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PERSÉFONE – PROSÉRPINA

Perséfone (nome grego) – Prosérpina (nome romano)

Filha de Zeus e Deméter na mitologia grega, ou na mitologia romana filha de Júpiter e Ceres, Perséfone (Persephone) ou Prosérpina, foi esposa de Hades.

Vivemos a iminência da chegada do novo visitante do Sistema Solar. Sincronamente a humanidade passa pela transição mais crítica de sua história: estamos no limiar de uma passagem de século, de um milênio e de uma era astrológica.

A Era de Peixes se despede e vai deixando para trás um período de 2000 anos de duro aprendizado.

Nestes dois últimos séculos, graças ao advento da Era Científica, a humanidade vem se desenvolvendo de forma exponencial. É o sinal da entrada na Era de Aquário.

Infelizmente, este avanço científico ainda não teve ressonância no nível psicológico e espiritual da humanidade.

Existe ainda um perigoso desequilíbrio na raça humana. Mesmo com tantos recursos à sua disposição ainda existe o sofrimento causado pela fome e pela desigualdade.

E é justamente neste limiar, neste final-início de eras, que desponta o novo planeta.

Que seja Prosérpina! Como no mito, sua volta traz a Primavera e garante novas colheitas. Seu retorno do reino das sombras faz ressurgir a esperança, o calor e a abundância.

Sua reaparição na luz do dia faz brotar as sementes, garante o cantar dos pássaros, traz boas colheitas e aumenta os recursos.

É com base nesta mensagem de esperança, simbolizada pelo retorno de Prosérpina, que esperamos pelo seu ressurgimento do mundo das trevas - do além Plutão. Seja bem vinda, Prosérpina!

A VOLTA DE PROSÉRPINA DO REINO DAS TREVAS
Otávio Azevedo

Estamos vivendo o momento que cerca a descoberta de mais um planeta do Sistema Solar, o tão cogitado astro transplutoniano.

Ainda não existem certezas nem tabelas que nos permitam localizar fisicamente este planeta nos mapas astrológicos, o que seria uma maneira direta de verificar a sua relação com a nossa vida. Planeta-X, Carla, Perséfone...

Vários nomes já foram cogitados para o novo planeta, e muitos cientistas e astrônomos vêm se manifestando a respeito, mas nós, astrólogos, já elegemos o nome para o companheiro - ou melhor, a companheira - de Plutão nos confins do Universo: Prosérpina.

Filha de Júpiter e Ceres, Prosérpina (que no mito grego toma o nome de Perséfone) foi raptada por Plutão num dia em que colhia flores, quando retirava um narciso especialmente colocado por Plutão...

Daí foi levada para o Tártaro, o reino infernal presidido por Plutão. Desesperada pela perda da filha, Ceres pediu a Júpiter que a trouxesse de volta.

Júpiter concedeu, mas com a condição de que Prosérpina ainda não houvesse comido nada no reino de Plutão. Como Prosérpina já havia comido seis grãos de romã, foi condenada a ficar nos Infernos como esposa de Plutão e rainha das sombras.

A tristeza de Ceres pela perda da filha fazia com que tudo ficasse estéril e sem vida à sua volta: era o Inverno, que secava o solo e tornava tudo árido e improdutivo...

Compadecido dos homens e de Ceres, Júpiter deu permissão para que Prosérpina passasse seis meses na companhia da mãe e seis meses no Tártaro. Porém, Ceres não se satisfez de todo.

Quando Prosérpina estava longe, as árvores perdiam as folhas e a terra caía fria e despojada. Até os pássaros se calavam. Porém na sua volta os pássaros a agasalhavam com seus cânticos, as folhas brotavam e se abriam: o Inverno havia terminado. Era a Primavera seguida pelo Verão.

Por uma notável sincronicidade, os nomes atribuídos aos planetas representam figuras mitológicas que refletem no mito a sua função astrológica. Esta sincronicidade não é a única coincidência a vincular a Mitologia, o Céu e a Astrologia.

Uma segunda coincidência é a época em que os planetas são descobertos, cujos fatos e tendências mundiais também refletem o significado astrológico atribuído ao planeta.

Isto foi verificado a partir da descoberta de Urano, em 1781, e posteriormente constatado nas descobertas de Netuno e Plutão.

Urano rege o novo, a mudança, o inesperado. Também preside a ciência, e seu descobrimento coincidiu com o advento de características mundiais totalmente novas e inesperadas, como a Revolução Industrial, que abriu caminho para descobertas científicas, sobretudo no campo da eletricidade, que mais tarde deu origem ao rádio, TV, avião etc.

Este início da Era Científica viria a revolucionar os métodos de comunicação e da produção de bens de consumo, originando o Capitalismo, sistema politico-econômico regido por Urano.

Este planeta também simboliza os ideais de liberdade, igualdade e fraternidade, e na sua forma mais tensa provoca rebeldia, revolta e rupturas.

GIRAFAMANIA
Última atualização: 26/01/2009.
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