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GIZÉ (Gizeh)

Ensaio em diversas localidades da República Árabe do Egito, como Gizé, Vale dos Reis e Karnaque... Todas as fotos desta página foram realizadas em agosto de 1997. Clique apenas uma vez na foto para ampliá-la! Esta página também é ilustrada com selos postais daquele país!

Gizé, uma localidade ao lado do Cairo, cerca de 30 quilômetros ao norte do palácio de Mênfis, na margem ocidental do Nilo, é o endereço histórico mais famoso do mundo, onde estão as grandes Pirâmides de Quéops, Quéfren e Miquerinos. A Esfinge e as três pirâmides são consideradas uma das sete maravilhas do mundo!

Abaixo, apresentado na variedade em quadra, um bloco de 4 selos emitido em 1867, com valor facial de 5pi cada, que mostra a Esfinge em frente das Pirâmides.

Estas pirâmides são as maiores de outras 94 existentes no Egito. O formato das pirâmides é resultado de intrincados estudos astronômicos feitos à época, com o objetivo de conservar por muito tempo os corpos dos faraós sepultados, na expectativa de que algum dia eles voltassem a se juntar com o espírito desencarnado...

O historiador grego Heródoto foi o primeiro a registrar de modo sistemático informações sobre a grande pirâmide de Queóps.

Ele visitou Gizé no século V antes de Cristo, quando o monumento já existia há 2 mil anos. Impossibilitado de penetrar no interior do edifício (a entrada estava escondida na época), aceitou a explicação de conversas que manteve com os egípcios...

No centro (abaixo), selo postal emitido em 1914 (Scott: 53, SG: 76), com valor facial de 4 m, mostra as Pirâmides...

A fotografia (lado esquerdo da tela), mostra uma vista parcial de Gizé e ao fundo as Grandes Pirâmides de Quéops, Quéfren e Miquerinos, vistas da direita para a esquerda, do quarto do Hotel Les 3 Pyramides (229, Pyramids Road, Giza – Egypt).

Do lado direito, a foto mostra a Pirâmide de Miquerinos, com três menores em sua frente e, mais ao fundo da foto, as Pirâmides de Quéfren e Quéops (vistas da esquerda para a direita), também os cavalos e o camelo que nos conduziram pelo deserto...


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Pirâmide de Quéops (Khufu)

A maior pirâmide, foi iniciada na IV Dinastia, por volta de 2575 antes de Crsito, para abrigar os restos mortais de Khufu, o faraó da quarta dinastia que ficaria conhecido na história pelo nome grego de Quéops.

A épica construção absorveu os recursos do reino durante a maior parte dos 23 anos que o faraó permaneceu no trono. Mais tarde a grande pirâmide seria celebrada não apenas como um monumento a Khufu, mas como uma das maravilhas do mundo.

Ela foi construída com precisão geométrica, a base é um quadrado quase perfeito, cobre uma área de 13 acres, 53 mil metros quadrados, com lados de cerca de 230 metros cada (variam entre si menos de 20 centímetros), laterais que se inclinam a um ângulo de 41°, um ápice de 146 metros acima da superfície do deserto era a sua altura original, hoje, tem 137 metros, devido a erosão de sua base.

O volume total de suas pedras atingem 2,5 milhões de metros cúbicos. Na grande pirâmide foram utilizados cerca de 2,3 milhões de blocos de calcário rochosos, que pesavam em média 2,5 toneladas cada um, muitos chegavam a pesar 15 toneladas.

Os grandes blocos de calcário foram cortados com tanta perícia que, depois de instalados, era impossível enfiar uma faca entre eles. Esses blocos foram transportados por um exército de 4.000 lavradores desde as pedreiras em Tura e Assuã até o Nilo, onde eram colocados em barcaças que desciam o rio até Gizé.

Em seu lado leste, existem pirâmides menores, tumbas de nobres e da família real. A camada externa era originalmente composta de blocos de calcário polido, mas esse invólucro de pedra foi retirado no século XIV e usado na construção do Cairo.

Os antigos egípcios, costumavam escavar grandes pedras, criando espaços onde grandes barcos de madeira eram guardados para que os reis, quando estivessem na companhia de Rá, o deus Sol, pudessem atravessar rios e lagos, em suas jornadas no outro mundo.

A leste das Pirâmides, foi descoberto parte de um grande barco, com 43 metros de comprimento, sua proa media 5 metros de altura e sua poupa com 7 metros de altura. Hoje, está no museu construído ao sul da pirâmide de Queóps (aberto das 9 às 16 horas).

As fotos da esquerda e central mostram a Grande Pirâmide de Quéops e o seu cume. A foto da direita mostra a Pirâmide de Quéfren, cujo cume ainda resta um pouco da cobertura original.


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Pirâmide de Quéfren (Khafre)

Ao lado deste monumento o filho de Khufu, Khafre (Quéfren) mandou construir a sua própria pirâmide, com 136 metros de altura, e junto com ela, a taciturna estátua da grande Esfinge.

Um animal mítico venerado como guardião dos locais sagrados, as esfinges são eficientes protetoras dos bons e implacáveis inimigas dos maus. Chamadas no Egito de estátuas vivas, não passam de leões com rosto humano.

O culto das esfinges está estreitamente ligado ao culto do Sol. Conta-se que: “em sua viagem subterrânea, Rá, passa da garganta do leão do ocidente para a garganta do leão do oriente”.

Enigmática efígie de pedra, com 70 metros de comprimento, 20 metros aproximadamente de altura, tem corpo de leão e o rosto do próprio Khafre. Esta esfinge foi esculpida num único bloco de arenito, em um afloramento rochoso deixado pelos pedreiros de Khufu, e está fincada na margem ocidental do Nilo.

Felina, ela tem fama de ser uma lutadora imbatível, e sua barba torna-a uma divindade solar. A enigmática figura sempre inspirou medo ou respeito nos que ousaram encarar seus olhos vazios e fixos na direção do sol nascente.

Sua barba foi tirada (hoje, está no Museu Britânico em Londres) e seu nariz foi arrancado, numa prática de tiro ao alvo que os soldados do exército de Napoleão realizaram a mais de 200 anos atrás.

Quando o imperador Napoleão Bonaparte esteve aqui, bradou: “Senhores, temei! Do alto dessa colina, 4 mil anos vos contemplam”.

Pirâmide de Miquerinos (Menkaura)

A última das três pirâmides construídas em Gizé pelo faraó Menkaura (Miquerinos), o filho de Quefrén, não chegava a um terço do tamanho das outras, sua altura é de 62 metros. A parede mais baixa desta pirâmide é revestida de granito.

O soberano poupou o povo de tamanho esforço e seria lembrado pelo mesmo como benevolente e devoto, ao passo que Queóps e Quéfren passariam a história como cruéis tiranos.

A foto mostra a Pirâmide de Miquerinos com três menores em sua frente e, mais ao fundo da foto, as Pirâmides de Quéfren e Quéops (vistas da esquerda para a direita).


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Vale dos Reis

No Novo Império, da XVIII à XX Dinastia, a maior parte dos faraós foi sepultada no Vale dos Reis, diante de Tebas (Thebes), na margem ocidental do rio Nilo.

Tutmés teria sido o primeiro a pensar em cavar sua sepultura no flanco de uma colina, perto de Deir El-Bahari. Outros soberanos seguiram o exemplo, além de muitas personalidades da época...

Colossos de Memnon

Colossos de Amenhotep III ou Colossos de Memnon (como foram rebatizados pelos gregos) são dois monumentos em pedra, resquícios de um templo construído pelo faraó Amenófis ou Amenhotep III.

Localizados na antiga Tebas, foram construídos entre 1391-1353 antes de Cristo, pelo faraó Amenófis III. Estes dois gigantes sentados têm quase 20 metros de altura e foram erguidos para guardar os restos mortais deste faraó.

Os 3 selos e as duas fotos mostram os Colossos de Amenophis III, em Tebas. Selo aéreo emitido em 1959 (SG: 621), com valor facial de 15 m (púrpura), mostra um avião sobrevoando os Colossos. Selo de 1914 (Scott: 55, SG: 91), com valor facial de 10 m (azul) e selo de 1922 (Scott: 69, SG: 92), com valor facial de 10 m (vermelho).


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Neste lugar misterioso, sítio arqueológico, no meio de montanhas de areia, hoje, já se fez o cadastramento de 64 mausoléus. Quase todos mergulham nas entranhas da terra, seguindo a mesma planta – uma galeria subterrânea inclinada, às vezes bem comprida, leva à câmara mortuária do monarca.

Aqui é que foi descoberto em 1922, o sarcófago de Tutancamon, pelo arqueólogo inglês Howard Carter, tido como o mais expressivo e conservado dos tesouros arqueológicos egípcios. Existem paredes em tom de azul no interior do recinto funerário de Ramsés VI.

Deir El-Bahri

É um imponente monumento construído na montanha para abrigar os restos da Rainha Hatshepsut, Vale dos Reis – Alto Egito. Abaixo, além da foto, uma série de 3 selos emitida em 1926, para o Congresso Internacional de Navegação.

Os 3 selos emitidos em 1926 (Scott: 118/120), com valores faciais de 5 m (marrom), 10 m (vermelho) e 15 m (azul), ilustram o navio da rainha Hatshepsut. No templo pode-se ver nas paredes muitos desenhos de deuses e hieróglifos grafados.


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Karnak (Carnaque)

Ao norte de Tebas, os faraós construíram no decorrer dos séculos o mais gigantesco agrupamento de templos conhecido no Egito. Aqui foram venerados Amon, Mut e Montu. O desenvolvimento do culto de Amon, deus protetor dos faraós, acontece no século XII antes de Cristo.

Os sacerdotes do deus Amon exercem enorme influência sobre todo o país, em reação a esse poder, o faraó Amenófis IV, em 1372 antes de Cristo, tenta impor o culto ao deus Atom, a personificação do disco solar. Mais tarde, o faraó, passou a chamar-se Aquenaton ou Akenaton, com o significado de “aquele que agrada a Aton”. Esse é o único período monoteísta do Egito Antigo.

O culto a Amon só começa a enfraquecer em 663 antes de Cristo, quando os assírios destroem Tebas. O Templo de Karnak ou Templo de Amon, é um santuário guardado por esfinges com cabeça de carneiro – imagens de Amon-Rá.

Tem 134 colunas de 23 metros de altura. Neste templo, existe um lago sagrado, chamado de Lago de Karnak.

A foto (lado esquerdo), mostra o obelisco da Rainha Hatshepsut, um bloco maciço de 340 toneladas de granito rosa que foi trazido de uma pedreira em Assuã (a 120 quilômetros de distância). Até hoje não se sabe como chegou em Carnaque e como foi posto de pé... O Templo de Karnak ou Templo de Amon, é um santuário guardado por esfinges com cabeça de carneiro (foto central), imagens de Amon-Rá.


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Aqui existem duas colunas gigantes, é a maior das ruínas da era faraônica. Alguns pedaços do teto não ruíram com o passar dos milênios, e neles pode-se ver que os hieróglifos foram grafados em policromia (conjunto de várias cores).

Nas suas paredes, está a história que levou treze séculos de devoção para ser construído, e durante todo este tempo a obra foi ampliada. Para muitos essa é a obra mais importante do Egito Antigo, portanto uma visita imperdível.

Este local foi usado como parte do cenário do primeiro filme Indiana Jones.


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Última atualização: 14/10/2013.
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