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O CÉREBRO TRIÁDICO

Hemisfério Esquerdo: Lógico – Analítico

Cérebro maior; razão (ciência, saber); fundamento civil-filosófico; Yang; masculino, o homem (pai); analítico lógico (psicanálise); lógica; neocórtex; racional; inteligência; raciocínio lógico; linguagem (causa/efeito); cálculo, sequência; quantidade; construção científica; antítese; dedução, indução; superego; raciocínio abstrato (ideologia); consciente; arquétipos: sol, fogo, fonte emissora, diabo; nível beta (vigília); programação do pensar; atua no lado direito do corpo.

Subsistemas Profissões: Antropologia, ciências biológicas; comunicação social, editoração, jornalismo, rádio e televisão, relações públicas, comunicação visual, publicidade e propaganda, telecomunicações, tradutor e intérprete; análise de sistema, astronomia, biblioteconomia, cibernética social, ciências sociais, educação especial, educação moral e cívica, estatística, estudos sociais, filosofia, física, geografia, geologia, história, letras, matemática, meteorologia, museologia, paleontologia, pedagogia, pré-escolar, processamento de dados, química; arquivologia, ciências políticas, diplomacia; direito.

Operações mentais: Atenção seletiva, intencional, memorização; compreensão e uso de normas; comunicação verbal e volume de vocabulário, correção; prontidão em perguntar e responder; disfunções fonoaudiológicas; gosto por livros, por leitura, por números; compreensão de ordens, comandos; domínio de classificações, relações; capacidade de pedir, solicitar o que quer; detalhamento, dispersão ao narrar, conexão de ideias; autorização para a crítica, a discordância; grau de captação da realidade, hábitos de aprendizagem; coordenação de maxilares, lábios, língua, respiração, na fala.

Sugestões de metas: Lógico/analítico – autoconhecimento do cérebro; uso do idioma e da matemática; espírito crítico, questionador; definição operacional de um problema; saber da relevância dos temas; clareza de metas e útiles visados; fontes de inputs; organização da informação (memória); matrizes de reflexão, processamento; conclusão, diagnóstico, julgamento; síntese, teorização, generalização; interpretação, comentário.

Porção Central: Prático – Motriz – Operacional

Centros nervosos inferiores; ação (operacionalização), ter, fazer; fundamento político-econômico; tao; familial; motriz-operacional (somático); reptílico (instintivo, biológico); pragmático; estômago (condições materiais); raciocínio de guerra (sobrevivência e reprodução); sensorial (expressão não verbal); orientação prática; utilidade prática; senso comum; tese; vitalismo, existencialismo; tônus reflexo, libido; raciocínio concreto; inconsciente (individual e coletivo); arquétipos: Deus, réptil, cruz, fênix, oceano, selva, palco; nível gama; programação do fazer, ter.

Subsistemas Profissões: Demografia, economia doméstica, serviço social, sexologia; educação física, ciências biomédicas, farmácia, farmácia bioquímica, fisioterapia, fonoaudiologia, medicina, medicina veterinária, odontologia, ortopedia, psicologia, psicologia social, saneamento, tecnologia sanitária, terapia ocupacional; engenharia de alimentos, enologia, laticínios, nutrição, nutrição e dietética; engenharia aeronáutica, engenharia naval; ciências contábeis e atuariais, ciências da computação, ciências econômicas, mercadologia, planejamento administrativo e produção econômica; agrimensura, agronomia, bovinocultura, construção civil, ecologia, eletricidade, engenharia agrícola – cartográfica – civil – de pesca – de produção – elétrica/eletrônica – florestal – mecânica – metalúrgica – química – têxtil – têxtil mecânica, engenharia têxtil química, manutenção petroquímica, mecânica, oceanografia, petroquímica, processos de produção e usinagem, produção de açúcar e álcool, produção de calçados, produção de couro, soldagem, zootécnica; forças armadas, aeronáutica, exército, marinha, polícia militar; administração de empresas, administração em comércio exterior, administração escolar – hospitalar – hoteleira – pública – rural, inspeção escolar, supervisão escolar.

Operações mentais: Coordenação motora ampla, fina, traço; disfunções motoras de tato, tiques; modo de caminhar, correr, gesticular, sentar, ficar de pé; interesse pelo funcionamento de brinquedos, aparelhos, objetos; independência na execução de tarefas, liderança; interesse em iniciar, planejar, dirigir atividades; eficiência em educação física, movimentos, lateralidade; pontualidade, precisão, organização pessoal e dos pertences; resistência física e mental, auto-regulação da saúde; manifestação da sexualidade, da gula, da agressividade, como briga; trabalho manual, disposição geral para a ação; participação em experiências, trabalhos práticos, organização; expectativa de recompensa pelo que faz, disciplina; preocupação com dinheiro, seu manejo e poder de compra.

Sugestões de metas: Motriz/operacional – Perspectiva de longo prazo; competição, luta, garra; orientação espacial; disciplina na vida diária; decisões, iniciativa, risco; coordenação de corpo e trabalho; planejamento periódico; avanço gradual nas metas; sintonia com o meio e o momento; uso econômico de recursos; feedback do que faz e vive; disposição dos útiles obtidos.

Hemisfério Direito: Intuitivo – Emocional – Sintético

Cérebro menor; fé (religião, ser); fundamento religioso; Yin; feminino, a mulher, (mãe); intuitivo-sintético (psicossíntese); límbico; emocional, afetivo; coração; criatividade; imagem (mito); conspecto espacial, percepção gestáltica; qualidade; arte, lúdica; síntese; inspiração; ego; raciocínio ético e moral; subconsciente; arquétipos: lua, água, fonte receptora, germinadora, anjos, deusas, fadas; níveis alfa, teta e delta (parapsicologia); programação do sentir, ser; atua no lado esquerdo do corpo.

Subsistemas Profissões: Curandeirismo; cooperativismo; turismo, publicidade e propaganda; arquitetura e paisagismo, artes cênicas, artes gráficas, artes plásticas, cinematografia, desenho industrial, música; parapsicologia, teologia; moda, decoração.

Operações mentais: Percepção de si e de seu corpo; conhecimento de símbolos e sinais; interesse por religiosidade, expressão artística, criatividade; interesse e assimilação de TV; respeito por valores maternos; sensibilidade à estimulação; relacionamento, número de amizades, afetividade; domínio do sonho, fantasia, imaginação; timidez, extroversão, riso, humor, jogos; moralismo, ética, vaidade, bom gosto; orientação espacial, dança, elegância; gosto e hobbies particulares; auto-estima, melindre; cores, sons de que gosta; poder de relax, concentração, alfa.

Sugestões de metas: Intuitivo/sintético – Interrogações à vida; reutilização dos sentidos; auto-imagem de ganhador; relax e inspiração; autorização mental; programação do inconsciente; exercitação da intuição; espírito criativo, lúdico; malícia, esperteza; antecipação, correr na frente; futurição, clarividência; sócio - irmão da natureza, do mundo.
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Perguntas para o Revelador do Quociente Mental Triádico (RQMT)

Dê-se uma nota de 1 (que é o mínimo) a 5 (que é o máximo) e anote na figura da mesma linha. Depois, some os números de cada uma das três figuras e veja a interpretação.

01 – Se vejo ou escuto alguma coisa, eu observo bem, quero entender bem?
02 – Gosto de inventar coisas e organizar a turma para trabalhar junto?
03 – Como sou na minha religião, acredito, tenho fé, sei orar?
04 – Sou alegre, gosto de brincadeiras, gosto de dar risadas?
05 – Sei falar, discutir, defender-me com palavras, sem brigar?
06 – Acontece muito eu adivinhar o que vai acontecer?
07 – Sei gostar dos outros, sei agradar?
08 – Faço muitas perguntas?
09 – Quando falo, faço muita gesticulação com o rosto e com o resto do corpo?
10 – Sei colocar-me na situação de outras pessoas e sentir o que elas sentem?
11 – Consigo notar logo o certo e o errado em mim, em casa e nas lições da aula?
12 – Se me perguntarem “como foi na escola”, sei contar tudo, tim tim por tim tim?
13 – Nas compras ou trocas que faço, já sei quanto ganho e quanto perco?
14 – Gosto de inventar jeitos novos de fazer e arrumar as coisas?
15 – Penso muito ou pouco antes de fazer alguma coisa?
16 – Gosto de estudar através de experiências ou fazendo coisas com as mãos?
17 – Sei fazer trabalhos manuais bem feitos?
18 – Consigo prestar bem atenção nas aulas o tempo todo?
19 – Organizo e cuido bem dos meus livros, meus brinquedos e minhas roupas?
20 – Gosto de me arrumar bem?
21 – Gosto de me arriscar para mostrar coragem, para ganhar dos demais?
22 – Quando noto algum defeito, sou capaz de falar a verdade, de fazer críticas?
23 – Quando quero alguma coisa, eu luto muito por ela até conseguir?
24 – Costumo pensar muito na minha vida daqui a 10 ou 20 anos?
25 – Sei mexer bem com aparelhos de som, videogame e controle remoto?
26 – Gosto muito de fazer trabalhos, de ajudar em casa, de ocupar-me?
27 – Gosto de fazer contas, guardar números na cabeça e estudar matemática?

Interpretação

Lógico, analítico, lado esquerdo do cérebro, subgrupo antioficial (que se opõe, critica, quer inovar), cultura científico-informacional.
Emocional, intuitivo, sintético, lado direito do cérebro, subgrupo oscilante (que quer união, se submete, coopera), cultura artístico-espiritual.
Prático, operacional, lado central do cérebro, subgrupo oficial (que organiza, manda, exige), cultura científico-econômica.

Escala:
Máximo 45 pontos.
Médio de 27 a 35 pontos.
Mínimo 9 pontos.

Lei da proporcionalidade:
Números iguais se anulam, lados iguais ou muito próximos comprometem a decisão, a ação;
Diferença maior que 8 entre os lados, criam desproporção e tirania do lado mais forte.
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Teste de preferência auditiva, visual ou cinestésica:

01
A) Adoro ouvir música.
B) Aprecio galerias de arte e olhar vitrines.
C) Tenho vontade de dançar quando ouço uma boa música.

02
A) Prefiro testes orais a escritos.
B) Quando estava na escola eu era bom em soletrar palavras.
C) Tenho tendência a responder às perguntas usando meu instinto.

03
A) Já me disseram que tenho um tom de voz ótimo.
B) Sinto-me mais confiante quando estou com boa aparência.
C) Aprecio ser tocado.

04
A) Consigo resolver meus problemas melhor quando falo em voz alta.
B) Prefiro que me mostrem uma figura a me explicarem alguma coisa.
C) Descubro-me segurando e tocando em coisas que estão sendo mostradas em mim.

05
A) Consigo em geral determinar se uma pessoa está sendo sincera pelo tom da sua voz.
B) Descubro-me avaliando os outros baseado pela aparência deles.
C) A maneira como as pessoas apertam a minha mão é muito importante para mim.

06
A) Prefiro escutar uma fita cassete a ler um livro.
B) Gosto de assistir televisão e ir ao cinema.
C) Gosto de caminhadas e outras atividades ao ar livre.

07
A) Consigo ouvir os menores ruídos do motor do meu carro.
B) É importante manter meu carro sempre limpo, por dentro e por fora.
C) Gosto de carro confortável de dirigir.

08
A) As pessoas dizem que é fácil conversar comigo.
B) Aprecio observar as pessoas.
C) Tenho tendência a tocar as pessoas quando estou falando com elas.

09
A) Fico atento ao som da voz das pessoas ao telefone, da mesma forma que ao falar com elas pessoalmente.
B) Frequentemente lembro-me da aparência de alguém, mas não do seu nome.
C) Não consigo me lembrar da aparência das pessoas.

10
A) Frequentemente me descubro cantarolando junto com o rádio.
B) Aprecio fotografia.
C) Gosto de atividades manuais.

11
A) Prefiro que me expliquem uma ideia a ler sobre ela.
B) Prefiro oradores que utilizam apoios visuais.
C) Gosto mais de participar de atividades do que de abservá-las.

12
A) Sou um bom ouvinte.
B) Descubro-me avaliando os outros com base na aparência deles.
C) Tenho sentimentos positivos ou negativos em relação aos outros, sem saber o por quê.

13
A) Consigo resolver os problemas mais rapidamente quando falo em voz alta.
B) Sou bom em achar o meu caminho utilizando mapas.
C) Faço exercícios por causa de como me sinto depois.

14
A) Gosto de uma casa com aposentos tranquilos.
B) É importante que minha casa esteja limpa e arrumada.
C) Gosto de uma casa confortável.

15
A) Gosto de tentar imitar a maneira como as pessoas falam.
B) Faço uma relação das coisas que tenho que fazer todos os dias.
C) Já me disseram que sou bem organizado.

Conte o total de respostas A, B e C, e anote a sua pontuação abaixo:

Número de respostas A ...
Número de respostas B ...
Número de respostas C ...

Se você marcou principalmente A, isto indica uma preferência auditiva. Se marcou principalmente B, a preferência é visual. Se marcou C, a preferência é cinestésica.
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Palavras Processuais

Você pode determinar que parte da experiência, ou qualquer ocasião, a pessoa ou mesmo você está vivenciando, através das palavras. A seguir estão alguns exemplos de palavras visuais, auditivas, cinestésicas e inespecíficas.

Visuais: Imagens; cores; roupa impecável; fala rápido; para se lembrar de fatos: quando olha para a esquerda é verdadeiro e quando olha para a direita está criando.
Palavras: à luz de, analisar, a olho nu, ângulo, apagar, aparecer, aparência, aspecto, bem definido, brilho, claro, claridade, cor, colírio, delinear, deu um branco, em vista de, enxergar, esboçado, examinar, espiar, evidência, fazer uma cena, ficar vermelho, flash, foco, gráfico, horizonte, ideia, ideia obscura, ilusão, ilustrar, imagem, imagem mental, inspecionar, lampejo, ler, lindo como imagem, míope, memória fotográfica, minúsculo, mostrar, nítido, notar, obscurecer, observar, olhar, olhar fixo, panorama, perspectiva, pintar, ponto de vista, prever, quadro, reconhece, retrato mental, saliente, sem sombra de, sinal, show, sonho, sinal indicador, ter uma imagem, ter perspectiva, vago, ver, ver claramente, verificar, vigia, visão, visibilidade, vista, vista aérea, vista curta, vistoriar, vistoso.

Auditivas: Informações objetivas; escutar; estatísticas; pensa nas vantagens que vai ganhar; olha na linha do horizonte.
Palavras: afirmar, agudo, grave, alcance da voz, alarme, alto e claro, amplificar, anunciar, articular, audível, barulho, bem informado, boato, chamar, citado, clic, com a língua presa, contar, conversa fiada, convidar, comentar sobre, cochicho, comunica, dar explicação, declarar, delatar, desafinado, descrever, discurso, discutir, divulgar, dizer, entrevista, enunciar, escutar, estática, estrondoso, exclamar, expressar-se, expressar opinião, explicar, falar, fique quieto, fofoca, harmonia, grito, indagar, informar, melodia, mencionar, modo de falar, mudo, perder a voz, opinar, opinião, considerada, oral, ouvir, ouvir pôr acaso, palavra pôr palavra, poder de fala, perguntar, proclamar, pronunciar, queixa, quieto, reclamar, relatar, relator, repreensão, resmungo, rugido, sala de fofocas, sintonizado, silêncio, som, sonoro, sugerir, tagarela, tom, vocal, voz.

Cinestésicas: Toca nas pessoas; sensações são o seu mundo; roupas mais práticas; fala mais lento; olha para baixo para lembrar das coisas entrando em contato com ele mesmo.
Palavras: abraço, abaixar armas, aborrecido, acalorado, afetado, afetuoso, afiado, agarrar, agitação, amargo, amontoar, apertado, aperto de mão, apoderado, apoiar, argumento forte, áspero, ativo, atrapalhado, corte, choque, concreto, confusão, controle, custo, dar empurrão, de mãos dadas, desentender-se, desgaste, discussão, desleal, emocional, embrulhado, ênfase, encontrar um meio, empurrar, entrar em contato, envolver, esforçar-se, esforço, estatus, estremecer, estrutura, exagerado, experimentar, ferido, firme, flutuante, fresco, frio, quente, fundação, fustigado, gostoso, ímpeto, insensível, insuportável, intuição, irascível, leviano, liso, macio, manusear, movimento, não se mexa, nivelar, odor, palpitação, palpite, pesado, pôr as cartas na mesa, prático, pressa, pressão, prestar atenção, profundo, reagir, resistente, salgado, sensação sensível, sofrer, sólido, suportar.

Inespecíficas: Acreditar, agradável, apreciar, aprendizagem, associar, aumentar, comunicação, conhecer, consideração decidir, entender, escolher, estudar, falso, favorecer, igualar, informar, lembrar, localizar, oferecer, optar, opção, organizado, pensar, perceber, realiza, receber, reconhecer, saber, tentar, venda, vender, vigoroso.

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CRIATIVIDADE

Definição em Dicionários:

— criatividade (cri.a.ti.vi.da.de) s.f.
1) Filol. Função da inteligência humana que torna o homem superior ao que ele mesmo cria. Qualidade, característica, atributo ou faculdade (de ser criativo) do que é ou de quem é criativo.
2) Personalidade criadora insuperável própria do homem. Inventividade, inteligência e talento (capacidade de criar coisas novas), natos ou adquiridos, para criar, inventar, inovar, quer no campo artístico, científico, esportivo, etc. (espírito inventivo: criatividade artística).

— criativo (cri.a.ti.vo) adj.
1) Que é capaz de criar, de inventar, de imaginar qualquer coisa de novo, de original, que manifesta criatividade: Um espírito criativo. Um criador.
2) Que favorece a criação: Meio criativo.
3) s. m. Em publicidade, pessoa encarregada de ter ideias originais para criar ou lançar um produto.

Tipos de Criatividade – Pode-se classificar a criatividade segundo o lugar de origem e a forma como se manifesta, como:

1 – Criatividade individual: é a forma criativa expressa por um indivíduo
2 – Criatividade coletiva ou de grupo ou criatividade em equipe: forma criativa expressa por uma organização, equipe ou grupo. Surge geralmente da interação de um grupo com o seu exterior ou de interações dentro do próprio grupo e tem como objetivo principal otimizar ou criar produtos, serviços e processos. Na organização moderna a “criatividade em equipe” é o caminho mais curto e mais rápido para modernização e atualização de seus diversos métodos de gestão e de produção.

Potencial Criativo – Acredita-se que o potencial criativo humano tenha início na infância. Quando as crianças têm suas iniciativas criativas elogiadas e incentivadas pelos pais, tendem a ser adultos ousados, propensos a agir de forma inovadora. O inverso também parece ser verdadeiro.

Quando as pessoas sabem que suas ações serão valorizadas, parecem tender a criar mais. Quando sentem que não estão sob ameaça (de perder o emprego ou de cair no ridículo, por exemplo), as pessoas perdem o medo de inovar e revelam suas habilidades criativas.

Algumas pessoas acreditam que ver a criatividade como habilidade passível de desenvolvimento é um grande passo para o desenvolvimento humano, enquanto outras têm a visão de que a criatividade é uma habilidade inata, ligada a fatores genético/hereditários e, portanto, determinista.

Certas pessoas também admitem que a criatividade não tenha necessariamente ligação com o QI – quociente de inteligência (medida obtida por meio de testes desenvolvidos para avaliar as capacidades cognitivas), que ela tem mais afinidade com motivação do que com inteligência. Outras pessoas, por outro lado, confirmam uma forte correlação entre QI e potencial criativo.

Processo Criativo – Durante o processo criativo, frequentemente distinguem-se os seguintes estágios:

– Percepção do problema. É o primeiro passo no processo criativo e envolve o “sentir” do problema ou desafio.
– Teorização do problema. Depois da observação do problema, o próximo passo é convertê-lo em um modelo teórico ou mental.
– Considerar/ver a solução. Este passo caracteriza-se geralmente pelo súbito insight da solução; é o impacto do tipo “eureka!”. Muitos destes momentos surgem após o estudo exaustivo do problema.
– Produzir a solução. A última fase é converter a ideia mental em ideia prática. É considerada a parte mais difícil, no estilo “1% de inspiração e 99% de transpiração”.

Formas de Expressão da Criatividade:

– Arte e cultura. Neste universo, preeminentemente da criatividade, o artista não está diretamente ligado às convenções, dogmas e instituições da sociedade, ele tem uma expressão criativa que é o resultado direto de sua liberdade.
– Pesquisa e desenvolvimento. Para produtos resultantes de atividades de pesquisa e desenvolvimento tecnológico, o critério criativo é a patente deste produto. São geralmente três os pré-requisitos de uma patente: novidade, inventividade e aplicação prática.
– Humor (comédia).
– Produzir a solução em equipe. Fase comum que ocorre nas empresas e organizações quando precisam, tanto diagnosticar ou superar um problema quanto otimizar ou inovar produtos, serviços e processos. Ancora-se, para tal dinâmica, no conhecido sistema do brainstorming ou “tempestade cerebral” – mais que uma técnica de dinâmica de grupo, é uma atividade desenvolvida para explorar a potencialidade criativa de um indivíduo ou de um grupo – criatividade em equipe – colocando-a a serviço de objetivos pré-determinados.

Medição da Criatividade – Foram propostas várias tentativas de desenvolver um quociente de criatividade (QC) de uma forma análoga ao quociente de inteligência (QI). Porém, a maior parte dos critérios de medição da criatividade depende do julgamento pessoal do examinador e por isso é difícil estabelecer um padrão de medição.

Criatividade em Equipe – um produto:

Criatividade é arma de combate na conquista da sobrevivência dos seres vivos. Na escala animal da natureza, as conquistas ocorrem através de ajustes e aprimoramentos a cada espécie viva, de acordo com os princípios da seleção natural descobertos por Darwin. Na escala humana, as conquistas ocorrem dentro da História, não apenas sócio-econômica, mas, sobretudo, industrial e tecnológica com seu processo fantasioso e delirante de avanço.

O homem, através de sua criatividade, aperfeiçoa, melhora e inova os fundamentos de sua sobrevivência: da alimentação natural aos produtos transgênicos, da tanga à moda do vestuário, das infusões chamânicas à medicina moderna, da oca a casa decorada e eletrônica. No lazer, nos transportes ou na educação, a vida humana é um exercício contínuo de criatividade. O exercício da criatividade dentro da História impele a todos, por competitividade, a incrementar seu potencial criativo, adquirindo consciência deste fenômeno e adquirindo novas ferramentas de criatividade que o impulsionem.

A “criatividade em equipe” – em linha com o brainstorming –, é exercício essencial: da empresa com suas disputas de poder e busca de crescimento, às escolas de samba, cuja diversão e jogo liberam pulsão criativa à construção de um espetáculo único e inigualável.

Ancorando a criatividade em leis de mercado, numa dialética da produção, por exemplo, desmistifica sua aura de genialidade ou de difícil acesso às pessoas comuns.

Gerir e participar do processo de criatividade em equipe, instalando-a no dia-a-dia da empresa, da instituição, da escola, ou de qualquer ambiente empreendedor, na busca da otimização de produtos, serviços e processos, bem como na humanização do trabalho, ainda que sujeito à competitividade natural da espécie humana, expande justamente a criatividade, aprimorando o mundo em que vivemos.

Como Ampliar o Potencial Criativo:

É plenamente possível fazer com que uma pessoa se torne mais criativa, segundo o artigo “É possível se tornar uma pessoa mais criativa?”, de José Cláudio C. Terra. Os principais resultados criativos não advêm de exercícios mentais que prometem aumentar o potencial de criação dos indivíduos de forma isolada, a exemplo de exercícios mentais com CDs ou fórmulas mirabolantes que apregoam sete ou oito lições para aprimorar a criatividade.

A criatividade humana se revela a partir de associações e combinações inovadoras de planos, modelos, sentimentos, experiências e fatos. O que realmente funciona é propiciar oportunidades e incentivar os indivíduos a buscar novas experiências, testar hipóteses e, principalmente, a estabelecer novas formas de diálogos, sobretudo, com pessoas de outras formações, tipos de experiências e cultura.

Alguns indivíduos altamente criativos já apresentam naturalmente esse padrão de comportamento curioso, investigativo, voltado à experimentação, à inovação e à busca persistente de pequenas e grandes nuances, seja em suas áreas de interesse ou em terrenos nem tão familiares, envolvendo outras culturas, tecnologias, idiomas, etc. São pessoas que intuitivamente fazem o melhor exercício possível para o cérebro ao investir, de maneira consistente, no aprendizado e no estímulo a diferentes capacidades cognitivas e sensoriais.

Embora seja impossível modificar algumas características essenciais das pessoas, podemos incentivar comportamentos, estilo de vida e formas de interação com o mundo que permitam o desenvolvimento de novos padrões cognitivos e facultem aos indivíduos oportunidades de geração de insights criativos. O mais importante, no entanto, está no fato de que, no contexto organizacional, o que vale mesmo é a capacidade criativa coletiva.


Frases inspiradoras para estimular a criatividade e a inovação:

• “Um pressentimento é a criatividade tentando te dizer algo.” Frank Capra

• “Um aspecto essencial da criatividade é não ter medo de fracassar.” Dr. Edwin Land

• “Há dois tipos de pessoas no mundo: os realistas e os sonhadores. Os realistas sabem onde estão indo. Os sonhadores já estiveram lá.” Robert Orben

• “O sábio não é o homem que dá as verdadeiras respostas: É aquele que faz as verdadeiras perguntas.” Claude Lévi-Strauss

• “Imaginação é o início da criação. Nós imaginamos o que desejamos; nós seremos o que imaginamos; e, no final, nós criamos o que nós seremos.” George Bernard Shaw

• “Inovação é atribuir novas capacidades aos recursos (pessoas e processos) existentes na empresa para gerar riqueza.” Peter Drucker

• “Para usarem o seu potencial criativo as pessoas precisam de: Liberdade para estudar, Liberdade para questionar, Liberdade para se expressar, Liberdade para serem elas mesmas.” M. I. Stein

• “Criatividade é fazer o novo e reordenar o velho.” Mike Vance, Disney Corporation

O italiano, cientista e inventor Leonardo da Vinci é muito conhecido por seus trabalhos criativos. Considerado por vários o maior gênio da história, devido à sua multiplicidade de talentos para ciências e artes, sua engenhosidade e criatividade, além de suas obras polêmicas. Uma de suas criações mais interessantes é “O Homem Vitruviano”, de 1490. A obra apresenta as ideias de proporção e simetria aplicadas à anatomia humana.

O arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer foi pioneiro na exploração das possibilidades construtivas e plásticas do concreto armado. “Não é o ângulo reto que me atrai, nem a linha reta, dura, inflexível, criada pelo homem. O que me atrai é a curva livre e sensual, a curva que encontro nas montanhas do meu país, no curso sinuoso dos seus rios, nas ondas do mar, no corpo da mulher preferida. De curvas é feito todo o universo, o universo curvo de Einstein.”

O cientista inglês Isaac Newton revolucionou a história da Ciência quando descreveu a Lei da Gravitação Universal e as três Leis de Newton (Inércia, Quantidade de Movimento, e Ação e Reação – Lei Fundamental da Dinâmica). Especialmente a Lei da Gravidade – popularmente atribuída à criatividade –, envolve humor e reflexão por causa da história da maçã que teria caído na cabeça de Newton, cujo impacto fez com que, de algum modo, ele ficasse ciente da força da gravidade, como se perguntasse: “por que em vez da maçã flutuar, ela caiu?”. A pergunta não era apenas se a gravidade existia, mas se estenderia tão longe da Terra que poderia também ser a força que prende a Lua à sua órbita...

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Busque a origem e descarte:
A bitola das ferrovias (distância entre dois trilhos) nos Estados Unidos é de quatro pés e 8,5 polegadas.
Por que esse número foi utilizado?
Porque era esta a bitola das ferrovias inglesas e, como as americanas foram construídas pelos ingleses, esta foi a medida utilizada.
Por que os ingleses usavam esta medida?
Porque as empresas inglesas que construíam os vagões eram as mesmas que construíam as carroças, antes das ferrovias e se utilizavam do mesmo ferramental das carroças.
Por que dessas medidas para as carroças?
Porque a distância entre as rodas das carroças deveria servir para as estradas antigas da Europa, que tinham esta medida.
E por que tais estradas tinham esta medida?
Porque essas estradas foram abertas pelo antigo império romano, quando de suas conquistas e tinham as medidas baseadas nas antigas bigas romanas.
E por que as medidas das bigas romanas foram definidas assim?
Porque foram feitas para acomodar dois traseiros de cavalos!

Note: O ônibus espacial americano (Space Shuttle) utiliza dois tanques de combustível sólido que são fabricados pela Thiokol, em Utah, nos EUA. Os engenheiros que os projetaram queriam fazê-los mais largos, porém tinham a limitação dos túneis das ferrovias por onde eles seriam transportados, e que tinham suas medidas baseadas na bitola da linha férrea. Portanto, um dos projetos mais avançados da engenharia mundial, em design e tecnologia, foi afetado pelo tamanho do traseiro dos cavalos da Roma antiga!


Crônica: ASPIRAÇÃO À CRIATIVIDADE
Autor: Sérgio Eduardo Sakall
Município de São Paulo, 22/04/2010

Atualmente, muito se fala em criatividade como sendo ferramenta ou característica básica para qualquer bom profissional na área de Publicidade e Propaganda, por exemplo. Cada um define com suas próprias palavras, a maioria usando sinônimos como: inovação, originalidade, inventividade, os quais por si só também merecem uma explicação mais completa.

Ao consultar dicionários encontrei várias respostas, mas nenhuma delas tinha o que eu buscava... Queria um significado que me desse uma explicação mais profunda, quiçá mágica, talvez a origem da criatividade, não a etimológica, mas sim o que faz uma pessoa ser mais ou menos criativa, para que eu soubesse que ações práticas eu poderia tomar para me tornar uma pessoa mais criativa.

Permanecia com algo mais ou menos assim: ser criativo é possuir um estado de espírito superior, quase de graça, como um semideus ou um herói que soluciona qualquer coisa através de uma “luz”, de um passe de mágica, cujo resultado vem desta suposta simplicidade...

Num blog li que criatividade é a capacidade de criar algo novo através da recombinação de elementos... É verdade que as coisas não são criadas do nada. Não existe uma luz que vem do céu e nos ilumina com novas ideias. Assim como não existe o bolo sem os ingredientes. Santos Dumont não teria criado o avião sem que nunca tivesse observado os pássaros. Ao inventor da tesoura teria sido impossível fazê-lo sem que o mesmo tivesse a referência de facas.

Quando tentamos criar algo novo, o cérebro acessa nosso banco de dados de referências: imagens, sons e situações que vivenciamos. Recombinando e misturando esses diversos elementos criamos uma “coisa nova” que na verdade tem várias partes de coisas que já conhecemos. Sedo assim, para sermos mais criativos precisamos de muitas referências, quanto mais melhor, para podermos recombiná-las.

Talvez o adjetivo criativo empregado a uma pessoa seja proporcional ao seu conhecimento... Isto é, se a gente conhece apenas três coisas, poderemos recombiná-las em uma dúzia de coisas novas, por exemplo, mas se a gente conhece trinta coisas, então as possibilidades de ideias serão infinitamente maiores.

Daí eu percebi que observação e conhecimento eram as “palavras-chaves” para a busca da criatividade.

Sabemos que o paradigma é o caminho que orienta nosso pensamento, geralmente. A expressão “out of the box” é usada exatamente para rompermos com os paradigmas, para pensarmos sem modelos, sem referências.

Fazer algo dentro do modelo mental padrão facilita a comunicação, pois nossos receptores não precisarão fazer esforço algum para compreender aquilo que é vigente em nossa cultura; mas por isso mesmo nos coloca em lugar comum.

Portanto, quando criamos algo, temos que buscar a origem e a descartar, tentar chegar ao resultado que desejamos partindo de um ponto diferente, inusitado. Romper os paradigmas nos permite que o cérebro recombine os elementos de uma maneira totalmente nova, gerando algo inesperado e realmente criativo.

Por outro lado, muito já se ouviu falar de artistas que tiraram sua inspiração de sonhos. Miró é um exemplo.

A criatividade também não deve ser apenas uma questão de precocidade, em indivíduos que se tornaram muito criativos; embora para todas as pessoas próximas que perguntei a respeito, a maioria julgou que a criatividade era um “dom”, cujo indivíduo já nascia assim (predestinação). Mozart é um dos melhores exemplos de uma alma precoce e criativa.

De fato, alguns indivíduos são visivelmente mais criativos do que outros, mas isso não deve ser apenas uma questão de genialidade. Outros indivíduos se tornaram criativos muito mais tarde em suas vidas; foi bem depois, já com idade avançada que tiveram as ideias mais originais.

Então, àquelas palavras de significados concretos, observação e conhecimento, foi acrescentada a palavra irracionalidade – intuição, dádiva, fantasia, ilusão, liberdade – fenômenos psíquicos cujos significados são mais abstratos ou subjetivos.

Parece que existem dois problemas envolvidos em uma discussão sobre a criatividade. O primeiro problema é o das origens ou causas da criatividade. O segundo é o do mecanismo: como acontece? Qual o processo de um ato criativo? Como alguém cria algo novo?

O desenvolvimento da inteligência é uma criação contínua. Cada estágio do desenvolvimento produz algo radicalmente novo, muito diferente do que existia antes. Desse modo, todo o desenvolvimento é caracterizado pelo aparecimento de estruturas novas. Logo, voltamos ao desprendimento dos paradigmas...

Um exemplo do quão as pessoas são criativas podemos encontrar em estabelecimentos comerciais que, com um pouquinho da língua italiana, por terem sua razão social um nome simplesmente traduzido para outro idioma, leva longe aqueles que acham a faculdade de comunicação uma bobagem:

“Congelare” (comida caseira congelada), “Instituto Capacitare”, “Alugare” (negócios imobiliários), “Lembrare” (lembranças de casamento, de nascimento e outras ocasiões), “Incentivare” (eventos e turismo) etc.

Traços simples e ideias aparentemente inconcebíveis a uma mente sóbria também são elementos constantes de um criador; além de conterem bastante humor... Aliás, o poder do humor, ao mesmo tempo irônico, sarcástico, infantil, que consegue beirar ou flertar de leve com a falta de sentido (nonsense), aparece em filmes de muitos cineastas e diretores premiados, considerados criativos.

Na verdade, a origem da criatividade ainda é coberta de mistérios, mesmo que esteja presente em todos nós. Aliás, acredito que todos nós temos este potencial, o que difere é apenas a forma de sua manifestação. Procedimento: o desejo de criatividade é alcançado com observação, conhecimento, desprendimento, diversão e simplicidade.


QUER SER CRIATIVO?

Comece a colocar novas referências no seu banco de dados. Tudo pode ser utilizado, desde a discussão no trabalho que lhe inspira uma ação, a morte do seu cachorro que lhe ajudou a criar uma poesia ou uma obra de arte que lhe serviu de base para criação de um novo logotipo, por exemplo.

É claro que não podemos simplificar demais, pois existem algumas técnicas e processos que podem ajudar a organizar a informação em nosso banco de dados mental e facilitar o acesso a elas quando precisarmos.

– Leia! Nada lhe trará tantas referências quanto ler. O conhecimento é uma estruturação da realidade.
– Busque o diferente! Viajar e experimentar coisas diferentes tem um gosto especial e o impacto sobre a sua visão de mundo é imediata. Leia assuntos diferentes, coma pratos exóticos, percorra caminhos diferentes, fale com pessoas de experiências diversas.
– Saiba ouvir as pessoas e seja um entusiasta da mudança! Opiniões e pontos de vista diferentes abrem muitas janelas. A ligação entre criatividade e mudança é óbvia, pois é esse processo que permite a implementação das ideias criativas.
– Não negligencie aquilo que você não gosta! Acha o programa Big Brother um lixo? Ok! Mas pelo menos saiba sobre o que ele fala e porque tanta gente gosta dele.
– Persista! Nunca fique satisfeito com a primeira ideia! Sempre descarte a primeira, assim como as duas ideias seguintes, mesmo que no final você volte à primeira. Faz parte da natureza o princípio da seleção, quer seja de espécies, quer seja de ideias.

... E MAIS “LEIS” DA CRIATIVIDADE:

Domine a autocrítica – A primeira e talvez mais simples providência que você pode empreender para melhorar a sua criatividade é entrar em contato com o seu senso de auto-avaliação.

Distribua a sua criatividade – Faça com que pelo menos uma parte de seus esforços criativos beneficie outras pessoas além de você.

Sonhe com o impossível – Imaginar o futuro, por mais impossível, fantástico, ou aparentemente irrealizável que pareça, além de ser sedutor, é a marca registrada dos grandes inventores, e de alguns dos grandes gênios.

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Última atualização: 11/06/2011.
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