![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
Nesta página de GIRAFAMANIA, eu convido você para visitar algumas galerias de fotos de minha autoria e “viajar” pelo mundo através das fotografias de muitos outros fotógrafos em:
FOTOMANIA – uma parte dedicada exclusivamente às artes fotográficas!
Expõe fotos antigas e atuais dos mais famosos fotógrafos
do mundo,
assim como oferece um banco de imagens com trabalhos fotográficos do autor.
Abaixo, crianças de Soweto,
sudoeste de Johannesburg – República da África do Sul.
Soweto's children, south-west the Johannesburg – Republic of South Africa.
By Sérgio Sakall © (Dezembro de 1998).
|
|
Colecionar fotos é colecionar a história da humanidade, pensando na preservação da imagem...
História da Fotografia no Brasil
![]() |
![]() |
Índice sobre Técnicas Fotográficas
![]() |
FOTOS EM SÉPIA
A viragem em sépia é uma técnica fácil e muito conhecida pelos usuários de laboratório, adiciona vida extra às fotos preto e branco (P&B).
É um processo que deixa a foto com um “look” antigo, de coloração marrom-avermelhada. Este processo de viragem em sépia costuma ser feita em dois banhos: as cópias são branqueadas, enxaguadas e, em seguida, tonalizadas.
Material utilizado:
Três bandejas, 3 tubos graduados para preparação dos químicos, 2 pinças, kit
de viragem (químicos) e a cópia P&B.
Modo de fazer:
1 – Ler as instruções indicadas pelo fabricante do químico e prepare as soluções
nos tubos, colocando-as em seguida nas bandejas.
2 – Garanta que a cópia escolhida não apresente impressões digitais ou marcas
de gordura e coloque-a numa bandeja com água durante 10 minutos. Isso vai permitir
uma tonalização homogênea na foto final. Retire a cópia e deixe que a água em
excesso escorra.
3 – Feito isso, coloque a cópia na bandeja que contém a solução de branqueamento.
Agite levemente a bandeja cerca de 4 minutos, ou até que a imagem apresente
uma coloração levemente marrom. Remova a cópia da bandeja deixando todo o excesso
de produto escorrer.
4 – Volte a lavar a cópia em uma boa quantidade de água corrente, para que todo
o químico seja eliminado. Lave os papéis resinados por 5 minutos e os de fibra,
10 minutos.
5 – Escorra a água em excesso e coloque a cópia na solução de tonificação. Agite
levemente a bandeja sem parar, até que a cópia esteja completamente tonificada.
Isso irá levar em torno de 1 a 2 minutos.
6 – Lave novamente a cópia em água corrente por 30 minutos. Em seguida, deixe-a
secar naturalmente.
7 – Depois que a cópia estiver seca, cheque a cor da tonalização e veja se alcançou
o resultado desejado. Se não, experimente refazer o processo, desta vez com
uma quantidade diferente de químico.
Dicas úteis:
Prefira as cópias um pouco mais escuras do que o normal, uma vez que a viragem tende a branquear a cópia em, aproximadamente 10%; papel de fibra tonaliza melhor do que o resinador; o resinado dá uma pequena alteração na cor; os papéis Mate e Lustre tendem a produzir imagens com uma aparência mais fina e fria.
Embora a viragem sépia seja a mais popular, experimente também outros tipos de químicos para viragens em diferentes cores, azul, verde, vermelho, amarelo etc.
As vantagens da viragem em sépia: Possui a característica de melhorar a permanência de uma imagem fotográfica e, pode-se trabalhar num local arejado e iluminado.
CASAMENTO
– Filme NPS 160 FUJI. Um álbum com 40 fotos é o ideal.
– O flash sempre deve estar numa posição mais alta em relação à câmera. Para
isso, pode-se utilizar duma manopla: objeto que se acopla à câmera para segurar
o flash. O flash diretamente sobre a câmera não é bom pois cria uma luz dura
e pode criar os efeitos de olhos vermelhos. Flash dedicado é utilizado na sapata
da câmera.
– Flash frata 140 – gerador que fica numa bolsa, e tem um recarregamento rápido
do flash.
– Quando se tem dentro da igreja uma bonita iluminação, é interessante usar
uma baixa velocidade, para que os lustres apareçam.
– A luz do flash pode ser rebatida no teto ou numa parede branca ou bem clara,
esse efeito tem validade até mais ou menos 4 metros de distância de reflexo
ao motivo fotografado. Como se perderá luz do flash, usa-se abertura 2 ou 2.8
e uma velocidade 60.
– Flash Vivitar 285 – flash automático recarregado com 4 pilhas (para fotos
rápidas de reportagem, jornalismo, etc).
– Flash Frata 140 – Para fotos de reportagem social.
Seqüência:
– Geralmente, o ambiente do cartório não é muito bonito, então faça fotos na
festa do casamento só com os padrinhos do civil.
– Fotos com a noiva dentro e fora do carro. Quando ela estiver em pé ao lado
do carro, verificar o fundo, caso a paisagem não ajudar, agachar e fotografar
de um ângulo de baixo para cima.
– Na entrada, fazer 3 fotos. Tirar na posição vertical e sangrar possíveis colunas,
também aproveitar o portal.
– Fazer anteriormente uma fotometria na primeira fileira ou em uma outra marca
e, quando a noiva passar por esta marca, clicar...
– No altar, para mudar de ângulo, direita ou esquerda, a fotometria será a mesma
em outro ângulo, se o fotógrafo se deslocar em "arco, semicírculo"
no altar.
– É muito interessante, quando os noivos estivem ajoelhados, com uma lente grande
angular, enquadrar os noivos num canto da foto e os convidados compondo o fundo
da mesma.
Apresentação:
Revelado os filmes, mostrar as provas através de um índex (uma tira, do tamanho
do negativo contendo as provas do filme). Ou supercopião de 6X9. Fazer o índex
na Colormart, rua 7 de abril ou Fotoplan.
– Fotos 15X21 são boas.
– Anteriormente, mostrar ao cliente os melhores trabalhos.
– Perceber com o que exatamente a noiva sonha... “Grandeza” = as fotos de um
ângulo de baixo para cima. “Simplicidade” = as fotos ao contrário...
– Enumerar as fotos com 4 algarismos e anexar no final do álbum, para eventuais
pedidos futuros. Exemplo: 0105/97 – 01= filme, 05 = foto e 97 = ano do evento.
Como fotografar melhor...
Uma boa foto não depende tanto do equipamento utilizado quanto do domínio que se tenha sobre a técnica que ele oferece. Seguem algumas dicas que poderão ser muito úteis:
1. Cuidado com fundos mais luminosos do que o tema que você está fotografando.
2. Seja sintético e objetivo: enquadre apenas os elementos que interessam ao
tema proposto.
3. A fotografia depende de dois fatores principais: a escolha do momento e a
escolha do espaço que se fotografa.
4. Evite fundos com muitos elementos, pois eles desviam a atenção do objetivo
da foto.
5. Uma foto com boa composição é aquela que se escolhe com o coração.
6. Com câmeras amadoras, não se aproxime demais do objeto a ser fotografado,
pois poderá causar deformações.
7. Observe sempre a validade do filme e como ele está estocado na loja: no local
não deve bater sol e ele não deve ser muito quente.
8. Não demore para expor seus filmes: eles devem ser revelados logo para garantir
uma boa qualidade das cópias. Prefira os filmes de 12 poses.
9. Os flashes acoplados em câmeras geralmente são fracos; só é possível usá-los
com distância entre 1,30m e 4,00m.
10. Quando for usar flash, use filmes de no máximo ISO 400.
11. Não abandone as fotos posadas: apesar de formais, elas dão bons resultados.
12. O ISO do filme determina seu grau de sensibilidade: quanto mais alto ele
for, mais sensível será o filme e, portanto, reagirá com pouca luz.
13. Quando mandar ampliar uma foto, pense antes se o tema "agüenta"
ficar daquele novo tamanho. Não associe o quanto você gosta do tema com o tamanho
da ampliação: fotos pequenas também são gostosas de ver.
14. Guarde seu equipamento em lugar seco, claro e ventilado e sem a capa de
proteção para evitar condensação de umidade. Nunca deixe pilhas dentro dele.
15. Não deixe suas fotos expostas em paredes que recebem muita luz do sol: elas
ficarão desbotadas e manchadas.
16. Guarde os negativos em lugar seco e com cuidado; evite manuseá-los.
17. Quando, ao receber um serviço do laboratório, achar que as fotos não estão
com os cortes desejados, confira-as com os negativos. Se for o caso, volte ao
laboratório e peça que o serviço seja refeito.
18. Ouse, faça experiências: ao fotografar paisagens, pegue diversos ângulos
em seqüência e depois monte a paisagem com as fotos;
– fotos noturnas ou tremidas podem dar bons resultados;
– faça fotos cegas, ou seja, sem olhar no visor. Fotografia é uma linguagem
e foi inventada para ser usada: com um pouco de criatividade, você pode montar
porta-retratos diferentes, álbuns com anotações, montagens e recortes, cartões
postais, painéis decorativos; pode colorir as fotos com canetas para retroprojetor,
montar quebra-cabeças, dominós etc.
“MEMOIRE ARTISTIQUE”
Anteceder é uma palavra curiosa, desperta duas veredas antagônicas que ao mesmo tempo parecem estar ao nosso alcance, bem em nossas mãos...
No caso da primeira, ela nos conduz aos nossos antecessores, causando-nos reminiscências. Seja através dos pais e avós ou seja através de caminhos profissionais que escolhemos nesta vida. Mesmo nas profissões consideradas atuais, penso que de alguma forma há uma raiz, um vínculo, pelo qual nasça a sua história.
No caso da segunda, ela nos remete ao futuro, à preocupação com os nossos filhos, com a sequência natural de nossa história. Muitas vezes, nos conduz à indagações ou predições em relação ao nosso planeta. Daí, surgem perguntas:
— O que será de nossa Terra com a sucessão dos dias, anos e séculos? Ou ainda, será que os nossos sucessores terão nossas fotografias?
Ser fotógrafo, carreira que escolhi, remete-me à uma época não muito longínqua, uma vez que a história da fotografia nasceu a pouco tempo, em terras francesas. Sempre que viajo por lá, tento percorrer também uma linha cronológica, lembrando dos mestres da linguagem fotográfica que já se foram, os quais tanto contribuíram para que a fotografia fosse considerada uma expressão artística.
Atualmente, percebo que o homem apresenta maior consciência na preservação da própria história, embora temos muito que lutar...
A França, país que ostenta um dos maiores índices de educação do planeta, é a pátria de escritores como Balzac, Victor Hugo, Baudelaire, Simone de Beauvoir, entre outros. Berço de famosos, seja no campo da filosofia, da ciência ou das artes num geral – terra de inúmeros fotógrafos – mesmo aqueles que lá não nasceram, em sua grande maioria, de uma forma ou de outra acabaram fotografando, morando ou simplesmente se apaixonando pelo lugar.
À vista disso, os ensaios fotográficos aqui apresentados foram realizados nesse país. Na maior parte dos cliques, busquei me inspirar nos grandes fotógrafos, ora pelo lugar ou por alguma imagem que me surpreendia, ora pelo estilo ou linguagem de cada um, ora pelo nome de algumas de suas obras-primas. Contudo, lembrando-me da história da fotografia, especialmente na vida deles.
Neste trabalho, procuro proteger o já eternizado, aquilo que se conserva em nossa memória histórica, sem me esquecer da prole fotográfica. Sobretudo, desejo homenagear os que não estão mais entre nós, tantos artistas que me antecederam na vocação.
Finalizada a tarefa, notei outra curiosidade: como um presente de duas faces, foi-me possível “conviver”, às vezes, até sentir os mestres do passado, todavia, sem me esquecer daqueles que virão, porque o rigor histórico não está condenado à prosa, sim à poesia: saber quem se “foi”, pode nos lapidar em quem “seremos”...
Última atualização: 01/03/2008. |