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Número do bicho – Bicho – Números na centena
| 01 – AVESTRUZ 01, 02, 03, 04 |
02 – ÁGUIA 05, 06, 07, 08 |
03 – BURRO 09, 10, 11, 12 |
04 – BORBOLETA 13, 14, 15, 16 |
05 – CACHORRO 17, 18, 19, 20 |
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| 06 – CABRA 21, 22, 23, 24 |
07 – CARNEIRO 25, 26, 27, 28 |
08 – CAMELO 29, 30, 31, 32 |
09 – COBRA 33, 34, 35, 36 |
10 – COELHO 37, 38, 39, 40 |
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| 11 – CAVALO 41, 42, 43, 44 |
12 – ELEFANTE 45, 46, 47, 48 |
13 – GALO 49, 50, 51, 52 |
14 – GATO 53, 54, 55, 56 |
15 – JACARÉ 57, 58, 59, 60 |
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| 16 – LEÃO 61, 62, 63, 64 |
17 – MACACO 65, 66, 67, 68 |
18 – PORCO 69, 70, 71, 72 |
19 – PAVÃO 73, 74, 75, 76 |
20 – PERU 77, 78, 79, 80 |
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| 21 – TOURO 81, 82, 83, 84 |
22 – TIGRE 85, 86, 87, 88 |
23 – URSO 89, 90, 91, 92 |
24 – VEADO veado 93, 94, 95, 96 |
25 – VACA 97, 98, 99, 00 |
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Maximo Job, em O Tempo, 23 de julho de 1892. Quem nasceu para dez réis nunca chega a vintém. In: O Tempo, 23/07/1892, Rio de Janeiro – RJ.
O artigo, assinado por Maximo Job e publicado em O Tempo, no dia 23/07/1892, trata, ironicamente, do jogo do bicho como uma prática similar às grandes jogadas financeiras da época do encilhamento, com a diferença de que era voltado para o “caipora”, o popular. Ele escreve:
“Nesses dias de prosperidade, de progresso amamentado pelo papel moeda que, às enxurradas de magníficos negócios, engrandeceram o gênio das finanças, é sabido que a melhor e mais segura indústria é a do jogo e loterias, sob todas as formas. [...] O que não posso contestar é que o sistema é popular. É vir à Rua do Ouvidor às 5 hs. da tarde [...], para se reconhecer que o inventor [dessa] víspora é homem de gênio. Na primeira revolução em que eu tenha influência, fa-lo-ei Ministro da Fazenda. Então é que o Brasil verá o que são bancos geniais de emissão e encilhamento [...], passados e por vir.”
“Quem nasceu para dez réis nunca chega a vintém, – é verdade que nenhum caipora é capaz de contestar.
Nestes dias de prosperidade, de progresso amamentado pelo papel moeda que às enxurradas de magníficos negócios engrandeceram o gênio das finanças, é sabido que a melhor e mais segura indústria é a do jogo e loterias sob todas as formas.
Já tinhamos cassinos, clubes, cercles e outros grandes estabelecimentos industriais que prosperam a bragas molhadas sem auxílio nem nada. Temos agora a loteria zoológica, o víspora dos bichos, a rodas das alimarias.
Atirei ao trabalho honrado, isto é, ao novo jogo que é o trabalho da época. Aquele provérbio dos dez réis que não passa a vintém, haja o câmbio que houver, perseguiu-me até nesta invenção biolotérica.
Os bichos fogem do caipora como o demo da caldeirinha. Caso singular! Perco sempre na mesma.
Outro dia joguei no perú, e saiu o pavão, galináceo como aquele e tão vaidoso como o seu parente, mas com a diferença, que um me daria vinte mil réis e o outro fez-me perder mil réis.
Comprei uma entrada com o “gato” e perdi nas garras do “tigre”, ambos felinos, e diversos no estado de domesticidade e no estado selvagem.
Para maior dos pecados, quando contava desforrar-me com o elefante, cuja corpulência e força devia arrazar tudo, caiu da caixinha a estampa corcunda do camelo. Tanto um como o outro são pachydermes, mas o camelo deu os vinte mil réis e o elefante nem um nickel.
Sendo a loteria cientificamente zoológica, porque não se aplicar o sensato e justo sistema esportivo de correr as poules por coudelarias? Neste caso os lotes seriam por famílias, gêneros e espécies.
Quem jogasse nos felinos poderia ganhar com o gato ou com o tigre entre os galináceos, o perú seria tão bom segundo como o pavão foi primeiro.
Entre os roedores poderia eu achar dente de coelho ou apanhar ratazanas nedias e roliças com o seu recheio de notas de mil réis e farofa de vinte mil ditos.
Quisesse eu jogar na alta e molharar-me-ia com os trepadores e se o tucano caísse por qualquer descuido, o papagaio de vistosas penas me levaria às alturas das finanças.
E os repteis não poderiam dar a fortuna do prêmio gordo, tamanha é a família e tão rasteiro o seu gênero?
A rola biolotérica não está bem organizada; precisa de reforma, pelo menos enquanto eu perder nesse pacão.
O que não posso contestar é que o sistema, como se dizia no tempo de Law, é genuinamente popular. É vir à rua do Ouvidor às 5 horas da tarde, quando a caixa sobe para os que tem de ir ao cofre, para se reconhecer que que o inventor da vispora é homem de gênio.
Na primeira revolução em que eu tenha influência fal-o-hei ministro da Fazenda. Então é que o Brasil verá o que são bancos geniais de emissão e encilhamento de corar de vergonha todas as ruas Quincampoix e Alfândega passados e por vir.
Ex digito, gigas. Por aqueles papéis de bichos pintados, avalia-se o gênio de um povo e a moralidade de um regime político. Ganhar pelo trabalho é uma velharia e custa uma vida inteira.
Hoje reza-se por outra cartilha; o jogo, a sorte, o ágio e a advocacia administrativa parlamentar que em um abrir e fechar de mãos levam um homem a habitar palácios principescos em Lisboa ou pelintrar nos boulevards de Paris. O gênio que criou tudo isso bem sabe o que fez.”
Carlos Alberto Meda – 12/03/1949 (carlosmeda@ig.com.br)
Agradeço ao amigo Carlos Alberto Meda que tem contribuído muito com informações sobre os zoológicos brasileiros, sobretudo nas histórias “girafídeas” do Zoológico do Rio de Janeiro.
07/08/06: Além de querer compactuar dessa enorme novidade na minha vida, pensei ser o único doido por girafas (meu sonho era morar no interior e ter a maior coleção de girafas vivas fora da África, de pelo menos 3 subespécies: peralta, masai e reticulata), e embora seja internauta a mais de 10 anos jamais me passou pela cabeça haver algo do tipo girafamania... Tenho algum material do Zoo do Rio falando de algumas girafas que lá habitaram de 72 a 87, com o primeiro nascimento em cativeiro no Brasil... alguns fatos para acrescentar ao seu arquivo e atualizá-lo também. Não sabia existir pessoas com essa disposição e tanta identificação. Parabéns pela ideia.
28/08/06: Soube que Michael Jackson vai ter que se desfazer das 4 girafas que possui em seu JacksonWorld particular. Acredito que o valor comercial possa ser realmente esse: R$ 30.000,00...
Em Jacarepaguá já tivemos um criador de Urogalos, a maior ave europeia. Fiquei impressionado com o bicho de tão grande que era e o detalhe é que se alimentava exclusivamente de brotos de pinheiro. Os recortes são de jornal. Aliás material antes de 1975, na sua maioria era todo em preto e branco.
Gosto do teu empreendimento, mas não sou colecionador... Agora, disposição é o que não me falta e nem imaginação. Who knows não possamos conseguir patrocínios para Empresas ligadas ao meio ambiente ou que resolvam defender e bancar um projeto ousado de proteção a essas criaturas tão interessantes, comedoras de acácias?! Pode ser uma multinacional, mantendo as girafas e de quebra algum outro tipo de animal compatível, no mesmo espaço, e que nem precisa ser gigantesco. Questão de tentar. Vc parece bem influente.
Quanto a buscar peças, cavar fatos, tudo isso se consegue com pesquisa. Em algum canto há de ter. Os selos, se pensar bem acredito ter algum, se não me falha um, que posso ver e depois te perguntar se tem. Mas não é assim, catalogado, com carimbo e etc. é um selo simples que veio num grupo de 6 eu acho, com outros animais. Forte abraço tippelskirshi pra vc e aguardo o telefonema em breve.
28/08/06: Algo ainda não me motivou a conhecer melhor os outros tipos de girafas. Existem dois grupos separados nesse jogo das subespécies: umas com 3 cornos e as de dois cornos. Existem as com enormes diferenças: a masai, a reticulata e a peralta. E as intermediárias? quem confunde com o que? e as hibridas?
Quem sabe não possamos escrever um livro interativo com centenas de curiosidades a respeito das girafas. Sua natureza, suas características, suas diferenças, etc. Sem caricaturas, mas a coisa verdadeira. O empreendimento pode ser demorado, mas pode acontecer e trazer um excelente retorno. Quanto a possibilidade de algum criatorio reserva, não o acho difícil. Basta alguma Empresa africana estar interessada em se colocar no Brasil, que pode ser um passo a frente. Sobre as terras sempre haverá algum maluco que as pode doar. A reserva pode funcionar através do IBAMA. A manutenção e o bichos podem vir a partir do interesse de uma grande Empresa africana ou não. Não acho dificil. Lógico que tem que ter um corpo científico e administrativo. Mas nada que uma ONG não resolva. Que tal montarmos uma ONG? eu vou junto, se quiser. Ideias não faltam. A própria WWF ajudaria. O clima brasileiro é analogo ao de África. Olha que legal. Já se sabe que elas reproduzem naturalmente por aqui. Imagine um hectare de terras plantadas com lindas acácias (existem dezenas de espécies) e com 3 grupos de girafas, compostas por 2 machos e 3 fêmeas das subespécies mais distintas da espécie! correndo de lá para cá, tratadas por 2 ou 3 veterinários, fazendo o que fosse para se envolver diarimanete com isso. Uma equipe de tratadores, um trator que poderia ser cedido por uma Empresa dessa do genero, etc. Acha impossível? eu não. No caso de perda, teríamos como ter suas partes para estudo, mostragens, pele para fixar a algum quadro, esqueleto para exibição, etc. Viu que legal? Então, onde e como podemos dar o start nisso? ou até questionar sobre.
30/10/06: Estive pensando nessa possibilidade de realmente movimentar algumas
coisas no sentido de se ter um plantel de girafas como elementos de preservação
e ao mesmo tempo observação das pessoas, isto é, pessoal que as admirasse e
as quisesse conhecer melhor. perguntas:
1 – como se conseguir uma área doada pelo governo, tipo 10 alqueires, para se
ter um plantel de girafas?
2 – onde seria ou deveria ser esse lugar?
3 – ele primeiro deveria ser preparado para receber mais tarde as girafas, concorda?
tipo plantar primeiro as árvores de acácias, um belo lago raso e um pasto com
grama grossa.
4 – que tipo de animais poderiam estar perto para que ela se sentisse mais a
vontade? zebras, gnus? e aquele carrapateiro, deveria vir?
5 – quem seriam as empresas que acha que poderíamos contar?
6 – o que pediriam em troca, faz ideia?
7 – e os recintos para exames e para os doentes, como seria?
8 – como seria o local onde as pessoas trabalham? e o que precisaríamos?
9 – que espécies viriam?
10 – de onde? que tipos de doenças enfrentaríamos?
11 – e o cheiro delas, já ouviu falar?
12 – a quem teríamos que pedir permissão?
13 – a quem estaríamos subordinados?
14 – quem nos daria permissão para importar?
15 – e a quarentena?
16 – como manteríamos essa criação?
17 – como calcularíamos o limite de exemplares que poderiam circular nesse espaço?
18 – acha que os rinos seriam fáceis de manejar com elas?
19 – a manutenção das pessoas como conseguiríamos? e a transformação numa ONG,
acha inviável?
20 – Será que algum zoo do Brasil disporia de alguma coisa?
21 – haveria como nos integrarmos aos organismos internacionais nesse sentido? como?
30/10/06: Do Drumond canso de ouvir falar da história mas acho que ele se antecipou um pouco achando que havia uma fêmea lá esperando por ele. A confusão começa com Dr. Maluf, que havia se comprometido a enviar uma das fêmeas para Brasília. Em 1981, Sampa tinha 3 fêmeas adultas, prontinhas para casar. Mas junto, a pressão de que o Rio dispusesse de um dos machos do Zoo, que eram 3, Chico, Raio de Luz e Gastão, que ao final, sozinho também, recebe Talita, vinda de Sampa. Só que Raio de Luz sai do Rio e a fêmea de Sampa não. E daí, pelo mal entendido, ele acaba ficando lá, porque é um desgaste levar e trazer uma girafa, daqui pra lá e de lá pra cá, e até onde se sabe acabou sozinho mesmo. Acho que ele não sobrevive a essa Raio de Sol, que deve ter sido encomendada para ele, mas que não deve ter dado para que tivessem deixado prole. Acredito até que em algum momento devem ter ficado juntos. Se ela chegou lá em 1982 é porque conviveram mesmo, porque até onde se imagina Raio de Luz não morreu logo em seguida.
A maior, vc me perdoa, foram aquelas perdas do Zoo paulista em 2002. Eu havia ido lá dois dias antes de rolar aquela história toda. Fiquei muito chocado pela ineficiência desse povo que não sabe tratar de bicho e pela burocracia que impera e cada um só quer saber de si. Os animais acabam ficando a mercê disso. Aquela Sociedade de Zoológicos também deve ser outra... porque pelos dados no site insubstanciais, desconexos, etc. Outra coisa, mandei perguntas para os Zoos por e-mails, sabe quem respondeu? ninguém, nem o do Paraná, nem o de Sapucaia, nem o do Rio, nem a tal Sociedade...
Sei que as pessoas tinham pena de Inocêncio, porque no zoo, mesmo sem condições adequadas até rinoceronte-negro se reproduzia bem. Depois me lembro de 4 oportunidades com rinocerontes novos (sempre aos casais) mas todos eram brancos e pouco viviam naquele zoo. Aquele zoo tem ursos tibetanos muito velhos, nem sei porque ainda continuam vivos. Os dromedários também (nem sei se vivem ainda).
03/11/06: Sérgio, vendo um livro em casa, descobri a fórmula dentária das girafas. Sabia que num lugar chamado Fazenda Zebu em Uberaba tem 1 casal de girafas? Ela vinda de Curitiba e ele importado não sei de onde. A fórmula dentária vou copiar tudinho e amanhã jogo no compt com todas as informações.
08/11/06: Ficaram ótimos os encaixes nos tópicos dos zoos, lógico que ainda faltam coisas do tipo Inocêncio já estava no Zoo em 1951, depois veio a tal fêmea que não puseram nome. Sua solidão incomodou à população. Que movimentou bastante a opinião pública da época. Há um comentário datado de junho de 1960 da turma da Miguel Lemos (Copacabana) falando que precisavam dar um namorado para a fêmea que existia no Zoo, só que rolava exatamente o contrário. Era Inocêncio que continuava sozinho. Às vezes temos que ter cuidado com comentários de jornalistas mal informados, porque senão surgem os truncados tipo dessa jornalista que inclue uma Raio de Luz na história. Ainda estou investigando...
09/11/06: No zoo de BH, que não conheço, acho ser um dos mais promissores desse país. Tenho uma foto de um faisão de Palawan (1972), lindo, que viveu mais dois anos, até 1974, ou seja 20 anos enjaulado. Não conseguia ter fêmeas e no zoo, só se dava bem com as garnisés. Chegou em 1954. Hoje é difícil se ter um faisão desses em Zoológicos. Ele é raro... O do Rio me escreveu, mas disse que precisará do ok do Diretor para me dar alguma notícia. O de Curitiba mandou respostas breves sem dizer nada e o de Sapucaia falou o trivial: “temos 3 girafas, 2 macacos e todos comem bananas”, nada que pudesse acrescentar, entende?
09/11/06: Os particulares resolveram que os psitacídeos estão na moda, tipo desde 1995... No zoo vc conseguia ver as mais raras das tantas espécies de cacatuas possíveis da Austrália e Nova Guiné. Hoje, vai procurar uma lá. Eles vendem, dão, trocam, sei lá. A mesma coisa aconteceu com os faisões. Antes vc conseguia ver Argus, Palawans, Nobres, Resplandescentes, hoje vc vê apenas os vulgares e olhe lá. This is the truth.
16/11/06: O radialista, Luiz Carlos Saroldi, nasceu no Rio de Janeiro em 15/09/1931, no bairro de São Cristóvão. Ainda na infância se interessou por literatura e tornou-se entusiasmado ouvinte de rádio, numa época em que esse veículo começava a se expandir no Brasil... Nos inícios dos anos 60, Reinaldo Jardim criou na Rádio JB AM o programa “Música também é notícia”, com dez edições diárias... Naquele tempo, era produtor do Jornal do Brasil AM o Maestro Edino Krieger. Os dois (Maestro e Saroldi) combinaram de fazer juntos uma ópera infantil, que acabou se tornando o musical “Uma Girafa para Inocêncio”, encenado no Teatro de Arena da Faculdade Nacional de Arquitetura, na Praia Vermelha (atual UFRJ). Os ensaios aconteceram no auditório do Jornal do Brasil, instalado na época na avenida Rio Branco. Pouco depois, a peça foi encenada por um grupo pernambucano, que chegou a ser premiado e foi convidado pelo jornal Folha de São Paulo a montar a peça na capital paulista. A Rádio Jornal do Brasil era, então, a quarta rádio mais ouvida no Rio de Janeiro... Portanto, Inocêncio foi cantado, em verso e prosa... e foi a grande estrela do Zoo do Distrito Federal. A revista “O Cruzeiro”, do final dos anos 50 ou começo dos anos 60, deve ter material a respeito...
Selo emitido em 1975 sobre o Centenário do Jornal O Estado de São Paulo...
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Sabia que Aracy de Almeida gravou em 1949 (ano que nasci) “O Passo da Girafa”, de Haroldo Lobo. Era uma marchinha de Carnaval, sátira à lerdeza dos Constituintes, ao jeito de governar... (página Arte Musical)
21/11/06: Vc se lembra de um brinquedo da década de 60, que era um caminhão transporte, que levava duas girafas? ele era todo colorido e as girafas uma era maior que a outra? lembro desse brinquedo na Rua da Carioca nº 15, uma loja chamada Bazar Francês e que tinha brinquedos do mundo inteiro. Haviam uns brinquedos de lata também e havia um com uma linda girafa, que acho mexia as patas.
22/11/06: Com relação a todo aquele assunto que me escreveu, te peço muitas desculpas se o desagradei. No que pude te falar, apenas mencionei que não entendia como poderiam reconhecer se Carlos seria a pessoa X ou Y apenas. Algumas coisas que penso te cobrar, mas que ficam comigo é, muitas vezes parecer não haver resposta tua para coisas do tipo: a girafinha de Buenos Aires já sabia? e a de BH nascida agora, também? e sobre a música da Aracy conhecia? e sobre os lances com o Inocêncio ouviu falar? Como vc não fala nada, fico com a impressão que o assunto ou não foi visto ou vc esqueceu de comentar... Te escrevi tanta coisas lindas no outro mail que estou chateado por não lembrar mais e repetir tudo para te falar. Comentei que não deveria se preocupar com nada. Sou teu amigo e pronto e curto estar falando contigo e sempre te contando sobre algo para que saiba mais.
Te falei sobre a popularidade do Paulinho, nascido em Sorocaba, o chimpanzé, com 20 anos e Tanguinha, a orango mais famosa do zoo do Rio, e sua filha adulta, que não têm macho da espécie. O de Sapucaia foi lacônico e parou de responder. Não me disseram nada sobre o Tancredo e para onde ele foi. O de Curitiba não sabe quem é Beija Céu e muito menos qual o nome da girafa que foi para Uberaba. O do Rio não sabe nada sobre Tom, Gastão, Beija Céu, etc.
Estou lisonjeado por incluir meu nome no teu site e o que desejo é colaborar contigo nisso. A reclamação é por achar que não me respondeu alguma coisa, ou por uma ansiedade em receber respostas tuas. Não briga comigo não. Sou teu amigo mesmo! Em agosto de 1964, já vivia as agonias dessa vida com 15 anos, principalmente no meu bairro, de ver as estações de trens toda cercada por arame farpado e termos de esbarrar os dias inteiros com canhões, militares circulando pelas ruas, toque de recolher, e fome. Tinhamos de ir buscar feijão, arroz, açúcar, etc longe, porque faltava tudo por aqui nessa época, passávamos madrugadas nas filas para conseguir comida. Não sei as outras regiões do Brasil porque não tinha ainda essa noção de globalidade que hoje tenho. Mas, mesmo assim, uma época gostosa, de rock, de Beatles, dos bailinhos, da calça Lee e camisa xadrês e da ingenuidade no coração...
27/11/06: O dia na Biblioteca. De todas as pesquisas que fiz, a única que constatei foi a chegada de Talita mesmo, fotografada, como vc mesmo tem a foto da reportagem de 1988, mais nada...
A chegada das girafas em 48, por exemplo. Sobre os Reis Belgas vi tudo o que fizeram por aqui, menos o seu pronunciamento sobre as girafas. Já pensou ter que ler 365 jornais do ano de 1969 para constatar o fato da sua chegada. É dose. Sobre os Reis o mais surpreendente é que eram para ficar até 18 de novembro, mas ficaram somente até o dia 13. A Rainha Elizabeth, da Bélgica, havia tido um enfarte e eles tiveram que antecipar a partida. Chegaram à Brasília dia 9, 12 foram a Sampa e 13 vieram ao Rio e deixaram o nordeste para uma outra temporada. Antes de 65, os Reis Belgas só estiveram no Brasil em 1920 e também vi a reportagem. Quem veio foi o Rei Alberto I e esposa. É o que descobri. Se descobrir a data da chegada de Carolina e Chico ao Brasil, com certeza, haverá o comentário sobre o presente de Suas Majestades.
Quero ver se descubro alguma data sobre a chegada dessas girafas em 1948, será então que em 45, ainda não haviam nenhuma?
29/11/06: Conforme nossa conversa, irei novamente à Biblioteca Nacional, prosseguir na busca por mais fatos relacionados às girafas que pisaram o solo do Zoológico carioca. Vou focar a pesquisa na inauguração, procurando descobrir se já haveriam girafa ou girafas por lá. Depois, vou passar para 1948 e cavar o tal presente do Prefeito Ângelo Mendes de Morais e “amigos” do Rio ao zoo, que foram as girafas. Se o foi, o jornal vai falar alguma coisa, com certeza.
Em seguida, vou fuçar sobre o “Inocêncio” pelos idos entre 58 e 60 e catar dados implícitos à sua saga, tipo casamento, doação de nova fêmea, a popularização da figura após o filme, etc. Finalmente e que não sei se haverá tempo, pois a Biblioteca fecha impreterivelmente, às 15:00hs , irei procurar saber se na chegada de Carolina e Chico, presente da Rainha Fabíola da Bélgica, se haveria algum registro sobre o fato. O que é notório é que a chegada de girafas numa cidade não há como passar despercebido nunca, principalmente pelos veículos de comunicação.
O que, possivelmente pode atrapalhar são, como falei antes, em 1945, o final da Segunda Guerra e 1969 a Ditadura Militar, que fervia toda cidade, ou seja, os fatos ocupavam todas as páginas dos periódicos daquelas épocas. Mas.....como não custará tentar, vou em frente.
08/03/07: novidades da França para você. Acabam de nascer gêmeos no Zoo de Doué.
24/05/08: reportagens sobre Beija Céu e Zagallo. Foram centenas de reportagens que sairam sobre os dois aqui no Rio. Nem imaginava que fossem dar tanto ibope assim. Pelo menos umas 12 reportagens falando sempre a mesma coisa com fotos diferentes dos dois que culminou com o acasalamento de ambos na semana passada e fotografado. Vc viu as reportagens? Acho os dois bem diferentes um do outro em termos de pelagem e vc? A VIDA É BELA E A GIRAFA AMARELA!
26/05/08: Outra coisa que quero te informar é que o que o Zoológico de Curitiba mandou foi que a Beija Céu seria importada da Alemanha e que veio com uma outra que não diziam o nome, provavelmente até essa que vc menciona. Um forte abraço do teu amigão, Carlos Alberto “rotschildii”.
06/06/08: ... mas então aquela remessa de 2 fêmeas que vieram de Curitiba para ficar com o Gastão era falsa? Parece que ele esteve com as duas e uma delas era nascida em Curitiba e a outra havia vindo da Alemanha. A que veio da Alemanha é que eles chamam de Beija Céu, a outra seria Raio de Luz, um nome um pouco curriqueiro até para as girafas. Nesse momento de transição que atravessamos, onde a mídia precisa desviar os olhos da opinião pública para essas trivialidades, Beija Céu e Zagalo apareceram na hora certa para ter seus 15 minutos de fama. Devo acreditar que a B.Céu deva estar na faixa realmente dos 17 anos. Só espero que ela ainda tenha tempo de criar seu filhote, o que será sem dúvida uma das nossas maiores conquistas, já que a pobrezinha passou muitos anos solitária dentro daquele Zoo.
20/06/08: Sim, existe reportagem falando sobre a chegada das duas para o Gastão, não sei se te passei alguma cópia. Acho que o ano teria sido 1988, bem no início. Depois da chegada da Talita, que era de Sampa, provavelmente vc esteja lembrando dessa chegada. Com certeza iremos ao Zoo com a possibilidade da chegada do novo filhote. Vê se precisa de alguma coisa dessas reportagens, mas como sempre são sempre reticentes, até porque os informantes são completamente desinformados e os repórteres têm pressa de escrever qualquer coisa nas matérias. Forte abraço, Carlos Alberto “peralta” Meda, porque é a mais branquinha dela.
01/07/08: Olá Carlos-peralta (risos), agora né... pois vc já foi Carlos Alberto Rotschildi! Não, vc não me passou cópia sobre a reportagem das duas girafas para o Gastão... Vc me deu a reportagem da Talita... e como tal noticiário relata: Depois de esperar muito tempo, Gastão recebe do zoo de Sampa a girafa Talita... etc.., então penso que não houve essa notícia que vc diz.... ou houve? Procure para mim, por favor... A outra notícia que vc me deu é bem depois, data de 09/12/1994 – Tom, a girafa, viaja em busca do amor, para conhecer suas pretendentes Raio de Luz e Beija Céu... E vc está certo... eu me enganei por causa de duas girafas chamadas Raio de Luz... uma nasceu em 1973 e foi para Brasília... a outra é mais recente, talvez veio de Curitiba mesmo e em 1994 tinha 3 anos... A Beija-céu é a alemã que está por aí até hoje... Carlos, dei uma melhorada na página sobre Zoogeografia, topografia e subespécies... Abraços e inté, vulgo rituculado porque é o mais alto, o mais vermelho e gosto mais...
10/07/08: Vi ontem um desses livros num sebo... Eles estão cobrando R$ 30,00 e está em bom estado. Ainda tô te devendo a reportagem das girafas que chegaram juntas para o Gastão. Carlos Peralta Rotschildi Meda.
LEIO que, no Jardim Zoológico, há uma girafa, macho e triste, chamada Santoro, que matou a companheira e, por sua vez, está morrendo de tristeza. Ao lado da notícia, uma foto do animal: o pescoço infinito ergue contra as nuvens do céu uma cabeça de fábula. É a própria imagem da solidão. Todo homem solitário é uma girafa. Perdo em sedeliro, mas é. Como veem, discordo de Kafka, que transformou um homem solitário em inseto. Há os que viram inseto, admito, mas há os que atravessam as ruas vertiginosamente sós, com a cabeça nas nuvens. Se ser solitário é ser girafa, o que não será uma girafa solitária? Consulto o fascinante livro Mamíferos, editado pelo MEC, aprendo que, nas horas de aflição, as girafas gemem baixinho – é a sua fala. E, para confirmar minha intuição, leio que, por ter pescoço tão comprido, a girafa não consegue lamber o próprio corpo. É a companheira quem faz esse serviço para ela. Quer dizer que uma girafa solitária não se basta, nem pra se coçar. A forma diz tudo. O pescoço a distancia de si mesma. E penso com mais pena ainda na girafa Inocêncio Santoro, só, no Jardim Zoológico, fitando por cima das árvores um horizonte sem esperanças... Ferreira Gullar, A estranha vida banal. Rio de Janeiro: José Olympio, 1989, p. 81
Quanto ao material do Zoo vou te mandar depois anexo. Vou ter que digitar pra passar para vc. Tinha separado duas historinhas do meu tempo de garoto (10 anos) com girafas, uma sobre “Porque o pescoço da girafa é grande” e o outro sobre a girafinha Gigi, uma girafinha boazinha que salva a vida de um elefante. Depois te mostro. Gibizinho de mais de 50 anos. Enfim, estaremos juntos então no 19 e poderemos ver a girafona de Itatiba. Não sei como é o padrão das girafas do Cabo, pelo menos nesse momento não estou me lembrando, mas verei quando lá chegar. Forte abraço.
21/07/09: Sérgio, cheguei bem e te agradeço pela paciência comigo nesse passeio legal a Itatiba e o almoço, e o melhor aquela coleção incrível de girafas. Achei fantástico. Outra coisa que quero te dizer é que realmente o nome do Barão é João Baptista Vianna Drummond – é conforme ele assinava e na minha pesquisa descobri outras coisas do tipo: o documento que fala na data da instalação provisória do Zoo diz que foi 06/01/1888 e não 5. Fiquei muito emocionado de ver a letra do Barão no pedido de instalação do zoo e estive com os documentos nas mãos. O Zoo tinha um timbre simples para as cartas, mas para a época era diferente. Parabéns pelo Dia do Amigo comemorado ontem. Felicidades camelopardálicas do seu amigo Carlos.
29/07/09: anexo sobre Zoo Vila Isabel. obrigado pelas palavras amigáveis, mas curti mesmo o Zoo e realmente vc tem razão. Foi a primeira vez que uma girafa se aproximou tanto de mim, ou exatamente o contrário...
14/09/09: obrigado pelas fotos mesmo. Não esperava ver tantas fotos daquele dia. Ficaram muito boas e não sabia que havaim tantas fotos onde eu aparecesse. Fiquei contente de vocês estarem nas fotos e curti muito as imagens das girafas. Lindas, sairam mais bonitas e dá para perceber melhor o desenho das suas manchas. Obrigado. Ficou faltando o material do zoo do Rio que vc disse que faria xerox. Agora tb estou fissurado com aquele antigo zoo e assim que tiver algum material de lá vou mandar pra vc. Foi um dia corrido aquele mas muito bom e deixou saudade... Fiquei chateado de não ter bancado o chato e pedido uma pena de gavião ao dono do Zoo como souvenir...
05/02/2010: uma pequena bomba pra vc. Querido Sergio, depois te respondo aquele e-mail que vc mandou, mas o que estou entrando aqui na Lan house pra te contar que finalmente podemos chegar a conclusão que: quando o antigo zoo fechou não haviam girafas lá; quando o novo zoo abriu em 45 também não chegaram girafas, isso porque depois de muito garimpar, descobri uma notícia que confirma nossa expectativa, ou seja, “O Jornal”, ano XXIX, numero 8191, de 11/01/1947 fala assim: “O zoólogo do Jardim Zoológico, José Candido de Carvalho anuncia a chegada em breve de girafas, zebras e outros animais da África.” Não é fantástico? querido amigo, elas chegaram em 47 mesmo, resta agora garimpar os jornais desse ano para descobrir a data exata. Estou contente com isso. Nossa história remendada está ficando completa finalmente. Forte abraço, Carlos Meda.
O entomólogo (zoologista especializado em entomologia) José Cândido de Mello Carvalho (MG, 11/06/1914-22/10/1994) foi um grande especialista em hemípteros (insetos com asas ou barbatanas) e mirídeos (hemípteros sugadores de seiva, como percevejos e pragas do cacau e do café)... Descreveu 267 gêneros e 1.319 espécies de insetos. Seu Catálogo de Mirídeos do Mundo descreve 90% das espécies americanas e 10% das espécies mundiais. Carvalho renovou o Museu Paraense Emílio Goeldi (1955) e o Museu Nacional, no Rio (1958)... Em 1946 ingressara no Museu Nacional, indo preencher as grandes lacunas ali existentes em face da obrigatoriedade da desacumulação... Renovou e reabriu ao público o Museu Paraense Emílio Goeldi (1954/53) e o Museu Nacional (de 1955 até 1961)... His abilities both in science and in the field of politics helped Brazil to develop and maintain a high level of systematic biology. Carvalho published more than 500 papers on the taxonomy of the Miridae, as well as studies of other insect groups. Between 1957 and 1960 his catalog of the Miridae of the world was published by the National Museum, totaling more than 1,100 pages. In addition, he published on the knowledge of animals by Indians of the Xingu River basin, and on the explorations of early naturalists in the Amazon. He was a member of the Vatican Academy of Sciences, and Vice-President of the Brazilian National Research Council. He participated in the 1936 Olympics in Berlin, at which time he became friends with future Brazilian president Castelo Branco.
José Cândido de Carvalho (Campos dos Goytacazes, 5 de agosto de 1914 — Niterói, 1 de agosto de 1989) foi um escritor brasileiro, mais conhecido como o autor da obra O coronel e o lobisomem. Foi bacharel em direito, mas abandonou a profissão no primeiro caso. Trabalhou em diversos jornais cariocas e colaborou com a revista O Cruzeiro. Sua estreia na literatura foi com Olha para o céu, Frederico!, romance (1939). 25 anos depois, em 1964, publicou seu maior sucesso, O coronel e o lobisomem, uma das obras-primas da ficção brasileira, que foi traduzido para o inglês (The Colonel and the Werewolf), espanhol, francês e alemão. Também escreveu obras infantojuvenis, a mais famosa Gil no Cosmos. Deixou inconcluso o seu terceiro romance, O Rei Baltazar. Outras obras publicadas são: Porque Lulu Bergantim não atravessou o Rubicon (1971), Um ninho de mafagafos cheio de mafagafinhos (1972), Ninguém mata o arco-íris (crônicas, 1972), Manequinho e o anjo de procissão (contos, 1974), Se eu morrer, telefone para o céu (1979) e Os Mágicos Municipais (1984). Em 1974 entrou para a Academia Brasileira de Letras, ocupando a cadeira 31. Continuou colaborando em diversos jornais até poucos dias antes de sua morte, quatro dias antes de completar 75 anos. (Fonte: www.releituras.com/jccarvalho_menu.asp)
09/02/10: Sabia que meu sonho estava certo...! Por fim, você é inventor de livros históricos! É uma pena que jamais tenha pubicado... A história da raça do cachorro eu acho interessante prá vc, pois todo mundo gosta de cães... Não entendo o motivo da coisa não ir prá frente... acho que vc é meio sem paciência... (risos) Carlos, mas agora tive uma ideia: Q tal a gente publicar um livro juntos? Do tipo: ZOOLÓGICO DO RIO DE JANEIRO - DO IMPÉRIO À FUNDAÇÃO. Você entra com os jornais originais (também outras coisas que nem sei se vc tem) e eu com as peças que tenho da coleção: cartões-postais, cartões telefônicos, carimbos e selos postais... O que achas? Se a gente organizar tais itens cronologicamente, penso que eles por si narram sua história... Quanto as girafas, obrigado por vc me dizer essas coisas abaixo... Mas em nosso livro ela é mais um animal; podemos até fazer um capítulo especial, se for o caso. Penso que o + importante é o nome do livro: ZOO DO RIO DE JANEIRO e suas histórias que seriam de mais abrangência para o público...
Zoológico de Vila Isabel em 1888
Barão de Drummond
ajuda de custo do Imperador D Pedro II
o jogo do bicho para salvar o zoo
fechamento em 1940
novo zoo no Parque da Quinta da Boa Vista em 1945
portão doado pelo Duque de Northumberland
Presidente Getúlio na inauguração do Zoológico do Rio de Janeiro
sua mudança para Fundação RIOZOO em 1985
Entre outras coisas, claro, entre tantas que existem intrínsecas e interessantes nestes mais de 100 anos... Poderíamos falar até mesmo sobre o rinoceronte Cacareco que saiu dai emprestado para a inauguração do Zoo de Sampa, e que depois voltou para o Rio às pressas por causa de forças políticas na época da votação... (risos) São muitas lembranças interessantes sobre a história do Brasil... O primeiro passo eu acho que seria fazer um levantamento de tudo o que temos a respeito... O que achas?
11/02/2010: Vi noutro dia fotos do filhote Gastão, filho de Carolina, arquivada lá no Zoo. Qualquer hora elas vão sumir... Não sei quem são as girafas, desconfio que seja o Chico. Tem bastante fotos antigas da época da Carolina...
02/03/10: Querido Sérgio, foi muito legal o telefonema e acho que temos muita coisa pra falar. Com relação à Bibl. Nacional, dependendo da paciência tem muita coisa interessante e rara para ver. Vale a pena, mas consultar, evidentemente, precisa de muito tempo... já estou fazendo o resumo de todo o material que aborde o Zoo do Rio. Devem ter umas 40 reportagens sobre animais do Zoo, de 1974 a 2005, 6, 7, 8, 9... Como te falei o material é escasso, porque eram materiais que apareciam no joprnal que eu comprava. Por certo, não sei se existiriam outros, com certeza sim. De qq maneira podemos montar algumas coisas legais baseados nessas reportagens diferentes, e declaradoras do efetivo exercicio dessa instituição. O procedimento é o mesmo para tudo... Forte abraço ocapideo.
Última atualização: 09/03/2010. |