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Família: Bovidae
A palavras gregas “Tragos” e “elaphos” significam, respectivamente, um carneiro e um cervo – combinação referente a um antílope.
Gênero: Tragelaphus spp. (Blainville, 1816), penso que temos 7 espécies e algumas delas com subespécies. niala, niala-montanhês, bongos, cudu-lesser, golungo, sitatunga e grande-cudu
NIALA
1. Tragelaphus angasii (Gray, 1849) – niala, inhala (Moçambique) / Nyala
Nota 1: Angasii com sulfixo “ii” referente ao explorador, artista e zoólogo inglês George Francis Angas (1822-1886), que desenhava ilustrações de vários animais na África do Sul, em 1846. Nota 2: Livro “The Natural History of Nyala”, Tragelaphus Angasi (Mammalia, Bovidae) in Mozambique, by José L. P. Lobão Tello and Richard G. Van Gelder (1975).
Abaixo, dois selos da série SAPOA que mostram o niala – animal-símbolo do Malauí e do Zimbábue!
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NIALA-DA-MONTANHA
2. Tragelaphus bustoni – niala-montanhês / Mountain Nyala (nota: Zoo BSB)
BONGO
3. Tragelaphus eurycerus (Ogilby, 1837) – bongo / Bongo (mostrado
no “card”)
Tragelaphus eurycerus eurycerus – bongo-d’oeste ou bongo-das-terras-baixas
Tragelaphus eurycerus isaaci – bongo-do-leste ou bongo-da-montanha
(vive na Floresta Aberdare,
por exemplo)
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Bongo é um nome nativo africano... A palavra “eurycerus” significa “eurus” largo e “cerus” do grego “keras” que significa chifre de um animal. Portanto, podemos traduzir o seu nome científico como “antílope de chifre largo”... Um dos maiores antílopes da floresta, muita gente considera o bongo o mais lindo entre todos os antílopes. Sua localização típica é na África Ocidental.
Do lado esquerdo da tela, máximo-postal da Costa do Marfim, emitido em 1964. Do lado direito, selo postal que compreende uma série sobre os 50 Anos do Parque Garamba, emitido em 1993 pela então República do Zaire – atual República do Congo. Existem vários bongos no Zoológico de Los Angeles, por exemplo.
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CUDU-LESSER
4. Tragelaphus imberbis
– cudu-lesser / Lesser Kudu. Veja mais fotos!
Tragelaphus imberbis australis (Quênia, Sudão, sul da Somália, Tanzânia)
Tragelaphus imberbis imberbis (Etiópia, Somália)
Uma das diferenças entre as duas espécies está em seu tamanho, também no formato aspiral de seu chifre. O grande-cudu é bem maior, mais robusto e tem o chifre mais aberto do que o cudu-lesser. Também, além das listras no dorso de ambos, o cudu-lesser tem duas listras na região do pescoço.
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GOLUNGO
5. Tragelaphus scriptus – golungo (Angola), gazela-pintada (Guiné-Bissau; Reserva Natural Abuko, na Gâmbia) / Bushbuck (vive em parques do Zimbábue, por exemplo)
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SITATUNGA
6. Tragelaphus spekei – sitatunga ou “sitatonga” / Sitatunga, Marshbuck (Reserva Abuko, Gâmbia; Parque Basse Casamance, Senegal)
GRANDE-CUDU
7. Tragelaphus strepsiceros (Pallas, 1766) – grande-cudu, cudu-maior, olongo (Angola) / Greater Kudu / Grand Koudou / Großer-kudu
É chamado de Goma em Moçambique, onde é considerado animal-símbolo! Veja mais fotos!
Pode ser classificado como tendo duas subespécies, T. s. chora e T. s. strepsiceros. No entanto, às vezes, são consideradas espécies sinônimas ao Tragelaphus strepsiceros... A palavra grega “Strepho” significa “aquilo que roda” (referente ao chifre em espiral, strephis) e a palavra “ceros”, do grego “keras”, significa chifre de um animal.
O grande-cudu vive no sul do Chade, norte da República Centro-Africana, oeste e leste do Sudão, nordeste de Uganda, Etiópia, Somália e sudeste do Congo. Mas a grande população vive no sul do Continente Africano, na África do Sul (Cabo da Boa Esperança) e Namíbia. Do lado esquerdo da tela, o “card” mostra que o macho tem chifres e a fêmea não. Do lado direito, selo obliterado (carimbado) da África do Sul.
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Última atualização: 28/05/2011. |