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Geraldo de Andrade Ribeiro Júnior

Filatelia Temática

Nasceu em 19/07/1952, Eng.º Civil – Eng.º Segurança, é autor e colaborador de inúmeros artigos sobre filatelia em diversas Associações, revistas, boletins etc.

Filatelista há mais de 40 anos, tendo ocupado diversos cargos na Diretoria da ABRAFITE, FEFIESP, ABRAJOF e FEBRAF nas comissões organizadoras de mais de 50 exposições e eventos filatélicos (destacando-se na coordenação das exposições nacionais EXFIJUBRA 87, BRAPEX 88 e a binacional LUBRAPEX 95) e realização de cerca de 50 cursos e palestras sobre Filatelia.

Atualmente é Presidente da FEFIESP (Federação das Entidades Filatélicas do Estado de São Paulo) e da ABRAFITE (Associação Brasileira de Filatelia Temática).

Jurado Nacional e Internacional FIP de Filatelia Temática, Literatura Filatélica e Maximafilia (desde 1979), tendo atuado em cerca de 30 exposições (regionais e nacionais) e 8 internacionais.

Autor de mais de 200 artigos em diversos órgãos do país e do exterior, sobre Filatelia em Geral e Prêmio Angelo Zioni (Jornalista Filatélico do Ano de 1997).

Geraldo de Andrade Ribeiro Júnior
Higienópolis – São Paulo (SP)
Email: gerarib @ uol.com.br


As premiações para participações Um Quadro são estabelecidas como segue:
90 pontos e mais – Ouro
80 a 89 pontos – Vermeil
70 a 79 pontos – Prata
60 a 69 pontos – Bronze
Menos que 59 pontos – Certificado de Participação
A melhor participação da Classe Um Quadro também pode ser premiada.

Os seguintes critérios e pontuações são usados para a avaliação de participações Um Quadro em exposições FIP:
Tratamento e Importância – 30 pontos
Conhecimento Filatélico/Temático, Estudo Pessoal e Pesquisa – 35 pontos
Condição e Raridade – 30 pontos
Apresentação – 5 pontos
Total – 100 pontos

Exemplos de boas participações Um Quadroda Classe Temática: “I am a Giraffe – The Ups and Downs of being a Large Animal” (Eu sou uma Girafa – Os Altos e Baixos de ser um Animal Grande). Publicado na revista Flash, editada pela Federação Internacional de Filatelia (FIP), edição n° 100 (2007), pg. 12, e traduzido por Luiz Paulo Rodrigues Cunha.


O PLANO NAS COLEÇÕES TEMÁTICAS
Geraldo de Andrade Ribeiro Jr. (enviado em 14/10/2007)

O plano é o cartão de visita do expositor, a primeira impressão que se tem da coleção. Esta primeira ideia da coleção é de fundamental importância, não somente para o visitante que a apreciará, como para o jurado que irá analisá-la.

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

O plano vale 20 dos 100 pontos possíveis. Um percentual alto, evidenciando a sua importância no contexto geral de uma coleção temática se levarmos em conta sua correlação com o restante da coleção.

O SREV nos diz, no artigo 4: “O plano será avaliado tendo em consideração os seguintes aspectos:

– presença e adequação da página do plano;
– compatibilidade do plano com o título da coleção;
– subdivisão dos capítulos de forma correta, lógica e equilibrada;
– existência de todos os capítulos necessários ao desenvolvimento do plano.”

O processo mental de análise e pontuação de um plano, por parte dos jurados, consiste na análise comparativa do plano apresentado com o que se pode elaborar com o tema escolhido e com o material já conhecido do tema, bem como na observação da intenção da abordagem efetuada, particularmente, na sua originalidade.

Esta tarefa não é das mais fáceis, obrigando os jurados temáticos a possuírem uma grande cultura geral, independente dos conhecimentos específicos de Filatelia.

CONCLUSÃO

O filatelista temático deve ter em mente, sempre, as qualidades fundamentais do plano, quais sejam: equilíbrio, originalidade, clareza e lógica, além de uma perfeita concordância entre o título, o plano e o desenvolvimento da coleção.

Lembrar sempre “que o plano fixa os limites da coleção no tempo e no espaço e a sua constante evolução, fruto da interação com constantes pesquisas, é um bom indicador de sua qualidade”.

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PLANOS DE COLEÇÕES

“NO CORRER DAS ÁGUAS EM DIREÇÃO AO FUTURO”, de Mário de Castro Lôbo – Recife (PE)

APRESENTAÇÃO

FORMAÇÃO DAS ÁGUAS
O Universo e a Natureza
A Exploração das Águas
Uso Múltiplo das Águas
Água como Força Propulsora

CONTENÇÃO DAS ÁGUAS
Águas Aprisionadas
Barragens: Finalidades, Tipos e Elementos Constitutivos
Barragens no Mundo

BARRAGEM DAS ÁGUAS: PRESERVAÇÃO AMBIENTAL E HISTÓRIA
As Barragens e sua Interferência no Meio Ambiente
Os Mestres e as Grandes Obras
Pioneiros Construtores
Obras Notáveis e os Recordes

ENERGIA DAS ÁGUAS
Água para Energia
Produção e Distribuição de Energia
Centrais Hidro Elétricas
Organizações Distribuidoras e Auxiliares da Produção e Energia

O FUTURO, A ENERGIA E AS ÁGUAS
Fontes Alternativas Energéticas
Implicações Energéticas
A Vida e as Águas


“AS AVES”, de Gianni Bertolini (Itália)

1. DO ARCHAEOPTERYX AO PÁSSARO
1.1 – Os Animais dos Ares
1.2 – As vinte e sete Ordens

2. O QUE É NECESSÁRIO PARA VOAR
2.1 – As penas
2.2 – As várias formas do vôo
2.3 – A visão
2.4 – O enigma da migração

3. COMO AS AVES SE ALIMENTAM
3.1 – Alimentos de todos os habitats
3.2 – Mestres no mergulho
3.3 – Como se nutrem os rapaces
3.4 – Bicos úteis e bizarros

4. DA SAÍDA DO OVO AO ADULTO
4.1 – Do cortejo aos ninhos
4.2 – Os ovos
4.3 – Como são criados os filhotes

5. PARA UM EQUILÍBRIO COM O HOMEM
5.1 – A criação
5.2 – O Homem, inimigo e admirador
5.3 – As aves como divindades e símbolos
5.4 – As aves nas artes
5.5 – Os grandes nomes da Ornitologia


Plano da coleção DIREITO E JUSTIÇA

Título 1 – Da Concepção da Justiça e das Leis
– Os Filósofos do Direito
1.2 – Símbolos e Alegorias da Justiça

Título 2 – Da Feitura das Leis
2.1 – Legisladores e Reformadores
2.2 – Palácios Legislativos
2.3 – Assembleias Legislativas
2.4 – As Leis

Título 3 – Da Aplicação das Leis
3.1 – Os Juristas
3.2 – Tribunais
3.3 – Julgamentos

Título 4 – Da Execução das Leis
4.1 – Penas Privativas da Liberdade
4.2 – Penas Corporais
4.3 – Pena de Morte

Título 5 – Da Libertação e Reabilitação
5.1 – Os Libertos e os Reabilitados
5.2 – Institutos de Reabilitação

Titulo 6 – Organismos Policiais
6.1 – Polícias
6.2 – Congressos Policiais

Titulo 7 – Congressos e Institutos Jurídicos


“AS AVES SEGUNDO A NIDIFICAÇÃO”, de Antônio Ferreira Marques (Portugal)

a) NIDIFICAÇÃO NAS ÁRVORES
1 – Ninhos construídos por perfuração no tronco das árvores: Bucerotidae, Psittacidae, Rhampastidae, Picidae, Trogonidae, Capitonidae, Certhiidae, Upupidae; Coraciidae
2 – Ninhos construídos nos ramos mais altos: Ciconiidae, Anhingidae, Ardeidae, Corvidae, Threskiornitidae
3 – Ninhos construídos nos ramos de altura média: Driolidae, Sagitaridae, Tanagridae, Perulidae, Sylviidae, Musophagidae, Bombycillidae, Columbidae
4 – Ninhos construídos no meio da ramagem: Tyranidae, Paridae, Coerebidae, Dulidae, Fringillidae, Picnotidae, Turdidae
5 – Ninhos construídos nos ramos mais delgados: Paradiscidae, Troglodidae, Muscicapidae
6 – Ninhos suspensos nos ramos: Ploceidae, Laniidae
7 – Ninhos construídos próximos das raízes das árvores: Tetraonidae

b) NIDIFICAÇÃO NAS ROCHAS
1 – Ninhos construídos sobre as rochas marinhas: Fregatidae, Laridae, etc.
2 – Ninhos construídos nas rochas terrestres: Falconidae, Accipitridae
3 – Ninhos nos buracos das rochas: Sturnidae, Apodidae
4 – Ninhos construídos nas falésias abruptas dos rios: Motacilidae

c) NIDIFICAÇÃO NO MEIO DA VEGETAÇÃO BAIXA
1 – Ninhos construídos sobre o solo úmido: Anatidae, Guidae, etc
2 – Ninhos construídos sobre a areia seca: Casuaridae, Struthioni
3 – Ninhos construídos sobre a areia úmida: Charadriidae
4 – Ninhos construídos nas encostas dos taludes: Alcedinidae, Meropidae, etc.

d) NIDIFICAÇÃO NAS REGIÕES PANTANOSAS
1 – Ninhos que flutuam sobre as águas: Jacanidae, Podicipitidae

e) NIDIFICAÇÃO NA BORDA DOS TELHADOS
1 – Hirundinidae

f) NIDIFICAÇÃO SOBRE O GELO
1 – Spheniscidae

g) AVES QUE QUASE NUNCA NIDIFICAM
1 – Alcidae

h) AVES QUE NÃO NIDIFICAM
1 – Cuculidae


“O IDEAL OLÍMPICO”, de Geraldo de Andradre Ribeiro Jr. – São Paulo (SP)

I – ANTIGUIDADE: GRÉCIA 784 a.C. / 393 d.C.
1 – PANORAMA HISTÓRICO
1.1 – Nasce o ideal olímpico
1.2 – Definição
1.3 – A Grécia Olímpica

2 – LOCAL
2.1 – Olímpica
2.2 – Templos
2.3 – Instalações técnicas

3 – PROGRAMA
3.1 – Atletas
3.2 – Juízes
3.3 – Disciplinas

4 – CERIMÔNIAS
4.1 – Juramento
4.2 – Chama
4.3 – Vitória

5 – INTERFERÊNCIAS POLÍTICAS
5.1 – Decadência
5.2 – Suspensão

II – ERA DE TRANSIÇÃO (INTERMEDIÁRIA) 393 d.C. / 1894 d.C.
1 – QUASE 25 SÉCULOS SOB AS CINZAS
1.1 – Manifestações diversas

III – ERA MODERNA 894 d. C. / ....
1 – RESSURGE O IDEAL OLÍMPICO
1.1 – Coubertin
1.2 – Comitê Olímpico Internacional
1.3 – Os primeiros Jogos
1.4 – Lema / Símbolo / Bandeira

2 – NOVA ORGANIZAÇÃO
2.1 – Definição
2.2 – COI / DON
2.3 – Recompensas olímpicas

3 – COMO SE ORGANIZAM OS JOGOS
3.1 – Escolha da sede
3.2 – Comitê Organizador
3.3 – Financiamento / Divulgação
3.4 – Instalações técnicas

4 – PROGRAMA
4.1 – Cerimônias
4.2 – Disciplinas
4.3 – Atletas / Juízes
4.4 – Vitória
4.5 – Atividades paralelas

IV – A POLÍTICA E O IDEL OLÍMPICO
1 – DE ATENAS A BARCELONA: O IDEAL X A POLÍTICA

V – O MUNDO OLÍMPICO ATUAL
1 – O MUNDO OLÍMPICO ATUAL
1.1 – Profissionalismo
1.2 – Mercantilismo
1.3 – O show olímpico
1.4 – A preparação do atleta
1.5 – O limite humano
1.6 – Dopagem
2 – O IDEAL E IMORTAL
2.1 – Um ideal de paz
2.2 – Conclusão.

12/06/2004 – Série “Olimpíadas de Atenas”. Passagem do Tocha Olímpica pela Cidade do Rio de Janeiro. Os 4 selos foram destacados com frisas ornamentais gregas nas partes superior e inferior, e com os Aros Olímpicos. O primeiro selo apresenta a silhueta de um atleta conduzindo a tocha olímpica, no calçadão de Copacabana, na cidade do Rio de Janeiro e, ao fundo, o Pão de Açúcar e a Baía da Guanabara. O segundo, a logomarca oficial das Olimpíadas, tendo, nas laterais as colunas antropofórmicas Cariátides de Erecthéion (obras da arquitetura grega). O terceiro, o esporte recordista em medalhas de ouro para o Brasil: a Vela, representando as classes Laser Standard, Tornado, 470 Masculino, e a classe Star, cujos barcos se alternam em meio a ondas estilizadas. O quarto selo retrata o Atletismo, segundo esporte recordista em medalhas de ouro, tendo as figuras do corredor na pista e o atleta que, em traços suaves, reporta ao salto triplo.

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Data/2003: Presenteou-me com xerox de material sobre girafas...

13/10/07: PARABÉNS. Sergio. Recebi o seu envelope. Parabéns, uma vez mais, pelos selos e pela ajuda no trabalho de montar a exposição.

14/10/07: Em relação a montagem da exposição, você foi o primeiro e único a agradecer o meu ato voluntarioso... obrigado. Pensei em ser voluntário porque sei como é complicado montar tais exposições... pena que os Correios “mancaram” na entrega dos acrílicos e não deu para ficar pronto na quinta-feira... Eu não quis ajudar o Baylongue na sexta-feira devido a roupa que vestia e também porque estava acompanhado por amigos... Mas no sábado, eu ajudei a desmontar toda a coleção. Geraldo, mudando de assunto e aproveitando deste e-mail, certa vez, já um bom tempo, copiei o plano de sua coleção “O IDEAL OLÍMPICO”... Li e reli várias e várias vezes... acho bem legal, bem dividido... Entretanto jamais consegui montar um plano legal para a minha coleção de girafas... Não quero montar uma coleção temática explicando a girafa como um animal... assim como todo colecionador faz, geralmente... Também não quero competir em alguma exposição porque não concordo com algumas regras... e não me interesso quase nada por premiações... Quero sim mostrar a coleção, participar de exposições etc... Principalmente levando todo o “resto” da coleção (os comemorativos modernos) que são mais coloridos e chamam a atenção da criançada, assim como aconteceu na BRAPEX de Curitiba... Gostaria de um plano que inspirasse e levasse o jovem colecionador a querer colecionar o seu animal predileto... Quando eu mostro a minha coleção a uma criança e lhe pergunto qual o seu animal preferido, fica fácil lhe dizer, por exemplo: - Então, monte a sua coleção de pinguins! Da mesma maneira que é fácil lhe perguntar onde há pinguins, como eles são, onde vivem, o que comem, se no Brasil existem pinguins etc... Isso já me aconteceu inúmeras vezes e sempre é legal e impolgante o papo... Geraldo, embora nós não tenhamos proximidade, vejo-o como uma pessoa tranquila, reservada, meio que um “super-pai”, daqueles excessivamente zelosos que super-protege seu filho... Bem, nem sei se vc tem filhos, tampouco o motivo de estar escrevendo isso, desculpe... mas veja como um desabafo... uma vez que o julgo capaz de ouvir os problemas dos outros... porque és também persistente em sua reserva e em seu silêncio, talvez... Mas Geraldo já que você é da Abrafite, por favor, se por um acaso vc tiver uma ideia ou orientação a respeito de um plano desses, eu agradeço... ok?! Novamente agradeço suas palavras.

14/10/07: Obrigado por suas palavras. A Abrafite e eu estou às suas ordens para ajudá-lo em seu plano de girafas. Veja que há vários caminhos a seguir nos planos. Não é fácil e não é simples, mas seu entusiasmo e seu conhecimento de girafas fará ficar fácil. Há uma grande coleção de mamíferos africanos (incluindo girafas, naturalmente) e vou tentar achar o seu plano. Veja meu artigo sobre planos nas coleções temáticas, em anexo, o qual está sendo adaptado ao novo regulamento (pois já tem uns 20 anos de idade...), mas ainda vale 95% dele. Vamos marcar uma hora, num sábado, com tempo, para analisar seus selos e um projeto para o plano. Quanto às regras, precisamos conversar, pois elas existem para ajudar e não para atrapalhar o colecionador, elas protegem o colecionador.
Quanto à premiação, não se preocupe, faça a coleção para você e se houver prêmios, ótimo, senão, tudo bem. Quando se fala dos regulamentos, parece haver uma barreira intransponível, mas é tudo muito simples e fácil. Vamos à luta. Vamos prestigiar ainda mais as girafas. Abraços, Geraldo.

15/10/07: Muito obrigado por tudo, sobretudo pelo arquivo em anexo e sua solicitude... Ficou bem bacana o seu artigo sobre planos nas coleções temáticas... Posso publicá-lo em GIRAFAMANIA? Como eu disse, não será necessário analisar os meus selos porque pretendo utilizar apenas os selos comemorativos, coloridos, atraentes e divertidos... E o projeto para o plano é provocar o despertar no jovem colecionador para montar a sua coleção de selos na temática de sua preferência... Eu quero excitar, estimular o jovem colecionador...! Bem, isso não quer dizer que estou dispensando um papo num sábado qualquer... (risos) Geraldo, em anexo estou lhe enviando duas fotos do evento, as quais estão em meu álbum... Novamente agradeço sua intenção.

14/10/07: Plano. Sergio. Entendi o espírito da coisa. Aguarde o meu novo artigo sobre planos (este enviado está citando regulamentos totalmente ultrapassados, aguarde uns dias e lhe mando o novo, atualizado, em primeira mão...). Aguardo o sábado. Obrigado pelas fotos.

04/12/07: Sakal, Na esquina da Praça da República com a Rua Araujo, atrás do Caetano de Campos existe uma loja de motivos africanos com dezenas de girafinhas de madeira ou algo parecido.

PEMA...

17/05/08: Pedido de informação. Sergio, Entre em abrafite/exposicoes/calendario/sulbrapex e verá a página especial da sulbrapex, com links para todas as situações. Foi colocado no ar ontem... Este fim de semana haverá botao na home. Em fefiesp, haverá o mesmo. Você tem lugar garantido, naturalmente. Quanto à coleção, o animal em si tem muitas variações e potencialidades. Terminologias não soa bem e teria que se ver o real significado da palavra e o sentido que quer dar. Pelo que entendi, seria uma coleção “didática”, mas ai, teriamos selos, cadernetas.carimbos, máximos, FDC, franquia, Inteiros e mais uma ou outra coisa apenas e ficaria muitissimo restrita “engessada”. Vamos nos encontrar para ver isto ao vivo, com sua coleção na mão. Estou em SP no feriado próximo. Abraços, Geraldo.

19/05/08: Muito obrigado por sua atenção... Já vi o prazo da inscrição também, obrigado. Como eu disse, “Girafas em Terminologias Filatélicas”, não é o nome final da coleção, mas dá uma boa ideia do que eu quero montar... não decidi sobre o nome ainda... mas seria algo como “Girafas na Filatelia”... E vc entendeu bem sim, seria uma coleção “didática”... e todas as peças que vc citou, mais algumas, existem com girafas... Geraldo, quando diz que a coleção ficaria muitíssimo restrita... Você acha mesmo isso? Eu acho que não.... Claro que nessa didática não teria toda nomenclatura que compreende a complexa filatelia... mas com informações básicas para os novos filatelistas, sobretudo... eu já ouvi diversas vezes em diferentes lojas filatélicas, por exemplo, um cliente qualquer pedir uma série de selos assim: vc tem a nova coleção que saiu?!... Claro que essa gente não está no estágio “avançado” da filatelia... Geraldo, por favor, dê uma olhadela no roteiro inicial de minha ideia... Dividida em cinco partes, a primeira está abaixo, mais ou menos pronta, as outras ainda preciso numerar... Por enquanto, o que achas? Obrigado e inté.

I – TIPOS DE EMISSÕES POSTAIS
1 – Selo Postal (série de selos)
a) Selo Comemorativo
b) Selo Regular ou Ordinário ou Definitivo
c) Selo Aéreo
d) Selo Especial (1º Selo Brasileiro Girafa)
e) Selo Oficial
f) Selo de Taxa
g) Selo Sobrecarregado
2 – Bloco
3 – Carnê ou Cadernetas de Selos / Selos de Bobina
4 – Mini-folhinha ou Folhinha de selos

II – ASPECTOS FILATÉLICOS NOS SELOS – FILIGRANA, PICOTAGEM, ESTADO DE CONSERVAÇÃO, FERRUGEM, CHARNEIRA, TIRAGEM, SISTEMA MONETÁRIO ETC.

III – VARIEDADES – ENSAIO DE ARTISTA, PROVAS, SPECIMEN, SEM PICOTAGEM, ERRO DE IMPRESSÃO, PAR DE SELOS, QUADRA ETC.

IV – PEÇAS FILATÉLICAS OU OUTROS ELEMENTOS POSTAIS – EDITAL, CARIMBO, ENVELOPE DE PRIMEIRO DIA DE CIRCULAÇÃO, FRANQUIA MECÂNICA, INTEIRO POSTAL / BILHETE POSTAL, AEROGRAMA / PRÉ-FRANQUIADO ETC.

V – EXPOSIÇÕES E CLASSES FILATÉLICAS – FILATELIA TRADICIONAL, FILATELIA TEMÁTICA, HISTÓRIA POSTAL, INTEIROS POSTAIS, LITERATURA FILATÉLICA, MAXIMAFILIA

23/05/08: Vi o roteiro. Era o que imaginava. Deste estilo, é isto mesmo, nada a acrescentar. Vamos lá: 1 – desta maneira, não há como você se enquadrar para competição, caso se interesse, seria apenas uma coleção demonstrativa, pois não há onde colocá-la, não é temática. 2 – fica fácil fazer assim. 3 – fazer tematicamente é muito melhor, mas mais difícil, porém as coisas mais difíceis são as melhores. Você tem material para isto, vamos à luta.

27/05/08: Obrigado pela resposta... Entendo... mas é uma pena não poder competir assim... acredito ser muito mais educativo uma montagem didática, uma vez que a minha coleção é sempre tão vista por crianças conduzidas pelos coordenadores das DRs que participam das exposições... Aliás, conheço várias dessas funcionárias dos Correios que sempre encontro nas exposições quando viajo... em Curitiba, 2004, por exemplo, a minha coleção fez o maior sucesso entre a criançada e ainda aconteceu várias vezes de eu estar presente e a funcionária me apresentar ao grupo de crianças que ela conduzia... Algumas já até me disseram que se “aproveitam” nessas ocasiões da minha coleção por causa do tema infantil, obviamente... Geraldo, não concordo com você que assim, deste estilo, fica fácil..., pois não é muito fácil organizar as peças por “tipos”, explicar em um pequeno parágrafo o que aquilo significa e montar sua página correspondente, nas 80 páginas... mas como dizem “c'est la vie”... Eu sei que material eu tenho de sobra para montar uma expo sobre as girafas... mas penso que é muito simples falar de um animal que só eu me interesso e, sobretudo, por saber que na maioria, ninguém lê o que está escrito... Quando dei a palestra na SSP ninguém fez sequer uma pergunta sobre o animal em si... Dizer que existem 9 subespécies de girafas e que apenas 5 delas estão indicadas em selos postais, por exemplo, é fácil para mim... Assim como é fácil na expo competitiva não dizer que são 9 as subespécies, uma vez que temos só 5 identificadas... Nessa dita página tenho que colocar sem números, genericamente, do tipo “As subespécies das girafas”: - e onde mostro os 5 selos..., uma vez que não existem selos dos outros 4 tipos de girafas... Como na maioria dessas temáticas “modernas”, como bem sabemos e vc há de concordar comigo, apenas o colecionador/pesquisador é o grande interessado... Então, vou ficar escrevendo e montando dessa forma para a maioria nem se interessar?!... Quem poderia se interessar, um biólogo, por exemplo, suponho que irá ler tal informação e saberá que está incompleta, uma vez que o biólogo sabe que existem 9 tipos de girafas e não apenas 5 como está descrito na coleção... Mas tudo bem... farei assim, uma vez que quero participar da competição. Agradeço novamente sua atenção.

27/05/08: Entendo a sua colocação, mas pondere: a) nada contra a didática, mas pode haver centenas idênticas, de centenas de temas diferentes, o roteiro não muda, muda o tema do selo, fica muito simples e fácil. Para ser uma didática realmente (e existem pelo menos 3 delas já prontas), tem de haver muito mais peças significativas (pré-filatelicos, perfins e outros itens). b) você se apegou ao fato das 9 espécies e apenas 5 em selos (já me havia dito isto antes), Veja que há outros temas em situação pior, muito pior e sairam coleções. Não concordo que apenas especialistas se interessariam pela sua coleção, veja as dezenas de outras coleções que temos, amplamente admiradas, tipo natal, esportes, olimpiadas, barragens, etc), todas elas com limitações de material, mas plenamente factíveis.

Lembre-se que a regra para as temáticas (e para os outros temas também), não é uma coisa isolada, ideia deste ou daquele, mas é universal, aprovada por todos os países da FIP e usada em todo o mundo. Sei que é difícil (também coleciono e exponho...), mas é esta dificuldade que nos motiva e reside aí a beleza da temática. Entendo o seu desejo didático, mas a realidade não é bem assim... Vamos à luta. Estou aqui para ajudá-lo. Vamos começar com 1 quadro no estilo temático (por exemplo estudo alimentar das girafas: o que comem, sao ruminantes (?), comem coisas no chão ou apenas nas árvores, comem carne? Tem dentes fortes para galhos resistentes, pescoços altos para isto, etc e tal. Vamos dar asas à imaginação. Você tem talento, já provou isto, vamos à luta.

04/06/08: Quanto ao roteiro, tipo museu, é exatamente o que falo para voce, a ideia do museu é uma variável até que interessante a ser estudada, um “museu filatelico” de girafas. Vale. Quanto a visita, tudo bem, mas não neste domingo, pois tenho de entregar um enorme serviço na segunda e estou totalmente sem tempo. Vou achar minha coleção de roteiros e te levar os de animais, de diversos tipos.

Piracicaba 2008... Presente: clipes grande e colorido, “I Love this Color”, da Dy – Dongyue.

Sulbrapex 2008

12/01/09: Sakall, Deixei com Gercilio, da Asfil. Mais uma que não deve ter: “Josefina, A Girafinha”.

21/04/09: comercaine-filatelista especialziado Africa. Sakall, J. Lobão Tello, filtelista de Portugal que tem material da Africa. Quem sabe uma girafa a mais ? Ou o Okapi ?

20/04/09 (kambako.sales @ gmail.com): Olá J. Lobão Tello! Recebi a informação de que você é comerciante e filatelista especializado em África... Quem me disse foi Geraldo de Andrade Ribeiro Jr. Sou da capital de São Paulo e filatelista avançado na temática Girafa. Coleciono tudo sobre esse animal, também sobre a família desse animal que compreende as girafas e os ocapis. Se quiser conhecer o meu site Girafamania. Pois bem, procuro peças filatélicas sobre girafas, tais como: envelopes circulados (principalmente), selos em variedades, FDCs, máximos, carimbos, mesmo cartões-postais... Gostaria de saber se você tem alguma coisa a respeito, ok?! Na coleção sobre Niassa, por exemplo, faltam-me poucos selos para completar... Na de Tanganica eu tenho quase tudo... só falta um selo com valor facial de 1 libra cuja filigrana é ao contrário... o outro selo da série de igual valor eu já tenho... Quem sabe você tem alguma girafa ou okapi perdido por aí... Aguardo notícias. Muito obrigado.

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Última atualização: 15/02/2011.
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