This page is part of © GIRAFAMANIA website / Esta página é parte do sítio GIRAFAMANIA

ACÁCIA: a preferida da girafa

Espécies da flora que as girafas se alimentam:
Acácia – Combretum – Grévia

Acácia é um antigo nome genérico para um grupo de leguminosas (mesma família do feijão, soja, ervilha, amendoim etc.) que foi recentemente dividido em cinco novos gêneros. Dois destes, Senegalia e Vachellia, são os únicos com ocorrência registrada para o Brasil...

As espécies do gênero Acacia spp., em forma de árvore ou arbusto, são as mais abundantes, típicas e uma das árvores mais importante nas savanas africanas. Apesar dos espinhos as girafas podem comer suas folhas sem serem machucadas. Pessoas Maasai e outras tribos africanas usam os galhos espinhosos para a construção de Bomas (“fortalezas ou currais”), onde eles guardam o gado e a si mesmos em áreas protegidas de animais selvagens...

Existem muitas espécies de acácias que se distinguem por sua copa plana, seus duríssimos espinhos, suas folhas compostas, suas flores de agrupação cilíndrica e seu fruto em forma de legume. É rica em tanino que se utiliza na elaboração de tintas e produtos farmacêuticos.

As acácias que vivem cerca de 40 anos, aproximadamente, costumam ser atacadas por diferentes tipos de animais... Para não ser totalmente devorada por seus predadores a acácia tem de fazer uso de armas que foram desenvolvidas durante a evolução da espécie... Seus espinhos constituem na primeira dessas “armas”.

Acontece que a girafa tem a língua extremamente resistente e um palato blindado que lhe permite devorar até alguns espinhos junto com as folhas... Como as paredes de seu estômago e intestinos são reforçadas, é possível que espinhos passem por todo o seu trato digestivo sem ferir a girafa...

Isso, leva as acácias a fazer uso de uma segunda arma desenvolvida ao longo da corrida armamentista evolucionária: elas começam a aumentar a quantidade de tanino em suas folhas. Como se trata de um veneno tóxico para os devoradores de acácia, isso leva aos animais procurarem outras árvores para se alimentar...

Entretanto, o alarme químico que eleva a concentração de tanino se propaga pelo vento. Então, as árvores vizinhas também elevam o tanino antes que os pastadores cheguem, e os animais procuram árvores bem mais distantes ainda... Tudo isso leva a um equilíbrio natural entre predadores e presa que permite esta última a poder se recuperar.

Porém as girafas deselvolveram ao longo da evolução formas de enfrentar tudo isso. Com sua baba, elas eliminam o excesso de tanino para não absorvê-lo e o tanino que chega ao estômago é neutralizado por um potente suco gástrico e depois um suco entérico também eficiente.

Diante dessa história, as acácias têm que lançar mão de um último artifício desenvolvido ao longo da guerra evolucionária. Em muitos de seus galhos formam-se protuberâncias que servem de abrigo a minúsculos aliados: formigas! Estes pequenos insetos imediatamente correm para defender a árvore que lhe serve de morada para não ser toda devorada.

A girafa é capaz de evitar que as formigas firam seus olhos graças aos cílios com mais de 5 centímetros de comprimento e, com sua língua de mais de 40 cm, ela é capaz de retirar formigas que ataquem suas narinas...

Por fim, as formigas se mantém incessantes ao ataque, picando impiedosamente, o que leva a girafa a desistir de comer naquela árvore. Assim, tanto a girafa como outros pastadores vão procurar novas árvores.

Mas nesta guerra, felizmente não há vencedores ou vencidos, pois os devoradores de acácia no final de tudo conseguem se alimentar e as acácias têm suas sementes por eles levados a novos lugares para germinarem, porque tais sementes passam incólumes por seu trato digestivo.

Os dik-dik e os impalas dispersarão estas sementes a menos de 1 quilômetro da árvore-mãe. Os gerenuks chegam a dispersá-las a cerca de 2 a 3 km de distância. Mas as girafas dispersam as sementes da acácia até 20 quilômetros da árvore-mãe. Assim tanto predadores como presas mantém um equilíbrio constante...

Mimosoídeas (Mimosoideae) ou Mimosáceas (Mimosaceae) é uma subfamília botânica pertencente às leguminosas (Leguminosae = Fabaceae). É constituída por 60 gêneros e aproximadamente 2.500 espécies de ampla distribuição geográfica...

Order: Fabales
Family: Fabaceae
Subfamily: Mimosoideae (Tribos: Acacieae, Ingeae, Mimoseae, Mimozygantheae)
Tribe: Acacieae
Genus: Acacia Mill (atualmente está dividido em vários gêneros)
Genus: Acaciella Britton & Rose
Genus: Mariosousa Seigler & Ebinger
Genus: Senegalia Raf.
Genus: Vachellia Wight & Arn

Nos selos (mais abaixo) temos identificadas várias espécies do gênero Acácia, como as que têm o nome do país entre parênteses na lista abaixo... Da mesma forma temos algumas espécies do gênero Grewia: bicolor, silimis, occidentalis... e o Combretum...

Acacia abissinica (Etiópia)
Acacia albida (existe em parques do Zimbábue, por exemplo, também no Níger)
Acacia ataxacantha – Flame Thorn
Acacia baileyana – Cootamundra Wattle (aparece num selo da Austrália de 01/06/78)
Acacia burkei – Black Monkey Thorn
Acacia caffra – Cat Thorn
Acacia collensii – Bull Horn Acacia (acácia-chifre-de-touro?) tem uma relação simbiótica única com formigas (Pseudomyrmex) que vivem nos espinhos de 1 polegada. As acácias são incapazes de produzir sua própria alcalóide, um arsenal químico produzido por muitas plantas para deter os predadores. A árvore atrai formigas com comida e um lugar para viver, consequentemente elas protegem as árvores da visitação de herbívoros e de epífitos (vegetal fixado em outro, mas não parasito; as orquídeas são em sua maioria plantas epífitas).
Acacia coriacea – Acacia seeds – Dogwood Wattle (aparece num selo da Austrália da série Bush Tucker de 03/09/02)
Acacia cyanophilla (Tunísia)
Acacia davyii – Corky Thorn
Acacia dealbata – prateada, Silver Wattle, conhecida como mimosa, cujas flores são em cachos – parece que há no Brasil...
Acacia decurrens – bronzeada – há no Brasil selo de 1973
Acacia drepanolobium (Uganda)
Acacia ehrenbergiana (Catar, Mauritânia)
Acacia erioloba – Camel Thorn (África do Sul, Botsuana, Namíbia)
Acacia erioloba xhaematoxylon – Hybrid Thorn
Acacia erubescens (Botsuana)
Acacia farnesiana – parece que há no Brasil
Acacia fleckii – Blade Thorn
Acacia galpini – Monkey Thorn
Acacia gerradii (gerrardii) – Grey Haired Thorn ou Red Thorn (Botsuana)
Acacia goetzei – Purple Pod Thorn
Acacia gommier (Mauritânia)
Acacia grandicornuta – Horned Thorn
Acacia hebeclada (Namíbia)
Acacia karoo Heyne – Sinônimos: A. capensis, A. horrida, A. karroo, A. latronum, A. natalitia... Karoo Thorn ou Sweet Thorn é uma das acácias africanas e como muitas das acácias do Continente Africano é muito espinhosa. Esta árvore pode alcançar 12 metros. É uma das espécies africanas comum no cultivo em outros continentes, como na Austrália, por exemplo. (Botsuana, Namíbia, Zimbábue)
Acacia ludertzii – Umbrella Thorn
Acacia mearnsii – Acácia-negra, espécie originária do sul da Austrália e Tasmânia. Aqui no Brasil ela é plantada no sul do país e a casca, por conter alto teor de tanino (classe de substâncias adstringentes encontradas em certos vegetais, que dão coloração azul com sais de ferro, usadas no curtimento de couros e também como mordentes), é o produto de interesse dessa árvore.
Acacia mellifera (Botsuana, Namíbia)
Acacia mollis – negra – parece que há no Brasil
Acacia montis-usti – Brandberg Thorn
Acacia natalitia – Natal Sweet Thorn
Acacia nigrescens – Knob Thorn
Acacia nilotica – espinho-preto / Egyptian Thorn, Scented Thorn (Botsuana, Cabo Verde, Quênia, Suazilândia)
Acacia pycnatha – acácia-dourada / Golden Wattle (aparece em selos da Austrália de 09/09/59, 28/10/64, 27/04/70 e 17/01/90)
Acacia polyacantha – Falcons Claw
Acacia recifiens – False Umbrella Thorn
Acacia robusta – Splendid Thorn
Nota: Acacia rorudiana – Galapagos Acacia. Esta acácia se limita às Ilhas Galápagos. É uma árvore de pequeno porte e pode alcançar 8 metros. Ela tem espinhos como sua prima africana, mas eles não são tão ferozes...
Acacia senegal – Three Thorned Thorn (Mali, Ruanda, Senegal)
Acacia seyal – Mimosa épineux (Senegal)
Acacia sieberana (Ruanda, Venda)
Acacia stuhlmanii – Thorn Bush
Acacia swazica – Swazi Thorn
Acacia tortilis – Umbrella Thorn (Botsuana, Catar, Emirados, Etiópia, Libéria, Tunísia)
Acacia xanthophloea (xanthopholea) – Fever Thorn, Fever Tree (Quênia, Suazilândia, Venda)

Curiosidade: existem árvores que são desenvolvidas com a técnica Bonsai (Bonsai Tree), abaixo: Indoor Bonsai From Seed Acacia... How old do you think the trees are in this picture? The Trees are 5 – 7 years old and have been growing like this since their third year...

volta ao topo

Emissões Filatélicas

África do Sudoeste – Série de 4 valores emitida em 1984, com galhos e flores das árvores: A. karroo (11c), A. erioloba (25c), A. mellifera ssp. detinens (30c) e A. hebeclada ssp. hebeclada (45c). Yvert: 519/522. Scott: 532/535.

Bophuthatswana (África do Sul) – Série de 4 valores emitida em 1992, com galhos, flores e sementes das árvores: A. karroo (35c), A. erioloba (70c), A. tortilis (90c) e A. mellifera (R1,05). Yvert: 281/284. Scott: 278/281 (imagem não disponível). Abaixo, bloco com valor facial de 70c e impressão bilíngue “Nasionale Filateliese Uitstalling / National Philatelic Exhibition, Pretoria 08/10/1992”, cuja imagem mostra galhos com folhas, flores e vagens da acácia (Acacia erioloba). Nota: O bloco foi contribuição de Seme em 03/08/11.

Botsuana – Série Natalina de 5 valores emitida em 1975, com troncos, flores e sementes das árvores: Colophospermum mopane (3t), Baikiaea plurijuga (4t), Sterculia rogersii (10t), A. nilotica (25t) e Kigelia africana (40t). Scott: 326/330?.

Botsuana – Série Natalina de 4 valores emitida em 1980, com galhos e flores das árvores: A. gerrardii (5t), A. nilotica (10t), A. erubescens (25t) e Dichrostachys cinerea (40t).

Burquina Fasso – Série de 6 valores emitida em 1987. Acácia. Scott: 797/802. NT

Cabo Verde – Selo com valor facial de 27$00, emitido na série de 25/01/2004, “Indigenous Trees”: Espinho-preto (A. nilotica)... NT

Catar – Série de 6 valores emitida em ?, com galhos, flores e sementes das espécies: Glossonema edule (10 dirhams), Lycium shawii (25 dirhams), A. tortilis (50 dirhams), A. ehrenbergiana (75 dirhams), Capparis spinose (1 riyal) e Cymhopogon parkeri (4 riyals).

Costa do Marfim – Série de 3 valores emitida em 1993, com galhos e flores de plantas utilizadas na medicina de tradição africana: traitement de l'ictère – Argémone – Argemone mexicana (5F), traitement de la stérilité féminine – Gombo – Hibiscus esculentus (20F) e traitement des mycoses et boisson laxative – Dartrier – Cassia alata (200F).

Emirados Árabes Unidos – Selo com valor facial de 375 fils, emitido na série de 27/11/2005, “Desert Plants in the UAE”: A. tortilis... NT

Etiópia – Série de 4 valores emitida em 1978. Proteção da floresta: A. tortilis, baobá e outras. Yvert: 223/226. Scott: 459/462. Nota: Não tenho certeza que esta série seja da Etiópia, pode ser da Somália... NT

Etiópia – Série de 5 valores emitida em 1994. Acácia com leopardo em cima. Yvert: 470/474. NT

Etiópia – Série de 4 valores emitida em 2002, cujos selos mostram árvores de florestas etíopes: A. abissinica (50c). Scott: 1599/1602. NT

Gabão – Série de 6 valores emitida em ?, cujos selos mostram flores das espécies: Combretum (0,50c), Tulipier du Gabon (1F), Cassia jaune (2F), Cassia jaune (3F), Tulipier du Gabon (5F) e Combretum (10F).

Gâmbia – Bloco e série de 4 valores emitida em 1988, Fauna e Flora do país. O bloco com 1 selo mostra galho de acácia e o pássaro Red throated bee eater (D12). Os selos mostram: 50b (árvore acácia e antílope duiker-comum), 90b (arroz e west african dwarf crocodile), D1 (papirus e leopardo), D3 (palmeira-senegalense e antílope oribi). Yvert: 690/693, BF43.

Gâmbia – A espécie Combretum microphyllum também aparece em selo da Gâmbia sobre a Reserva Nacional Abuko.

Japão – Selo com valor facial de 80 ienes, que mostra flores da Acacia e compreende uma mini folhinha com 10 valores iguais, emitida em 23/05/2006, na série “2006 Australia-Japan Year of Exchange”... NT

Libéria – Bloco com 1 selo que mostra a árvore A. tortilis e a Giraffa camelopardalis ($100).

Mali – Série de 5 valores emitida em 1982, cujos selos mostram flores: Nenuphar blanc – Nymphaea lotus (170F), Kapokier rouge – Bombax costatum (180F), Mimosa pourpre-néré – Parkia biglobosa (200F), Lis de Pobeguin – Gloriosa simplex (220F) e Coupe du satan – Satanocrater berhautii (270F).

Mali – Série de 4 valores emitida em 1998: Acacia senegal. Scott: 1002/1005. NT

Mauritânia – Série de 4 valores emitida em 1964, cujos selos mostram: Nymphaea lotus (5F), A. gommier (10F), Adenium obesum (20F) e Caralluma retrospiciens (45F). Yvert: 184/187. Contribuição de Seme.

Mauritânia – Série de 6 valores emitida em 1966, cujos selos mostram: A. ehrenbergiana (10F), Schouwia purpurea (15F), Ipomaea asarifolia (20F), Grewia bicolor (25F), Pancratium trianthum (30F) e Blepharis linariifolia (60F). Yvert: 208/213. Scott: 206/211. Contribuição de Seme.

Mônaco – Série de 9 valores emitida em 1959, cujos selos mostram flores: um deles a Mimosa (15F)... Scott: 438/446.

Níger – Série de 6 valores emitida em 1985, cujos selos mostram, repetidamente, duas espécies de árvores protegidas no país, “Especes d'arbres proteges au Niger”: Le Baobab (Adansonia digitata) e Le Gao (A. albida). Os 3 primeiros selos têm a inscrição “Des arbres pour le Niger”: baobá (30F), acácia (85F), baobá (110F, em vermelho), baobá (110F, em preto), acácia (210F) e baobá (390F). Scott: 708/713.

Quênia – Bloco e série de 4 valores emitida em ?, cujos selos mostram árvores indígenas com nomes em suaíle, “Indigenous trees”: Mvumo – Borassus aethiopum (1 xelim), Mgunga – A. xanthophloea (3 xelins), Mgandi – Ficus natalensis (5 xelins) e Mbambakofi – Spathodea Nilotica (7 xelins).

Bloco (Yvert: B26), com valor facial de 25 xelins: “Indigenous Trees”.

Ruanda (Republique Rwandaise) – Série de 8 valores emitida em 1979, cujos selos em 2 idiomas mostram árvores: Umwungo – Polyscias fulva (20c), Umuyove – Entandrophragma excelsum (30c), Umunywande – Ilex mitis (50c), Umuvungovungo – Kigelia africana (4F), Umuvumu – Ficus thonningi (15F), Umukonji – A. senegal (20F), Umushishi – Symphonia globulifera (50F) e Umunyinya – A. sieberana (110F).

Ruanda – Série de 8 valores emitida em ?: 20c, 30c, 50c, 10F, 19F, 70F, 100F e 200F. Scott: 1186/1193. NT

Senegal – Série de 2 valores emitida em 1967: Mimosa épineux – A. seyal (100F) e Figuier de barbarie – Opuntia engelmani (150F). Yvert: 59/60. Contribuição de Seme.

Senegal – Série Parques Nacionais do Senegal (selo sobre o Parque Nacional Niokolo-Koba, com elefante, girafa, acácia e chimpanzé).

Somália – Série Conservação da Fauna / Bloco e série Árvores da Somália

Suazilândia (veja os selos na página sobre parques nacionais)

Tunísia – Selo emitido em 1992 que mostra a árvore: Gommier – A. tortilis (180). Yvert: 1190. Contribuição de Seme.

Tunísia – Série de 4 valores emitida em 1999, cujos selos mostram flores: acácia – A. cyanophilla lindi (70), bougainvillee – Bouganvillea spectabilis wild (250), coquelicot – Papaver rhoes L. (250) e cravos – oeillets des fleuristes – Dianthus caryophyllus (500). Yvert: 1365/1368. Scott: 1190/1193. Contribuição de Seme.

Uganda – Série de 15 selos regulares, emitida em 1968, sobre flores. Um deles mostra a Grewia silimis (10c), outro mostra a A. drepanolobium (1 xelim). Yvert: 82/96 (1968). Scott: 124/129 (1969).

UgandaAcácia e elande

Venda (África do Sul) – Série de 4 valores emitida em 1984, cujos selos em 2 idiomas mostram árvores: Mutokota – Afzelia quanzensis (11c), Musese – Peltophorum africanum (20c), Mudzhoudzhou – Gyrocarpus americanus (25c) e Musaunga – A. sieberana (30c). Yvert: 95/98. Scott: 92/95.

Venda (África do Sul) – Série de 4 valores emitida em 1987, cujos selos em 2 idiomas mostram flores: Mulembu – Grewia occidentalis (16c), Mutshevho – Phoenix reclinata (30c), Murevhe – Halleria lucida (40c) e Tshinyagu – Cucumis africanus (50c). Yvert: 163/166. Scott: 173/176.

Venda (África do Sul) – Série de 4 valores emitida em 1991, cujos selos em 2 idiomas mostram árvores: Muangangwena – A. xanthophloea (27c), Mutango – Faurea saligna (45c), Nambi – Strelitzia caudata (65c) e Muvuvha – Kigelia africana (85c). Yvert: 229/232. Scott: 233/236.

Zimbábue – Série de 6 valores emitida em 1996, sobre árvores floríferas. Em 3 idiomas os selos mostram:
45c – Chimoto umlilo, Fernandoa (Fernandoa magnifica)
$1,00 – Mumhungu umdlandlovu, Round Leaf Mukwa (Pterocarpus roduntifolius)
$1,50 – Mutsodzo musinzana, Luckybean Tree (Ertythrina lysistemon)
$2,20 – Munzungu isihaqa esincinyane, Winter Cassia (Senna singueanna)
$2,50 – Mumvee umvebe, Sausage Tree (Kigelia africana)
$3,00 – Mubayamhondoro isinga, Swett Thorn (A. karroo)

Selo com valor facial de 52 mil, que compreende uma série emitida em 06/10/2005, World Heritage Sites – Elephant eating Apple Ring Acacia. NT

Entrada principal !
Última atualização: 05/08/2011.
volta ao topo

ALIMENTAÇÃO TUDO SOBRE AS GIRAFAS
ALIMENTAÇÃO