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REALISMO
Enfoque objetivo da realidade em sua concretude ou no seu conteúdo, que reage aos excessos da imaginação e da emoção... Na filosofia o realismo é uma doutrina que afirma que o mundo objetivo tem existência real e que é independente do pensamento...
1864-1901 — Toulouse-Lautrec (Henri de Toulouse-Lautrec)*
1884-1920 — Modigliani (Amedeo Modigliani)*
1881-1973 — Picasso (Pablo
Ruiz Picasso)
1888-1978 — Giorgio De Chirico*
1893-1983 — Miró (Joan Miró)*
1887-1985 — Marc Chagall*
1904-1989 — Salvador Dalí
Do lado esquerdo da tela, “Autorretrato” de Henri de Toulouse-Lautrec. Do lado direito, “Artista com luvas verdes”, obra de Toulouse Lautrec que compõem o acervo do MASP, São Paulo.
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“Madame Poupolle Fazendo a toilette” – Museu de Albi
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“A condêssa de Toulouse-Lautrec ao café da manhã em Malromé” – Museu de Albi
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“Moça ruiva” – Museu de Albi
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“Nu deitado” – Amedeo Modigliani, Milão
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“O homem com o copo de vinho” – Modigliani, Genebra
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Giorgio de Chirico (1888-1978)
“O enigma de um dia” (1914), óleo sobre tela, 83 x 130 cm.
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Miró nasceu em Barcelona, em 1893. Cursou a Escola de Belas Artes de sua cidade e a Academia de Gali. Em 1919, visitou Paris, onde foi contagiado por aspectos dos movimentos estéticos fovista e dadaísta.
No início dos anos 20, conheceu Breton e outros artistas surrealistas, como Salvador Dalí. A pintura O Carnaval de Arlequim (1924-25), inaugurou uma linguagem cujos símbolos remetem a uma fantasia inocente, sem as profundezas das questões surrealistas.
Participou da primeira exposição surrealista em 1925. Em 1928, viajou para a Holanda, tendo pintado a tela Interiores Holandeses. Em 1937, trabalhou em pinturas-mural.
Mais tarde, em 1944, iniciou-se em cerâmica e escultura. Três anos depois, viajou pela primeira vez aos Estados Unidos. No anos seguintes, trabalhou entre Paris e Barcelona.
No final de sua vida reduziu os elementos de sua linguagem artística a pontos, linhas, alguns símbolos e reduziu a cor, passando a usar basicamente o branco e o preto. Morreu em 1983, em Palma de Mallorca, na Espanha.
Em “Personagem atirando uma pedra num pássaro”, Miró constrói a profundidade através da divisão do campo da pintura: um azul intenso, o céu, e um amarelo sobre fundo negro, a areia da praia e o mar escuro.
O tema principal subdivide-se em dois desenhos, nomeados como personagem e pássaro. Ligados por uma linha côncava e interrompida, a ação dessas figuras vai sublinhar-se: a forma clara, a pedra, situada a meio caminho entre os seres redesenhados, recebe ênfase da forma negra, no canto esquerdo superior, e movimenta todo plano compositivo.
Em torno dela, a profundidade da paisagem se deflagra: no amarelo intenso repousa a personagem, em primeiro plano; nele ainda, porém em suspensão, estão a lua, a pedra e o pássaro.
Como um pano de fundo, as superfícies negra e azul estendem os segundo e terceiro planos. Os símbolos criados para compor essa obra introduzem um distanciamento entre as linguagens verbal e visual.
É preciso buscar o título da composição para relacioná-la ao mundo real... (http://www.mac.usp.br/projetos/percursos/abstracao/kandinsk.html)
Do lado esquerdo, “Autorretrato” – Joan Miró. Do lado direito, “Personagem atirando uma pedra num pássaro” (1926), guache sobre papelão (56,5 x 72,2 cm).
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“Minha noiva com luvas pretas” – Kunstmuseum
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Última atualização: 26/01/2009. |