This page is part of © GIRAFAMANIA website / Esta página é parte do site GIRAFAMANIA
Estado Livre da BaváriaCapital: Munique Cidades: Augsburg, Aschaffenburg, Ansbach, Bamberg, Berchtesgaden, Coburg, Fürth, Garmisch-Partenkirchen, Ingolstadt, Munique (München), Nurembergue (Nürnberg – Lebkuchen), Regensburg, Straubing, Würzburg etc. |
![]() |
A denominação histórica de Estado Livre quer dizer que a Bavária (ou Baviera) é um Estado republicano e não monárquico. É o maior Estado alemão em superfície.
Em nenhum outro lugar da Alemanha é cultivada a tradição tão naturalmente como lá: o traje típico não é usado apenas por ocasião de grandes festividades populares, como na anual festa da cerveja “Oktoberfest”, por exemplo, em Munique.
A fronteira do sul da Alemanha é definida pelos Alpes, com o pico mais alto do país, o Zugspitze (2.962 m). No sopé dessa montanha, Garmisch-Partenkirchen é capital dos esportes de inverno. Berchtesgaden é uma famosa estação de férias de montanha.
O Estado possui ainda a região pré-alpina com seus lagos: o Chiemsee e o Königssee, ou ainda o lago Schmalen, em Mittenwald, diante do maciço de Karwendel. A Floresta Bávara (Bayerischer Wald) com seu parque nacional, as florestas Fränkische Alb, Fichtelgebirge e Steigerwald.
A Bavária é rica em extensos parques, como o de Schönbusch nas imediações da cidade de Aschaffenburg, o Hofgarten em Ansbach ou o Parque “Englischer Garten” (Jardim Inglês) em Munique, e em castelos e palácios suntuosos, ressaltando-se os do “rei dos contos de fada” Ludwig II: Lindenhof, Neuschwanstein e Herrenschiemsee.
A cidade de Bamberg, com suas residências (Residenz) em Würzburg, é Patrimônio da Humanidade.
Munique é sinônimo de “Festa de Outubro”, feira de Natal, sendo a porta de entrada para os contos de fada. “Maximilianstrasse” é uma famosa rua de compras. A Ópera do Estado da Bavária, encontra-se em Munique.
Munique possui ainda o Deutsches Museum – a maior coleção mundial da história das ciências naturais e da técnica.
Também numerosas edificações históricas e museus de arte como a Antiga Pinacoteca (Lenbachhaus) e a Nova Pinacoteca (Schack-Galerie) – é uma galeria de novos mestres com base na coleção do Rei Ludwig I da Bavária, compreendendo pinturas do século XVIII até o XX.
A cidade é um centro significativo da ciência e da pesquisa, em decorrência sobretudo das renomadas universidades e de outros estabelecimentos de ensino superior, da Biblioteca Estatal Bávara – uma das maiores da Europa, com mais de 6 milhões de volumes – do Instituto Max Planck de Física do Plasma e de outras instituições.
O aeroporto, que recebeu o nome do antigo governador Franz-Josef Strauss, é um importante ponto de apoio do transporte aéreo internacional. Em fevereiro de 1998, foi inaugurado o novo parque de exposições, localizado na área do antigo aeroporto München-Riem.
Nuremberg, conhecida por seus salsichões e feira de Natal, foi imortalizada na ópera “Os Mestres Cantores de Nuremberg”, de Wagner, muitas vezes representada no Festival de Bayreuth – todos os anos, durante julho e agosto, as óperas de Richard Wagner são representadas durante o Festival de Wagner na cidade – local onde aquele compositor viveu de 1872 a 1883.
No fim do verão, os vinhos novos são abertos em meio ao esplendor barroco e rococó da cidade fortificada de Rothenburg. Nurembergue, a cidade de Albrecht Dürer (1471-1528) e de Hans Sachs (1491-1576), guarda em suas igrejas obras artísticas de alto gabarito do final da Idade Média. Apenas o Museu Nacional Germânico já justificaria uma viagem à cidade.
Joias do barroco e do rococó são as igrejas dos mosteiros de Banz e de Ettal, a basílica Vierzehnheilige e a Wieskirche, próxima a Steingaden. Esta última igreja foi declarada pela UNESCO como patrimônio cultural da humanidade, da mesma forma como a antiga residência do principado episcopal de Würzburg.
Sua escadaria – considerada uma das mais belas do mundo – foi construída por Balthasar Neumann (1687-1753), com afrescos de Giovanni Battista Tiepolo. A residência, os Jardins da Corte e a Praça de Würzburg são considerados Patrimônio da Humanidade.
Além dos Festivais de Munique, há as “Semanas Europeias” de Passau, “A Semana de Bach” em Ansbach e o “Festival de Mozart” de Würzburg. A música folclórica também está viva por toda a Baviera, especialmente por ocasião de numerosas festas, como a “Leonhardi-Fahrt” de Tölz, a “Festa da Paz” de Augsburg, o “Drachenstich” de Fürth, a “Kilianfest” de Würzburg e o “Torneio Medieval” de Kiefersfelden.
A cidade de Oberammergau (município do distrito de Garmisch-Partenkirchen), localizada no vale do rio Ammer, é conhecida principalmente pelas representações da Paixão de Cristo que são feitas a cada dez anos.
De dez em dez anos, realiza-se em Oberammergau a Paixão de Cristo, tradição desde 1634 (a mais recente foi no ano 2000).
Maiores informações: www.bayern.de
O cartão-postal mostra a catedral (ao fundo) e o prédio da Prefeitura com sua torre (Neuen Rathaus), na praça da prefeitura (Marienplatz), em Munique.
![]() |
BAVÁRIA (português) – BAYERN (alemão)
Moeda em 1849: 60 Kreuzer = 1 Guilden | Moeda em 1874: 100 Pfennig = 1 Mark
Reinado no sul da Alemanha, estabelecido em 1804. Capital: Munique. Emitiu selos entre 1849 a 1920. Depois da Primeira Guerra Mundial, declarou-se República. Perdeu sua autonomia postal em 31/03/1920.
O primeiro selo postal foi emitido em 1/11/1849 (Scott: 1, SG: 2), ele é preto e tem valor facial de 1 Kreuzer. Portanto, o primeiro selo da Alemanha veio da Bavária, chamado de “1 Kreuzer preto do Reinado” ou “Schwartzer eisner” mudado para “the black one”.
![]() |
| CURIOSIDADE |
O primeiro selo postal do mundo sobre a Virgem Maria foi emitido em 14/02/1920 (abaixo, lado direito – Scott: 247, Y&T: 41).
Emitido no Estado da Bavária, representa a famosa coluna mariana localizada na praça da prefeitura (Marienplatz), em Munique. Tal coluna comemora a vitória de Maximilian I sobre os turcos, em 1620, perto de Praga, anunciando Maria como patrona da Bavária.
Do lado esquerdo, também de 1920 (SG: 127), um selo com valor facial de 1 marco e sobrecarga “Deutsches Reich”.
Imagem do site Mary on Stamps – www.udayton.edu/mary/resources/marystamps.html
![]() |
![]() |
Seção: TURISMO – MUNIQUE
São Paulo, 17 de fevereiro de 1999.
Desde pequeno, por causa de meu tipo físico, sou chamado de alemão!
Não sei se foram o genes, o apelido ou o valor que adquiri à cerveja mais tarde que, em alguns momentos de comemoração e felicidade na minha vida, adoro beber cerveja até “cair”...
Falando-se em cerveja, lembra-se mesmo dos alemães festeiros, comendo muitas salsichas e bebendo sem fim naqueles enormes “canecões”... Sendo assim, a viagem dos meus sonhos não poderia ser noutro lugar se não na “Oktoberfest” de Munique...
Munique nasceu num local que antes abrigava um mosteiro beneditino (München, em alemão, refere-se a monges), a capital do antigo Ducado e depois reino da Baviera é desde o século XIX um importante centro cultural...
Munique possui, com direito, a fama de ser uma metrópole internacional com coração... Em seu centro histórico, a “Marienplatz”, destaca-se a imponente torre da “Neuen Rathaus” (a prefeitura)...
Às onze horas de cada manhã, sob os primeiros acordes dos carrilhões instalados, na torre centenária, uma multidão de turistas se aglomera na praça em frente, e com o olhar fixo para o alto durante os cinco minutos seguintes, assiste-se num espetáculo rápido, mas de grande atração, vistosos bonecos que ao badalar dos velhos sinos, executam um torneio de cavaleiros e uma dança típica da Baviera...
Sua igreja mais antiga – a “Peterskirche”, Igreja de São Pedro, data do século XIII, e a “Frauenkirche”, a catedral, foi concluída em 1488. O Jardim Botânico tem espécies de todo o mundo...
E a coleção de pinturas de Michelangelo, El Greco, Rembrandt e muitos outros mestres faz da “Alte Pinakothek” um museu que se iguala aos melhores do mundo...
Além disto e tudo mais que a cidade oferece, sonho na verdade em beber muita cerveja no “Biergarten” (Jardim da Cerveja)... Imaginem só: um jardim da cerveja! Era tudo o que eu mais queria na vida... Aqui se localiza a maior cervejaria de Munique – a “Augustiner-Keller”, comporta 5 mil pessoas em mesas distribuídas pelos ambientes de um antigo convento...
Conta a história que tudo começou em 1810, numa grande celebração para o casamento do príncipe Ludwig da Baviera com Teresa da Saxônia...
Hoje, aquela festa é lembrada através da “Wies'n”, que é como chamam os habitantes da cidade a “Oktoberfest”... Um dos primeiros grandes eventos é a Grande parada dos Senhores de Terra e Cervejarias, com mais de mil participantes em carroças e cavalos ricamente decorados... lembrando até a nossa festa mais famosa – o carnaval...
Enfim, será um problema hereditário? Será que o meu avô gostava tanto de cerveja como eu? É um “mal” do meu apelido? Será que a minha mãe me dava cerveja na mamadeira? Não sei, mas o que eu quero mesmo é engolir, absorver, ingerir e impregnar-me com a cerveja, tornando-me um beberrão por apenas alguns dias...
E depois dançar, brincar, cantar, abraçar, e num “estado de embriaguez”, divertir-me muito... numa verdadeira e autêntica “Oktoberfest”! Que viagem inesquecível! Que sonho de viagem!
PS: Visitei a cidade em agosto de 2004...!
Cartão-postal com aspectos da cidade de Munique.
![]() |
A Oktoberfest de Blumenau, em Santa Catarina, é uma animada festa popular que combina música, dança e culinária alemãs e é o maior evento do gênero em toda a América. Segundo os organizadores, a Oktober de Blumenau perde em tamanho apenas para a festa de Munique, na Alemanha.
O chope e a cerveja em abundância, além dos tradicionais pratos da culinária alemã e da alegria dos participantes, atraem brasileiros de todo o país. A Oktoberfest envolve toda a cidade, mas se centraliza no complexo de pavilhões e instalações da Fundação Promotora de Exposições de Blumenau (Proeb), no Bairro da Velha.
O complexo, denominado Parque da Oktoberfest, tem uma área de 39 mil metros quadrados, sendo 21 mil de área construída. A maior parte das construções tem arquitetura com características alemãs, como a Vila Germânica, um conjunto de lojas onde os visitantes encontram todos os tipos de lembranças de Blumenau e também artigos para a festa, como canecões de chope.
A rua XV de novembro, principal via do Centro de Blumenau, é onde se realizam os desfiles de carros alegóricos no decorrer dos dias de festa. Participam dos desfiles bandas típicas, grupos folclóricos, clubes sociais, grupos teatrais, a rainha e as princesas da Oktoberfest, clubes de caça e tiro, representantes das festas de outubro de outras cidades catarinenses, entre outros.
História da festa
A Oktoberfest de Blumenau se tornou uma das festas mais populares do Brasil em apenas uma década. Ela é inspirada na festa homônima alemã, que teve origem há 192 anos, em Munique.
Tudo começou em 12/10/1810, quando o Rei Luis I, mais tarde Rei da Baviera, casou-se com a Princesa Tereza da Saxônia. Para festejar o enlace, organizou uma corrida de cavalos. O sucesso foi tanto, que a festa passou a ser realizada todos os anos com a participação do povo da região.
A festa ganhou uma nova dimensão em 1840, quando Munique recebeu o primeiro trem transportando visitantes para o evento. Desde então, passaram a ser montadas barracas com várias atrações. A cerveja, proibida desde os primeiros anos, só começaria a ser servida em 1918.
Por consequência das guerras e pela epidemia de cólera, a Oktoberfest deixou de realizar-se 25 vezes. De 1945 até hoje, aconteceu ininterruptamente. Atualmente, a Oktoberfest de Munique recebe quase 10 milhões de pessoas por ano. O consumo de cerveja chega a 7 milhões de litros!
As atrações da festa
O chope é servido em 50 bicas espalhadas pelo complexo da Proeb. Um dos maiores sucessos da oktober é o Concurso Nacional dos Tomadores de Chope em Metro. Vence quem tomar mais rápido os 600 ml de chope contidos numa tulipa de 1 metro. O recorde é de 10s78. O concurso ocorre todas as noites no Pavilhão D.
A diversão segue na parte externa que ladeia o Pavilhão A da Proeb. Se o turista prefere fazer compras, pode ir até a Vila Germânica, um centro de lojas com tudo o que se precisa para divertir-se na Oktoberfest.
Inveções malucas
Os desfiles da Oktoberfest reúnem folclore, tradição e diversão. Mas, além disso, leva às ruas as mais malucas invenções, quase todas ligadas ao amor pelo chope.
Entre eles estão a Choppmotorrad (moto do chope, que já distribuiu mais de 20 mil litros de chope gratuitamente), o Bierwagen (carro da cerveja, sempre presente nos desfiles), a Centopeia do Chopp (bicicleta articulada de 28,5 metros de comprimento e 17 lugares e com um sistema de som com 2000 Watts de potência) e a Locopeia (réplica de uma locomotiva com uma chopeira esculpida em forma de vaca: basta acionar o seu rabo para que jorre o chope).
Existem ainda outras máquinas, como o Bondepeia, a Garotapeia e o Fuscopteropeia. Todos aparelhos vem do “Planetapeia”, criado pelo empresário Nerino Furlan.
PÁGINA DA EX-ALEMANHA OCIDENTAL
Última atualização: 24/08/2010. |