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JARDIM ZOOLÓGICO DE BRASÍLIA
“Sgt. Sílvio Delmar Hollembach”

Os candangos que chegaram para construir Brasília, no final dos anos 50, fizeram do zoológico a primeira instituição ambientalista criada no Distrito Federal. Inaugurado no dia 06/12/1957 – antes mesmo da cidade que lhe dá abrigo (inaugurada em 21/04/1960), possui quatro grandes objetivos: lazer, educação ambiental, conservacionismo e pesquisa.

O Jardim Zoológico de Brasília ocupa uma área de 140 hectares, ao lado do Santuário de Vida Silvestre do Riacho Fundo (440 hectares) e do Parque das Aves (110 hectares), os quais são geridos pela Fundação Polo Ecológico de Brasília – FunPEB, com área total de 690 hectares. A Fundação é vinculada à Secretaria de Estado de Administração de Parques e Unidades de Conservação – COMPARQUES do Governo do Distrito Federal – GDF.

O nome do zoológico é uma homenagem ao Sargento Silvio que, em 1977, morreu salvando uma criança do cercado das então recém-paridas ariranhas. Sentindo as suas crias ameaçadas, as ariranhas atacaram a criança que caíu no recinto... O bravo homem, que pulou e tirou a criança de lá, morreu no hospital dias depois...

Tem na topografia um leve declive, característica do bioma Cerrado, onde se distribuem vários viveiros e três lagos artificiais em cujas ilhas pode-se observar macacos, marrecos, garças etc. Em seu plantel encontram-se aproximadamente 1.300 animais entre aves, répteis e mamíferos, num total de 253 espécies (147 da fauna brasileira e 106 da fauna exótica), destacando-se aqueles da fauna representativa da América do Sul (dados referentes ao mês de outubro de 2006).

Entre os mamíferos da fauna brasileira podemos ver várias espécies ameaçadas de extinção, como o mico-leão-dourado, mico-leão-preto, macaco-aranha-da-testa-branca, jaguatirica e a onça-pintada. Até julho de 2004, nasceram 24 animais, dentre os quais tamanduá-mirim, veado-catingueiro e canguru. Veja uma educativa experiência com os gambás!

Algumas espécies da Fauna Africana que podem ser encontradas no Jardim Zoológico de Brasília: adax, cobo, elefante, girafa, gnu, leão, órix, entre outros. Também se reproduz um grupo de antílopes (Tragelaphus bustoni) que já não existe na natureza, com vistas à sua futura reintrodução na África...

O 1º animal do Zoológico de Brasília foi uma fêmea indiana de elefante-asiático (Elephas maximus) batizada de “Nely”. Em 1956, o Presidente Juscelino Kubitschek ganhou-a de presente do Embaixador da Índia. Com a chegada do paquiderme, teve início a construção do Zoológico, inaugurado um ano depois... Na época, como a capital ainda estava em fase de construção, o zoo era o único espaço de entretenimento e lazer para os candangos. A elefanta foi doada pelo presidente JK ao zoo. Durante 37 anos, Nely foi a principal atração do zoológico. Ela morreu em 1994 com artrose provocada pela idade avançada, seu esqueleto foi desenterrado em 1998 e montado em 2006. Em 2007 virou símbolo dos 50 anos do zoológico de Brasília. Hoje, está exposto no Museu de Zoologia da Fundação Polo Ecológico de Brasília – MZFUNPEB.

Nota: O mesmo recinto, hoje, abriga “Thor” apreendido do circo e que chegou em setembro de 2008, sendo o primeiro rinoceronte-branco do zoo.

FOTOS HISTÓRICAS E MUSEU

“Rabisco, Nina e Laila” são os tigres-de-bengala nascidos e criados no Zoológico de Brasília, filhos de “Hanny”...

Dados do zoológico em 2006: 54 recintos, 247 funcionários e conta também com um restaurante, lanchonetes, teatro de arena, auditório, pavilhão de veterinária e cozinha dos animais, uma pequena biblioteca e Museu de Taxidermia.

Brincadeira de bicho – Veja alguns tipos de enriquecimento ambiental praticados com os animais do Zoológico de Brasília:

CAIXA-PROBLEMA – Uma das atividades mais comuns consiste em jogar uma caixa fechada com folhas, ossos e aromas de ervas para que os grandes felinos (leões, tigres, onças, sussuaranas) abram.

TRILHA DE CHEIRO – Com folhas molhadas em diferentes aromas ou ervas de cheiros característicos, os pesquisadores fazem trilhas para felinos e canídeos explorarem.

CABO-DE-GUERRA – Nessa atividade, os animais têm de alcançar e puxar sacos de juta molhados com sangue e pendurados por uma corda. Depois, é só desvendar o conteúdo, geralmente folhas.

PINHATA – Balão feito de papel machê. Pendurado em uma corda e recheado com frutas e sementes, serve para estimular orangotangos, que tentam pegar a pinhata com uma vara. Coberto com pêlo de lhama, o balão vira brinquedo para suçuaranas.

PRESA COM CONTROLE REMOTO – Um carrinho de controle remoto coberto com couro de cabra simula uma presa dentro da jaula. É usada com raposas-do-campo, lobos-guará e cachorros-do-mato.

— Fundação Jardim Zoológico de Brasília (CNPJ: 02.537.782/0001-28)
Avenida das Nações, s/nº – Via L 04 Sul – Asa Sul
Brasília – Distrito Federal (DF) – CEP: 70610-100
Telefones: (61) 3445-7000 (geral), 3445-7037 (Ouvidoria), 3345-3622 (Hospital Veterinário)
dicon@zoo.df.gov.br – www.zoo.df.gov.br

Mandei correspondências registradas, com selos obliterados no dia do Cinquentenário do Zoológico (06/12/2007) para:
– Raul Gonzalez Acosta (Diretor-Presidente) presi@zoo.df.gov.br / 3345-3394
– Mariza Papa da Silva (secretária Presidência) 3345-3233 – devolveu o envelope obliterado no dia 13/12/07, com o bilhete que reproduzo: “Querido Sérgio, Amei o presente... Que Deus possa continuar te iluminando, pois seu trabalho é divino e com certeza um dom dado por Deus. Muito Obrigada! Grande beijo! Mariza Papa, 12/12/2007.”
– Ana Lúcia de Faria dos Santos (Diretoria de Educação e Lazer)
– Camila Guimarães (Direção / Assessoria de Imprensa) imprensa@zoo.df.gov.br / 3345-3566 – obs.: ficou de ver o carimbo para mim...
– Tânia Ribeiro Junqueira Borges (DICON – Diretora de Conservação e Pesquisa) – devolveu o envelope obliterado no dia 20/12/07.
– Alessandra Ferreira Lima (secretária da DICON) dicon@zoo.df.gov.br / 3345-3311 – devolveu o envelope obliterado no dia 20/12/07.

Em 1990 foi emitido o carimbo comemorativo “30 Anos da Fundação Zoobotânica – DF”, 03 a 09/12/1990, ECT – Brasília – DF. Zioni: 4758 (desenho estilizado). Abaixo, envelope com carimbo comemorativo sobre selos regulares... Na coleção há 3 envelopes BSB: FM, JS e KF; adquiridos de Evair em 14/09/10 (R$21).

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Girafas do Jardim Zoológico de Brasília

Fotocópia do jornal “O Globo” com foto de 12/03/1981 (contribuição de Carlos em 02/11/06): Enquanto sua noiva não chega, “Raio de Luz” brilha em Brasília.

A figura mais badalada de Brasília, no momento, não é nenhum parlamentar oposicionista, nenhum chefe de estado estrangeiro, não frequenta os gabinetes da Praça dos Três Poderes, não tem intimidade com os escalões mais elevados, não vai aos coquetéis de embaixadas e ainda não apareceu em nenhuma coluna social.

Mas nem por isso Raio de Luz, a girafa carioca cedida ao Jardim Zoológico de Brasília pelo Zoo do Rio, deixou de escapar do destino inevitável de quem quer que venha à cidade: já é o centro de uma questão política que envolve figuras como o governador de São Paulo e o Ministro-Chefe do Gabinete Civil, General Golbery do Couto e Silva.

A história é longa e começou a cerca de dois meses, quando Paulo Maluf e sua mulher, D. Sílvia, estiveram em visita à capital. Na ocasião, receberam um pedido – a doação de uma girafa. É que em São Paulo havia 4 girafas, número mais do que suficiente para um só Jardim Zoológico, enquanto em Brasília não havia nenhuma. Segundo diretores do Zoo de Brasília, D. Sílvia prometeu uma fêmea, que seria despachada imediatamente.

– Com a promessa, nós nos colocamos em campo – diz o veterinário Fernando Teixeira, administrador do Jardim Zoológico há mais de cinco anos. Achamos que seria interessante termos um casal e sabíamos que havia um macho disponível no Rio de Janeiro. Entramos em contato com o pessoal de lá e conseguimos Raio de Luz, que acaba de chegar.

A viagem de Raio de Luz foi uma epopéia: um caminhão foi especialmente adaptado para o seu transporte, túneis e fiações de telefone e eletrecidade driblados com cuidados mirabolantes pelos veterinários que o acompanharam nas 48 horas entre Rio e Brasília, a uma velocidade de 60 quilômetros por hora. Na estrada, a girafa fez sensação. Filas de carros alinharam-se atrás do caminhão. Nos postos de gasolina em que se fizeram paradas o tumulto foi total.

Até o poeta Carlos Drummond de Andrade comentou a jornada, encantado com viagem tão longa de uma girafa (ou um Girafo, como definiu Raio de Luz) para encontrar companhia. Mas o tão esperado casamento não aconteceu por culpa de um detalhe: a noiva faltou. Raio de Luz chegou a Brasília, instalou-se no Jardim Zoológico, onde, pelo visto, está muito satisfeito, mas goza, por enquanto, a sua paz de solteiro. Sua noiva paulista ainda não veio.

O que houve? O que não houve? Consultado em São Paulo, o secretário de informação e comunicação do governador Paulo Maluf, José Olavo Diniz, disse não ter conhecimento de nenhuma promessa governamental relacionada a girafas. Mesmo assim, afirmou que o pedido teria sido feito por D. Esmeralda do Couto e Silva, esposa do ministro Golbery. Ao general ninguém perguntou nada: afinal, nos tumultuados dias que correm, ele tomaria qualquer pergunta neste sentido como, no mínimo, uma brincadeira de mal gosto.

Enquanto isso, Raio de Luz vai se adaptando ao novo habitat. Ele está instalado num cercado de 200 metros quadrados, vizinho ao cercado onde um casal de camelos aguarda seu primeiro filhote. Passa os dias contemplando a natureza em redor e as centenas de visitantes que tem atraído ao Zoológico. Mastiga folhagens com muita tranquilidade, dá algumas passadas pelo cercado, lambe e mordisca a cerca do alto de seus 7 metros. À noite, quando está muito cansado, chega a deitar-se, uma operação um tanto complicada; quando o cansaço não é muito, dorme mesmo de pé.

O Jardim Zoológico de Brasília, sua nova moradia, parece agradá-lo, e se um Jardim Zoológico pode agradar a algum animal, não é para menos: é considerado um dos melhores do país. Situado numa área de 600 hectares perto do Núcleo Bandeirante (a primeira das cidades-satélites, acampamento dos candangos nos idos de 1950), conta com mais de 1.500 animais, especialmente da fauna sul-americana. Está cercado por bosques de pinheiros, possui lagos e riachos de água corrente.

O Zoológico também gostou de Raio de Luz. Quando ele chegou, numa sexta-feira pela manhã, um dos zeladores, que jamais havia visto uma girafa na vida, exclamau maravilhado: – Ah, foi assim que inventaram o guindaste.

Dos visitantes, não sou poucos os que, com Raio de Luz, travam o primeiro contato com sua espécie. As crianças brasilienses, que nunca sairam da cidade, por exemplo, só conheciam girafas da televisão ou das histórias em quadrinhos, e dificilmente poderiam imaginar bicho tão alto e simpático.

Aos poucos, vai-se estabelecendo grande intimidade entre Raio de Luz e seus fãs. Muito calmo, sem medo das pessoas, ele já tenta esticar o pescoço para alcançar as pipocas e amendoins que lhe são oferecidos pelos visitantes. Estes não são exatamente os pratos mais adequados ao seu regime alimentar, mas o zelador dá de ombros: – Se nem o governo consegue controlar a inflação, como é que a gente vai controlar a comida da girafa?


A primeira girafa fêmea, “Raio de Sol”, chegou com aproximadamente 3 anos de idade, proveniente do Zoo Dvur-Kralove, na Tchecoslováquia. Ela chegou ao porto de Santos em 29/06/1985 e no zoo em 03/07/1985. Infelizmente, veio à óbito em 11/09/1987, vítima de Timpanismo. Hoje, ela é símbolo da campanha “Zoo Tá Limpo” que objetiva esclarecer aos visitantes para que não forneçam comida, sanduíches, pipocas ou utilizem sacos plásticos próximos aos recintos, para não acontecer o mesmo que aconteceu a girafinha “Raio de Sol” que ingeriu um saco plástico, causando sua doença...

Duas girafas que nasceram em Natal Parks Board, localizado próximo a cidade de Natal, na África do Sul. Foram compradas desse parque e viajaram de avião ao Rio de Janeiro, depois foram de caminhão até Brasília no dia 04/12/1997, onde chegaram com 3 anos de idade, aproximadamente, e foram batizadas com os nomes Léo e Bia.

À esquerda, foto by Sérgio Sakall (02/1998), dois meses após a chegada do casal Léo e Bia. À direita, foto extraída do sítio oficial.

– Série de 10 cartões telefônicos “Filhotes”, da Fundação Polo Ecológico de Brasília – Jardim Zoológico, emitida em 07/2000, pela Telebrasília / BrasilTelecom, com crédito de 30 unidades e tiragem de 200 mil cada, que mostram filhotes de mamíferos por 3 artistas, Carlos Eduardo Machado Cabral: 1 tigre (Panthera tigris), Marília Marques Guimarães Marini: 2 anta (Tapirus terrestris), 3 cariacu (Odocoileus virginianus), 4 lontra (Lutra longicaudis), e Marcelo Lima Reis: 5 bugio (Alouatta caraya), 6 gato-do-mato (Leopardus tigrinus), 7 jaguarundi ou gato-mourisco (Herpailurus yaguarondi), 8 raposa-do-campo (Lycalopex vetulus), 9 suçuarana (Puma concolor), 10 veado-catingueiro (Mazama gouazoubira).

– Em outubro de 2000 foi emitido um cartão telefônico da TELEBRASÍLIA com o título “GIRAFA” (Giraffa camelopardalis), com foto de Paulo Melo que mostra o casal de girafas Léo e Bia...

Em 03/06/2001, o WWF-Brasil e a Empresa de Correios e Telégrafos lançaram uma edição especial de selos com o tema “Aves Brasileiras”, em comemoração ao Dia do Meio Ambiente. O lançamento foi no Zoo de Brasília, com a participação de centenas de pessoas. Com início às 10h, durante o dia também ocorreram atividades recreativas e apresentação do Coro Sinfônico da UnB... Nota: Foi noticiado no dia anterior (www2.correioweb.com.br/cw/2001-06-02/mat_40404.htm).

XXV Congresso da Sociedade de Zoológicos do Brasil, de ? a ? 2001...

– 13/06/2001, nasceu o primeiro filhote do casal!

11/2002 – A família ganhou uma nova integrante: uma girafa fêmea, filhote do casal Léo e Bia. O rebento, ainda sem nome, nasceu saudável no dia 16/11/2002. A equipe do zoo estava apreensiva desde a terça-feira anterior, quando Léo e Bia foram vítimas de um raio que caiu no cercado onde moram. Os dois animais desmaiaram na hora, mas sobreviveram ao choque. Apesar do susto, pois foi um sufoco conseguirem reerguer Léo e Bia com segurança, tudo deu certo! O parto de Bia foi tranquilo...

02/2003 – O recinto das girafas já está ficando pequeno para uma família de 4 integrantes... Com isso, o zoo tem receio da possibilidade de alguns “conflitos” entre Léo e Giba, sobretudo pela proximidade de sua maturidade sexual. Também o seu crescimento pode dificultar um futuro transporte e sua recolocação em um outro grupo. O Zoo de São Paulo tem demonstrado interesse em recebê-lo, principalmente porque estão com uma jovem fêmea sem parceiro... A viagem de Giba de Brasília para São Paulo ocorreu em 12/03/2003.

12/2003 – A girafa Bia morreu. As condições em que isso ocorreu ainda estão sendo estudadas pelos veterinários, mas as circunstâncias foram as seguintes: ela estava prenhe pela 3ª vez consecutiva (grávida há onze meses); havia uma onda de calor muito forte no Estado; e também o raio que atingiu a casa das girafas no ano passado pode ter a debilitado um pouco... O feto (um macho de 15 kg) da Bia foi colocado em formol, não tenho certeza, mas acredito que ele será doado para a coleção científica da Universidade de Brasília. A pele da Bia não pôde ser aproveitada, então apenas o crânio e uma das patas serão tratados e preparados para ficar em exposição no museu de taxidermia do zoo.

Segundo a direção do zoológico, a girafa morreu de insuficiência cardíaca em consequência da gravidez... Laudo de necrópsia: insuficiência cardio-respiratória, entretanto não se sabe o que provocou isso. Curiosidade, o coração de Bia pesava 4,4 kg, seu pulmão 8,8 kg, seu fígado 7,1 kg e rim 1,1 kg. Tinha 2,8 m de cernelha e 1,4 m de pescoço! Seu intestino delgado media 50 metros e o grosso 16,9 metros!

Fotos do amigo e também colecionador de girafas Gustavo, recebidas em 04/2004.


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10/06/2004 (Adriana Bocchiglieri) – Ana Raio deverá ser enviada para Belo Horizonte. Na verdade, os zoos estarão trocando suas filhotonas; aproveitando o tamanho das mesmas (em torno de 3,2 m), o que facilitará o transporte. Como ainda estamos reformando as cercas dos recintos de nossa galeria África, Léo e Ana estão ficando na maternidade, observando tudo por cima. Talvez, na próxima semana, a troca dos animais seja feita. Vamos ter ainda de esperar um tempo para termos filhotes, mas será bom para as duas já se acostumarem com seus novos lares e companheiros. Tentarei fotografar etapas do transporte e depois te repasso melhor as informações, ok?

21/08/2004 (Adriana Bocchiglieri) – Yaza chegou aqui na terça de madrugada e foi solta no recinto com Léo pela tarde, sem problemas. Léo está bem enciumado de sua nova companhia, cercanco-a e protegendo-a até dos tratadores. Mas ela e muito dócil e receptiva. Já Ana Raio deu um baile para entrar na terça, embarcando na quarta de manhã. A viagem foi tranquila e ela está bem com seus parceiros, lá em BH.

Foto de Gustavo, recebida em 24/08/2004, sobre a chegada da girafinha mineira “Yaza” no Zoo de Brasília: Léo e o novo filhote Yaza. Nota: Giraffas...

XXX Congresso da Sociedade de Zoológicos do Brasil, de 28/05 a 02/06/2006

27/08/2007 – Léo de chapéu! (0:33 segundos) Que linda! A girafa do zoo de Brasília. Ou seria girafo?
From: midori87 (www.youtube.com/user/midori87 | www.youtube.com/watch?v=64Gs3bDnn-E&NR=1)

09/08/2007 – O trabalho de parto começou nessa quarta-feira (8), às 20h, mas só às 7h30 de hoje as patinhas do filhote apareceram. A mãe, a girafa Yaza, tem 5 anos e saiu de Belo Horizonte para morar no Zoo de Brasília. Seria o seu primeiro filhote. Geralmente, o parto de uma girafinha demora cerca de cinco horas. Enquanto Yaza fazia força, os tratadores do zoo distraíam a girafa macho, o Léo. De acordo com a assessoria de imprensa do zoológico, o parto de Yaza foi muito complicado e o bebê girafa acabou morrendo. A girafa mãe será submetida a uma cirurgia e também sofre risco de morte.

24/07/2007 (Eliane Zanetti, Relações Públicas – amezoobrasilia@yahoo.com.br) – Somos uma ONG criada em 1989 para apoiar os projetos do Zoo de Brasília, neste mês nossa biblioteca foi totalmente incendiada e perdemos todos os nossos registros e nossa história, se vc puder nos ajudar com fotos ou arquivos do Zoo de Brasília agardecemos muito. Obrigada.

13/08/2007 (Adriana Vaz Abrão – avabrao@editorasaraiva.com.br) – Família da girafa Giba. Precisamos de orçamento para quatro fotos: Uma da Bia grávida, Uma do parto, Uma da família inteira e Uma só do filhote. O uso será em ¼ de página de miolo do nosso livro didático Ciências volume 1, de Paulo Cunha, da Atual Editora. Aguardo retorno ainda na tarde de hoje, desculpe, mas há tempos estamos buscando essas imagens. Fone: (11) 3613-3167, Iconografia Saraiva.

03/09/2007 (Cléa Lúcia Magalhães, Educação Ambiental, clealuciamag@hotmail.com / 3345-3245, Cc: Eliane) – Conhecemos sim o seu site. É muito legal! Já tiramos várias informações de lá para utilizar em nossos trabalhos. Como Eliane te contou, nossa biblioteca incendiou e seu site nos tem sido muito útil. No dia 12 de outubro teremos o lançamento dos selos série Zoológico a nível nacional aqui no Zoo. Neste mesmo dia estaremos homenageando nosso Diretor-Presidente que estará ganhando o título de cidadão de Brasília e a cerimônia será toda conduzida pelo cerimonial da Camâra Distrital. No dia 12 começara a contagem regressiva de 50 dias para nosso aniversário de 50 anos, no próximo dia 6 de dezembro. Estamos em fase de planejamento do que queremos realizar. Se tiveres alguma sugestão é muito bem vinda. Você virá para o lançamento do selo? Abraços e Obrigada!

07/09/2007 (Cléa) – Nosso Diretor-Presidente Sr. Raul Gonzalez Acosta receberá o título de Cidadão de Brasília. Será uma Cerimônia Oficial de nossa Câmara Legislativa que fará todo o cerimonial de acordo com as regras e protocolos oficiais. Esta semana que entra teremos uma reunião que, espero dará certo e brevemente você como um Girafa Mania, ficará muito feliz. Não vou falar agora, porque ainda não está concretizado. Mas tenho a certeza de que tudo dará certo!

O evento do tipo Sessão Solene (Req. Nº: 2497/6), Comemorativa dos 50 Anos do Zoológico de Brasília, foi de autoria da Deputada Eliana Pedrosa, e ocorreu no dia 06/12/2007, às 9 horas... Câmara Legislativa do Distrito Federal, SAIN Parque Rural – Brasília (DF) – CEP: 70086-900, Telefone: (61) 3966-8000

14/09/2008 – Infelizmente não houve o lançamento do carimbo de 50 anos do Zoo... Não lembro porque te escrevi isso, pois não tivemos nenhuma novidade nas girafas... Estamos hospedando agora 2 machos de girafas do Le Cirque. São da subespécie reticulata. Não sei por quanto tempo ficarão por aqui, mas são muito bem-vindas e foram recebidas com muito carinho. Abraços, Cléa Lúcia.

Abaixo, o casal de girafas “Léo” e “Yaza”, by Sérgio Sakall em 20/02/2009 – quando soube que os dois machos apreendidos pelo Ibama foram transferidos para o Zoológico de Goiânia...

Na Curadoria de Mamíferos (mamiferos@zoo.df.gov.br / 61 3345-7219) quis conhecer a veterinária Clariana Gelinski – quem me devolveu o envelope obliterado no dia 20/12/07. Como ela não estava presente naquele dia, então conheci o veterinárrio Tiago F. Carpi (tiagofcarpi@uol.com.br) – super atencioso, ele me convidou para visitar a casa das girafas...

Tiago, a estagiária de Biologia, Milene (que também adora o Léo), Marcos e eu nos dirigimos até a casa das girafas... Foi o máximo! Pude chegar bem pertinho do dócil e amável Léo... ele até fechou os olhos quando recebeu cafuné...

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ESPERANÇA RENOVADA

O desmatamento provocado pelo crescimento acelerado dos centros urbanos colocou em risco a vida de muitas espécies. Muitos animais estão ameaçados de sumir da natureza. A responsabilidade pelo o que está acontecendo é do homem. A hora de agir para tentar reverter essa situação é agora. Senão, pode ser tarde demais. Preocupado com isso, o Jardim Zoológico de Brasília criou o primeiro Banco de Germoplasma de Animais Selvagens, da América Latina, inaugurado no dia 29/07/2010.

O projeto é uma esperança para perpetuação de muitas espécies no futuro. O Banco de Germoplasma é uma unidade conservadora de material genético. Com a tecnologia, poderá ser feita reprodução assistida de animais, que engloba a inseminação artificial, fertilização in vitro e transferência de embrião. O armazenamento das células-tronco possibilita, por exemplo, tratamento de animais, pesquisa e, caso necessário, a clonagem de animais. O material genético fica guardado em botijões de nitrogênio a 196 graus abaixo de zero. Atualmente, 226 animais do plantel do Zoo podem ser assistidos pelo programa. “Este projeto é um grande salto para a conservação da biodiversidade. Representa uma reserva estratégica de recursos biológicos importante para preservação da fauna brasileira e mundial”, ressalta o diretor do Zoológico de Brasília, Raul Gonzalez.

CASA DO FUTURO

A casa é dividida em três cômodos. O primeiro, que é a sala da DESTRUIÇÃO, mostra a imagem de uma fogueira ardente e um infográfico explicando as principais causas do desmatamento e dos incêndios nas florestas brasileiras. O visitante poderá se enxergar dentro de uma queimada. No segundo, a sala intitulada: AINDA TEMOS TEMPO, os visitantes assistirão a um vídeo com os principais desastres ambientais e descobrir, que mesmos com os estragos, ainda temos tempo de salvar o planeta. Por último, na terceira sala poderá ter acesso visual ao Banco de Germoplasma do Zoológico, exemplificando que a ciência é uma das principais aliadas na busca por uma natureza viva. Um projeto pioneiro, que vai proporcionar aos visitantes uma reflexão do presente e futuro.

Fonte: Zoonotícias (www.zoo.df.gov.br) – Boletim da Fundação Jardim Zoológico – FJZB, Ano II Nº 07 – 2010.

O primeiro Banco de Germoplasma de Animais Silvestres e Exóticos é uma unidade conservadora de material genético. Para montagem desse banco foram necessários a coleta, processamento e armazenagem de amostras de sêmen, células-tronco e DNA de todos os mamíferos da Fundação; parece que inclusive do adax...

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17/11/2010 – Uma girafa fêmea nasceu na madrugada do último domingo (14) no Zoológico de Brasília. Após 14 meses de gestação, o filhote nasceu com quase dois metros de altura e cerca de 70 quilos. A pequena girafa ganhou o nome de “Ivelise”, em homenagem à Vice-governadora do Distrito Federal, Ivelise Maria Longhi Pereira da Silva; quem também inaugurou a Casa do Futuro. Na quarta-feira passada (10/11/10), a vice-governadora lançou obras de reforma e ampliação da Galeria África, espaço destinado aos mamíferos de origem africana como elefantes, zebras e girafas. A mamãe girafa tinha um histórico de gestações interrompidas antes do ciclo normal – 14 meses – e, por isso, os filhotes malformados não sobreviviam... Cientes das dificuldades de a mamãe girafa gerar filhotes sadios, biólogos passaram a acompanhá-la bem de perto assim que souberam que ela estava prenha. Ela recebeu suplementos alimentares e boas doses de hormônios progesterona, para garantir que o ciclo gestacional iria até o final. Foto divulgação do zoo.

05/12/2011 – A girafa “Léo” morreu e houve o comentário de que “Yaza” estaria prenha de Léo (Carlos quem avisou)... Abaixo, foto divulgação e nota publicada no sítio oficial: “O Zoo perdeu uma das estrelas mais famosas do seu plantel. A girafa Léo foi encontrada às 6h do dia 5 de dezembro sem sinais vitais. Uma fatalidade. Léo tinha 17 anos e foi pai de dois filhotes, um deles, o Zagalo, que está no zoológico de Rio de Janeiro e em breve dará o ar da graça em um dos locais mais visitados do Zoo. Os funcionários e, principalmente os visitantes sentem a sua perda. Contudo, graças ao Léo o recinto das girafas será tão alegre como antes. Obrigado Léo!”

Registros:

  1. Raio de Luz (macho) – nasceu no Rio em 1976. Subespécie girafa-masai. Veio para Brasília em 12/03/1981. Penso que Raio de Luz conviveu dois anos com a Raio de Sol, depois, pelo que sei, viveu sozinho até morrer... Quando?
  2. Raio de Sol (fêmea) – nasceu em 1982, no Dvür Kralove Zoo, República Tcheca. Veio em 03/07/1985. Morreu em 11/09/1987.
  3. Léo (macho) – Segundo a Ficha Individual, Número de Registro no Zoo de Brasília: 1608. Data de Nascimento: 04/12/1994. Procedência: Parque Natal – África do Sul; portanto da subespécie girafa-austral. Data de Entrada: 1997. Cópula: 27/0//01 [sic] c/ 1609. Nascimento: 13/06/2001. Cópula: 27/0//01 [sic] c/ 1609. Nascimento: 16/11/2002. Morreu em 05/12/2011, com 17 anos.
  4. Bia (fêmea) – nasceu em 1994 no Parque Natal, na África do Sul. Subespécie girafa-austral. Veio em 04/12/1997. Número de registro no Zoo Brasília: 1609. Teve 2 filhotes. Morreu em 16/12/2003.
  5. Giba (macho) – nasceu em 13/06/2001 – Veja sua história!
  6. Ana Raio (fêmea) – nasceu no Zoo em 16/11/2002. Segundo filhote de Bia e Léo, portanto da subespécie girafa-austral. Foi trocada com Yaza do Zoo de BH, em 24/08/2004.
  7. Yaza ou Sorte (fêmea) – Segundo a Ficha Individual, Número de Registro no Zoo de Brasília: 2008. Marcação (chip): 00-060-F6F2. Data de Nascimento: 16/07/2003. Procedência: Fundação Zoobotânca de Belo Horizonte. Filiação: Rafiqui e Zola (primeiro filhote), portanto da subespécie girafa-austral. Data de Entrada: 24/08/2004 (trocada com a girafa Ana Raio). Morfometria: 1,90 m em 18/07/2003 e 3,10 metros em 20/08/2004. Cópula: ? Nascimento: 09/08/2007.
  8. ? (fêmea) – nasceu no Zoo em 09/08/2007 e morreu no mesmo dia, por causa de parto complicado. Primeiro filhote de Yaza com Léo.
  9. “Chico” e “Kim” (machos) – foram apreendidos em 24/08/2008 e transferidos para o Zoológico de Goiânia em 24/12/2008, segundo o GPA – Guia de Trânsito Animal.
  10. Ivelise (fêmea) – nasceu no Zoo em 14/11/2010. Filhote de Yaza e Léo.

Visitei em 01/02/1998 (junto a Gilmar, tenho 3 fotogramas negativos em recinto obsoleto), 08/2001 (Chapada), 20/02/2009 (21 fotogramas negativos na casa das girafas e tiquete de entrada) e 26/03/2011 (junto a Denize, tenho 3 fotogramas que não mostram Léo, o qual morreu no final do ano, e mapa do zoo impresso em papel sulfite). Última informação, novembro de 2010, 2 girafas: “Yaza” e “Ivelise”.

APREENSÃO DE ANIMAIS

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Última atualização: 07/11/2013.
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