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ATENA – MINERVA

Atena (nome grego) – Minerva (nome romano)

PALAS-ATENA ou PALAS ATENÉAI
DEUSA DA JUSTIÇA E DA SABEDORIA

Atená, virgem padroeira das artes domésticas, deusa da sabedoria e protetora na guerra dos que lhe rendiam culto, nasceu da fronte de Zeus, já adulta...

Atena, nos primeiros tempos, era representada como uma jovem, mas foi envelhecendo como Atenas, sua cidade favorita. No fim, era representada como uma figura matronal, sob cuja proteção florescia o que havia de mais valioso na civilizada Atenas: a inteligência e as artes apuradas de viver.

Dizia-se que inventara a flauta, mas desprezara femininamente o instrumento ao ver como seu rosto ficava desfigurado quando ela enchia de ar as faces, para soprar...

Embora tivesse ajudado aos gregos a vencer em Tróia, vingou-se dos heróis que deixaram de lhe prestar as homenagens devidas.

Estabeleceu o domínio da lei e até o conceito da misericórdia, no julgamento que libertou Orestes das temíveis Fúrias depois de haver assassinado a mãe por ordem de Apolo.

Dizia-se que ganhara a devoção de Atenas por haver dado a oliveira de presente à humanidade...

Poder mental; prudência e sabedoria; habilidade para soluções práticas; criação psíquica; capacidade de reflexão; diplomata; ideais elevados; ótimas secretárias; o lado urbano; apreciação da vida social; jantares; receber e organizar festas e reuniões; prazer requintado; bem estar social; filosofia; mãos e mentes trabalham juntas; amante da beleza e da perfeição.

MINERVA

Em grego Atena (Palas Atena ou Palas Atenéia). Deusa da Sabedoria, da guerra, das ciências e artes, era filha de Júpiter. Depois que Júpiter devorou sua primeira mulher, Métis, passou a sentir-se mal e surgiu-lhe uma terrível dor de cabeça.

Pediu então para que Vulcano lhe abrisse a cabeça ao meio, de onde saiu, instantaneamente Minerva completamente armada.

Foi imediatamente admitida entre os deuses, tornando-se uma das mais fiéis conselheiras de seu pai. Seu pássaro favorito é a coruja, cujo olhar penetra nas trevas, assim como a inteligência penetra na obscuridade das coisas...

Curiosidade

Busto de bronze de autoria de Caetano Fracaroli, feito na Fundição do IPT, em 1945. Encontra-se atualmente na sala da Diretoria da Politécnica.

Destaque para o cavalo de Pégaso, que saiu do corpo da Medusa quando esta foi degolada por Perseu – o protegido de Minerva.

A representação da deusa Minerva vem acompanhando a Escola Politécnica de São Paulo desde a sua fundação, em 1893. A Minerva tornou-se um símbolo que identifica os politécnicos dentro e fora de sua Escola.

A Minerva como símbolo politécnico foi, provavelmente, introduzida pelo fundador da Escola, Antonio Francisco de Paula Souza, que trouxe a ideia da Politécnica de Zurique.

Segundo a seção de História da Ciência da Biblioteca da Politécnica de Zurich (ETH), Paula Souza pode ter se inspirado em um desenho de 1863, de Semper, na fachada noroeste do prédio principal da ETH.

XI ATENA XI

Atena é a deusa da inteligência, das artes e do saber. Ela era inicialmente na Grécia, apenas o gênio protetor da cidade de Atenas, mas a crença e a imaginação populares a promoveram para o posto de uma divindade superior.

Na Grécia e também em Roma, Atena era a padroeira dos tocadores de flauta e todos os trabalhadores de qualquer ramo artístico.

Zeus, Hera e Atena eram as divindades mais veneradas no mundo greco romano. Atena era uma deusa virgem por sua própria escolha, pois recebeu não apenas uma, mas várias propostas românticas de seus admiradores.

Sua destreza e estratégia eram tamanhas como deusa guerreira que só mesmo Ares, o deus da guerra, poderia competir com ela, em um campo de batalha.

Lança, escudo, capacete, coruja, flauta e oliveira são os símbolos de Atena. Conhecida como deusa do Olimpo e filha de Zeus, Atena é considerada uma guerreira invencível e sábia. Na mitologia romana corresponde à Minerva.

A carta Atena quando está na posição para cima indica, sabedoria, cura, engenhosidade, talento intelectual e musical, auto-disciplina e um caráter forte.

Tendência para ser protetor dos outros e capacidade para esclarecer, ensinar e liderar os menos privilegiados. A cabeça governando o coração.

Agora, quando Atena aparece na posição invertida, significa desprezo intelectual pelos outros, agressividade descontada em alvos errados.

Apelo a desumanidade quando os objetivos ou metas são ameaçados e desrespeito com a individualidade alheia.

Quem é muito influenciado por Atena raramente erra o lado para o lucro pessoal. Geralmente, para as mulheres, revela muita preocupação com a carreira profissional, dedicação e ao mesmo tempo uma vida calma.

Já para os homens, aponta uma intuição lógica que lhes proporciona segurança e confiança em si mesmos e em outras pessoas.

Numa analogia com o Tarôt de Marselha, Atena corresponde à Força, símbolo da inteligência com valentia.

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Última atualização: 07/09/2010.
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