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O primeiro selo mostra hieróglifos de um livro egípcio. Aqui, os símbolos pictográficos foram organizados de cima para baixo. Embora, antigos egípcios também escreviam da direita para esquerda ou vice-versa.
O selo mostra somente uma pequena parte do Livro da Morte, o qual pertence ao Museu Britânico de Londres e é considerado o mais belo exemplar do tipo.
O título original é “Per-em-hru”, grosseiramente traduzido como “O Livro sobre a Manifestação da Alma” – “The Book on the Manifestation of the Soul”.
Em 190 capítulos, o papirus dá uma descrição detalhada sobre o culto da morte. Ao fundo do selo, vê-se a parede pintada da tumba da necrópole de Theban, criada em 1361 antes de Cristo.
Hieróglifo é um ideograma figurativo que constitui a notação de certas escritas analíticas como, por exemplo, e sobretudo a egípcia.
Ilustrações egípcias...
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Abaixo, um dos selos que compreende uma série de 4 valores emitida por Venda em 11/05/1983, A História da Escrita: “The History of Writing”, cuja imagem mostra hieróglifos egípcios datados de 1300 anos antes de Cristo. Artista: Hein Botha.
Os outros selos mostram: 10c (Indus Valley Script 3.000 B.C.), 20c (Sumerian Cuneiform 2.000 B.C.), 25c (Egyptian Hieroglyphics 1.300 B.C.) e 40c (Chinese Handscroll 1.100 A.D.). Scott: 64/67.
There are three “cartouches”, the oval which contains a king’s name. The left cartouche is Neb-kheperu-Re, the throne name of Tut-ankh-amun, which is the content of the middle cartouche. The right cartouche is Ankh-Hesen-Amun, Tut’s wife, and possibly his sister, or at least his step-sister.
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Um dos selos de uma série de seis valores sobre a “História da Escrita”, emitida pela França em 1998.
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Pedra de Rosetta
Data: Época ptolomaica, 196 antes de Cristo.
Arte egípcia (texto com três tipos de inscrições).
Material: Granodiorito (granitoide – uma rocha
de quartzo com feldspato, anfibólio e mica – material que existe com abundância
em Assuã, a 800 km de Rosetta).
Dimensões: altura 114,4 cm, largura 72,3 cm, espessura 27,9 cm.
Procedência: Descoberta pelo soldado napoleônico Pierre François Xavier Bouchard
em 07/1799, no Forte Saint-Julien, em El-Rashid
(Rosetta), próximo de Alexandria
– Egito.
Local de exposição: Museu Britânico (British
Museum), em Londres.
Nota: Escritas em tinta branca se encontram nas laterais da pedra: “Tomada no
Egito pelo Exército Britânico em 1801” (à esquerda) e “Doada pelo Rei George
III” (à direita), em 1802.
A descoberta da pedra trilíngue em grego (a língua administrativa), em demótico (a língua corrente utilizada no cotidiano, já parcialmente conhecida) e em caracteres hieroglíficos (utilizados para as inscrições de caráter sacerdotal – pela casta dos escribas), está na origem da moderna egiptologia.
O texto grego, um decreto sacerdotal que afirmava o culto real do faraó de treze anos Ptolomeu V Epifânio em 196 antes de Cristo (um agradecimento dos sacerdotes de Mênfis a Ptolomeu V Epiphanes, 205-180), foi imediatamente traduzido e ficou claro que era a transcrição dos outros dois. ...
Apesar disso, foi impossível compreender os hieróglifos, que apresentavam demasiados sinais para ser uma escrita alfabética que representasse os sons da linguagem com os sinais apropriados, e muito poucos para ser uma escrita ideográfica, que representasse as ideias com símbolos.
Graças a uma cópia que chegou na França, o jovem autodidata Jean-François Champollion (1790-1832) conseguiu, em 1822, compreender que a escrita egípcia baseava-se em um conjunto de símbolos fonéticos e ideográficos, ao observar que alguns hieróglifos, fechados em um pequeno quadro, pareciam corresponder aos nomes de Ptolomeu e Cleópatra do texto grego.
O caminho da decifração estava aberto, com incalculáveis repercussões sobre o futuro da arqueologia egípcia, finalmente em condições de datar e atribuir quase todos os monumentos e os objetos que traziam uma inscrição.
Fonte: Coleção Grandes Museus do Mundo, Folha de São Paulo (2009), volume número 5, British Museum, Londres. Texto de Luca Mozzati (com pequenas adaptações).
Nota: Na verdade cada hieróglifo representava um som (com valores alfabético, silábico e ideográfico), traduzido por Champollion, usando as incrições gregas como base (o nome de Ptolomeu), ele conseguiu ler outros nomes e descobrir o sentido de todos os signos, abrindo a porta para a moderna egiptologia...
parece que foi decifrado pelo oftalmologista britânico Thomas Young e sem dúvida
Abaixo, selo aéreo emitido em 1972 pelo Egito, em comemoração ao sesquicentenário da descoberta da pedra de Rosetta (Scott: C153). Champollion Rosetta stone Hieroglyphics. Sesquicentennial of the deciphering of Egyptian hieroglyphics.
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Abaixo (lado esquerdo da tela), selo aéreo do Egito, emitido em 1999, em comemoração ao bicentenário da descoberta da pedra de Rosetta, encontrada em 1799 (Scott: C238). Do lado direito, emitido em 28/06/1999, com valor facial de 3 francos, o selo da França presta homenagem a Champollion (Scott: 2718); parece que o carimbo de primeiro dia é de Figeac (Lot), em 26/06/1999.
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Com carimbos de primeiro dia de Figeac (Lot) e Paris, em 14/10/1972, o selo da França foi colocado à venda no dia 16/10/1972 e retirado de circulação em 06/07/1973. Com valor facial de 0,90 francos, o selo mostra a frase “Ton édifice est durable comme le ciel” e marca o ano em que foi decifrado o significado dos hieróglifos em 1822 (Dechiffrement des Hieroglyphes), por Champollion.
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Selo emitido por Mônaco em 1990 (Scott: 1733) que comemora o bicentenário do nascimento de Champollion.
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Outras emissões filatélicas:
República Centro-Africana 2002
– Selo com valor facial de 815 francos que mostra a pedra de Rosetta e a efígie
de Champollion.
Última atualização: 17/10/2009. |