ZOOPATOLOGIA é o estudo das doenças dos animais e ZOOIATRIA é a medicina veterinária.
Página insetos...
Anaplasmose é uma doença infecciosa dos ruminantes que pode ser aguda ou crônica, caracterizada por anemia, icterícia e febre... Pacheco, uma girafa macho que viveu no Zoológico de Curitiba, morreu dessa doença...
Na virada do século XIX as girafas quase atingiram a extinção na África Oriental devido a caçadores furtivos estrangeiros, alterações do hábitat e a peste bovina – uma doença que se acredita ter sido introduzida juntamente com o gado importado para o Continente Africano...
A Febre Aftosa também ocorre...
Segunda Revolução Industrial e animais ameaçados de extinção pelo Capitalismo Financeiro...
MORTALIDADE: a taxa de mortalidade no primeiro ano de vida dos filhotes é cerca de 58%. Cerca de 50% dos filhotes morrem nos primeiros 6 meses de vida. Sendo que a maior mortalidade ocorre no primeiro mês de vida (22%). A mortalidade no segundo e terceiro ano é cerca de 8%. E de 3% por ano nos adultos. Não há diferença, observada, na taxa de mortalidade entre machos e fêmeas.
O gene Pestivirus da família Flaviviridae que compõe 4 espécies, chamado Bovine viral diarrhea virus-1 (BVDV-1), BVDV-2, Border disease virus (BDV), e virus da febre Clássica do porco (CSFV). Análises comparativas das sequências parciais tem sugerido que o pestivirus isolado na girafa (Giraffe-1) e reindeer (Reindeer-1) são distintos no estabelecimento das espécies (Becher et al., Virology 262, 64-71, 1999).
A foto mostra grandes tumores em uma girafa fêmea (Namíbia).
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Doença provável: O VÍRUS DA DERMATOSE NODULAR.
Nomenclatura vulgar: Dermatose Nodular Contagiosa.
Espécies animais a que se referem: bovinos em geral, também os oryx (Oryx beisa), as girafas (Giraffa camelopardalis) e os impalas (Aepyceros melampus). Eles são as espécies sensíveis a infecções experimentais mais le rôle da fauna selvagem reste à définir. O vírus da dermatose nodular contagiosa se réplique également chez les ovins et les caprins après inoculation expérimentale.
Desenvolvimento da dosagem para a imobilização da girafa é usada uma combinação de medetomidine (MED) e ketamine (KET) e reversal com atipamezole (ATP). Procedimento: a combinação (MED e KET) foi administrada usando-se um dardo. Depois da imobilização, recorre-se a injeção de ATP.
REUTERS NEWS SERVICE – SINGAPORE: 03/09/2003
Ervas tradicionais chinesas e agulhas de acupuntura estão sendo usadas com sucesso pelos médicos veterinários de Cingapura para tratar cavalos, girafas e, eventualmente, dragões de Comodo.
Oh Soon Hock, que também é um praticante desta medicina, disse ontem estar desapontado com o efeito da medicina moderna nos animais do Jardim Zoológico de Cingapura, por isso, voltou-se para os métodos da medicina tradicional chinesa.
"Eu tenho usado essas poderosas ervas para tratar as feridas no corpo das girafas e a infecção das córneas dos cavalos. Isso é bem eficaz," disse Oh. "Com o uso das ervas chinesas, atualmente, o zôo economiza muito dinheiro porque tais ervas são muito baratas", acrescentou. Os animais estão sendo tratados com a raiz: astragalus root.
Apesar dos 3 mil anos de história, Oh disse que a medicina chinesa é frequentemente vista com ceticismo. "As pessoas ainda suspeitam desta medicina. Quando eu usei pela primeira vez as ervas, ninguém acreditava nelas. Eu tive que lutar para usá-las nos animais... Agora, eu provei que funciona."
Oh, que tem trabalhado com os animais por 13 anos, começou a usar outra forma de tratamento da medicina tradicional chinesa - a acupuntura.
Desde o começo de agosto, Tirto, um grande lagarto (amante do sol) vindo da Ilha de Comodo, na Indonésia, têm agulhas de acupuntura colocadas em seu dorso, pernas e boca, colocadas duas vezes por semana para curar uma desordem neurológica.
"Antes do tratamento, ele tinha problemas para se alimentar e se locomover, estava bastante deprimido," disse Oh. "O tratamento deu bons resultados. Ele está bem melhor e quando o sol aparece, ele fica muito ativo."
Mas não apenas os animais são pacientes de Oh. Ele também trata e faz consultas de graça em uma clínica que usa remédios tradicionais chineses. "Durante o dia eu trato de animais e à noite de humanos."
First published online June 15, 2006
Journal of Experimental Biology 209, 0iii (2006)
Copyright © 2006 The Company of Biologists Limited
doi: 10.1242/jeb.02354
Inside JEB
HOW GIRAFFES KEEP THE PRESSURE UP
Kathryn Phillips
kathryn@biologists.com
http://jeb.biologists.org/cgi/content/full/209/13/iii
You'd have thought that maintaining a decent blood supply to your brain when your head is almost 2 m above your heart could be a serious headache, but giraffe's have evidently overcome any difficulties they might encounter.
However, the mechanism that maintains sufficient blood flow to the animal's head has remained a topic of hot debate for several decades. One suggestion had been that the major blood vessels in the mammal's graceful neck form a siphon that draws blood up to the brain.
In this issue of The Journal of Experimental Biology, Graham Mitchell, Shane Maloney, Duncan Mitchell and James Keegan add another contribution to the argument, suggesting that hydrostatic pressure generated by the column of blood in the carotid artery, and not a siphon, could account for the astounding blood pressures need to keep the giraffe's brain supplied (p. 2515).
The team built a mechanical model of a giraffe's neck and head, consisting of a 1660 mm long `carotid artery' tube, a 1638 mm long collapsible `jugular' tube, a linking tube to simulate blood flow through the brain, and a pump that simulated the heart.
Adjusting the relative positions of the bottoms of the carotid and jugular tubes to create a siphon, the team tested several permutations of rigid and flexible blood vessels, and found that the siphon failed to deliver sufficient pressure.
However, when the team activated the pump to simulate the heart's intrinsic hydrostatic pressure, they successfully generated pressures similar to those measured in the giraffe's carotid artery. And when the team constricted the lowest portion of the jugular tube, they found that the blood pressure rose dramatically.
They suggest that by constricting the jugular at this point, giraffes could maintain sufficient blood pressure, when they raise their heads after drinking, to prevent themselves from passing out.
References
Mitchell, G., Maloney, S. K., Mitchell, D. and Keegan, D. J. (2006). The origin
of mean arterial and jugular venous blood pressures in giraffes. J. Exp. Biol.
209,2515 -2524.[Abstract/Free Full Text]
Última atualização: 15/04/2008. |