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Prefeitura de Mogi das Cruzes (www.mogidascruzes.sp.gov.br)
Secretaria Municipal de Desenvolvimento (www.smdes.pmmc.com.br)
COMPHAP – Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio, Histórico, Cultural,
Artístico e Paisagístico do Município (www.comphap.pmmc.com.br)
CONDEPHAAT – Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico
e Turístico do Estado de São Paulo
Mogi das Cruzes está situada na região leste da Grande São Paulo, no Alto Tietê. A palavra de origem indígena “moji” significa “rio das cobras”, referindo-se ao rio Tietê, o qual em seu alto curso cruza o município. Mogi das Cruzes começou como um povoado em 1560, servindo como ponto de repouso aos bandeirantes e exploradores indo e vindo de São Paulo, entre eles Brás Cubas. Gaspar Vaz abriu o primeiro caminho de acesso de São Paulo à Mogi, dando início ao povoado que foi elevado à Vila em 17/08/1611, com o nome de Vila de Sant’Anna de Mogi Mirim. A oficialização ocorreu em 1º de setembro – dia em que se comemora o aniversário da cidade.
01/09/2011 – Selo comemorativo 400 Anos de Mogi das Cruzes/SP, que compreende a série Cidades Históricas, com valor facial de R$ 1,10...
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A fotografia (do lado direito da tela) mostra a Igreja Matriz Catedral Sant’Ana ou Matriz de Santana (Praça Coronel Benedito de Almeida) e, em frente, o Obelisco – monumento erigido na primeira comemoração oficial ao aniversário da cidade em setembro de 1935, no marco-zero do município, que é o primitivo local do primeiro povoamento da Vila.
Do lado esquerdo, detalhe do Brasão de Armas instalado na base do Obelisco. Nota: Do outro lado da praça está localizada a Escola Estadual Coronel Benedito de Almeida, a qual está em total reforma pelo CONDEPHAAT (Rua Dr. Paulo Frontin, 240).
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Igrejas do Carmo – Igrejas das Ordens Primeira e Terceira do Carmo, final do século XVIII (Rua São João, s/n – Largo do Carmo). Conjunto Carmelita e Museu de Arte Sacra – Conjunto de características barrocas que abriga: o Convento do Carmo, datado de 1629, o Museu das Igrejas do Carmo e as Ordens Primeira e Terceira de Nossa Senhora do Carmo, que datam de 1633 e 1780, respectivamente (Rua Dr. Antônio Cândido Vieira, 620).
A Igreja da Ordem Terceira tem especial interesse pela pintura de seu forro, de autor desconhecido, que juntamente com as da Matriz da Candelária de Itú e as da Ordem Terceira do Carmo da Capital de São Paulo, caracterizam a pintura paulista do período anterior ao auge do café. As igrejas tiveram as obras de restauro iniciadas na década de 70 com a colaboração da Prefeitura, e foram concluídas em 1984. A Igreja da Ordem Terceira possui notável retábulo em madeira entalhada, no estilo Barroco-Rococó, com o forro da nave possuindo primorosas pinturas ilusionistas no estilo das igrejas Barroco-mineiras. Maravilhosa também é a pintura do forro da sacristia, de estilo apurado, com detalhes de influência asiática. Ambas as igrejas foram tombadas e restauradas pelo IPHAN. Agendamento de visita em horário comercial: 2378-5394 Secretaria.
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Nota: No dia 09/09/1822, Mogi recebe o Príncipe Regente D. Pedro, logo após a Proclamação da Independência. Hospeda-se no Convento do Carmo – propriedade dos carmelitas instalado na cidade desde 1633, com a construção da Igreja de Ordem 1ª do Carmo. Depois, seguem viagem levando um documento dos mogianos, que reitera apoio à Independência do Brasil...
Do lado esquerdo, Corporação Musical Santa Cecília, fundada em 26/05/1946 (Rua Dr. Corrêa, 522 – Largo do Carmo). Do lado direito, Theatro Vasques (Rua Dr. Corrêa, 515 – Largo do Carmo), tombado pelo COMPHAP.
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Do lado esquerdo, Monumento ao Aviador – obra em bronze que retrata uma hélice partida, cuja placa contém a inscrição “Cumprimos o nosso dever” – monumento em homenagem aos aviadores Joaquim J. F. Mühleise e Wilson A. Abreu, vítimas de um acidente aéreo ocorrido em 01/09/1948, dia do aniversário da cidade (Rua Dr. Corrêa). Do lado direito, Igreja São Benedito – Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos (Rua Dr. Ricardo Vilela, s/n). No centro da tela, aspecto do interior e altar da Igreja. Ambos estão localizados no Largo Bom Jesus. Nota: Próximo está o Casarão do Largo Bom Jesus, tombado pelo COMPHAP.
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Do lado esquerdo, Capela de São Sebastião, 1902 (Rua Dr. Antônio Cândido Vieria, s/n). Do lado direito, Casa da Câmara ou Arquivo Histórico e Biblioteca Municipal (Rua Coronel Souza Franco, 993). Construído em 1860, por Veríssimo Afonso Fernandes, o edifício com características de estilo Neoclássico, apesar da utilização de técnica típica do período colonial, sediou a Câmara Municipal até 1929. Depois disso, abrigou a Escola Normal, o Ginásio do Estado e a Escola Técnica Industrial. Atualmente sedia o Arquivo Histórico “Historiador Isaac Grinberg” e a Biblioteca Pública Municipal “Benedicto Sérvulo de Sant’Anna”. Nota: Quase em frente está localizado o Batalhão da Polícia Militar (Rua Coronel Souza Franco, 1010).
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Do lado esquerdo, Centro de Cultura e Memória “Expedicionários Mogianos” (Rua Coronel Souza Franco, 735) – abriga objetos, livros e pertencentes de mogianos participantes na 2ª Guerra Mundial. Do lado direito, Museu do Divino Espírito Santo “Professora Amália Manna de Deus” (Museum of the Holy Spirit), inaugurado em 20/05/2010 (Rua Coronel de Souza Franco, 759). Nota: Associação Pró-Festa do Divino Espirito Santo de Mogi das Cruzes – COMPHAP (www.festadodivino.org.br).
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Mesquita da Sociedade Cultural e Beneficente Islâmica de Mogi das Cruzes – Possui duas torres, revestidas de pastilhas azuis e brancas, têm formato octogonal (a maior com 47 metros de altura, de cujo topo se pode ter uma bela vista do município), seu interior é decorado com lustres da Indonésia e cerâmicas do oriente (Av. Henrique Eroles, 200). Ao lado, na Praça Antonio Ferri, há uma espécie de memorial islâmico; que eu não entendi o significado...
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A fotografia mostra detalhes da Mesquita como: parte do minarete e a meia Lua ou Lua crescente – símbolo tradicional do Islamismo. Na foto que foi tirada às 10 horas e 24 minutos do dia 28/11/2010, também aparece a meia Lua, mas de outra fase lunar, da Lua minguante...
Igreja de Nossa Senhora do Socorro – A formação da paróquia começou em 10/10/1855, quando D. Maria Domingas doou a imagem de Nossa Senhora do Socorro para a futura paróquia. A capela foi inaugurada em setembro de 1858 (Praça 18 de Junho).
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Casarão do Chá – Edifício representativo da imigração japonesa no Brasil foi projetado por Kazuo Hanaoka, em 1942, para abrigar uma fábrica de chá. Utilizando elementos construtivos ocidentais – telhas marselha, esquadrias, taipa de mão – e soluções formais inspiradas na arquitetura dos castelos e templos do Japão, com a utilização de madeira de eucalipto em ensambladura, obtém resultado de grande plasticidade, identificado com a cultura japonesa no Brasil. Endereço: Estrada do Nagao, km 3 – acesso pelo km 10 da Estrada Mogi-Salesópolis – Cocuera, Mogi das Cruzes (SP). Tombamento: IPHAN / CONDEPHAAT.
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Mogi das Cruzes tem notável potencial turístico, um levantamento feito pela Prefeitura constatou que o município tem cinco atrações turísticas: Pico do Urubu (na Serra do Itapeti, com 1.140 m – melhor vista da cidade, chegar à Cruz do Século 1.100 m), Parque Centenário (César de Souza), Parque Leon Feffer (Brás Cubas), Pedreira de Sabaúna e a Represa do Rio Jundiaí (Taiaçupeba). Além dessas atrações naturais e parques, Mogi das Cruzes conta, desde 13/06/2009, com o “Expresso Turístico”, trata-se de uma locomotiva da CPTM que puxa dois vagões fabricados na década de 1960, entre as estações da Luz e Mogi das Cruzes.
Outros edifícios e monumentos localizados no Centro Histórico:
Casarão do Carmo – Museu Histórico e Pedagógico “Visconde de Mauá” (Rua José
Bonifácio, 516 – Largo do Carmo), tombado pelo COMPHAP.
Museu Histórico “Profa. Guiomar Pinheiro Franco” (Rua José Bonifácio, 202)
Mercado Municipal (Rua Coronel Souza Franco, 440)
Antiga Estação Rodoviária (Praça Firmina Santana, s/n)
Antigo Cine Odeon – Ciarte (Rua Dr. Ricardo Vilela, 69)
Última atualização: 21/04/2011. |