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PZMQB – PARQUE ZOOLÓGICO MUNICIPAL QUINZINHO DE BARROS
Zoológico de Sorocaba

Em 1916, foi criado oficialmente em Sorocaba, o primeiro “Jardim dos Bichos”, na Praça Frei Baraúna, que durou aproximadamente até 1930, mantendo-se espécies da fauna brasileira como jacarezinho, bicho-preguiça, onça, veado, macacos, serpentes e aves, especialmente araras.

Desde 1930, não se tem notícia de outro Zoológico em Sorocaba, até 1965, quando a Prefeitura Municipal de Sorocaba determinou o aproveitamento de extensa faixa marginal do rio Sorocaba, construindo um interessante Jardim para recreio da população.

Moradores da vizinhança sugeriram a colocação de alguns animais para o embelezamento da área, colocando em exposição algumas aves, depois apareceram outras aves, dois macacos-pregos, construiu-se um aquário e com este acervo estava iniciado o segundo “Jardim dos Bichos”, chamado “Jardim da Margem” ou “Marginal”, inaugurado festivamente em 1966.

Na época, a Prefeitura Municipal de Sorocaba estava empenhada nas negociações com a velha chácara “Quinzinho de Barros”, de propriedade da família Prestes de Barros.

Em 30/11/1966 realizou-se a transferência da chácara para a Prefeitura Municipal de Sorocaba, através de escritura de desapropriação amigável da seguinte forma:

Os animais existentes no “Jardim da Margem” foram transferidos para chácara, dando origem ao Parque Zoológico Municipal Quinzinho de Barros, inaugurado em 20/10/1968.

Hoje, o Parque Zoológico Municipal Quinzinho de Barros é um jardim zoológico situado na Vila Hortência, dentro da região sul da cidade de Sorocaba, interior do Estado de São Paulo, sendo considerado o segundo zoológico do Brasil em número de espécies.

Com uma área de cerca de 130.000 m² (136 mil metros quadrados), tem em seu interior uma faixa de Mata Atlântica de transição em estágio secundário, um lago, o Museu Histórico Sorocabano e abrigava em 1992, segundo levantamento feito pela Sociedade de Zoológicos do Brasil, um total de 1.487 espécimes de 353 espécies entre mamíferos, aves e répteis, sendo 70% pertencentes à fauna brasileira, tendo dentre elas 36 espécies ameaçadas de extinção.

“Raisa” e “Sandro”, repectivamente uma fêmea e um macho de elefante-asiático, parece que ambos nasceram em 1971 – a fêmea foi para o Zoo do Beto Carrero em 1995... (confirmar)

No acervo há três espécimes de gato-mourisco, sendo 2 fêmeas, “Clara” e “Soneca”, e 1 macho chamado “Simba”...

Com a classificação “A”, a mais alta outorgada pelo IBAMA, o zoológico é referência na América Latina no que se refere a lazer, pesquisa, preservação e educação ambiental e recebeu em 2007 mais de um milhão de visitantes, dentre eles estudantes de 81 cidades do estado de São Paulo.

O trabalho ali desenvolvido recebe apoio e reconhecimento de várias entidades nacionais e internacionais, tais como Smithsonian Institution, World Wide Fund for Nature, U.S. Fish and Wildlife Service, Fundação O Boticário de Proteção à Natureza, Fundação Pró-Natureza, entre outras.

O Museu de Zoologia abriga cerca de 800 peças entre animais taxidermizados, crânios, patas, bicos, peles, ovos, ninhos, etc., de diversas espécies brasileiras e exóticas. Os animais que compõem tal acervo vieram a óbito no zoológico ou chegaram mortos trazidos pela Polícia Ambiental, Corpo de Bombeiros, IBAMA e órgãos credenciados e, então, incorporados ao acervo do museu sendo utilizados como subsídio didático em palestras, aulas e exposições realizadas pelo parque ou, quando retirados sob condição de empréstimo, em escolas e outros espaços formais e não-formais. Conheça a lista de espécies disponíveis para empréstimo:

Em 15/08/1954 foi emitido o selo 3º Centenário de Sorocaba, Tricentenário da Cidade de Sorocaba (SP), com valor facial de Cr$ 0,60 centavos de cruzeiros, cuja imagem mostra a efígie de Baltasar Fernandes. Picotagem: 11½ x 11. Tiragem: 1.000.000 selos. Impressão: Rotogravura. Yvert: 585. Scott: 803. Michel: 844. RHM: C-343. A fotografia ao lado retrata um aspecto do Parque em 1968.

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Abaixo, texto do sítio da Prefeitura Municipal de Sorocaba – sorocaba.sp.gov.br (clique em Conheça Sorocaba)
Palácio dos Tropeiros – Avenida Eng. Carlos Reinaldo Mendes, 3.041
Alto da Boa Vista – Sorocaba (SP) – CEP: 18013-280

O Parque Zoológico Municipal “Quinzinho de Barros” foi fundado em 20/10/1968 e passou a abrigar o Zoológico de Sorocaba, que anteriormente ficava na margem do Rio Sorocaba, próximo à ponte da rua Quinze de Novembro.

Considerado um dos mais completos da América Latina é o cartão-postal de Sorocaba. Destaca-se por suas características que se apoiam na educação, lazer, pesquisa e conservação.

Inserido nesse contexto, tem contribuído para o conhecimento das espécies por meio de parcerias com as maiores Universidades do País, obtendo sucesso na criação de animais brasileiros ameaçados de extinção, como o tamanduá-bandeira, entre outros.

O zoológico foi totalmente revitalizado em 2004, e os novos recintos incorporam as mais modernas técnicas de exibição, como fossos para macacos, aviário onde os pássaros voam em volta do visitante e grandes painéis de vidro que permitem a perfeita visualização de ariranhas e ursos, entre outros.

Em meio à exuberante vegetação, que reúne árvores centenárias com bem cuidados jardins, exibe um belíssimo lago emoldurado por um trecho de Mata Atlântica. O visitante tem à disposição, ainda, quiosques de apoio para piqueniques, sanitários e uma bem montada lanchonete debruçada sobre o lago.

A cozinha do zoo fornece alimentação para mais de 1.000 animais de 300 espécies diferentes, com recintos distribuídos harmonicamente em área de 120.000 m². As instalações técnicas, como a creche e o completo hospital veterinário oferecem, além dos serviços básicos, a oportunidade de treinamento para estagiários e estudantes, funcionando como verdadeiros laboratórios de pesquisa.

O programa de educação ambiental é referência no Brasil e atende os mais diversos graus de escolaridade e segmentos etários, durante todo o ano.

— Parque Zoológico Municipal Quinzinho de Barros – PZMQB (zoo.sorocaba.sp.gov.br)
Rua Theodoro Kaizei, nº 883 – Vila Hortência
Sorocaba (SP) – CEP: 18021-020
Telefone: (15) 3227-5454 / 3227-5511
Nota: Por telefone em 17/10/08, Soraia deu a programação de aniversário que foi comemorado no domingo dia 19/10/08, a partir das 13h30; também indicou a Miriam da administração para pedir o carimbo...

– A/C: Diretoria / Administração. Devolveu o envelope circulado dentro de um envelope timbrado do zoológico, mais logotipo da WWF e outra da FUNATURA – Fundação pró-natureza (educando para conservação da natureza).

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Desde maio de 2004, o suplemento Infantil Cruzeirinho (www.cruzeirodosul.inf.br/editoriacruzeirinho.jsf) do jornal Cruzeiro do Sul (www.cruzeirodosul.inf.br), publica todos os domingos a coluna “É o Bicho”.

No dia 25/03/2006, Gustavo (zebra), sua irmãzinha (gorila) e sua mãe (girafa), foram passear no Zoológico de Sorocaba. Fotos recebidas em 11/07/2006 (atual.sorocaba@terra.com.br).

XXXII Congresso da Sociedade de Zoológicos do Brasil, de 30/03 a 04/04/2008

2011 (mensagem enviada por Fábio): O debate sobre o movimento existente para que o zoológico municipal adquira girafas para sua coleção de animais tem gerado uma grande polêmica. Ele tem apontado para a necessidade de uma discussão mais profunda: o papel dos zoológicos na atualidade. Acredito que o tema seja relevante por colocar em debate importantes paradigmas relativos à relação dos seres humanos para com os animais e sobre Educação Ambiental. Esperamos contar com sua presença para enriquecer o debate.

NOTA PARA A IMPRENSA: GIRAFAS E ZOOLÓGICOS EM DEBATE NA CÂMARA

Será realizado, na próxima terça-feira, dia 11/10/2011, às 19h30min, na Câmara Municipal de Sorocaba, um debate sobre a intenção do zoológico de Sorocaba de adquirir girafas para sua coleção de animais e o papel dos zoológicos na atualidade. Atendendo uma solicitação do MOVIMENTO EM DEFESA DOS DIREITOS DOS ANIMAIS – MDDA, o presidente do Legislativo sorocabano, vereador Marinho Marte, requereu a realização de uma audiência pública para a realização do debate. O assunto tem ganhado a imprensa e as redes sociais. Tudo teve início a partir da ação de um vereador que, atendendo a solicitação de uma criança (sic), encabeçou o movimento favorável utilizando, inclusive, um abaixo-assinado para convencer o prefeito. A reação veio imediata! Os membros do MDDA, entidade que congrega ONGs e ativistas na área de proteção e defesa dos direitos dos animais, têm buscado convencer a sociedade sobre o que representa “manter um animal em um minúsculo ambiente, longe do convívio dos seus e submetidos ao alvoroço das visitas”. Para os ativistas, não faz diferença se o animal virá das savanas africanas, de um criadouro ou de outro zoológico. “Está na hora de se repensar o papel dos zoológicos. Está no tempo de reavaliarmos paradigmas, especialmente no campo das relações dos seres humanos para com o ambiente e seus integrantes”, defende Gabriel Bitencourt, um dos coordenadores. A proposta de um debate, colocando frente a frente as posições antagônicas sobre o assunto, tem o objetivo de contribuir para que a sociedade possa amadurecer seu posicionamento sobre o tema”, conclui o coordenador. Além dos membros do MDDA, deverão participar, também, representantes do GAP. O debate é aberto a todos interessados e deverá ser transmitido pela TV Legislativa, canal 6 da NET e pela Internet (camarasorocaba.sp.gov.br). Contato: Gabriel Bitencourt (15) 8110-8613.

18/11/2011 – Acontece em Sorocaba: Aniversário do Zoo

A história do Parque Zoológico Municipal “Quinzinho de Barros” começou em 1916, na atual Praça Frei Baraúna, no Centro. Até 1930, o então chamado “Jardim dos Bichos” alojava em condições precárias animais nativos da região, como jacarés, bichos-preguiça, veados, macacos, serpentes e aves. Em 1965, a Prefeitura construiu uma área de lazer com alguns recintos de animais às margens do Rio Sorocaba, entre a ponte da rua XV de Novembro e a Praça Lions. O espaço durou até 1966, quando se iniciou a construção do atual zoológico na antiga chácara da família Prestes de Barros, inaugurado em 20 de outubro de 1968.

E para comemorar o aniversário do Zoo, a Secretaria do Meio Ambiente (Sema) realiza anualmente diversas atividades no parque, incluindo o “Bolo Animal”. Nesse dia, com a ajuda dos tratadores de animais, crianças confeccionam o bolo com os ingredientes da dieta de cada um dos bichos que participaram da atividade e, ao final, entregam o presente a eles. Classificado pelo Ibama na “categoria A” entre os zoológicos brasileiros, o “Quinzinho de Barros” é referência em toda América Latina nas áreas de lazer, pesquisas, educação ambiental, preservação e reprodução de espécies. Dos seus 150 mil m², 17 mil são ocupados por um lago e outros 36 mil por vegetação natural da Mata Atlântica. Atualmente, o Zoo reúne aproximadamente 1.500 animais e mais de 400 espécies. É um dos maiores acervos da América Latina.

Visitei em 03/1987. Última informação: 2011, não tem girafa.

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Ainda na cidade de Sorocaba está localizado o Santuário dos Grandes Primatas, situado em Sorocaba, o GAP (projetogap.com.br), ou Santuário do Projeto GAP Brasil...

01/07/2005: CARTA ABERTA AOS ZOOLÓGICOS DO BRASIL
www.projetogap.com.br/noticias.php?id_not=302

Prezado Sr. Diretor,

O Projeto GAP é um movimento mundial de defesa dos Grandes Primatas (Chimpanzés, Gorilas, Orangotangos e Bonobos), fundado em 1994 pelo ilustre filósofo australiano Peter Singer, autor de um clássico “Animal Liberation”, que marcou história na defesa do Reino Animal em nosso Planeta.

Fazem parte do Projeto GAP pessoas de grande renome na comunidade científica, como Jane Goodall, 40 anos estudando chimpanzés na Tanzânia, dama do Império Britânico e “Mensageira da Paz das Nações Unidas”; Roger e Deborah Fouts, autores do projeto Washoe de comunicação de chimpanzés pela linguagem dos sinais, autores do livro “Nossos Parentes Mais Próximos”; Marc Bekoff, professor de Ecologia e Biologia Evolucionária da Universidade do Colorado e autor do livro “The Cognitive Animal: Empirical and Theorical Perspectives on Animal Cognition”; Birutes Galdikas, fundadora e Presidente da Fundação Internacional do Orangotango, e muitos outros filósofos, antropólogos, biólogos e acadêmicos de muitas profissões.

O objetivo do Projeto GAP é defender os direitos dos Grandes Primatas em nossa Sociedade Humana, de forma que não possam ser explorados, torturados, comercializados e mantidos em cativeiros isolados sem o menor respeito a sua personalidade.

Os Grandes Primatas, em especial os chimpanzés, são muito próximos a nós, têm 99,4% de nosso DNA, têm inteligência, sentimentos e um ancestral comum com o ser humano.

Existe uma necessidade de um tratamento diferenciado a eles em nossa sociedade. Acadêmicos brasileiros importantes, encabeçados pelo Prof° Walter Neves, antropólogo de renome nacional e internacional, asseveram isto em um recente trabalho, que aqui anexamos.

Recentemente, no Congresso da Sociedade Nacional de Zoológicos, em Santa Catarina, fomos informados de que algumas pessoas colocaram em debate as posições do Projeto GAP – Brasil frente aos Zoológicos Brasileiros, fazendo-se comentários como o Projeto GAP era inimigo dos zoológicos brasileiros.

O motivo da presente é deixar bem claro que o Projeto GAP não tem animosidade contra os zoológicos em geral, nossa função é defender os Grandes Primatas, não interessando onde eles estão, denunciar e pedir providências a quem lhe corresponda, para quando algum indivíduo dessas espécies estiver em perigo de morte, ou esteja sendo submetido a um tratamento incorreto.

Consideramos que os zoológicos, em sua maioria também compartilham desta visão e nós temos provas de que é assim, visto que muitos têm colaborado conosco na defesa da vida e saúde destes seres extraordinários.

O Projeto GAP tem um Santuário de Grandes Primatas no município de Sorocaba, São Paulo, onde estão abrigados até esse momento, 35 chimpanzés, muitos deles em péssimas condições de saúde e que sofreram nas mãos de humanos.

Temos vários chimpanzés de zoológicos, assim como de circos e proprietários particulares, que durante anos ficaram em recintos pequenos, isolados, com tratamento incorreto, para o que eles são e precisam.

Muitos dirigentes de zoológicos, veterinários, biólogos que nos conhecem sabem que o Santuário tem o fim de dar uma vida decente e um tratamento diferenciado que estes primatas precisam.

Os conceitos na humanidade têm mudado muito rapidamente nos últimos anos e hoje é inaceitável, a luz dos conhecimentos existentes, manter chimpanzés e outros grandes primatas em recintos pequenos, sem liberdade de movimento, sendo assediados por público despreparado, sem que eles tenham sua privacidade preservada.

As normas para chimpanzés e Grandes Primatas na Europa e América do Norte para mantê-los em zoológicos são sumamente exigentes, os recintos acima de 2000 metros quadrados, devem permitir a eles, se quiser, ficar afastados do público e devem ser mantidos em grupos que permitam uma socialização intensa, que é parte importante na vida destes seres. Infelizmente os zoológicos brasileiros não têm os recursos necessários para proporcionar estes cuidados e seguir estas normas.

Recentemente recebemos um chimpanzé angolano, que ficou alguns anos em um Safary Park em Portugal, aguardando destino. Perguntamos ao dono do Safary Park, Sr. Francisco Simões de Almeida, que o acompanhou em sua viagem até Sorocaba, por quê ele não o manteve em seu parque. Ele nos respondeu “as normas que a União Europeia determina para ter chimpanzés em zoológicos exigem um investimento que nós não podíamos atender. Recintos de mais de 2000 metros quadrados, com fossos de água de 8 metros de largura e 4 metros de profundidade, uma série de enriquecimentos e brinquedos, recintos internos de grande segurança e espaço”.

Nós não temos nada contra que os zoológicos tenham Grandes Primatas, se normas como estas são obedecidas. Por que? Estas normas garantem a saúde mental do chimpanzé, já que ele não precisa estar exposto ao público quando não o desejar e pode interagir com os seus semelhantes dentro de uma liberdade controlada.

Se os zoológicos brasileiros não podem dar este tipo de habitat aos chimpanzés, é melhor desistir de mantê-los e convertê-los em breve tempo em seres doentes, agressivos, que serão muito difíceis de serem recuperados, que em hipótese alguma poderão servir para a educação ambiental dos visitantes desses zoológicos.

Nós desejamos manter um diálogo aberto e franco com todos os zoológicos brasileiros que o desejam. Convidamos desde já a visitar-nos e ver o nosso trabalho. Vários dirigentes de zoológicos e seus veterinários e biólogos que já nos visitaram no passado, constataram o motivo de nossa existência e como os chimpanzés no Santuário podem ser recuperados das doenças comportamentais que exibem.

O nosso objetivo são os Grandes Primatas, as vaidades humanas temos deixado de lado faz muito tempo, esperamos que os dirigentes dos zoológicos saibam encontrar em nós, não um inimigo e sim um parceiro e colaborador, que juntos possamos lutar em prol do respeito ao Reino Animal.

Atenciosamente, Dr. Pedro Alejandro Ynterian – Coordenador Nacional Projeto GAP – Brasil


— Projeto GAP Brasil
A/C: Pedro Alejandro Ynterian
Praça Isaac Oliver, 342 – Vila Campestre
São Paulo (SP) – CEP: 04330-130
Telefone: (11) 5564-9595 – Fax: (11) 5564-9596
projetogap@projetogap.com.br – www.projetogap.com.br

30/11/2007: Ao senhor Pedro Alejandro Ynterian e a todos do PROJETO GAP BRASIL!

Quero comunicar, caso não saibam, que a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) emitiu uma série de seis selos especiais: “Zoológicos do Brasil” – Espaço para Lazer, Educação Ambiental, Conservacionismo e Pesquisa.

Esta emissão foi o resultado de um processo de votação popular realizada pela ECT por meio da internet, em parceria com a Sociedade de Zoológicos do Brasil (SZB), cujo título de campanha foi: “BOTE O BICHO NO SELO”.

A série reproduz os bichos mais votados dentre os que vivem nos zoológicos das diversas regiões geográficas brasileiras: a arara-vermelha-grande (Região Norte), o leão-africano (Região Nordeste), a girafa (Região Centro-Oeste), o elefante-africano (Região Sudeste) e o tigre (Região Sul), além do chimpanzé – escolhido no grupo de animais proposto pela Sociedade de Zoológicos do Brasil (SZB).

Eu fui o artista contratado pelos Correios para realizar três, dos seis selos que compõem esta série. No meu trabalho foram utilizadas técnicas de fotografia e computação gráfica (os outros três selos são pinturas em aquarela).

Quanto ao selo CHIMPANZÉ que é de seu interesse, a fotografia (foto montagem) resulta de duas tiradas no Jardim Zoológico Nacional da África do Sul – Zoológico de Pretoria, em 12/1998. Em segundo plano, o selo apresenta uma paisagem típica da savana africana, bastante similar ao cerrado brasileiro e antílopes órix, os quais vivem em parques e reservas de países da África.

O processo de impressão utilizado pela Casa da Moeda compreende: Ofsete, aplicação de verniz UV sobre os animais e micro letras – as quais mostram os respectivos nomes científicos dos seis animais, no caso (Pan troglodytes) grafado na boca do chimpanzé.

Aceite estes presentes para apreciação. Espero que goste e, talvez, que essas peças filatélicas façam parte do acervo do museu Projeto GAP. Como lembranças (deste que admira o trabalho de todos vocês) seguem:

– uma sextilha, acondicionada em um cartão pessoal autografado, que compõem a série “Zoológicos do Brasil”,
– um Edital dos selos emitido pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT),
– um envelope e um cartão-postal, ambos com o selo chimpanzé aposto e obliterado por carimbo comemorativo de primeiro dia de circulação em 05/10/2007 e
– um pequeno e educativo álbum (produto promocional e de divulgação) criado pelo Departamento de Filatelia e Produtos (DFIP) dos Correios, especialmente para colar os seis selos com os animais que representam os Zoológicos do Brasil.

Por favor, senhor Pedro, se possível gostaria que apenas o envelope circulado e endereçado para o senhor me fosse devolvido, assim, além de enriquecer a minha coleção, o seu nome, assim como do PROJETO GAP BRASIL, poderão compor a maior coleção filatélica de girafas do Brasil. Deixo o convite a todos para conhecer o meu trabalho de colecionador temático no site GIRAFAMANIA.

Espero que gostem. Muito obrigado. Abraços e inté, Sérgio Sakall

— Devolveu o envelope circulado dentro de um envelope timbrado...

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Última atualização: 11/07/2012.
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