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História do Reino Unido da Grã-Bretanha

Seu território é ocupado pelos celtas no século VII antes de Cristo. A presença romana inicia-se em 55 antes de Cristo e prolonga-se até o século V, quando tribos germânicas (anglos, saxões e jutos) invadem o país... “England” significa “terra dos anglos”. Navegadores vikings o conquistam no século VIII...

Em 1066, os normandos ocupam a Grã-Bretanha. Em 1215, nobres ingleses impõem ao rei a Magna Carta, que limita seu poder em benefício dos senhores feudais. Para tomar decisões, os monarcas passam a consultar o Parlamento, formado por representantes do clero e da nobreza.

Com a Guerra dos Cem Anos, a Inglaterra perde suas possessões na França e mergulha em um sangrento conflito interno: a Guerra das Duas Rosas, uma disputa do trono entre as famílias York e Lancaster. A paz é obtida por Henrique VII, que reinou entre 1485 e 1509. Ele inaugura a dinastia Tudor e restabelece a autoridade real sobre a nobreza e o clero. Henrique VIII, no trono de 1509 a 1547, aproveitando-se do fato do Papa não autorizar seu divórcio, rompe com a Igreja Católica, toma as propriedades do papado e funda a Igreja Anglicana, da qual se torna chefe...

Em novembro de 1558, começava um dos governos mais populares e importantes da monarquia britânica: o de Elizabeth I (1533-1603). Seu reinado é conhecido por Período Elisabetano e é apontado como a Idade do Ouro da história inglesa. Foi um período de ascensão, marcado pelos primeiros passos na fundação daquilo que seria o Império Britânico, e pela produção artística crescente, principalmente na dramaturgia, que rendeu nomes como Christopher Marlowe e William Shakespeare (1564-1616).

No campo da navegação, o capitão Francis Drake foi o primeiro inglês a dar a volta ao mundo, enquanto na área do pensamento Francis Bacon pregou suas ideias políticas e filosóficas. Ela se tornou uma lenda em seu próprio tempo de vida, famosa por suas notáveis habilidades e realizações”. Astuta, nomeou ministros de confiança para apoiá-la, e as questões mais críticas levou ao debate no Parlamento. Também restaurou a religião anglicana. Tudo ia bem, até a rainha se desentender com Filipe II, seu cunhado.

A Espanha era a maior potência da época e Filipe sonhava ser monarca britânico. Católico, pretendia restaurar sua fé na Inglaterra. Quando navios espanhóis foram saqueados por piratas ingleses, prática incentivada pela rainha, Filipe, em 1588, enviou uma frota de 130 navios para tomar o reino. Elizabeth I, então, discursou à tropa: “Sei que tenho o corpo de uma mulher fraca e frágil, mas tenho também o coração e o estômago de um rei – e de um rei da Inglaterra!” Resultado: venceu a Armada espanhola.

Em 1600, criou a Companhia das Índias Ocidentais e iniciou a expansão marítima. “Quando ela subiu ao trono, em 1558, a Inglaterra era um país empobrecido, dilacerado por questões religiosas. Quando morreu, era um dos mais poderosos países do mundo”. Elizabeth não se casou. Foi assim que ganhou o apelido de “Rainha Virgem”. Após sua morte, em 1603, de acordo com o testamento de Henrique VIII, assumiu o descendente de Mary, irmã mais nova de Elizabeth. Jaime VI, rei da Escócia, tornou-se Jaime I da Inglaterra, iniciando a era dos Stuart...

Revolução Gloriosa

Divergências religiosas e tributárias levam o Rei Charles I, no poder entre 1625 e 1649, a dissolver o Parlamento. Em 1640, porém, uma rebelião na Escócia (anexada em 1603) faz com que o rei convoque o Parlamento, que se recusa a votar recursos para reprimir o movimento. O resultado é uma guerra civil entre as forças monárquicas e as do Parlamento, lideradas por Oliver Cromwell. A vitória de Cromwell leva à proclamação da República em 1649 e à execução do rei.

A Monarquia é restaurada em 1660. Os novos monarcas tentam fortalecer o poder da Coroa, mas fracassam. Em 1688, Jaime II é deposto na Revolução Gloriosa, que consolida a Monarquia constitucional. Em 1707 é formado o Reino Unido, que reúne Inglaterra, Escócia e País de Gales. A Irlanda é integrada em 1801...

A Revolução Industrial, no século XVIII, torna o país a maior potência mundial. No reinado da Rainha Vitória, de 1837 a 1901, o Reino Unido conquista territórios na África, na Ásia e na Oceania. Na Era Vitoriana, o país experimenta mudanças sociais, reconhece os sindicatos e amplia a participação política dos cidadãos...


Aprendendo Filatelia: O primeiro selo postal do mundo foi emitido em 06/05/1840 (Scott: 1), conhecido por “Penny Black”, ele mostra a efígie da Rainha Vitória (Queen Victoria). O Reino Unido da Grã-Bretanha é o único país do mundo que não tem o seu nome descrito nos selos – sempre usa a cabeça da monarca para identificá-los.

Inscrição inferior nos selos: “I ONE PENNY. I”, “S ONE PENNY. W”, “M ONE PENNY. H”...

Inscrição inferior: “N ONE PENNY. B”, “A ONE PENNY. L” e “J ONE PENNY. K”...

O segundo selo postal, também de 1840, com valor facial de 2 pence (azul) é conhecido como “Twopence Blue” ou “Two Pence Blue” (Scott: 2, SG: 5). Inscrição inferior: “F TWO PENCE C”,

Abaixo, selo emitido em 1841, com valor facial de 1 pêni (vermelho), é conhecido por “Penny Red”... Inscrição inferior: “A ONE PENNY. B”, “K ONE PENNY. F” e “J ONE PENNY. C”...

Do lado esquerdo da tela, selo emitido em 18/09/1970 em comemoração aos 130 anos do primeiro selo postal. Scott: 642. SG: 835. Do lado direito, clique para ver o bloco, emitido em 1990, alusivo aos 150 anos do primeiro selo postal. SG: 949a


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Continuando...

Guerras Mundiais

Sob a liderança do Primeiro-ministro Lloyd George, o Reino Unido sai vitorioso da I Guerra Mundial. Em 1923 forma-se o primeiro governo trabalhista. Em 1936, o Rei Eduardo VIII abdica para se casar com a norte-americana Walis Simpson. O trono é ocupado por seu irmão George VI.

Em setembro de 1939, as tropas de Hitler invadem a Polônia. Reino Unido e França declaram guerra à Alemanha. Em 1940, o Primeiro-ministro Arthur Chamberlain é substituído por Winston Churchill, que chefia um gabinete de guerra formado por conservadores e trabalhistas. Duramente bombardeado pelos alemães, o país vence a II Guerra Mundial, ao lado dos EUA e da URSS.

Em 1945, Churchill perde a eleição para o trabalhista Clement Atlee, que estatiza indústrias. Os conservadores voltam ao poder em 1951. No ano seguinte, George VI morre e é sucedido por sua filha, agora Rainha Elizabeth II.

Os trabalhistas, liderados por Harold Wilson, retornam ao poder em 1964. À crise econômica junta-se o agravamento do conflito nacionalista na Irlanda do Norte (Ulster).

Em 1970, o conservador Edward Heath torna-se Primeiro-ministro. O governo britânico envia tropas à Irlanda do Norte em 1972 para combater o terrorismo do Exército Republicano Irlandês (IRA), organização que luta pela independência do Ulster.

A entrada do país na Comunidade Econômica Europeia, atual União Europeia, em 1973, não diminui os problemas econômicos. Harold Wilson volta ao poder em 1974. Dois anos depois é substituído por James Callaghan...

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Patrimônios da Humanidade no Reino Unido – Maravilhas do Mundo – English Heritage (www.english-heritage.org.uk)

A foto abaixo mostra Stonehenge, by Sérgio Sakall em 16/08/2010.

À parte da história do lugar, minha opinião fotográfica foi de um amontoado de pedras interessante em um campo cercado, não nivelado, que não se pode chegar perto... O monumento em si parece bem menor pessoalmente do que a gente vê pelas fotografias... Ele é bonito, fotogênico, mas surpreende negativamente pelo lugar que está: ao lado de uma estrada. O chão do lugar é um pouco mais elevado e dependendo do ângulo, a estrada lateral não aparece na fotografia... A distância que o visitante é obrigado a ficar do monumento é tão grande que, numa panorâmica, as pessoas do outro lado parecem estar próximas às pedras... Essa distância não é proporcional num raio circular, isto é, uma circunferência desigual em torno de todo o monumento... O que não me agradou foi o lugar, a região... Primeiramente porque nunca tinha visto gente nas fotografias, portanto sempre imaginei que o campo gramado ficasse no meio do nada... Mas não. Próximo a gente vê criações, plantações, rodovia, carros etc. A cerca que existe na beira da estrada que, aliás, estava coalhada de gente vendo o monumento do lado de fora (talvez para não pagar a entrada), de certa forma é quase a mesma distância que a gente vê o monumento estando dentro do campo... Acontece que estar do lado oeste do monumento, ao fundo se vê a rodovia etc e tal... Mas quando se está do lado leste, onde o nível do campo é mais baixo, não aparece mais nada na fotografia além das pedras... Então entendi porque as fotos que a gente vê sempre aparece o patrimônio num campo gramado descampado...

São dois os cartões-postais e maiores símbolos da cidade de Londres (London), um é o Big Ben, no edifício do Parlamento inglês (Casa do Parlamento), o outro é a Torre de Londres (Tower Bridge), ponte construída em 1894 sob o rio Tâmisa (Thames).

Um tour pela cidade a bordo de um ônibus de dois andares constitui uma excelente introdução a Londres. Outra perspectiva é fazer um passeio de barco no Tâmisa. Os barcos saem dos piers de Westminster e de Charing Cross e descem o rio até a Torre de Londres e Greenwich, ou sobem o rio até Kew Gardens e Hampton Court.

Página Museus da Inglaterra

Torre de Londres – O lugar conserva até hoje algumas fagulhas do clima de terror que pairou sobre Londres durante os 900 anos em que funcionou como prisão e local de execução de todos aqueles que se colocavam contra a ordem estabelecida. Sua construção iniciou-se em 1078 e, durante séculos foram sendo acrescentadas novas estruturas e tem sido sempre o centro da história inglesa. Ao longo dos séculos, serviu de palácio real, prisão e fortaleza. Dois de seus highlights são a Jewel House, onde ficam as joias da coroa, e a Beauchamp Tower, em que até hoje se pode ler mensagens gravadas nas pedras pelos prisioneiros que cumpiam alí suas penas.

Parlamento – Antiga casa real, o Palácio de Westminster abriga as casas dos Lordes e a dos Comuns. O primeiro palácio foi construído em 1042 e tornou-se câmara da Casa dos Comuns em 1547. A atual foi construída em 1840 e reerguida após o bombardeio alemão durante a Segunda Guerra. O relógio Big Ben, que funciona desde 1859, sobreviveu intacto durante a guerra e continua marcando a hora exata, com seu sino de 14 toneladas soando a cada sessenta minutos. Espetáculo: a abertura do Parlamento, realizada todos os anos em novembro, quando as multidões se alinham ao longo do trajeto que a Rainha percorre cavalgando a partir do Palácio de Buckingham acompanhada da Cavalaria da Família Real.

Abadia de Westminster – Um dos grandes símbolos da história britânica, a Abadia é com certeza o maior exemplo de arquitetura medieval de Londres. A maioria dos monarcas foram coroados e também enterrados nela, que ainda acumula muitos tesouros. Centro espiritual da Grã-Bretanha, onde a nação coroa e enterra os seus heróis e soberanos. O Trono da Coroação encontra-se na Capela de Eduardo, o Confessor. Enterrados aqui estão grandes mestres literários, tais como Chaucer, Dickens e Kipling, também cientistas como Darwin; atrás do altar-mor encontram-se a Rainha Elizabeth I, Mary, Rainha dos Escoceses, e Henrique V.

Palácio de Buckingham – É a residência de Sua Majestade, a Rainha da Inglaterra e, portanto, sede da monarquia britânica. Além disso, a palácio é utilizado para cerimônias oficiais em homenagem aos chefes de Estado em visita à Grã Bretanha. Desde 1993, entre os meses de agosto a setembro, quando a família sai em férias, pode-se visitar algumas das alas do palácio. Mesmo que você não esteja em Londres nessa época, durante todo o ano você pode curtir sua cerimônia mais famosa: a Troca da Guarda. Espetáculo que acontece todas as manhãs de abril a agosto e em manhãs alternadas; sempre às 11h30.

Catedral de São Paulo (St. Paul’s Cathedral, www.stpauls.co.uk, www.stpaulscathedral.org.uk) – Procure organizar seus horários para acompanhar um tour se quiser conhecer com maiores detalhes a mais famosa igreja de Londres. St. Paul é uma catedral anglicana e conta muito da história da cidade. Reconstruída em 1675, depois de um incêndio que a destruiu no ano anterior, seu projeto é do famoso arquiteto Christopher Wren. Estão enterradas nessa igreja muitas personalidades da história britânica, como Lord Nelson e o duque de Wellington. Durante os tours você pode subir às galerias, de onde se tem uma vista magnífica de toda a cidade.

National Gallery – Inaugurado em 1824, sua vasta coleção inclui pinturas europeias dos séculos XIII a XIX, graças a doações milionárias, não parou de crescer desde então. Com obras que representam todas as escolas até 1929, os pontos altos ficam para Vênus no Espelho, de Velázquez, os Embaixadores, de Hans Holbein e O Casamento dos Arnolfini, de Jan van Eyck. As obras são expostas cronologicamente, o que facilita muito a visita. Em 1991, a Rainha Elizabeth II inaugurou a ala Sainsbury, a qual abriga uma bela coleção pré-renascentista.

Victoria and Albert Museum – Museu de Victoria e Albert – Os ingleses o chamam de V&A. Seus 4 andares destinados às artes e ao design exibem uma enorme coleção de arte indiana, de tapetes iranianos e de outros países muçulmanos. A galeria destinada à arte medieval é uma atração à parte, não deixe de vê-la. O museu organiza ainda muitas mostras de caráter científico e exposições temporárias de arte contemporânea.

Tate Gallery – Essa que é uma das mais charmosas galerias europeias, abriga obras de arte britânicas e internacionais a partir do século XVI, com grande ênfase na arte contemporânea. É aconselhável escolher suas mostras de particular interesse. Procure saber o tema da Exposição Temporária, que quase sempre é a maior atração. No piso inferior há uma cafeteria e um delicioso restaurante.

Hyde Park – Local de melhor show gratuito da cidade.

As principais regiões de compras incluem: Bond Street, Knightsbridge (Harrods), Oxford Street (Selfridges), Regent Street e Chelsea.

Madame Tussaud’s – Eis um passeio para todos os gostos e idades. Madame Tussaud trouxe sua técnica da França para a Inglaterra em 1802 e fez as mascáras mortuárias em cera de grandes nomes da época. Atualmente não é só um museu de cera, mas recriações de personagens e cenários com um realismo impressionante, como a famosa Câmara dos Horrores.

Outros espetáculos são a Royal Opera e o Royal Ballet que se apresentam no Covent Garden, em Londres.

Aeroporto de Heathrow e de Gatwick: Além de revistas especializadas, Londres tem serviços gratuitos e eficientes para informar os turistas. Você encontra escritórios do Tourist Information Centre, Centro de Informação Turística – TIC, na estação de metrô Victoria Station, na loja de departamentos Selfridges, no aeroporto de Heathrow e na Liverpool Street Railway Station. Há também o British Travel Centre. O jornal Evening Standard publica uma completa seção cultural às sextas-feiras.

Dica: a revista Time Out, nas bancas às quartas-feiras, traz semanalmente toda a programação cultural de Londres, além de um roteiro completo de seus restaurantes e bares.

Estações ferroviárias: Victoria Station – liga Londres ao aeroporto de Gatwick e fazem conexão as balsas em Dover ou Folkestone; e a Estação de Waterloo – onde existem os trens de alta velocidade que fazem viagens pelo Canal da Mancha que ligam Londres ao continente europeu. O tempo de duração de uma viagem de trem saindo de Londres com destino à Edimburgo é de 4 horas. O Passe da BritRail é excelente para se realizar viagens de trem de forma ilimitada na Inglaterra, Escócia e Gales. O Flexipass da BritRail permite quatro dias de viagem dentro do período de um mês (estes passes não são vendidos na Grã-Bretanha)...

Passeios de um dia:

Visita às cidades universitárias de Cambridge e Oxford.

Cambridge – Chega-se a Cambridge em 1 hora de viagem por trem, saindo da Liverpool ou da King’s Cross Station. A cidade abriga uma da maiores universidades do mundo e, garantem os ingleses, a mais antiga faculdade, fundada em 1284, vantagem com a qual os italianos de Bolonha certamente não concordam... Comece o passeio pela rua King’s Parade, na altura da Market Hill, passe pela King’s College Chapel, aprecie sua magnífica construção e visite a partir daí as várias faculdades.

Oxford – Tomando-se um trem na Paddington Station, alcança-se Oxford em 1 hora. Há muitos prédios famosos nessa cidade universitária que tem mais de mil anos. Conheça as ruas The Broad e The High, a Christ Church e o Merton College, cuja biblioteca universitária, construída em 1371, é a mais antiga de toda a Inglaterra.

Windsor – Depois do incêndio em 1992, o Castelo de Windsor (Windsor Castle), o mais famoso castelo da Grã-Bretanha, já foi reaberto para visitação, mesmo com algumas salas ainda não restauradas. A 30 minutos de Londres, você pode tomar o trem na Paddington Station, comprando bilhetes de ida e volta. O Castelo de Windsor é um símbolo da monarquia britânica há 900 anos. O Castelo abriga a Capela de São Jorge (St. George’s Chapel – www.stgeorgesshop.com). Você pode conhecer também o Eton College, fundado por Henrique I em 1440, onde ainda hoje os alunos vão a aula usando cartola.

Hampton Court – A apenas 20 quilômetros de Londres, no verão você pode fazer um delicioso passeio de barco até o palácio de Hampton Court partindo do Westminster Pier, ou utilizar os trens que partem da Waterllo Station. Situado às margens do Tâmisa, foi construído pelo arcebispo de York em 1514 e oferecido ao Rei Henrique VIII em 1525. Seus maravilhosos jardins estão abertos todos os dias do ano. Já outras atrações, como as cozinhas, o labirinto e a grande videira, só podem ser visitadas de março a outubro.

Passeios na Região Norte:

Passeio na região oeste: O agreste Parque Nacional de Dartmoor é o cenário da genial história de Sherlock Holmes, O Cão dos Baskervilles, e as ruínas da abadia de Glastonbury são famosas por conter os restos mortais do Rei Arthur.


VISITA

08/08/10 (domingo) – Saída de Paris na Garé du Nord à Sant Pacras, Londres. Paris Nord 11h13 to London 12h29 by Eurotrem. Taxi. Hotel Ramada. Parque. O Natural History Museum é bem bacana – vi um crânio de um girafídeo antecessor da girafa, o qual jamais tinha visto. Palácio de Buckingham. Big Ben e Parlamento.

09/08/10 (segunda-feira) – Passeio de ônibus Big Bus. Torre e Ponte de Londres. Passeio de barco ida e volta. Catedral de São Paulo. Loja da National Geographic e loja de Brinquedo...

10/08/10 (terça-feira) – Choveu o dia inteiro... British Museum (eu sabia de três peças girafídeas, mas descobri que seu acervo guarda mais duas). Madame Tussaud (detestei): paga-se muito caro para entrar (25 libras = uns 75 reais p/p) e o mundo estava na porta e além dela... Quando vi a fila absurda de gente para entrar disse: vamos embora! Mas avistei uma entrada vip e fomos perguntar... Foi tão ridículo isso... Imagina uma fila absurda e tumultuada de turistas numa porta e, na porta ao lado, a entrada vip com umas correntinhas e ninguém... Imaginei que seria a entrada da rainha... Não. Pagava-se mais 5 libras e entrava-se no museu por aquela porta. Sem dúvida foi o que fizemos. Resultado: chegamos e já entramos, pagando 90 reais cada... Agora me diz se vale tudo isso ver aqueles bonecos? Uma vez que vi tantas obras maravilhosas e toda a decoração do Parthenon de graça! (rs)

11/08/10 (quarta-feira) – Zoo de Londres. Harrods. Bar The Swan (conhecemos o casal norte-americano).

12/08/10 (quinta-feira) – Palácio de Buckingham (raras ocasiões não acontece a troca da guarda, demos azar, pois hoje foi uma excessão). Duas praças: Picadilly Circus e Trafagal Square (lanche). Alguém pode me explicar o que é Picadilly Circus? Eu não sei nada a respeito, mas espero que contenha uma história ao menos que justifique sua fama... Tanta fama e não tem nada! Nem lugar para ficar... (rs) Informações turísticas e Burguer King...

13/08/10 (sexta-feira) – Palácio de Buckingham (troca de guarda cancelada por causa da chuva), jardins com pelicanos... National Gallery: o melhor! Foi o que mais tempo ficamos... Adorei ver um dos “girassóis” de Van Gogh... Turismo e chuva na Trafagal Square. Lanche no quarto.

14/08/10 (sábado) – Adorei Portobello Road Market, uma rua coalhada de lojas de antiguidades, localizada no bairro Notting Hill; aliás, foi um dos únicos lugares que encontrei peças para a coleção... Vinho chileno merlot (ruim). Descanso. Piccadilly Circus à noite...

15/08/10 (domingo) – Parks walking... Tower. Vinho em Browns Bar & Brassirie, ao lado do Tâmisa, próximo à roda-gigante chamada London Eye; mostrada na foto abaixo, tirada em 09/08/2010.

16/08/10 (segunda-feira) – Às 7h10 tour: a gente fez um passeio de um dia para conhecer o Palácio de Windsor, Stonenhege e Bath... A maioria no ônibus era norte-americano e australiano... Ambos não entendiam o inglês do guia... Pode? Várias pessoas pediam para ele repetir... Aliás sempre aprendi que existiam dois tipos de inglês: o britânico (que a gente aprende na escola) e o norte-americano. Mentira! Existem três tipos dessa língua chata: aquela que a gente aprende na escola, a norte-americana e a britânica... Todo o lugar do mundo que conheci eu entendi o inglês, exceto na Inglaterra... (rs)

17/08/10 (terça-feira) – Abadia de Westminster (não sabia que Darwin estava enterrado lá)... Feira no Convent Garden. Lavamos roupa e lanche no quarto.

18/08/10 (quarta-feira) – Palácio de Buckingham (não houve troca da guarda). Museu do Brinquedo Pollock e o que nos surpreendeu: Museum of Childhood – Museu da Infância – fantástico! Não apenas porque expõe nove peças girafídeas infantis, mas por sua arquitetura, linha pedagógica e espaços específicos para brincadeiras... Muito bem feito. Só não gostei da cor: rosa-chá. Caso fosse meu seria todinho colorido... (rs) Catedral de São Paulo. The Swan (encontramos o casal novamente).

19/08/10 (quinta-feira) – Palácio de Buckingham: finalmente vimos a troca da guarda. Você me desculpe, mas a banda tocar Beatles é ridículo... Nada a ver com militaria... Como previsto: não gostei! Trafagal Square, tour a pé pelo centro etc.

20/08/10 (sexta-feira) – Fomos de metrô até a estação Sant Pacras. Passamos pela alfândega e conhecemos o botânico... London 13h00 to Paris 16h17... Já em Paris, ajudamos o rapaz a pegar o metrô, e nós pegamos o trem para o aeroporto Charles de Galle... Long trip...

Enfim, excluindo os belos pontos turísticos, Big Ben, Parlamento, Torre, Abadia e, claro, todos os museus do Governo, não gostei da cidade e detestei seu rio poluído, inclusive de poluição visual... A cidade não é agradável para se andar e os preços então?! Tudo caríssimo, sem justa causa, que não dá para entender... Uma passagem do metrô, por exemplo, custa quase cinco libras, mas se comprasse após as 9h30 (ou um passe de uma semana) o preço caía para duas libras e qualquer coisa... Eu dizia que o preço alto era “because the Queen”... Mas deve ser para “compensar” os maravilhosos museus gratuitos... Eu nunca vi uma cidade que tenha tanto lanche pronto e barato em cada esquina... E se fosse “take away”, o preço também caía quase pela metade... Resultado: o mundo come na rua, não só os turistas. Tivemos a oportunidade de ver ao meio dia, incluindo o povo, comendo assim... Como nós ficamos em um bom hotel, o café da manhã (english breakfast) era de tirar a fome do almoço. Portanto a gente comia lá pelas 17 horas... Generalizando, também descobri que os britânicos não gostam de girafas... Pois foi o país que trouxe a menor quantidade de peças para a coleção: 27, sendo mais da metade no zoo de Londres e de uma loja de brinquedos famosa que esqueci o nome no momento, o restante tive que procurar muito... (rs)

Outros:

Rafael Martins (rafael_london@hotmail.com)
Red Lion Street – Flat 7, 64
WC1R – 4 PA – London – United Kingdom – UK
(32, Old Compton Street – W1D4TP – London)

Observatório de Greenwich, Heritage Walk, distrito financeiro conhecido como City ou o Silver Jubilee Walkway. Dickens (bairro). Jack, o Estripador...

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Última atualização: 13/01/2012.
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