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No dia 28/02/2010 fiz uma busca na internet sobre curso de Museologia e encontrei o Portal Educação (www.portaleducacao.com.br) – uma empresa mantenedora da ABED (Associação Brasileira de Educação a Distância) –, o qual oferece o curso online de Museologia Social – Conceitos Técnicas e Práticas. Li que o curso aborda assuntos como ecomuseu, memória, patrimônio material, imaterial, turismo cultural, tipos de museus, aquisição e conservação do acervo, documentação, planejamento das exposições, projeto para implantação do museu local etc. Também que o início seria depois de amanhã... Portanto, não hesitei!
Data Início: 02/03/2010 após às 14:00 horas (Hora Brasília)
Data Fim: 01/04/2010 | Carga Horária: 60 horas
Data da Matrícula: 28/02/2010 | Código da Matrícula: ED320709FCB
Investimento total: R$ 165,86 | Forma de Pagamento: Boleto Bancário
Certificado Portal Educação
Frente: Certificamos que Sérgio Eduardo Sakall participou do Curso de Museologia
Social – Conceitos, Técnicas e Práticas, Programa de Educação Continuada, com
60 horas de duração, na qualidade de Participante promovido pelo Portal Educação
e Sites Associados (Empresa associada a ABED – Associação Brasileira de Educação
a Distância), realizado no período de 2/3/2010 a 1/4/2010. Maiza Maria Moreira
Nantes – Diretora Vice-Presidente Portal Educação. Nadson Soares de Oliveira
– Gerente de Produção e Desenvolvimento Portal Educação.
Verso: Programa de Educação Continuada | Certificado Registrado Sob o Nº 128477
| Livro Nº 26 Folhas 23 em 06/04/2010. Atenção: Este certificado tem validade
em fins curriculares e em provas de títulos, como um certificado de atualização
/ aperfeiçoamento / extensão, respeitando a carga horária descrita, não podendo
ser usado para outros fins. Não é um certificado técnico profissionalizante,
não é um certificado de graduação, e não dá direitos ao participante, em utilizar
o mesmo de forma ilícita ou à revelia da Lei, de órgãos profissionais e autoridades
competentes. Portal Educação Ltda. CNPJ: 04.670.765/0001-90.
Conteúdo Programático: Curso Museologia Social – Conceitos, Técnicas e Práticas:
MÓDULO I (conceitos que fundamentaram as ações mueseológicas voltadas para a
intervenção social, ou seja as ações sociomuseológicas para a preservação do
patrimônio cultural; documentos referenciais do pensamento museológico e modelos
de museus que surgiram desta proposta; documentos produzidos pela comunidade
museológica que tratam das novas formas de atuação do museu e práticas museológicas
voltadas para a preservação cultural e para a promoção social da América Latina)
1 • Museologia, Museu e Patrimônio Cultural
• Sobre a Museologia Social
A instituição deixa de ser preocupada apenas com a preservação de objetos, um
espaço para a contemplação e para a experiência estética, e passa a ter função
social que unido ao patrimônio cultural foi um dos principais interesses do
MINOM. Três aspectos diferenciam o modelo tradicional de museu e a museologia
(ecomuseologia e ecomuseu): espaço físico (território musealizável), museografia
(exposição como meio de comunicação; conceito amplo de patrimônio cultural;
ações socioeducativas permanentes) e modelo de gestão (conceito de comunidade
participativa; participação da comunidade na administração e na preservação
de seu patrimônio e sua identidade cultural).
2 • Origem e Evolução dos Modelos de Museus
• A Ecomuseologia (território museualizável; patrimônio cultural; população)
e o Ecomuseu (expressão apresentada na IX Conferência do ICOM, 1971)
• A Museologia e o Museu Comunitário (desenvolve ações socioeducativas voltadas
para a formação e capacitação da população local, como incremento do turismo
cultural e ecoturismo; empresas comunitárias que utilizam recursos naturais
locais; valorização da produção artesanal)
3 • Museologia e Memória
• História oral: registros da memória / O registro da memória
4 • Museologia e Identidade e Patrimônio Cultural
• Categorias do patrimônio cultural material
• Danos causados ao patrimônio cultural material
• Patrimônio cultural imaterial
• Funções e propriedades do patrimônio imaterial brasileiro
5 • Museologia, Turismo e Patrimônio Imaterial
• Sobre o turismo cultural
MÓDULO II (função socioeducativa e pesquisa museológica; visita guiada)
1 • Função Social do Museu
• Função socioeducativa e museu
• Execução de ações socioculturais e educativas
• Programas educativos do museu
2 • Patrimônio Cultural: Recurso Interdisciplinar para Ações Educativas
• Educação Patrimonial: ensino-pesquisa com patrimônio cultural
• O projeto pedagógico
• A educação patrimonial no ambiente virtual de ensino-aprendizagem
3 • Pesquisa Museológica com o Patrimônio Cultural: Conceitos, Métodos e Instrumentos
• Definição de Bem Cultural
• Pesquisa museológica: contribuições das ciências humanas, sociais e da ecologia
4 • Tratamento e Interpretação dos Dados
• Abordagem ecológica ou holística: o pensamento sistêmico
• Informações sobre o patrimônio cultural de uma comunidade: o diagnóstico
• Produção e comunicação do conhecimento: a monografia
MÓDULO III (tipos de museus e temáticas expositivas; formas e éticas de aquisições
museológicas) = DIFÍCIL
1 • Museus Especializados (Universitários)
• Tipos de museus de acordo com suas coleções
• Acervos, temáticas e recursos museográficos
• Aquisições museológicas
• Política de aquisição
• Ética da Aquisição museológica
2 • Conservação de bens culturais materiais
• Conservação preventiva de bens culturais materiais
• Procedimentos para a conservação dos objetos pelo tipo de material : temperatura
adequada é de 20º; luminosidade; limpeza
• Análise e exame dos bens culturais materiais nos museus:
– Fotografia (técnicas fotográficas: microfotografia – curta distância numa
dimensão igual ou superior ao original; estereofotografia – apenas uma área
do objeto que não é visível; fluografia – preencher os espaços ocos com produto
florescente)
– Técnicas radiográficas (Radiografia por emissão de elétrons – revela texto
e desenho feito com ponta de chumbo ou prata, assinatura em vermelho; Radiografia
por raios beta – usada em suporte de papel, revela selos d'água, caráter da
massa de papel, indica estrutura de têxteis; Radiografia por Raio X – revela
a pintura original da coberta por re-pintura, o estado de conservação do objeto
arqueológico sobre processo de corrosão, revela imperfeições técnicas; Auto-radiografia
– revela detalhes estruturais em profundidade, semelhante a radiografia convencional;
Estereoradiografia – permite produzir o objeto em duas perspectivas numa mesma
escala)
– Ultravioleta (exame de luminescência – visível que observa camadas superficiais
e revela inscrições invisíveis em pinturas; luz ultravioleta refletida – método
fotográfico das camadas superiores de pinturas para a verificação de verniz
desigual, peculiaridades da estrutura da superfície, inscrições, restaurações)
– Raios infravermelhos (exame de luminescência infravermelha, Reflectografia
– muito usada em exames de pinturas é capaz de destacar o desenho não visível
ou revela o desenho original escondido sob a camada picórica, distinção entre
as partes restauradas e as originais)
3 • Documentação Museológica
• Materiais para a documentação de acervos museológicos
• Tombamento
• Técnicas para a marcação dos objetos (Lápis HB nº 2, caneta rotring preta
e branca)
• Projeto de Ação Documental
• Segurança de museus
MÓDULO IV
1 • Museografia: Definição, Tipos de Exposições e Planejamento Museográfico
• Tipos de exposições (individual, coletiva, antológica, retrospectiva, histórica,
comemorativa, cronológica, temática; cujas características podem ser de acordo
com sua duração: exposição permanente, temporária ou itinerante)
• Planejamento museográfico
• Roteiro museográfico
• Mobiliários e recursos museográficos (bases tipo prisma, retangular e circular,
todas devem ter 80 centímetros do solo; vitrines; painéis: painel horizontal
para parede, painel vertical de chão contém a informação entre 70 cm do chão
até 1,80 m do chão, painel em L, painéis de teto; maquetes; mapas)
2 • Programação visual de painéis
• Campo visual de painéis
• Distribuição das informações; elementos para comunicação; os elementos para
uma composição eficiente são 10: unidade, harmonia, simplicidade, atmosfera,
proporção, equilíbrio (horizontal ou vertical, formal ou simétrico, informal
ou assimétrico), movimento, destaque, contraste e rítmo; espaço útil de um painel
(efeito monótono ou dinâmico); limitar o tamanho do texto entre 225 a 300 palavras,
assim é possível ser lido entre 45 a 60 segundos, o tamanho das orações deve
conter de 10 a 15 palavras; o cálculo de espaçamento entre as linhas usa a regra:
para as letras com tamanho de até 5 cm devem-se somar 0,3 cm da altura da letra
maiúscula, as letras com tamanho maior de 5 cm de altura devem-se somar 0,6
cm à altura da letra maiúscula; ilustrações: literais (fotografias), representativas,
gráficas, simbólicas (metáforas visuais, tornam-se úteis quando se quer ilustrar
algo que não se pode ver como a emoção, por exemplo)
3 • Esquema de harmonia cromática = por meio das cores é possível obter os mais
variados efeitos, dois deles são nuanças ou matizes e a Harmonia:
– Matizes: são as graduações de uma cor quando misturada ao branco (resulta
numa cor mais clara) ou ao preto (tom mais escuro)
– Harmonia cromática: relação existente entre as cores usadas, é obtida por
meio da manipulação das cores primárias e secundárias
– Monocromia: a hamonia é obtida com diferentes matizes de uma mesma cor (vermelho,
laranja, marrom, roxo)
– Isocromia: a harmonia é obtida usando cores diferentes, mas que implicam uma
na outra (vermelha, laranja e amarela)
– Contraste: a harmonia é obtida com a oposição de cores primárias (amarela,
azul e vermelha) com as cores complementares (verde, laranja e violeta), consideradas
opostas
– Policromia: a harmonia é obtida com o emprego de muitas cores, formando um
todo agradável.
• Montagem da exposição
• Programa de manutenção
• Projeto para obter patrocínio para a montagem e manutenção de uma exposição
museológica envolve a preparação de um projeto detalhado que deve conter no
mínimo: informações sobre o museu, número de visitantes/ano, objetivo da exposição,
conteúdo geral da exposição, apresentação de layout da exposição, apresentação
do local onde será colocado o crédito para o patrocinador (se for mais de um
é importante que cada patrocinador financie uma parte do projeto), custos gerais
estimados, custos específicos por área de planejamento da exposição (mobiliário,
produção do material, iluminação, pinturas, publicações, manutenção, entre outros).
• Avaliação dos resultados de uma exposição
MÓDULO V
1 • O Museu: Funções e Responsabilidades (Código de Ética)
• O museu local ou comunitário ocorre por 2 motivos: por iniciativa da comunidade
ou quando é estratégia de política cultural desenvolvida pelos governos
2 • O Projeto para Implantação do Museu Local
• Aspecto jurídico
• Estrutura administrativa e organizativa do museu local
• O orçamento
• Fontes de financiamento
• Recursos Humanos: Direção ou Conselho, Administração, Investigação, Museologia,
Educação, Registro e Inventário, Conservação, Museografia, Biblioteca ou Centro
de Documentação, Serviços Gerais
• Sugestões de atividades em museus locais ou comunitários
• O projeto da arquitetura do museu local, ambientes: área de recepção, sala
para a administração, sala de primeiros socorros, espaço para exposição, auditório
ou sala de projeção de filmes e apresentação de palestras, sanitários, estacionamento,
reserva técnica (a guarda de um acervo exige um espaço físico utilizado para
o armazenamento de coleções)
02/03/2010 – Olá a todos! Tenho 45 anos. Moro na zona leste da cidade de São Paulo. Trabalho com fotografia. Procuro aprendizado sobre museologia e afins, pois tenho uma coleção e desejo saber como organizar e expor todas as peças, conferindo maior compreensão e interatividade, além da didática e histórica já intrínseca, muitas vezes, no acervo... Desde criança sou colecionador de objetos alusivos ao animal mais alto do planeta: girafa. Adoro todos os animais e, claro, sobretudo a família dos girafídeos: girafas e ocapis. Desejo que ao final deste curso eu compreenda um pouco mais sobre Museus e seus métodos; quiçá alcance um significado maior à minha coleção de girafas... Aliás, se alguém desejar saber qualquer coisa sobre girafas, não hesite em perguntar... (risos) Abraços a todos.
08/03/2010 – Tatiana
14/03/2010 – Envio da Atividade Reflexiva (18h34). MUSEU EXPÕE COLEÇÃO TEMÁTICA PARTICULAR
Colecionismo é uma atividade normal, salutar e recomendada. Uma das formas de Colecionismo, a Filatelia, pode ser um importante auxiliar pedagógico, pois está intrínseca com a Geografia e a História, por exemplo. Particularmente o Colecionismo Temático promove e supera metas didáticas ao se basear em uma ideia central que se desenvolve através dos selos postais – quando Filatelia Temática.
Museologia é a ciência que trata dos princípios de conservação e apresentação das obras de arte nos museus (Aurélio). O primeiro papel de um museu: colecionar e conservar, já compreende a vida de qualquer colecionador temático. O todo ou parte da Musealização desse acervo como valorização do objeto e série de ações sobre o objeto (aquisição, pesquisa, conservação, documentação e comunicação) são visíveis...
É conhecido que existem inúmeras coleções particulares herméticas, por diferentes motivos. O espaço físico e a adequação para exposições dos museus versus a falta que o mesmo atinge as coleções particulares é a grande dificuldade do colecionador temático (neste caso minha). Sem levar em consideração ou estar de acordo com a concepção, tipologia ou topografia do espaço museológico, realizar uma exposição pública de forma específica é o sonho da maioria dos colecionadores, senão de todos...
É sabido que o fascínio da pesquisa, da descoberta, é algo inerente ao ser humano e o colecionismo temático é um dos campos que proporciona as melhores oportunidades neste sentido. Sob este conceito, existem muitas pessoas que mesmo sem escolaridade são autodidatas, interessadas, que entendem tanto ou mais sobre um assunto específico. Sendo assim fica claro que o caso não é a formação acadêmica do colecionador, mas sim o empenho em sua Coleção Temática.
A requalificação dos museus nos últimos tempos, com a nova museologia, segue a tendência como todos os demais equipamentos culturais que precisam chegar mais próximo do público e democratizar o conhecimento. Se no modelo de gestão com participação da comunidade e compromisso social da linguagem museológica gera ações sociomuseológicas e ações socioeducativas, por exemplo, então cabe aqui a reflexão:
Aspectos pedagógicos e ideias de programas educativos de qualidade de uma coleção particular também devem compreender a linguagem museológica, em um movimento de fora para dentro dos museus.
Resumindo:
– Temos coleções de valia inestimável, as quais estão confinadas a poucos visitantes
por falta de espaço.
– Museus são lugares destinados ao estudo, reunião ou exposição de obras de
arte, de peças e coleções científicas, ou de objetos antigos etc. (Aurélio)
Enfim, talvez a reunião de Museólogos com Colecionadores Temáticos pode render aos Museus o desenvolvimento de projetos de exposições de grande interesse público... Assim, na prática, teríamos o aproveitamento e a revitalização da matéria-prima do colecionador temático, agregando, somando ao espaço físico, à museografia, entre outras características de um Museu, e conferindo maior abrangência no aspecto da Museologia Social...
18/03/2010 (04h06) – Dúvida Tutoria. Por favor, eu copiei os arquivos do “Material”, entretanto não consigo abrir porque os arquivos PDF aparecem como arquivos do Photoshop... e assim ele não abre... O que devo fazer?
18/03/2010 (16h49) – Resposta Tutoria. Olá Sérgio, boa tarde. Ao salvar o material, coloque após o nome do arquivo . doc (ponto doc). Se acaso persistir entre em contato com o nr. 0800-707-4520 que eles o auxiliarão. Parabéns pela dedicação. Espero ter ajudado e qualquer dúvida entre em contato. Bons Estudos! Atenciosamente, Tutoria e Interação. “Obstáculos são as coisas assustadoras que encontra quando desvia os olhos do seu sonho”, Henry Ford.
19/03/2010 (atendimento@portaleducacao.com.br) – Assunto Atividade Reflexiva recebida do site Portal Educação. Parabéns! Sua atividade reflexiva foi deferida! Será adicionado 1,0 ponto na sua média final. ATENÇÃO: A aprovação na atividade reflexiva não significa aprovação no curso. Será considerado aprovado, o aluno que obtiver média final superior ou igual a 6,0. Atenciosamente, Equipe Portal Educação e Sites Associados – Sistema Integrado de Ensino a Distância.
19/03/2010 (12h48) – Correção. O texto enviado para avaliação de sua atividade reflexiva cumpriu todos os requisitos para obtenção da pontuação máxima, estabelecida para esta atividade. Obrigada pela sua participação! “Não há nada mais perigoso do que acreditar que se detém a fórmula que vai continuar sempre conduzindo ao sucesso”, Tom Lambert.
19/03/2010 (16h29) – Interação com a Tutoria. Muito obrigado pela ajuda. Mudei o nome do arquivo para a extensão ponto doc: realmente deu certo e ele abriu sob o PDF. Só não entendi o motivo do erro... Outra coisa, fiquei feliz em saber que minha atividade reflexiva foi deferida. Entretanto o comentário deixado na página não acrescenta nada sobre o texto que realizei... gostaria de algum comentário a respeito... e, finalizando, sobre o parágrafo de Tom Lambert agregado no momento da correção quero saber se é apenas uma citação ou que exatamente quis dizer com isso... Obrigado.
22/03/2010 (15h58) – Olá Sérgio, boa tarde. Vamos por partes: Quanto a extensão que salvou é um novo modelo de ZIP que saiu, não deixando que se carregue muito “virus”. Neste caso é até mesmo para proteger vocês. Não há erro, ok? Quanto a atividade, somente podemos, corrigí-la e deferí-la, uma vez que estas são as normas das atividades reflexivas do curso. Não colocamos nenhum comentário, devido ao número grande de atividade recebida. Não há necessidade, há não ser quando esta com algum plágio ou apresenta outro problema. As mensagens que deixo, geralmente são mensagens de agradecimento, motivação, para incentivo ao aluno em EAD. Desculpa se nada acrescentou, pois nós tutores sabedouros somos da importância do ensino a distância que o mesmo não é centrado na figura do professor e sim no aluno, portanto, sua eficiência, dinamismo e motivação vão depender de sua participação. O diálogo é implementado através das ferramentas de comunicação disponíveis no site, que basicamente são, também, a atividade reflexiva. Se eu não “falar” durante o curso, de nada valerá, pois me tornarei uma professora “invisível” para você e demais alunos. Gosto de fazer citações, colocar frases de motivação, fazer com que o aluno em EAD, pense, busque conhecimento. Então, nesta sua última observação, são somente citações. Bons Estudos! “Nunca deixe que nenhum limite tire de você a ambição da auto-superação”, autor desconhecido.
22/03/2010 (16h47) – Ok professora! Muito obrigado por sua atenção nas respostas. Atenciosamente. “A girafa é o animal mais alto da Terra. Sua altura está ligada às nuvens, que está ligada aos céus, que está ligado ao divino, à espiritualidade...” (Sérgio Eduardo Sakall)
23/03/2010 (16h05) – Olá Sérgio, Que continue com seu bom humor... (rs) e com os estudos. Até a próxima! “Leva tempo para se ter sucesso porque o sucesso é meramente a recompensa natural de se usar o tempo para se fazer bem qualquer coisa”, Joseph Ross.
01/04/2010 – Achei muito prolixo para principiantes no tema. Por diversas vezes senti que o assunto era abordado novamente, mas com outras palavras das páginas anteriores, resultando em certa confusão... como se fosse necessário um resumo mais direto nas explicações... Não me refiro ao Módulo V que revê o Módulo I. O Módulo III foi o que eu achei mais difícil... SUGESTÃO: Visitar os links para pesquisa sugeridos é desanimador... Li sobre os direitos autorais, entretanto quis copiar algumas coisas para o meu computador, como anotações pessoais e os links para pesquisa, mas foi impossível... pois não é permitido copiar o documento... e isso foi chato. Imagine perder tempo em escrever toda a extenção do link... Não é? PROVA: Detestei ter errado na primeira questão! Aliás, ela é confusa... Após a prova verifiquei que no Módulo II, página 15, no item B (Fase Prática: Coleta de Dados Primários) existem dois tópicos: Observação direta e Registros visuais (máquinas fotográficas, filmagens, etc.)... Portanto não entendi qual foi o meu erro e, por favor, peço uma explicação! Muito obrigado.
01/04/2010 (05h12) – Prova Recebida do sítio Portal Educação. Parabéns! Você foi aprovado! No mercado volúvel em que vivemos é extremamente importante que estejamos sempre aperfeiçoando o conhecimento para acompanhar todas as mudanças e manter-se competitivo, a educação é o bem mais precioso que se pode conquistar e que ninguém pode nos tirar. Esperamos que tenha gostado do curso e realize outros. Atenciosamente, Equipe Portal Educação e Sites Associados – Sistema Integrado de Ensino a Distância.
02/04/2010 (10h27) – Chegou ao fim seu curso no site Portal Educação. Olá Prezado Aluno, Utilize seu E-mail de Login para a próxima matrícula. Enviamos este e-mail para informar que chegamos ao fim de seu curso a distância (Programa de Educação Continuada) ou palestra(s) on-line. Para cursos a distância, caso tenha sido aprovado na avaliação, o certificado será enviado entre 15 (quinze) a 20 (vinte) dias. 16/04/2010 (09h40): Enviamos este e-mail para informar que seu certificado acaba de ser enviado pelos Correios.
23/07/2010 – Tainara Brandão (tainara@portaleducacao.com.br), Depto. Ouvidoria. Nota: Resposta ao dia 01/04... A equipe de tutores informa que o curso tem um conhecimento mais aprofundado sobre o assunto, por vezes o acha repetitivo. Muito dos links apresentados são para obterem conhecimentos e muitos autores, por vezes observado vetam sua cópia, o que não nos responsabilizamos. O que é importante Eduardo, para o aluno em EAD, ele realizar sua própria pesquisa, buscar colher informações que sejam relevantes ao seus curso e se acaso aparecer algum material que não detenha conhecimento, troca informações com os colegas de curso ou até busca ajuda da tutoria. Com relação a prova (segue abaixo a questão que você deixou de acertar) esta correta e encontra-se no módulo II – pág. 66 – Dados Primários. Obrigada por sua participação. QUESTÃO: As técnicas usadas para a coleta de dados primários são: Resposta Incorreta: Depoimentos e fotografias. Resposta Correta: Análise, entrevistas e observação. Resposta: Do módulo: Os dados primários são coletados a partir de técnicas (análise, entrevistas e observação) e instrumentos apropriados (questionários e formulários).
CONCEPÇÃO E MONTAGEM DE EXPOSIÇÃO EM CONTEXTOS MUSEOLÓGICOS
Profa. Rita de Cássia Marques
28/02/2010: Veja este artigo meu sobre a experiência na organização do acervo na faculdade de Medicina: Por trás das coleções: uma experiência... Achei uma aula que dei tempos atrás sobre museus... os slides não explicam muita coisa, pois usei só como ajuda para o que iria desenvolver, mas no final tem uma bibliografia. Segue também um texto que escrevi em 2005 sobre minha coleção de selos...
Conferências, Congressos, Declarações (Documentos), Encontros, Seminários:
Nos anos 50 teve início um boom de museus modernos geralmete integrados
à natureza como o MAM, MASP...
1956 • 1º Congresso Nacional de Museus, realizado em Ouro Preto, Minas Gerais
(MG)
1958 • Seminário Regional da Unesco sobre a Função Educativa dos Museus, ocorrido
no Museu de Arte Moderna, no Rio de Janeiro (RJ)
Anos 60: Inconformismo com os esquemas comerciais e imposições dos meios de
comunicação, recusa de modelos anteriores e busca de maior liberdade temática
ou de linguagem...
1962 • 3º Congresso Nacional de Museus, realizado em Salvador, Bahia (BA)
1967 • Novo modelo de museu de bairro ou vizinhança – Neighbourghood Museum,
no bairro de Anacostia (comunidade afro-americana), Washington, objetivando
a construção e a análise da história da comunidade, identificação de sua identidade
cultural, técnicas museológicas para solucionar problemas sociais e urbanos.
1968 • Primeira batalha contra a instituição museal...
1969 • Criação do Museu ao Ar Livre, em Marquèze, por Georges-Henri Rivière
(1897-1985), que foi diretor do ICOM; conceito de preservação in situ
– bem cultural preservado em seu contexto original.
Revisão e ampliação do conceito de patrimônio: meio ambiente, saber e artefato
– Patrimônio Integral...
1971 • IX Conferência do ICOM – em Grenoble ou Paris?, discutiu o tema “Museu
a serviço do homem, atualidade e futuro – o papel educativo e cultural”. A expressão
Ecomuseu é apresentada.
Exposições baseadas na interdisciplinaridade...
1972 • Declaração de Santiago do Chile, Chile – Tema: O papel do museu na América
Latina. O primeiro documento é considerado o marco do pensamento museológico
contemporâneo, trouxe importantes transformações conceituais para a museologia
da América Latina. Período dos movimentos libertários como a contracultura,
movimento feminista, ecologista, dos direitos humanos, da democratização da
cultura etc. Princípios e Conceitos do Museu Integral, o museu com compromisso
social; as práticas museológicas foram ampliadas. O Museu Integral é um espaço
capaz de colocar a comunidade em contato com a sua história, suas tradições
e culturas... Resultados: Casa do Museu (integrou o museu à comunidade) e Museus
Escolares (criou pequenos espaços museais nas escolas) – experiências mexicanas
que contribuíram para a implementação de ações e técnicas museográficas e museológicas.
Surgindo a metodologia para o planejamento e a criação do museu comunitário.
1973 • Cultura Popular Brasileira, obra de Maynard, descreve: as festas, leitura
oral, as estórias (contos transmitidos oralmente), adivinhas, saberes.
1976 • 1º Encontro Nacional de Dirigentes de Museus, realizado em Recife, Pernambuco
(PE).
1981 • Carimbo comemorativo alusivo ao “VII Congresso Nacional de Museus”, ocorrido
de 17 a 22/05/1981, São Paulo (SP). Catálogo Zioni: 3391.
1983 • Carimbo comemorativo alusivo ao “VIII Congresso Nacional de Museus”,
ocorrido de 01 a 06/06/1983, Brasília (DF). Catálogo Zioni: 3719.
1984 • Declaração de Quebec, Canadá – A comunidade museológica reconhece o movimento
gerador da Museologia Social, o Movimento Internacional para uma Nova Museologia
(MINOM), cuja proposta traz um novo foco às ações preservacionistas, a coletividade
e a promoção social; os princípios de base são atribuir uma função social ao
Museu. Período do surgimento de modelos alternativos de museus como os ecomuseus
e os museus comunitários. Todos eles tinham em comum a preocupação com a preservação
do patrimônio cultural e desenvolvimento social. Resultados: Metodologia de
atuação da museologia; adoção do conceito ecológico de comunidade; reconhecimento
da ecomuseologia.
1984 • Declaração de Oxatepec, México – Aprofunda os conceitos básicos da ecomuseologia
(proposto pelo francês Georges-Henri Rivière), adequando-os à realidade latino-americana;
conceito de patrimônio-territótio-comunidade; conceito de espaço territorial
muzealizável. Resultados: Desempenho dos Ecomuseus e ações socioeducativas.
1985 • Carimbo comemorativo “III Reunião Brasileira de Museologia”, ocorrida
de 14 a 17/06/1985, na cidade de Vitória – Espírito Santo (ES). Catálogo Zioni:
3994.
1985 • II Encontro Internacional (Lisboa), “Nova Museologia / Museus Locais”
– onde formalmente é reconhecido o MINOM; dois anos depois, reconhecida como
instituição afiliada ao Conselho Internacional de Museus (ICOM).
1987 • 10º Congresso Nacional de Museus, realizado em Ouro Preto, Minas Gerais
(MG)
1987 • Carta de Petrópolis: Definição de Sítio Histórico
1992/3 • Declaração de Cararas, Venezuela – Missão do Museu na América Latina
e o papel da comunidade como co-gestora de seus bens culturais. Resultados:
Responsabilidades sociais do museu com a comunidade; o museu como gestor do
patrimônio.
1995 • I Encontro Nacional do ICOM-Brasil, “Museus e comunidades no Brasil:
realidade e perspectivas”, de 1° a 5 de maio 1995, Museu Imperial, Petrópolis
(RJ)
1995 • Webquest ou busca na web é uma prática pedagógica que foi criada pelo
professor Bernie Dodoge... Passos para criação: definir a temática, planejar
tarefas, determinar as fontes de informações, e a estruturação dos processos
e recursos. Passos para apresentação da webquest: introdução, tarefa, processo,
valiação e conclusão.
2002 • 8º Fórum Estadual de Museus, sob o tema “Museus e globalização”, ocasião
em que foi elaborada e divulgada a “Carta do Rio Grande”, realizado maio de
2002 na cidade de Porto Alegre, Rio Grande do Sul (RS), em comemoração aos 30
anos da Mesa Redonda de Santiago do Chile. Documento que informou a Política
Nacional de Museus.
2002 • Conselho Federal de Museologia (COFEM) elaborou e divulgou o documento
denominado “Imaginação museal a serviço da cultura”, que informou a Política
Nacional de Museus.
2003 • Política Nacional de Museus, lançada nas comemorações do Dia Internacional
de Museus, em 16/05/2003, no Museu Histórico Nacional, no Rio de Janeiro.
2006 • Ano Nacional dos Museus
2006 • 2º Fórum Nacional de Museus, de 22 a 26/08, na Universidade Federal de
Ouro Preto (MG)
2007 • 16º Congresso Nacional de Museus, sob o tema “Museus, Memória e Movimentos
Sociais”, realizado de 4 a 7/12 no Museu do Homem do Nordeste, da Fundação Joaquim
Nabuco (FUNDAJ), em Recife, Pernambuco (PE), pela ABM.
2008 •
Programas:
a) Programa institucional – trata do desenvolvimento e da gestão política, técnica
e administrativa do museu.
b) Programa de gestão de pessoas – apresenta as ações destinadas à valorização,
capacitação e bem estar do conjunto de trabalhadores do museu, independentemente
do tipo de contratação, assim como aponta um diagnóstico da situação funcional
existente e das necessidades de ampliação do quadro de pessoal, incluindo estagiários
e servidores.
c) Programa de acervos – organiza o gerenciamento dos diferentes tipos de acervos
da instituição, incluindo os de origem arquivística e bibliográfica, podendo
ser dividido em diferentes subprogramas, tais como: aquisição, documentação,
conservação e restauração.
d) Programa de exposições – trata de todos os espaços e processos de exposição
do museu, sejam eles intra ou extramuros, de média ou curta duração.
e) Programa educativo e cultural – compreende os projetos e atividades educativo-culturais
desenvolvidos pelo museu, destinados a diferentes públicos e articulados com
diferentes instituições.
f) Programa de pesquisa – contempla o processamento e a disseminação de informações,
destacando as linhas de pesquisa institucional e de projetos voltados para estudos
de público, de patrimônio cultural, de museologia, da história institucional
e de outros estudos.
g) Programa arquitetônico – trata da identificação, da conservação e da adequação
dos espaços livres e construídos, bem como das áreas de entorno da instituição,
contendo descrição dos espaços e instalações, além de informar sobre os aspectos
de acessibilidade, conforto ambiental, circulação, identidade visual e possibilidades
de expansão.
h) Programa de segurança – trata de todos os aspectos relacionados à segurança
do museu, da edificação, do acervo e dos públicos interno e externo, incluindo,
além de sistemas, equipamentos e instalações, a definição de rotinas de segurança
e estratégias de emergência.
i) Programa de financiamento e fomento – trata do planejamento de estratégias
voltadas para captação, aplicação e gerenciamento dos recursos econômicos oriundos
de diversas fontes.
j) Programa de difusão e divulgação – trata da divulgação e popularização dos
projetos e atividades da instituição, além da disseminação, difusão e consolidação
da imagem institucional nos âmbitos local, regional, nacional e internacional;
podendo ser dividido em diferentes subprogramas, tais como: editorial, de intercâmbio
institucional, de comunicação social, de comunicação visual e outros.
Parágrafo único: Na consolidação do Plano Museológico deve-se considerar o caráter
transversal dos Programas.
As coleções como duração: o colecionador coleciona o quê? (muito legal esse
texto!)
Andréia Machado Oliveira, Christiane Siegmann e Débora Coelho
www.ilea.ufrgs.br/episteme/portal/pdf/numero20/episteme20_artigo_oliveira_siegmann_coelho.pdf
www.unirio.br/jovemmuseologia/documentos/5/rafaelmuniz_artigo.pdf
A aquisição do software In arte Plus – Gestão do Patrimônio Cultural Móvel irá permitir a informatização do inventário do Museu assim como a gestão dos eventos que estejam relacionados com a coleção (conservação, exposições, movimentos, entre outros) ou entidades (autores, proprietários, seguradores, etc...) e documentos (material gráfico, audiovisual, bibliográfico, epistolográfico, etc.)
Programa de Informatização Donato – Software específico para utilização na catalogação de acervo de museus...
Sistema de Informação do Acervo do Museu Nacional de Belas Artes – SIMBA. Em 1992, foi criado o projeto SIMBA com o objetivo de organizar as informações do acervo do MNBA, de forma a garantir o seu maior controle e ampliar o acesso e a divulgação dos dados nele contidos. Com o apoio financeiro da Fundação VITAE foram adquiridos equipamentos, criada uma nova ficha catalográfica, recatalogadas as obras de acordo com regras definidas em um Manual, publicado em 1995, e os dados foram informatizados. Neste contexto, foi desenvolvido o Donato, programa gerenciador do banco de dados.
O programa Donato foi criado pela equipe do Museu Nacional de Belas Artes (MNBA) para catalogação e gerenciamento de informações de seu acervo e desenvolvido para atender as necessidades de trabalho dos técnicos do MNBA, bem como de pesquisadores e visitantes. O programa mantém características próprias para este Museu, podendo ser utilizado, também, em outros tipos de acervo. O nome do programa é uma homenagem ao professor, pesquisador e arquiteto Donato Mello Jr., por sua importante contribuição para a documentação do acervo do MNBA. Nos últimos dois anos, o programa passou por mudanças profundas em sua base de dados e testes de eficiência do sistema foram realizados. O aperfeiçoamento do Donato vem obtendo resultados tão satisfatórios quanto às soluções apresentadas em tratamentos de informações de acervos museológicos, que atualmente está sendo cada vez mais solicitado por outras instituições. Além do Museu Nacional de Belas Artes, hoje o Donato é utilizado na maioria dos museus brasileiros...
Contatos:
11/03/2010 (simba@mnba.gov.br): Pedido sobre o programa Donato 3.0. Por favor, tenho uma coleção temática particular e gostaria de organizá-la melhor em meu computador... procurando por softwares para sistemas de museus encontrei, na internet, esta página (www.mnba.gov.br/2_colecoes/simba/donato_0.htm)... Para obter maiores informações sobre a disponibilidade e recursos do Donato 3.0, entre em contato com o Simba. Gostaria de saber qual o procedimento que devo tomar para obter o programa Donato 3.0... Agradeço a atenção.
15/03/2010: cc. (tecnica@mnba.gov.br), Laura Abreu, (g.gemente@mnba.gov.br). Prezado Senhor, O programa Donato foi desenvolvido por técnicos do Museu Nacional de Belas Artes (MNBA) para atender às necessidades de consultas de pesquisadores e técnicos interessados nas informações sobre o acervo do museu. Apesar de ter sido pensado e estruturado visando o tipo de acervo existente no MNBA, ou seja: desenho, escultura, gravura e pintura, até o momento o Donato é utilizado também por instituições que possuem acervo histórico e de arte sacra. Um dos objetivos do Donato é incluir, gradativamente, os tipos de acervos que ainda não são possíveis de serem catalogados no sistema atual. Certamente iremos estudar e criar uma ficha de catalogação que possa atender satisfatoriamente outras coleções no futuro, tendo o exposto, informamos que infelizmente o Programa Donato ainda não está sendo cedido para utilização em coleções particulares, iremos então arquivar sua solicitação para que no futuro possamos retomar o contato. Esperamos que isso ocorra o mais breve possível. Atenciosamente, Marcela Ferreira – Museóloga Assistente, Sistema de informação de Acervos do Museu Nacional de Belas Artes – SIMBA.
16/03/2010: Agradeço pela resposta. Marcela e outros interessados, Sei que o Programa Donato é um software específico para utilização na catalogação de acervo do MNBA; assim como estou ciente de que o mesmo programa é utilizado em outros museus. Entretanto penso que se tal programa fosse disponibilizado para a catalogação de outras coleções, a título de experiência, talvez um colecionador intrínseco na comunidade do MNBA saberia lhe informar se o Programa Donato atende satisfatoriamente uma coleção temática particular (meu caso)... Assim sendo, um indivíduo poderia até contribuir com o programa de pesquisa do MNBA em relação ao Programa Donato. Marcela, sabemos que o programa educativo e cultural de um museu, geralmente, compreende os projetos e atividades educativo-culturais desenvolvidos pelo museu, destinados a diferentes públicos e articulados com diferentes instituições. Igualmente sabemos que a maioria das coleções temáticas avançadas particulares compreende desenho, escultura, gravura, pintura, entre outros, em seus acervos. Deixo a sugestão para que no programa educativo e cultural do MNBA seja incluída uma linguagem museológica, sob aspectos pedagógicos, para catalogação de uma coleção particular. Resumindo: quero a catalogação e a informatização de minha coleção temática, com o objetivo de organizar as informações do acervo e ainda disponibilizar aos interessados. Para isso, preciso de um programa de computador adequado. Como só conheço o seu programa, Marcela, peço a gentileza de me informar ou indicar se existe outro tipo de programa similar, uma vez que o Programa Donato ainda não está sendo cedido para utilização em coleções particulares, infelizmente... Por favor, dê uma olhadela nesta página... Muito obrigado.
17/03/2010: cc. (divisaotecnica@mnba.gov.br). O Programa Donato foi desenvolvido para as necessidades do acervo existente no MNBA, porém com o tempo os técnicos do próprio museu com auxílio dos profissionais de outros museus foram apontando novas necessidades e dessa forma hoje o programa pode ser utilizado por instituições com acervos diversos como acontece em todo o Brasil. Os técnicos do museu continuam no trabalho de atualização do Programa Donato buscando sempre novas possibilidades e resolvendo questões que nos são apresentadas ao longo de sua utilização. Não é de agora que a possibilidade de cessão para coleções particulares está sendo pensada por esses profissionais e não deixará de ser assunto até que se resolvam as questões pertinentes ao processo e nesse momento, assim como ocorre com os profissionais dos museus parceiros, iremos contar com o auxílio dos colecionadores particulares que entraram em contato para que possamos no futuro atender a um número maior de coleções. Informamos ainda que infelizmente não temos como indicar um outro programa de gerenciamento de dados para acervos museológicos, com as características ou similar ao Donato. Atenciosamente, Marcela Ferreira.
Marcela Ferreira, Agradeço por sua atenção... Entretanto, sinto-me perdido na catalogação de meu acervo e, infelizmente, continuo na busca de alguém ou de uma instituição que possa me ajudar... De qualquer forma agradeço sua pronta resposta... Atenciosamente, Sérgio.
24/03/2010: Para quem possa interessar, ABM (adolfonobre@gmail.com), Tenho uma coleção temática particular e quero organizá-la melhor em meu computador... Já falei com a equipe do MNBA afim de saber qual o procedimento que deveria tomar para obter o programa Donato 3.0... Entretanto e infelizmente tal programa ainda não está sendo cedido para utilização em coleções particulares... Sinto-me perdido na catalogação de meu acervo e continuo na busca de alguém ou de uma instituição que possa me ajudar... Li na página Histórico que uma das finalidades da Associação Brasileira de Museologia é promover cursos, conferências e difundir os conhecimentos museológicos através de publicações. Por favor, talvez vocês poderiam me indicar algum programa de gerenciamento de dados para acervos museológicos... Ou então, por favor, gostaria de qualquer indicação de alguém que possa me ajudar neste intento... Agradeço a atenção. Ninguém sequer respondeu..................
18/04/2011: Olá Marcia Martins, Quem me passou seu e-mail foi Renata... Estou procurando alguém que possa me ajudar em adquirir o programa Donato. Há mais de um ano que tento isso (desde que soube a respeito) para organizar a minha coleção temática... A coleção Girafamania tem mais de três mil peças, sem contar filatelia, numismática, cartofilia, fotografia etc. Deixo o link para sua apreciação. Você poderia me auxiliar? Obrigado.
20/04/2011: Olá, Sérgio. A Renata me falou sobre o seu interesse em adquirir o programa Donato. Posso adiantar que para isso é necessário que você faça o pedido formalmente ao MNBA. A partir daí, a direção do museu irá avaliar a sua solicitação. Caso tenha alguma dúvida, por favor comunique. Será um prazer auxiliar. Desejo boa sorte na informatização do seu acervo. Você ou a Girafamania estão no Facebook? Tenha um bom dia.
20/04/2011: Olá Márcia! Obrigado pela atenção. Você pode, por favor, dizer com quem eu faço o pedido formalmente ao MNBA, pois eu já fiz isso há um ano atrás através do e-mail que peguei no site, quando perguntei sobre qual o procedimento que devo tomar para obter o programa Donato 3.0... Márcia aconteceram algumas trocas de e-mails entre eu e uma funcionária do museu, Marcela Ferreira, os quais colei abaixo, caso você tiver paciência em ler... Mas a resposta foi negativa... Portanto eu não sei como fazer o pedido formalmente se os mesmos e-mails foram encaminhados até para outros funcionários do MNBA como... e ninguém mais respendeu, apenas a Marcela, tampouco soube se a direção do museu avaliou a minha solicitação... Márcia, por favor, peço seu auxílio novamente neste caso... Aguardo. 04/05: Márcia você recebeu esta mensagem?
05/05/2011: Bom dia, Sérgio. Desculpe o atraso na resposta. Conversei ontem com o Sr. Gilson Gemente, funcionário responsável pelo programa Donato no MNBA. Você poderá fazer contato com ele pelo e-mail (simba@mnba.gov.br). Desejo boa sorte.
05/05/2011: Olá Sr. Gilson Gemente! Quero muito obter o programa Donato. Gostaria de saber sobre esta possibilidade e qual o procedimento que devo tomar... Fico torcendo para uma resposta positiva... e espero que o senhor possa me ajudar... Abaixo seguem e-mails com todo o histórico de contatos que tive com o museu; caso interessar. Muito obrigado. Abraços e inté.
05/05/2011: Prezado Senhor, Vimos por meio deste reiterar o informado em março de 2010, infelizmente o Museu Nacional de Belas Artes ainda não está disponibilizando a cessão do Programa Donato para coleções particulares segundo determinação da própria direção do museu, porém indicamos que a solicitação e o contato do senhor estão registrados e assim que essa situação mude iremos entrar em contato. Atenciosamente, Marcela Ferreira.
10/05/2011: Marcela Ferreira, Após um ano do primeiro contato, escrevi para outras pessoas do museu, mas sempre foi você quem me respondeu... Agradeço pela pronta resposta. Também me sinto agradecido por minha solicitação e contato estarem registrados no SIMBA... Aguardarei o contato e desejo que esta situação mude, que o Museu Nacional de Belas Artes disponibilize a cessão do Programa Donato... Penso que o programa será relevante na organização e melhor compreensão de uma coleção particular... Marcela, por um acaso existe alguma previsão para isso acontecer? Pergunto isso porque é possível que eu faça o mesmo pedido novamente... Pois vivo perguntando sobre o programa para as pessoas do meio museológico... E não gostaria de causar nenhum transtorno para você... Agradecido.
10/05/2011: Prezado Senhor, Informamos que todos os e-mails enviados para o Museu Nacional de Belas Artes sobre o Programa Donato são sempre encaminhados para a Divisão Técnica / Donato (simba@mnba.gov.br), sendo que somente uma pessoa fica responsável por respondê-los, porém todas as pessoas envolvidas no processo recebem uma cópia para que fiquem cientes dos andamentos ocorridos. Da mesma forma, todos os técnicos do MNBA estão envolvidos, juntamente com a Diretoria, para avaliar as novas necessidades que nos são apresentadas. Infelizmente não temos uma previsão de quando iremos estar aptos a ceder o Programa para colecionadores particulares pois esses assuntos dependem de questões jurídicas. Achamos ótimo o seu interesse e que troque informações com pessoas da área sobre catalogação e tratamento de acervos e fique certo de que seu contato foi realizado da forma mais correta. Atenciosamente, Marcela Ferreira.
Daniel Barretto (divisaotecnica@mnba.gov.br); Gilson Gemente – responsável pelo programa (g.gemente@mnba.gov.br); Laura Abreu (laura@mnba.gov.br); Marcela Ferreira – Museóloga Assistente (simba@mnba.gov.br); Marcia Martins (marciamartinsolimpio@hotmail.com); tecnica@mnba.gov.br...
PANGEA – Centro de Tradução, Interpretação e Idiomas
A Associação Internacional de Gerenciamento de Projetos (IPMA – Internacional Project Management Association), foi criada em Viena, Suíça, em 1965. Atualmente é mais aceita e conhecida em países da Europa. No Brasil, a ABGP – Associação Brasileira em Gerenciamento de Projetos – é a instituição associada que representa a IPMA. Segundo a ABGP um projeto é: “um conjunto único de atividades coordenadas, com datas de início e fim bem definidas, empreendidas por um indivíduo ou uma organização, para alcançar objetivos específicos, dentro de um calendário determinado, com parâmetros de custos e de desempenho” (2005). A ABGP publicou, em 2004, o manual RBC – Referencial Brasileiro de Competências em Gerenciamento de Projetos que apresenta a descrição dos processos que constituem a base para a avaliação dos conhecimentos técnicos dos candidatos à certificação como Gerentes de Projeto. O RBC, não contempla apenas os elementos de conhecimento do gerenciamento de projetos, mais também uma estrutura para a avaliação das competências do profissional de gerenciamento de projetos.
Atelier de Réplicas JLR – José Luís Russo (www.jlr-replicas.com), tem por objectivo a produção de réplicas para museus nacionais e internacionais, na área de museologia e arqueologia...
Três elementos chave interrelacionados com a gestão do acervo: registo do acervo, preservação do acervo e acesso controlado ao acervo...
• UNIRIO (www.unirio.br) – Escola de Museologia da Universidade Federal do
Estado do Rio de Janeiro, Campus Pasteur
Revista Jovem Museologia (www.unirio.br/jovemmuseologia)
Revista de História da Biblioteca Nacional (www.revistadehistoria.com.br) Nota:
Matéria de Felipe...
A Escola de Museologia da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) é a mais antiga da América do Sul, foi criada em 1932. O Curso de Museologia dessa Escola foi o primeiro na área criado no Brasil. A ideia de um Curso de Museus remonta à criação do Museu Histórico Nacional – MHN. O Museu, aprovado pelo Decreto Nº 15.596, de 02/08/1922, foi inaugurado em 1º de outubro deste mesmo ano... O capítulo VI deste Decreto previa a criação de um Curso Técnico de dois anos, comum ao Museu Histórico Nacional, à Biblioteca Nacional e ao Arquivo Nacional. Este Curso não chegou a ser implantado mas, em termos de conceito, constituiu uma espécie de embrião do que seria o futuro Centro de Ciências Humanas e Sociais da UNIRIO. Data das décadas de 30 e 40, nota-se um considerável impulso na criação de museus, , tendo o Curso de Museus como o principal e único centro nacional de formação de técnicos-conservadores. Praticamente todas instituições museológicas, algumas particulares, mas a maioria de caráter público, sobretudo no âmbito federal, foram criadas, organizadas ou mesmo dirigidas por conservadores-museólogos formados pelo Curso de Museus...
Corrobora com tal história a emisssão de um selo postal datado de 18/05/1982, “Cinquentenário do Curso de Museologia”, com valor facial de Cr$ 17,00 cruzeiros. Picotagem: 11½. Tiragem: 1.000.000 de selos. Impressão: Ofsete. Papel: Cuchê gomado. Yvert: 1536. Scott: 1798. Michel: 1898. RHM: C-1258. Nota: Para este selo foi emitido um carimbo comemorativo alusivo ao Cinquentenário do Curso de Museologia, ocorrido de 18 a 24/05/1982, Rio de Janeiro (RJ). Catálogo Zioni: 3582.
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Bacharel em Museologia e outros sítios importantes:
• ABM – Associação Brasileira de Museologia (www.museologia.org.br) fundada em 05/11/1963, no Dia da Cultura Nacional. A sede está localizada bem próxima da Biblioteca Nacional, do Teatro Municipal e do Museu de Belas Artes, no centro histórico da cidade do Rio de Janeiro.
• COFEM – Conselho Federal de Museologia (www.cofem.org.br, http://cofem.org.br), órgão regulamentador e fiscalizador do exercício da profissão de museólogo, cujos direitos e deveres estão previstos em lei e no seu Código de Ética. Tem endereço itinerante, instala-se na cidade onde reside o presidente do órgão. Endereço Provisório: Av. Professor Ciro de Barros Rezende, 71 – CEP: 04066-020 – São Paulo (cofem@cofem.org.br), Fone: (11) 5055-3077.
• IBRAM – Instituto Brasileiro de Museus (www1.museus.gov.br),
criada em 20/01/2009, com a Lei nº 11.906. A nova autarquia vinculada ao Ministério
da Cultura sucedeu o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional
(IPHAN) nos direitos, deveres e obrigações relacionados aos museus federais.
Revista Eletrônica do IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico Artístico Nacional
(http://revista.iphan.gov.br)
Revista do Patrimônio Histórico e Artístico (www.iphan.gov.br/revistadopatrimonio)
– www.iphan.gov.br
Páginas relacionadas em Girafamania: Prêmio
Iphan, BA (Canudos),
ES, GO
(Zoo Goiânia), MG,
PR, RJ,
SP (Mogi).
SBM – Sistema Brasileiro de Museus (www.museus.gov.br). Criado em 2004 com a finalidade de promover a integração, a gestão e o desenvolvimento de museus, acervos e processos museológicos brasileiros. Tem o Cadastro Nacional de Museus (www.museus.gov.br/SBM/cnm_conhecaosmuseus.htm), do IBRAM – Instituto Brasileiro de Museus.
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• ICOM – International Council of Museums, criado em 1946 o Conselho Internacional de Museus (ICOM), uma organização internacional de museus e profissionais de museus. Sua sede é junto à UNESCO em Paris (http://icom.museum/). No Brasil, o ICOM-BR (www.icom.org.br) está localizado na Av. Nazaré, nº 481, Ipiranga – São Paulo.
• ICOFOM – LAM (www.icofom-lam.org), organización Regional para América Latina y el Caribe del Comité Internacional de Museología (ICOFOM), dependiente del Consejo Internacional de Museos, creado en 1989 durante la Conferencia General del ICOM.
• UFOP (www.ufop.br) – Universidade Federal de Ouro Preto
Cadernos de História (www.ichs.ufop.br/cadernosdehistoria)
Outros links:
• FFCH-UFBA (www.portal.ufba.br) – Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas
da UFBA – Universidade Federal da Bahia
• Universidade Federal de Pernambuco (www.ufpe.br), Campus Recife (desde 2008)
• UFPA (www.ufpa.br) – Universidade Federal do Pará (desde 2009)
• Capes (www1.capes.gov.br/bdteses)
• Puc-rj (www2.dbd.puc-rio.br/htdig_teses/)
• Puc-sp (www.sapientia.pucsp.br)
• Revista de Arqueologia (www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ra)
• Revista Eletrônica de História do Brasil (www.rehb.ufjf.br)
• Revista de História da Arte e Arqueologia – UNICAMP (www.unicamp.br/chaa/rhaa/)
• Revista de História e de Estudos Culturais (www.revistafenix.pro.br)
• Revista História Hoje (www.anpuh.uepg.br/historia-hoje)
• Revista Museu (www.revistamuseu.com.br)
• Revista Patrimônio: Lazer e Turismo (www.unisantos.br/pos/revistapatrimonio/)
• Saber – USP (www.teses.usp.br)
• Revista de História – USP (www.fflch.usp.br/dh/dhrh)
GLOSSÁRIO:
Acervo museológico – É o conjunto de objetos bi ou tridimensionais com propriedade documental que corresponde ao interesse e objetivo de preservação, pesquisa e comunicação de um museu. O acervo museológico se constitui de bens culturais, de natureza material ou imaterial (móvel ou imovel) e compõem o campo documental de interesse de um museu. É o conjunto de objetos/documentos que corresponde ao interesse e objetivo de preservação e comunicação de um museu.
Coleção – Conjunto de objetos naturais e artificiais – reunidos por pessoas ou instituições – que perderam seu valor de uso, mantidos fora do circuito econômico, sujeitos à proteção especial, em local reservado para esse fim. São objetos/documentos que possuem valores social, histórico e cultural.
Curadoria – Designação genérica do processo de concepção, organização e montagem da exposição pública. Inclui todos os passos necessários à exposição de um acervo: conceituação, documentação e seleção do acervo, produção de textos, publicações e planejamento da disposição física dos objetos. Refere-se também ao cargo ou função exercida por aquele que é responsável por zelar pelo acervo de um museu.
Diorama – Recurso muito utilizado em exposições, consiste em um modelo tridimensional para demonstrar eventos históricos, naturais, cidades etc., ou para representar animais, plantas, paisagens, educação e entretenimento. O termo foi criado por Louis Daguerre em 1822, mas foi Frank M. Chapmam, curador do Museu de História Natural (EUA) que começou a utilizar e popularizar esse recurso no final do século XIX e início do século XX. O diorama é composto por materiais ou elementos em três dimensões, colocados em um fundo curvo pintado simulando um entorno real. A iluminação é utilizada para dar efeitos visuais.
Museal – Aquilo que se refere ao museu. A instituição museística não é apenas um depósito de objetos antigos, raros ou exóticos, muito mais que isso o museu ao longo do tempo transformou-se em uma instituição social e pode atuar para o desenvolvimento individual e coletivo. Os museus utilizam uma variedade de especializações, habilidades e recursos materiais que têm aplicações muito maiores que em seu próprio âmbito. Isto permite aos museus compartilhar seus recursos e prestar outros serviçoes públicos como atividades de extensão. Estes serviços devem ser realizados de forma a não comprometer a missão do museu.
Musealização – É uma das formas de preservar o patrimônio cultural, realizada pelo museu. Essa ação é orientada por determinados critérios e valores e consiste em recolher, conservar e difundir testemunhos da criação humana ou da evolução da natureza. Esse processo pressupõe a atribuição de significados, capaz de conferir ao bem cultural um valor documental ou representacional.
Definição de Museografia – 1921 • Declaração de Caracas – museografia é a articulação da linguagem como meio de comunicação do museu; a linguagem museográfica é ampla, não é verbal, ela está próxima da percepção da realidade e das capacidades perceptivas dos indivíduos; a museografia define o conteúdo e como ele será apresentado; a museografia incorpora vários conhecimentos e técnicas de educação, da comunicação etc.
– Museólogo é o profissional responsável pela administração de museus, de seus
acervos e peças culturais. Profissão criada pela Lei 7.287 de 18/12/1984 e regulamentada
pelo Decreto 91.775 de 15/12/1985.
– Museólogo é o profissional que trabalha com a ciência da museologia, que é
a área do conhecimento dedicada à administração, manutenção, organização e acondicionamento
das peças em museus e exposições. Seu trabalho é pesquisar, identificar, organizar,
conservar e classificar peças de valor histórico e cultural. Esse profissional
trabalha no planejamento e organização das exposições, é responsável por organizar
intercâmbios de peças e acervos e parcerias com outras instituições e organizações
internacionais culturais, sempre visando atrair a maior quantidade de visitantes.
– Para ser um museólogo é necessário que o profissional se interesse por artes,
cultura e história. Outras características interessantes são: capacidade de
organização; capacidade de observação, meticulosidade, facilidade de lidar com
objetos frágeis, metodologia, raciocínio rápido, capacidade de análise, capacidade
de concentração.
– Para ser um museólogo é necessário diploma de curso superior em Museologia,
que tem a duração mínima de quatro anos. O curso ainda é novo no Brasil, e a
maioria da grade curricular é composta de matérias de temas gerais, como história
geral e do Brasil, história da arte, arqueologia, elementos da antropologia,
estética, técnicas básicas de conservação e restauração etc, além das matérias
elementares de museologia.
– Principais atividades do Museólogo: analisar objetos de arte e de valor histórico;
avaliar as condições das peças; acondicionar e garantir sua conservação; organizar
os objetos segundo o tema do museu ou exposição, ou segundo algum critério pré-estabelecido;
administrar um museu ou centro cultural; garantir a manutenção das peças e a
adequação do ambiente às necessidades dos diferentes tipos de peças; organizar
o intercâmbio de peças e acervos culturais com outras instituições ou organizações;
organizar as exposições de modo a atrair a maior quantidade de visitantes.
Fonte: (www.brasilprofissoes.com.br)
Museu – O Conselho Internacional de Museus – ICOM, organização associada à UNESCO, define o museu como uma instituição permanente, sem fins lucrativos, a serviço da sociedade e do seu desenvolvimento, aberta ao público. Nessa definição estão incluídos como museus os sítios e monumentos naturais, arqueológicos e etnográficos; os sítios e monumentos históricos, que adquirem, conservam e difundem a prova material dos povos e de seu entorno; as instituições que conservam colções e exibem exemplares vivos de vegetais e animais – jardins zoológicos, botânicos, aquários e vivários; os centros de ciência e planetários; as galerias de exposição não comerciais; os institutos de conservação e galerias de exposição que dependam de bibliotecas e centros arquivísticos; os parques naturais; as organizações internacionais, nacionais, regionais e locais de museus; os ministérios ou as administrações sem fins lucrativos que realizem atividades de pesquisa, educação, formação, documentação e de outro tipo, relacionadas aos museus e à museologia; os centros culturais e demais entidades que facilitem a conservação, a preservação e gestão de bens patrimoniais, materiais ou imateriais; qualquer outra instituição que possua alguma ou todas as características do museu, ou que ofereça aos museus e aos profissionais de museus os meios para realizar pesquisas nos campos da Museologia, da Educação ou da Formação.
Os museus – enquanto instituições permanentemente comprometidas em comunicar e expor – realizam constante e periodicamente exposições temáticas com suas coleções para interpretação e socialização do patrimônio humano. Em muitos casos, as exposições nos museus são provocadas e realizadas em momentos específicos, quando da realização de projetos, em substituição a ações que deveriam, por princípio, ser continuadas. Isso ocorre, geralmente, por escassez de investimentos financeiros, por reduzido número de profissionais de museus, por falta de espaço e infra-estrutura disponíveis e/ou outros motivos, ou ainda, por uma forma de gestão direcionada para projetos....
Patrimônio Natural – Qualquer bem natural fenômeno ou conceito considerado de importância científica e/ou estética ou valor espiritual para uma comunidade. Os bens componentes do patrimônio natural são as paisagens, formações geomorfológicas, sítios submarinos, rios, cavernas, flora e fauna de uma região. Os monumentos naturais são constituídos por unidades ou grupos de formações físicas e biológicas. As formações geológicas e fisiográficas e as zonas estritamente delimitadas que constituam o habitat de espécimes animal e vegetal ameaçadas. Os lugares naturais ou as zonas naturais estritamente delimitadas. (Recomendação para a Proteção dos Bens Culturais e Naturais. UNESCO, Paris, 1972).
Reserva Técnica – É o espaço físico utilizado para o armazenamento das peças do acervo de um museu, quando essas peças não estão em exposição. A guarda de um acervo exige uma reserva técnica, com condições físicas adequadas, condições climáticas estáveis e condições de segurança apropriadas à conservação das obras.
Tombamento – É um atributo legal dado aos bens culturais identificados como tal, para garantir sua integridade e a perpetuação da memória. Um bem tombado não pode ser destruído e qualquer intervanção deve ser analisada e autorizada por órgãos competentes. Mas o tombamento de bens imóveis não significa desapropriação; o direito de propriedade não é alterado.
Projeto: “SENHORA DA ÁFRICA ou TEMPLO DA MUSA”, Museu Girafídeo – MUG – Museu Girafamania
Desde pequeno sou colecionador da família dos girafídeos: GIRAFAS e OCAPIS – ambos endêmicos do Continente Africano. Especialmente as girafas, eu coleciono absolutamente tudo relacionado a esse belo animal – considerado o mais alto do mundo! Por hobby, prazer e desejo de intercâmbio mantenho um sítio na internet chamado GIRAFAMANIA, criado em 09/04/2003, tenta mostrar as grandes possibilidades que uma coleção temática pode alcançar...
Nessa coleção, com mais de três mil peças, por todos os lados está intrínseca a palavra CULTURA... A grande maioria dos objetos traz uma determinada história, seja mundial ou folclórica... Por isso (ainda outros motivos relevantes) costumo chamar a minha coleção de Museu Girafamania... Aliás, meu maior sonho é montar um museu! Como não tenho possibilidades financeiras para isso, pensei em uma ONG educativa, também porque acho fundamental não cobrar a entrada dos “pequenos” visitantes e agendar escolas para visitação...
Infelizmente (mas a princípio), as pessoas não entendem o valor cultural que há na coleção... Só depois que veem ou escutam algumas das histórias que narro... Portanto, a maioria não acredita em meu projeto (só alguns poucos)... Tenho certeza de meu bom gosto e educação, tanto na montagem, como na disposição e organização de um museu. Material, coragem e fé já possuo, falta o dinheiro e o espaço... Talvez, o fato de ser único no Brasil, alguns fãs e colecionadores podem ser convidados para a inauguração e certamente serão parceiros em doações para ampliar o acervo...
De qualquer forma o Museu Girafamania – MUG se forma para trabalhar, divulgar e promover cultura, educação e lazer às pessoas. O MUG é uma entidade de caráter cultural e educativo, sem fins lucrativos com o intuito de promover a Arte do Colecionismo, sobretudo da Filatelia Temática. O MUG acredita que muito mais importante do que cifras é a cultura, a educação e a integridade das pessoas, independentemente de raça, origem, religião, língua ou posição social.
Sendo parte integrante de uma sociedade, o Museu Girafamania foi criado para lutar por um mundo melhor com dignidade, respeito e conscientização da necessidade de cultura, educação e lazer. Na condição de Museu, o MUG se apresenta sem afinidades políticas, econômicas, partidárias, religiosas, comerciais ou qualquer outra de interesses individuais...
“MUG – MUSEU GIRAFAMANIA”
Desde sempre a girafa é minha musa inspiradora, meu fomento de vida... Buscando a reunião destes sentimentos, assim como de um só lugar para essa morada, encontro o “Museu Girafamania”. Museu porque é conveniente o sentido de novas estruturas na museologia contemporânea, não esquecendo de seu significado original grego: “templo das musas” e razão. “Girafamania” porque alcança toda excentricidade humana de uma coleção temática.
Neste trabalho são utilizados termos e procedimentos museológicos (em sua abrangência máxima) como ferramentas de criação. Costumamos pensar em museu como lugar de acervo e exposições. Mas museus são redes de ações e permitem experiências, interpretações. Com apropriação disso, podemos dizer então que o “Museu Girafamania” compreende e exibe ao público o universalismo girafídeo. Ainda tem como objetivo e possibilita, através de seu formato lúdico-pentagonal, apreciação, cultura e educação, desvendando todo poliedro do animal mais alto da terra: a girafa.
Negócio: Museu
O Conjunto formado pela Missão, Visão e Valores representa a identidade Organizacional... Missão e Visão são instrumentos necessários para definir as estratégias que guiarão as ações da organização como um todo, bem como de cada membro em particular, fazendo com que haja uma convergência de metas e um direcionamento mais eficaz da força de trabalho e dos investimentos.
MISSÃO: Nossa finalidade social declarada e eterna é fomentar (incitar, excitar, entreter; promover o progresso de) o colecionismo temático, oferecer cultura e educação, preservação da memória (histórica), incluir valores (antigo/moderno), constituir, consolidar e ampliar, salvaguardar, comunicar e fazer a diferença pelo acervo museológico...
VISÃO: Nosso sonho (longo, mas mutável por natureza; algo concreto a ser alcançado pelo menos a cada 5 anos) é ser uma instituição referência indispensável no campo museológico sobre colecionismo, superar às expectativas, fazer a diferença pela atuação (um mundo onde todos possam se sentir crianças) para aprender, trabalhar e investir... Nota: A Visão deve ser inspiradora, clara e concisa, de modo que todos a sintam...
Valores: Representam os princípios éticos que norteiam todas as suas ações. Normalmente, os valores compõem-se de regras morais que simbolizam os atos de seus fundadores, administradores e colaboradores em geral...
Diretor Presidente e Fundador do Museu Girafamania, Sérgio Eduardo Sakall
WWW.GIRAFAMANIA.COM.BR
Nota: Instituto é uma associação, agremiação de pessoas, ou organização (instituída pelo governo ou não) criada com propósitos definidos e regras próprias. Geralmente é dedicado à pesquisa de uma ou mais finalidades específicas de caráter artístico, científico, cultural, educacional, filantrópico, político, religioso ou social etc.
Tanto o térreo como o primeiro andar compreendem Exposições Permanentes do acervo do Museu... Já o subsolo é mesclado... Como um Museu Interdisciplinar (aquele que possui diferentes tipos de coleções), abaixo, projeto de organização e sistematização do Museu Girafamania – MUG:
PISO SUPERIOR (com salas mais clássicas, silenciosas)
Departamento Artístico / Universalidade Histórico-cultural – Diretoria / Secretaria
do Museu / Departamento de Coleções e Registro de Obras de Arte (Acervo de Objetos
e Acervo Fotográfico), Departamento de Conservação e Restauração / Departamento
de Documentação e Literatura / Departamento de Investigação e Difusão (realizar
instalações de material anexo que possibilite maior compreensão das obras)...
Museu de Arte – Acervo composto por pinturas (óleos, pátina, litografia, spray, xilogravura), esculturas, desenhos, estampas, novas mídias etc. Objetos mais comuns: quadros, objetos tridimensionais, instalações, fotografias, matérias-primas, instrumentos de trabalho, objetos referentes a determinados artistas etc. As temáticas trabalhadas tratam da produção da obra, do processo histórico e tendências das artes, abordagem biográfica, apresentação dos movimentos artísticos, as características da produção artística e da fruição estética.
Pinacoteca (coleção de quadros, tapeçaria etc.)
Museus com obras girafídeas em Artes Plásticas: “O
Jardim das Delícias” (Bélgica e Espanha),
“A Criação dos Animais”
(Vaticano), Pinturas “Giraffe” e “Fauna” (Geórgia),
“A Floresta” (Colômbia), “O
Jardim do Éden”, “Turco com Girafa”;
Estados Unidos, Federação
Russa, França, Reino
Unido, Suíça
Museu de Arte Sacra – Acervo composto por esculturas, talhas, paramentos, livros litúrgicos, mobiliário, instrumentos musicais, figuras religiosas etc. As temáticas tratam da produção sacra na visão da cultura judaico-cristã, técnicas relacionadas à produção religiosa, coleções e materiais valiosos etc. Os recursos museográficos utilizados são: reconstituições, sonorização, cenários, fotografias etc.
Gabinete Ecumênico – “Arca de
Noé”, Trecho da Bíblia escrita em hebraico: “Zemer”,
Celebração da Igreja Católica: “Girafas
Natalinas”, Pintura Natalina: “Nativité
Tropicale”, Papa
Série Religiões: Outro projeto para ampliar
a parte da coleção que compreende a temática religiões tem, como plano ou intento,
divulgar as religiões através da simbologia de cada uma delas, em formato de
pinturas no lugar das manchas da girafa...
Judaísmo/judeu – Estrela de Davi (hexagrama na bandeira de Israel, símbolo israelita),
Menorá (candelabro de 7 braços), ramo de oliveira
Islamismo/muçulmano – meia lua, lua fina, islâmica, Islã, ramo de trigo
Cristianismo/cristão – cruz, peixe, cálice, pomba
Espiritismo/espírita – cepa da videira (ramo de parreira de uva)
Hinduísmo/hinduísta – flor de lótus ainda em botão, mandala, OM, elefante (Ganesha),
vaca, riscos em torno dos olhos indianos
Budismo/budista – flor de lótus ainda em botão, mandala, ing e iang (chinês)
Museu de Arte Popular – Acervo composto por instrumentos de trabalho, exemplares dos produtos locais, indumentárias, brinquedos, esculturas, pinturas, têxteis, fotografias, multimídia etc. As temáticas são as celebrações e festividades tradicionais ou populares, a produção artística e utilitária dos grupos urbanos e rurais, a produção da cultura material das comunidades afro-brasileira, indígenas, imigrantes, enfim as formas de produção, de técnicas e saberes locais etc. Os recursos museográficos utilizados são: produção de cenários, filmes, fotografias, reconstituição de ambientes, multimídia, painéis, maquetes etc. É importante saber diferenciar uma manifestação popular de uma manifestação tradicional. A qualidade de algo tradicional está representada na sua transmissão de pai para filho, de geração a geração. Sendo assim, uma manifestação popular que conta com dez, vinte anos de existência não pode ser qualificada como tradicional. Ainda que, tanto os aspectos tradicionais quanto as manifestações de nova geração tendem a compor parte do patrimônio cultural.
Nota: A peça folclórica em cerâmica de Pernambuco, talvez seja a girafa mais significativa da arte pop brasileira. Já na área da cultura pop (massa dominada pelo capitalismo), às margens da arte profana, a produção da indústria de brinquedos Estrela dispara com suas girafas de vinil...
Academia (coleção de Arte Brasileira...)
Museus Brasileiros com obras girafídeas – Figureiras
de Taubaté, Mestre Vitalino, Albery,
Palatnik
Artes Folclóricas (tradição popular
/ folclore), arte africana (batique
e tinga), dhokra, matryoshka,
mulher-girafa, origami,
pêssanka, raku,
tatuagem, heráldica (bandeiras, brasões,
Siena, Tanganica); Tapete: “Caça
na África”, Escultura: “Girafa”
(artesão esculpindo em madeira), Escultura: “Girafa”
Museu de História – Acervo composto por mobiliário, armaria, indumentária, fotografias, documentação primária (cartas, atas, certidões, etc), condecorações, medalhas, livros, materiais ideológicos ou narrativos sobre determinados acontecimentos históricos, história de um povo etc. As temáticas dão destaque a determinado evento, período, personagem etc, que é considerado significativo e representativo para a formação social de uma comunidade. Os recursos museográficos utilizados são: reconstituições de cenários, mapas, gráficos, sonorização, painéis, multimídias, filmes e fotografias etc.
O acervo está dividido em: Coleção Egípcia, Coleção Greco-romana, Coleção Italiana, Coleção Francesa, Coleção Inglesa, Coleção Flamenga e Holandesa, Coleção Oriental, Coleção Pré-colombiana e Coleção de Artes Aplicadas, que inclui mobiliário, prataria, tapetes, objetos de arte decorativa, tecidos e vestuário.
Salão Oriental – A primeira girafa da China (1415) / Arte Asiática
Casa da Moeda – Filigranas, Filatelia Clássica (todos os selos ordinários e ex-Colônias), Cartas Patrimoniais, Numismática, Telecartofilia
Biblioteca MUG (1º mezanino) – corredor literário no museu – arte
literária, livro, livro
estrangeiro / Sala dos Imortais (personalidades,
Drummond, Murilo)
Hemeroteca (jornais e revistas), com
Publicações Gerais, Publicações Jornalísticas, Publicações Internacionais: editais,
folhetos, Folder dos EUA, Quênia (animais raros), Portugal, dossiês e portifólios,
periódicos... Niemeyer...
Nota: Sala circular que, simbolicamente, coloca a leitura no centro de um universo
de objetos a serem conhecidos; tal qual a antiga Reading Room no Museu Britânico...
Setor Arte Folclórica Literária / Acervo histórico-cultural (lendas / fábulas
/ ficção / contos) / Seção de Publicações / Catálogo da Exposição; Áreas de
guarda de arquivo histórico e atendimento a pesquisadores
“Gabinete de Curiosidades” (diversos) – cards, cartofilia, eucalol, finearts, Fotografia (Estúdio Fotográfico), gravura, pôster, propaganda / Desenho de propaganda: “Logotipo”
TÉRREO (com muito verde, savana, árvores)
Departamento de Núcleo ou Central / Universalidade Histórico-biológica – Direção
de Comunicação / Gabinete de Imprensa (divulgações) / Seção Protocolo e Eventos
Museu de Ciências Naturais – Acervo composto por animais taxidermizados, amostras vegetais e minerais, amostras de animais conservados em substâncias químicas, animais vivos, esqueletos, instrumentos de precisão, artefatos de determinados grupos culturais etc. As temáticas abordadas tratam da apresentação de espécimes em sistema classificatório taxionômico, da preservação e equilíbrio do meio ambiente, comparações acerca de regiões do mundo etc. Os recursos museográficos utilizados são: reconstituições de meio ambientes, filmes, simulações de animais em seu habitat natural, recursos audiovisuais, fotografias, ilustrações etc. Eles devem permitir que o observador possa estabelecer inter-relações entre o objeto exposto e o ambiente de origem, para isto as peças devem ser expostas contextualizadas, sendo que cuidados devem ser tomados para manter as peças em ambientes ideais com temperatura, luminosidade e umidade controlados.
Museu de Antropologia (Arqueologia, Etnologia e Etnografia) – Acervo composto por fósseis (ossos, plantas, carvão etc), artefatos originários de escavações, móveis, joias, adereços, indumentárias, brinquedos e jogos, armas, instrumentos de trabalho, cerâmicas e objetos em metal, imagens religiosas, objetos relacionados ao universo mítico etc. As temáticas trabalhadas estão relacionadas aos costumes, idiomas, escritas, tradições, entre outros, referentes a grupos pré-históricos e sociedades extintas, grupos sociais, sociedades antigas, afirmação de identidades culturais, questões étnicas, hábitos e costumes etc. Os recursos museográficos utilizados são: cenários, dioramas, painéis, gráficos, fotografias, multimídias, sonorização etc.
Galeria da Evolução ou Darwin (entrada) – girafas,
ocapis e paleontologia
Setor História Natural / Museus de História Natural: Alemanha, África do Sul,
Argentina, Áustria, Bélgica, Botsuana, Brasil, Espanha, Estados Unidos, Federação
Russa, França, Irlanda, Itália, Moçambique, Noruega, Polônia (Sivatherium),
Portugal, Quênia, Reino Unido, República Tcheca
Salão África ou Cofre do Tesouro (coleção)
– origem animal – cêra,
chifre (touradas espanholas), concha, coral, couro, marfim, osso, ovo, taxidermia
– origem vegetal – álbum, acrílico, borracha,
cigarro, colagem, embalagem, folha, látex,
madeira, palha, papel,
plástico, resina,
rolha, silicone, sisal, ráfia, raiz (com imitação de acácia espinhosa que serve
de anúncios na qual os visitantes deixam mensagens...)
– tecido – bordados,
camiseta, crochê, gravata, linha, meia,
pelúcia, tapeçaria, vestuário
– metais – alumínio,
arame, bronze, cobre, estanho, ferro, ímã,
lata, ligas, níquel, ouro, prata,
zinco
– minerais – areia, argila, cerâmica,
cimento, cristal, Swarovski,
fibra de vidro, gipsita, mármore, murano, pedra,
porcelana, rocha, vidro
“Quarto das Maravilhas” / Setor Científico (biologia): formação morfologia, anatomia, estrutura (corpo, pata, cabeça, cornos, língua), altura, tamanho, velocidade, peso / Zooética (indica qualidade, caráter, modo de ser, ritual), Características de Comportamento, Reprodução e Procriação, Vida Social, Hábitos, mimetismo... Setor Herbário Acácia (alimentação), Adaptação Especial (água)
Galeria da Taxinomia ou Lineu / Classificação Científica – Em 1758, através
de sua Classificação Binária ou Nomenclatura Binominal, Lineu “batiza” as girafas
em latim com nome e sobrenome: Giraffa Camelopardalis – nome científico que
as identificam em toda Nação.
– Reino: Animal – Primeiramente classificamos as girafas dentro do reino animal,
por classificação oposta ao reino vegetal.
– Filo: Cordados / Subfilo: Vertebrados – Em filo saem todos os invertebrados,
assim a classificamos como cordada (devido ao cordão no dorso) e vertebrada.
– Classe: Mamíferos – Nesse grupo ficam somente os vertebrados de sangue quente,
cujas fêmeas produzem leite para seus filhotes.
– Ordem: Ungulados – A ordem expressa parentesco mais próximo dentro de uma
classe. Desse grupo saem todos os carnívoros e ficam somente os mamíferos cujos
dedos são providos de cascos.
– Subordem: Artiodáctilos – Artiodáctilos que têm número par de dedos em cada
membro.
– Família: Girafídeos (Giraffidae)
– O nome da família deriva do nome de seu gênero, tipo a que se acrescenta a
terminação “idae”. Constitui a entidade mais alta reconhecida pelas leis internacionais
da nomenclatura. A família ainda pode ser dividida em subfamília e superfamília.
– O nome da subfamília deriva do radical do nome de seu gênero, tipo a que se
acrescenta a terminação “inae”. O selo da República Togolesa (Togo), também
sem picotagem, é o único conhecido que traz inscrita a palavra “GIRAFFINAE”.
– Gênero: Giraffa – Representa o indivíduo. Sua origem é uma unidade coletiva.
E é considerada espécie um grupo de indivíduos semelhantes que se reproduzem
entre si, gerando descendentes férteis.
– A família dos Girafídeos possui apenas duas espécies vivas, isto é dois representantes,
ambos endêmicos ao continente africano: Espécies (Species): 1) Giraffa camelopardalis
– girafa e 2) Okapia johnstoni – ocapi
Loja Girafamania – arte menor, bijuteria, bolsa, bottom e pin, cabide, caneca, dedal, diversos, marcas registradas, Avon, Nici e Nestlé, outros, pé de mouse, porta-interruptor, porta-retrato, prato, relógio / venda dos selos Zoológicos do Brasil / Loja de livros, souvenirs, vídeos, cartões-postais, selos e miniaturas de girafa / Loja virtual
Restaurante – culinária, estabelecimentos públicos (Giraffas, McDonald's), lugares
SUBSOLO (com salas mais coloridas, divertidas)
Universalidade Político-institucional / Informações sobre a Organização Social
/ Contrato de Gestão – O MUG, através da Fundação Museu Girafamania, articula
parcerias com organizações não-governamentais, instituições públicas, iniciativa
privada e sociedade civil com os objetivos de democratizar o acesso à cultura,
promover programas de educação e difundir conteúdos gerados pelo Museu, dentro
e fora do país.
Museu de Ciências e Tecnologia – Acervo composto por peças, documentos e objetos como protótipos, máquinas, projetos, croquis, miniatura, apresentação de séries de produção. As temáticas tratam da apresentação do progresso e evolução de máquinas e equipamentos, de elementos com alta tecnologia; exploração do pensamento lógico e matemático; uso de esquemas referentes à evolução de máquinas e processos tecnológicos etc. Os recursos museográficos utilizados são: cenários, fotografias, objetos manipuláveis, quebra-cabeças, computadores, filmes, simulações etc. É importante lembrar que a cultura local deve estar inserida no contexto das temáticas exploradas com esse tipo de acervo.
MUG em Ação / Departamento Educacional – Setor de Atividades, Espetáculos e Eventos (Serviços Educativos de Ação Infanto-juvenis)
Auditório MUG / Departamento de Obras Audiovisuais (Acervo Multimídia): arte cinematográfica (Mazzaropi – Museu Mazzaropi), televisão (Chaves), Melman (Madagascar – quadra de selos da Áustria) e Popeye, Desenhos Disney (Bridget em Selvagem e o Rei Leão); Hergé / arte dramática e arte musical (CDs, LPs, Xuxa), cinema, fita VHS, teatro
Interatividades (Filatelia Contemporânea):
Salão da Criança (o UNICEF): Pró-Criança, Dia da Criança,
Circo e carrossel, FDC do selo da Áustria
Sala História da Escrita / Dia da Escrita / Patrimônio Oral da Humanidade /
Programa Idiomas em Cena ou Alfabetização – programa que busca interagir a diversidade
das línguas, com Série Alfabetos:
Alfabeto grego entre outros / Esperanto, Libras etc. (Emissão de Certificados
de Participação): Arte Rupestre ou
Arte Naturalista: Arte Saariana, Arte Austral (rupestre
girafídeos), caligrafia, etimologia,
idiomas e línguas / Sala Etimologia:
Camelo e Leopardo (gregos e romanos que inventaram o seu nome)
Salão Amigos do Selo (notas: expo; personagem
Selinho)
Museu do Brinquedo
Brinquedos dos séculos XVIII e XIX (comboios, barcos, automóveis, carros de
pedais, triciclos e trotinetas, aviões, soldados de chumbo) / Brinquedos em
plástico e celulóide – colecionáveis: (Corgi, Kinder
Ovo, Lego, Playmobil, Schleich) / Brinquedos Brasileiros (Estrela,
Gina, Gulliver) / Brinquedos artesanais
ou de madeira (educativo, infantil,
Ostheimer) / Jogos e livros (espaço lúdico / informática) / Quarto ou Casa das
Girafas (Barbie, girafas de pano e pelúcia)
– Departamento de Exposições (Programação)
Exposição Temporária: “Festa da Imigração Japonesa”
Próxima Exposição: “Ano Internacional da Criança”
Exposições Passadas: “Comemorações Filatélicas” (Selos sobre Selos)
Exposições Itinerantes: “Milhões de Girafas nos navios e trilhos da Imigração”
/ “Mãos que Trabalham – Artes e Ofícios Femininos” / “História do Zoológico
do Rio de Janeiro”
– Departamento de Parcerias e Patrocínios / Associação de Amigos
Entidades e Organizações (ONGs), Organizacional / WWF
Casa de Acantonamento (Escotismo)
Caminhada pela Terra deixa “rastros”, “pegadas”...
– Estação Científica (Fundação Girafamania / Departamento de Visitas Guiadas
e/ou Orientadas / Departamento de Autarquias / Serviço de Apoio / Universalidade
Zoológica); Autarquias (entidade autônoma, auxiliar da administração pública):
Autarquia “Zoológicos do Mundo” (conheça as nações do
mundo através dos zoológicos de cada país)
Autarquia “Zoológicos do Brasil” (Consultas de
Lista de Zoos em Terminais / Mapas) e Superintendências Regionais
Presença no País – Os melhores programas culturais ou educacionais muitas vezes nascem de iniciativas locais. Por isso, os escritórios regionais do MUG apoiam técnica e financeiramente projetos em parceria com organizações não-governamentais e governamentais. Localizados nas cinco regiões do país, esses escritórios colocam em prática as estratégias nacionais, apoiam projetos de atendimento direto, mobilizam a sociedade civil e os governos estaduais e municipais para a questão e promovem a criação de políticas públicas locais. O MUG tem um escritório nacional em São Paulo e cinco escritórios regionais sediados em...
– Superintendência Regional Norte: Acre/Rio Branco, Amazonas/Manaus,
Rondônia/Porto Velho, Roraima/Boa Vista, Pará/Belém, Amapá/Macapá e Tocantins/Palmas.
– Superintendência Regional Nordeste: Alagoas/Maceió, Bahia/Salvador,
Ceará/Fortaleza, Paraíba/João Pessoa, Pernambuco/Recife,
Piauí/Teresina, Maranhão/São Luís, Rio Grande do Norte/Natal e Sergipe/Aracaju.
– Superintendência Regional Centro-Oeste: Distrito Federal/Brasília,
Goiás/Goiânia, Mato Grosso/Cuiabá e Mato Grosso do Sul/Campo Grande.
– Superintendência Regional Sudeste: Espírito Santo/Vitória, Minas Gerais/Belo
Horizonte, Rio de Janeiro/RJ e São Paulo/SP.
– Superintendência Regional Sul: Paraná/Curitiba,
Rio Grande do Sul/Porto Alegre e Santa Catarina/Florianópolis.
Ateliê do MUG: Oficina de manutenção (Ex-Campanhas
Publicitárias: Bote o Bicho no Selo... Q tal?)
Curso de férias e assessoria ao professor, uma “conquista girafídea”: Impressão
com micro letras e aplicação de verniz UV sobre os animais (1º Selo Brasileiro
Girafa) = já imaginou instalar uma lente de aumento grande, daquelas de ver
os poros, para poder mostrar o nome científico da girafa que está grafada em
micro letras? Talvez colocar onde se coloca a lâmpada...
– Setor Notícias – CAMPUS (Departamento de Pesquisa / Universalidade Geográfica)
Toponímia: Subespécies
Sala 1 Simpósio “Girafas Ameaçadas de Extinção” (salvar)
Sala 2 Conferência Mundial sobre... (fogo, salvar etc.), Meios de Transporte
Planos ou Relatórios de Atividades, Seminários, Fóruns, Debates e Palestras
promovidos pelo MUG...
Atuação Instrumentos de Preservação / Cursos Apoiados / Futuro, Lançamentos
e Conclusão
Parques e Reservas Nacionais do Continente Africano
/ Turismo / Unesco (conheça as nações africanas através
dos parques e reservas nacionais de cada país)
inter-relações – inimigos naturais: Pássaro, Inseto, Leão (amigos
e inimigos)
Os Comitês Africanos são organizações não-governamentais que atuam na proteção e promovem a preservação da espécie, trabalham para arrecadar recursos no setor privado, estabelecem parcerias, vendem selos personalizados e outros produtos da marca GIRAFAMANIA, entre outras atividades.
Apesar dos Comitês Africanos serem parte da política nacional do MUG, eles possuem características peculiares. Os comitês estão presentes, atualmente, nos 48 países continentais, das 54 Nações independentes que compõem a África (exceto nos seis insulares). Onde atuam como organizações não-governamentais nacionais e independentes...
PS: Como eu sempre “morri de inveja” das tantas siglas e abreviações que o pessoal dos Correios ou de qualquer repartição pública utiliza após o nome, como cargo, Diretorias Regionais, Estados etc, então resolvi começar uma nova etapa de minha vida profissional e política... Portanto, a partir de agora passo a assinar: Sérgio Eduardo Sakall – FUPREDI/MUG//NEC/DR/SPM. Esclarecendo:
FUPREDI – Fundador, presidente e diretor
MUG – Museu Girafamania
NEC – Núcleo de Educação Cultural
DR/SPM – Diretoria Regional São Paulo Metropolitana, que todos dos Correios
já estão cansados de saber os significados... (rs)
06/05/08: Estava fuçando um site sobre girafas e no momento oportuno espero ser convidada especialmente pelo FUPREDI, para a inauguração do MUG que fará parte do NEC da DR/SP/SP. Você realmente veste a camisa dos Correios né Sérgio! Um abraço e tenha uma ótima semana! Lucirene.
Depois que tive a ideia sobre a série religiões acima, apareceram várias e várias similares, com séries compostas por diferentes linguagens, por exemplo; outras listadas abaixo:
Série Datas Comemorativas:
Easter Giraffe – girafa com ovos de Páscoa
Christmas Giraffe – girafa com bolas de Natal
Valentine’s Day Giraffe (Dia dos Namorados) – girafa com corações e/ou beijos
Halloween Giraffe – girafa com abóboras
Dia dos Animais – girafa com desenhos da fauna do mundo inteiro, talvez separada
por Continentes
Dia da Flora – girafa com várias espécies de plantas, com árvores e flores
Dia do Selo Postal – vários selos como manchas – girafe timbre, giraffe stamp
etc.
Dia das Comunicações – girafa com telefones, girafa com miniaturas de TVs, rádio,
antena parabólica, computador
Série dos “bons”: Mandela, Gandi, Madre Tereza...
Série dos “ruins” ou regime de governo: Suástica – Hitler... / Foice e martelo
– símbolos da antiga União Soviética ou do Comunismo
Série Bandeiras: Bandeiras das Nações / Bandeiras
dos Estados Brasileiros
Série Personagens Célebres e/ou
Artistas Plásticos:
Símbolo do Escotismo – Sir Powel / Penny Black
– Sir Hill / Anjinhos – Rafael
Um portrait de uma girafa representando a Monalisa... / Pincéis e palhetas
Série Mitologias:
Mitologia Grega e Romana / Mitologia Nórdica
Mitologia Egípcia – Dia de Bast (deusa com cabeça de gato)
Astrologia – girafa com os 12 planetas
e símbolos astrológicos
Horóscopo Chinês – girafa com os 12 animais: Dragão...
Lendas – girafa com dragões... folclores...
Nota: No acervo deverá conter uma ação (ou mais) que seja da coletividade... pois Netuno, regente do signo de Peixes, é um planeta das ações de massa, das atividades realizadas em conjunto – para esse planeta a união faz a força!
Outros: Série símbolos mundiais diversos como AIDS, campanhas de prevenção (ver no arquivo símbolos)... UD – Utilidades Domésticas... Série ícones representativos da humanidade: Estátua da Liberdade, Torre Eiffel, Torre de Pisa, Cristo Redentor...
Última atualização: 27/02/2012. |