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FUNDAÇÃO RIOZOO – ZOOLÓGICO DO RIO DE JANEIRO

O antigo Zoológico de Vila Isabel no Rio de Janeiro fechou suas portas em 1940 e foi vendido ao governo... Cinco anos mais tarde, a cidade ganha um novo zoológico, inaugurado em 18/03/1945 no Parque da Quinta da Boa Vista – antiga residência da família imperial portuguesa, hoje, Museu Nacional – no histórico bairro de São Cristóvão. Alguns locais do palácio foram destruídos como, por exemplo, o Observatório Astronômico do Imperador... Nota: Menos de 1 mês depois, termina a Segunda Guerra Mundial.

“O zoológico da cidade do Rio de Janeiro destaca-se na memória histórica do Brasil como o primeiro Zoo do País, fundado em 1888. Uma das imagens mais marcantes do Zoo carioca é o imponente portão construído em sua entrada. O portão foi oferecido como presente de casamento a D. Pedro I e à futura imperatriz Leopoldina, por um nobre inglês.” – inscrição no anverso do cartão telefônico emitido pela Telebrás em 1998, com 20 unidades, que mostra o portão do RioZoo (imagem abaixo, no centro da tela). Foto: Esther Nazareth. Notas: O portão pode ser visto na paisagem de algumas telas pintadas durante o período imperial... O portão doado pelo Duque de Northumberland foi transferido para a entrada do Zoológico na Quinta da Boa Vista (Biene & Severo, 2005, página 95).

Do lado esquerdo da tela: Foto do Presidente Getúlio Vargas na inauguração do Zoológico do Rio de Janeiro, no Parque da Quinta da Boa Vista. Do lado direito, grande público na inauguração do Zoológico, em 1945.

Vivendo períodos de glórias e dificuldades, o atual zoológico carioca, no bairro de São Cristóvão, chegou aos nossos dias. Em 1985, foi transformado na Fundação RIOZOO. A mudança proporcionou agilidade administrativa e abriu espaço para um processo de modernização, que transformou a RIOZOO em uma respeitada instituição de pesquisa e educação ambiental, reconhecida no Brasil e no exterior.

“A possibilidade de poder apreciar os animais que despertam tanta curiosidade faz com que o Rio-Zôo, tão rico em espécie, principalmente as em extinção, se mantenha organizado, equipado e constantemente atualizado. Somado a estas atividades, aprovei a criação da Fudação Jardim Zoológico da Cidade do Rio de Janeiro Rio-Zôo.” Rio de Janeiro, 12 de outubro de 1985, Marcello Alencar – Prefeito da Cidade do Rio de Janeiro.

O zoológico carioca oferece uma mistura única de história, fauna exuberante, ecologia e muito verde. Com uma área de 138 mil metros quadrados, mais de 2.100 animais entre répteis, mamíferos e aves, e cerca de 400 espécies (dados referentes ao mês de outubro de 2006).

Possui o maior plantel de primatas brasileiros, a maior coleção de aves expostas do país e, no setor de fauna, reproduzem-se espécies raras e ameaçadas de extinção como o urubu-rei, o mico-leão-dourado e a ararajuba.

Algumas espécies da Fauna Africana que podem ser encontradas na Fundação RioZoo: babuíno-verde, girafa, leão-africano, serval, zebra-de-burchelli ou zebra-comum, entre outros. Nota: Os hipopótamos “Bonachão”, “Nanci” e “Xodó” (papai, mamãe e filhote), aparecem no livro “Mamíferos”, de 1959.

urso-de-óculos, papagaios, pavão e outros bichos como uma fêmea de Camelus bactrianus, que foi submetida a um trabalho comportamental no início de 2008, utilizando a técnica de condicionamento operante com reforço positivo, cujo histórico prévio já era sem agressividade contra tratadores, entretanto não tolerava toques e maiores contatos com seres humanos...

Aqueles que gostam mais dos animais domésticos poderão visitar a Mini Fazenda além de se divertirem com o touro “Barnabé”... Com uma visitação mensal de 70 mil pessoas e, em média, 110 turmas escolares, a Fundação RioZoo tem como objetivo muito mais que ser apenas uma vitrine de animais. A maior tarefa é desenvolver o respeito e a preservação do meio ambiente, investindo em programas de educação, qualidade de vida e pesquisa baseado sempre no conceito “Conhecer para Preservar”.

“Conhecer para preservar, é utilizando este conceito que a Fundação RioZoo vem trabalhando junto a seus visitantes para que o Dia dos Animais possa ser comemorado durante todo o ano. Através de ações educativas, de projetos de reprodução, como o da Ararajuba, pesquisas e da implementação de projetos junto às escolas públicas e particulares, a RIOZOO transmite a importância de preservarmos as várias espécies brasileiras ameaçadas de extinção. As onças, os macacos, as cobras e as tartarugas-marinhas fazem parte de nosso maior patrimônio: a fauna brasileira. Preservá-la é um dever de todos e uma obrigação com as próximas gerações de brasileiros.” Márcio Martins, ex-Presidente da Fundação RioZoo.

— Fundação RIOZOO – Jardim Zoológico do Rio de Janeiro
Parque Quinta da Boa Vista, s/nº – São Cristóvão, Rio de Janeiro (RJ) – CEP: 20940-040
Telefone: (21) 3878-4200 – riozoo@pcrj.rj.gov.br – www.rio.rj.gov.br/riozoo/

Mandei correspondência em 06/12/2007, dia do aniversário do Zoológico de Brasília, para João Catale: Recebi fotografias de funcionários dos Correios sobre a solenidade de lançamento da série “ZOOLÓGICOS DO BRASIL”, ocorrida no dia 11/10/2007. Escrevo por vários motivos: para lhe convidar a conhecer o meu site GIRAFAMANIA, para lhe deixar uma sugestão futura de exposição e para lhe fazer um pedido... Ainda estou lhe enviando de presente um cartão pessoal que fiz para acondicionar a sextilha. O pedido: se possível, gostaria que me devolvesse apenas o envelope circulado entre as nossas cidades, assim poderei agregá-lo em minha coleção filatélica sobre GIRAFAS... A sugestão: além de possuir a maior coleção de peças e objetos sobre girafas (mais de 2.500 peças), tenho uma coleção de selos postais do mundo inteiro sobre esse belo animal, o qual sou apaixonado desde criança... À parte, possuo uma vasta coleção filatélica sobre Zoológicos do Planeta, sobre os Zoológicos do Brasil e, em particular, a história da FUNDAÇÃO RIOZOO contada através de selos, cartões-postais e cartões telefônicos – motivo de minha sugestão. Essa história narra desde seus primórdios, quando o Barão de Drummond fundou no Bairro de Vila Isabel o primeiro zoológico carioca; a ajuda financeira de Dom Pedro II; o Jogo do Bicho; a inauguração do novo zoológico no Parque da Quinta da Boa Vista com o então Presidente Getúlio Vargas; sua transformação em Fundação RioZoo, entre outros fatos históricos que você bem conhece. Faço votos que goste da lembrança que envio em anexo. Muito obrigado por sua atenção. Abraços e inté.

Do lado esquerdo da tela, cartão-postal colorido, sem data, “Rio de Janeiro – Jardim Zoológico”, Nº 67 CROMOCART – G.W., não circulado em bom estado de conservação, medindo 9 × 14 centímetros... Do lado direito, cartão-postal cujo verso traz anotação grafada à mão: “Setembro 1949, Quinta da Boa Vista” (adquirido na feira de antiguidades do MASP em 13/06/10). Nota: Na coleção há um cartão-postal bem conservado que mostra cobras (sucury) no Zoológico do Rio de Janeiro, Edição (JP) Preising nº 796 (adquirido de RioPostal por R$ 35).

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Autor: Oliveira Ribeiro Netto (SP, 1908-1989), tradutor de Alice no País das Maravilhas | Ilustração: Gilva
— Título: PASSEIO NO JARDIM ZOOLÓGICO
ISBN: n/c | Editora: Editôra do Brasil S/A [sic], São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Curitiba, Porto Alegre
Coleção: “A Criança e o Livro” | Série: “Surprêsa” [sic] Vol. 2 | Edição: 1ª 1953?
Segmento: Literatura Infantil Brasileira – Literatura Infanto-juvenil Brasileira – Paradidático
Tipo de capa: Brochura, capa dura | Formato: 32 cm × 23 cm. | Nº de páginas: 32 provavelmente (exemplar da coleção até a página 18)
Estado de conservação: Médio, parte do miolo solto e parte do miolo faltando... | Preço sugerido: R$ 130,00 adquirido de João em 05/04/11.
Nota: Contracapa assinada a caneta: Lourenço Agostinho A. Filho – Casa Branca (SP), 02/06/1953, 10 anos.
Descrição:

Capítulo I – Batatucha (páginas 5 a 7): Com 8 anos de idade a estudante do segundo ano primário, Mario do Carmo, era loira, branquinha, gorducha, inteligente, curiosa, perguntadeira, gostava de escrever, entretanto era burrinha para números e contas. Adorava bichos, tinha um casal de gatos, uma cachorrinha, piriquitos e um papagaio que a chamava pelo apelido: Batatucha. Sua mãe, Neyde, prometeu levá-la ao Jardim Zoológico na capital do Brasil, caso ela tirasse boas notas no fim do ano.
Capítulo II – Nasce e Cresce o Zoo (páginas 8 a 11): Parentes do RJ enviam um folheto sobre o zoo; assim Batatucha sabe que a Quinta da Boa Vista é um imenso parque que foi a antiga residência do Imperador D. Pedro II, cujo palácio agora abrigava o Museu Nacional, no bairro de São Januário. D. Neyde lhe conta que aquele era o segundo zoo ali criado, que houve outro aberto nos últimos tempos do imperador, inaugurado em janeiro de 1888, o ano da Abolição da Escravatura, particular foi fundado pelo Barão de Drummond em Vila Isabel. O novo zoo foi inaugurado pelo antigo prefeito da cidade, Henrique Dodsworth, em março de 1945. Outro prefeito também deixou seu nome ligado ao zoo, o General Mendes de Morais, quem mandou buscar as girafas, as zebras, entre outros bichos; mandou construir a Ilha dos Macacos, o Fôsso das Onças e inaugurou o trenzinho que dava a volta por todo o parque...
Capítulo III – Micos e Pássaros (páginas 12 a 15): Fim de ano, Batatucha prestou exames e foi bem sucedida mesmo em Matemática. Durante a viagem d. Neyde descreveu Copacabana, Paquetá, o Corcovado, o Pão de Açúcar (um monte na baía de Guanabara). Conversaram sobre a questão de certos nomes na Geografia do Brasil, como Rio de Janeiro, por exemplo, por se pensar que a baía fôsse a foz de um rio, na ocasião do descobrimento que se deu em janeiro. Piratininga que na língua tupi-guarani quer dizer “peixe sêco” [sic]. Foi mencionado também o Dedo de Deus, pico da Serra dos Órgãos que lembra um enorme dedo apontado para o céu. No zoo viram as araras, mais acima o local dos faisões-dourados e prateados, a cacatua-de-crista-amarela, variedades de papagaios, a siriona (uma espécie de grande coruja), a suindara; depois as sucuris. Discutiram a questão dos machos serem mais vistosos do que as fêmeas...
Capítulo IV – A Ilha dos Macacos e o Fôsso da Onças (páginas 18 a ...): D. Neyde disse a menina que após percorrerem a pé o zoo, iriam dar uma volta no trenzinho, como despedida...

Do lado esquerdo da tela, capa do livro Passeio no Jardim Zoológico. Do lado direito, fotografia do miolo do livro (páginas 16 e 17), onde existe uma dobradura em papel tridimensional, tipo origami (espécie de diorama) que mostra leão e tigre em jaula, elefante, canguru, girafa, camelo, panda, espécie de cegonha e zebra...

Jogo na caixa original (cód. 0-28-071): “Quarteto – Rio de Janeiro”, Edições Melhoramentos, década de 50 – o Rio de Janeiro ainda era a Capital do Brasil... Brinquedo educativo em perfeito estado de conservação, compreende regras do jogo e 48 cartas com vistas da cidade do Rio de Janeiro, entre elas Outeiro da Glória (1), Igreja da Candelária (1), Aparts. Parque Guinle (2), Palacete do Cosme Velho (6), por exemplo, além da carta de número 11 (ampliada abaixo) que mostra elefantes-asiáticos do Jardim Zoológico. Adquirido da vendedora do ML (JLF7) em 24/01/12...

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Museu da Fauna

A Fundação RioZoo, agente educativo e difusor de incentivo à preservação do meio ambiente, está revitalizando o Museu da Fauna, espaço cultural interativo que terá como tema os ecossistemas brasileiros, inserindo neste contexto a divulgação de projetos de conservação do Brasil.

O Museu da Fauna foi inaugurado na década de 50. Era propriedade do antigo IBDF e possuía em seu acervo animais taxidermizados (empalhados). Esse acervo foi doado ao Museu Nacional no ano de 1993 por solicitação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis-Ibama.

A partir desta data, a Fundação RioZoo passou a administrar o espaço, fechado há dez anos, quando então deram início às obras de restauração. Além de infra-estrutura para deficientes físicos, o museu possui cafeteria e auditório com capacidade para 250 pessoas.

Quando for inaugurado, apresentará alguns projetos tais como, Arara-azul, Arara-azul-de-lear e Spix, Canídeos, Pró-Carnívoros-CENAP, Cervo-do-pantanal, Ararajuba, Peixe-boi, Baleia-jubarte, Mico-leão-dourado, Projeto Mucky e Papagaio-de-cara-roxa, que enfatizarão 8 temas: Mata Atlântica, Região Costeira (mar), Manguezal, Restinga, Floresta Amazônica, Cerrado, Caatinga e Pantanal.

Esperamos que a visita ao Museu da Fauna torne-se uma importante ferramenta educativa para escolas, constituindo uma forma alternativa para trabalhar os conteúdos curriculares. Para isso, apresentaremos uma forma diferente de exibição e exploração de nosso acervo, visando a formação de conceitos e o desenvolvimento do aprendizado.


Agradeço ao amigo Carlos Alberto Meda por sua grande contribuição, sobretudo pelas informações jornalísticas [sic] que comprovam girafas no Zoológico do Rio de Janeiro e ilustram esta página, dedicada ao RioZoo. Foram dias e dias de pesquisa no Arquivo da Cidade e na Biblioteca Nacional desde novembro de 2006...

Girafas da Fundação Jardim Zoológico RIOZOO

Foto contemporânea de Esther Nazareth. Fonte: Faça o download (www0.rio.rj.gov.br/riozoo/).

Segundo reportagem do jornal carioca, “O Jornal” (pesquisado no Arquivo da Cidade em 06/10), cuja matéria data de 30/01/1947, não há qualquer menção sobre girafas ou zebras, entretanto fala de elefante, leão, macaco, faisão, lhama, onça, jacaré... Carlos já pesquisou o mesmo jornal de todos os meses de 1947. Encontrou apenas os anúncios da Exposição com girafa montada pelo Papai Noel e um filhote de lhama, presente em Lima, na inauguração do voo Rio-Lima pela Vasp...

Foi até junho de 1948 e nada... Daí, resolveu pesquisar maio e junho de 1949 e voilà.... encontrou em 10/06/1949 uma pequena reportagem elogiando o zoo e o melhor detalhe: UM GIRAFÃO NO ZOO POR TRÁS DE UMA CERCA... Tentou olhar março e abril de 49 e havia um anúncio de uma empresa de propaganda “Sino” com o desenho de 2 girafas sorrindo... Encontrou uma reportagem falando do navio que trouxe, das florestas de Burma, 3 fêmeas (12 anos) de lindas elefoas, todas com 800 kgs. O navio era holandês e saiu da Indonésia em abril de 1948...

► Mico (macho) – casal de girafas presente em 17/01/1949.
► Lala (fêmea) – casal de girafas presente em 17/01/1949.

O primeiro casal de girafas chegou no zoo em 17/01/1949, no mesmo ano do nascimento de Carlos, quem encontrou esta informação em 07/2010. O Prefeito é dono do crédito e chegaram com toda a merecida regalia. Os meios de comunicação vigentes fizeram o que podiam para cobrir a tão importante passagem...

Abaixo, cartão-postal com fotografia em branco e preto de duas girafas e a inscrição frontal: “As Girafas do Jardim Zoológico”; pode-se ver que se trata da subespécie girafa-sul-africana (mas também pode ser a girafa-masai), cujas manchas são mais espassadas e menores. Peça adquirida de Fevereiro em 03/10/09. Nota: Na coleção há outro cartão-postal igual, cujo título é “Turismo Carioca”, e a grafia frontal à mão “Mico e Lala” (será que tais nomes existiram ou foi quem escreveu que os inventou?)... Verso contém a impressão: “O Prefeito do Distrito Federal, Sr. General Angelo Mendes de Morais, ofereceu ao Zoológico, com a colaboração de um grupo de amigos da cidade, este casal de Girafas, em 1948.” Editora: Guanabara Filme, Praça Floriano, 19 – Rio de Janeiro.

► Inocêncio (macho) – Atuou no filme “O Noivo da Girafa” (1957) e aparece no livro “Mamíferos” do MEC (1959). Nota: Carlos acha que o casal acima chegou de Mombassa, Tanganika... Se Inocêncio for o próprio macho do casal chegado em 1948, ele teria nascido no ano anterior 1947 (porque na foto ele parece ter até mais de 1 ano); sendo assim no filme ele já teria 10 anos, no livro 12 anos... Sei que as pessoas tinham pena de Inocêncio, porque no zoo, mesmo sem condições adequadas até rinoceronte-negro se reproduzia bem. Depois me lembro de 4 oportunidades com rinocerontes novos (sempre aos casais), mas todos eram brancos e pouco viviam naquele zoo...

LEIO que, no Jardim Zoológico, há uma girafa, macho e triste, chamada Santoro, que matou a companheira e, por sua vez, está morrendo de tristeza. Ao lado da notícia, uma foto do animal: o pescoço infinito ergue contra as nuvens do céu uma cabeça de fábula. É a própria imagem da solidão. Todo homem solitário é uma girafa. Perdo em sedeliro, mas é. Como veem, discordo de Kafka, que transformou um homem solitário em inseto. Há os que viram inseto, admito, mas há os que atravessam as ruas vertiginosamente sós, com a cabeça nas nuvens. Se ser solitário é ser girafa, o que não será uma girafa solitária? Consulto o fascinante livro Mamíferos, editado pelo MEC, aprendo que, nas horas de aflição, as girafas gemem baixinho – é a sua fala. E, para confirmar minha intuição, leio que, por ter pescoço tão comprido, a girafa não consegue lamber o próprio corpo. É a companheira quem faz esse serviço para ela. Quer dizer que uma girafa solitária não se basta, nem pra se coçar. A forma diz tudo. O pescoço a distancia de si mesma. E penso com mais pena ainda na girafa Inocêncio Santoro, só, no Jardim Zoológico, fitando por cima das árvores um horizonte sem esperanças... Ferreira Gullar, A estranha vida banal (Rio de Janeiro: José Olympio, 1989, p. 81)...

O Jornal do Brasil noticiou que Inocêncio de Santoro morreu em 09/09/1962 (então ele viveu por 13-14 anos). Uns falaram que ele estava cheio de vermes, outros disseram que foi o coração, outros que foi a idade... Na época prognosticaram que girafas vivem entre 10 e 18 anos. Quanto a data da morte da fêmea Garota: uns falam que foi em 1954 outros 55... Informação recebida em abril de 2013, da Biblioteca Nacional, por Carlos.

Nota: Em 1959, houve uma campanha nas escolas com folhetos ilustrativos, angariando fundos para adquirir uma nova fêmea. A doação seria de Cr$ 1,00 (um cruzeiro)... Às vezes, Inocêncio andava solto pelo zoo acompanhando de seu tratador, enquanto não começavam as funções do parque... Inocêncio foi o animal mais famoso do zoológico no final da década de 50, até o nascimento do Macaco Tião (1963-1996), talvez por sua impetuosidade com a noiva, pelo filme, pela mobilização da cidade querendo arranjar-lhe outra noiva em consequência de sua solidão, depois ele aparece no livro... Ficou só durante muito tempo...

► ? (fêmea) – chega em 1957 de Sampa?, a qual foi morta a pescoçadas por Inocêncio... Na época, o fato foi levado como se ele tivesse ficado tão empolgado com ela, que no afã de namorá-la deu-lhe um forte pescoção que a matou na hora. Isso fez com que a cidade ficasse chateada...

► Chico (macho masai) – nasceu em 1968. Presente dos reis em 1969. Morreu em 1981 de causa desconhecida.
► Carolina (fêmea masai) – nasceu em 1968. Presente dos reis em 1969. Morreu em 1978. Teve 4 filhotes em sua vida de 10 anos, 3 machos e 1 fêmea.

Chico e Carolina chegaram em 1968 ou 1969 – presentes dos reis da Bélgica, que estiveram no Brasil em 1965 (de 9 a 13/11) e prometeram ancaminhar, quando fosse possível, um casal de presente para o zoo da cidade... Quando chegaram tinham 1 ano de idade. O presidente na época era Costa e Silva e o diretor do zoo, Mateus Notaroberto.

Abaixo, FDC e selo postal emitido em 18/11/1965, Visita de Suas Majestades, o Rei e a Rainha dos Belgas: Baudouin e Fabíola. Com valor facial de Cr$ 100 cruzeiros (RHM: C-542, a. papel marmorizado; Yvert: 786), o selo mostra o casal real. Anteriormente, em 1920, outro rei dos belgas visitou o Brasil, Alberto I e esposa... Nota: Sobre os Reis Belgas vi tudo o que fizeram por aqui, menos o seu pronunciamento sobre as girafas... O mais surpreendente é que eles deveriam permanecer no Brasil até 18 de novembro, mas ficaram somente até o dia 13. A Rainha Elizabeth, da Bélgica, havia tido um enfarte e eles tiveram que antecipar a partida. Chegaram à Brasília dia 9, foram em Sampa dia 12 e no dia seguinte vieram ao Rio; deixaram o Nordeste para outra temporada... Possivelmente pode atrapalhar a Ditadura Militar, que fervia toda cidade, ou seja, os fatos ocupavam todas as páginas dos periódicos daquela época... (Meda 11/06)

► Salomé (fêmea) – nasceu no Rio em 1972. Primeiro nascimento oficial no Brasil, portanto 1ª girafa brasileira! Filha de Carolina e Chico. Morre logo após...

Jornal com foto (página 3), 13/10/1972 – Na madrugada de ontem, nasceu no Zoológico do Rio de Janeiro a primeira girafinha brasileira, e talvez da América do Sul: é filha de “Chico” e “Carolina” (então com 4 anos) e recebeu o nome de “Salomé”. Até às 14 horas recusou alimentar-se (estava muito arisca) e os tratadores começavam a ficar preocupados. Finalmente, resolveu tomar mamadeira. Seu primeiro dia de vida foi o de uma personalidade muito importante: teve os primeiros passos acompanhados pela imprensa carioca, e até os assessores do Secretário de Agricultura lá estiveram para conhecê-la. As crianças é que não gostaram do nome “Salomé”: preferiam que ela se chamasse “Simone”. (Meda 11/06)

Jornal “O Globo”, com foto (página 2), 14/10/1972 – Lágrimas por Salomé: O casal de girafas parecia inconsolável, ontem, no Zoo-GB. É que a girafinha Salomé morreu com apenas 44 horas de vida. Salomé, o primeiro filhote de girafa nascido no Brasil, não conseguiu viver mais que um dia. Rejeitada por sua mãe, que se recusou a amamentá-la, e não aceitando as mamadeiras que lhe eram oferecidas, morreu ontem às 12h15m no hospital veterinário do Jardim Zoológico. Pouco antes tinha sido submetida a traqueotomia e a massagens torácicas, pois apresentou também problemas cardíacos. Segundo a direção do Zoológico, a girafinha não chegou a se alimentar, nem uma vez, desde a hora em que nasceu. Para os veterinários, a recusa da mãe em alimentá-la se deve à transformação biológica que sempre ocorre com os animais em cativeiro. Acreditam também que nada poderia ter sido previsto, pois foi a primeira vez que nasceu uma girafa no Brasil. Chico e Carolina, os pais de Salomé só poderão ter novo filhote dentro de dois anos, pois é o período de intervalo entre as gestações das girafas. Providências: Ante a recusa da mãe em alimentá-la, o serviço de manutenção do zoológico providenciou a acomodação do filhote em feixes de palha, e o seu aleitamento artificial, o que foi recusado por Salomé. Quando completou 24 horas sem comer foi removida para o hospital veterinário, onde tentaram alimentá-la com sonda esofágica, mas o leite assim recebido ela recusou. Preocupados com o estado do animal, na manhã de ontem os veterinários passaram a aplicar tratamento de emergência, pois ela apresentou problemas cardíacos. Como os estimulantes e tônicos não deram resultados, foram tentadas massagens torácicas. Fizeram também sua inversão de posição, colocando-a de cabeça para baixo, preso pela parte posterior. As 11 horas foi tentada a traqueotomia, que não apresentou resultados, porque os batimentos estavam cada vez mais curtos e diminuindo de intensidade. Como último recurso foram feitas massagens diretas no coração, mas nem a esse estímulo ela reagiu. Após a morte o animal foi esquartejado, para estudo. (Meda 11/06)

► ? (macho) – nasceu no Rio em 1974, 2º filhote de Carolina e Chico que também foi rejeitado e novamente morto por não acertarem o manuseio com o animal, sensível e desgarrado...

► Raio de Luz (macho) – nasceu no Rio em 1976, 3º filhote de Carolina e Chico, portanto da subespécie Masai. Com 5 anos de idade, parte para o Zoológico de Brasília, chegando lá em 12/03/1981. No mesmo ano morre a girafa Chico... Parece que ele era imenso e o mais bonito dos dois filhos sobreviventes de Carolina... Ele foi a primeira girafa de Brasília e de lá não se teve mais nenhuma notícia... Movimentou Drumond, mas só, e pelo que sei, viveu sozinho até morrer...

LEIA A CRÔNICA DE CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE!

► Gastão (macho) – nasceu no Rio em 1978, 4º filhote de Carolina e Chico, portanto da subespécie Masai. No mesmo ano, a girafa Carolina morre, aos 10 anos de idade, com grave problema gastro intestinal... Gastão permaneceu sozinho até 1988, quando conhece Talita, a qual nasceu em Sampa... Entretanto, não houve notícia de nascimentos... Nota: Existem fotos de Gastão arquivadas no próprio zoo... Também outras fotos antigas que parecem ser da época da Carolina... (Carlos 02/10)

► Talita (fêmea) – nasceu no Zoo de Sampa, em 10/06/1982. Filha de Rebeca e Chico.

Jornal com foto de Zulmair Rocha, 13/04/1988 – Chegada de Talita deixa Gastão feliz – Solidão não é mais problema para a girafa macho Gastão, de 10 anos. Depois de esperar muito tempo, sua companheira chegou ontem ao Zoo do Rio, após viajar 25 horas numa carreta. Ela veio do Zoo de São Paulo, tem 6 anos, mede 4 metros, pesa 500 quilos e chama-se Talita. A girafa fêmea foi emprestada e o casamento é de fazer inveja a muita gente. A estada de Talita tem tempo marcado: 2 anos. Mas, no caso de uma grande paixão, “este prazo poderá ser prorrogado” – disse o presidente do Zoo-Rio, Sérgio Tabet. O primeiro encontro foi trabalhoso. Vários galhos de árvores tiveram que ser cortados para que Talita chegasse na sua nova moradia. Gastão indócil, sentindo cheiro de fêmea no ar, teve que aguardar a namorada por mais de 2 horas. Apesar de separados por grades e considerados mamíferos quietos e tímidos, trocaram olhares e arriscaram um beijo. “Ficar juntos dependerá apenas deles se entenderem” comentou Tabet, o que poderá acontecer ainda hoje. (Meda 11/06)

Jornal O DIA (odia.ig.com.br), página 8. Terça-feira, 04/10/1988 (com ilustração de Flamir que retrata o pescoção de uma girafa) – “O papel de um jornal não é apenas o de passar a mensagem. Um jornal sério assume também o papel de se preocupar com o meio onde tudo acontece. Com o meio ambiente. Com a natureza. Com a preservação das espécies. A informação é uma tarefa que exige respeito. A verdade, mesmo cruel, não deve ser omitida. É assim que um jornal respeita seus leitores. E faz com que a opinião pública tome consciência da importância de respeitar a vida. Mas para isso não ficar só no papel, O Dia acaba de adotar o casal de girafas do Zoológico conhecidas por Talita e Gastão. Essa foi a melhor maneira de levantar cada vez mais alto a bandeira ecológica. A campanha Adote um Animal está fazendo o maior sucesso no meio animal e no meio empresarial. Grandes empresas já adotaram o elefante, a onça pintada, o leopardo, o macaco, a jibóia, o leão e outros bichos. A verba que essas empresas pagam mensalmente ao Zoo é destinada para melhorar a alimentação dos animais, para a conservação do espaço onde eles vivem e para deixar o Zoo mais agradável aos visitantes. O DIA ESTÁ ENVOLVIDO ATÉ O PESCOÇO COM A NATUREZA. Em homenagem ao dia de hoje, Dia de São Francisco de Assis, o santo protetor dos animais, O Dia faz questão de ressaltar que para defender a natureza é capaz de virar bicho.” (Meda 12/03/10)

► Beija Céu ou Beija-Céu (fêmea) – nasceu na Alemanha em 15/05/1991, data comprovada na festa de aniversário de 14 anos. Morreu em 13/02/2012 de uma parada cardio respiratória.

► Raio de Luz (fêmea) – nasceu em Curitiba? (em 1994 tinha cerca de 3 anos), acredito que seja Candinha que o livro se refere: “transferida para o Zoológico do Rio de Janeiro em 25/05/1992”...

► Tom (macho) – nasceu no Zoo de Sampa e veio para o Rio em 1994. Deve ter morrido em 2003...

Jornal com foto de Ana Branco, 09/12/1994 – Tom, a girafa, viaja em busca do amor – Um dia na estrada para conhecer pretendentes. Por Letícia Helena. O amor é lindo. E cansativo. Para conhecer suas pretendentes Raio de Luz e Beija Céu, a girafa macho Tom – batizada em homenagem ao poeta – viajou quase 24 horas entre São Paulo e o Jardim Zoológico do Rio. Veio como sardinha em lata, ou melhor, em caixa, num engradado de madeira de quatro metros de altura, por cerca de um metro de largura. Apesar de tenso e abatido, Tom, que tem uma tonelada distribuída por um corpinho de sereio de 3,10 metros, fez o maior sucesso: além das duas donzelas, ganhou afagos das zebras, vizinhas de jaula. Como o fenômeno da escassez de machos não é exclusividade da raça humana; a alemã Beija Céu e a curitibana Raio de Luz, ambas de cerca de 3 anos, tentaram um amor entre iguais. O caminhão que trouxe a girafa trafegou na Rodovia Presidente Dutra, a cerca de 40 quilômetros por hora e quase parou o trânsito na Avenida Brasil. Não faltou quem esticasse o pescoço para ver Tom. Na Avenida do Exército, em São Cristóvão, para que a girafa não levasse um choque por causa dos fios de alto tensão, foi preciso trafegar pela contramão. Apesar da recepção açanhada, Tom, Beija Céu e Raio de Luz vão ficar só nos beijinhos: ele ainda é muito jovem para procriar. (Meda 11/06)

Em 1995, foi emitido um carimbo comemorativo: “O ZOOLÓGICO NA QUINTA DA BOA VISTA 50 ANOS RIO ZOO”, Rio de Janeiro (RJ) – ECT, 5 a 12/06/95. Abaixo, fragmento de envelope “Olho de Boi”, com carimbo comemorativo (Zioni: 5592) dos 50 anos do Zoológico na Quinta da Boa Vista (com desenho do portal do Zoológico), sobre selo regular 698 ou 717... Na coleção há duas peças, uma c/ CF (Comprovante de Franqueamento) similar a debaixo e a outra CS (Carta Social) em envelope circulado.

Livro Urubu-rei do Brasil, de Dalva Lazaroni, e fotos de Esther Nazareth. Editora: Tricontinental, 1998. Brochura, formato grande. Ilustrado, 110 páginas, Música de João Aquino. Contém CD e partitura. Zoologia, humor.

Série de 4 cartões telefônicos “FILHOTES”, emitida pela TELERJ em 09/98. Tecnologia: Telebrás. Crédito: 20 unidades cada cartão. Tiragem: 400.000 cada. Fotos: Esther Nazareth. Os cartões mostram (textos levemente modificados):

1/4 Tartaruga-da-amazônia (Podocnemis expansa) – Apesar de receber o nome de “tartaruga”, trata-se na verdade de um cágado, habitante dos rios e lagos da região amazônica. Quando nasce tem apenas 4 cm, mas quando torna-se adulto pode chegar a medir até 1,20 m. Este é mais um animal da fauna brasileira ameaçado de extinção, seus delicados filhotes, seus ovos e até mesmo os adultos são caçados sem piedade e servidos como iguarias.
2/4 Gato-da-selva (Felis chaus) – Felino natural de Israel, Egito e Indochina, possui hábitos diurnos e noturnos; e costuma passear solitário por florestas e pântanos a caça de pequenos mamíferos, aves, rãs e cobras. Somente as fêmas são vistas em grupo na companhia de seus filhotes, estes nascem com apenas 140g e por cerca de um ano permanecem totalmente dependentes. Os filhotes não saem para caçar, recebem o alimento diretamente da mãe, a morte desta condena toda a ninhada.
3/4 Macaco-verde (Cercopithecus pygerythrus) – Este filhote nasceu no zoológico do Rio de Janeiro e foi batizado de “Bebeto”, sua mãe morreu de parto e por isso ele foi amamentado artificialmente através de mamadeiras. Bebeto é o primeiro filhote desta espécie nascido em cativeiro no Brasil. É natural do leste e sul da África, onde vive em grupos nas áreas de savana. De hábitos diurnos, alimenta-se na natureza de frutas, vegetais, ovos e insetos. A principal característica da espécie é a presença de testículos azuis mesmo nos filhotes com poucos dias de vida.
4/4 Ouriço-cacheiro (Coendu insidiosus) – Batizado de “Horácio”, este filhote ficou órfão e foi amamentado artificialmente no zoológico do Rio de Janeiro. Enquanto são bem pequenos eles quase não possuem espinhos e pesam cerca de 300 g. Mas quando Horácio crescer, ele terá mais de cinco mil espinhos, cada um medindo de 2 a 3 cm, um sistema de defesa muito eficiente contra seus predadores. Na natureza se alimenta de ovos, frutas, sementes e folhas; ele não tem problemas para conseguir esses alimentos, já que é especialista em subir em árvores.

Série de 8 cartões telefônicos “BABY ZOO – FILHOTES”, emitida pela TELEMAR/RJ em 10/99.

XXVIII Congresso da Sociedade de Zoológicos do Brasil, de 30/05 a 04/06/2004

Transcrevo abaixo data e quem falou sobre a adoção de Beija-Céu pelo Giraffas do Rio. Note que em outubro de 2004, Beija-Céu já estava sozinha. Outra coisa a observar é que em 2004 ela tinha somente 13 anos e não 15 conforme o Ricardo Boechat do Jornal do Brasil fala. Esses lances é que temos que nos ater sempre. Ricardo Boechat – “Dura lex” 1 Jornal do Brasil (09/10/2004). Bom Partido, Único exemplar de girafa do Zoo do Rio, Beija-Céu, de 15 anos, foi adotada pela rede de restaurantes Giraffas.

Dados da Controladoria Geral do Rio de Janeiro de 11/05/2005 – Aos onze dias do mês de maio do ano de dois mil e cinco, às 10:00 (dez) horas, na sede da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, situada à Rua Afonso Cavalcanti, 455, 12 andar, reuniu-se a Comissão Permanente de Licitação – MA/CPL, para atender à licitação supracitada. O Jardim Zoológico do Rio está em festa. A girafa Beija-Céu comemora 14 anos no próximo domingo, dia 15, com três dias de festa para marcar a data. A partir de sexta-feira, dia 13, estará aberta a exposição de fotografias “OLHOS, PATAS, PENAS E PELES”, uma reunião de 40 imagens dos animais do zoo. Para encerrar as comemorações, domingo, a festa da Girafa Beija-Céu começará às 10h com a criançada ajudando os tratadores a preparar uma salada gigante para a aniversariante, seu prato preferido. O tradicional Parabéns para Você está marcado para 11h. (Meda 11/06)

Fotos recebidas em 12/01/08, por Michelle – São três fotos porque naquele dia estava muito sol e Beija-céu aproveitou para pegar um bronzeado rs, ela não saia do sol... As fotos não estão muito boas porque tirei de celular, já que minha câmera pifou!

► Zagalo (macho) – Veja sua história!

07/04/09: Carlos Suevo (carlossuevo@yahoo.com.br): Aniversário da Girafa Beija Céu. Boa tarde Sr. Sergio, Meu nome é Carlos Suevo, sou Captador de Recursos da Fundação RIOZOO e recebi a informação que o senhor além gostar muito de girafas é um grande conhecedor da mesma, sendo assim, gostaria de convida-lo para cantar parabéns para Beija Céu no dia 16 de maio. Abraços, Carlos Suevo. Telefone: (21) 3878-4260 ou 7632-6716.

09/04/09: Que satisfação receber notícias suas... E agradeço muito por seu convite e lembrança... adoraria ter a oportunidade de visitar novamente o Rio Zoo... a última vez que fiz foi em maio de 2002... Segundo os meus arquivos, a girafa “Beija-céu” nasceu em 15/05/1991... então ela está completando a “maioridade”... Mas me conte, nenhuma gravidez a caminho?...

29/04/09: Recebi sim, mas tivemos alguns problemas técnicos, ou seja, fiquei sem computador por um período, e depois acabei esquecendo de responder seu e-mail, estava me dedicando ao aniversário da nossa elefanta (Koala) 18/04, hoje totalmente envolvido com o 1º de maio, que recebemos aproximadamente 70.000 pessoas, é uma operação e tanto. Mas nosso casal esta tentando, já copularam algumas vezes, mas até o momento nada, estamos torcendo, seria um gancho e tanto para o Zoo um filhote de Girafa. E o convite continua de pé, se por um acaso estiver passando por aqui, vem comer um pedaço de bolo com nossa aniversariante, a Girafa Beija Céu. Peço desculpas por não responder seu e-mail antes, mas nossa vida é muito corrida...

Na sexta-feira, dia 16/10/2009, foi inaugurada a exposição Olhos, Patas, Penas e Peles, da fotógrafa Esther Nazareth que, durante dez anos, clicou animais em ângulos diferentes e inusitados. A exposição ficará em cartaz no terraço da Mini Fazenda do Zoo até o dia 31 de outubro.

Visitei em 05/2002. Atualmente: fevereiro de 2012, Zagallo. Nota: IBGE.

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Última atualização: 02/10/2014.
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