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No dia 10/01/2008 foi noticiado na TV o processo de eleição para a escolha de nomes dos três filhotes de girafas que chegaram no Zoo, provenientes da África do Sul, em outubro de 2007.
São duas girafas fêmeas e uma girafa macho, que podem ser vistos no recinto das girafas, ao lado do casal Zagalo e Sapeca. Para participar do concurso, o visitante tem que ter até 12 anos de idade e precisa colocar a cédula de votação (imagem abaixo) na urna em frente ao recinto dos animais. A cédula está disponível nas lanchonetes, lojas do zoo e também na internet.
Fêmea 1: Acácia, Gigi, Mel ou Olívia
Fêma 2: Salomé, Melman, Cristal ou Kibibi (princesa)
Macho: Babu, Salomão, Rafic (sábio) ou Palito
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Em 15/03/2008, o Zoológico de São Paulo comemorou seu cinquentenário. Para ocasião foram lançados um carimbo comemorativo e um selo personalizado “Tangará”, ambos com o logotipo dos 50 anos do zoológico...
Lançamento do Carimbo Comemorativo do Cinquentenário da Fundação Parque Zoológico de São Paulo, dia 15/03/08, às 10h30... Fundação Parque Zoológico, Av. Miguel Stéfano, 4241 – Portão 2 = Região de abrangência: 04/Sul
No mesmo dia, com a inauguração do recinto foi apresentado ao público “Sansão”, um tímido orangotango que chegou do Zoológico de Lisboa, em Portugal, e ainda foram escolhidos os nomes das 3 girafinhas que chegaram no zoológico: Mel, Cristal e Palito.
Com as bençãos de um Frei Franciscano, a imagem de São Francisco foi reinaugurada, após cuidadoso restauro, na Cerimônia de Comemoração dos 50 anos do Zoológico de São Paulo. A escultura do padroeiro da Ecologia foi doada ao Zoológico no ano de 1975 pela Província Franciscana, em comemoração ao seu centenário.
Você ajudou e as Girafinhas ganharam nomes: Cristal, Palito e Mel. Foto enviada por Tatiana...
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Girafas Zoo SP (003), by Marcelo Justo – Folha Imagem, 03/08.
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14/03/2008 – Folha Online (www.folha.com.br), Bichos
Maior da América Latina, Zoo de SP ganha festa para comemorar seus 50 anos
Zoológico de SP, que abriga cerca de 3.500 animais, comemora 50 anos neste sábado
da Folha Online (www1.folha.uol.com.br/.../ult10006u381723.shtml)
Criado em junho de 1957, a pedido do então governador Jânio Quadros, o zoológico de São Paulo, na zona sul da cidade, foi inaugurado oficialmente no dia 16 de março de 1958 e, neste sábado (15), irá comemorar o aniversário de 50 anos.
Atualmente, é considerado o maior zoológico da América Latina em diversidade de espécies – são aproximadamente 450 espécies diferentes – e também está na lista dos dez maiores do mundo no quesito.
A Fundação Parque Zoológico, que administra a “moradia” dos cerca de 3.500 animais, programou uma série de atividades para comemorar o aniversário. A cerimônia deve contar com a presença do governador do Estado, José Serra (PSDB), e do prefeito da cidade, Gilberto Kassab (DEM).
A partir das 9h, a “Turma do Zoo” – personagens com fantasias de animais – abre a cerimônia com uma apresentação. Durante o dia, os personagens vão percorrer o parque convidando as crianças para participarem da cerimônia. Logo em seguida, os visitantes poderão participar de um café da manhã no parque, marcado para as 10h.
Durante a cerimônia, também estão programados a entrega dos prêmios do concurso que escolheu os nomes das três novas girafas que chegaram ao parque – Cristal, Mel e Palito –, além da inauguração do recinto dos Orangotangos, com a apresentação do mais novo morador do zoo, o orangotango Sansão, recém-chegado do zoológico de Portugal. O “parabéns para você” deve acontecer por volta do meio-dia, com o corte de um bolo de aniversário.
História
Ao abrir as portas, em 1958, o zoológico contava com 482 animais, entre veados, onças, jaguatiricas, além do famoso rinoceronte “Cacareco”, que recebeu cerca de 100 mil votos nas eleições para vereador de 1958. Na época, os votos foram entendidos como protesto dos paulistanos contra os demais candidatos e também como uma forma de impedir que o animal voltasse para o zoológico de onde tinha vindo, no Rio.
Os primeiros animais exóticos como leões, camelos, ursos e elefantes foram adquiridos de um pequeno circo particular e os animais brasileiros, como onças e galos da serra, vieram de Manaus (AM).
Em 2001, o Zoológico de São Paulo incorporou a área ocupada pela empresa “Simba Safari”, que foi reaberta ao público como “Zoo Safári”. Atualmente, o parque ocupa uma área aproximada de 824.529 m², em sua maior parte coberta por mata Atlântica. Nas dependências do zoológico está uma das nascentes do riacho do Ipiranga.
Segundo informa sua assessoria de imprensa, desde sua abertura, o zoo de São Paulo já recebeu mais de 77 milhões de visitantes. Só no ano passado, cerca de 1,5 milhão de visitantes passaram pelo parque. O movimento maior acontece em feriados, quando os moradores do parque chegam a ser visitados por até 20 mil pessoas no mesmo dia.
15/03/2008 – Fundação Parque do Zoológico comemora 50 anos
Com a maior coleção de animais da América do Sul, parque é o mais visitado do
Estado
Simone de Marco, da Agência Imprensa Oficial (www.saopaulo.sp.gov.br)
Tetéia, um hipopótamo fêmea com estimados 49 anos, é a mais antiga e o orangotango Sansão e as girafinhas sul-africanas, Mel, Cristal e Palito, os mais novos moradores da Fundação Parque Zoológico de São Paulo, que completa 50 anos neste domingo, 16 de março. São também a cara e a razão de ser da instituição, assim como seus mais de 3,5 mil vizinhos, de 450 espécies, que formam a chamada coleção de animais do local. Entre e las, 200 tipos de aves, 100 de mamíferos e 90 de répteis, além de anfíbios e invertebrados.
No decorrer desse meio século, no entanto, o trabalho desenvolvido no local mudou bastante. Foi ampliado e passou a abranger, cada vez mais, as preocupações relacionadas à conservação do hábitat e à manutenção das espécies fora dos seus muros. Ao se observar essa história, o Zoo muda de cara e ganha as feições de alguns funcionários, que desenharam, no dia-a-dia, essa trilha de objetivos múltiplos. O que convive há mais tempo nessa relação estreita com o mundo animal chegou apenas 10 anos depois que a Fundação foi criada: Mário Borges tem 40 anos de casa.
Completam o perfil do Zoo as expressões de surpresa, curiosidade e alegria manifestadas pelas mais de70 milhões de pessoas que o visitaram durante esse meio século – média de 1,5 milhão por ano. “Quatro gerações já passaram por aqui, o que nos faz presenciar uma situação curiosa: bisavôs trazendo os bisnetos para conhecer o local, onde estiveram com filhos e netos”, comemora o atual diretor-presidente da instituição, veterinário Paulo Bressan. E completa: “Faço parte desse universo, pois vim aqui criança, com meus pais, depois com a escola. O fato de estar aqui como diretor é um prêmio”.
Ele será anfitrião da festa de comemoração que vai acontecer no Parque neste sábado, a partir das 10 horas. Na programação, está a premiação de três das 2.072 crianças que participaram do concurso realizado para batizar as novas girafinhas, vindas da África do Sul em outubro do ano passado. Caio Eduardo Vieira Lourenço, de 6 anos, Fernanda Gomes da Silva, de 9, e Lucas Ferrufino, de 11, foram sorteados entre as 67 crianças que escolheram a combinação de nomes vencedora. Eles receberão presentes e ingressos para o Zoo Safári.
“A promoção teve como proposta aproximar as crianças do trabalho do Zoo e das questões ambientais”, explica a bióloga Fátima Valente Robert, chefe da Divisão de Ensino e Divulgação. Funcionária há 18 anos, começou como estagiária e passou por vários departamentos da Fundação. Destaca como especial, em sua experiência, a evolução que acompanhou na gestão ambiental do Parque. “Conseguimos criar um sistema eficiente de redução de impacto, que nos garantiu a certificação ISO 14.001. As principais medidas para isso foram a instalação de um sistema próprio de tratamento de água, esgoto e compostagem, além da realização de palestras de educação ambiental para os funcionários. “Esse conjunto de procedimentos mudou as atitudes e despertou a preocupação de todos. Foi muito bacana”, avalia Fátima.
Festa o ano todo
Por essas e por outras, segundo Bressan, “o Zoo estará em festa o ano todo”. Ele define a comemoração como um momento importante, marca de uma série de conquistas e de definição de metas para o futuro. Nesse contexto, a manutenção da certificação ambiental e do número de visitantes se impõe. Mas há outras engatilhadas. Uma é a criação de um banco de dados com o material genético dos animais para pesquisa. Para tal, deve haver licitação ainda neste semestre.
Constam ainda dos planos mais ações relacionadas ao objetivo de transferir conhecimentos. Na Fazenda do Zoo, em Araçoiaba da Serra, começará a ser construído o Centro de Estudos e Conservação da Fauna (Cecfau), uma iniciativa do Estado, com a ajuda de vários parceiros. A proposta é a reprodução de espécies variadas da fauna brasileira. “Queremos trabalhar com nossos técnicos para ajudar a repovoar áreas da natureza. Transferir o nosso conhecimento. Já há organismos internacionais interessados e contamos com o estabelecimento de parcerias para isso”, afirma Bressan.
De volta à programação para o sábado, que se desenvolverá entre 9h30 e 13 horas, completam a pauta homenagens aos funcionários com mais de 25 anos de casa, assinatura de termo com a Secretaria de Assistência Social do Município para a realização de trabalho de educação ambiental com crianças dos abrigos públicos, a exibição do selo comemorativo dos 50 anos do Zoo e da estátua de São Francisco restaurada, com bênção, e bolo de parabéns.
Para o público, o ponto alto devem ser a apresentação do orangotango Sansão e a reinauguração de sua residência. O primata, que chegou em janeiro de Portugal, ainda está numa área isolada do Parque, para se acostumar à nova morada. Se até o dia da festa estiver bem para “encarar” o público, vai fazer parte dela. O animal, de 90 quilos, chegou a São Paulo já “moço”. Tem 25 anos. Foi destinado à instituição por um programa de conservação de espécies ameaçadas de extinção.
Com isso, o Zoo paulistano se tornou membro do programa europeu de conservação de primatas, cujo objetivo é oferecer condições de reprodução para uma eventual necessidade de repopulação de uma área. Fazem parte dele, também, os seis chimpanzés que o habitam desde 2007. Segundo Bressan, outros quatro orangotangos, inclusive uma fêmea, devem chegar brevemente.
Em comunhão
No território em que as estrelas são os animais, muitas pessoas atuam como protagonistas. As histórias de Mário Borges da Rocha, Edvaldo Antônio dos Santos, Fátima Valent Robert, Guilherme Domenichelli, entre tantos outros, são de comunhão com os moradores do parque, estendida aos animais que vivem na mata natural. Além disso, revelam, em parte, os processos adotados pela Fundação no trabalho desenvolvido.
Com 38 anos de atuação no Zoológico e dois no Safári, Mário Borges faz parte das lembranças de quase todos os outros funcionários. Isso porque, além dos anos de dedicação, tem temperamento brincalhão e efusivo. “Quando era criança, minha mãe me levou ao psiquiatra por sugestão de uma vizinha, que considerava maluquice a mania de levar para casa sapos, baratas e formigas”, conta, ao tentar explicar a origem do seu interesse por bichos. Nascido no Acre, veio jovem para São Paulo justamente para desenvolver algum trabalho remunerado com animais. Tinha interesse em reprodução. Passou em um teste para o Zoo e ali foi tratador, fiscal e laboratorista, até tornar-se responsável pelo setor de répteis. “Foi cruel, pois tinha medo de cobras”, lembra.
Educação ambiental
Porém, lá começou sua atuação mais marcante e a descoberta de uma fascinação: as odiadas serpentes tornaram-se os animais de que mais gosta. Com o biólogo Mário Borges à frente, o pequeno setor, com apenas seis espécies na época, cresceu. “Meu objetivo era torná-lo tão importante quanto o de mamíferos e aves”, informa. Montou um terrarium e investiu na educação ambiental, para desfazer a fama dos répteis mais temidos: “Queríamos mostrar que 90% das serpentes não são venenosas.” Depois veio a Casa do Sangue Frio, o Departamento de Educação Ambiental, que criou em conjunto com outros colegas, e os cursos para professores, entre outros. “Durante cerca de seis anos, chegamos a formar mais de 5 mil professores”, revela. Também criou um curso para habilitar tratadores, que leva para zoológicos de todo o País. O último desafio foi recuperar a visitação do Zoo Safari, parque paralelo ao zoológico, onde os animais, em sua maioria, ficam soltos. Ele foi assumido pela Fundação em 2001 (era particular), com pouco público. “Considero que estamos obtendo êxito, pois em 5 de junho do ano passado ultrapassamos 1 milhão de visitantes”, afirma.
Edvaldo Antônio dos Santos comanda o setor de répteis e diz que aprendeu no Zoo tudo o que sabe sobre esses animais. Difícil é descobrir o que não sabe. Não é à toa que frequentemente é chamado pela Divisão de Ensino e Educação (Ded) para falar ao público sobre eles. Nas apresentações que faz para o Passeio Noturno, desmente inúmeras características atribuídas às cobras. “Mitos e lendas sobre elas é o que não falta”, diz.
Quase formado biólogo, Edvaldo tem especial orgulho do trabalho de reprodução realizado no Zoo. Cita a reversão do quadro do jacaré-do-papo-amarelo (que, em 1990, estava quase extinto) como um momento marcante. “Isso se deu devido ao trabalho de várias instituições, inclusive a nossa”, comemora. Mas há uma série de reproduções em cativeiro que considera vitoriosas. Por exemplo, a da iguana-do-nordeste, segundo ele, difícil de conseguir. Era metalúrgico antes de ingressar na Fundação. Isso já faz 22 anos. “Esse universo me conquistou”, afirma.
A atual chefe da Ded está há 18 anos no Zoológico. Bióloga recém-formada, Fátima queria ser professora, mas o destino traçou outro rumo, do qual não quer mais desviar. “Havia um tempo em que levávamos animais com alimentação artificial para casa, à noite, para cuidar”, conta a bióloga. Na Fundação, participou, ao lado de Borges, da criação do setor que agora comanda. No Ded, várias atividades são desenvolvidas sob a gestão de três biólogos e uma equipe de monitores, estudantes de Biologia, Veterinária e Zootecnia: a Casa da Água, o Passeio Noturno e o núcleo Riquezas do Brasil, entre outras.
Guilherme Domenichelli integra esse trio de biólogos e, como vários outros funcionários, foi estagiário quando começou, há sete anos. Declara-se apaixonado pela educação ambiental, que procura inserir em todas as atividades. “Gosto muito e acredito no que faço”, diz. Além disso, tem grande facilidade de comunicação com o público. Costuma ser o porta-voz das ações do Zoo paulistano na mídia, já escreveu roteiros (com Fátima) para um programa sobre animais veiculado na TV Cultura, e comanda o Passeio Noturno, que ajudou a criar e no qual tem uma boa oportunidade para passar seu recado. “É um momento interessante para isso”, avalia.
Criado em junho de 1957 pelo governador Jânio Quadros, o Zoológico de São Paulo foi inaugurado no dia 16 de março de 1958. Apesar do clima chuvoso, muitas pessoas participaram da festa na ocasião e puderam ver, pela primeira vez na cidade de São Paulo, 482 animais, dentre eles nove veados, duas onças-pintadas e uma preta, três jaguatiricas, dois gatos-do-mato, um urso, 23 papagaios, além do famoso rinoceronte Cacareco, que teve altíssima votação nas eleições para vereador daquele ano. Ainda em 1958, também foi criada a Fundação Parque Zoológico, que direcionou a instituição para o trabalho de recuperação de espécies, pesquisa e ensino. Hoje ela administra também a Fazenda, em Araçoiaba da Serra e o Zoo Safári. Assim como Cacareco, vários outros animais se tornaram famosos por habitar o Parque.
Mário Borges, que viu “Teteia” chegar ao zoo, guarda na lembrança a história de outro animal que teve grande destaque em seu tempo. Trata-se de um elefante enviado do antigo zoológico localizado na Vila Maria, já extinto. Na verdade era uma fêmea, chamada Bruma. Segundo Borges, ela veio para a Fundação depois de esmagar seu treinador, em uma reação inesperada. Como vivia grudada a uma égua, da qual gostava muito, foi trazida com ela, e assim permaneceu por vários anos, até morrer. “Ela parecia égua de desenho de índio, com aquela franjinha”, comenta Borges.
Transbugio
Localizado em uma área de quase 900 mil metros quadrados de Mata Atlântica, o Parque abriga mais oito instituições, entre elas o Instituto de Botânica e o Parque da Água Funda. Aloja também nascentes do histórico Riacho do Ypiranga, cujas águas formam um lago que acolhe exemplares de aves de várias espécies, entre elas algumas migratórias.
Como habitantes, a mata possui ainda animais nativos de vida livre, como os macacos bugios, em grande número. Eles costumam atravessar a Avenida Miguel Estéfano, que corta o parque, para buscar alimento. Segundo Guilherme, no caminho, alguns morrem atropelados, o que o levou a projetar uma passarela exclusiva para travessia dos macacos, batizada de transbugio. “Só falta o patrocinador”, avisa o biólogo.
Alguns meses depois da comemoração do aniversário foi lançado um Álbum de Figurinhas, chamado de livro ilustrado “Animais”, com 200 cromos (fotos adesivas) sobre animais do Zoológico de São Paulo. O Parque Zoológico de São Paulo convida você a conhecer um pouco mais sobre a vida dos animais... Publicação de:
Kromo Editora e Gráfica Ltda (www.kromoeditora.com.br)
Caixa Postal: 26653 – São Paulo (SP) – CEP: 05116-970
Telefone: (11) 3622-9112 e (11) 3622-8064
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As bancas de jornais começaram a vender o álbum na “Promoção Animais”, saco plástico com 1 Livro Ilustrado + 3 Envelopes (código de barras: 7 898901 365990). O álbum custa R$ 4,90 e tem espaço para colar 200 figurinhas. A coleção de 200 cromos (figurinhas) vêm em envelopes com 4 cromos diferentes que fazem parte do Livro Ilustrado. Cada envelope (saquinho plástico) custa R$ 0,70 e contém 4 cromos.
O Livro Ilustrado está dividido em 8 partes: Mamíferos, Répteis, Anfíbios, Invertebrados, Aves, Animais da Mata, Filhotes e Berçário Vida de Filhotes. Nas duas páginas centrais (centro do álbum) foram desenhadas imagens com o mapa do zoológico. A GIRAFA aparece em dois cromos: número 30 (mamíferos) e número 196 (berçário vida de filhote). Abaixo, lista com a numeração dos 200 cromos:
MAMÍFEROS
001 Leão-africano (Panthera leo)
002 Leão-africano
003 Tigre-siberiano (Panthera tigris altaica)
004 Tigre-siberiano
005 Tigre-de-bengala-branco (Panthera tigris tigris)
006 Onça-pintada (Panthera onca)
007 Tigre-de-bengala-branco
008 Onça-pintada
009 Jaguatirica (Leopardus pardalis)
010 Leopardo-negro (Panthera pardus melas)
011 Suçuarana ou Onça-parda (Puma concolor)
012 Leopardo-das-neves (Uncia uncia)
013 Gato-pescador (Prionailurus viverrina)
014 Lince-caracal (Caracal caracal)
015 Gato-palheiro (Leopardus colocolo)
016 Gato-maracajá (Leopardus wiedii)
017 Irara (Eira barbara)
018 Lobo-guará (Chrysocyon brachyurus)
019 Lobo-guará
020 Lobo-europeu (Canis lupus)
021 Cachorro-do-mato-vinagre ou Cachorro-vinagre (Speothos venaticus)
022 Lontra (Lontra longicaudis)
023 Leão-marinho (Otaria byronia)
024 Hipopótamo (Hippopotamus amphibius)
025 Anta (Tapirus terrestris)
026 Cervo-dama (Dama dama)
027 Lhama (Lama glama)
028 Camelo (Camelus bactrianus)
029 Dromedário (Camelus dromedarius)
030 Girafa (Giraffa camelopardalis)
031 Bisão (Bison bonasus)
032 Elefante-africano (Loxodonta africana)
033 Zebra-damara (Equus burchelli); correto: (Equus burchelli antiquorum)
034 Rinoceronte-branco (Ceratotherium simum)
035 Tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla)
036 Quati (Nasua nasua)
037 Suricata (Suricata suricatta)
038 Urso-de-óculos (Tremarctos ornatus)
039 Urso-negro (Ursus americanus)
040 Chimpanzé (Pan troglodytes)
041 Macaco-aranha-de-testa-branca (Ateles marginatus)
042 Macaco-aranha-de-cara-vermelha (Ateles paniscus)
043 Gibão (Hylobates lar)
044 Macaco-prego (Cebus apella)
045 Macaco-parauacu (Pithecia pithecia)
046 Mico-leão-preto (Leontopithecus chrysopygus)
047 Mico-leão-de-cara-dourada (Leontopithecus chrysomelas)
048 Mico-leão-dourado (Leontopithecus rosalia)
049 Orangotango (Pongo pygmaeus)
050 Sagui-de-tufo-branco (Callithrix jacchus)
RÉPTEIS
051 Píton-burmesa-albina (Python mollurus bivitattus)
052 Jibóia-amazônica (Boa constrictor constrictor)
053 Sucuri-amarela (Eunectes notaeus)
054 Píton-reticulada (Python reticulatus)
055 Sucuri-verde (Eunectes murinus)
056 Sucuri-verde
057 Cobra-de-vidro (Ophiodes striabus)
058 Cobra-papagaio (Corallus caninus)
059 Cobra-verde (Philodryas olfersii)
060 Cobra-de-duas-cabeças (Amphisbaena alba)
061 Jararaca (Bothrops jararaca)
062 Caninana (Spilotes pullatus)
063 Iguana (Iguana iguana)
064 Lagarto-monitor-dsavana (Varanus exanthematicus)
065 Lagarto-de-língua-azul (Tiliqua scincoides)
066 Dragão-d’água-chinês (Physignathus concicinus)
067 Dragão-d’água (Physignathus lesueuri)
068 Teiú-argentino (Tupinambis rufescens)
069 Truíra-peva (Hoplocercus spinosus)
070 Lagartixa-leopardo (Eublepharis macularius)
071 Bico-doce (Ameiva ameiva)
072 Lagartixa-africana-da-cauda-gorda (Hemitheconyx caudicinctus)
073 Papa-vento (Enyalius catenatus)
074 Lagartixa-gigante (Gekko gecko)
075 Falso-gavial-da-malásia (Tomistoma schlegelii)
076 Jacaré-do-papo-amarelo (Caiman latirostris)
077 Tartaruga-do-mississipi (Graptemys pseudogeographica)
078 Tartaruga-da-amazônia (Podocnemis expansa)
079 Tartaruga-de-casco-mole (Trionyx spiniferus)
080 Cácago-do-nordeste (Phrynops tuberculatus)
081 Tartaruga-de-ouvido-vermelho (Trachemys scripta elegans)
082 Tartaruga-tigre-d'água (Trachemys dorbignii)
083 Jabuti-piranga (Geochelone carbonaria)
084 Jabuti-de-madagascar (Geochelone radiata)
085 Jabuti-tinga (Geochelone denticulata)
086 Jabuti-gigante-de-aldabra (Geochelone gigantea)
ANFÍBIOS
087 Sapo-de-chifre (Ceratophrys ornata)
088 Perereca-do-serrado (Trachycephalus venulosus)
089 Sapo-cururu (Bufo marinus)
090 Rã-parda (Leptodactylus fuscus)
091 Perereca-araponga (Hypsiboas albomarginatus)
092 Rã-touro-africana (Pyxicephalus adspersus)
093 Sapo-garimpeiro (Dendrobates tinctorius)
094 Sapinho-garimpeiro (Dendrobates galactonotus)
095 Rã-macaco (Phylomedusa sp)
INVERTEBRADOS
096 Aranha-caranguejeira (Lasiodora sp)
097 Formiga-saúva-limão (Atta sexdens rubropilosa)
098 Caracol-da-mata-atlântica (Megalobulimus sp)
099 Bicho-pau (Phibalossoma phyllinum)
100 Escorpião-das-montanhas (Zabius fuscus)
AVES
101 Pavão-branco (Pavo cristalus)
102 Pavão-azul (Pavo cristalus)
103 Colhereiro (Platalea ajaja)
104 Jaburu ou Tuiuiú (Jabiru mycteria)
105 Pelicano-rosa (Pelecanus onocrotalus)
106 Guará (Eudocinus ruber)
107 Marreca-carolina (Aix sponsa)
108 Ganso-do-egito (Alopochen aegytiacus)
109 Irerê (Dendrocygna viduata)
110 Coscoroba (Coscoroba coscoroba)
111 Cisne-de-pescoço-preto (Cygnus melanocoryphus)
112 Cisne-preto (Cygnus atratus)
113 Flamingo-vermelho ou Flamingo-grande (Phoenicopterus ruber)
114 Avestruz (Struthio camelus)
115 Emu (Dromaius novaehollandiae)
116 Ema-branca (Rhea americana)
117 Casuar (Casuarius casuarius)
118 Urubu-rei (Sarcoramphus papa)
119 Condor-andino (Vultur gryphus)
120 Gavião-peneira (Elanus leucurus)
121 Gavião-pega-macaco (Spizaetus tyrannus)
122 Gavião-de-penacho (Spizaetus ornatus)
123 Harpia (Harpia harpyja)
124 Harpia
125 Gavião-casaca-de-couro (Heterospizias meridionalis)
126 Coruja-suindara ou Coruja-da-igreja (Tyto alba)
127 Corujinha-do-mato (Megascops choliba)
128 Murucututu-de-barriga-amarela (Pulsatrix koeniswaldiana)
129 Coruja-de-orelha ou Coruja-orelhuda (Rhinoptynx clamator)
130 Coruja-de-orelha
131 Arara-vermelha (Ara chloropterus)
132 Arara-piranga (Ara macao)
133 Arara-azul-grande (Anodorhynchus hyacinthinus)
134 Arara-azul-grande
135 Arara-canindé (Ara ararauna)
136 Arara-azul-de-lear (Anodorhynchus leari)
137 Ararinha-azul (Cyanopsitta spixii)
138 Cacatua-das-molucas (Cacatua moluccensis)
139 Papagaio-da-cara-roxa (Amazona brasiliensis)
140 Maracanã-guaçu (Ara severus)
141 Papagaio-do-mangue (Amazona amazonica)
142 Jacutinga (Aburria jacutinga)
143 Pinguim-de-magalhães (Spheniscus magellanicus)
144 Araçari-banana (Pteroglossus bailloni)
145 Ararajuba (Guarouba guarouba)
146 Tucano-toco (Ramphastos toco)
ANIMAIS DA MATA
147 Macaco-bugio (Alouatta clamitans)
148 Caxinguelê (Sciurus aestuans)
149 Tapeti (Sylvilagus brasiliensis)
150 Ganbá (Didelphis marsupialis)
151 Preguiça-comum (Bradypus variegatus)
152 Tucano-de-bico-verde (Ramphastos dicolorus)
153 Garça-branca-grande (Casmerodius albus)
154 Pomba-asa-branca (Columba picazuro)
155 Bihuá (Phalacrocorax brasilianus)
156 Socó (Nycticorax mycticorax)
157 Sabiá-laranjeira (Turdus rufiventus); correto: (rufiventris)
158 Jararaca (Bothrops jararaca)
159 Louva-deus (Mantis religiosa)
160 Teiú (Tupinambis merianae)
161 Papa-vento (Enyalius catenatus)
FILHOTES
162 Suçuarana
163 Gato-do-mato-pequeno (Leopardus tigrinus)
164 Gato-mourisco (Puma yaguaroundi)
165 Gato-maracajá
166 Gato-do-mato-grande (Leopardus geoffroyi)
167 Tigre-siberiano
168 Waterbuck (Kobus ellipsiprymmus)
169 Tamanduá-bandeira
170 Tamanduá-mirim (Tamandua tetradactyla)
171 Cervo-dama
172 Grande-kudu (Tragelaphus estrepsicerus)
173 Anta
174 Chimpanzé
175 Macaco-bugio
176 Mico-leão-de-cara-dourada
177 Tatu-peba (Euphractus sexcintus)
178 Hipopótamo
179 Leão-marinho
180 Leão-marinho
181 Cisne-de-pescoço-preto
182 Urubu-rei
183 Gavião-de-penacho
184 Araçari-banana
185 Ganso-do-egito
186 Jacaré-do-papo-amarelo
187 Dragão-d’água-chinês
188 Teiú
189 Sapinho-garimpeiro
190 Escorpião-imperador (Pandinus imperator)
191 Lagartixa-leopardo
BERÇÁRIO VIDA DE FILHOTE
192 Mico-de-cheiro
193 Macaco-aranha
194 Jupará (Potos flavus)
195 Tamanduá-mirim
196 Girafa
197 Lontra
198 Urso-negro
199 Lhama
200 Mico-leão-de-cara-dourada
Como comprei um monte de figurinhas, consequentemente fiquei com várias repetidas... Então procurei na internet acerca disso. Foi quando conheci o sítio “Troca de Figurinhas” (www.trocafigurinhas.com) que eu nem sabia que existia um site para esse fim... Ótima oportunidade, pois a maneira mais fácil de completar sua coleção é trocando as figurinhas repetidas... Cadastre-se como eu fiz!
No dia 25/09/08, enviei um envelope registrado para a editora com pedido de cromos que faltavam para completar o meu álbum (em anexo, o comprovante de depósito): 2, 9, 18, 23, 32, 64, 65, 75, 79, 81, 107, 120, 126, 127, 134, 135, 157, 161, 165, 179, 183, 184, 188, 190, 195, 196 e 200. São 27 cromos listados, mas quero + 3 cromos número 196. Total: 30 cromos x R$ 0,18 + Postagem R$ 4,00 = R$ 9,40. Recebi os cromos no dia 07/10/08.
Acabei adquirindo outro álbum para colar as tantas figurinhas repetidas. Portanto na coleção há um exemplar completíssimo, outro exemplar bastante incompleto e ainda um exemplar lacrado no saco plástico com 1 Livro Ilustrado + 3 Envelopes.
No dia 10/11/08, Raquel Ramos, do site Troca de Figurinhas, postou da Agência Jardim Agu, Osasco (SPM), um envelope franqueado com porte de carta social, o qual me trouxe o cromo Girafa (196) de presente. Muitíssimo obrigado por sua gentileza e colaboração “Deborah23”!
“Coleção Fauna & Flora Brasileira”
A coleção de 8 cartões-postais é composta por oito fotos inéditas de animais da fauna brasileira, com informações técnicas e curiosidades sobre animais silvestres brasileiros, produzidas pela equipe técnica da Fundação Jardim Zoológico de São Paulo. Formato: 25 x 11,5 cm. Papel: Triplex 250 gm.
A Editora Animania (www.editoraanimania.com.br) realiza projeto de neutralização ambiental através do Pick-upau (www.pick-upau.org.br – contato@pick-upau.org.br). Parte dos recursos obtidos nesta publicação é revertida no plantio de árvores em unidades de conservação no Brasil. Toda a produção de CO2 (dióxido de carbono) gerada na produção desta coleção foi neutralizada através do plantio de árvores de espécies da Mata Atlântica.
Os animais publicados na Edição Especial foram fotografados pela editora animania no Zoo-SP. Revisão técnica: Fundação Parque Zoológico de São Paulo. Os cartões-postais mostram: Ararajuba (Guaruba guarouba), Arara-vermelha (Ara chloroptera), Lobo-guará (Chrysocyon brachyurus), Mico-leão-dourado (Leontopithecus rosalia), Onça-pintada (Panthera onca), Tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla), Tartaruga-de-pata-amarela (Geochelone denticulata) e Tucano-toco (Ramphastos toco).
Fotos divulgação.
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“Zôo São Paulo – 50 Anos de História da Fundação Parque Zoológico de São Paulo”
O Zoológico de São Paulo completou 50 anos e ganhou uma publicação especial sobre sua história, desde sua fundação em 1958, até os dias de hoje. O livro de 200 páginas e tiragem especial de 3.000 exemplares é recheado de fotos de animais e de seus funcionários (biólogos, médicos veterinários, zootecnistas, arquitetos, agrônomos etc.).
O livro foi lançado no dia 08/06/2009, na Livraria Cultura do Shopping Villa-Lobos, em São Paulo. A cerimônia contou com a presença de autoridades como Geraldo Alckmin (ex-governador de São Paulo), Dr. Paulo Magalhães Bressan (Diretor-Presidente da Fundação Parque Zoológico de São Paulo), ativistas e Andrea Nascimento (presidente do Pick-upau). O biólogo, ambientalista e conselheiro honorário da Fundação Parque Zoológico de São Paulo, Prof. Dr. Paulo Nogueira Neto.
Com fotos do arquivo da FPZSP e de vários fotógrafos: Antonio Milena (girafas), Luludi/LUZ (capa), Marlene Bergamo e Mauricio Simonetti. Gráfica e Impressão: Copypress, São Paulo, outono de 2009. Papel couché, 150 g.
Idealização: FPZSP – Fundação Parque Zoológico de São Paulo e Instituto Libenter de Integração Social, Cultura, Educação e Desenvolvimento Humano. Produção executiva (São Paulo, 2009): Instituto Libenter. Patrocínio: SABESP – Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo. Coordenação de textos (jornalista): Ronaldo Ribeiro. Textos e entrevistas: Afonso Capelas Jr., Mônica Pileggi e Leonardo Millen Caldas. Projeto Editorial: Dmag Comunicação. Atendimento e Captação de Recursos: ViaCultura Projetos Culturais e Sociais.
Com recursos aportados da Lei de Incentivo à Cultura – Lei Rouanet, dados do
projeto:
Número do Projeto (PRONAC): 074509
Nome do Projeto: Livro dos 50 Anos da Fundação Parque Zoológico de São Paulo
Nome do Proponente: Instituto Libenter de Integração Social, Cultura, Educação
e Desenvolvimento Humano
Área Cultural: Humanidades
Segmento: Edição de Livros
Mecanismo: Mecenato (art. 18)
Síntese do Projeto: Edição de uma obra literária sobre os 50 anos da Fundação
Parque Zoológico de São Paulo. Haverá doação dos livros a centros de leitura
de escolas do estado.
Solicitado R$ 428.930.12 / Aprovado R$ 251.144.68
Captado R$ 100.000.00 / Período de Captação 1/1/2009 a 31/12/2009
Data Último Movimento: 11/03/2009, autorizada a captação residual dos recursos
/ Providência tomada: Redução aprovada
Nota: O Instituto Libenter (produção executiva do livro em São Paulo, 2009) é uma organização não-governamental criada com a missão de desenvolver, gerir e realizar projetos sociais voltados para a promoção da educação, da cultura e do bem-estar social. Com projetos customizados, desenvolvidos com a parceria de profissionais altamente qualificados e competentes e a colaboração de consultores em diversas áreas asseguramos o sucesso e a qualidade dos nossos projetos.
Abaixo, a capa do livro mostra a espécie Murucututu (Pulsatrix perspicillata), foto de Maria de Lurdes Melo (Luludi). ISBN: 978-85-62420-00-9. Foto divulgação.
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A GIRAFA (Giraffa camelopardalis) aparece nas páginas: 56 (três fotos de nascimento diurno; arquivo FPZSP), 66 e 67 (Antonio Milena), 174 (foto aérea; arquivo FPZSP) e 177 (imagem aérea do recinto das girafas; arquivo FPZSP).
Antonio Milena (www.antoniomilena.com.br, a.milena@uol.com.br, 3872-8248), 11/10/09: Olá Antonio! Recentemente pude apreciar suas fotos no livro “Zôo São Paulo”; lindas! Parabéns! Especificamente duas delas, nas páginas 66 e 67, sobre as girafas, gostaria de saber se possível em que data elas foram tiradas... Antonio quero te convidar para conhecer o meu site Girafamania... Como também sou fotógrafo (arquitetura) e, por razão óbvia (sou um colecionador apaixonado por girafas), gostaria de saber se você pode contribuir ou mesmo vender uma cópia de cada fotografia (pode ser 10x15) devidamente autografada para agregá-las à minha coleção temática sobre a família dos girafídeos... Vi em seu site que esteve na África, no entanto só encontrei uma foto que retrata o meu animal predileto... Na minha coleção Girafamania tenho mais de três mil itens; entretanto no quesito fotografia (exceto as de minha autoria) o acervo ainda é pequeno... Sonho em reunir um número significativo de retratos girafídeos por fotógrafos brasileiros... Aguardo sua resposta. Obrigado.
Abaixo (em ordem alfabética), mais de 60 espécies de animais ilustram as belas fotos do livro:
Aranha-caranguejeira (Acanthoscurria sp.)
Arara-azul-grande (Anodorhynchus hyacinthinus)
Arara-azul-de-lear (Anodorhynchus leari)
Arara-canindé (Ara ararauna)
Ararinha-azul (Cyanopsitta spixii)
Bico-doce (Ameiva ameiva), lagarto
Bugio (Alouatta guariba)
Cachorro-vinagre (Speothos venaticus)
Camelo (Camellus bactrianus)
Caninana (Spilotes pulatus)
Cervo-nobre (Cervus elaphus)
Chimpanzé (Pan troglodytes)
Cisne-de-pescoço-preto (Cygnus melanocoryphus)
Cobo-de-meia-lua (Kobus ellipsiprymnus ellipsiprymnus)
Cobra-amarela (Elaphe obsoleta)
Coruja-suindara (Tyto alba)
Coruja-de-orelha (Rhynoptynx clamator)
Elefante-africano “Teresita” (Loxodonta africana)
Ema-branca (Rhea americana)
Flamingo-chileno (Phoenicopterus chilensis)
Flamingo-vermelho (Phoenicopterus ruber)
Ganso-australiano (Cereopsis novaehollandiae)
Garça-branca-grande (Ardea alba)
Gato-do-mato-pequeno (Leopardus tigrinus)
Gato-palheiro (Leopardus colocolo)
Gavião-de-penacho (Spizaetus ornatus)
Gazela-de-tompson (Gazella thomsoni) [sic]
Gibão (Hylobates lar)
Grou-coroado (Balearica pavonina) [é a outra]
Harpia (Harpia hapyja)
Hipopótamo “Teteia” (Hippopotamus amphibius)
Iguana (Iguana iguana)
Irerê (Dendrocygna viduata)
Jabuti-gigante (Dipsochelys dussumieri)
Jacaré-de-papo-amarelo (Caiman latirostris)
Jiboia (Boa constrictor constrictor)
Lagarto-rabo-de-macaco (Corucia zebrata)
Leão-marinho (Otaria byronia)
Leopardo-da-neve “Gurla” (Uncia uncia)
Lhama (Lhama glama) [sic]
Lobo-europeu (Canis lupus)
Lobo-guará (Chrysocyon brachyurus)
Lontra (Lontra longicaudis)
Macaco-aranha-de-cara-preta (Ateles chameck)
Macaco-aranha-de-testa-branca (Ateles marginatus)
Mico-leão-preto (Leontophitecus chrysopygus)
Onça-pintada “Simba” (Panthera onca)
Pavão-branco (Pavo cristatus)
Pinguim-de-magalhães (Spheniscus magellanicus)
Piton-reticulada (Phyton reticulatus)
Rinoceronte-branco “Adão” (Ceratotherium simum simum)
Sapinho-garimpeiro (Adelphobates galactonotus)
Saúva-limão (Atta sexdens rubropilosa)
Sucuri-verde (Eunectes murinus)
Suricata (Suricata suricatta)
Tadorna-ferrugem (Tadorna ferruginea)
Tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla)
Tamanduá-mirim (Tamandua tetradactyla)
Tigre-real-de-bengala (Panthera tigris tigris)
Tigre-siberiano (Panthera tigris altaica)
Tucano-de-bico-verde (Ramphastos dicolorus) [sic]
Urso-de-óculos (Tremarctos ornatus)
Urubu-rei (Sarcoramphus papa)
Zebra-damara (Equus burchelli antiquorum)
Espécies vegetais da Mata Atlântica: figueira (Ficus sp.), guarantã (Esenbeckia leiocarpa), ipê-amarelo-cascudo (Tabebuia chrysotricha), pau-brasil (Caesalpinia echinata), pau-ferro (Caesalpinia ferrea), suinã (Erithrina speciosa), entre outras.
Notas pessoais: Adquiri por telefone (11) 3024-3599 da Livraria Cultura em 09/10/2009, por R$ 102,20 (incluindo entrega domiciliar). A linda obra mais parece com um livro de fotografias; devidamente incluída no índice para catálogo sistemático. Parte da história recente do zoo foi omitida; nada de negativo foi relatado... Penso que poderiam ter utilizado o recente Acordo Ortográfico já no título, “zôo”, ainda em outras palavras como idéia, jibóia, pingüim (todo mundo sabe que não se usa mais o trema), vôo...
Última atualização: 11/11/2009. |