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Livro de poesias filosóficas publicado de forma independente em 19/06/1999 – São Paulo (SP); com exposição fotográfica “Mostra Atmospheras Humanas”...
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Fundação Biblioteca Nacional – Ministério da Cultura
Escritório de Direitos Autorais – Rio de Janeiro – Brasil
Protocolo do Requerimento: 1999 SP _ 974
Número do Registro: 168.798 – Livro: 282 – Folha: 441
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação – CIP
(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil).
Fotolitos: Le’Art Estúdio Gráfico
Rua Souza Caldas, 390 CEP: 03025-040 – Pari – SP
Impressão: Van Moorsel, Andrade & Cia. Ltda. – Litográfica
Rua Souza Caldas, 343 CEP: 03025-040 – Pari – SP
www.vanmoorsel.com.br
Tiragem: 1.000 exemplares.
Gramatura 75gr. 90gr. | Lombada | Capa Papel Supremo 4 cores
96 páginas costurado | 14 x 21 tamanho da página
Ana Maria (gráfica duograf 3931-9101)
MICA 3105-5660 Cecília
Rua São Vicente, 268 – conj. 72 – Bela Vista
10,4 x 14,4 – sangria de 2 mm.
Sinopse: Este livro contém poesias filosóficas de dimensões inusitadas que representam ideais e reflexões sobre o comportamento humano... Mesmo abordando assuntos palpitantes com profundidade nos sentimentos, acredito fazer um passeio pelas veredas da mente, numa literatura que representa a ficção, o mito, a poesia, o sonho, a fantasia, o relato, a crônica e por diversas vezes a realidade de todos nós...
Nota: Setor de Depósito Legal
Depois da obra publicada, seja de que Estado você for, envie sempre um exemplar de seu livro para o Setor de Depósito Legal. É o único modo de se fazer o registro e a preservação historiográficos do Brasil.
Avenida Rio Branco, 219/39 – 3º andar – CEP: 20040-008 – RJ/RJ
Câmara Brasileira do Livro: Avenida Ipiranga, 1267 – 10 andar – CEP: 01039-907 – SP/SP. Pagar taxa na segunda edição para ficar catalogado em uma página do livro.
Dedicatória
Este trabalho é dedicado a pessoa maravilhosa que é Marcos Mandarano por sua incansável e inesgotável dedicação, amor e carinho... Ao meu irmão Flávio Henrique Sakall, que sempre lutou e que como poucos ainda traz a pureza n’alma, e a sua filhinha Isabela, que tanto contribuiu para o seu crescimento...
Também para todas as pessoas que participaram da difícil jornada de realizar o Caminho de São Tiago de Compostela; especialmente aos meus novos amigos de 1998...
Agradecimentos
Introdução
Sinto-me perdido desbravando os caminhos de meus sucessores, pois são muitos os artistas que tematizaram o comportamento humano...
Nesta seleção, procuro apresentar pluralidades de enfoques sem estabelecer fronteiras tendo o propósito, também, de desafiar compreensões. Acredito fazer um passeio pelas veredas da conduta humana, numa literatura que representa a ficção, o mito, a poesia, o relato, a crônica e por diversas vezes a realidade dos mortais...
Naturalmente o comportamento do ser humano reúne elementos de fascinação e decepção... Esta riqueza é mostrada através de formas diversas de percepção do procedimento do homem, que, por vezes, num estado de inconsciência, de irresponsabilidade ou de injustiça, usa métodos menos elevados do espírito, fraquezas que são atributos humanos...
Luto contra essas atitudes e sonhando com um mundo melhor, sei que a ressonância de minha revolta dar-se-á através desta expressão artística, ainda que tardia em seu despertar...
Continua em POESIAS...
Estas foram as pessoas que compareceram no dia do lançamento e que depois no dia 28/06/99 eu enviei uma carta de agradecimento:
Celina E. B. Sakall, Irene Szakall, Soraia Sakall Arantes e João Evaristo Arantes*, Flávio Henrique Sakall e Patrícia Valério Sakall, Márcia Mandarano da Silva e Débora da Silva, Iara Mandarano e Juliana Mandarano Barbatti, Nadia Mandarano e Ronaldo Ferreira, Maria Cristina Scomparini, Márcia Moreira da Costa e José Dias Gomes Neto*, Rosana Berbel, Maria do Bonconselho Silva, Fabio Berbel* e Roberta Alves da Silva, João Carlos Sberviglieri Junior, José Ricardo Fernandes*, Sarita Sorgi, Claudinei Batista Fernandes* e Élio Alves de Almeida, Márcio Gaziro e Marcelo T. de Aguiar*, Monica Adriana de Toledo e Suely Bernaba Jorge*, Eliane Coda* e Valter de Almeida Castelhano*, Cleide Gonçalves Vanderlei e Delma Veríssimo da Costa, Maria Clara dos Santos e Gerson Mateus Gumiero*, Wagner Fernando de Castro e João Carlos Santos Leite, Solange Id e Luiz J. C. Rodrigues*, Zalira Cambraia de Silveira*, Lurimar Branco Heinriche, Patrícia Ribeiro de Campos* e Alexandre Domingos Silva, Aldrey Antúm Prado*, Edvane Lino Cavalcante*, Clovis T. Cavalcante Junior e Francisca Lino da Silva, Jacira Maria Ataide Cavalcanti* e Luiz Carlos Sorbello Lopes, Cintia Nunes Bragato*, Silvia R. Fernandes Sperancin* e Sonia R. Fernandes Sperancin, Silvia Helena Risso de Oliveira Alves* e Rogério Alves, Alberto Adonay Donley Mesquita*, Roberta de Castro Lima Pastore*, Antonio Pastore Neto e Ana Elisa Siqueira Lolli*, Elisabete Garcia Lopone, Marcos Di Cicco e Monica Regina Melquiades, Claudia Lotto* e Paula Lotto, Luiz Henrique Vieira Lins* e Regina Celia Apude Lins*, Regina Celia Mourad* e Mauro Feres Mourad (Solange* e José Francisco, Célia* e Sérgio, Carlos* e Nasta), Luzia Takako Oshiro* e Cristina Ruriko Yamaguti*, Ronaldo Pepe* e Aparecida Rosa Garcia, Ivan Walter Basilio*, Siomara Bernardo, Marilda Marques Sanches, Gerson Sanches Vieira e Carla Sanches Vieira*, Andrea Lopes Monaco, Rodnei Alexandre Martins*, Cristiane Pelaquin e Francisco Julio Sune Perez, Elaine Rose Sanches Altero e Maria Sanches Altero*, Elizabethe Alfonso da Silva e Miguel da Silva, (Yvete* e Elia?).
Agradecido pelo Lançamento
Tudo começou há dois anos... quando, sem razão aparente comecei a escrever os meus filosóficos pensamentos... Eram versos – eram linhas, eram contos – eram famílias, eram trilhos – eram ferrovias, eram rumos – eram fibras, eram traços – eram medidas, eram tiros – eram poesias...
Sim! Eram poesias!
Pouco a pouco esta forma de expressão, inédita para mim, foi tomando gosto e
causando prazer, infiltrando-se definitivamente no meu ser... E sem que fosse
duma outra maneira por fim, criou e encerrou em si um novo contorno sobre àqueles
meus velhos valores...
Tudo foi crescendo rapidamente, as poesias iam simplesmente aparecendo sem que eu tivesse algum controle ou mesmo sabedoria para tal feitio... Então, foram noites de insônia, madrugadas de ilusão, foram muitos os lugares de inspiração... Foram muitas as pessoas que mesmo sem saberem por horas a fio, tomaram conta dos meus pensamentos... E também por inúmeras vezes vivi uma retrospectiva da minha própria vida, sem me esquecer de todos os seus momentos...
Depois de todos estes supostos devaneios, reuni as que melhor retratavam os meus desejos utópicos, porque não dizer filantrópicos, e com um “boneco” do livro em mãos parti para uma nova fase: conseguir transformar em realidade o meu sonho...
Quanto a capa, bem, apesar disto merecer um capítulo à parte, rapidamente cheguei no final deste trabalho, pois com a ideia em mente mas sem condições de confeccioná-la, indicaram-me um profissional da área. Este por sua vez, orientou-me a colocar o meu nome na capa, mas eu lhe dizia:
– Precisa mesmo? Acredito que não seja necessário...
– Eu acho melhor... Sempre a capa leva o nome do autor... Se usa... É básico...
– Pois bem, coloque o meu nome na capa!
– Onde você acha melhor? Aqui neste canto?
– Pode ser... Onde você achar melhor... (eu dizia)
Não fosse ele, este “caro” profissional, eu não sei como teria sido... (Eu digo
que logo vocês entenderão...)
Depois foram cinco meses de vai e vem entre buscas incansáveis e telefonemas, editoras – pessoas e telefonemas, perguntas – respostas e telefonemas, fotolitos – pessoas e telefonemas, gráficas – pessoas e mais telefonemas...
Até que, finalmente, todas as telecomunicações se encaixaram: gráfica, pessoas, custos e a minha aprovação final...
Sem demora, para ser exato uma semana depois, foi que soube através dum outro telefonema que estava pronto o meu trabalho... Fui buscar a minha tão sonhada encomenda, ao mesmo tempo que fui informado sobre um suposto “defeito”: de que não havia o nome do autor dentro da obra!
Porém em nada isto me afetou, visto que havia o meu nome na capa do livro... Coisas de marinheiro de primeira viagem, eu dizia... (Entenderam agora? Imaginem só se eu não tivesse ouvido aquele homem... Como faria? Colocaria um adentro com o nome do autor? Que horror!)
Não muito tarde, com uma pilha de um mil livros já num canto do meu escritório comecei um novo período: buscar o espaço onde ocorreria o lançamento do livro...
E, mais uma outra ladainha... Porém desta vez mais rápida e objetiva. Foi apenas um mês de vai e vem entre telefonemas, espaços – pessoas, mais telefonemas e outros novos espaços – pessoas... Até que tudo novamente se encaixou: espaço, lugar, pessoas, endereço, acordos, preço, etc.
Agora, com a diagramação do convite em mãos parti para uma empresa já preestabelecida desde o início, pois era-me de grande desejo que tal empresa realizasse esta execução, visto que, já de muito tempo conhecia o tipo de trabalho e a qualidade em sua prestação de serviços.
Quando pronto o convite, que aliás ficou muito bom, foi a vez do Correio... Eu que adoro os meios de comunicação num geral e particularmente tendo “karma” com o Correio, mais tarde, fiquei sabendo que muitas pessoas se quer receberam o convite... (Não sei o que aconteceu, talvez por causa de não ter sido postado num envelope que “deu no que deu”: a minha expectativa em relação a quantidade de pessoas presentes não foi satisfatória...)
Enfim, espaço do evento à postos – convites postados, livros à postos – notícias postadas; pessoas à postos – “energias” postadas; eu no posto, cadeiras postas, cigarro posto, ansiedade posta, papel higiênico posto, flores postas, luzes acesas, música tocando, perfume exalando, tudo brilhando, clima rolando e, finalmente, convidados chegando...
Foi então que uma serenidade tomou conta de mim... Um, dois, três, dez, vinte, trinta pessoas... De repente formou-se uma fila “indiana” diante da minha mesa... Assinar, cumprimentar, levantar, dedicar, abraçar, sentar, autografar, conversar, grafar, fotografar... Quarenta, cinquenta, sessenta pessoas... “Viajar”, apertar, firmar, circundar, marcar, assinalar, rodear, mostrar, destinar, gravar... Setenta, oitenta, noventa pessoas... Amar, cercar, aplicar, beijar, adotar, adorar, levantar novamente, fotografar... É impressionante como nós usamos centenas de verbos num mesmo instante e não nos damos conta disto...
Haviam muitas pessoas... Todos os tipos de pessoas... Pessoas conhecidas e desconhecidas... Todas com o mesmo propósito em comum... Pessoas queridas e maravilhosas... Todas bem vestidas... E todas com intensas alegrias...
Meus pensamentos agitados voavam longe... ao mesmo tempo que uma serenidade presente contemplava o prazer de ver um desejo se realizar...
Meu saber, meus pensamentos, minhas histórias, minha lida... Pessoas, atmosferas, eu e todas as esferas... Tudo isso e mais uma pequena parcela da minha eterna alma agora impressa em páginas para poder dividir com a humanidade...
Foi um momento lindo, vivo e emocionante!!!
Muitos foram que me abraçaram fisicamente, muitos foram que me tocaram emocionalmente, e, faço votos que muitos sejam iluminados espiritualmente... Muito obrigado a todos... Especialmente à você que esteve presente!
Ainda informando que, apesar de não ter alcançado às expectativas quanto ao número de pessoas presentes, a sua presença especial em muito contribui para superar todas as minhas esperanças, preencheu e me fez enxergar ainda mais o quanto você me considera...
Que a benção seja uma constante em sua vida e que esta minha atitude lhe inspire para você acreditar e ir em frente sempre, pois você também pode realizar todos os seus sonhos!!!
E que juntos possamos crescer nas “Atmospheras Humanas”... sempre... sempre... sempre...
Mais uma vez, muito obrigado pela sua presença naquele dia tão importante para mim... Um abraço carinhoso do mais novo “talento” literário: SÉRGIO EDUARDO SAKALL
Mensagens Recebidas
Sérgio, Meu amigo, colega (afinal somos escritores) e novo “talento” literário (sempre tem que pintar algo ligth pra descontrair...) Mas eu não quero descontrair... Eu quero te parabenizar... Você me emocionou e conseguiu, através das suas palavras, fazer com que eu não arredasse pé da carta até que a lesse por inteiro. Quão profundo você foi no seu trabalho... Quanta coisa você observou... Quanto você cresceu... Quanto você sentiu... Quanto você se emocionou... Quanto você lutou... Quanto você persistiu... (que lindo!) E conseguiu... provando que os sonhos podem se realizar... se você realmente desejar... e buscar... Mas de tudo que eu li... o que mais me emocionou... foi você encorajar a todos que se permitem sonhar, a realizar... afinal é possível... e ninguém mais do que você... que fez tudo sozinho... para provar... VOCÊ É AQUELA PESSOA MARAVILHOSA QUE O MEU CORAÇÃO SEMPRE SENTIU. Saiba que eu adoro você e além disto, nunca deixaria de te prestigiar parabenizar tendo visto a tua luta e coragem, a não ser que estivesse realmente presa a uma cama. No entanto, mesmo assim, estaria em espirito irradiando meu carinho por você. Siga sempre assim, o caminho está certo. Deus e todos os “meus” Anjos te abençoe! Sua amiga, Elisabete.
Imagino seu dia hoje. Seus pensamentos agitados voando longe ou a serenidade contemplativa do prazer de um desejo realizado. De um trabalho árduo impresso em páginas. Seu saber e pensamentos, agora divididos entre nós, pessoas que teremos uma pequena parcela da sua atmosphera... uma pequena ideia de sua alma eterna! Minha felicidade só é manchada pelo fato de não poder registrar esse momento lindo, ao vivo, e emocionar-me diante dos que ai estão. Mas quando penso que milhares serão tocadas por você, por seus escritos, só isso importa... Parabéns! Do amigo Junior.
De: João Evaristo Arantes (joao.evaristo@originet.com.br), Data: Domingo, 20/06/1999, Assunto: Mensagem... Sérgio... Esta é a história de uma gota, que carinhosamente eu a comparo com você, nesse momento em que se coloca no universo da literatura...
Mar imenso... Quietude perene... Movimento eterno... Permite que eu suba do teu seio e aos ares me erga levíssima... Raio solar, vem cá! Ajuda-me a subir. Empresta-me esse fiozinho dourado... Oh, maravilha! Vou subindo, subindo, feita esbranquiçado vapor... Alto, sempre mais alto, por cima das grimpas da selva, por cima dos cumes dos montes... Ah! Quão grande é o mundo! Quão azul é o espaço! Que é isto? Um sopro de ar que me empolga... Um vento me arrebata... Lá vou eu, minúscula gotinha, sobre as asas das brisas, associar-me a muitas irmãs... Formamos um Estado, uma República de gotas, uma nuvem... Perdemos de vista o mar, a praia e os rochedos e tudo... Corremos por cima de selvas imensas, de montes altíssimos, semanas a fio – de dia e de noite... Até que, por fim, á falta de auras, paramos por cima de vastas planícies... De súbito nos rompe do seio centelha vivíssima – e surdo trovão desperta ecos soturnos no recôncavo da serra... Tamanho foi o abalo do feroz estampido que tombei das alturas e milhares de irmãs comigo tombaram... Alagamos florestas, pomares, jardins – saciando a sede de seres sem conta. E fomos correndo, correndo, sem nunca parar – sem saber para onde... Eis que de súbito se abre ante nós planície imensa – o mar! Lancei-me em seus braços – afundei em seu seio... Contei-lhe as mil aventuras que na longa jornada tivera... E preparei-me para nova viagem... Oh! Vida ditosa! Andar pelo mundo espargindo benefícios – regressar á origem, colhendo energias – e novos benefícios difundir! “Tal é o meu destino !...”
Ideias estranhas, enxameiam no campo da inteligência tentando aprimorar os valores humanos. Contudo, dispõe de meios precisos para ser um ponto de amparo e compreensão. Use a sua escrita para levar a boa mensagem, as mãos e o coração para acolher! Cultive sempre o equilíbrio e a serenidade, não esquecendo de que o seu dom é um empréstimo de Deus. “Desejamos” a você, muito sucesso nessa sua nova etapa de vida. Com muito amor, Celina e “João”...
Márcia Moreira: Quanto a poesia Traição, as mulheres sentem exatamente isto! Eu soube captar os sentimentos femininos...
Lurimar: Não temos que assumir nada do que os outros cobram mesmo...
LOCAIS DE VENDA DA OBRA (esgotada!)
– Livraria do Espaço Unibanco de Cinema
Rua Augusta, 1475 – Cerqueira César, São Paulo
– Espaço Cultural Publisher Brasil (pbrasil@uol.com.br)
Rua Arthur de Azevedo, 1998 – Pinheiros, São Paulo
– Ícone Espaço Cultural
Rua Augusta, 1415 – Cerqueira César, São Paulo
– Livraria e Papelaria Silvio Romero Ltda.
Praça Silvio Romero, 150 – Tatuapé, São Paulo
– Livraria NOBEL – Laetabilis Comercial Ltda., Shopping Metrô Tatuapé
Rua Domingos Agostin, 91 – Loja 175, São Paulo
– Livraria e Papelaria
Rua Baraldi, 903 – Centro, São Caetano do Sul (SP)
– Clube dos Escritores de Piracicaba (escritor@jpnet.com.br)
Rua Jacob Diehl, 77 – Bairro Morumbi, Piracicaba (SP)
– Escola de Escritores, perisse@uol.com.br – www.escoladeescritores.org.br
Rua Dr. João Moraes, 37 – Vergueiro, São Paulo
– Empório Paulista de Cultura
Avenida Paulista, 2518 – Térreo – Paraíso, São Paulo
CORREÇÕES E ENSINAMENTOS
Advérbios
Os advérbios de tempo (sempre, nunca, jamais, ontem, hoje, em tempo algum, etc) sempre “puxam” o pronome oblíquo para o lado deles. Então o certo na frase é: Apesar de adorar escrever, nunca ME interesso por querer aprender de forma correta...
Você tropeça sempre nos pronomes oblíquos! “Conte-me uma coisa” está certo, porque começa a frase, e não tem nenhuma preposição junto, mas sempre que uma preposição (e, nem também, para, per, perante, porém, um, uma, qualquer, etc) e outras que eu esqueci fazem com que o pronome também seja puxado para o lado destas palavras ou preposições. Ex: Me foi dito que; nunca me avisaram de; jamais nos impediram de; porém lhes foi dito que; também vos foi comunicado; etc.
Imperativo
Sempre a forma imperativa da segunda pessoa do singular e do plural: TU e VÓS
é formado pela conjugação do verbo no presente do indicativo menos o “S”:
Presente do Indicativo
Eu liberto
Tu libertas = Imperativo: Liberta
Ele liberta
Nós libertamos
Vós libertai = Imperativo: Libertai
Eles libertam
A forma imperativa das demais pessoas: VOCÊ, ELE, ELA, NÓS, VOCÊS, ELES e ELAS,
é formada pela conjugação do verbo no presente do subjuntivo:
Presente do subjuntivo:
Que eu liberte
Que tu libertes
Que ele liberte = Imperativo: liberte
Que nós libertemos = Imperativo: libertemos
Que vós libertais
Que eles libertem = Imperativo: libertem
REGRA: Quando a oração estiver na forma negativa SEMPRE se usa a forma imperativa do presente do subjuntivo.
NUM GERAL
– Excesso de metáforas
– Ordem indireta dos versos
– “Enjanbement” (engajamento) o sentido do verso termina no subsequente
– Tudo isso causam poemas complexos e de difícil entendimento. Alguns com temas
confusos...
– Mistura de pessoas verbais (segunda – Tu com terceira – Ele)
– Cuidado com a concordância verbal (verbo/sujeito)
– Versos longos tornam alguns poemas muito “pesados” e “arrastados”
– Diversificação de temas – desde a exposição do “eu” até a apresentação de
conceitos (sentimental e conceituoso)
– Algumas palavras “parecem” mal encaixadas, sem sentido no contexto do poema
(?)
– Rimas simples contrastam com a construção dos versos (sintaxe) que dificultam
o entendimento
– Sentimental e conceituoso altera (influi) na espontaneidade
RIMAS RICAS
Flauta e nauta; túmido (cheio de si, vaidoso, orgulhoso, saliente, grosso, dilatado) e úmido (levemente molhado, que tem a natureza da água, líquido); santo e enquanto; minha e caminha; fuso e veludo; cálida e lágrima.
empedernido – que se tornou duro como pedra, petrificado, endurecido, insensível
adro – terreno em frente ou em volta da igreja, plano ou escalonado, aberto
ou murado; antigo cemitério ainda hoje existente em algumas localidades situado
nesse terreno
sacal – chulo, enfadonho, tedioso, aborrecido, chato
escalda – resseca, castiga, esquenta
respalda – apoiar, alisar, aplainar
estirar – alinhar, esticar, deitar por terra, abater-se, humilhar-se, prostar-se
hirsuta – de pêlos longos, duros e espessos
inseria – inferia
aleivosia – traição; deslealdade; fraude; falsa acusação; calúnia
algaravia – linguagem confusa; ininteligível; coisa difícil de perceber
anágua – saia usada sob o vestido
anímica – pertencente ou relativo à alma
desatino – falta de juízo; loucura
estio – verão
falena – espécie de borboleta noturna
hercúleo – que tem força extraordinária
loas – cantigas populares em honra dos santos
onírica – relativo ou próprio de sonhos
subversão – insubordinação às leis; revolta contra elas; destruição; revolução
terçã – febre
Ledo: risonho, alegre, contente, jubiloso...
Última atualização: 22/01/2010. |