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Giraffa camelopardalis rothschildi

Nome científico – Giraffa camelopardalis rothschildi (G.c. rothschildi)

Nome em português – Girafa-baringo, Girafa-ugandense, Girafa-de-uganda, Girafa-de-rothschild
Nome em inglês – Rothschild’s Giraffe, Baringo Giraffe, Ugandan Giraffe
Nome em alemão – Rothschildgiraffen
Nome em italiano – Giraffa di Rothshild

Esta subespécie foi nomeada após o senhor Walter Rothschild a ter identificado como uma nova subespécie, pois esta girafa tem cinco cornos (conhecidos como ossíconos) em sua cabeça – dois a mais do que nas outras subespécies. Recentemente foi proposto que a girafa-baringo seja na verdade uma espécie distinta de outras girafas e não uma subespécie...

Há muito poucos lugares na natureza onde a girafa-baringo pode ser vista, o mais certo é no Parque Nacional do Lago Nakuru, no Quênia, e no Parque Nacional das Cataratas Murchison, na região leste de Uganda.

Ela pode ser vista nas adjacências do lago Nakuru, também na região do lago Naivasha, ambos no Quênia (região oeste, central e noroeste – Lago Baringo) e talvez no sul do Sudão?...

A girafa-baringo é uma das mais ameaçadas de extinção entre as nove subespécies, talvez a primeira ou a segunda subespécie em risco de extinção, com apenas duas centenas de membros, aproximadamente. Todas que vivem no estado selvagem estão em áreas protegidas no Quênia e em Uganda.

Enquanto girafas em geral são classificadas como baixo risco, particularmente a girafa-baringo também corre risco especial de hibridação, visto que sua população é tão limitada em números...

Existem vários programas de reprodução em cativeiro no local – principalmente no The Giraffe Centre, em Nairóbi, no Quênia. Assim como em outras partes do mundo, por exemplo, em Woburn Safari Park, Inglaterra. Claro que todos visam ampliar o gene genético na população selvagem das girafas-baringo...

Abaixo, girafa-baringo fotografada por Don Getty (www.dongettyphoto.com), no Parque Nacional do Lago Nakuru, Quênia (1989).

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Série de quatro valores iguais, mais mini-folhinha com 12 selos, “ROTHSCHID’S GIRAFFE” (Girafa-rothschildi), emitida pela República de Uganda com logotipo da WWF, em 12/02/1997.

Com fôlder da WWF (o qual não tenho), série de 4 selos, um bloco sem o logotipo, uma folhinha com 12 valores, 4 FDCs e 4 máximos postais... Scott: 1469/1470. Yvert: 1458/1461. Michel: 1790/1793, BF: 269. Domfil: 997.17/20.

Bloco sem o logotipo e folhinha de 12 valores com logotipo WWF.

Envelope de primeiro dia oficial emitido pelo Governo (falta)...

FDCs – 4 envelopes de primeiro dia da WWF.

Quatro máximos postais da WWF.

Instituições que possuem em cativeiro a girafa-baringo e informações sobre a subespécie:

Betty Leslie-Melville – The Langata Giraffe Centre
Lake Baringo
Lake Nakuru National Park – UNESCO, 2007 (whc.unesco.org/en/tentativelists/1344)
National Parks & Safaris, Uganda Tourist Board (http://visituganda.com/parks.html)
Zoological Parks and Gardens Board of Victoria (www.zoo.org.au/education/factsheets/mam-giraffe.pdf)
Zoológico de Antuérpia, Zoológico de Auckland, Zoológico de Taronga

“Gemina Giraffe” – Santa Barbara Zoo (Santa Barbara – Califórnia, CA – Estados Unidos)


Rothschild” é o nome de uma tradicional e milionária família de banqueiros internacionais de maior sucesso em sua época...

De origens modestas, cinco irmãos fundam casas bancárias em Frankfurt, Londres, Paris, Viena e Nápoles. Eles alcançam fama como os mais importantes – e mais bem-sucedidos – banqueiros do mundo. Empreendimentos Rothschild tornaram-se lendas como: o financiamento do exército de Wellington, a corrida do ouro, o Canal de Suez, a chegada das ferrovias e a busca por petróleo...

Nota: A palavra “Rothschild” é formada por “Roth” (vermelho) e “Child” (placa ou escudo), portanto Rotschild significa “escudo vermelho”, em alemão.

1798-1820 —

No ano de 1743 um ourives chamado Amschel Moses Bauer, abriu uma casa de moedas em Frankfurt. Conta-se que na entrada ele colocou uma placa com um escudo vermelho contendo uma águia romana, tornando-se conhecida como a firma do “escudo vermelho”... Mas a história dos Rothschild se inicia a partir de um de seus filhos Mayer Amschel Rothschild (1744-).

Por volta de 1760, o jovem Mayer Amschel Rothschild estabeleceu uma empresa em Frankfurt, na Alemanha, para negociação de cédulas e moedas. Em 1769, Mayer Amschel foi nomeado Agente da Coroa para o Principado de Hesse-Hanau. Ele e sua esposa, Gutle, tiveram cinco filhos (Amschel, Nathan, Salomon, Carl e James), os quais aprenderam as habilidades que lhes permitam estabelecer a atividade bancária pela Europa.

Em 1798, Nathan Mayer Rothschild (1777-1836) deixou a casa de seu pai para se estabelecer na Inglaterra, em Manchester, onde se oficializou como têxtil e comerciante geral, com uma reputação de venda agressiva e preços competitivos. A indústria têxtil florescia em plena Revolução Industrial. As tecelagens mecanizadas da Inglaterra produziam tecidos de qualidade em grande quantidade. O comércio do algodão oriundo da América do Norte para as tecelagens na Grã-Bretanha permitiu que a Casa Rothschild criasse vínculos, através do Atlântico, com a florescente economia norte-americana.

Em 1809, Nathan se mudou para Londres. Ele tomou lojas em New Court na St Swithin’s Lane – até hoje a casa do banco leva seu nome. Aqui ele desenvolveu atividades bancárias, negociação de letras de câmbio e de contração de empréstimos estrangeiros. Seu “melhor negócio” veio em 1814, quando ele e seus irmãos foram autorizados pelo governo britânico em aumentar o financiamento para ajudar a Grã-Bretanha e seus aliados na derrota de Napoleão.

Nota: Conta-se também que os Rothchilds fizeram grande parte de sua fortuna no fim das guerras napoleônicas, quando tiveram conhecimento da vitória da Inglaterra e lançaram um rumor no mercado que Napoleão havia ganho a guerra. Com isto a bolsa caiu quase a zero e os Rothchild praticamente compraram a economia inteira da Inglaterra. Quando a verdadeira notícia de que a Inglaterra havia ganho, os Rothschild emergiram como a família mais rica da Europa...

O negócio de Nathan forneceu um modelo para seus irmãos de volta em Frankfurt. Em 1812, James, o caçula, estabeleceu uma casa bancária, em Paris. Salomon, em 1820, foi para Viena, onde a família já estava ativa no financiamento imperial. Com o fortalecimento dos interesses Império Austríaco na Itália, Carl montou um negócio em Nápoles, deixando para Amschel, o mais velho dos cinco filhos, chefiar o banco de Frankfurt.

1820-1850 — Os irmãos expandem seus interesses pelo mundo

Por mais de um século desde 1818, quando Nathan arranjou um empréstimo de 5 milhões de libras esterlinas ao governo prussiano, angariar fundos para os governos em todo o mundo através da emissão de títulos formou o núcleo dos negócios Rothschild. Individualmente, os irmãos e seus descendentes adicionaram outros interesses. Na França e Áustria os Rothschilds foram levados a construir e financiar redes de ferrovias. Em Viena, Salomon tornou-se interessado em engenharia e fundições. Todos se envolveram com metais preciosos, em particular o ouro.

Em 1840, N. M. Rothschild & Sons se tornou um dos corretores de ouro do Banco da Inglaterra. Na corrida do ouro do século XIX, agências foram criadas na Califórnia e Austrália. Uma boa parte do século, os Rothschilds, por meio da aquisição de minas na Espanha, apreciaram o monopólio de mercúrio, usado na refinação de metais preciosos. Durante mais de cem anos, a partir de 1852, o Banco de Londres operou a Royal Mint Refinery, refinando e fundindo para o Banco da Inglaterra e outros clientes internacionais.

1850-1890 — A família começa a construir e recolher

Grandes casas foram construídas na década de 1850 – Mentmore na Inglaterra e Ferrières na França – as primeiras de muitas espalhadas por toda a Europa. Todas coalhadas de obras de arte. Os vinhedos de Bordeaux de Mouton e Lafite foram adquiridos. Fundações beneficentes foram estabelecidas com o tempo. A família foi apanhada pelas tempestades políticas de meados do século. O Ano da Revolução de 1848 foi indiferente, mas a unificação da Itália, em 1861, trouxe o encerramento do Banco de Nápoles.

Enquanto isso, os negócios de emissões de títulos cresceram e se espalharam. E ainda houve grandes momentos, como a decisão rápida e o secreto aumento de financiamento por Lionel de Rothschild, em 1875, habilitando o governo britânico a adquirir um grande interesse no Canal de Suez. Com a morte do Barão James, em 1868, a primeira geração de banqueiros Rothschild chegou ao fim. Apesar da identificação crescente com os países em que viveram, Inglaterra, França, Alemanha e Áustria, os laços familiares se mantiveram firmes, reforçados através de acordos de parceria.

Abaixo, cartão-postal “Chateau de Rothschild à Pregny près Genève”, Castelo em Pregny, perto de Genebra (editor fotográfico Jullien frères), circulado em 14/09/1904 de Genebra (Suíça) para Pelotas, no Rio Grande do Sul (Brasil), com porte de 10 francos suíços. Adquirido do ML, vendedor Antonio P. Ribeiro, Porto Alegre – Rio Grande do Sul (RS).

1880-1914 — A idade da mineração e exploração

Os franceses tiveram um grande interesse na indústria mineira de metais (em especial o cobre e o níquel) e, na Inglaterra, os Rothschilds montaram um novo empreendimento, uma companhia de exploração, The Exploration Company, para procurar fontes minerais em todo o mundo. Com a disponibilização de financiamento para a criação da De Beers, em 1887, os Rothschilds também se voltaram para o investimento na mineração de pedras preciosas na África (especialmente na África do Sul) e na Índia. Por um tempo, juntamente com a Nobels, eles estavam na vanguarda do desenvolvimento de campos de petróleo em Baku e Batoum, no sudoeste da Rússia. À parte dos negócios, novos interesses da família surgiram...

Em 1895, Edmond de Rothschild (18??-1934), filho mais jovem de James, visitou a Palestina pela primeira vez. Nos anos seguintes, ele apoiou a fundação de um número de colônias judaicas. Seu interesse no desenvolvimento do país continuou até sua morte. Barão ou Senhor Rothschild foi o título do primeiro nobre judeu, criado em 1885.

Abaixo (lado esquerdo da tela), carimbo comemorativo emitido em 23/11/1954, na cidade de Zikhron Ya’akov – “Aniversário de 20 anos da morte do Barão Edmond de Rotschild (20th Anniversary of the Death of Baron # 54014)... Do lado direito, carimbo comemorativo emitido em 20/03/1964, na cidade de Jerusalém – “Centenário da Escola de Meninas E. de Rotschild” (Centennial of the Girls School #W 64007)...

Zikhron Ya’akov foi criada sobre terras adquiridas por um dos sucessores do primeiro Barão, que tencionou plantar vinhedos por lá – o que realmente ocorreu. Hoje, a cidade é produtora dos melhores vinhos de Israel. Isto ocorreu em fins do século XIX, e no mesmo período esse Barão fez muitas doações para viabilizar muito do que é Israel, hoje. A benemerência dele se devia ao fato de que estava ocorrendo progromas, manifestações anti-semitas etc., especialmente na Europa Oriental. E o Barão procurava meios de realojar judeus que eram expulsos de suas cidades natais...

Nota: Aprendizado recebido de Ernesto em 22/03/09. Tenho uma publicação dos Correios de Israel que vai de 1948 (independência) até +/- 1995, e lá estão listados todos os carimbos utilizados em Israel, comemorativos, abertura e fechamento de agências etc.

Abaixo, frente e verso de uma cédula de Israel, emitida em 1982 (P-48), com valor facial de 500 Sheqalim, cuja imagem mostra o Baron Edmond Rothschild.

Na Inglaterra, Walter, filho do primeiro Barão de Israel (Edmond), começou o seu interesse pela Zoologia, que resultou em uma das coleções de espécimes mais importantes do mundo; enquanto seu primo Henri se tornava um dos maiores especialistas franceses sobre nutrição infantil. Em 1901, sem herdeiro masculino para conduzir, a Casa de Frankfurt fechou suas portas. Após mais de um século, os Rothschilds cortaram sua ligação comercial com a sua cidade de origem...

Lionel Walter Rothschild, 2º Barão Rothschild (1868-1937), foi um banqueiro e zoólogo britânico. Como membro da comunidade judaica e amigo próximo de Chaim Weizmann, Rothschild esteve envolvido com o movimento sionista e foi o destinatário da declaração de Balfour, que ajudou a estabelecer o Estado de Israel.

Walter Rothschild e a equipe de seu museu, Tring Zoological Museum, foram responsáveis pela descrição científica de cerca de 5.000 novas espécies e pela publicação de cerca de 1.700 artigos científicos no ramo da Zoologia. A ênfase desta atividade de investigação foram as aves e mesmo hoje em dia, a biblioteca de Tring Park é considerada uma das melhores fontes de informação ornitológica do mundo.

Além da girafa-rothschild (1903?) e entre as espécies descritas pelo próprio Barão, encontram-se o cormorão-de-galápagos e a trágica cotovia-da-ilha-stephen... Em 1936, pouco antes da sua morte, Rothschild doou a sua coleção zoológica ao Museu Britânico, que mais tarde integrou Tring Park no Museu de História Natural de Londres.

Algumas classificações de Walter Rothschild que são citadas em Girafamania: subespécie de cobo Kobus ellipsiprymnus penricei (sul da África, 1895); Bostrychia rara (África, 1897), Sula granti (Nazca, 1901), Gazella albonotata (Sudão, 1903); subespécies do carneiro-da-barbária (norte da África, 1913 e 1921); subespécie de avestruz Struthio camelus syriacus (Oriente Médio, 1919).

Foto B&P de Lionel Walter Rothschild (1868-1937), pré 1937, autor desconhecido
Frances E. Warr, Manuscripts and Drawings in the Ornithology and Rothschild Libraries of The Natural History Museum, 1997.

1914-1945 — Alteração do papel, à sombra de duas Guerras Mundiais

Após a Primeira Guerra Mundial, banqueiros entregaram o seu lugar tradicional, na obtenção de financiamentos, para os governos de novas instituições internacionais de financiamento. Os bancos Rothschild começaram uma transição no sentido da obtenção de financiamento para empresas comerciais e industriais. Clientes britânicos entre as Guerras incluía o metrô de Londres e F. W. Woolworth. Em 1919, uma nova página na longa história do envolvimento dos Rothschild com o ouro, N. M. Rothschild & Sons assumiu o papel de presidente para a fixação diária do preço do ouro no mundo, uma tradição da cidade que continuou na New Court até 2004. O queda de 1929 trouxe problemas, mas não na Áustria, onde Louis von Rothschild lutou arduamente para evitar o colapso do Creditanstalt – maior banco do país. Menos de uma década mais tarde, uma maré escura chegou: os negócios austríacos dos Rothschilds foram apreendidos em 1938 pelos nazistas, pondo fim a mais de um século no coração do sistema bancário europeu. Na França e na Áustria, a família esteve dispersa durante o período da Guerra... E os E.U.A. se tornaram um lugar de refúgio e regeneração para a família Rothschild.

1945-1980 — O longo prazo de recuperação pós-guerra

Muitas das mansões e das coleções foram para mãos públicas, em alguns casos dados, em outros apreendidos. Os negócios, agora focados em Londres e Paris, tinham que ser regenerados. Na década de 1960 novos caminhos foram explorados. Juntos, os bancos ingleses e franceses se comprometeram a desenvolver uma nova operação nos E.U.A., a qual viria a se tornar Rothschild Inc. Em Londres, a N. M. Rothschild & Sons, teve papel no início do novo mercado Eurobond (ligação internacional que é denominada na moeda não nativa do país onde foi emitido)...

Uma nova força nas finanças nasceu com a criação, por Edmond de Rothschild, em 1963, da suíça: La Compagnie Financière Edmond de Rothschild (LCF). De um simples começo, logo esta casa expandiu em um banco de investimentos, com uma série de filiais. O foco crescente na gestão de ativos empresariais e pessoais também levou, em 1973, na criação de uma nova ala de gestão de ativos do grupo N. M. Rothschild, o qual se desenvolveu num alcance mundial. Hoje, isso se manifesta na sede em Londres, Rothschild Private Management Limited.

1981-hoje — A operação em todo o mundo é restaurada

O grande sucesso da Casa de Paris sofreu o que pareceu um golpe terminal quando foi nacionalizada, em 1981, pelo governo francês. Mas, de onde outrora tinha estado, novos brotos rapidamente apareceram. Hoje, Rothschild & Cie Banque (RCB), o sucessor, foi restaurado em sua posição, como uma casa de investimento líder. A década de 1980 deu origem ao fenômeno internacional da privatização. Os Rothschilds estavam envolvidos desde o início e desenvolveram um papel pioneiro que se espalhou para mais de 30 países em todo o mundo. Esta tendência global foi acompanhada por um ressurgimento de escritórios Rothschild. Hoje, o nome pode ser encontrado em escritórios por de 40 países, dando continuidade à longa tradição de inovação, com base em um exercício constante, ao longo de dois séculos, de conhecimentos e experiências...

Fontes de pesquisa (acessadas em agosto de 2010):
www.rothschild.com – www.rothschild.info
http://en.wikipedia.org/wiki/Category:Rothschild_family
http://en.wikipedia.org/wiki/Walter_Rothschild,_2nd_Baron_Rothschild
Estilo: Waddesdon Manor, Inglaterra (www.waddesdon.org.uk)

... Certo dia, nos anos de 1930, a “madame Rothschild” trouxe consigo para a Suíça uma peça-girafa em madeira, de um safári da África ... Em meio a Segunda Guerra Mundial, em 1943 aproximadamente, aquela senhora conseguiu “fugir” do Nazismo, via Inglaterra, Estados Unidos e chegou a “terra prometida”: o Brasil... (rs)

Piada: O selo “girafa-de-escudo-vermelho” pode ser ligado “avidamente” a um selo sobre a AIDS... ou seja, da camisinha com a legenda “vista esta causa”. Os dois, em conjunto, sugerem: “Vista esta causa (ó) bem-te-vizinho da cabecinha vermelha”... (rs)

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Última atualização: 19/03/2011.
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