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O Parque das Aves Foz Tropicana é um empreendimento privado, localizado em uma das regiões mais belas do planeta, próximo às Cataratas do Rio Iguaçu, Estado do Paraná.
O Parque das Aves foi criado em 1994, pelo casal Dennis e Anna Sophie Helene Croukamp.
Está localizado na Avenida das Cataratas km 16,5, aproximadamente, a 300 metros da entrada do Parque Nacional do Iguaçu, onde estão as Cataratas do Iguaçu. Próximo uns 15 quilômetros da cidade de Foz do Iguaçu e a menos de 2 km do aeroporto internacional de Foz do Iguaçu.
A cidade de Foz do Iguaçu está na região Sul do Brasil, no Estado do Paraná, a 25º de latitude sul e 55º de latitude oeste, na fronteira com a Argentina e o Paraguai. Distancia, aproximadamente, 650 km de Curitiba e 1.000 quilômetros de São Paulo – de onde o tempo de voo estimado é de uma hora e meia.
Em Foz do Iguaçu, a fauna e a flora são bastante representativas. O principal atrativo desse segmento é o Parque Nacional do Iguaçu, que é considerado uma das últimas reservas florestais de Mata Atlântica do tipo estacional semidecidual do Brasil e a maior reserva de floresta pluvial subtropical do mundo, com mais de 185.000 hectares.
Outro local em que a fauna e a flora pode ser admirada é o Parque das Aves, um atrativo singular, onde o visitante tem contato direto com mais de 900 aves oriundas de diversas partes do mundo. Além disso, a cidade possui o Zoológico Bosque Guarani, localizado na região central e cuja visitação é gratuita.
O Parque das Aves Foz Tropicana está localizado numa área de 17 hectares de mata nativa. Os visitantes seguem uma trilha pavimentada de aproximadamente 1.000 metros, que leva a diversos viveiros de aves, perfeitamente integrados à floresta.
Nestes recintos é permitido entrar, ficando-se frente a frente com as aves. Tucanos, araras, periquitos e outras aves tropicais pousam a poucos metros do visitante, tornando a visita inesquecível. É o local perfeito para fotografar e conhecer as aves existentes no Brasil.
Atualmente, o Parque das Aves possui 900 aves de 150 espécies, aproximadamente. As aves brasileiras predominam, porém espécies da África, Ásia e Austrália também estão representadas. Desenvolve-se ainda um trabalho reconhecido de educação, pesquisa e conservação ambiental.
O passeio tem duração aproximada de uma hora. O Parque das Aves dispõe de estacionamento, lanchonete e loja de souvenirs em ambiente agradável, cercado por viveiros, cascatas e florestas. Neste local, há a possibilidade de fotografar e tocar em aves mansas.
Outras grandes atrações incluem um borboletário, viveiro de beija-flores e setor de répteis, onde cobras e jacarés ficam a poucos metros dos olhares atentos e curiosos dos turistas.
Eles recriaram dois ecossistemas: o Pantanal Matogrossense e um viveiro-floresta só com espécies da Mata Atlântica. No Parque das Aves eles também criaram um pequeno viveiro temático sobre a savana africana, com grous-coroados, galinhas-d'angola vulturinas e guteras, e palmípedes variados...
Eles têm espécies como jaburus (que não haviam quando visitei pela última vez) no Viveiro Pantanal, e um setor só para psitacídeos ameaçados. Também trouxeram sucuris e estão novamente expondo as jiboias, que ficaram um tempo longe do recinto de exposição (08/07)...
— Parque das Aves Foz Tropicana
Endereço: Avenida das Cataratas, s/n.º – Km 17,1 – Caixa Postal: 988
Foz do Iguaçu – Paraná (PR) – CEP: 85863-000
Telefone/Fax: (45) 3529-8282 / A Carol é a bióloga do Parque das Aves.
parquedasaves@uol.com.br – www.parquedasaves.com.br
Funciona diariamente (inclusive feriados). Visitei em 12/2002.
Na coleção há 2 cartões-postais do Parque das Aves Foz Tropicana, em Foz do
Iguaçu. Troca com JCD.
– Brasil Turístico 59, foto montagem (ema, entrada, grou-coroado, papagaio,
tucano), by Sérgio O. Rehder. Impressão: Brascard Edições de Postais Ltda. (www.brascardnet.com.br),
reprodução proibida.
– Pássaros presentes no Parque das Aves, Paraná – Brasil, 4 fotos de pássaros
(arara-canindé, ararajuba, papagaio, tucano), by Anízio L. de Miranda. Impressão:
Mundial Com. de Postais Ltda. (www.mundialpostais.com), número 35, reprodução
proibida.
– Série de 13 cartões telefônicos “Parque das Aves”, emitida em 12/2001, pela TELEPAR, BrasilTelecom, com crédito de 30 unidades cada. Tiragem: 300.000. Texto atrás: dois logotipos com seus respectivos endereços eletrônicos: Parque das Aves (www.parquedasaves.com.br) e SPVS (www.spvs.org.br).
Fundada em 1984, em Curitiba, Paraná, a SPVS – Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental já desenvolveu mais de uma centena de projetos em vários estados do Brasil. É reconhecida como uma das mais importantes organizações não-governamentais brasileiras que trabalha pela conservação da natureza. Sua atuação é focada em dois biomas. Um nas áreas de Florestas com Araucária e Campos Naturais e outro na região de Guaraqueçaba, litoral norte do Estado do Paraná – área que está inserida no maior remanescente da Floresta Atlântica brasileira.
Os 4 primeiros cartões formam um Puzzle (numeração 01/13 a 04/13, ilustração abaixo), cuja montagem aparece uma paisagem e seu reflexo n'água que mostra 7 aves da espécie Guará-vermelho, com foto de Robson Silva e Silva (assim como do outro cartão que mostra a mesma espécie voando); os outros oito cartões da série são fotos de Dinan Sbardelotto.
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Abaixo (na sequência das fotos): 05/13 Ararajuba (Guaruba guarouba), 08/13 Tiriba-de-orelha-branca (Pyrrhura leucotis), 09/13 Guará-vermelho, 11/13 Mutum-cavalo (Mitu tuberosa), 12/13 Macuco (Tinamus solitarius), 13/13 Papagaio-de-cara-roxa (Amazona brasilliensis)
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Faltam as imagens de 3 cartões:
06/13 Mutum-de-penacho (Crax
fasciolata)
07/13 Pomba-de-nicobar (Caloenas nicobarica)
10/13 Mutum-do-sudeste (Crax
blumenbachii)
O Macuco é o maior representante de sua família (Tinamidae) chegando a 52 cm. As fêmeas são um pouco maiores do que os machos. O dorso é pardo azeitonado e o ventre cinza-claro. Musculatura pouco desenvolvida e peso relativamente grande. Quando perseguidos se cansam com facilidade porque possuem sistema circulatório deficiente, pois parece que eles têm, proporcionalmente, o menor coração dentre todas as aves... Comem sementes, frutas caídas, folhas e sementes duras; também procuram pequenos artrópodos e moluscos que se escondem na folhagem que reviram com o bico (nunca ciscam como as galinhas). Quando desconfiados permanecem imóveis com o pescoço ereto ou deitam-se; voam como último recurso, em linha reta e com ruído quando decolam. Gostam de banho de poeira e de água. Empoleiram-se para dormir em galho no alto onde deitam apoiando-se no tarso, não usando os dedos e sim o peso do corpo para se equilibrarem. Ocorre ao sul da região amazônica e Centro-oeste.
Visite em GIRAFAMANIA as aves que convivem com as girafas e descubra se elas são amigas ou não!
Veja também a Página sobre Aves Brasileiras!
Ordem: Passeriforme
OUTRAS AVES
As fotos mostram: Mexeriqueira, Jaçanã (ave que possui as patas sob a forma de nadadeiras, semelhante aos patos ou “jaçanan” do que grita forte)...
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Beija-flor-besourinho-da-mata (Phaetornis ruber) – Família:
Trochilidae
Um dos menores beija-flores do Brasil, com peso médio de 2 gramas. Cauda relativamente
curta sem prolongamento das penas centrais. Base superior da cauda e pastes
inferiores ferrugíneas vivas, peito com mancha negra e mandíbula amarela. Voa
em baixa altura com um zumbido parecendo uma abelha grande ou besouro e em alta
velocidade. A estrutura da ave não permite o voo planado. São as únicas aves
que conseguem voar para trás. Os pés são pequenos com unhas afiadas e em gancho;
agarram-se bem em galhos finos. Não caminham e utilizam as asas para qualquer
movimento. Vivem no estrato inferior da mata, nas capoeiras jardins e quintais.
Ocorre em todo o território nacional, exceto na região sul. Uma medida auxiliar
na conservação das espécies é o uso de grainhas, hoje presente em quase todo
jardim. Recomenda-se de 15 a 25% de açúcar de cana, ou seja 4 a 6 partes de
água para uma de açúcar. Concentração mais alta, falta de limpeza das garrafas
e adicionamento de mel provocam fermentação do líquido, que resulta em micose
na língua, podendo causar a morte do pássaro. À noite as garrafinhas podem ser
visitadas por morcegos nectífagos. Os frascos devem ser colocados sempre no
mesmo lugar para facilitar a localização pela ave.
Beija-flor-de-gravata-verde (Ausgastes scutatus) – Beija-flor, cujo nome em inglês é Brazilian Ruby (Clytolaema rubricauda) – Beija-flor-tesoura-de-fronte-violeta (Thalurania glaucopis) – Beija-flor-grande-do-mato (Ramphodon naevius) mostrado na foto abaixo.
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Corta-águas (Rynchops nigra) – Família: Rynchopidae
Há também o Talha-mar (Rynchops niger)... Aves aquáticas singulares
e aparentadas com as gaivotas. Bico de forma excepcional, sendo fortemente comprimido
na lateral e a mandíbula é muito mais longa que a maxila, ou seja a parte superior
do bico é muito menor que a inferior, a mandíbula possui um sulco para o encaixe
da maxila. O bico possui forte irrigação sanguínea que permite a regeneração
da ponta da mandíbula que às vezes se quebra, e facilita a orientação tátil.
A deformidade do bico é de tal sorte que a ave ficou impossibilitada de apanhar
alimento no solo. Os pés são desproporcionalmente pequenos e as nadadeiras são
moderadamente desenvolvidas, quase não sendo utilizadas. Suas pupilas são verticais,
quando fechadas, como os gatos. Plumagem superior negra e inferior, inclusive
interior das asas, branco. Bico vermelho na base e negro na extremidade. Pesca
de preferência ao crepúsculo e à noite tanto em águas claras como em turvas,
profundas ou rasas. Vive nos grandes rios e lagos e durante o período migratório
ocorre também no litoral, pelos menos nos estuários.
Gaivota (Larus dominicanus) – Família: Laridae
É ave oceânica de asas longas, pernas curtas e dedos unidos por membrana natatória
completa. A cauda é arredondada e o bico recurvado. As gaivotas são geralmente
onívoras sendo atraídas por peixes mortos, bichos atropelados nas estradas e
por depósitos de lixo. Quando consegue roubar ovos, deixa-os cair para quebrar.
O colorido branco facilita a associação destas aves, por si gregárias, em um
habitat aberto que permite a percepção de objetos claros à distância; isto serve
para como orientação tanto em busca de alimento como quando confluem para repousar
ou para formarem colônias para nidificar. Plumagem branca, exceto o dorso e
a face superior das asas. Filhotes e imaturos possuem plumagem pardo-suja, permanecendo
até o quarto ano de vida. Bico amarelo com mancha ante-apical vermelha. Pálpebras
vermelhas, íris esbranquiçadas e pernas amarelo-esverdeadas. Ocorre no litoral
brasileiro do Espírito Santo até o extremo sul do Rio Grande do Sul.
O jacu é uma espécie de ave silvestre semelhante a galinha, ao peru... Jacutinga (de jacu branco); jacuí ou jacumirim (de jacu pequeno); jacuman (jacu erguido); jacuguaçú ou jacuaçu – de jacu grande (Penelope obscura). Jacupemba...
As palavras em tupi-guarani: “iacú, jakú” são designativas genéricas das aves da Família Cracidae, especialmente as do gênero Penelope. Etimologia: “i” demonstrativo (que, aquele que), “a” (fruto, grão) e “ku” (comer, tragar, engolir), o que come grão (Apud Rodolfo Garcia, “Nomes de aves”). Há também a palavra “jacucaca” que significa “do que come grãos do mato”...
Abaixo, jacutinga (Aburria jacutinga). Há também a jacutinga-de-garganta-azul (Aburria cumanensis), por exemplo.
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ORDENS
Ordem: Anseriforme – diz-se de espécime de anseriformes, ordem de aves aquáticas que inclui os anatídeos e os anhimídeos...
– Família: Anhimídeo (Anhimidae) – espécime dos anhimídeos, família de aves anseriformes, paludículas, de pescoço curto e pernas robustas e curtas, dedos enormes, e cor predominante preta ou cinza; habitam a América do Sul... O nome anhuma é pantaneiro, usado para uma espécie habitante da mata amazônica e matas densas do Centro-oeste...
Gêneros e Espécies:
(Anhima cornuta) Inhuma ou Anhuma-pantaneira, Horned Screamer
(Chauna torquata) Tachã ou Anhuma-poca, Southern Screamer (mostrado
abaixo)
Tachã – Espécie que ocorre no Sul do país, com altura de 80 cm. Parda-acinzentada escura, cabeçuda e topetuda. Pescoço contornado por uma gola negra ressaltada por uma segunda penugem branca. Face superior da asa negra com grande área branca que é vista durante o voo. Pernas vermelhas. Forma grandes bandos para pernoitar nos banhados, ficando em pé na água rasa. Em qualquer época do ano há agrupamentos de indivíduos que pastam tranquilamente e em alguns locais são considerados concorrentes das ovelhas... Ocorrem no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Região Sul. É um animal terrestre vive em casais, embora muitos possam estar ocupando o mesmo banhado. Podem voar em grande altura. Sua voz é constituída por gritos estridentes, chegando a serem ouvidos a mais de 2 km de distância e, ao anoitecer, quando muitos se empoleram no topo das árvores, ao longo dos pântanos ou dos rios, executam um vozerio muito impressionante, pois todas cantam ao mesmo tempo. Sua alimentação é constituída principalmente de vegetais, também é predador de insetos e gosta de sementes diversas. Tem hábitos diurnos e passa todo o seu tempo nos campos e banhados. Na época de reprodução o macho arrepia sua plumagem e emite gritos bem fortes, além dos movimentos com as asas e o corpo, sendo que a fêmea tem voz bem mais fraca. O ninho é preparado nos meses de agosto em diante e ambos trabalham em sua construção. O período de incubação é de aproximadamente 35 dias e a postura de 04 ovos.
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– Família: Anatídeo (Anatidae) [Dendrocygninae] – espécime dos anatídeos, família
de aves aquáticas, anseriformes, que vivem em bandos; certas espécies são domesticadas.
Exemplos: patos, cisnes, marrecas... Gênero e Espécies:
(Amazonetta brasiliensis) pé-vermelho, Brazilian Teal
(Anas sibilatrix) marreca-oveira, Chiloe Wigeon
(Anas flavirostris) marreca-pardinha, Speckled Teal
(Anas acuta) arrabio, Northern Pintail
(Anas georgica) marreca-parda, Yellow-billed Pintail
(Anas bahamensis) marreca-toicinho, White-cheeked Pintail
(Anas versicolor) marreca-cricri, Silver Teal
(Anas discors) marreca-de-asa-azul, Blue-winged Teal
(Anas cyanoptera) marreca-colorada, Cinnamon Teal
(Anas platalea) marreca-colhereira, Red Shoveler
(Cairina moschata) pato-do-mato, Muscovy Duck
(Callonetta leucophrys) marreca-de-coleira, Ringed Teal
(Dendrocygna bicolor) marreca-caneleira, Fulvous Whistling-Duck
(Dendrocygna viduata) irerê, White-faced Whistling-Duck
(Dendrocygna autumnalis) asa-branca, Black-bellied Whistling-Duck
(Heteronetta atricapilla) marreca-de-cabeça-preta, Black-headed Duck
(Mergus octosetaceus) pato-mergulhão, Brazilian Merganser
(Neochen jubata) pato-corredor, Orinoco Goose
(Netta erythrophthalma) paturi-preta, Southern Pochard
(Netta peposaca) marrecão, Rosy-billed Pochard
(Nomonyx dominica) marreca-de-bico-roxo, Masked Duck
(Oxyura vittata) marreca-pé-na-bunda, Lake Duck
(Sarkidiornis sylvicola) pato-de-crista, Comb Duck
– Família: Anserinae (Anadidae?) | Gêneros e Espécies:
(Coscoroba coscoroba) capororoca ou cisne-coscoroba, Coscoroba Swan
(inglês), Koskorobaschwan (alemão)
(Cygnus melancoryphus) cisne-de-pescoço-preto, Black-necked Swan
Capororoca – Grande cisne-branco, com envergadura de 1 metro e média de 3 kg de peso. Quase que totalmente branco, com apenas as pontas das asas negras. Bico e pés vermelhos-alaranjados. Pernas curtas, palmípedes, dedos providos de membrama natatória. Dimorfismo sexual pouco pronunciado. Mudas as penas das asas de modo simultâneo, impedindo a ave de voar ficando consequentemente vulnerável, quando ameaçadas nesta fase, mergulham. Bico robusto e serrilhado, adaptado para a filtragem da água. Pastam na água rasa. Nidifica sobre ilhotas secas nos banhados até mesmo sobre as plataformas construídas pelos ratões do banhado. Ocorre na região sul em zonas lacustres (às margens de lagos). É distribuída por toda a América do Sul e América do Norte.
Nota: seu nome popular deve estar relacionado ao fenômeno chamado “pororoca”, cujo termo vem do tupi “porórka” que significa estrondar; logo penso que esta ave deve emitir muito barulho... outros nomes populares: cisne-branco, cisne-capororoca, pato-arminho...
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Série UPAEP: se-tenant com 2 selos emitido em 12/10/1995, Estação Ecológica do Taim, no Rio Grande do Sul (RS). Os dois selos mostram: fungos e jacaré, cisne-de-pescoço-preto e coscoroba (selo abaixo), com valor facial de R$ 0,84. RHM: C-1969/C-1970. Esse animal é da mesma família do cisne... É encontrado na região Sul do Brasil e extremo sul da América do Sul até as Ilhas Malvinas.
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Ordem: Caradriiforme (Charadriiformes) | Família: Charadriidae | Quero-quero, Southern Lapwing (Vanellus chilensis) – Uma das aves mais populares do Brasil. Alimentação predominantemente animal. Nidificam no solo em cavidade rasa. É inconfundível pelo topete nucal, pela base da cauda branca e por possuir no encontro das asas um esporão que permanece oculto na plumagem.. Os esporões são vermelhos e são exibidos aos inimigos ou rivais, com um alçar de asa ou durante o voo, quando se destacam bastante. Pode adotar tática de pesca, espantando larvas de insetos e peixinhos ocultos na lama mexendo rapidamente um pé. Vive em banhados e em pastagens; é visto em estradas, frequentemente longe da água. Atualmente é facilmente encontrado em áreas gramadas e abertas na região sul e pode causar problemas nos aeroportos. Ocorrem em todo o território nacional.
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Ordem: Columbiforme | Família: Columbidae | Gêneros
e Espécies:
(Claravis pretiosa) pararu-azul, Blue Ground-Dove
(Claravis godefrida) pararu-espelho, Purple-winged Ground-Dove
(Columba livia) pombo-doméstico, Rock Dove
(Columbina cyanopis) rolinha-do-planalto, Blue-eyed Ground-Dove
(Columbina minuta) rolinha-de-asa-canela, Plain-breasted Ground-Dove
(Columbina passerina) rolinha-cinzenta, Common Ground-Dove
(Columbina picui) rolinha-picui, Picui Ground-Dove
(Columbina squammata) fogo-apagou, Scaled Dove
(Columbina talpacoti) rolinha-roxa, Ruddy Ground-Dove
(Geotrygon montana) pariri, Ruddy Quail-Dove
(Geotrygon violacea) juriti-vermelha, Violaceous Quail-Dove
(Leptotila rufaxilla) juriti-gemedeira, Gray-fronted Dove [Geotrygon
saphirina]
(Leptotila verreauxi) juriti-pupu, White-tipped Dove
(Patagioenas cayennensis) pomba-galega, Pale-vented Pigeon
(Patagioenas fasciata) pomba-de-coleira-branca, Band-tailed Pigeon
(Patagioenas maculosa) pomba-do-orvalho, Spot-winged Pigeon
(Patagioenas picazuro) pombão, Picazuro Pigeon
(Patagioenas plumbea) pomba-amargosa, Plumbeous Pigeon
(Patagioenas speciosa) pomba-trocal, Scaled Pigeon
(Patagioenas subvinacea) pomba-botafogo, Ruddy Pigeon
(Uropelia campestris) rolinha-vaqueira, Long-tailed Ground-Dove
(Zenaida auriculata) avoante ou pomba-de-bando, Eared Dove
Avoante – Pomba do tamanho de um palmo, campestre e de formas delgadas. Duas faixas negras quase horizontais nos lados da cabeça e algumas manchas da mesma cor nas asas. Vive no campo, cerrados, caatinga, campos de cultura e pastoreio. De intervalos de dois a três anos torna-se numerosíssima no Nordeste surgindo nos meses de abril a junho aos milhares e formando bandos compactos cuja afluência figura entre as mais espetaculares migrações de aves em todo o mundo. Distinguem-se pombais de comida, pombais de bebida e pombais de postura. Esses ajuntamentos podem ter área de 5 km². Os sertanejos perseguem as avoantes por todos os meios, até mesmo à noite. São comercializadas ilegalmente salgadas e secas. Na região Nordeste colocam os ovos na areia, protegidas pela vegetação espinhosa, no Rio Grande do Sul foram encontrados ninhos em árvores e no Paraná e em São Paulo fazem o ninho em pequenas concavidades no solo no meio dos canaviais. Constituiu-se praga para as lavouras de soja. Ocorre de forma descontínua em todo o território nacional.
Na taxinomia as corujas estão classificadas na Ordem Estrigiformes (Strigiformes), a qual compreende duas Famílias (no Brasil): Titonídea e Estrigídea.
– Família Titonídea (Tytonidae), espécime dos titonídeos que possui a unha
do dedo médio pectinada (em forma de pente)
(Tyto alba) Suindara ou coruja-suindara, conhecida também como coruja-de-igreja
ou ainda coruja-das-torres
– Família Estrigídea (Strigidae), espécime dos estrigídeos
(Asio flammeus) mocho-dos-banhados, Short-eared Owl
(Aegolius harrisii) caburé-acanelado, Buff-fronted Owl
(Asio stygius) mocho-diabo, Stygian Owl
(Bubo viriginianus) mocho-orelhudo ou jacurutu, Great Horned Owl –
maior coruja do Continente Americano
(Ciccaba huhula ou Strix huhula?) coruja-preta, Black-banded
Owl
(Glaucidium brasilianum) caburé, Ferruginous Pygmy-Owl
(Glaucidium hardyi) caburé-da-amazônia, Amazonian Pygmy-Owl
(Glaucidium mooreorum) caburé-de-pernambuco, Pernambuco Pygmy-Owl
(Glaucidium minutissimum) caburé-miudinho, Least Pygmy-Owl
(Lophostrix cristata) coruja-de-crista, Crested Owl
(Megascops atricapilla) corujinha-sapo, Black-capped Screech-Owl
(Megascops choliba) corujinha-do-mato, Tropical Screech-Owl
(Megascops guatemalae) corujinha-de-roraima, Vermiculated Screech-Owl
(Megascops sanctaecatarinae) corujinha-do-sul, Long-Tufted Screech-Ow
(Megascops usta) corujinha-relógio, Austral Screech-Owll
(Megascops watsonii) corujinha-orelhuda, Tawny-bellied Screech-Owl
(Pulsatrix koeniswaldiana) murucututu-de-barriga-amarela, Tawny-browed
Owl
(Pulsatrix perspicillata) murucututu, Spectacled Owl – coruja parda
com partes amarelas (murucututu é onomatopéico)
(Rhinoptynx clamator) coruja-orelhuda ou coruja-de-orelha, Striped
Owl (foto abaixo)
(Speotyto cunicularia; anteriormente Athene cunicularia) coruja-buraqueira
ou do-campo, Burrowing Owl (fotos abaixo)
(Strix hylophila) coruja-listrada, Rusty-barred Owl
(Strix virgata) coruja-do-mato, Mottled Owl (aparece no selo postal
emitido em 10/10/2008)
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Última atualização: 13/01/2010. |