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MUSEUS BRASILEIROS

Nesta página, organizados por Estados, procuro reunir os Museus Brasileiros relacionados às Ciências Naturais, História Natural ou Zoologia... Poucos deles expõem exemplares de girafídeos em Taxidermia ou em diferentes tipos de obras relacionadas ao tema...

Outras páginas de Girafamania relacionadas:
Instituto Butantan
Museologia
Museus estrangeiros de História Natural
Museu Paraense Emílio Goeldi

ABCMC – Associação Brasileira de Centros e Museus de Ciência (www.abcmc.org.br)
Rua Protocolo, nº 228 – São Paulo (SP)

A Sociedade Civil, fundada em 15/07/1999, surgiu para unir ideias, compartilhar experiências, projetos e possibilitar intercâmbio de recursos e informações entre Centros e Museus de Ciência de todo o Brasil. Disponibiliza download do “Guia de Centros e Museus de Ciência do Brasil 2009” (imagem abaixo do lado esquerdo da tela), obra que reúne 190 espaços de popularização de ciência espalhados pelo país como: aquários, jardins botânicos, museus, planetários, zoológicos etc. O guia, cuja primeira versão foi lançada em 2005, é editado pela ABCMC, pela Casa da Ciência (UFRJ) e pelo Museu da Vida (Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz), com apoio do Ministério da Ciência e Tecnologia.

DF – DISTRITO FEDERAL

MZFUNPEB – Museu de Zoologia da Fundação Polo Ecológico de Brasília (DF)
► Possui em seu acervo duas peças girafídeas: “crânio completo de girafa” e “pata taxidermizada”.

Museu Virtual de Ciência e Tecnologia (www.museuvirtual.unb.br), da UNB (www.unb.br)
UNB – Universidade de Brasília, Campus Universitário Darcy Ribeiro, Departamento de Zoologia (http://vsites.unb.br/ib/zoo/)
Endereço: Instituto Central de Ciências – Sala AT-116 – CEP: 70910-900, Brasília – Distrito Federal (DF)

A coleção de mamíferos da UnB contém cerca de 5.000 espécimes taxidermizados e ocupa um espaço de 40 m² no Departamento de Zoologia, Instituto de Ciências Biológicas (IB). Contém material principalmente do Distrito Federal e da região do Cerrado.

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AL – ALAGOAS

MHN – Museu de História Natural (www.ufal.edu.br/ufal/extensao/museus/museu-de-historia-natural)
UFAL – Universidade Federal de Alagoas (www.ufal.edu.br)
Endereço: Rua Aristeu de Andrade, 452 – Farol – Maceió – Alagoas (AL)

O MHN foi criado através da resolução Nº 015/90, do Conselho Universitário da UFAL, de 07/05/1990, como um Órgão Suplementar de natureza técnico-cultural. O MHN vem dando apoio científico-cultural às atividades de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cooperação Técnica, no campo das Ciências Naturais, aos estudantes, professores, pesquisadores, técnicos e à comunidade em geral. Visitação segunda a sexta (8h às 18h). Entrada franca.


BA – BAHIA

MZUFBA – Museu de Zoologia da UFBA (www.mzufba.ufba.br)
UFBA – Universidade Federal da Bahia, Instituto de Biologia, Campus Universitário de Ondina
Endereço: Rua Barão de Jeremoabo, s/nº – Bairro de Ondina, Salvador – Bahia (BA)

A coleção de Mamíferos do MZUFBA foi iniciada com a formação da Coleção de Morcegos no Departamento de Zoologia. Esta coleção teve seu início em 1989 com a Profª. Drª. Florisneide Rodrigues Barreto, ainda estudante do Curso de Biologia da UFBA e orientada pela Profª. Drª. Helci Ana de Carvalho Pinheiro. Os primeiros morcegos procederam do Parque Zoobotânico Getúlio Vargas, bairro de Ondina, Salvador, oriundos da monografia de conclusão de curso de Florisneide Barreto, intitulada “Quiropterofauna do Parque Zoobotânico Getúlio Vargas, Salvador-Bahia”, defendida em 1990.

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ES – ESPÍRITO SANTO

MBML – Museu de Biologia Professor Mello Leitão (www.melloleitao.iphan.gov.br)
Endereço: Avenida José Ruschi, 4 – Centro – Santa Teresa – Espítio Santo (ES)

Vinculado ao IPHAN, foi fundado em 1949 pelo naturalista Auguto Ruschi. O museu coleciona espécies de plantas e animais com fins científicos para a pesquisa biológica, principalmente referente a fauna e flora da Mata Atlântica. São 80.000 metros quadrados de Mata Atlântica, em plena região onde o menino Augusto passeava pelas matas e observava plantas e insetos. Anos mais tarde, o naturalista capixaba ficaria famoso pelos seus estudos com colibris – habitantes frequentes da região. Coleções: Destacam-se as de beija-flores (cerca de 1.700 exemplares), de morcegos (1.300) e o herbário (7.000 plantas para estudo).

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GO – GOIÁS

Fundação Museu de Ornitologia – Prefeitura de Goiânia (www.goiania.go.gov.br/museu.htm)
Endereço: Avenida Pará, 395 – Setor Campinas, Goiânia – Goiás (GO)

O cientista José Hidasi (09/05/1926), húngaro naturalizado brasileiro, é fundador do museu e pretende transformá-lo em um Instituto de Biodiversidade que levará o seu nome... Considerado o maior do mundo, foi fundado em 1968, é administrado por seu criador e tipificado como um bem cultural da cidade de Goiânia. O local conta com exposição permanente de animais e aves empalhados, possui uma biblioteca com livros e revistas científicas para consultas, um laboratório de Taxidermia e um auditório. A exposiçăo que conta com peças pré-históricas e curiosidades do mundo animal, tem mamíferos dos mais primitivos (canguru, equídea, ornitorrinco, coala), passando aos mais evoluídos (boto, macacos) e os mais característicos (tamanduá, preguiça, tatu). Apresenta a coleçăo das mais belas e raras aves do mundo, como quetzal - ave sagrada dos astecas, pinguins, albatroz, entre outras. Répteis, peixes, moluscos e os campeőes da diversidade animal, os artrópodes, compõem a coleçăo, onde se destacam as multicoloridas borboletas de grupos ecológicos de várias partes do mundo e espécimes animais brasileiros da Ilha do Bananal, Beira Mar, Pantanal e Cerrado.

TO – TOCANTINS

Museu de Zoologia José Hadasi, da UNITINS – Fundação Universidade do Tocantins (www.unitins.br)
Endereço: Avenida Presidente Kennedy, 1055 – Centro, Porto Nacional (60 km de Palmas) – Tocantins (TO)

Implantado em 1995 por José Hidasi, o Museu comporta o Núcleo de Pesquisa de Taxidermia e Zoologia da Unitins. Possui coleção taxonômica formada por mais de 3 mil exemplares, entre aves, mamíferos, répteis, peixes, moluscos e artrópodes, cuja parte de seu acervo está exposta ao público. As demais peças estão direcionadas para a pesquisa científica e ao trabalho de Educação Ambiental. Atualmente, o Museu recebe animais mortos por acidente para o trabalho de taxidermia e como meio de preservação da fauna regional. Hidasi também foi responsável pela criação do Museu de Ornitologia de Goiânia, Museu de Zoologia do Memorial Cerrado da Universidade Católica de Goiás; participou da fundação do Jardim Zoológico de Goiânia, entre outros. Atualmente trabalha na implantação do Museu José Hidasi de História Natural de Brasília.


MG – MINAS GERAIS

Rede de Museus e Espaços de Ciências (www.ufmg.br/rededemuseus/), da UFMG – Universidade Federal de Minas Gerais (www.ufmg.br)
Endereço: Avenida Gustavo da Silveira, 1.035 – Santa Inês, Belo Horizonte – Minas Gerais (MG)

A Rede de Museus e Espaços de Ciências da UFMG foi criada em 2001 e, atualmente, congrega 11 espaços de ciências da universidade, entre eles: Centro de Referência em Cartografia Histórica, Centro Cultural da UFMG, Museu de Ciências Morfológicas, e o Museu de História Natural e Jardim Botânico.

MHNJB – Museu de História Natural e Jardim Botânico, da UFMG (www.mhnjb.ufmg.br)
UFMG – Universidade Federal de Minas Gerais (www.ufmg.br)
Endereço: Rua Gustavo da Silveira, 1.035 – Santa Inês, Belo Horizonte – Minas Gerais (MG)

O MHNJB da UFMG foi criado em 1968, ocupa uma área de preservação ambiental de 600 mil m², na região metropolitana de Belo Horizonte. O acervo do MHNJB conta com aproximadamente 70.000 peças de caráter científico-cultural, vários exemplares da flora e fauna nacionais, que foram adquiridas e incorporadas através de coletas e doações ao longo da existência da instituição. Destaque para o “Presépio do Pipiripau” e as coleções de Paleontologia, Arqueologia, Mineralogia e o Espaço Ciência com experimentos interativos. Abriga também o “Palacinho”, prédio este que servia de residência aos governadores de Minas nas férias e finais de semana.

Perguntei se no acervo havia um crânio girafídeo, pois ouvi dizer... 24/07/08: Resposta Site Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG. Sr. Sérgio, Não tenho conhecimento dessa informação. Atenciosamente, Claudia Cristina Cardoso, Museóloga – MHNJB Setor de Museologia (smuseo@mhnjb.ufmg.br).

MCN – Museu de Ciências Naturais PUC Minas (www.pucminas.br/museu)
PUC – Pontifícia Universidade Católica (www.pucminas.br), Campus PUC Minas (Metrô: Estação Gameleira)
Endereço: Avenida Dom José Gaspar, 290 – Bairro Coração Eucarístico, Belo Horizonte – Minas Gerais (MG)

Criado em 1983, o MCN da PUC Minas desenvolve atividades científicas, educativas e culturais. O Museu é um espaço interdisciplinar da universidade que complementa sua extensão de serviços à comunidade. A missão do Museu é promover o interesse dos visitantes pelas ciências naturais, por meio de exposições, educação e pesquisa. É objetivo do Museu preservar o patrimônio natural, histórico e cultural do Brasil. A equipe do Museu desenvolve pesquisas nas áreas de Paleontologia, Zoologia e conservação da natureza. Tipologia do acervo: Arqueologia, Ciências Naturais e História Natural.

Histórico do Museu: O museu funcionou durante 15 anos em um espaço temporário, até que em 1998 foi construído um novo prédio para abrigar seu acervo, com espaço adequado ao desenvolvimento de suas atividades científicas, educativas, culturais e de extensão. As exposições permanentes foram abertas ao público a partir de agosto de 2002. Desde 2005 passou a ser vinculado à Diretoria de Arte e Cultura da PUC Minas.

Histórico da formação do acervo: Acervo fossilífero, arqueológico, zoológico e botânico reunido a partir da década de 1970 até o momento atual, como resultado de cooperação técnico-científica, doações e principalmente do desenvolvimento de projetos de pesquisa pelos professores da universidade. O acervo fossilífero compõe uma das maiores coleções da América do Sul de mamíferos do período Pleistoceno, exemplares de outras ordens zoológicas e períodos, além de réplicas. O acervo zoológico atual compõe-se de exemplares de mamíferos, aves, répteis, anfíbios e invertebrados, com especial destaque para espécies da fauna brasileira do Cerrado. O acervo Arqueológico encontra-se em fase de formação, segundo autorização do IPHAN, resultado de resgates das construções de hidroelétricas em Minas Gerais.

► “Esqueleto e pele de girafa”. Na ala “Fauna Exótica”, os animais que não ocorrem no Brasil são o tema dessa exposição, como por exemplo, elefantes (africano e asiático), rinoceronte e antílopes. Uma girafa macho chamado “Cupim” que morreu em 13/02/1997, no Zoológico de Belo Horizonte, teve seu esqueleto preservado. Hoje, compreende a exposição do Museu de Ciências Naturais da PUC/MG, em Belo Horizonte. Nota: Visitei em 01/08/2008 e lá fui informado que se trata de uma fêmea por causa da largura dos ossos da bacia... A imagem do cartão telefônico da Oi mostra um esqueleto de preguiça-gigante?, exposto no Museu de Ciências Naturais PUC Minas...

MHCN – Museu de História e Ciências Naturais (www.museuhcnaturais.org.br)
Endereço: Praça Presidente Vargas, 101 – Além Paraíba – Minas Gerais (MG)

O Museu de História e Ciências Naturais foi fundado em 21/08/1993, por um grupo de estudantes preocupados em preservar e resgatar a memória histórica de Além Paraíba e região. Os trabalhos de pesquisa tiveram início após a descoberta de ossadas encontradas em Além Paraíba e em poder de alguns cidadãos. O acervo do Museu encontra-se dividido da seguinte forma: Paleontologia, Arqueologia, Astronomia, Biologia, Arquivo Histórico, História de Além Parahyba, Numismática, Filatelia, Geologia, Climatologia, Cinemateca e Biblioteca.

MZUFV – Museu de Zoologia João Moojen, da UFV – Universidade Federal de Viçosa (www.museudezoologia.ufv.br)
Campus UFV, Centro de Ciências Biológicas e da Saúde – Departamento de Biologia Animal
Endereço: Vila Gianetti, casa nº 32 – Viçosa – Minas Gerais (MG)

A coleção de peças zoológicas do MZUFV teve início em 1933, através do Professor João Moojen de Oliveira (1904-1985), tendo sido prosseguida por seu aluno, Prof. José Candido de Melo Carvalho até 1946. Contudo, posteriormente o Museu sofreu uma perda e deterioração de vários exemplares devido à falta de um local apropriado para o depósito de material e curadoria inadequada. Em 1993, o aumento das atividades do Museu levou à transferência das coleções do Edifício Chotaro Simoya (“Prédio da Biologia”) para a casa n° 32 da Vila Gianetti, no campus da UFV. Hoje, possui mais de 20 mil peças zoológicas em seu crescente acervo, incluindo fósseis, peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos, em sua maioria coletados na região de Viçosa e no Estado de Minas Gerais. Entre os serviços prestados, destacam-se: Divulgação Científica (matérias sobre as atividades do MZUFV voltadas ao público), Bicho da Vez (textos de divulgação científica sobre a fauna da Zona da Mata Mineira), Ministra curso de Taxidermia. Nota: A página de links recomendados é uma das mais completas.

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PR – PARANÁ

SBZ – Sociedade Brasileira de Zoologia (www.sbzoologia.org.br)
UFPR – Universidade Federal do Paraná, Departamento de Zoologia
Caixa Postal: 19020, CEP: 81531-980 – Curitiba, Paraná (PR)

Promove o Congresso Brasileiro de Zoologia... São finalidades da SBZ: congregar todas as pessoas interessadas no desenvolvimento dos estudos zoológicos; propugnar e promover os estudos da fauna nacional; incrementar a formação e o reconhecimento do zoólogo, como elemento indispensável no inventário e estudo do patrimônio natural brasileiro; representar a comunidade de zoólogos brasileiros em âmbito nacional e internacional; promover e realizar encontros e congressos regionais, nacionais e/ou internacionais; assessorar e aconselhar Entidades oficiais ou particulares no que concerne ao desenvolvimento de estudos zoológicos, nas suas diversas sub-áreas e/ou especialidades; manter a Revista Brasileira de Zoologia e outras publicações eventuais.

Museu de Ciências Naturais (www.bio.ufpr.br), da UFPR – Universidade Federal do Paraná (www.ufpr.br)
Endereço: Setor de Ciências Biológicas, Centro Politécnico – Jardim da Américas – Curitiba – Paraná (PR)

A Coleção Entomológica Padre Jesus Santiago Moure do Departamento de Zoologia da Universidade Federal do Paraná, que leva o nome do seu fundador, conta com o 3º maior acervo nacional em número de exemplares, onde estão depositados cerca de 6,5 milhões de insetos (3.500.000 montados em via seca e 3.000.000 em via líquida), servindo como referência à entomofauna brasileira, com destaque à paranaense.

Museu de História Natural Capão da Imbuia (www.parques-curitiba.com/capao-imbuia-parana.htm | www.curitiba-parana.net/parques/capao-imbuia.htm)
Prefeitura de Curitiba (www.curitiba.pr.gov.br), Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Zoológico e Passeio Público e Museu de História Natural)
Endereço: Rua Benedito Conceição, 407 – Capão da Imbuia, Curitiba – Paraná (PR)

O Museu de História Natural Capão da Imbuia, situado no Bosque Capão da Imbuia – remanescente de Floresta com Araucária na região urbana de Curitiba –, no bairro Capão da Imbuia (vizinho do bairro Tarumã), é referência nacional na área de pesquisa zoológica, com importantes coleções científicas regionais e corpo técnico altamente qualificado, tendo sido credenciado pelo Ministério do Meio Ambiente, como fiel depositário de amostras de componentes do patrimônio genético natural.

Além da pesquisa científica na área de Zoologia, o museu mantém um setor expositivo aberto à comunidade, onde também é realizado um trabalho de Educação Ambiental para atender escolas de Curitiba e da sua região metropolitana, através de visita orientada e de empréstimo de material didático. As visitas ocorrem ao longo de uma exposição interna denominada “Ecossistemas Brasileiros” (um acervo exposto nas salas do Museu), onde dioramas, animais taxidermizados e plantas desidratadas compõem os principais ambientes brasileiros representados no Paraná.

No bosque ao redor, “No Caminho das Araucárias”, pode-se caminhar e ver uma exposição externa composta por vitrines de vidro onde com alguns animais empalhados ficam protegidos e painéis dispostos ao longo de uma passarela elevada que percorre o interior do bosque. Utilizando elementos naturais, essa exposição é totalmente voltada ao desenvolvimento de uma consciência quanto à conservação da Floresta com Araucária, que se encontra ameaçada de desaparecimento em toda a sua área de ocorrência.

► Administrado pelo Departamento de Zoológico de Curitiba, o Museu possui em acervo 4 peças girafídeas: “Crânio completo de girafa” (com maxilar e mandíbula), “Osso da bacia”, “Vértebra” (uma peça) e um “Osso da perna”. Nota: No dia 10/04/2008, conheci o taxidermista “Tião”, Sebastião Carlos Pereira, quem me mostrou as peças girafídeas do acervo do museu (41 3366-3133, ramal 38). Outros profissionais no Estado do Paraná: Camila Lofilgo Silva (bióloga taxidermista), Catarina V. Ferreira (restauradora taxidermia), Aparecido R. Moura (taxidermista), João Aparecido Galdino (taxidermista)...

MCNG – Museu de Ciências Naturais de Guarapuava (www.unicentro.br/museu/)
UNICENTRO – Universidade Estadual do Centro-Oeste (www.unicentro.br)
Endereço: Parque Municipal das Araucárias – Rod. BR 277, Km 350 – Guarapuava – Paraná (PR)

Em parceria com a Prefeitura Municipal de Guarapuava o Museu foi inaugurado dia 09/12/1997, no Parque das Araucárias, e reúne coleções do Prof. Dr. João José Bigarella e do autodidata Hipólito Schneider. Geologia, Paleontologia e Zoologia, cuja Taxidermia conta com um Diorama que possui 95 animais taxidermizados de diversas regiões do Brasil, como Floresta Atlântica, Pantanal Matogrossense, Cerrado, entre outros.

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PE – PERNAMBUCO

MHNB – Museu de História Natural Louis Jacques Brunet
Endereço: Rua da Aurora, 703 – Santo Amaro, Recife – Pernambuco (PE)

Localizado no CEEGP – Centro de Ensino Experimental Ginásio Pernambucano. O Ginásio Pernambucano é uma tradicional instituição de ensino médio da cidade do Recife, estado de Pernambuco. Tipologia do acervo: Arqueologia, Ciências Naturais e História Natural. Revitalizado, o museu possui 4.108 peças catalogadas nas áreas de Arqueologia, Botânica, Geologia e Zoologia.

A origem do museu nasceu com o professor Louis Jacques Brunet, naturalista francês, que desembarcou em Recife em 1852, com o objetivo de estudar a fauna e flora americana. Durante os dois anos que precederam seu convite para participar do corpo docente do Ginásio (chamado à época de Ginásio Provincial), Brunet viajou pelo interior dos Estados de Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte, coletando amostras de espécimes nativas. Em outubro de 1855, Brunet foi nomeado como professor da 2ª cadeira de Ciências Naturais, ficando a seu cargo toda a estruturação desta disciplina, assim como a organização do gabinete de Ciências, fundado em 22/10/1855 (recebendo, a princípio, as próprias coleções coletadas pelo naturalista em suas expedições). Segundo o professor, o ensino das Ciências deveria ser composto de lições práticas e objetivas, no qual os alunos pudessem contemplar o objeto estudado. Então, em um ofício de 07/04/1856, Brunet sugeriu uma mudança na grade de estudo (o 1º ano estudaria Zoologia, o 2º Botânica e o 3º Mineralogia e Geologia). Devido aos incentivos recebidos, tanto pelo regedor do Ginásio como pelo governo imperial de D. Pedro II e o de Barbosa Lima (grande entusiasta das Ciências), é deste último que vai partir a ideia de se criar um Museu de Ciências Naturais, o primeiro de Pernambuco e do Norte/Nordeste. Anos se passam e o Ginásio é uma referência na educação do Norte/Nordeste brasileira, e com a entrada de um outro francês, em fins da década de 1960, para o corpo docente, responsável pela cadeira de história natural e pelo seu gabinete, Armand François Gaston Laroche, vai com sua paixão pela Arqueologia, contribuir com espécimes Pré-históricos encontrados no município de Belo Jardim – PE, que vão configurar como os mais importantes do museu, durante os anos de 1970-1978, período no qual o professor Laroche trabalhou em suas pesquisas. O Gabinete de Ciências se destaca como um dos locais de referência para pesquisas científicas no Estado.


RJ – RIO DE JANEIRO

MNRJ – Museu Nacional do Rio de Janeiro (www.museunacional.ufrj.br)
UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro (www.ufrj.br)
Endereço: Quinta da Boa Vista – São Cristóvão – Rio de Janeiro (RJ)
Nota: Selos 150 anos do Museu Nacional e Dinossauros.
SBMz – Sociedade Brasileira de Mastozoologia (www.biologia.ufrj.br/labs/labvert/sbmz.htm)

O Museu Nacional está vinculado ao Ministério da Educação, é a mais antiga instituição científica do Brasil e o maior Museu de História Natural e antropológica da América Latina. Criado por D. João VI, em 06/06/1818 e, inicialmente, sediado no Campo de Sant’Anna, serviu para atender aos interesses de promoção do progresso cultural e econômico no país. Originalmente denominado de Museu Real, foi incorporado à Universidade do Brasil em 1946. Atualmente, o Museu integra a estrutura acadêmica da UFRJ. Alojar-se no Paço de São Cristóvão, a partir de 1892 – residência da Família Imperial brasileira até 1889 – deu ao Museu um caráter ímpar frente às outras instituições do gênero. No mesmo local nasceu D. Pedro II e se realizou a 1ª Assembleia Constituinte Republicana.

O comerciante Elias Antônio Lopes começou, em 1803, a construir sua casa de campo em São Cristóvão (Quinta da Boa Vista), doando-a ao Príncipe Regente D. João, em 1808. O prédio passou por várias reformas de ampliação e embelezamento, até chegar às linhas arquitetônicas atuais. Em frente ao antigo Palácio Imperial foi colocado o Pórtico Monumental, vindo da Inglaterra, presenteado a D. João, cópia do existente no Palácio de Lorde Percy, Duque de Nothumberland.

As peças que compõem as exposições abertas ao público (cerca de três mil) são parte dos 20 milhões de itens das coleções científicas conservadas e estudadas pelos Departamentos de Antropologia (estudo do ser humano), Botânica (estudo dos vegetais), Entomologia (estudo dos insetos), Invertebrados, Vertebrados, Geologia (estudo da terra) e Paleontologia (estudo de fósseis).

O Departamento de Vertebrados, por exemplo, divide-se em 4 setores, cada qual responsável pela sua área específica de investigação: Setor de Herpetologia (anfíbios e répteis), Setor de Ictiologia (peixes), Setor de Ornitologia (aves) e Setor de Mastozoologia (mamíferos): abriga a maior coleção de mamíferos da América Latina, com um acervo estimado em 100.000 espécimes (veados). A maior parte da coleção foi formada durante as décadas de 1940 e 1950, por João Moojen de Oliveira (veja em Viçosa), juntamente com alguns órgãos de controle de endemias ligados ao Ministério da Saúde. A coleção de “tipos” é constituída por 72 espécies nominais...

► Segundo Carlos, o setor de Mamíferos, em Zoologia, no 2° Pavimento do Museu, abriga um “esqueleto de girafa”?...

► Exposição do Museu Nacional da UFRJ, ocorrida em junho de 2007, atrai visitantes com esqueletos originais de elefantes, girafas e até gorilas...... (soube disso por cima, jamais encontrei algo a respeito)...

Abaixo (do lado esquerdo da tela), cartão-postal colorido “Une partie du Jardin de S. Christovão Rio de Janeiro (Brésil), Imp. Atar, Genève, edição impressa em Genebra, Suíça; adquirido de Riopostal (R$35). Do lado direito, cartão-postal P&B que mostra o antigo edifício que abriga o Museu Nacional – Quinta da Boa Vista São Christóvão, Rio de Janeiro. Nota: Na coleção há outro cartão-postal P&B, “Rio de Janeiro Musé Nacional São Christovão”, idêntico ao Laemmert & Cia ou Verlag V. Albert Aust, segundo o catálogo Paulo Berger... adquirido de Riopostal (R$85).

O Museu dispõe ainda de um Horto Botânico e de uma Biblioteca Central (harpia em ex-libris) situados na parte sul da Quinta da Boa Vista. No acervo dessa Biblioteca consta 5 obras de interesse para Girafamania: A girafa castigada*, A girafa de vidro, A zebra, a girafa e outros bichos*, A girafa e o mede-palmo e Josefina, a girafa metida...

Chefe da Biblioteca: Vera de Figueiredo Barbosa
Endereço: Avenida General Herculano Gomes s/nº – Horto Botânico
Quinta da Boa Vista, São Cristóvão – CEP: 20942-360, Rio de Janeiro (RJ)
Telefones: (21) 2562-6064 (21) 2562-6074 – E-mail: mnbib@acd.ufrj.br

06/07/09: Li que consulta às coleções de obras raras e in-fólios devem ser agendadas por telefone ou na Seção de Referência e Empréstimo (2562-6076)... posso agendar por e-mail? Há como saber da obra de Plínio? Existe no acervo do museu qualquer obra que cita sobre girafa do Zoo do RJ? Gostaria de saber da possibilidade de uma cópia do livro...
06/07/09: Consulte a Base Minerva, base de dados bibliográficos da UFRJ (www.minerva.ufrj.br). Sobre o livro que deseja consultar pesquisei na base e localizei na Faculdade de Letras... Registro Completo... Procure uma biblioteca e informe-se sobre como fazer para acessar por exemplo: Periódicos Capes, Portal da pesquisa.
07/07/09: Vera, eu já pesquisei nesse sítio. Aliás, foi assim que soube desse livro em questão, A girafa castigada... Quer dizer, que não há um exemplar desse livro na Biblioteca do Museu, mas sim na Faculdade de Letras? É isso? E onde fica essa Faculdade? Você teria o e-mail de alguma pessoa que trabalhe no Museu?
07/07/09: Para saber o endereço e contatos da Faculdade de Letras/UFRJ entre no site do SiBI – Sistema de Bibliotecas e Informação da UFRJ (ww.sibi.ufrj.br). Nesse site há, também, informações sobre Periódicos Capes, Portal da Pesquisa, etc. Para isso procure uma biblioteca universitária, em São Paulo, e informe-se sobre os procedimentos.

O Museu Nacional/UFRJ se localiza no Parque da Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, na cidade do Rio de Janeiro. O parque é uma unidade de Conservação Ambiental, tombada pelo IPHAN e administrada pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro. Próximo ao museu está localizado o Zoológico do Rio de Janeiro... Nota: Biblioteca Nacional.

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RS – RIO GRANDE DO SUL

Museu de Ciências Naturais da FZB, Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul (www.fzb.rs.gov.br/museu)
Endereço: Rua Dr. Salvador França, 1.427 – Bairro Jardim Botânico, Porto Alegre – Rio Grande do Sul (RS)

Localizado dentro da área do parque Jardim Botânico e fundado em 1955, o Museu é um órgão de pesquisa que desenvolve estudos sobre a biodiversidade, incluindo a fauna e a flora (atual e fóssil) e os ecossistemas terrestres e aquáticos. Com cerca de 3.000 m², inclui laboratório, gabinetes, salas de exposições e de coleções científicas, com um acervo constituído por mais de 432 mil exemplares de animais e plantas. Atua na difusão científica por meio da publicação de periódicos, guias e manuais de flora e fauna, mostra permanente da biodiversidade do Estado e exposições de curta e longa duração, temporárias e itinerantes, além de oficinas, cursos e projetos educativos voltados à comunidade escolar e ao público em geral.

A coleção de mamíferos iniciou em julho de 1975 com o tombamento de um exemplar de morcego da espécie Tadarida brasiliensis, coletado em 1943, em Porto Alegre. Destaca-se entre as demais coleções do Rio Grande do Sul não só pela expressiva representatividade da mastofauna gaúcha, mas por conter espécimes de vários Estados brasileiros e um grande número de quirópteros do Ceará. Apresenta muitos exemplares de espécies de outros continentes oriundos do Parque Zoológico da FZB. A maioria dos exemplares pertence aos grupos de quirópteros e roedores. O acervo é constituído por esqueletos completos ou parciais (crânios, sincrânios e ossadas) e animais preservados em líquido. Há também peles, múmias e animais taxidermizados.

SÉRIE IHERINGIA: A revista científica Iheringia chegou a centésima edição em 2010. A publicação – criada em 1958 – é editada pelo Museu de Ciências Naturais da FZB e recebeu esse nome em homenagem ao pesquisador alemão, naturalizado brasileiro, Hermann von Ihering, por seus importantes trabalhos no campo das Ciências Naturais. O médico, naturalista e professor de Zoologia, Hermann F. A. von Ihering, nascido na Alemanha em 1850, veio para o Brasil em 1880 e fixou residência no Estado em 1883. A primeira das séries foi a Zoologia, com 100 volumes editados, seguida da Botânica, em 1958, com 63 números. Outras séries foram editadas, mas que não tiveram processo de continuidade: Geologia (1967), Antropologia (1969), Miscelânea (1985), Paula-Coutiana (1987, substituindo a série Geologia). Em 1976 foi editado o primeiro número da publicação Natureza em Revista, em substituição a série Divulgação. Os exemplares são distribuídos para instituições nacionais e estrangeiras. A distribuição se dá por doação ou permuta. Os artigos publicados a partir de 2004 da revista Iheringia, série Botânica, estão disponíveis no sítio www.fzb.rs.gov.br e a série Zoologia estão em pdf na biblioteca virtual SciELO – Scientific Eletronic Library Online (www.scielo.br/revistas/isz/paboutj.htm).

► A fotografia mostra um “esqueleto de girafa”, com 5 metros de altura, localizado na entrada do prédio atual do Museu de Ciências Naturais da Fundação Zoobotânica RS.

MCT – Museu de Ciências e Tecnologia da PUCRS (www.pucrs.br/mct/)
PUCRS – Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (www3.pucrs.br)
Endereço: Avenida Ipiranga, 6.681 – Bairro Partenon, Porto Alegre – Rio Grande do Sul (RS)

Na área da pesquisa o MCT está intimamente ligado aos Programas de Pós-Graduação de Zoologia e de História da PUCRS. Possui coleções científicas de destaque em diversas áreas da Zoologia. O estudo da biodiversidade brasileira é um dos principais tópicos de pesquisa científica no MCT-PUCRS. As coleções científicas registram e arquivam espécimes representantes de nossa biodiversidade e de seu DNA, facilitando pesquisas sobre a diversidade, taxonomia, evolução, biogeografia e conservação. Setores: Acervo Histórico, Aracnologia, Arqueologia, Botânica, Carcinologia, Entomologia, Herpetologia, Ictiologia, Malacologia, Ornitologia e Paleontologia.

Museu Zoológico Municipal Áureo Nicolau Müller (animais taxidermizados, flora e pinturas)
Endereço: Rua Andrade Neves, nº 552 – Rio Pardo – Rio Grande do Sul (RS)

O Museu funciona em novas dependências, na Rua da Ladeira, fundos do prédio da Secretaria de Trânsito e Serviços Essenciais. Constitui em ponto turístico do município, sendo considerado um dos maiores da área do interior do Estado pela quantidade de espécies preservadas. Atualmente estão expostas para visitação mais de 300 peças, incluindo aves, répteis, mamíferos, anfíbios, peixes, aracnídeos e insetos. O rio-pardense Tenente Coronel Áureo Nicolau Müller (1920-), membro da Força Expedicionária Brasileira (FAB), foi o idealizador do Museu Zoológico Municipal de Rio Pardo. No ano de 1963 iniciou a aquisição das peças para o museu. Em 1970 o acervo atingiu um total de 530 animais, pertencentes à fauna brasileira e de outros países.

Adquirido pelo município em 1979, foi inaugurado em junho de 1980. A Secretaria Municipal de Turismo e Cultura de Rio Pardo deu início ao trabalho de revitalização do acervo de animais taxidermizados do Museu Zoológico. As restaurações somente foram possíveis após um levantamento da situação de cada exemplar e da técnica com a qual foi preservado. A bióloga Emilin Corrêa está realizando a preservação dos exemplares, inclusive os que estão expostos em soluções com formol. O restauro foi assessorado por mais três profissionais, entre eles a Bióloga Carini Souza, do município de Encruzilhada do Sul, que tem vários cursos de taxidermização e é pesquisadora da fauna do Estado.

Complexo de Museus e Centros Associados da FURG (www.museu.furg.br)
FURG – Universidade Federal do Rio Grande (www.furg.br), Rio Grande – Rio Grande do Sul (RS)

A FURG tem por regimento uma opção prioritária pelo mar. O Complexo de Museus e Centros Associados (com 6 endereços distintos) é formado pelo Museu Oceanográfico “Eliézer de Carvalho Rios”, Museu Antártico, Eco-Museu da Ilha da Pólvora, Museu Náutico, Centro de Recuperação de Animais Marinhos (CRAM) e Centro de Convívio dos Meninos do Mar (CCMar), complementam a missão da Universidade.

FUPF – Fundação Universidade de Passo Fundo (www.upf.br)
UPF – Universidade de Passo Fundo, BR 285 – Bairro São José, Passo Fundo – Rio Grande do Sul (RS)

A FUPF congrega 3 museus: Museu Histórico Regional (MHR), Museu de Artes Visuais Ruth Schneider (MAVRS) e o Museu Zoobotânico Augusto Ruschi (MUZAR), que é um setor do Instituto de Ciências Biológicas da UPF. Nota: Élinton Luis Rezende é taxidermista do Muzar (www.upf.br/muzar/).

Museu de Ciências Naturais e Minizoológico do CECLIMAR (www.ufrgs.br/ceclimar/)
UFRGS – Universidade Federal do Rio Grande do Sul (www.ufrgs.br)
Biblioteca UFRGS (www.biblioteca.ufrgs.br/bibliotecadigital/)
Endereço: Avenida Tramandaí, 976 – Imbé – Rio Grande do Sul (RS)

O CECLIMAR – Centro de Estudos Costeiros, Limnológicos e Marinhos é um órgão auxiliar vinculado ao Instituto de Biociências da UFRGS, localizado às margens da lagoa Tramandaí no município de Imbé. Em 2006, ampliou suas ações em ensino, pesquisa e extensão dando inicio o curso de graduação em Ciências Biológicas com Ênfases em Biologia Marinha e Costeira e Gestão Ambiental Marinha e Costeira, em parceria com a UERGS. O Museu do CECLIMAR foi inaugurado em 23/02/1983. O mini-zoo expõe espécies da fauna regional, além de alguns animais exóticos: biguá, capivara, gaivota, ganso-sinaleiro, garça-branca-grande, garça-branca-pequena, jabuti, leão-marinho-do-sul, lontra, macaco-prego, maitaca, pavão, ratão-do-banhado, sagui-comum etc. A imagem abaixo, encontrada na internet, mostra o tíquete de entrada do Museu de Ciências Naturais do CECLIMAR/UFRGS, Imbé (RS)...

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SC – SANTA CATARINA

Ecomuseu (www.univali.br/ecomuseu), da Univali – Universidade do Vale do Itajaí (www.univali.br)
Endereço: Ilha de Porto Belo (complexo turístico), Santa Catarina (SC) | Infos e Agendamentos (ecomuseu@univali.br)

O Ecomuseu Univali funciona de setembro a março. Durante os meses de abril a outubro recebe grupos através de agendamento prévio. Exposições: Megafauna do Pleistoceno, Tartarugas Marinhas, Esqueletos de Mamíferos Marinhos, em especial o Gabinete do Naturalista, que é a reprodução do gabinete de um naturalista da primeira metade do século XX, pesquisador generalista que estuda todas as áreas das ciências naturais. Pertenceu ao Dr. Carlos Nicolau Gofferjé (Blumenau/SC) que, em vida, doou todo seu acervo ao Museu Oceanográfico da Univali preocupado com a conservação do seu “patrimônio” constituído desde os dez anos de idade com a orientação e estímulo de seu pai, Fritz Gofferjé, também naturalista.


SP – SÃO PAULO

MAV – Museu de Anatomia Veterinária, “Prof. Dr. Plínio Pinto e Silva”, da FMVZ da USP (www.mav.fmvz.usp.br)
FMVZ – Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (www.fmvz.usp.br), da USP – Universidade de São Paulo (www4.usp.br)
Endereço: Avenida Professor Dr. Orlando Marques de Paiva, 87 – Cidade Universitária, São Paulo (SP)
Visitação: De terça à sexta-feira (9h às 17h) e sábados (9h às 14h) – Telefone: (11) 3091-1309

Foi aberto à visitação pública em 1984 expondo peças que estavam sendo colecionadas por professores e alunos da Faculdade. Anteriormente a coleção era utilizada por docentes em suas aulas. O acervo, com cerca de 2 mil peças, constituiu-se ao longo de muitos anos, resultado de trabalhos de pesquisa, doações e permutas. É composto por esqueletos, animais taxidermizados, órgãos e estruturas anatômicas de diversos animais vertebrados. São peças de peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos. A grande maioria das peças é de mamíferos, havendo, entre estes, representantes de mamíferos aquáticos, voadores, marsupiais, carnívoros, roedores, equídeos, bovídeos, suídeos e primatas, incluindo o homem. A forma e o tamanho das estruturas anatômicas são indicativos da maneira como o animal sobrevive no meio ambiente.

► Sobre a família dos girafídeos, o Museu explica que existem vários tipos de Cornos e Chifres entre os animais... Os cornos de bois, búfalos e antílopes têm um núcleo ósseo e irrigado com sangue. Sobre este núcleo, há lâminas córneas de origem epidérmica. Estes cornos são permanentes e crescem por deposição de material na base, que forma anéis de crescimento. O corno dos rinocerontes, por exemplo, não é ósseo. É formado por fibras queratinizadas (como as unhas) compactas, com crescimento contínuo a partir da epiderme. Por sua vez, os pequenos cornos da girafa são projeções ósseas do crânio, cobertas por pele. Os chifres dos veados também são projeções ósseas do crânio, mas caem e são substituídos a cada ano, ao final da estação reprodutora. O osso compacto destes chifres, enquanto crescem, é coberto por uma pele aveludada que depois se desprende e cai.

► A coleção de esqueletos de 80 animais de diferentes tamanhos e classes é a grande atração do museu. Entre as espécies variadas está o folclórico rinoceronte cacareco e 1.500 crânios de animais. A estrutura óssea de um elefante-asiático e o “esqueleto de girafa” são os que mais despertam interesse...???

MZUSP – Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (www.mz.usp.br)
Endereço: Avenida Nazaré, 481 – Ipiranga, São Paulo (SP)

O MZUSP teve seu início na década de 1890 quando diversas coleções formaram o Museu Paulista. Em 1890, o Conselheiro Francisco Mayrink doou ao Governo do Estado de São Paulo uma coleção de história natural, que havia sido reunida por Joaquim Sertório a partir de 1870. Esse acervo foi organizado junto à Comissão Geográfica e Geológica e, incorporado a outros, fez parte do Museu Paulista que iniciou a ocupação do prédio-monumento, o Palácio do Ipiranga, inaugurado em 1895. Nos 40 anos seguintes, muitos trabalhos foram desenvolvidos com o auxílio das crescentes coleções zoológicas, botânicas, etnográficas e históricas abrigadas no Museu Paulista. Em 11/01/1939, foi criado o Departamento de Zoologia, da Secretaria de Agricultura, Indústria e Comércio do Estado de São Paulo, que sucedia a Seção de Zoologia do Museu Paulista. Junto com a criação do Departamento de Zoologia, foi projetado um novo prédio para a coleção zoológica. Com o término da construção, em 1940-41, o acervo zoológico foi transferido para o edifício que ocupa, hoje. Em 1969, o museu passou a fazer parte da Universidade de São Paulo e recebeu seu nome atual.

MHN – Museu de História Natural de Campinas

ZUEC – Museu de Zoologia da Universidade Estadual de Campinas “Prof. Adão José Cardoso” (www.ib.unicamp.br/museu_zoologia/)
UNICAMP – Universidade Estadual de Campinas (www.unicamp.br), Instituto de Biologia (www.ib.unicamp.br)
Endereço: Rua Albert Einstein s/nº – Campinas (SP)

Criado oficialmente em 31/07/1992, as coleções científicas são o foco principal, com aproximadamente 30 mil exemplares de vertebrados (peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos) e cerca de 230 mil de invertebrados (poliquetas, moluscos, aracnídeos, ofiuróides e lepidópteros). A maior parte dessas coleções de invertebrados é resultado de pesquisas de projetos temáticos recentes, como o Biota/Fapesp e o Revizee/MMA, entre outros. A Coleção de Mamíferos é composta por cerca de 2.500 exemplares conservados em via seca e úmida. Os exemplares são provenientes de diversas regiões do Brasil, sobretudo do Estado de São Paulo. Por meio de um trabalho conjunto entre o Museu e o Centro de Computação da Unicamp, está sendo realizada a catalogação das coleções científicas em um banco de dados on-line (MS-Access), gerenciado pelo “Centro de Referência em Informação Ambiental”. Uma das prioridades desta nova fase, além da ampliação do acervo por meio de intercâmbio de material científico com reconhecidos museus nacionais e internacionais, é incentivar o depósito de outras coleções, principalmente particulares, junto ao acervo.

MHNT – Museu de História Natural de Taubaté (www.museuhistorianatural.com)
Endereço: Rua Juvenal Dias de Carvalho, 111 – Jardim do Sol, Taubaté – SP (saída km 107 da rodovia Presidente Dutra)
Telefone: (12) 3631-2928 – A Fundação de Apoio à Ciência e Natureza (FUNAT) é privada e mantenedora do MHNT.

O MHNT fica cerca de 200 metros da estação rodoviária. No logotipo do MHNT, através da silhueta de uma reconstituição, aparece a imagem da Paraphysornis brasiliensis – ave carnívora com cerca de 200 kg e 2 metros de altura, que viveu no Vale do Paraíba há 23 milhões de anos, aproximadamente; cujo fóssil foi descoberto em 1976, por Herculano Alvarenga. Hoje, a “Fisó” é a mascote do MHNT. Parece que foi inaugurado em 02/07/2004... Soube através da internet no começo de 2009.

► “Esqueleto completo de girafa” montado logo na entrada do museu (parece que a girafa foi do Zoo de Sampa)... Enorme, vistoso, o esqueleto fica lá com um propósito: mostrar para os visitantes as vértebras cervicais em número 7, assim como todos os outros mamíferos (salvo duas excessões)... Informação recebida em 07/06/10 e a fotografia do esqueleto em 15/08/10, de Marcos Paulo Cardoso Abreu (marcospca@hotmail.com) trabalhou como monitor no Museu de História Natural de Taubaté.

05/11/11: Olá Sergio, Estou avisando em cima da hora por conta da correria, mas estou aqui em SP... Devo ir embora na segunda de manhã. Fui conhecer uma escola de assuntos místicos muito interessante. Estou no bairro Liberdade, próximo ao metrô da estação Vergueiro, caso você veja esta mensagem em tempo, me de um alô para eu conhecer suas girafas rs... 08/11: Olá Marcos! Sinto muito pelo atraso... Pena foi você não ter marcado antes... Mesmo porque tive compromisso com a família no final de semana... Espero que um dia aconteça outra oportunidade...

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Outros tipos de Museus com peças girafídeas:

Museu Mazzaropi, Taubaté (SP) – Filme: “O noivo da Girafa

Museu do Barro, Caruaru (PE) – Estátua: “Personagem Girafa da Festa Bumba-meu-boi

Memorial da América Latina, São Paulo (SP) – Estátua: “Folia de Reis, Dança do Sapo

No dia 13/05/2008 pude conferir três girafas esculpidas na madeira que compõem o acervo da Casa do Artista Popular (www.casadoartistapopular.pb.gov.br), situada à rua D. Pedro I, na Praça Independência, nº 56 – Centro, João Pessoa – Paraíba (www.paraiba.pb.gov.br). Confeccionadas por Oziel Dias Coutinho, duas são pintadas de creme e cor-de-rosa, a outra peça foi pintada de marrom-dourado e rosa: Tipologia: madeira. Artesanato: contemporâneo. Técnica: Marcenaria e Escultura. Produto: Utilitário e Decorativo. Cidade: Itabaiana / PB. Foto-imagens: 822 e 823

MCB – Museu da Casa Brasileira, São Paulo (SP) – Móvel: “Cadeira Girafa”

Na mansão do Solar Fábio Prado, construído durante a década de 40 que pertenceu ao ex-prefeito de São Paulo, Fábio Prado, é onde o Museu está instalado desde 1972. O MCB é uma instituição pública pertencente à rede de 16 museus estaduais, vinculada à Secretaria de Estado da Cultura, e da qual fazem parte entre outros: Pinacoteca do Estado, Museu da Imagem e do Som (MIS), Museu de Arte Sacra, Memorial do Imigrante, Memorial da América Latina e Paço das Artes.

Artesanato, imagens, roupas, utensílios domésticos e joias fazem parte de seu acervo que já atingiu quase mil peças. Existe uma biblioteca com aproximadamente 3 mil volumes dedicados ao assunto, com fotografias, documentos e recortes, uma coleção de cadeiras desde o século XVII, uma cômoda do século XIX que pertenceu a Madre Teodora de Itu, entre outros objetos. Em sua coleção permanente, o museu expõe uma cadeira de estrutura simples e pequenas dimensões (foto abaixo), com design de Lina Bo Bardi – arquiteta que projetou o MASP. O desenho dessa cadeira reduz ao máximo a matéria e a forma, valorizando-as. Feita em pinho-do-paraná, tem encosto em “T” que acompanha a linha das costas. O assento redondo é seguido de três pernas fixas por cavilhas de ipê. Sua estrutura permite o empilhamento em espiral dessas cadeiras.

► “Cadeira Girafa”
1987, São Paulo (SP)
Design: Lina Bo Bardi (1915-1992),
Marcelo Ferraz (1955-) e Marcelo Suzuki (1956-)
Produção e doação: Marcenaria Baraúna

Foto do acervo MCB
www.mcb.sp.gov.br
Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2705
Jardim Paulistano – São Paulo (SP)
Telefone: (11) 3032-3727

Museu A Casa Museu do Objeto Brasileiro, São Paulo (SP)
Móveis: “Cadeira Girafa com mesa” e “Banco Girafa”

Inaugurada em maio de 1997 é uma casa-museu do objeto brasileiro que tem como objetivo contribuir para o reconhecimento, valorização e desenvolvimento da produção artesanal e do design, incrementando a percepção consciente a respeito do produto brasileiro, bem como promovendo sua produção cultural. Nesse Museu também há em exposição a “Cadeira Girafa” – empilhável de três a três, é ideal para bares e pequenos ambientes, forma conjunto com mesa redonda com três pés, tudo confeccionado em madeira freijó.

► “Cadeira Girafa com mesa”
MF-01538 / OB-00675
Autor: Marcelo Ferraz (arquiteto)
Lina Bo Bardi (arquiteta)
Marcelo Suzuki (outra atividade)
Dimensões da cadeira: (L × A × P) 40 × 78 × 44 cm
Mesa: 60 ou 70 cm diâmetro e 76 cm de altura
Local de produção: Marcenaria Baraúna

Foto do Museu Virtual A CASA
acasa@acasa.org.br – www.acasa.org.br
Rua Cunha Gago, 807
Pinheiros – São Paulo (SP)
CEP: 05421-001
Telefone: (11) 3814-9711

O Museu expõe ainda o “Banco Girafa” – peça mais singela da Família Girafa, é empilhável e pode ser utilizada também como mesinha de apoio ou assento reserva.

► “Banco Girafa”
MF-01533 / OB-00670
Autor: Marcelo Ferraz (arquiteto)
Lina Bo Bardi (arquiteta)
Marcelo Suzuki (outra atividade)
Dimensões: (L × A × P) 35 × 48 × 34 cm
Local de produção: Marcenaria Baraúna
Data de produção: 1987

Foto do Museu Virtual A CASA
www.acasa.org.br

Em fevereiro de 2009 a Linha Girafa esteve em promoção no sítio da Marcenaria Baraúna – Cadeira, banco de bar e mesa 70 cm da Linha Girafa, em tauari, a pronta entrega, com desconto de 40%. Promoção válida até o fim de nosso estoque... Nota: Preços sugeridos ao lado, os quais servem apenas para se ter noção ou ideia de valores... Nota: Ainda terei todas estas peças-girafa! (rs)

► “Banco Girafa” – banco sem encosto R$ 305,00
► “Banqueta de Bar” – banco de bar R$ 805,00
► “Mesa” R$ 1.570,00
► “Cadeira Girafa” – cadeirinha com encosto R$ 690,00

Foto do sítio da Marcenaria Baraúna
www.barauna.com.br
Rua Harmonia, 87 – Vila Madalena, São Paulo
Telefone: (11) 3813-3972 Carolina

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Veja também os museus do Parque do Ibirapuera, como o Museu do Folclore o MAC ou MAM!

MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand
Avenida Paulista, 1.578 – Cerqueira César – Estação do Metrô Trianon-Masp – São Paulo (SP)
Esplanada Lina Bo Bardi – No vão externo há uma Feira de Antiguidades...
www2.uol.com.br/masp – www.masp.art.br
Masp centro: Galeria Prestes Maia – Praça do Patriarca s/nº (atemasp@masp.art.br)

O MASP foi criado e inaugurado em 02/10/1947 (www.masp.art.br/sobreomasp/historico.php), pelo empresário Assis Chateaubriand (página História da Arte Modernista), fundador de uma rede de mídia chamada Diários Associados, e pelo professor Pietro Maria Bardi, jornalista e crítico de arte na Itália, recém chegado ao Brasil. Em 1982, foi tombado pelo Condephaat e, hoje, é símbolo da cidade de São Paulo.

Inicialmente, o museu ocupou quatro andares do edifício dos Diários, adaptados por Lina Bo Bardi, mulher de Pietro, no centro de São Paulo. Mais tarde, Lina, que era arquiteta, projetou o prédio arrojado onde está localizado o museu atualmente, na avenida Paulista. A obra da nova sede durou de 1956 a 1968 e foi inaugurada em 07/11/1968, com a presença da Rainha Elizabeth II, da Inglaterra.

O Masp mantém Pinacoteca, Biblioteca, Fototeca, Filmoteca, Videoteca, Cursos de Artes e serviço educativo de apoio às exposições, exibição de filmes e concertos musicais de interesse artístico e cultural. O Masp é o maior e mais importante museu de arte da América Latina, possui a mais rica coleção de toda América do Sul, com mais de 7 mil obras, como peças assinadas por Metsys, Portinari, e Ticiano, por exemplo.

São obras da escola italiana de Rafael (Bloco sobre o 5º Centenário de Nascimento), Andrea Mantegna, Botticceli e Bellini; passando pela flamenga de Rembrandt, Frans Hals, Cranach ou Memling; e pela espanhola de Velázquez e Goya, além dos impressionistas franceses Monet e Cézanne. A maior parte do núcleo de arte europeia do MASP é de pintura francesa. Podemos apreciar os quatro retratos das filhas de Luiz XV, pintados por Nattier, ou as alegorias das quatro estações de Delacroix.

Do movimento impressionista, encontramos várias obras de Renoir e Manet. Dos pós-impressionistas é possível apreciar vários quadros de Van Gogh ou de Toulouse-Lautrec. Um dos destaques do acervo é o espaço dedicado à coleção completa de esculturas de Degas (Bailarina de quatorze anos). Uma coleção de bronzes, feitos em tiragem de 73 peças, só pode ser vista integralmente no Masp e em poucos museus como no Metropolitan em New York, ou no Museu D’Orsay em Paris.

Abaixo, série de 3 valores emitida em 18/05/1980: “Museus de Arte do Brasil”. Picotagem: 11½. Tiragem: 2 milhões de selos cada. Impressão: Ofsete. Papel: Cuchê gomado, fosforescente. Yvert: 1422/1424. Scott: 1691/1693. Michel: 1765/1767. RHM: C-1142/C-1144. Os 3 selos mostram:

1. Cr$ 24,00: Museu de Arte de São Paulo (MASP) – “O Lavrador”, de Cândido Portinari
2. Cr$ 28,00: Museu de Arte Moderna (MAM/RJ) – “Melle. Pogany”, de C. Brancusi
3. Cr$ 30,00: Museu Nacional de Belas Artes (RJ) – “O Copo D’Água”, de A. de Figueiredo (falta)

Nota1: Óleo sobre tela (100 × 81 cm) “O lavrador” ou “O lavrador de café” (1939), de Cândido Portinari; após ser recuperada pela Polícia, esse quadro que havia sido roubado em dezembro de 2007, está em exposição no Masp desde o dia 11/01/2008.

Nota2: A obra em bronze (43,4 × 19 × 26,5 cm) “Mlle. Pogany II” (1920), de Constantin Brancusi, pertence ao Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM/RJ), Coleção RJ, Doação Stella e Roberto Marinho. Existem outras versões: “Mademoiselle Pogany” também em bronze (1913) e a “Mademoiselle Pogany III” em mármore (1931), ambas em coleções de Museus dos Estados Unidos. This portrait bust depicts Mademoiselle Margit Pogany, a young Hungarian woman who met Brancusi while she was studying painting in Paris...

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Última atualização: 30/04/2012.
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