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ISRAEL e PALESTINA

Pressionadas pelas constantes guerras com os vizinhos, as tribos judáicas unificam-se sob o comando de Saul, por volta de 1029 antes de Cristo... David o sucede e expande o território de Israel, que alcança seu apogeu sob Salomão, entre 966 e 926 antes de Cristo... A série de 3 selos foi emitida em 31/08/1960 e mostra os primeiros reis de Israel: Saul (0,07), David (0,25) e Solomon (0,40).

Primeiro Rei Saú – Foi uma catástrofe seu reinado. Saú se influenciou pelos muitos pagãos existentes na época e se volta para a idolatria. Samuel foi o Profeta que ungiu Saú.

Segundo Rei Davi – monarquia no Estado de Israel. Foi pobre e pastor na sua infância. O grande rei, fez guerras e estendeu as fronteiras de Israel. David era músico, tocava harpa. Davi enfrenta Golias (o gigante). Acreditando que está lutando para o seu povo a mando de Deus, tira a cabeça do gigante. O povo o proclama rei. Teve um reinado muito longo, porém sangrento por causa das conquistas territoriais. Foi Davi que pretendia construir um grande templo em Israel, mas quem constrói é seu filho Salomão. Davi derrota Golias e anos depois se casa com Betsabá, após ordenar a morte de seu esposo. Seu filho Salomão reinou com sabedoria sobre o povo hebreu. Veja Davi de Michelangelo!

Terceiro Rei Salomão – Filho de Davi. Período em que a cidade de Jerusalém tomou importância. Aqui Salomão constrói um templo gigantesco, no qual todos os judeus vão fazer orações. Salomão teve tudo, inclusive 600 mulheres. Acredita-se que este templo foi construído por volta do ano 900 a.C. A destruição do primeiro templo de Jerusalém se deu em 587 antes de Cristo, pelos babilônios. E o segundo templo foi destruído pelos romanos...

Abaixo (à esquerda), cartão-postal coma Torre de David – The Holy Land, by David Roberts (publicado por Cassell, 1879). À direita, emissão de 24/09/1969, o selo mostra o rei David e a inscrição: “...and David administered justice and equity to all his people” (2 Samuel 8, 15). Na imagem central, a representação maior da gravura figura o Sacramento do Crisma, no qual, o Católico Apostólico Romano, recebe a confirmação do Espírito Santo em sua vida e está preparado para divulgar a palavra de Deus. Na menor, à esquerda, temos o profeta e sacerdote Samuel ungindo David, filho da tribo de Judá, com o Santo Óleo do Crisma. A ilustração à direita, mostra David matando o gigante Golias que era temido pelo povo de Israel no reinado de Saul. A inscrição final quer dizer: “Marco-te com o sinal da Santa Cruz e fortifico-te com o Santo Crisma. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.”

Nota: A imagem central é de um livro de orações em alemão impresso na Argentina. Não há data desta edição, apenas um calendário de 1922, que trás todos as datas e festas religiosas deste ano. Este livro o meu pai ganhou de presente do pai dele, e agora está comigo. Meu avô paterno morou vários anos na Argentina. O filho mais velho nasceu lá. Lembrei-me automaticamente desta imagem, porque São Sérgio, fundou a Comunidade do Espírito Santo, conforme li em girafamania (informação de Lídia, em 11/04/07).

O bloco de dois valores, emitido em 13/05/1998 para comemorar a Exposição Mundial de Selos ocorrida no Estado de Israel, mostra a inscrição: “Templo do Rei Salomão”.

Com a morte de Salomão, um período de crise põe em xeque a sobrevivência da própria nação judáica, possibilitando sua conquista por vários povos (babilônios, assírios, persas, gregos e romanos).

Jerusalém é destruída pelo general romano Tito, em 70 depois de Cristo. Expulsos de seu território, os judeus dispersam-se pelo mundo (diáspora judáica)...

Em 636, os árabes ocupam a Palestina e convertem a maioria de seus habitantes ao islamismo. Após sucessivas invasões, a região é dominada pelos turcos e incorporada ao Império Turco-Otomano por longo período, de 1517 a 1917.

Sionismo

O atual Estado de Israel tem sua origem no sionismo (de Sion, colina da antiga Jerusalém), movimento surgido na Europa no século XIX que prega a criação de um país livre e sem perseguição aos judeus.

Seu ideólogo, Theodor Herzl, organiza na Basileia, Suíça, o primeiro congresso sionista, que aprova a formação de um Estado judáico na Palestina.

Colonos judeus da Europa Oriental, onde o anti-semitismo é mais intenso, começam a se instalar na região, de população árabe majoritária. Em 1909 criam o primeiro kibutz – colônia agrícola de caráter comunitário.

A Palestina é ocupada pelo Reino Unido durante a I Guerra Mundial, com a retirada dos turcos. Em 1917, o chanceler britânico, Arthur Balfour, declara o apoio de seu país ao estabelecimento de um lar nacional dos judeus na Palestina, sob a condição de ser respeitados os direitos das comunidades não-judáicas ali existentes.

Três anos mais tarde, o Reino Unido recebe um mandato da Liga das Nações para administrar a Palestina. Mas, sob a égide britânica, agravam-se os conflitos com as comunidades árabes, que possuem anseios nacionais próprios e sentem-se ameaçadas pelo sionismo.

A perseguição aos judeus pelo regime nazista de Adolf Hitler, a partir de 1933, intensifica a migração para a Palestina. A administração britânica tenta conciliar os oponentes, limitando a admissão de judeus. Mas a entrada de imigrantes clandestinos continua. Entre 1936 e 1939, uma guerra civil explode entre árabes e judeus.

Durante a II Guerra Mundial prosseguem as hostilidades na Palestina. Ingleses são alvo de ataques de grupos armados sionistas, em represália à política britânica contrária à imigração de judeus que fogem da perseguição nazista.

Com o fim da guerra, a notícia do extermínio de cerca de 6 milhões de judeus nos campos de concentração nazistas, o Holocausto, aumenta o apoio internacional à criação de um Estado judáico.

Partilha da Palestina

Encerrado o conflito mundial, os ingleses retiram-se e delegam à ONU a tarefa de solucionar os problemas da região. Sem uma consulta prévia aos árabes palestinos, em 1947 a ONU vota a favor da divisão da Palestina em dois Estados. Um para os judeus, outro para os árabes palestinos. Estes rejeitam o plano.

Em 14 de maio de 1948 é proclamado o Estado de Israel, que tem David Ben-Gurion como primeiro-ministro. Países árabes enviam tropas para impedir sua criação.

A guerra termina em janeiro de 1949, com a vitória de Israel, que passa a controlar 75% do território da Palestina, um terço a mais do que o determinado pela ONU. O restante da área da Cisjordânia é incorporado à Jordânia. Intimidados, cerca de 800 mil árabes fogem de Israel.

Em janeiro de 1949, o Estado realiza suas primeiras eleições parlamentares e aprova leis para assegurar o controle religioso e educacional, além do direito de retorno ao país para todos os judeus. A economia floresce com o apoio estrangeiro e remessas particulares de dinheiro.

Em 1956, Israel aproveita a crise do Canal de Suez e alia-se à França e ao Reino Unido para atacar o Egito na península do Sinai e na Faixa de Gaza...

Por intervenção da ONU, e sob pressão dos EUA e da URSS, as tropas israelenses retiram-se da região. Em 1964, uma reunião de chefes de Estado árabes, no Cairo, cria a Organização para a Libertação da Palestina (OLP).

Guerras

O acúmulo de tensões entre árabes e israelenses leva a uma segunda guerra. Israel ataca o Egito, a Síria e a Jordânia em 5 de junho de 1967. O episódio, conhecido como Guerra dos Seis Dias, termina em 10 de junho com a vitória de Israel e a conquista do Sinai, da Faixa de Gaza, da Cisjordânia, das Colinas de Golã, na Síria, e da zona oriental de Jerusalém, que é imediatamente anexada ao Estado israelense.

O terrorismo palestino contra Israel intensifica-se a partir da eleição para a presidência da OLP, em 1969, de Yasser Arafat, chefe da organização guerrilheira Al Fatah. Em represália, a aviação israelense faz constantes bombardeios na Síria e no Líbano, onde a OLP mantém bases militares.

Uma nova guerra eclode em 6 de outubro de 1973, o feriado judaico do Yom Kipur (Dia do Perdão). Num ataque-surpresa, tropas do Egito e da Síria avançam no Sinai e em Golã, mas são repelidas dias depois.

Os EUA e a URSS obrigam Israel a interromper a contra-ofensiva. Os árabes descobrem no petróleo uma arma de guerra: usando a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), boicotam o fornecimento aos países que apoiam Israel e provocam pânico mundial com o aumento do preço dos seus derivados.

Em maio de 1977, a coligação liderada pelo Likud (partido conservador) ganha as eleições em Israel, depois de três décadas de hegemonia trabalhista. O novo primeiro-ministro, Menachem Begin, estimula a instalação de colonos israelenses nos territórios árabes ocupados durante a Guerra dos Seis Dias.

Em novembro, o presidente egípcio Anuar Sadat faz uma visita a Jerusalém, o que é visto como um tácito reconhecimento do Estado de Israel. A iniciativa abre caminho para os acordos de Camp David, nos EUA (1978-1979), assinados por Begin e Sadat, com mediação do presidente norte-americano Jimmy Carter.

Israel inicia a retirada do Sinai, que é devolvido ao Egito em 1982. O mundo árabe repudia os acordos de Camp David e expulsa o Egito da Liga Árabe...

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Localidades do Estado de Israel

Localização do país – oeste da Ásia. Estado do Oriente Médio, banhado pelo Mediterrâneo a oeste e pelo Mar Vermelho ao sul.
Área total – 20.770.00 quilômetros quadrados.
Características – deserto de Negev (50% do território); região montanhosa (N); planície costeira (centro).
Agricultura – citrus, vegetais, algodão; beef, poultry, dairy products.
Principais produtos de exportação – diamantes polidos, equipamentos de comunicação eletrônicos, médicos e científicos, produtos químicos e agrícolas, componentes eletrônicos e computadores, software.
Principais produtos de importação – diamantes, equipamento militar, máquinas e aparelhos elétricos, combustíveis e lubrificantes, consumo de produtos perecíveis, produtos químicos.
Recursos Naturais – copper, fosfato, bromide, potácio, clay, sand, sulfur, asphalt, manganese, small amounts of natural gas and crude oil.

Várias cidades modernas, onde se misturam o antigo e o novo, estão construídas em locais conhecidos desde a Antiguidade, como Jerusalém, Safed, Beer Sheva, Tiberíades e Aco.

Outras, tais como Rechovot, Hadera, Petach Tikva (Petah Tiqwa) e Rishon Letzion eram aldeias agrícolas na época anterior à independência e tornaram-se gradualmente importantes centros populacionais.

Cidades em desenvolvimento, como Carmiel e Kiriat Gat, foram construídas nos primeiros anos da criação do estado para atender ao rápido crescimento populacional gerado pela imigração em massa, assim como para melhor distribuir a população por todo o país, e promover a integração econômica rural e urbana, atraindo indústrias e serviços a áreas até então despovoadas.

A Faixa de Gaza e a Cisjordânia são regiões ocupadas por Israel com estatus a ser determinado ainda...

Pode-se dividir o Estado de Israel geograficamente nas seguintes regiões:

O mapa da direita é do site: Koret Communications Ltd. (www.koret.com)

Jerusalém – “A Eterna Capital”
“Dez medidas foram conferidas ao mundo; nove foram tomadas por Jerusalém, e uma pelo resto do mundo”.
(Talmud Babilônia, Tratado Kidushin 49b)

A Antiga Cidade e os Muros de Jerusalém são Patrimônios da Humanidade, considerados pela UNESCO...

Geralmente, visitantes têm ideias pré concebidas sobre religiões ou política... Por toda sua fama, Jerusalém é uma pequena cidade com várias faces.

Carregada de história, a cidade tem muito à oferecer, como o terceiro lugar mais santo para os muçulmanos, o Haram al-Sharif (de onde Maomé ou Mohammed subiu aos céus), os lugares santos cristãos, e ainda, os lugares santos para os judeus, o Muro das Lamentações.

Jerusalém, localizada no centro do país, aninhada nas Colinas da Judeia, é a capital de Israel, a sede do governo e o centro histórico, espiritual e nacional do povo judeu desde que o Rei David fez dela a capital de seu reino, há 3.000 anos atrás. Com seus numerosos pontos históricos e santuários é local de culto para judeus, cristãos e muçulmanos...

Até 1860, Jerusalém era uma cidade murada, formada por quatro quarteirões – judeu, muçulmano, armênio e cristão. Naquela época, os judeus, que constituíam a maioria da população da cidade, começaram a construir novos bairros fora dos limites da muralha, formando o núcleo da Jerusalém moderna.

Durante a administração britânica (1918-48), ela gradualmente se transformou, e a cidadezinha provincial abandonada da época do Império Otomano (1518-1918) tornou-se uma florescente metrópole, com novos bairros residenciais, cada um refletindo o caráter do grupo específico que nele vivia.

Após o ataque árabe conjunto desfechado contra o recém-fundado Estado de Israel, a cidade ficou dividida, sendo administrada por Israel e a Jordânia; durante 19 anos uma parte estava hermeticamente separada da outra por muros de concreto e arame farpado.

Após o ataque a Jerusalém, desencadeado na Guerra dos Seis Dias, em 1967, a cidade foi reunificada.

Jerusalém, hoje a maior cidade de Israel, conta com mais de meio milhão de habitantes, espalhados por uma área de 100 km2. Ao mesmo tempo antiga e moderna, é uma cidade de diversidades, e seus habitantes representam uma mistura de culturas e nacionalidades.

Gente vestida em todos os estilos da moda atual mescla-se a judeus ultra-ortodoxos vestidos de negro, mulheres árabes em suas longas túnicas bordadas e clérigos cristãos envergando sombrias batinas.

É uma cidade que preserva seu passado e constrói para o futuro, com locais históricos cuidadosamente restaurados, áreas de paisagem verde, zonas comerciais modernas, parques industriais e bairros em expansão, que atestam sua continuidade e vitalidade.

Pontos turísticos em Jerusalém:

Esplanada do Templo, Mesquitas, Museu de Israel (onde estão os Manuscritos do Mar Morto), Maquete de Jerusalém no tempo de Cristo, Capela da Ascensão, Igreja do Pater Noster, Basílica da Agonia, Gruta da Traição, Porta de Santo Estevão, Igreja de Santa Ana, Piscina Probática, Lithostrotos, Arco Ecce Homo.

A Cidade Santa ou The Citadel – Located in Bab Al-Khalil was built during the Ottoman period encompassing a mosque, a minaret, towers, walls, ramps, and gardens by the Gate entrance.

Al-Haram Al- Sharif – This site is the home of two major Islamic shrines, Al-Aqsa Mosque and the Dome of the Rock. The site marks the spot were Prophet Mohammed ascended to heaven from Jerusalem. The Haram is considered to be the third holiest site for Muslims, after Mecca and Medina.

Via Sacra ou Via Dolorosa – The Via Dolorosa (Path of Sorrow) is the route that tradition says Jesus while crucified, was forced to follow from his condemnation by the Romans to the spot were he was buried after the crucifixion. The path begins near St. Stephen’s Gate in the Muslim Quarter and ends within the Church of the Holy Sepulchre, in the heart of the Christian Quarter. The route is marked by the 14 stations of the cross.

A Igreja do Santo Sepulcro (The Church of the Holy Sepulchre) – The Church of the Holy Sepulchre is the world’s holiest site for Catholic and Orthodox Christians as it preserves the most holy memories of the death and resurrection of Jesus Christ. Six Christian denominations, Greek Orthodox, Catholics, Armenians, Copts, Ethiopians, and Syrians, share control of the building.

Monte das Oliveiras (Mount of Olives) – The Mount of Olives rises some 100 meters to the east of the Old City across the Kidron Valley. Green and fertile, the land is today dotted with more churches and shrines than olive trees. It’s summit affords a magnificent view of the whole of Jerusalem with the sealed Golden Gate of the Old City, in the other direction one can see the Desert, the Jordan Valley, and the Mountains of Moab. In the Old Testament, the Mount of Olives is mentioned as a place where Jesus used to walk over the hill from Bethany to Jerusalem.

Túmulo da Virgem (Tomb of the Virgin Mary) – The tomb lies at the bottom of the Mount of Olives at the right of the path. This is considered to be the site where the Virgin Mary was supposedly entombed. The church was rebuilt in 1130 and since then it has been shared by the Greeks, Armenians, Syrians, Copts, and Muslims. The site is venerated by Muslims since, on his night journey from Medina to Jerusalem, Prophet Mohammed is said to have spotted a light over Mary's tomb.

Jardim Getsemani (Garden of Gethsemane) - Around the Church of all Nations lie the Garden of Gethsemane where tradition says that Jesus prayed the night before he was arrested. The garden is said to be 2000 years old and within it lies some of the world’s oldest olive trees as well as a splendid variety of flowers.


Beer Sheva

Beer Sheva, no norte do Neguev, situa-se na interseção das estradas que levam ao Mar Morto e a Eilat. É uma cidade nova construída num local já conhecido no tempo dos Patriarcas, há 3.500 anos atrás.

Chamada de “a capital do Neguev”, Beer Sheva é um centro administrativo e econômico, sede de repartições governamentais regionais e instituições de saúde, educação e cultura que prestam serviços a toda a região sul do país.

Belém ou Bethleham (Bethl)

Com a Basílica da Natividade, o local de nascimento de Cristo, the charming town of Bethlehem has a sweeter meaning to Christians than any other place on earth. Its origins are lost in history. Being the birthplace of Christ has thrust this small, rose-colored city onto a world stage.

Modern Bethlehem is a major tourist attraction with all accompanying commercialism that this implies. Some of Bethlehem's real charm can be found in it's side streets. Further more, the town and souqs are a heady mix of ancient and modern, Muslim and Christian.

Colinas de Golã ou Golan (Golan Heights)

As Colinas de Golã são regidas por leis israelitas, tanto a jurisdição como a administração, desde 1981. Elas são estrategicamente importantes por 3 razões:

  1. a presença israelita nas Colinas provém a defesa da fronteira contra a invasão do território;
  2. todo norte de Israel está na mira direta da artilharia das Colinas de Golã;
  3. as Colinas controlam o principal recurso de água do Estado de Israel.

Eilat ou Elat

Desde que foi palco do encontro de amor entre o Rei Salomão e a Rainha de Sabá, Eilat é o refúgio ideal para todos aqueles que estão em busca de sol e aventura.

Viajando por um deserto interminável, parece magia encontrar subitamente, a exuberância de cores de Eilat com suas palmeiras e praias beijadas pelo sol. Chegar a Eilat, por terra ou ar, é como alcançar uma miragem.

A cidade mais meridional do país, é a saída de Israel para o Mar Vermelho e o Oceano êndico. Seu porto moderno, que se acredita estar localizado onde se erguia o antigo porto no tempo do Rei Salomão, é a via comercial de Israel com a África e o Extremo Oriente.

Seus invernos cálidos, um espetacular cenário submarino, as belas praias, os esportes aquáticos, seus luxuosos hotéis e a facilidade de acesso da Europa através de voos charter fazem de Eilat uma próspera cidade turística durante todo o ano. Desde o estabelecimento da paz entre Israel e a Jordânia (1994), foram iniciados projetos conjuntos de desenvolvimento com a cidade vizinha Ácaba, para incrementar o turismo na região.

Localizada no extremo sul de Israel, banhada pelo Mar Vermelho, Eilat oferece aventuras infinitas. O Observatório Submarino e barcos com fundo de vidro, possibilitam àqueles que não querem se molhar, a estupenda visão dos corais e de uma das mais ricas vidas marinhas do mundo.

A temperatura da água, 21ºC no inverno e 25ºC no verão, é um convite ao banho. Os mais ousados devem mergulhar nas profundezas das águas de Eilat, para deslumbrar-se com a mais bela fauna e flora.

Nos arredores de Eilat, pode-se desfrutar das maravilhas do deserto. Passeios de camelo ou mountain bike, em carros refrigerados ou jeeps oferecem a oportunidade de deliciosas aventuras.

No Deserto de Negev há um pacote turístico que dura uma semana andando de camelo pelo deserto onde a noite a areia é quente, o vento é frio e o céu muito estrelado...

No Parque Nacional Vale de Timna, as famosas Minas do Rei Salomão, o Red Canyon, formações rochosas raras, algumas com marcas deixadas por antigos viajantes na “rota das especiarias”.

Faixa de Gaza (Gaza Strip)

A localização de Gaza no cruzamento entre a Ásia e a África has ensured it a history as troubled as it is long. Since Biblical times, it has been fought over, invaded and occupied by nearly all the powers that have marched across the Middle East. Gaza has one of the most beautiful beaches and extremely friendly locals. Investigating the place can leave a searing impact on the visitor.

Haifa

Importante porto de grande calado, Haifa é um foco de comércio internacional, além de ser o centro administrativo da região norte de Israel. Com aproximadamente 250 mil habitantes, Haifa é o maior porto de Israel e um importante centro industrial e comercial.

Nas costas do Mediterrâneo, subindo pelas encostas do Monte Carmel (ou Carmelo) e o Convento Stella Maris, a cidade foi construída em três níveis topográficos:

  1. a cidade baixa, cujos terrenos foram parcialmente recuperados do mar, é o centro comercial e a zona portuária;
  2. o nível intermediário é a área residencial antiga;
  3. e o nível mais elevado consiste de bairros modernos em rápida expansão, com ruas arborizadas, parques e bosques de pinheiros, que contemplam a zona industrial e as praias da ampla baía lá embaixo.

Hebron

Al-Khalil, como a cidade de Hebron é chamada em árabe, o que significa “Amigo de Deus”. In ancient times it was known as Mamre and Kirjath Arba, “the town of four” because of its position on four hills. Situated at an altitude of 3,000 feet, Hebron has been continuously settled for 5.000 anos. It is regarded as holy to Muslims, Jews, and Christians alike because the Patriarch Abraham is buried there.

Jericó – Jericho – Jricho

A cidade está localizada a Leste de Jerusalém 260 metros below sea level making it thelowest town on earth. Jericho and its surrounding area is one of the oldest continuously inhabited sites in the world. On a mount overlooking the Jericho oasis, excavations have uncovered settlements dating from 9000 BC and the Oldest Walled Town (7000 BC) yet discovered. Jericho deserves a visit as the history is absorbing and the atmosphere with numerous outdoor cafes and excellent restaurants is refreshingly laid back.

Vale do Rio Jordão, Jericó, a cidade mais antiga do mundo, com o Monte das Tentações...

Mar Morto (Dead Sea) – Ponto mais baixo da Terra!

Descendo de Jerusalém até o Mar Morto, viaja-se por um terreno completamente diferente. Em menos de meia hora chega-se ao ponto mais baixo da Terra, 400m abaixo do nível do mar, ao sul do Vale do Jordão.

The heavy salt (33%) of the water content makes animal life impossible and swimming an unusual experience. It is almost impossible to sink. One can even lie on one’s back and read a magazine. The Dead Sea is a scenic oddity unique in the world.

Atravessando as surpreendentes paisagens do deserto da Judeia, compreende-se porque a região era utilizada para esconderijo por fugitivos como David e porque povoados reclusos e mosteiros foram construídos no local.

Há três mil anos são conhecidas as qualidades terapêuticas das águas do Mar Morto e das fontes naturais da circunvizinhança. Em qualquer época do ano é grande o número de turistas que vêm gozar o ar livre de pólen, formado pela alta pressão atmosférica e a irradiação solar filtrada.

Hotéis modernos, locais desérticos para passeio, shopping, salões de beleza formam um verdadeiro recanto para lazer, tratamento cosmético e de embelezamento ou convalescença. Aproveite tudo o que o local oferece:

Nabulus ou Nablus

Between Mount Garizim and Mount Ebal lies Nablus (the un-crowned Queen of Palestine) 63 quilômetros ao norte de Jerusalém. The town is located in the area that has an abundant water supply. Its gardens and fields are irrigated by 16 springs.

Nablus is considered to be the largest city in the West Bank outside Jerusalem and has become one of the main Palestinian centers of industry and commerce with busy markets, soap factories, and goldsmiths etc.

The Old Town of Nablus is a large residential and market area featuring many old buildings and lively street scenes and other activities. There are impressive mosques, souqs, Turkish baths, and traditional soap factories.

Nazaré (Nazareth)

Nazaré é a cidade aonde José e Maria viveram... Nela existem a Basílica da Anunciação e Igreja de São José.

Safed

Aninhada entre as montanhas da Galileia, é um local popular de férias de verão e centro turístico, com um quarteirão de artistas e várias sinagogas centenárias. No século XVI, Safed era o mais importante centro de criatividade e de estudos judaicos – ponto de encontro de rabinos, eruditos e místicos que estabeleceram leis e preceitos religiosos, muitos dos quais seguidos até hoje pelos judeus observantes.

Tiberíades (Tiberias)

A cidade de Tiberíades, às margens do Mar da Galileia (também conhecido como Lago Kineret, Lago Genezaré, Lago Tiberíades ou ainda Lago Tibérias), é famosa por suas fontes termais medicinais. Hoje em dia a cidade é um movimentado centro turístico, onde vestígios arqueológicos do passado misturam-se a modernos edifícios e hotéis.

Me parece que em Tiberíades é onde está localizado o Monte das Beatitudes ou das Bem-Aventuranças – local do Sermão da Montanha...

Fundada no século I, a cidade deve seu nome ao imperador romano Tibério. Mais tarde, tornou-se um centro de erudição judaica e a sede de uma academia rabínica famosa.

Tel Aviv-Iafo e Jaffa

Cidade moderna na costa mediterrânea, é o centro comercial e financeiro de Israel, assim como o foco de sua vida cultural. Nela estão sediadas as mais importantes organizações industriais e agrícolas, a Bolsa de Valores, os principais jornais, periódicos e editoras.

Tel Aviv, a primeira cidade exclusivamente judaica dos tempos modernos, foi fundada em 1909 como um subúrbio de Iafo, uma das mais antigas cidades do mundo. Em 1934, Tel Aviv foi elevada à categoria de município e, em 1950, foi fundida com Iafo, absorvendo a antiga cidade.

A área em torno do antigo Porto de Iafo (Jafa ou Jaffa), com sua aparência medieval, tornou-se uma colônia de artistas e um centro turístico, com galerias, restaurantes e clubes noturnos. A Avenida Ha-Yarkon, avenida da praia, possui os maiores arranha-céus da cidade.

Jaffa foi a cidade portuária onde viveu Simão, o Curtidor...

Tel Aviv é também um centro de transportes e o maior centro de turismo da nação. De fácil acesso para todos os pontos de interesse do país, é servida por uma linha férrea com conexões para Jerusalém, Haifa e Beersheva e uma extensa linha de ônibus operando para fora da cidade.

Tel Aviv e Israel estão conectados com o resto do mundo através do Aeroporto Internacional Ben Gurion, em Lod, 14 km à sudeste da cidade, pelo porto de Ashdod, 31 km ao sul; e pelo porto de Haifa, 80 km ao norte.

Na cidade de Tel Aviv encontra-se a Universidade de Tel Aviv, assim como o Teatro Nacional de Israel – Habimah, a Filarmônica de Israel. O Museu de Tel Aviv, Museu da Diáspora, Museu da Terra e um Zoológico somam-se à vida cultural da cidade.

Ainda...

Outras cidades: Beit, Beit Sahur, El Bureij, Jabalia (Jabaliya), Jala, Qalqylia...

Cesareia onde existe um anfiteatro romano e o arqueduto.

Cafarnaum, onde há as ruínas da antiga sinagoga, Casa de São Pedro e Igreja do Primado.

Tabgha, lugar do milagre da multiplicação dos pães e dos peixes.

Monte Tabor, local da Transfiguração.

Ein Karen, a aldeia de São João Batista.

Kumran, onde nas grutas foram encontrados os manuscritos bíblicos.

Via Betânia, aldeia de Lázaro.

Nota Marcelo 09/2010: A viagem foi ótima, correu tudo bem, com um ou outro contratempo leve. O voo é cansativo: 9h até Madri, espera, entrevista com a segurança de Israel, 4h30 até Tel Aviv, 1h até Jerusalém de van, carregar bagagem rampa/muralha acima para entrar na cidade velha, subir ladeiras e escadarias para chegar na guesthouse... Depois, alugar carro foi bem tranquilo e um GPS pode ajudar bastante. Eu só tinha o guia em livro, sem mapas muito detalhados, mesmo assim não me perdi (muito...). Fomos pegos por uma tempestade de areia no Deserto da Judeia, um dos contratempos leves de que falei. O teleférico que descia de Masada parou por causa do vento e tivemos de esperar, além de não poder visitar mais nada na área do Mar Morto. A Galileia é sensacional, muito linda mesmo de se ver. Também subi o Monte Sinai no Egito, para o que é preciso ter disposição. Tive de alugar um camelo. A Cisjordânia pode gerar algumas apreensões. Em Belém, que é uma cidade pacificada, pode-se passear com tranquilidade. Em Hebron, é bem mais chato. Muitas lojas fechadas, observadores da ONU passando todo o tempo, segurança máxima... A melhor dica que posso dar é: escolher uns três lugares para servir de base e passear ao redor, porque as distâncias não são grandes e as estradas são boas. Não há hotéis em cada esquina de cada cidade como na Europa, por isso é bom escolher e fazer reserva com antecedência. Em Jerusalém e Tel Aviv-centro, sem carro. Nas outras bases (Galileia, para região norte, e Tel Aviv ou arredores, para o litoral e centro do país), com carro. O sul também tem seus atrativos, basicamente belezas naturais, mas praticamente sem cidades. Apenas Eilat, no Mar Vermelho, de onde se passa ao Egito, é uma cidade com boa infraestrutura. Para ir ao Egito, dirigi um dia inteiro de Jerusalém até Eilat, passei dois dias e voltei para a região central do país. Isso porque não fomos a Petra, que, de Eilat, é bem mais fácil de chegar, tanto em termos de distância quanto de complicações na fronteira. Após três semanas, fomos para Portugal e Espanha por mais duas... Isso me faz lembrar que, hoje, quase não existem mais lan-houses ou orelhões nesses países, pois todas as pessoas têm notebook e celular. Para telefonar ao Brasil ou fazer backup do cartão de memória para um HD portátil, quase não encontrei lugares. Por isso, recomendo levar também esses equipamentos. Existe um visto específico para a Península do Sinai que pode ser tirado na fronteira Eilat-Taba (de Israel) ou no ferryboat Aqaba-Nuweiba (da Jordânia). Se quiser ir ao resto do Egito, o procedimento do visto precisa ser o completo, ou seja, ir no consulado ou na embaixada com o passaporte e pedir. Se você já foi, conhece o procedimento.


Outras emissões: ISRAEL
1961 – Signos do Zodíaco
1965 – História da Criação do Mundo
1969 – Portos
1969 – 387/391 (5). Le Déluge (O Dilúvio). Construction, embaquement, départ, déluge et Arc-en-ciel. Arca de Noé.
1972 – Landscapes
1973 – Yvert: 527/529. Scott: 525/527. Ano Novo Judeu – Profetas: Isaiah (18a), Jeremiah (65a), Ezekiel (1.10). NT
1978 – Patriarcas
1983 – Haifa
1986 – Yvert: 990. Scott: 951. Bloco sobre pintura com mapa de Holy Land, by Gerald de Jode, 1578. NT
1987 – Yvert: 1017/1019. Scott: 975/977. Exploração de Holy Land, com mapas do século XIX. 30a – Thomas Howard Molyneux (1847) e Christopher Costigan (1835). 50a – Willian Francis Lynch (1848). 60a – John MacGregor (1868-1869).
1989 – Yvert: 1079. Scott: 1028. Centenário do Conselho da Língua Hebraica. NT
1992 – Yvert: 1167/1169. Scott: 1114. Aniversário de 500 Anos da Expulsão dos Judeus da Espanha. 80a: mapa da Palestina. 1.10: mapa da Itália, Sicília, Grécia e Mediterrâneo central. 1.40: mapa da Espanha e Portugal. NT
1992 – Yvert: 1181/1183. Scott: 1121/1123. Centenário of the Jewish National and University Library, Jerusalem – Famosos Manuscritos Italianos. NT
1992 – Scott: 1125/1128. Animais selvagens. No catálogo não está escrito que é sobre Zoo...
1996 – Yvert: 1346/1348. Coexistence entre l’Homme et l’Animal. Une barre de phosphore à gauche pour le 1s10, et deux pour les autres. Sujets: 1s10: les oiseaux migrateurs et la navigation aérienne. 1s75: les animaux de comagne (chien et chat). 2s: les dauphins.
2001 – Fé Bahá’í
2003 – AIDS
2005 – Animais Bíblicos

PALESTINE – Palestina – Capital: Jerusalém.
1996 – Yvert feuillet: 4. Valor facial: 1250 fi. Primeira eleição. Ilustra bem pessoas estilizadas muçulmanas.

GIRAFAMANIA
Última atualização: 23/02/2012.
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