Francisco Travieso ($20), “Galpones (La Boca)”, de Marcos Borio ($20) e “Vista del Jardin Zoologico”, de Firmín Eguía ($20a). Yvert: 1449/1451. Tenho também o FDC.
– Série emitida em ?, de 3 selos com pinturas infantis sobre o Natal... Scott: 1490/1492. Yvert: 1446/1448. JT?

– Cartão-postal “Nº 50 Buenos Aires Jardin Zoológico” antigo e usado. Tamanho: 13,8x9cm.
– Cartão-postal “Nº B 43 Buenos Aires Jardin Zoologico” com um casal de elefantes-asiáticos.
– Cartão-postal “PHUA, VICTORIA PORTEÑA”, filhote de elefante-asiático.

Cartão-postal do Jardim Zoológico de Buenos Aires... NT

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Clemente Onelli

Explorador, naturalista, etnógrafo, promotor das riquezas nacionais, diretor do zoológico de Buenos Aires. Nasceu em Roma no ano de 1864 e chegou na Argentina em 1888. Onelli se presenta al Director del Museo de La Plata, D. Francisco P. Moreno, con una carta de recomendación del Dr. Pedro Arata, y documentación del Museo Romano della Sapienza, del que Don Clemente era enviado para conseguir colecciones animales. Hacia 1904, el Presidente Julio A. Roca, le ofrece la Dirección del Zoológico de Buenos Aires, cargo que Onelli acepta y desempeña ejemplarmente durante 20 años.

Allí empieza a forjarse el personaje reconocido por toda la ciudad. Realiza mejoras en el zoo, convirtiéndolo en un verdadero paseo: construye fuentes de agua surgente, una de ellas “medicinal”, de la cual termina vendiendo frasquitos con su curativo elixir para recavar fondos para el zoológico; construye recintos con la arquitectura acorde al país de origen de los animales (sus pensionistas); trae él mismo, y caminando, una jirafa desde el puerto de Buenos Aires hasta el zoo, causando así un gran revuelo en las calles y periódicos del día siguiente, promocionando de esa manera el “nuevo Jardín Zoológico”; hechos como estos, darían origen a un popular latiguillo de la época, ante anécdotas o sucesos asombrosos de cualquier índole se diría: “Son cosas de Onelli”.

Pero fundamentalmente, en 1922, ocurre un hecho que conmocionaría a la ciudad revolucionando al mundo científico: la aparición de un plesiosaurio en los lagos del sur. El ingeniero Emilio Frey lo recuerda de la siguiente manera: Don Clemente me mandó llamar y me mostró una carta que había recibido del pintoresco gaucho-yanqui Martín Sheffield, en la que tentaba al inquieto director del Jardín Zoológico con la posibilidad de incorporar a sus colecciones a un extraordinario ejemplar de enormes dimensiones, cuyo rastro Sheffield “venía siguiendo”.

Envuelto en la creación de la primer área protegida del país, sustentando la base del sistema de Parques Nacionales, podemos recordarlo como un pionero de la Patagonia y como el gran promotor de la belleza natural, la cultura y riquezas que encierra el sur argentino, expresado largamente en su fundamental obra “Trepando los Andes”. Hoy llevan su nombre un ventisquero del Lago Argentino, un pueblo de la Pcia. De Santa Cruz, un cerro de la cordillera, una sala del Museo de Luján, y un camino del Jardín Zoológico, en donde un busto de bronce y mármol nos recuerda a otro de los tantos gringos buenos que amaron e construyeron nuestro país, a otro de nuestros héroes civiles. Morreu em 20/10/1924.

Fundación Vida Silvestre Argentina
Defensa 251 Piso 6 “K” (1065) Buenos Aires.
informa@vidasilvestre.org.ar – http://www.vidasilvestre.org.ar/

A foto P&B abaixo (lado direito da tela), que não está muito boa, mostra Clemente Onelli (1864-1924) de óculos no dia em que assumiu como diretor do Jardim Zoológico, em 1904. Do lado esquerdo, cartão fotográfico com a inscrição: “Recuerdo del Paseo al Jardin Zoologico, Buenos Aires, 1910”; atrás foi anotado que o retrato foi tirado em 10 minutos...

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O jornal e o próprio zoológico informam que a primeira girafa chegou em 1912... entretanto na coleção tenho um cartão-postal que mostra um casal de girafas e que foi circulado em 1911...

– Cartão-postal colorido com casal de girafas: “Nº 509 Buenos Aires – Jardin Zoologico”, Edicion Z. Fumagalli – B. A., circulado para Moravia, Áustria, em 9/08/1911, com porte pago de 5 centavos. Abaixo, cartão-postal igual, mas sem uso, adquirido de Maurício em 25/09/08.

– Cartão-postal colorido com casal de girafas: “Nº 504 Buenos Aires – Jardin Zoologico”, Edicion Z. Fumagalli – B. A., circulado para Chartres, França, em janeiro de 1913, com porte pago de 5 centavos na frente.

– Cartão-postal P&B com casal de girafas: “Nuevos Pensionistas del Jardin Zoologico”, Nº 373a, Editor R. Rosauer, Rivadavia 571 – Buenos Aires; franqueo de 4c. (Interior) e 6c. (Exterior).

– Cartão-postal P&B com apenas uma girafa sendo observada por um menino com o pai: “R.A. – Bs. Aires – Palermo, Jardin Zoológico”, S Nº 44 – Impresso Máquina Johannisberg.

– Cartão-postal com fotografia P&B que mostra um casal de girafas sendo observada pelo público: “Buenos Aires, Jardín Zoológico (Jirafas)”, Industria Argentina. Provavelmente data dos anos 60...

– Em 1988, uma girafa morreu vítma de ter ingerido algo que o público lhe jogou...

– Em 1992, chegou “Joari”, do Zoológico African Safari, do México. Ela e um macho que já existia no zoológico compartirlharam do recinto com avestruz e cabras-africanas...

– Numa manhã de abril, depois de um parto trabalhoso, “Joari” deu a luz a um filhote de 50kg e 1,85m de altura. Em poucos minutos ele se pôs de pé e começou a mamar. Parece que o seu nome foi votado através das crianças que visitaram o zoológico... De qualquer maneira, Gabriel Luna – que além de ser o cuidador das girafas, tem um profundo amor por elas – confessa que chama a pequena girafa de “Jackie”. A equipe de nutrição lhe oferece uma dieta muito variada, à base de alfafa seca e fresca, cenouras, cebolas, brotos de soja, maçãs e alimentos balanceados. Mesmo assim, a comida preferida de “Pocho” são as folhas de acácia, e sempre que pode, estica seu longo pescoço para alcançá-las das árvores próximas ao recinto.

“Pocho” é um macho adulto que vive no Zoológico há muitos anos. Muito amigável, costuma estirar o pescoço buscando os afagos de seu cuidador... Ambas fotos abaixo eu mesmo tirei em agosto de 1998, quando conheci “Pocho” e a fêmea “Yoari”, também o hipopótamo “Poroto”, os orangotangos “Marisa, Rafael e Connie”, a elefante “Mara” e três chimpanzés, sendo o mais velho e famoso deles chamado “Martín”. Já havia constatado em 05/1997 que neste zoológico existem girafas da subespécie?

Em outubro daquele mesmo ano, foi celebrado o 110º aniversário com uma mostra fotográfica que reuniu 110 fotografias retratando o zoológico nas distinas décadas, desde que formava parte do “Jardín de Fieras” no casarão do governador Juan Manuel de Rosas, em 1835, até a atualidade, como um passeio privatizado.

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30/10/1998, Jornal La Nacion, Publicado en diario de hoy, por Laura García: Los 110 años de un clásico porteño, Una muestra fotográfica retrospectiva, cifras récord de visitantes y nuevos proyectos signan un ambicioso presente.

Unos cuantos corrales, una “casa de las fieras”, varios acuarios, un “departamento para loros” y un “jaulón de fierro para mamíferos chicos”. Esas eran las instalaciones del Zoo porteño cuando, exactamente 110 años atrás, fue separado del parque Tres de Febrero y comenzó a funcionar en forma independiente.

Desde entonces, las transformaciones se sucedieron al punto de que aquel primitivo jardín zoológico poco tiene en común con el que hoy festeja un nuevo aniversario.Y la metamorfosis no se detiene. Federico Chiesa, director general del paseo, anticipó a La Nación que en el transcurso de 1999 se invertirán alrededor de 5 millones de dólares en nuevas obras.

Y garantizó, además, que las novedades no pasarán inadvertidas: entre los proyectos figuran desde nuevos recintos para orangutanes y osos polares hasta un delfinario y un túnel transparente para tiburones. También se montará una reproducción de selva tropical similar a las existentes en otras partes del mundo, se construirá una nursery donde podrá observarse a las crías recién nacidas y comenzará a funcionar un consultorio externo para mascotas silvestres.

Con un récord de 3.500.000 visitantes al año – cifra que supera en más de un 10 por ciento a la cantidad de público recibida el año último – , el Zoo de la Ciudad de Buenos Aires es actualmente el tercero más visitado del mundo.

Anécdotas y recuerdos:

– Este año, las autoridades del Zoo parecen haber cedido a la nostalgia, y para celebrar la ocasión organizaron una minuciosa retrospectiva fotográfica que será inaugurada hoy, a las 10, por el jefe de gobierno porteño, Fernando de la Rúa.

– Es que la historia del Zoo abunda en anécdotas y detalles desconocidos. Pocos saben, por ejemplo, que su antecedente más remoto es la colección de yaguaretés, guanacos, ñandúes y otras especies autóctonas que Juan Manuel de Rosas poseía en su residencia veraniega de Palermo para divertimento de sus invitados extranjeros.

– Durante la gestión de su primer director, Eduardo Holmberg, el Zoo comenzó a incrementar poco a poco su colección de ejemplares, muy pobre hasta ese momento. En 1893, los diarios de la época anunciaban con grandilocuencia el inminente arribo a la ciudad del primer erizo en cautiverio.

– También por esos años se construyó la mayoría de los recintos. Pero, a diferencia de la tendencia actual de recrear los ambientes naturales originarios, los animales eran confinados en espacios exiguos, de techos bajos y enrejados.

– Otra particularidad era que cada uno de ellos respondía al estilo arquitectónico predominante en los países de procedencia de los animales. De allí que todavía hoy sea posible observar desde templos indostánicos hasta pagodas japonesas junto a las instalaciones más modernas.

– Entre las diversiones que ofrecía el Zoo en esa época, una de las más curiosas eran los paseos en elefante, camello y caballos petisos que hacían el deleite de los más chicos.

– Pero aquellos tiempos también se caracterizaron por serias limitaciones materiales. Cuando, en 1912, llegó al puerto una jirafa, los cuidadores cayeron en la cuenta de que no tenían cómo trasladarla hasta el Zoo. Entonces decidieron atarla del cuello y llevarla caminando, como si se tratara de una mascota. El asombro de quienes se cruzaron en su camino debe de haber sido digno de verse.

Los últimos años:

A partir de mediados de este siglo, los signos del abandono y la desidia se volvieron cada vez más evidentes en el zoológico porteño. Un ejemplo extremo fue lo ocurrido en 1973, cuando 39 animales murieron a raíz de una epidemia provocada por la ingesta de alimentos en mal estado. En la década del 80, cuando la hiperinflación asolaba al país, la situación ya era tan extrema que los veterinarios del Zoo se veían obligados a ir al Mercado Central a última hora para adquirir las frutas y verduras sobrantes a precios más bajos. Sin embargo, algunos de los episodios más nefastos en la historia del paseo fueron desencadenados por los propios visitantes. Muchos recordarán la triste noticia de la muerte de un hipopótamo, en 1985, y de una jirafa, en 1988, luego de haber ingerido latas de gaseosas y bolsas de polietileno arrojadas por el público. Su polémica privatización, en febrero de 1991, consiguió modificar un rumbo que a muchos parecía inexorable. Y poco a poco, el Zoológico comenzó a renacer. Fue así como después de muchas décadas se construyeron nuevos recintos, se adquirieron ejemplares y volvieron a producirse nacimientos. Hoy, además de atraer a millones de personas, el Zoo asegura la preservación de muchas especies amenazadas, como en el caso del Proyecto Cóndor, iniciado en 1991. Sin ir más lejos, el lunes próximo se liberarán dos pichones en los Andes venezolanos, donde esa especie ya se ha extinguido. Alentados por estos resultados, en 1999 el Zoo también pondrá en marcha un programa de inseminación artificial. Es por eso que el gerente técnico del Zoo, Daniel Aguado, repite una y otra vez que “los zoológicos son el Arca de Noé del año 2000”.


– Adiós a la mamá Jirafa en el zoológico Porteño, by Lic. María Cecilia Ausades

El 18/06/2002, falleció en el Zoológico de Buenos Aires la Jirafa hembra, con 7 años de edad (Yoari), dejando huérfana a una jirafita de 2 años. Madre y cría estaban separadas del macho desde el nacimiento de la cría. Según información recibida, esta Jirafa hace un tiempo se había caído, razón por la cual la habrían colocado en el recinto interno, pero nuevamente volvió a caerse y se constató que se había golpeando la cabeza contra las paredes. Finalmente murió.


25/05/2007: En el día de la Patria, el Zoo de Buenos Aires bautizó a cinco de sus nuevos animales. Se trata de los tigres Blancos, el Oso de Anteojos y la jirafa bebe del Zoo. Miles de chicos participaron de la elección de los nombres y algunos padrinos estuvieron presentes durante el sorteo. Así, los cachorros de tigre se llaman Rita, Gerard y Pipi; la jirafita “Valentin” y el osito de anteojos, Julián. Cinco niños se convirtieron en padrinos de los bebes, así como también recibieron regalos y la credencial para seguir de cerca el crecimiento de sus exóticos ahijados.

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Jardim Zoológico e Botânico de La Plata

Jardin Zoologico y Botanico de La Plata
52 y 118. 1900 Endereço: La Plata – Argentina
http://www.jardinzoologico.laplata.gov.ar/

Los diarios de fines de siglo XIX relatan la existencia de una pequeña colección de animales enclavada en el incipiente Paseo del Bosque, cerca del casco fundacional de la antigua Estancia Iraola. Así es como el 16 de octubre de 1907, por iniciativa del entonces gobernador de la provincia de Buenos Aires Ignacio D. Irigoyen se funda el Jardín Zoológico de La Plata por la ley 3.059 que en su artículo primero reza: “autorizase al Poder Ejecutivo para invertir hasta la suma de 5.000 pesos moneda nacional en la formación de un Jardín Zoológico dentro del Paseo del Bosque de esta ciudad”.

“GHALI” es un macho cuyo nombre en Suahili, que en el dialecto del África Oriental, significa “Querido”. Llegó a nuestro Zoo en 1993 a los cuatro años de edad proveniente de un zoológico de Alemania. Actualmente mide 4.10 metros aproximadamente y consume casi 13Kg. de frutas, hortalizas, cereales, alimentos balanceados y alfalfa por día.

Eu e a girafa macho baringo “Querido”... Foto by Marcos Mandarano, 14/08/1998.

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Outros zoológicos:

– Zoo Cordoba – Cordoba, Argentina

– Zoo Lujan (Em outubro de 2008 não tem Jirafas...)
http://www.zoolujan.com/ – info@zoolujan.com

– Jardin Zoologico Mendoza
http://www.zoo.mendoza.gov.ar/

Fundado em 1903... Em Junho de 2008 não tem Jirafas...

– Fundación Temaikèn
Ruta Provincial 25, Km. 0.700
1625 – Escobar
Buenos Aires (BS) Argentinia (AS)
http://www.temaiken.com.ar/

O Zoológico de Temaikén, no distrito de Escobar, está localizado a 50km da Capital Federal... Em Junho de 2008 não tem Jirafas... Estabelecido em 2002, possui 225 espécies e é operada pela fundação. O nome, Temaikèn, means “Land of Life”, na linguagem Tehuelche; an aborigine tribe that inhabited as terras da Patagônia. The Park has been constructed as a real Nature Interpretation Centre and based on the “2005 Future Zoo”...


RODOVIA 40 – A rodovia mais longa e espetacular da Argentina. A mágica rodovia nacional 40, através de mais de 5.000 Km pela Cordillera de los Andes, chega desde Cabo Vírgenes (Santa Cruz) até La Quiaca (Jujuy). Sobe sobre o nível do mar até quase 5.000 metros, atravessa 236 pontes, atravessa 18 importantes rios, beira 13 grandes lagos e salinas, leva 20 reservas e parques nacionais, e conecta com 27 passos cordilheiranos. A RN 40 (rodovia nacional 40), criada em 1935, une de sul a norte onze províncias de três regiões do país. Patagonia: Santa Cruz, Chubut, Río Negro e Neuquén. Cuyo: Mendoza, San Juan e La Rioja. Norte: Catamarca, Tucumán, Salta e Jujuy.

– Na Província de Santa Fé estão localizadas a cidade de Rosario (306 Km de Buenos Aires), a capital da província, Santa Fe de la Vera Cruz (475 Km de Buenos Aires), entre outras cidades como Arroyo Seco, Cayastá, Esperanza, Moisés Ville, Rafaela, San Carlos Centro, San Javier e San Lorenzo... Nota: Na coleção há um cartão-postal circulado sobre o Jardim Zoológico de Rosário de Santa Fé (o qual eu acho que não existe mais), da coleção Morchio Vassalli (Nº 28), com data de chegada em 21/04/1905, Montividéo, Uruguai.

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Última atualização: 19/10/2008.
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ZOOLÓGICOS DAS AMÉRICAS