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MÍDIA JORNAL

Outras páginas relacionadas: Artes Gráficas e Cartuns.
Nota: Zoológico do RJ (O Dia)

A imagem abaixo mostra Geraldão e Geraldinho, personagens do cartunista Glauco (1957-2010), filho do sertanista Orlando Vilas-Boas. Glauco e seu filho Raoni Villas Boas foram mortos a tiros em 12/03/2010, durante assalto a sua residência, no bairro de Santa Fé, em Osasco (SP). Ele começou nos anos 70 no Diário da Manhã, de Ribeirão Preto (SP), com a tira Rei Magro e Dragolino. Em 1977, ano seguinte ao qual recebeu uma premiação no Salão de Humor de Piracicaba, estreia na Folha de São Paulo com tiras esporádicas, ganhando espaço diário em 1984. Na Folha, desenvolveu os personagens Geraldão, Casal Neuras, Doy Jorge, Dona Marta e Zé do Apocalipse. Para o público infantil, leitor do suplemento semanal Folhinha, criou o personagem Geraldinho, uma versão teen e light, tanto no traço quanto na temática de seu personagem Geraldão, criado em 1981.

Perfil: Solteiro de trinta anos, mora com a mãe (se desentendem constantemente) e anda pelado pela casa o tempo todo. Bebe, fuma bastante, e sempre que encontra remédios, os toma sem nenhuma distinção. Está longe de ser um personagem politicamente correto. Geraldinho é um garoto maluco por refrigerante, televisão e sorvete que vive com seus amigos inseparáveis – o cachorro Cachorrão e o gato Tufinho. Geraldinho foi inspiração para o nome homônimo de uma girafa macho nascida no Zoo de São Paulo.

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JORNAL HOJE EM DIA – www.hojeemdia.com.br
Belo Horizonte, 08/10/2000, Caderno de Reportagens / Páginas: 20 e 21

“(...) Nessa categoria de coleções incomuns, chama a atenção o trabalho do paulista Sérgio Eduardo Sakall, de 36 anos. Desde os 22 anos, ele coleciona miniaturas de girafas. Hoje, por todos os cantos do seu pequeno apartamento em São Paulo, estão espalhadas 580 miniaturas desse animal. A peça menor tem apenas um centímetro. A maior chega a dois metros de altura.

São feitas de diversos materiais, como madeira, cristal, vidro, porcelana, gesso, ferro, bronze e plástico, entre outros.

Algumas são especiais para Sakall: “Tenho uma girafa feita de osso de camelo, que comprei no Egito; uma banhada a ouro; outra feita em papel cartão, adquirida na Argentina. E tenho também uma feita em camisinha de Vênus, que foi comprada em Amsterdã, na Holanda”, comenta.

A coleção começou há 14 anos, mas a fixação de Sakall nas girafas vem desde o berço, quando ele ganhou de presente da mãe um bichinho de brinquedo. Adivinha qual!

Na infância e adolescência, pais e outros parentes continuaram agradando o garoto com miniaturas do animal africano, ao ponto de ele chegar a possuir umas oitenta peças.

Mas foi mesmo aos 22 anos que Sérgio Sakall decidiu levar mais a sério o seu hobby.

 

(A foto ao lado mostra um autorretrato com parte da coleção, em 10/2002)

Em todas as viagens internacionais que fez ao longo desse tempo sempre trouxe na mala miniaturas de girafa. Nessas viagens, obviamente, fez questão de visitar zoológicos para ver o seu animal preferido. Certa vez, foi parar num safári na África do Sul para observar girafas no seu ambiente natural. 'Não gostei do passeio porque só pude vê-las de longe', conta Sérgio Sakall, que tem ainda como sonho voltar à África, mais precisamente ir ao Quênia, onde acredita que poderá ver as girafas mais de perto.

Sérgio Sakall brinca quando lhe perguntam o porquê desse apego exagerado às girafas: 'Acho que fui uma na outra encarnação. Eu sou magro, alto, tenho 1m90. Pareço mesmo uma girafa'. Depois, tenta uma outra explicação: 'Acho que é pela beleza do animal, o mais alto do planeta. A girafa tem uma elegância como nenhum outro bicho do planeta. Isso me encanta e atrai', completa.”


JORNAL METRÔ NEWS – São Paulo, segunda-feira, 17/11/2003, XXX – 4461

A matéria apresenta a colecionadora de sapos Raquel Gama Silva, a Família Jampolsky e eu. Abaixo, parte da matéria por Wilson Cardozo de Sá. Telefone: (11) 6431-6642.

Objetos do desejo

Capa: “Girafas de todas as formas, até como preservativos, dedais, latas de cerveja, brinquedos. Qualquer objeto pode se tornar a paixão de colecionadores. A taróloga Raquel Gama Silva, por exemplo, adora sapos e os coleciona há sete anos. Além do lado afetivo, o mercado de coleções movimenta US$ 1 milhão por ano no Brasil e, desde 1997, vem apresentando uma grande expansão, graças à Internet. Páginas 8, 9, 10 e 12.”

“O objeto mais colecionado no mundo é o selo. Mas o fotógrafo Sérgio Eduardo Sakall, 40 anos, optou por outro tema. Ele tem mais de 1,5 mil objetos com desenhos ou em formatos de girafas. Elas estão pintadas em ovos de avestruz, em preservativo em formato de girafa, porcelana, vidro, cristal, ouro, prata, madeira, chifre-de-boi, e até osso de camelo. O fotógrafo perdeu as contas de quantidade de fotos de girafas que possui. Sakall disse que iniciou a coleção com 20 anos. Ele criou um portal sobre girafas com o intuito de dar dicas de como colecionar. 'Fui uma girafa em outra encarnação', ressaltou Sakall. 'Essa é a única explicação para o amor que sinto por elas', brincou, acrescentando que tem até uma tatuagem com o animal...”


JORNAL DO COLECIONADOR
Rua Dep. Arnaldo Faivro Busato, 380 – Urano, Afonso Pena
CEP: 83045-000 – São José dos Pinhais (PR)
petersellos@hotmail.com – papirusart@yahoo.com.br

Publicado na internet por Pedro Brasil Junior (ABRAJOF: 255), em www.parana-online e também enviado para endereços eletrônicos o Jornal do Colecionador Eletrônico trouxe a indicação de GIRAFAMANIA, em sua Edição de número 02 (22/04/2005) – página 3, seção: Aqui, alí, acolá... (Filatelia, cartofilia e outros hobbyes):

“Girafamania é o site do colecionador e pesquisador Sérgio Sakall, que reúne tudo a respeito das girafas, trazendo fotos, selos, moedas e outras curiosidades. Se você também é fã do camelo pardalis (nome científico da girafa), de um 'pulinho' no seguinte endereço: www.sergiosakall.com.br/girafamania”

Publicado novamente na Edição 03 – Maio/2005; Veja em www.parana-online.com.br as edições semanais do Jornal do Colecionador em sua versão impressa. Circula aos domingos no Jornal O Estado do Paraná.

25/03/08: Jornal do Colecionador Informa, Amigos! Desde o dia 24 de fevereiro não estou mais assinando o Jornal do Colecionador nas páginas de O Estado do Paraná. Aproveito para agradecer a todos pelo incentivo, pelas colaborações e por tudo o mais. Em contrapartida, o JORNAL DO COLECIONADOR segue sua trajetória, por enquanto, num blog com o mesmo título e futuramente num site especializado. Agradeço de antemão pela visita de vocês e aviso também que já temos novidades por lá. Colaborações, sugestões, tudo será benvindo. Participe! www.jornaldocolecioandor.blogspot.com, Pedro Brasil Jr (petersellos@yahoo.com.br). Nota: Em seguida, pedi uma divulgação sobre a mostra em Curitiba; entretanto não respondeu... Veja abaixo...


“O FILATELISTA”
Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos – ECT; Diretoria Regional do Paraná DR/PR
Seção de Filatelia – Gerência de Vendas no Varejo – SFIL/GEVAR/DR/PR
Rua João Negrão, 1251 – Bloco I – 2º Andar – Rebouças, Curitiba – Paraná (PR) – CEP: 80002-900
Telefone: (41) 3310-2559 (jornalfilatelista@correios.com.br)

O FILATELISTA – ano XI – número 5 – Agosto/Setembro de 2005 (recebido de Seme, em 03/11/05)
Página 3, seção Filatelia na Internet (www.sergiosakall.com.br):

“Para quem coleciona selos da temática girafas, uma boa opção para aprender mais sobre a família dos girafídeos é a home page do colecionador e fotógrafo Sérgio Sakall. Com duas seções principais, sendo uma dedicada a fotografia e outra ao colecionismo, onde apresenta os selos emitidos em vários países, além de muita informação sobre esses animais. Um site completo em termos de colecionismo.”


07/12/2007 – Ontem, recebi a minha “nova coleção” e a devolução do envelope... AMEI O CARIMBO! Maravilhoso! Nota: recebi de presente 10 exemplares da coleção “O Filatelista”, ano XIII, desde a Edição de Férias, número 11 (dezembro 2006) até o número 10 (outubro de 2007).

09/12/2007 – Lendo os 10 exemplares que recebi, os quais continuo elogiando, pude perceber em um deles um fato que me chamou a atenção... Na seção “Os primeiros selos”, que informa sobre a HISTÓRIA POSTAL DA ETIÓPIA (Filatelista número 7, Julho/2007), por um acaso, tanto a imagem do selo como o pequeno texto são do site GIRAFAMANIA?

10/12/2007 – São sim, e o grande furo é que saiu sem o crédito. Eu estava torcendo que ninguém notasse (especialmente você, vê como creio nos impossíveis?) Mas não é acaso, não. Eu realmente frequento seu site e encontro sempre assuntos interessantes e pertinentes, e especialmente fácil de entender, navegar, e aí não dá outra... Posso continuar contando com sua cumplicidade (agora voluntária)? Mesmo porquê, ainda não pesquisei tudo... e o “google” acaba me direcionando para o seu site, mesmo quando faço buscas bem genéricas (você tem de tudo ali, não é mesmo? – futebol, história e – pasmo! – até filtatelia... – risos)... Até os quebra-cabeças eu andei tentando, pena que ainda não tenho internet em casa – gostaria que meu filho visse especialmente aquele texto sobre o goleiro Gilmar (meu sogro foi um grande fã do jogador e o resultado é que tenho dois Gilmares em casa – o mais velho foi goleiro de futsal no colégio e o Júnior tem feito algumas tentativas... – você não imagina o tamanho das manchas roxas com que ele aparece em casa)...

26/02/2008 – Outra coisa que eu fiquei pensando ontem: se você quiser fazer uma série com as informações do seu site ou outras que você tenha garimpado e queira publicar, seria ótimo para “O Filatelista” (e lógico, para mim também, que ganho em qualidade e critério – além de estabelecer uma parceria que agrega valor ao meu trabalho). Eu nem sempre tenho condições de refinar uma pesquisa, com conhecimento e com controle dos resultados, da forma que você faz (falta a vivência na área). Só te pediria uma certa liberdade para adaptar o texto e imagem em função do espaço disponível na nossa publicação. Não deixaria sair sem citar a fonte, claro. Topas?

27/02/2008 – Em relação ao Filatelista, funciona assim: eu tenho algumas colunas mais ou menos fixas:
– o espaço do leitor
– a agenda (relaciona as datas comemorativas)
– Como Colecionar Selos (é a parte em que tentamos ser um pouco mais didáticos)
– Lançamentos Filatélicos (aqui vem o selo lançado no mês com a imagem e os dados do edital)
– Primeiros Selos (é onde eu mais garimpo assuntos de seu site – tanto imagens como texto)
– Especial (na última página – desde que assumi o jornal tenho relacionado o assunto às datas comemorativas, especialmente as menos “famosas” ou incomuns, mas sempre buscando dar uma ênfase maior aos selos brasileiros)

Pelo que já conversamos e o que vejo no seu site, você teria condições de palpitar várias dessas colunas (a ideia sobre o Mazzaropi, por exemplo é ótima, dá para fazer um especial e seria bacana colocar num Filatelista de janeiro ou setembro, pois ele só lançava seus filmes nestes meses) – eu tenho uma pasta só de selos do cinema brasileiro, que ainda não pude publicar! Cada uma das outras histórias, por si já dá um especial bem bacana. Os selos antigos, você tem material para várias publicações, praticamente pronto... e assim por diante.

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JORNAL DA ESCOLA ESTADUAL MIZUHO ABUNDÂNCIA...
Publicação no “Jornalzinho” da E.E. Mizuho Abundância, fundada em 1961, em São Bernardo do Campo (SP)
Ano / São Paulo, março de 2008 / Número / Páginas:

22/02/2008 – Cintia Moreira (plutts@uol.com.br): Meu nome é Cintia e também tenho o hábito de colecionar, porém coleciono postais e albúns de figurinhas. Suponho que seja algo muito mais fácil do que colecionar girafas. Edito um jornal da escola e nossa tiragem é de 1000 exemplares/mês. No próximo mês uma das matérias do jornal é a arte do colecionismo e pesquisando sobre tipos de coleções na net encontrei a sua de girafas. Achei interessante incluir sua coleção na matéria e para isso gostaria que me respondesse algumas perguntas que estarão logo no final desse e-mail. Além das perguntas, também desejaria, se possível, que me enviasse uma foto da sua coleção. Contanto com sua disposição e participação, agradeço sua atenção.

26/02/2008 – Olá Sergio, com certeza quando sair nossa edição envio um exemplar para você. Mais uma vez, muito obrigada. Abraço. 02/07/08: Por favor, penso que já saiu a publicação... não vais me mandar um exemplar?... (não me respondeu...)

1 – Quando, como e porque começou colecionar girafas? – Desde criança, pois eu tenho a minha primeira girafa de plástico, a qual ganhei de minha mãe quando tinha menos de 1 ano de idade. Porque eu amo o animal desde que eu visitava o zoológico de São Paulo ainda criança. Daí, comecei a juntar peças sobre girafas pelo apreço que sentia em relação ao animal. Depois, com o tempo, conheci o colecionismo temático e, então, fui “promovido” de juntador de peças a colecionador de verdade (eu tinha, aproximadamente, 20 anos nessa época; hoje, tenho 43).

2 – Quantas girafas possui atualmente? – Tenho, aproximadamente, 2.500 peças (objetos), mais uns 500 selos postais do mundo todo, uns 200 cartões-postais, 60 cartões telefônicos, umas 50 cédulas de países africanos, alguns quadros com pinturas, desenhos e pôsteres etc. Desde que criei o site GIRAFAMANIA em 2003, eu posso dizer que a minha coleção dobrou! Eu recebo muitas informações sobre os girafídeos... Se antigamente as pessoas ligavam para me avisar de uma “certa girafa”, por exemplo, hoje, as pessoas mais chegadas ainda ligam, entretanto recebo e-mail do “mundo” informando sobre o mesmo evento... Assim, não há como “perder” a estreia de um filme, por exemplo... Então assisti “MADAGASCAR”, com a girafa Melman (DreamWorks, 2005) e “SELVAGEM”, com a girafa Bridget (Walt Disney, 2006)... Os personagens de Selvagem foram confeccionados em diversos materiais (plástico, pelúcia) e se transformaram em peças promocionais distribuídas pela rede McDonald’s – ganhei um monte de presentes nessa época... (risos)

3 – A sua girafa mais antiga é de que ano? – Antiga em que sentido? Se for o objeto que estiver comigo há mais tempo: é aquela girafinha que ganhei de minha mãe no ano em que nasci, em 1964. A peça é de plástico flexível, um brinquedo típico para bebê levar à boca. – Se for a peça mais antiga que tenho na coleção: uma série de selos postais emitida em 1901, por Niassa, uma ex-colônia de Portugal que é, atualmente, um distrito da República de Moçambique.

4 – Qual a sua maior e qual a sua menor girafa? – A maior peça que tenho na coleção (uma girafa de madeira em estilo ilha de Bali, na Indonésia, adquirida no Guarujá) é um pouco (uns 15 centímetros) mais baixa do que eu, cuja altura é de 1,92 centímetros. A menor peça é uma bijuteria, a girafa está em pé e decora um brinco de metal, com 1,3 centímetros, foi presente de uma amiga... Entretanto a menor peça cuja imagem da girafa está sentada há um empate, pois ambas têm 2,1 centímetros: a) uma delas é outra bijuteria – um pingente de metal que decora um colar, o qual veio dentro de um porta-joias com design no mesmo estilo (girafa sentada), adquirido em Portugal; b) já a outra peça é um brinquedinho de plástico que veio de brinde quando comprei uma girafa-robô de um cara que mora em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul (RS). Acrescento que procuro patrocínio para adquirir uma em tamanho original, de preferência viva com 6 metros de altura (risos), e ainda que tenho desenhos e pinturas sobre girafas com apenas 1 centímetro!

5 – Sua coleção conta com girafas de quais países? – Eu mesmo adquiri e trouxe peças para a minha coleção de girafas de 24 países: África do Sul, Alemanha, Argentina, Áustria, Bélgica, Chile, Egito, Eslovênia, Espanha, Federação Russa, França, Guiana Francesa, Holanda, Hungria, Itália, Moçambique, Paraguai, Peru, Portugal, Quênia, República Tcheca, San Marino, Suíça e Tanzânia, além de diversos “cantos” do Brasil, claro. Com os milagres da tecnologia “www”, tenho exemplares que ganhei de presente e, também, de inúmeros contatos feitos através de e-mail, por leilões da internet, sobretudo na aquisição de selos, de vários outros países como Canadá, Belarus, Estados Unidos, Hong Kong, Lituânia, Reino Unido, entre outros. No Brasil, encontrei peças em diversos “cantos” de 18 Estados e do Distrito Federal.

6 – O que é mais difícil numa coleção de girafas? – Penso que o mais “chato” é o dia da faxina... (risos) Mas o difícil mesmo, seja em qualquer coleção, é o espaço físico necessário para organizar e deixar tudo apresentável, ainda mais para quem mora em um “apertamento” igual ao meu em São Paulo...

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Segunda-feira, 7 de abril de 2008, SELOS QUE SÃO “O BICHO”
http://jornaldocolecionador.blogspot.com/2008_04_01_archive.html
Postado por Pedro Brasil Jr, blogs: Guardião do Portal e Jornal do Colecionador (jornaldocolecionador.blogspot.com)

Os Correios já fizeram circular uma bonita sextilha para destacar os zoológicos brasileiros e o fato interessante é que estes selos foram escolhidos através de votação popular. Tal atitude bem demonstra o quanto os Correios trabalham para exaltar a nossa filatelia e, ao mesmo tempo, interagir com todos os que praticam filatelia ou que simplesmente admiram esta arte.

No dia 4 de abril por exemplo, aconteceu em Curitiba um novo lançamento da peça em evidência para assinalar a entrega das novas obras realizadas no Zoológico Municipal de Curitiba e entre elas, a nova Casa das Girafas. O evento contou com a presença de inúmeras autoridades entre as quais, o Diretor Regional dos Correios no Paraná, Sr. Itamar Ribeiro; o vice-prefeito de Curitiba, Sr. Luciano Ducci; o Diretor do Zoológico de Curitiba, Sr. Marcos Traad entre outros. Já no local, até o próximo dia 13, estará acontecendo na Casa de Educação Ambiental a mostra filatélica “um quadro”, intitulada “Selo Girafa na cidade de Curitiba” e “Eu coleciono Girafas, e você?”, ambas gentilmente cedidas pelo filatelista Sergio Sakall, um grande amante das girafas que inclusive criou um site especializado no tema. Para visitar, acesse www.girafamania.com.br

O Jornal do Colecionador agradece desde já a Terezinha F. Sobiaray pelo convite ao evento citado e também ao Sérgio Sakall por todos os importantes préstimos com relação ao incentivo à filatelia e demais modalidades do colecionismo. Ao público em geral, fica o convite para que neste final de semana façam uma visita ao Zoológico Municipal de Curitiba e, ao mesmo tempo que poderão observar as obras de melhorias e se encantar com os animais lá preservados, poder também conhecer um pouco mais sobre filatelia através dos quadros lá expostos.


O FILATELISTA – ano XIV – nº 4 – abril de 2008, Página 4

Recebi uma correspondência de Curitiba, enviada de Lucirene para Vera, com um bilhetinho pedindo a gentileza de me entregar, que me trouxe dois exemplares de “O Filatelista” (Boletim Informativo de Curitiba) com o selo Girafa e carimbo de 1º dia, presente de João Alberto. Na capa do informativo: Girafas de Curitiba ganham casa nova em evento filatélico! Com foto que tirei das girafas em frente a nova casa ao lado da imagem da sextilha...


08/10/2008 – Bruna Carolina F. Braz (bbraz@band.com.br): Entrevista Jornal da Metodista. Sou repórter do Jornal da Metodista. Estou fazendo uma matéria sobre colecionadores. Em uma busca rápida pela internet vi que você coleciona girafas. Gostaria de fazer uma rápida entrevista com você, além de algumas fotos com a coleção. Aguardo retorno e agradeço desde já a atenção. Terraviva... Universidade Metodista de São Paulo (www.metodista.br)

10/10/2008 – Vc não disse como pretende fazer tal entrevista... Só recebo pessoas (que desconheço) em casa para ver a coleção através de indicação de outro colecionador, como já aconteceu diversas vezes... Se for por e-mail, é só perguntar que eu escrevo as repostas, ok?! Bruna, teria alguma forma de “conduzir” a entrevista para um campo religioso...? Assim eu nunca fiz... Aguardo retorno.

10/10/2008 – A princípio gostaria de fazer a entrevista pessoalmente para poder fotografar você e sua coleção, mas se você não puder ou quiser, podemos fazer por e-mail mesmo. Sendo assim, eu pediria a gentileza de mandar fotos em alta resolução para ilustrarmos a matéria, que será para o jornal impresso da Metodista. A pauta seria apenas sobre coleções inusitadas. Por isso, a entrevista não terá nenhum viés religioso. Se você puder passar o seu telefone, será melhor para combinarmos certinho. Abs.

13/10/2008 – Agradeço muito por seu interesse, entretanto não estou interessado em participar. Abs.


17/11/2010 – Thaís Pacheco (thaispacheco.mg@diariosassociados.com.br): Caro Eduardo, Como vai? Estou fazendo uma matéria sobre colecionadores e gostaria de conversar com você. Além da sua coleção, pelo que pude perceber em seu site, você tem mania de curiosidade, né? hehehe Você me passaria seu telefone e um horário ideal para fazermos a entrevista? Amanhã (quinta, 18/11), entre 10h e 17h estarei na redação. Se você puder me atender nesse período, agradeço! Um abraço. Telefone: (31) 3263-5122.

18/11/2010 – Olá Thaís! Curioso, eu?! Imagine... normal... (rs) Só aceito dar a entrevista se as girafas (Rafiqui, Zola e Ana Raio) da Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte ilustrarem a capa do jornal! (rs) Adoro seu Estado! Já tive a oportunidade de conhecer muitas cidades... Aliás, Minas Gerais, é coalhada de histórias “girafídeas”... Veja se não: Sabia que a girafa fêmea, mineira, chamada “Ayana” é a companheira de Gylmar – girafa macho que Girafamania é “padrinho”? Guimarães Rosa admirou “sobretudo a girafa” nos zoológicos de Londres, Rio de Janeiro, Hamburgo e Paris... Penso que todas aquelas foram “girafas-roseanas”... Drummond escreveu a crônica “A solidão do girafo” – Jornal do Brasil, 09/05/1981; além de assinar a obra: “Rick e a girafa”. Só sinto por Aleijadinho não ter esculpido o animal... (rs) Hoje, 18/11, por coincidência estarei em casa das 15 horas em diante... Nota: Ela ligou no horário indicado e foi bem divertido o papo.

18/11/2010 (tpacheco @ gmail.com) – Oi Sérgio, Você me manda o selo? Vamos tentar colocar lá? Brigadíssimo mais uma vez! Nota: Enviei a imagem do selo em alta.

26/11/2010 – Olá Sérgio! Recebi sim, me desculpe a demora em responder. A matéria das coleções ainda não saiu. Acabamos postergando pq achamos que as coleções não estão batendo – uma de arte, outra de girafas, outra de bonsai. Um fala de filosofia de vida, outro de conhecimentos gerais, outro de artes plásticas, enfim... Ainda vamos pensar como resolver essa pendenga. Mas pode deixar que se ela sair, quando sair, eu te mando o PDF! Se mesmo assim você ainda quiser saber onde vende o Estado de Minas em SP, eu descobri duas bancas: aquela em frente ao shopping Iguatemi e a banca do aeroporto. Mais uma vez agradeço sua ajuda (e a rapidez em me ajudar – inversamente proporcional à minha em te responder) hehehe Vamos nos falando. Um abraço.

Jornal Estado de Minas – Caderno de Cultura – www.estaminas.com.br


04/09/2013 – Amanda Ivanov (ivanov.amanda @ gmail.com). Assunto: Entrevista – colecionad​ores. Oi Sérgio, tudo bem? Sou da Gazeta do Tatuapé e estou fazendo uma matéria sobre colecionadores. Gostaria de saber se você pode me conceder uma entrevista. Aguardo seu contato. Obrigada. | 05/09: Claro Amanda; sobretudo pelo jornal em que trabalha há cerca de 6 meses... Quantos colecionadores compreenderão tal matéria? As girafas são bem grandes, portanto quero destaque para elas na primeira página; ok?! (rs) O senhor Pedro Abarca ainda trabalha por ai? Meu telefone... | Amanda me ligou no dia 5 e nós marcamos a entrevista para terça-feira, dia 10/09/2013, às 15 horas... 10/09/2013 – Sérgio, aguardo as fotos. Adorei o site! Vi no seu currículo que você estudou no Bandeirante. Eu e o Kauê também estudamos lá, que coincidência legal! Hehehe. Beijos e obrigada. 11/09/2013 – Olá Amanda! É verdade também estudei lá... Aliás, fiz uma exposição no salão de lá sobre a África do Sul... Ah! Também levei algumas peças para decoração... aquelas grandes de madeira... (rs) Nossa faz tanto tempo que não apareço por lá e nem sei do Luiz... A foto que estou com o Gylmar no Zoo de Itatiba foi tirada em 14/02/2010. Eu com 3 anos, em 1967, no meio de brinquedos e a girafa de vinil da Estrela. A foto P&B, tirada em 1968, estou segurando a girafa de vinil da Estrela ao lado de meu irmão no balanço. Estou enviando também a foto daquela madeira com uma girafa pintada (pendurada na parede) que você gostou... A foto mostra a artesã Mary, em sua banca na Feira da Sustentabilidade que acontece aos sábados à noite, em Fernando de Noronha – Pernambuco. Em 03/09/2011 ela pintou uma girafa em acrílico sobre madeira, cujo objeto lenhoso flutuou pelo Oceano Atlântico, sabe-se lá por quanto tempo, até estacionar na Praia do Leão, onde o objeto foi apanhado, posteriormente preparado e reciclado pela artista... Obrigado. Beijos e inté.

Gazeta do Tatuapé – Zona Leste
Ano XXXIX – Edição 1.974 – 15 a 21 de setembro de 2013
Destaques Especial Tatuapé 344 anos – Página 15
Carmen, Disney, Girafas e grandes coleções
Postado por Amanda Ivanov 14/09/2013 3:50:37 AM
http://gazetavirtual.com.br/carmen-disney-girafas-e-grandes-colecoes/
http://gazetavirtual.com.br/edicoesvirtuais/gt/1974/#15

Quem nunca pensou em colecionar algo? Apesar do anseio, poucos conseguem seguir nesse caminho e juntar uma porção de objetos que fazem parte do mesmo segmento. Aqui no Tatuapé descobrimos colecionadores que possuem verdadeiros acervos com histórias de vida, sonhos e vontades que ainda estão por ser realizadas.

CARMEN MIRANDA – “Em meados de 1980 / 1981, eu estava na escola SENAI e na hora do recreio estava passando um filme na sessão da tarde. Vi uma mulher dançando cheia de coisas penduradas na cabeça. Aí sai da escola com aquilo em mente e quando cheguei em casa perguntei pra minha mãe, quem era aquela mulher que dançava no filme, e ela me respondeu: ‘é a Carmen Miranda, atriz e cantora da minha época’. Desci para o porão que era uma sala de música e não achei nenhum disco dela. Voltei perguntar a minha mãe onde poderia encontrar e ela me recomendou o Centro da cidade. Foi aí que eu encontrei o primeiro disco, que foi o início da minha coleção”, conta Ricardo Kondrad, tatuapeense desde que nasceu e um dos maiores colecionadores de objetos da cantora no Brasil.

FAMÍLIA MIRANDA – Daí por diante, Ricardo conheceu outros colecionadores e começou a adquirir muitas coisas da cantora. “Conheci um senhor no Pátio do Colégio que tinha muitos discos, partituras, conheci outros colecionadores e fomos trocando figurinhas por muitos anos. Até que em 1985, quando fazia 25 anos de sua morte, fui visitar o museu dedicado a ela no Rio de Janeiro e conheci a família dela”, lembra. Ele conta que o irmão de Carmen Miranda, Amaro Miranda, já tinha ouvido falar do fã e colecionador e na ocasião, o apresentou para a outra irmã e atriz, Aurora Miranda. “Quando eu a vi eu não tive reação. Imagina você ver a atriz que dançou com o Pato Donald, com o Zé Carioca, que contracenou com a Carmen em ‘Cantoras do Rádio’, eu fiquei muito emocionado, gelado”, disse. Depois do primeiro encontro, sempre que ia ao Rio de Janeiro para visitar o museu, Ricardo ficava hospedado na casa de Amadeu Miranda. Ele tem muitas fotos que registram esses momentos.

ACERVO – Sua residência se transformou em um verdadeiro museu com muitas fotos, discos, imagens, além de objetos pessoais, como sapatos e a bolsa que pertenceu a Pequena Notável. “Tenho mais de 70 revistas, 32 LP’s, 47 CD’s, 104 discos 78 rotações, todos os DVD’s, filmes e documentários”. Quando trabalhou no Diário Popular na década de 1990, Ricardo conta que separava apenas o dinheiro para a condução e deixava seu salário na banca de revistas antigas em frente ao local, no Centro. Além disso, Ricardo contribuiu com a gravação do documentário inglês ‘Bananas Is My Business’, gravando músicas de Carmen Miranda tocadas em seu gramofone, que eram encaminhadas através de fitas para a produtora na Inglaterra. Com 33 anos de coleção, Ricardo foi curador de exposições realizadas no Memorial da América Latina, no Centro Cultural de São Paulo, no Teatro Brasileiro do Comércio, entre outros lugares. Vários veículos de imprensa visitaram o acervo do colecionador, que virou referência no Brasil. Ricardo conta que juntou todos esses objetos “para que a cantora não fosse esquecida com o passar dos anos” e diz que não pretende aumentar sua coleção, mas sim, fornecer o acesso aos pertences a todos os fãs, em uma possível negociação com o museu no Rio de Janeiro.

WALT DISNEY WORLD – A primeira vez que foi visitar a Disney, nos Estados Unidos da América, em 1996, Cristian Abulquerque, que mora no Tatuapé há 21 anos, se apaixonou pela beleza e encantos do mundo mágico. “Eu comprei vários bonecos achando que nunca mais voltaria para aquele lugar maravilhoso, fui até barrado pela alfândega. Depois paguei a cota e trouxe os meus bonecos para Brasil”, assim, começou sua coleção que atualmente tem mais de 6 mil bonecos: personagens da Disney, Warner Bros e Barbies. Depois da primeira viagem, ele conta que vai de duas a três vezes ao ano para o mundo mágico. “Já percorri por todos os circuitos da Disney, de Orlando, Los Angeles e o de Paris, na França”.

CONTOS E FIGURINHAS – Desde criança, o colecionador sempre gostou de histórias da Disney. No início, tinha uma coleção pequena, com poucos bonecos. Os álbuns de figurinha eram os pertences mais acessíveis. “Na minha infância não tínhamos bonecos porque não existiam muitos modelos e financeiramente também era complicado. Por isso, eu colecionava álbuns de figurinhas com os personagens da Disney”, ressaltou Cristian. Quando adolescente, começou a trabalhar aos 15 anos se vestindo como He-Man, para animar festas infantis. “Depois fui palhaço, príncipe… transformava todos os contos de fada em peças teatrais durante as festas”, lembrou. Ele diz que tem vários bonecos preferidos, mas gosta muito do Bisonho, o burrinho da turma do ursinho Pooh, “todos que tiver dele, eu compro!”.

GIRAFAMANIA – Desde bebê, quando ganhou sua primeira girafa de brinquedo da marca Estrela, Sérgio Sakall, morador do Tatuapé, tem apreço pelo mamífero africano. “Gosto de bicho desde sempre. Durante a minha infância e juventude, eu ia bastante em zoológicos, e na adolescência eu comecei a adquirir objetos de girafa, tinha 19 peças. Com 20 anos eu conheci o colecionismo, aí entendi o que significava, tipos diferentes de objetos, de materiais, de telas, selos postais, moedas, cédulas, e fui começando a comprar”, contou o criador do site Girafamania, que se tornou um verdadeiro especialista no assunto. Conheceu o mundo e descobriu que os países França e Alemanha são os que mais possuem objetos em forma do bicho pescoçudo. Sua coleção possui mais de 3 mil peças composta por objetos em cerâmica, madeira, resina, quadros, telas, selos postais do mundo inteiro, cartazes, brinquedos, peças em cristal swarovski e até um preservativo em forma de girafa, que trouxe de uma viagem que fez para a Holanda, entre muitos outros objetos.

SELO – Sakall foi o idealizador do primeiro selo postal estampado com girafas no Brasil. Ele conseguiu homenagear a região Centro-Oeste com o animal mais votado, em 5 de outubro de 2007. Fotógrafo, ele clicou as girafas da subespécie girafa-masai, cujo nome científico é Giraffa camelopardalis tippelskirchi, flagradas originalmente na Reserva Nacional Masai Mara – República do Quênia, em agosto de 2002.

GYLMAR – Depois de muitos anos tentando apadrinhar seu animal preferido, em 2008, Sakall conseguiu adotar a girafa Gylmar, batizada em homenagem ao goleiro do time do Santos, Gylmar dos Santos Neves, morto em agosto deste ano. “Como eu sei muito sobre girafa, resolvi batizar meu afilhado com o nome do goleiro que tinha o apelido ‘girafa’.Todo mundo adorou, até o Santos Futebol Clube fez uma matéria sobre a homenagem”, disse. Devido uma complicação no estomago, a girafinha Gylmar veio a falecer dois anos depois da adoção. “Fiquei triste, mas via que ele era muito comilão, até comentei com a bióloga do zoológico que ele deveria ter algum problema”, lembrou. Atualmente Sakall não tem adquirido novos objetos para coleção e diz que pretende deixá-las como estão. Sempre que pode, gosta de pesquisar e escrever sobre o animal e viajar pelo mundo.

18/09/2013: Sérgio, tudo bem? Segue o link da Gazeta com a sua participação na matéria sobre “Colecionadores” (http://gazetavirtual.com.br/edicoesvirtuais/gt/1974/). Envio também uma notícia sobre a escolha do nome do filhote de girafa que nasceu no Zoo aqui de SP. Mais uma girafinha pra você visitar, o Girafales. Hehehe. Beijos.

19/09/2013: Obrigado Amanda! No domingo mesmo eu vi o jornal; depois vi pela internet em outro link... Ah! Agradeço também pela notícia do Girafales; espero que ele sobreviva, pois o último filhote nascido em 2011 morreu antes de completar 1 ano... Aliás, desde 2011, no outro concurso, torço para o nome Rafiki (que significa amigo) vencer na votação, mas novamente Rafiki ficou na terceira posição... Sendo assim, “Girafales” em primeiro lugar, desejo que ele se torne o altíssimo “Professor Inocêncio Girafales” do zoo de Sampa (meu personagem preferido do seriado do Chaves) e inspire algo de bom às crianças... uma vez que aquele protagonista é trabalhador, sonhador, amável, romântico e vaidoso de suas capacidades cerebrais... (rs)

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Última atualização: 19/09/2013.
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