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A família dos girafídeos inclui todos os seus parentes, vivos e extintos. Atualmente, existem apenas duas espécies vivas: a girafa e o ocapi, ambas representadas nos “cards” acima. Esta família, que aparece em fóssil pela primeira vez no começo do Mioceno, também compreende outras espécies já extintas que podemos ver na Paleontologia.
Aparentemente, a girafa e o ocapi são muito diferentes entre si, sobretudo no sistema ecológico em que vivem, embora ambos sejam animais endêmicos e restritos da África. Os ocapis vivem solitariamente em florestas fechadas na região central da África. Já as girafas estão relativamente espalhadas pelo Continente Africano, atualmente em pequenos bandos, ocupando várias regiões abertas que chamamos de Savanas.
Na classificação científica, ela se distingue da atual ordem dos artiodáctilos de forma bem específica. Os chamados ungulados – mamíferos cujos dedos são providos de cascos – estão subdivididos em famílias. Penso que a família dos girafídeos tem como maior distinção das outras os seus cornos, entre outras características em comum que possuem.
Todos os herbívoros que têm chifres, sem excessão, esses chifres são anatômicamente separados do crânio do animal. As girafas e os ocapis têm cornos que são extensões crânianas, isto é, fazem parte do crânio dessa família. Portanto, os cornos (não se deve dizer chifres) das girafas e dos ocapis jamais caem como acontece com os outros animais.
Abaixo, uma imagem para se ter ideia do tamanho do homem em relação a família dos girafídeos.
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As relações da Superfamília Giraffoidea (giraffoids) são avaliadas por métodos de sistemática filogenética...
SUPERFAMÍLIA – Giraffoidea (Gray, 1821; Simpson, 1931), compreende alguns gêneros e duas grandes famílias...
GÊNERO – †Andegameryx (Ginsburg et al., 1994) • Espécie: A. andegaviensis
(Ginsburg et al., 1994)
GÊNERO – †Dremotherium
GÊNERO – †Eumeryx (Oligoceno)
GÊNERO – †Lorancameryx (Morales, Pickford e Soria 1993) – Europa...
GÊNERO – †Progiraffa (Pilgrim, 1908) • Espécie: Progiraffa exigua
GÊNERO – †Propalaeomeryx (Lydekker, 1883) • Espécie: P. sivalensis
(Lydekker, 1883)
GÊNERO – †Propalaeoryx (Stromer, 1926); é menor e sem apêndices cranianos...
• Espécies: P. austroafricanus (Stromer, 1926; Namíbia), P. nyanzae
(Whitworth, 1958), P. sivalensis (Lydekker, 1883)
GÊNERO – †Teruelia (Moya-Sola, 1987) – Europa... • Espécie: Teruelia adroveri
FAMÍLIAS:
I – FAMÍLIA – †Climacoceratidae (Hamilton, 1978; Gentry, 1994): com 5 Gêneros
(todos extintos)
II – FAMÍLIA – Girafídeos (Giraffidae™ Gray, 1821): com vários Gêneros (17,
sendo apenas 2 viventes)
I – FAMÍLIA – †Climacoceratidae (Hamilton, 1978; Gentry, 1994) – Família extinta de artiodáctilos restrita ao Mioceno, endêmica da África. Eles estão próximos aos ancestrais das girafas e, inicialmente, foram identificados como sendo girafas... mas diferem delas nos ossíconos ou cornos, os quais são como os chifres dos veados, derivados de diferentes ossos...
GÊNERO – †Climacoceras (MacInnes, 1936) • Espécies: C. africanus
(MacInnes, 1936) e C. gentryi (Hamilton, 1978)
GÊNERO – †Nyanzameryx (Thomas, 1984) • Espécie: Nyanzameryx pickfordi
(Thomas, 1984)
GÊNERO – †Orangemeryx (Morales, Soria e Pickford, 1999) • Espécie:
O. hendeyi (Morales, Soria e Pickford, 1999)
GÊNERO – †Prolibytherium (Arambourg, 1961) • Espécie: Prolibytherium
magnieri
GÊNERO – †Sperrgebietomeryx (Morales, Soria e Pickford, 1999) • Espécie:
S. wardi (Morales, Soria & Pickford, 1999)
O climacocera pertencia ao grupo dos girafídeos, ancestrais das atuais girafas e ocapis. Exisitram duas espécies: C. africanus (fósseis foram encontrados em Maboko, no Quênia) e C. gentryi (fósseis desta nova espécie foram encontrados em Fort Ternan e Baringo, no Quênia). Seus chifres grandes se pareciam muito com os dos cervos, porém seus cascos, rabo e estrutura óssea não deixam dúvidas de sua origem. Por possuir hábitos semelhantes das atuais girafas, acredita-se que vivessem em bandos e então os machos teriam desenvolvidos chifres maiores para disputarem territórios e posições hierárquicas. A diferença entre ambas as espécies foi estabelecida com base nos cornos, mandíbulas e dentição superior e inferior. Pela interpretação de seus caninos inferiores Climacoceras é classificado na família Climacoceridae.
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Nome popular: climacocera, chamado de “girafídeo de chifre ramificado” Nome científico: Climacoceras ssp. Seu nome vem do grego: “climaco” = ? + “ceros” = parece que significa chifres em escada... Época em que viveu: Mioceno, há 8 milhões de anos, aproximadamente. Local onde viveu: leste da África, Quênia Peso: cerca de 100 kg. | Tamanho: 1,50 metros de altura. Cornos: par ramificado... |
O prolibitério já foi considerado como um dos mais antigos girafídeos conhecidos. Ma ao contrário destes, o prolibitério possuía chifres bem maiores, um conjunto de grandes ossíconos em forma de folha, parecidos com os chifres de veados. Tinha pernas longas e finas, pescoço um pouco mais comprido que de seus parentes. Seu comportamento deveria ser semelhante aos de seu suposto descendente atual, o ocapi, vivendo solitário no interior das florestas, alimentando-se de folhas de arbustos. Também já foi considerado como a forma ancestral da espécie sivatério-africano, quando foi descrito como “Libytherium”. O prolibitério é agora considerado como um Climacoceratidae, devido à formação da largura de seus ossíconos. Nota: Parece que o Prolibytherium e o Propalaeoryx foram excluídos da superfamília Giraffoidea porque os caninos inferiores não são conhecidos...
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Nome popular: prolibitério, chamado de “besta-da-líbia” Nome científico: Prolibytherium magnieri Seu nome vem do grego: “proliby” = ? + “therium” = fera, besta... Época em que viveu: início do Mioceno, há 15 milhões de anos, aproximadamente. Local onde viveu: norte da África, na região acima do Deserto do Saara. Peso: cerca de 50 kg. | Tamanho: 1,80 metros de altura. Cornos: par em forma de folha, com largura de 35 centímetros. |
II – FAMÍLIA – Girafídeos (Giraffidae™) (Gray, 1821) – Tem ligeiras alterações... Hamilton (1978) concluiu 5 subfamílias da família dos girafídeos... Abaixo a família dos girafídeos está organizada em 3 subfamílias, as quais são grupos monofiléticos válidos: Sivatheriinae, Palaeotraginae e Giraffinae, A, B e C, respectivamente (em ordem alfabética decrescente).
GÊNERO – †Injanatherium (Heintz, Brunet e Sen, 1981)
GÊNERO – †Canthumeryx, sinônimo: Zarafa (Hamilton, 1973) • Espécie: Canthumeryx sirtensis (Hamilton, 1973)
Um parente distante das girafas – Canthumeryx, viveu entre 17 e 14 milhões de anos, era menor do que as girafas... Seus dentes caninos inferiores tinham um pequeno lobo (lobe) extra – uma característica única para os girafídeos... Isso mostra que Canthumeryx pertencia ao grupo que deu origem às girafas... São descritos sua dentição e parte do esqueleto que foram encontrados em Muruarot e Rusinga, no Quênia. Seus dentes concordam com os exemplares da espécie encontrada em Gebel Zelten, na Líbia, Zarafa zelteni (Hamilton, 1973), considerada sinônimo. Com base em seus caninos inferiores, às vezes, é classificado como um Giraffoidea (Giraffoid), não um Giraffinae, e colocado em nova família, talvez, Canthumerycidae... Foto montagem by Sérgio Sakall, do Museu de História Natural de Londres.
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SUBFAMÍLIA (A) – †SIVATHERIINAE (Bonaparte, 1850; Zittel, 1893) – Uma sistemática detalhada desta subfamília foi elaborada, como resultado alguns gêneros foram identificados...
GÊNERO – †Griquatherium cingulatum (Haughton, 1922)
GÊNERO – †Indratherium (Pilgrim, 1910)
GÊNERO – †Libytherium maurusium, Libytherium olduvaiense
GÊNERO – †Orangiatherium vanrhyni (van Hoepen, 1932)
GÊNERO – †Vishnutherium (Lydekker, 1876)
GÊNERO – †Birgerbohlinia (Crusafont Pairó e Villalta, 1951)
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Nome popular: chamado de sivatério-europeu Nome científico: Birgerbohlinia schaubei (Crusafont, 1952) Época em que viveu: Pleistoceno (cerca de 1 milhão de anos atrás) Local onde viveu: sul da Europa (Alicante, Espana) Peso: cerca de 220 kg. | Tamanho: 2 metros de altura. Cornos: 1 par... |
GÊNERO – †Bramatherium, sinônimo: Hydaspitherium (Falconer,
1845; Hamilton, 1978), “besta-de-brama” – Viveu em toda a Ásia, da Índia à Turquia.
5 cornos (um par anterior grande e três posteriores menores); similar ao sivatério.
O nome Brahma (Sanskrit) faz referência ao deus hindu da criação...
• Espécies: B. perimense (Falconer, 1845, Ásia, type species), B.
giganteus (Khan e Sarwar, 2002), B. grande ou Hydaspitherium
grande (Lydekker, 1880; Mathew, 1929), B. magnum ou Hydaspitherium
magnum (Pilgrim, 1910), B. megacephalum ou Hydaspitherium
megacephalum (Lydekker, 1876), B. suchovi (Godina, 1977).
GÊNERO – †Helladotherium (Gaudry, 1860) – Mioceno (África, Ásia e Europa). O esqueleto mais completo é o de uma fêmea, com base em uma comparação de um crânio feminino intacto de Sivatherium giganteum... • Espécie: H. duvernoyi (Gaudry, 1860; Imagem: Pikermi, Grécia), H. olduvaiense (Hopwood, 1934).
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GÊNERO – †Sivatherium
(Falconer & Cautley, 1832), sivatérios ou “besta-de-shiva”. Pleistoceno
e Holoceno (viveu cerca de 5 milhões de anos atrás e pode ter se tornado extinto
recentemente, 8 mil anos atrás, como as representações que são conhecidas de
pinturas rupestres do Deserto do Saara). Viveu em toda a África e ao sul da
Ásia (principalmente na Índia; crânio abaixo). A espécie africana já foi colocada
dentro do gênero “Libytherium” (Pomel, 1892)... Sivatérios tinham um
par grande de cornos em sua cabeça e um segundo par de ossíconos acima de seus
olhos. Seus dentes caninos tinham dois lados... Isso é o suficiente para nos
dizer que, embora pareciam alces, sivatérios pertenceram à família dos girafídeos.
Foi semelhante ao ocapi, mas era muito maior e mais pesado, com cerca de 2,2
metros de altura nos ombros, os quais eram muito poderosos para apoiar os músculos
do pescoço e levantar a cabeça pesada...
• Espécies: S. giganteum (Ásia, Sewalik Hills, India; type species),
S. hendeyi (Harris, 1976), S. maurusium (Pomel, 1892; África),
S. olduvaiense
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SUBFAMÍLIA (B) – PALAEOTRAGINAE, incl. Samotheriinae [Palaeotragini, Paleotragina (Pilgrim, 1911)]
GÊNERO – †Giraffokeryx (Pilgrim, 1910) – Embora tinha semelhança superficial com o moderno ocapi, também parecia com o paleotragus, mas possuía dois pares de cornos a mais. Giraffokeryx foi um girafídeo primitivo que foi estreitamente relacionado com os bramatérios e os sivatérios. Foi incluído na subfamília Sivatheriinae por Hamilton (1978), mas transferido para a subfamília Palaeotraginae...
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Nome popular: giraffokeryx Nome científico: Giraffokeryx punjabiensis (Pilgrim, 1911; Colbert, 1935) Época em que viveu: Mioceno e Plioceno (cerca de 5 milhões de anos atrás) Local onde viveu: África, Ásia e Europa (foram encontradas evidências na Grécia, Turquia, Sérvia, USSR e Quênia) Peso: cerca de 150 kg. | Tamanho: 1,60 metros de altura. Cornos: 2 pares de ossíconos alongados, um par acima de seus olhos e o outro em cima do focinho. |
GÊNERO – Okapia (Lankester, 1901) [Okapini, Okapiina, Okapiinae] –
Okapia é identificada como grupo-irmão de outros girafídeos...
• Espécie: †Csakvarotherium?
• Espécie: Okapia johnstoni (Lankester,
1901)
• Espécie: †“Okapia” stillei (Dietrich, 1941),
sinônimo de †Giraffa stillei (Dietrich, 1941), Tanzânia – extinto em
qualquer lugar, pois viveu até o Pleistoceno...
GÊNERO – †Palaeotragus
(Gaudry, 1861) [Achtiaria Borissiak, 1914], “antílope-antigo ou ocapi primitivo”
– Mioceno (África). Foi um gênero grande; está relacionado ao samotério. O gênero
também é indicado para ser polifilético...
• Espécies: P. coelophrys, P. expectans, P. germainii
(Arambourg, 1959; provavelmente sinônimo de P. tungurensis, encontrado
em Tung Gur, na Mongólia), P. primaevus (Churcher, 1970; exemplares
foram encontrados em Fort Ternan e Baringo, no Quênia, cujo material inclui
parte superior de um crânio e cornos...), P. quadricornis,
P. rouenii (provavelmente sinônimo de P. microdon, Koken,
1885).
GÊNERO – †Samotherium (Forsyth Major, 1888) [Alcicephalus Rodler &
wiethofer, 1890; Chersenotherium Alexajew, 1916; Shansitherium Killgus, 1922],
talvez sinônimo de Amotherium?, “besta-de-samos” – Mioceno e Plioceno (Eurásia
e África). 2 cornos apontados para cima, com os machos apresentando cornos maiores
e curvados para trás; pernas longas; está relacionado ao shansitério.
• Espécies: S. africanum (Churcher, 1970), S. boissieri (girafa
de pescoço curto que viveu em Samos, na Grécia; um crânio é retratado quase
intacto em um vaso grego antigo como um monstro que Heracles está lutando...),
S. major, S. neumayri, S. sinense ou sinensis
(Schlosser, 1903; espécie chinesa cujos cornos eram retos, apontados lateralmente
e não para cima). Abaixo, crânios de girafídeos samotério.
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GÊNERO – †Shansitherium (Killgus, 1922), “besta-de-shanxi” – Mioceno
tardio (Província de Shanxi, China). Seu formato lembra o de um alce; está relacionado
ao samotério.
• Espécies: Shansitherium fuguensis, Shansitherium quadricornis,
Shansitherium tafeli (esqueleto montado no Beijing Museum; foto abaixo).
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SUBFAMÍLIA (C) – GIRAFFINAE™ (Gray, 1821; Zittel, 1893) – Giraffini (Gray, 1893) [girafas verdadeiras]
GÊNERO – †Bohlinia (Orasius Oken, 1816; W. Matthew, 1929) – Mioceno
• Espécies: Bohlinia adoumi e Bohlinia attica (sinônimo Giraffa
attica).
GÊNERO – Giraffa (Brisson, 1756) [Camelopardalis (Schreber, 1784;
Orasius Oken, 1816)]
• Espécie: Giraffa camelopardalis (Brisson,
1756), Cervus camelopardalis (Linnaeus, 1758) – Pleistoceno (África).
Há uma cabeça fóssil encontrada em Olduvai Gorge que está no Museu do Quênia,
atualmente, e data de mais ou menos 1,5 milhões de anos. • Subespécies (9):
G. c. angolensis, G. c. antiquorum, G. c. camelopardalis, G. c. giraffa,
G. c. peralta, G. c. reticulata, G. c. rothschildi, G. c. thornicrofti, G. c.
tippelskirchi.
• Espécie: †Giraffa gracilis (Arambourg, 1947) – Pleistoceno (África:
Etiópia, Quênia e Tanzânia)
• Espécie: †Giraffa jumae (Leakey, 1965) – começo do Pleistoceno (África:
Koobi Fora, Lago Turkana, no Quênia, também na Etiópia e na Tanzânia; do Malawi
ao Chade; também se especula ter vivido na Turquia). Tinha os cornos virados
para trás. Foi descoberto durante escavações de valas na Formação Rawi, por
Louis Leakey, nos anos de 1930.
• Espécie: †Giraffa priscilla (Pilgrim, 1910) – Plioceno (Ásia: Índia)
• Espécie: †Giraffa punjabiensis – Plioceno (África: Quênia)
• Espécie: †Giraffa pygmaea, sinônimos: pygmae ou pygmaeus
(Harris, 1976) – Etiópia, Quênia e Tanzânia
• Espécie: †Giraffa sivalensis, sinônimo: Camelopardalis affinis
– Pleistoceno (Ásia: Índia)
GÊNERO – †Honanotherium, “besta-de-hunan” – Mioceno tardio (Província
de Hunan, na China). 2 cornos retos apontados para cima; muito similar à moderna
girafa, mas é menor... O nome “honano” faz referência à província chinesa onde
foi encontrado.
• Espécie: Honanotherium schlosseri (Bohlin, 1927), o nome “schlosseri”
faz referência ao paleontólogo alemão M. Schlosser, quem descubriu os primeiros
restos...
GÊNERO – †Mitilanotherium – Plioceno e Pleistoceno (Europa: fósseis foram encontrados na Grécia, Romênia, Ucrânia e Espanha). 2 longos cornos diretamente acima de seus olhos; pernas relativamente longas e finas; muito similar ao moderno ocapi. • Espécie: Mitilanotherium inexpectatum
A lista da família dos girafídeos (acima), tem como base as fontes indicadas (abaixo), entretanto ela sofreu acréscimos...
Fontes:
Paleos – www.palaeos.org/Giraffidae
Wikipedia – http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_prehistoric_mammals
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| Crânio de girafa, G. camelopardalis, Zoology Schedel | Crânio de Okapia johnstoni |
Crânios de G. camelopardalis
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Crânios de G. camelopardalis
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Crânios de G. camelopardalis e O. johnstoni, by Nixie (nixie04.deviantart.com).
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Para saber mais:
Animal Info – Information on Rare, Threatened and Endangered Mammals
www.animalinfo.org
Document written by Philip Myers – 21 October 1999
University of Michigan – www.umich.edu
www.csew.com
Veja mais na página: “A incompleta evolução das girafas. Três linhas de pensamento;
uma crítica a Dawkins e ao Criacionismo”
http://netnature.wordpress.com/2012/02/29/a-incompleta-evolucao-das-girafas-tres-linhas-de-pensamento-uma-critica-a-dawkins-e-ao-criacionismo/
A imagem abaixo (fora de escala) mostra representantes da possível origem evolutiva
das girafas moderna: Climacoceras, Samotherium, Sivatherium, GiraffoKeryx, Prolibytherium
e Paleotragus.
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Última atualização: 27/04/2012. |