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GIRAFAS EM MUSEUS DO MUNDO

Você sabia que 18 de maio é o Dia Internacional dos Museus?
Muitos deles não cobram a entrada neste dia!

A Semana Nacional de Museus é camemorada todo mês de maio.

5/11 – Dia da Cultura Nacional

Os museus são casas que guardam e apresentam sonhos, sentimentos, pensamentos e intuições que ganham corpo através de imagens, cores, sons e formas. Os museus são pontes, portas e janelas que ligam e desligam mundos, tempos, culturas e pessoas diferentes. Os museus são conceitos e práticas em metamorfose...

O museu é uma instituição que coleciona os mais variados objetos, portanto o museu não deixa de ser um colecionador...

Etimologia – A palavra museu vem do latim “museum” (muséum), que por sua vez tem origem na palavra grega “mouseion” (museión, mouseîon – μουσειόν), e significa “próprio das musas”, refere-se a um templo dedicado às musas, lugar onde as musas residem – divindades da cultura grega que inspiravam as artes. Nota: Parece que também originou a palavra mosaico. A arte musiva ou mosaico é uma forma de arte milenar que tem como objetivo revestir algum tipo de superfície, como pisos e paredes, por exemplo.

Museologia = museu, biblioteca, academia (cada uma das nove deusas que presidiam às artes) + logia (λόγος = logos) que significa razão; área do conhecimento dedicada especialmente à administração, manutenção, organização de exposições e eventos em museus.

Preservar alguma coisa, em seu sentido mais simples, é possibilitar a sua permanência por mais tempo que o estipulado ou previsto. Quando um museu preserva um objeto, seja uma obra de arte, uma máquina, ou uma simples chave, ele tenta levar adiante, de preferência para outras gerações, não só a aparência física dessas coisas, mas também suas histórias e as memórias a elas associadas...

Definição de 1956 – Museu é um estabelecimento de caráter permanente, administrado para interesse geral, com a finalidade de conservar, estudar, valorizar de diversas maneiras o conjunto de elementos de valor cultural: coleções de objetos artísticos, históricos, científicos e técnicos, jardins botânicos, zoológicos e aquários.

Museu é uma instituição permanente sem fins lucrativos, a serviço da sociedade e de seu desenvolvimento e aberto ao público, que adquire, conserva, pesquisa e exibe para finalidades do estudo, da educação e da apreciação, evidência material dos povos e seu ambiente. Essa definição foi dada pelo Conselho Internacional de Museus, o ICOM, na Assembleia Geral de Copenhaguem, em 1972. Usando-a, podemos incluir em sua abrangência máxima os jardins botânicos, zoológicos, aquários, planetários, parques nacionais e outras instituições.

Definição aprovada pela 20ª Assembleia Geral, ocorrida em Barcelona, Espanha, 06/07/2001 (Comitê Internacional de Museus – ICOM): Instituição permanente, sem fins lucrativos, a serviço da sociedade e do seu desenvolvimento, aberta ao público e que adquire, conserva, investiga, difunde e expõe os testemunhos materiais do homem e de seu entorno, para educação e deleite da sociedade.

Os museus modernos concentram-se em um assunto particular, e a maioria dos museus pertencem a uma ou a mais das seguintes categorias: artes finas, artes aplicadas, arqueologia, antropologia, etnologia, história, história cultural, ciência, tecnologia. Dentro destas categorias muitos museus especializam-se mais, por exemplo, museus de arte moderna, ecomuseus, museus industriais, de história local, da história da aviação, da agricultura ou da geologia. Há também os museus ao ar livre, que mostram e erguem edifícios antigos em zonas amplas ao ar livre, geralmente em locais que recriam paisagens do passado.

Os primeiros museus, chamados “Gabinetes de Curiosidades” ou “Os Quartos das Maravilhas”, surgidos entre os séculos XV e XVI, eram um “amontoado” de objetos sem relação entre si, sem nenhuma classificação ou ordenação, que praticamente não transmitiam nenhuma informação.

Somente no fim do século XIX que um certo museu, o Museu de História Natural de Londres, exibiu seus objetos ordenados cientificamente, graças à classificação de Carlos Lineu. Durante o século XX, as técnicas de exposição foram incorporando os avanços da comunicação e da ciência da informação, havendo, hoje, museus que fazem uso de multimídia.

No Brasil, por exemplo, o Museu da Língua Portuguesa usa recursos como projeção de imagens para transmitir a informação sobre o “acervo” (no caso, a própria língua portuguesa).

Hoje, a Museologia trata desde as técnicas de restauração, conservação, acondicionamento e catalogação do acervo até a preparação de mostras, exposições e ações culturais. O museógrafo trabalha com as ciências da comunicação e da computação. A televisão e a informática tem sido incorporadas para transmitir os conteúdos de forma lúdica e eficiente e a manipulação, estudo e catalogação dos objetos passou a ser praticamente uma condição essencial aos museus, assim como a inclusão de tecnologia.

MUSEUS DE ARTES

Museus de arte são estabelecimentos permanentes criados para conservar, estudar, valorizar pelos mais diversos modos e, sobretudo, expor para deleite e educação do público, coleções de interesse artístico, histórico e técnico.

MUSEUS DE HISTÓRIA NATURAL

Museus de história natural contam a história do Planeta e da vida na Terra. Neles encontramos ossos, fósseis, pedras e outros objetos que contam como as plantas, o homem e os outros animais evoluíram e passaram a ter a forma que têm hoje.

Nesses museus aprendemos sobre formas de vida que deixaram de existir, como os dinossauros, por exemplo, e as transformações que aconteceram nos lugares onde viviam. Igualmente, eles ensinam sobre espécies que ainda existem, como as girafas e os ocapis, por exemplo.

Abaixo, duas séries emitidas pela Alemanha ilustram o que também podemos aprender em Museus de História Natural...

Do lado esquerdo da tela, selo emitido em 14/02/1980 pelo Correio Alemão de Berlim (Deutschen Bundespost Berlin), alusivo ao aniversário de 100 Anos do Nascimento de Alfred Wegener (100. Geburtstag von Alfred Wegener), com valor facial de 60 Pfennig, mostra a fase inicial da Teoria da Deriva Continental (Theorie der Kontinentalverschiebung), isto é, a configuração do mundo como Alfred Wegener (1880-1930) acreditava ser na época do Eoceno (54,8 a 33,7 milhões de anos atrás – a maioria da moderna ordem dos mamíferos apareceu nesse período). Artista: Gerstetter. Tiragem: 7.280.000 de selos. Scott: 9N541. Michel: 616.

Do lado direito, série de 2 valores emitida em 13/07/1978 pelo Correio Alemão (Deutsche Bundespost), “Fósseis” (Fossilien: Grube Messel B. Darmstadt), cujos selos mostram: 80 Pfennig (Fledermaus – fóssil de morcego, Palaeochiropteryx tupaidon) e 200 Pfennig (Urpferdchen – fóssil de cavalo primitivo Propalaeotherium messelense). Ambos foram encontrados em B. Darmstadt, no patrimônio arqueológico Sítio Fossilífero de Messel – um dos mais ricos depósitos fossilíferos de mamíferos em todo o mundo, com cerca de 50 milhões de anos. Artista: Froitzheim. Scott: 1275/1276. Michel: 974/975.

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As girafas estão representadas de várias maneiras
nos maiores e mais famosos museus do mundo!

“Os museus e a girafa” | “Los Museos y la Jirafa” | “Museums and the Giraffe” | “Les musées et la girafe” | “Museen und die Giraffe”

As girafas estão representadas em museus das mais variadas formas como: pedaços fósseis de girafas (Paleontologia), pinturas rupestres com girafas (Antropologia e Arqueologia), esqueletos e girafas empalhadas inteiras (Taxidermia – arte de empalhar animais), afrescos com girafa, óleo sobre madeira com girafa, óleo sobre tela com girafas, fotografias com girafas... etc.

Em alguns dos Museus Brasileiros temos peças girafídeas expostas ou mesmo objetos relacionados ao tema!

Abaixo, uma lista de museus mundiais que têm girafas expostas:

Museu Britânico (1753) – Londres, Inglaterra – Reino Unido da Grã-Bretanha

Museu de História Natural (1881) – Londres, Inglaterra – Reino Unido da Grã-Bretanha

Museu Hermitage (1764) – São Petersburgo, Federação Russa

“Girafa – Porcelana Zoo” (porcelana russa de meados do século XX), Victor Zhbanov

Museu do Louvre (1793) – Paris, França

“Girafa” (escultura francesa em bronze, de meados do século XIX), Antoine-Louis Barye

Centro George Pompidou ou “Beaubourg” (1977) – Paris, República Francesa

“A Girafa” (escultura em ferro, arte moderna de 1935), Julio Gonzàlez
O almoço sob à árvore” (óleo sobre tela, pintura moderna russa de 2002), Vladimir Dubosarsky e Alexander Vinogradov

Museu Nacional do Prado (1819) – Madri, Reino da Espanha

“O Jardim das Delícias” (tríptico, óleo sobre painel, pintura medieval de 1504, aproximadamente), Hieronymus Bosch

Museu de Figueras – Catalunha, Reino da Espanha

“A Girafa em Chamas” (vitral do Museu de Figueras, de 1974), Salvador Dalí

Museu de História Natural de Viena – Áustria

“Crânio fóssil de Paleotragus roveni” (Paleontologia)
“Esqueleto de Girafa”
“Girafa empalhada da subespécie reticulada”
“Ocapis empalhados” (2 fêmeas)

Museu de Arte Metropolitano de Nova Iorque – Estados Unidos

“Pente de Marfim” (Período Pré-Disnástico – Egito)

National Gallery of Art – Washington, Estados Unidos

The Gathering of Manna” (pintura Renascentista de 1540 – Itália), by Francesco Bacchiacca

Kunstmuseum Basel – Basileia, Confederação Helvétia (Suíça)

“Girafa em Chamas” (óleo sobre madeira, pintura de 1936-37), Dalí
“Girafas queimando e telefones”, Dalí
“Venus a La Giraffe” (escultura em bronze de 1973), Dalí
“A Girafa-elefante”, Dalí

Palácio Pontífice – Cidade do Vaticano

“Decoração de Loggetta” (afresco datado de 1516-17), Rafael
“A Criação dos Animais” (afresco datado de 1518-19), Rafael

Museu de História Natural de Milão (1838), Museu de História Natural de Genova (1867) – Itália

Museu de Ciências Naturais de La Plata – La Plata, República da Argentina

“Esqueleto de Girafa”

Museu Nacional – Nairóbi, República do Quênia

“Crânio fóssil de Olduvai Gorge” (Época Pleistoceno, 1,5 milhão de anos atrás – Tanzânia)

Museu de História Natural Álvaro de Castro – Maputo, República de Moçambique

“Três Girafas taxidermizadas”

Museu Nacional e Galeria de Arte de Garabone (1968) – Garabone, República de Botsuana

“Pinturas rupestres de Tsodilo Hills” (100.000 anos, aproximadamente – Botsuana)

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MUSEUS DE BRINQUEDOS

● Museu dos Brinquedos
Avenida Afonso Pena, 2564 – Funcionários, Belo Horizonte – Minas Gerais (MG)
contato@museudosbrinquedos.org.br – www.museudosbrinquedos.org.br

Existiu informalmente de 1986 a 1999 sob a coordenação de Luiza de Azevedo Meyer. Nesse período foram realizadas exposições itinerantes em shoppings, casas de cultura e galerias de arte. Com o falecimento da idealizadora em 2000, a família deu prosseguimento ao projeto e criou o Instituto Cultural Luiza de Azevedo Meyer em sua homenagem. Em outubro de 2006, foi inaugurado o Museu dos Brinquedos, em uma casa tombada pelo IPHAN, na avenida Afonso Pena. Nascida em São João Del Rey, em 1912, Luiza de Azevedo Meyer reuniu ao longo de sua vida uma coleção de brinquedos, sendo muitas destas peças de seus dez filhos e vinte e dois netos. Sua ideia era transformar seu acervo particular em um lugar especial dedicado a investigar, preservar e difundir o patrimônio cultural da infância. Seu sonho era construir o Museu dos Brinquedos. Nota: visitei em 01/08/08.

● Museu do Brinquedo Popular
Avenida Rio Branco, s/n – Cidade Alta, Natal – Rio Grande do Norte (RN)
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte | Reitoria
Avenida Senador Salgado Filho, 1559 – Tirol, Natal – Rio Grande do Norte (RN)
lerson@cefetrn.br – www.ifrn.edu.br/cidade-alta/museu-do-brinquedo-popular

Natureza administrativa: Federal. Coordenado pelo Núcleo de Estudos Culturais da Ludicidade Infantil (NECLI), o Museu do Brinquedo Popular abriga um acervo de cerca de 300 brinquedos e brincadeiras inventariados em mais de 60 municípios norte-rio-grandenses por uma equipe de pesquisadores do Curso de Tecnologia em Lazer e Qualidade de Vida do IFRN. Trata-se de vestígios materiais de uma cultura feita de múltiplos artefatos e modos de fazer: brinquedos sonoros e musicais (gaita de talo de mamoeiro), bonecos e acessórios (camas de quenga de coco, soldadinhos de castanho de caju), representações de animais (curral de ossos), miniaturas de utensílios domésticos (móveis de caixas de fósforo), armas (arapuca, arco e flecha), transportes (barcos e jangadas, breque ou guidom, trem de lata de sardinha) e os mais diversos jogos (carrapeta, pião, peteca, biloca, futebol de botão), etc. Para os pesquisadores, o acervo permite compreender o universo lúdico infantil de diferentes gerações, com suas particularidades definidas pelos costumes, espaços físicos, cultura, folclore, memórias e realidades distintas. Para os visitantes, a exposição representa mais do que um despertar da inocência e da imaginação. Visitação: segunda a sexta, das 9h às 18h. Agendamento de grupos: dagesc@cefetrn.br

● Museu da Infância
Universidade do Extremo Sul Catarinense – Unesc
Avenida Universitária, 1105 – Bairro Universitário, Criciúma – Santa Catarina (SC)
suporteweb@unesc.net – www.unesc.net
www.museudainfancia.unesc.net – infancia@unesc.net

● MBISC – Museu do Brinquedo da Ilha de Santa Catarina
Universidade Federal de Santa Catarina – Museu Universitário Professor Osvaldo Rodrigues Cabral
Biblioteca Universitária 1º piso – Campus Trindade, Florianópolis – Santa Catarina (SC)
museu@cfh.ufsc.br – www.museu.ufsc.br

O Museu Universitário Oswaldo Rogrigues Cabral é um órgão ligado a Secretaria de Cultura e Arte (SECARTE) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O Museu é uma porta aberta à comunidade externa, convidando-a a vir até a Universidade Federal de Santa Catarina para conhecer um pouco mais de seu próprio passado e refletir sobre a sua identidade cultural tão diversificada. Além do importante acervo de Arqueologia Pré-Colonial e Histórica, e de Etnologia Indígena, o Museu é guardião da coleção “Profª Elizabeth Pavan Cascaes”, preservando o significativo acervo do artista Franklin Joaquim Cascaes, constituído de mais de 2.700 peças – desenhos, manuscritos e esculturas que retratam o cotidiano, a religiosidade, lendas, mitos folguedos folclóricos e tradições dos primeiros colonizadores da Ilha de Santa Catarina.

Missão: Preservar e ampliar a cultura infantil, nas suas diferentes manifestações, envolvendo os brinquedos e as brincadeiras e educando para a multiplicidade cultural. Histórico do Museu: “Meta museu” do “Museu Universitário Professor Oswaldo Rodrigues Cabral”, da Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC, criado em 23/09/1999. O Museu do Brinquedo da Ilha de Santa Catarina foi idealizado pela Profa. Dra. Telma Anita Piacentini, em setembro de 1999, como um Projeto de Extensão Universitária. Histórico da formação do acervo: Criado a partir das esculturas de brincadeiras infantis de Franklin Cascaes, projeto realizado através de Iniciação Científica da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão, no Departamento de Estudos Especializados em Educação/CED/UFSC, na década de 80. Acervo específico coletado nas viagens/pesquisa para Doutorado em Educação, realizado na USP e na Facoltà di Magistero/Università degli Studi di Ferrara, Itália e também através de doações.

● MEB – Museu da Educação e do Brinquedo
Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo – FEUSP – www3.fe.usp.br/secoes/inst/novo/
Avenida da Universidade, 308 – Bloco B da Faculdade de Educação da USP – sala 38/42, Cidade Universitária – São Paulo (SP)
Telefones: (11) 3091-2352 – (11) 3091-3351 – meb@usp.br – www2.fe.usp.br/estrutura/meb/index.htm

Natureza administrativa: Estadual. Localizado dentro da Faculdade de Educação da USP (na Cidade Universitária), brinquedos de faz-de-conta, como bonecas, fogões e utensílios de cozinha da década de 40 e 50 fazem parte da exposição fixa do museu, cuja entrada é gratuita. Horário de funcionamento: segundas, quartas e sextas-feiras, das 13h30 às 17h30; terças e quintas-feiras das 9h30 às 12h30.

● Museu de Arte Mágica – www.museudamagica.com
Museu da Mágica, Ilusionismo, Ventriloquia e Prestidigitação “João Peixoto dos Santos”
Endereço: Rua Silva Bueno, 519 – cj 42, Ipiranga – São Paulo (SP)
Data: Todos os dias, das 8h às 20h (precisa agendar) – Tels.: (11) 2068-7000, 2061-7373

● Museu do Brinquedo de Santa Cruz do Rio Pardo
Endereço: Avenida Clementino Gonçalves, s/n – Santa Cruz do Rio Pardo (SP)
Telefone: (14) 3372-1227 – Prefeitura: www.santacruzdoriopardo.sp.gov.br

O Museu do Brinquedo foi aberto em Santa Cruz no dia 13/10/2008. O projeto foi desenvolvido na USP pela Secretária de Cultura, Zildete Camilo, e trazido para os estudantes do curso de pedagogia da Fafil. O objetivo do museu é misturar a Educação e Arte e buscar o diálogo entre o antigo e a contemporaneidade. Os 150 brinquedos são doações e empréstimos de mais de 100 pessoas que aderiram à ideia. As peças vão da década de 30 até as atuais. São bichos de pelúcia, bonecas (Susi, Bárbie), autorama, livros e jogos infantis, retratos de brincadeiras de crianças, maquininha de costura, miniatura de carrinhos e maquete da Estação Ferroviária. O Museu é mutante, já que as peças são trocadas com regularidade para que o visitante tenha sempre a sensação de estar vendo algo novo. As visitas devem ser agendadas na Secretaria de Cultura.

● Museu do Brinquedo Itinerante – www.museudosbrinquedos.com.br
Coleção de Flávio Pacheco – cris@museudosbrinquedos.com.br
Telefone: (11) 3057-1266 / 8342-0999

EXTERIOR

● Museu do Brinquedo em Munique, Alemanha

Nota: Soube que os animais do Zoológico da Gulliver foram copiados da “Hausser”... No Museu do Brinquedo em Munique está exposto o primeiro zoológico, a primeira versão, lançada nos anos 50; conforme explicação local, o conjunto zoológico possuía mais de 50 jaulas de animais... Elastolin é uma marca comercial utilizada pela empresa alemã O&M Hausser (O&M Haußer) para os soldados de brinquedo e outros tipos de figuras fabricadas a partir de material composto (serragem, cola como a caseína e argila, caulim, moldado em uma armação de arame e pintados à mão na fábrica) e, mais tarde, de plástico. A técnica foi desenvolvida pelos irmãos Otto e Max Hausser, em 1912. As figuras Hausser quase sempre têm uma base oval e o nome Elastolin é encontrado na parte inferior da base de quase todas as peças.

● North German Toy Museum (German: Norddeutsche Spielzeugmuseum, in Soltau originated from a private collection. It was founded in 1984 by Hannelore Ernst.
www.spielzeugmuseum-soltau.de

● Toy Museum in Nuremberg, for many centuries famous for its toy-makers, was founded in 1971, and is based on the toy collection of Lydia and Paul Bayer.
www.museums.nuremberg.de/index.html (http://museums.nuremberg.de/toy-museum/)

● Museu do Brinquedo Pollock – Pollock’s Toy Museum – www.pollockstoytheatres.com
1 Scala Street – Londres W1T 2HL – Reino Unido (www.pollocks-coventgarden.co.uk)

Da interessante loja deste museu trouxe uma caixa com animais africanos, “African Animals / Afrikanishe Tiere / Animaux Africais / Animales Africanos / Animali Africani”, esculpidos em madeira pintada, Art.-Nr.: 53.942, da marca alemã Goki (www.handelshaus-goki.de), Roseburger Straße 30, 21514 Güster – Germany. Nota: Existe uma série de selos e o Pollocks First Day Cover que mostra brinquedos desse museu... Benjamin Pollock (1856-1937).

● Museu da Infância – Museum of Childhood – www.museumofchildhood.org.uk
Cambridge Heath Road – Londres E2 9PA – Reino Unido (www.vam.ac.uk)

O Museu da Infância em Bethnal Green, Londres, é o lar de uma das maiores e mais antigas coleções de brinquedos e artefatos de infância. A coleção, que data do século XVI até os dias de hoje, inclui bonecas, ursinhos, soldados de brinquedo, trenzinhos, carros modelo, fantoches, cavalos de balanço, fantasias, jogos de tabuleiro e alguns dos primeiros quebra-cabeças. / The Museum of Childhood in Bethnal Green is home to one of the world's largest and oldest collections of toys and childhood artefacts. The collection, which dates from the 16th century to the present day includes dolls, teddy bears, toy soldiers, train sets, model cars, puppets, rocking horses, costumes, board games, and some of the first jigsaw puzzles ever made.

Este fantástico museu, que tive a oportunidade de visitar em 18/08/2010, expõe nove peças girafídeas infantis, entre elas uma girafa de madeira articulada muito antiga, outra girafa de madeira pintada dentro de um carro-jaula de circo, uma Girafa Wakouwa (de 1970-1980), uma ilustração do livro “The Giraffe and the Pelly and Me”, de Quentin Blake, entre outras peças descritas abaixo.

Arca de Noé, 1810 – Estes brinquedos frequentemente eram feitos por famílias. Dradicionalmente as crianças decoravam a arca dos animais. Fabricado na Alemanha em madeira e palha. / Noah’s Ark, 1810 – These toys were often made by families. Draditionally the children decorated the ark animals. Made in Germany from wood and straw.

Arca de Noé, 1978 – David Plagerson projetou este brinquedo na Inglaterra com base em um exemplo do século XIX. As peças foram destinadas a ser vendidas separadamente, a fim de criar uma coleção. / Noah’s Ark, 1978 – David Plagerson designed this toy in England based on a nineteenth century example. The pieces were intended to be sold separately in order to build a collection.

– Teatro de sombras, cerca de 1910 – Estas sombras chinesas foram feitas na França por Roche Fréres. Tem mais de uma centena de peças, incluindo personagens do dramaturgo francês Molière (1622-1673). / – Shadow Theatre, about 1910 – This ombres chinoises (Chinese Shadow) was made in France by Roche Fréres. It has over a hundred pieces including characters by the French playwright, Molière (1622-1673).

Arca de Noé, 1990 – Aqui está uma versão moderna de um brinquedo tradicional, simplesmente esculpido em madeira natural, para incentivar o manuseio. Fabricado na Alemanha por Loqual Holzkunst. / Noah’s Ark, 1990 – Here is a modern version of a traditional toy, simply carved and in natural wood, to encourage handling. Made in Germany by Loqual Holzkunst.

– Série Zoo, 2006 – Conjunto zoológico de plástico feito pela Playmobil. Fornecido para o Museu pela Playmobil UK Ltd. / Zoo set, 2006 – Plastic zoo set made by Playmobil. Give to the Museum by Playmobil UK Ltd.

O cartão-postal abaixo, adquirido no próprio museu em 18/08/2010, mostra a obra “Arca de Noé”, madeira pintada proveniente da Alemanha, cerca de 1830 (Noah’s Ark, Germany, About 1830, Museum no. Misc.18-1967).

● Museu do Brinquedo, na cidade de SintraPortugal – www.museu-do-brinquedo.pt

Situado em Sintra, distrito de Lisboa, em Portugal, tem uma bela coleção internacional de brinquedos. Os brinquedos variam desde modelos de aviões, carros e comboios, incluíndo conjuntos Hornby de 1930, a batalhões de soldados de brincar, bonecas e casas de boneca, brinquedos de folha, e curiosos carros e soldados de corda. Além do térreo, onde ficam a Bilheteira, Loja, Livraria, Bar/Restaurante e Sanitários, o museu conta com mais 3 pisos, sendo o terceiro deles o Sótão das Bonecas... A Fundação Arbués Moreira – colecionador que deu início ao Museu – foi criada em 1987.

● Museu do Brinquedo de Istambul (em turco: İstanbul Oyuncak Müzesi)
Ömerpaşa Avenue Dr. Zeki Zeren Street, 17 – Göztepe / IST – Istambul
info@istanbuloyuncakmuzesi.com – www.istanbuloyuncakmuzesi.com/eng/kurumsal.asp

É um pequeno museu privado, localizado em Göztepe, distrito de Istambul, na Turquia. Foi fundado pelo poeta e romancista turco, Sr. Sunay Akin, em 2005, em uma residência histórica que pertence a sua família. O museu abriu em 23 de abril, feriado nacional na Turquia, Soberania Nacional e Dia das Crianças. Atualmente, o museu expõe 4.000 brinquedos e miniaturas, tanto da Turquia como do exterior. No primeiro andar fica a Eyüp Toy Shop, uma loja de brinquedos famosos que foi fechada na década de 50.

Após a inauguração da ferrovia Haydarpasha Istambul – Bagdá, no final de 1800, as áreas nas proximidades das estações de trem se tornaram valiosas. A casa de campo do paxá Mehmet Münif Tahir (1830-1910), conhecida como “A Casa da Girafa” foi uma das residências no bairro Erenköy. A enorme estátua de uma girafa no jardim era um objeto muito popular para os transeuntes. O paxá serviu como Ministro da Educação e publicou a primeira revista cultural da Turquia. Em seus estudos, ele se concentrou na educação das crianças e sublinhou a importância das violações contra as crianças. Infelizmente, ao longo do tempo, devido ao planejamento urbano equivocado, “A Casa da Girafa” foi substituída por modernos arranha-céus, mas a girafa de seu jardim agora foi revitalizada, através da montagem de três estátuas girafa na rua Dr. Zeki Zeren Street, onde o Museu da Criança de Istambul está situado...

Do lado esquerdo da tela, “Uma girafa em Istambul” (İstanbul’da Bir Zürafa), livro de Sunay Akin, em turco, que é vendido na loja do Museu. Do lado direito, fotos da estátua em frente “A Casa da Girafa” (imagem do sítio oficial).

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Monumentos, Museus e Galerias Pontifícias

O primeiro núcleo dos Museus Vaticanos foi a coleção de estátuas formada por Júlio II e expostas no chamado “Pátio das Estátuas”, hoje Pátio Octogonal. Na sua forma de coleções artísticas ordenadas em edifícios próprios acessíveis ao público, os Museus e as Galerias Pontifícias têm a sua origem com Clemente XIV e Pio VI e, por isso, inicialmente tinham o nome de Museu Pio-Clementino. Pio VII ampliou-os notavelmente, acrescentando-lhes o Museu Chiaramonti, o Braço Novo e a Galeria Lapidária.

Gregório XVI fundou o Museu Etrusco (1837) com peças arqueológicas encontradas nas escavações da Etrúria Meridional de 1828 em diante, o Museu Egípcio (1839) com monumentos egípcios provenientes de explorações feitas no Egito e com peças que se encontravam espalhadas nos museus de arte clássica e também no Museu Capitolino, e o Museu Profano Lateranense (1844), com estátuas, baixo-relêvos, mosaicos de idade romana que não teriam lugar nos Palácios Vaticanos.

Pio IX acrescentou ao Museu Profano Lateranense, em 1845, o Museu Cristão, que compreende esculturas, especialmente sarcófagos e inscrições cristãs antigas e, mais tarde (1856-1869), duas salas de monumentos extraídos das escavações de Óstia executadas em S. Herculano e S. Áurea; depois em 1866, doadas pelo Príncipe A. de Torlônia no Porto.

Sob o pontificado de São Pio X, em 1910, foi acrescentada uma seção que continha 137 inscrições de antigos cemitérios judaicos de Roma, em grande parte do cemitério da Via Portuense, doadas pelos antigos proprietários, marqueses Pellegrini Quarantotti. Estas duas coleções foram transportadas, por desejo de João XXIII, do Palácio Lateranense a um novo edifício construído de propósito para recebê-las no Vaticano; em 1970 foram reabertas ao público, com a denominação de Museu Gregoriano Profano e Museu Pio Cristão.

Também fazem parte dos Museus:
Galeria das Tapeçarias, com uma coleção de tapetes de várias fábricas dos séculos XVI e XVII.
• Galeria dos Mapas Geográficos, instituída por Gregório XIII e restaurada por Urbano VIII.
• Salas Sohieski e da Imaculada Conceição.
Sala e a Lógia de Rafael, mandadas decorar por Júlio II e Leão X.
• Capela de Fra Angélico, pintada sob o pontificado de Nicolau V.
• Capela Sistina, assim chamada pelo seu fundador Sisto IV.
• Apartamento Bórgia, que já tinha sido morada de Alexandre VI, restaurado e aberto ao público por Leão XIII, em 1897.
• Pinacoteca Vaticana, situada sob Pio VII no Apartamento Bórgia, depois no de Gregório XIII à 3 Lógia, transportada por São Pio X, no ano de 1909, para a Galeria sob o braço da Biblioteca na direção dos jardins, e colocada por Pio XI em 1932, em um edifício próprio, junto ao novo ingresso dos Museus.
• Museu Missionário Etnológico fundado por Pio XI, em 1926, organizado nos andares superiores do Palácio Lateranense, e este também foi depois transportado, por vontade de João XXIII, no Vaticano, onde foi reaberto ao público no mesmo edifício que acolhe as coleções ex-Lateranenses. Em 23/06/1973, foi acrescentada a Coleção de Arte Religiosa Moderna, inaugurada por Paulo VI.
• Museu Histórico, também fundado em 1973, foi transferido em 1987 para o Apartamento Papal do Palácio Lateranense, reúne uma série iconográfica dos Papas, assim como peças arqueológicas dos Corpos Militares Pontifícios e da Capela e Família Pontifícia.

Antes dos Acordos Lateranenses os Museus e as Galerias Pontifícias dependiam da Prefeitura dos SS. PP. AA.; desde 1929 dependem do Governadorato do Estado da Cidade do Vaticano. Além das tarefas institucionais, a Direção Geral dos Monumentos, Museus e Galerias Pontifícias deve garantir, como sua competência, a plena tutela do patrimônio histórico, arqueológico e artístico da Santa Sé.

MUSEOLOGIA – MUG – Museu Girafamania

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Última atualização: 28/11/2011.
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