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CONHECENDO A ÍNDIA

Uma cultura que se mantém por mais de 5.000 anos, tendo visto muitos conquistadores mas nunca perdendo sua identidade, a Índia nunca deixa nenhum visitante indiferente... É uma experiência inesquecível...

O clima dominante, é o quente, sob regime das monções, com quatro estações relativamente bem definidas: fria (janeiro e fevereiro), quente (março, abril e maio), de monções do sudoeste (junho a outubro) e da cessação das monções (novembro e dezembro).

Durante o inverno, o clima é seco e a temperatura agradável. Na realidade, só é recomendável visitar a Índia durante o fim do outono, inverno e começo da primavera, pois em outras épocas a temperatura é muito elevada. Apesar disso, as noites e amanheceres podem ser um pouco frios.

Na Índia existem muitos templos considerados Patrimônios da Humanidade... Alguns exemplos a seguir...

A série comemorativa de 2 selos em se-tenant, emitida em 1/12/2001, pela Índia, com valores faciais de 1500p e 400p, mostra o Templo do Sol (Sun Temple), em Konark, considerado Patrimônio da Humanidade.

Abaixo, as fotos mostram o Templo Brihadisvara ou “Brihadeshwara” (em Thanjavur) e o Templo Arunachaleshwara (em Tiruvannamalai)...

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Localização – centro-sul da Ásia. A Índia ocupa a maior parte de uma vasta planície que, isolada do resto da Ásia pela cordilheira do Himalaia, forma um subcontinente.

Características – litoral regular e com pequenas enseadas (O); deltas, lagunas e pântanos (L); planalto do Decão (maior parte); cordilheira do Himalaia (N); planície Indo-Gangética (NO e NE), formando os Ghatts (altiplanos) Ocidental (costa oeste) e Oriental (costa leste).

Rios – Indo (Indus), Ganges e Brahmaputra.

Himalaia – O Himalaia ao norte, é a cadeia de montanhas mais elevada do planeta, com diversos picos que atingem mais de 6.000 metros de altitude e que separa a Índia do Nepal.

A Índia está subdividida em 29 Estados e 6 Territórios da União. Dos 29 Estados, um deles é o Estado de Délhi – Território da Capital Nacional.

Território da Capital Nacional

Deli (em hindi Dilli) é a maior cidade da Índia, situada na zona norte do país. A sua área metropolitana tem cerca de 17,4 milhões de habitantes e engloba a cidade de Nova Deli ou Nova Délhi (em hindi, Ni Dilli), a capital da União Indiana.

Formada por dois núcleos distintos: antiga cidade de Délhi e a capital federal. Nova Délhi, uma cidade jardim fundada em 1931 para abrigar a administração (na época ainda sobre domínio inglês). Existe um pequeno setor industrial, fabricas de conservas alimentícias e produtos químicos.

Há o Templo da Fé Bahá’í... conhecido também por Templo de Lótus, em Nova Délhi, é uma das maravilhas do país...

O selo abaixo, emitido em 16/12/2004, com valor facial de 500p, mostra o Taj Mahal, na cidade de Agra (ao sul de Nova Délhi).

Tumba de Humayun, Qutb Minar e Monumentos Religiosos e Funerários, em Délhi, também são considerados Patrimônios da Humanidade.

O Deserto de Thar está próximo da capital, Nova Délhi, no fascinante estado do Rajastão, onde a aridez do Deserto contrasta com a exuberância das roupas, turbantes e joias usadas pelos seus habitantes.

Délhi tornou-se a capital do império mogol em 1638. Foi conquistada pelos ingleses em 1803. Foi a capital de 1912 a 1931, quando esta passou para Nova Délhi.

O território da capital nacional (TCN) é um território na Índia que engloba a cidade capital, Nova Délhi e a cidade de Délhi. O termo é também usado informalmente para designar a região da capital nacional (RCN) que inclui algumas cidades satélite como Noida e Ghaziabad.

O TCN é único na Índia, na medida em que a gestão municipal é detida por um governo local eleito, enquanto outras áreas importantes como a polícia e a administração estão sob o controle do governo central.

A criação do TCN obedeceu a um desejo de estimular o desenvolvimento das áreas limítrofes da capital por forma a criar centros urbanos. Isso iria ajudar a descongestionar a cidade principal, que sofre de superpopulação devido ao constante fluxo de pessoas vindas de toda a Índia...

Resumo Estados da União:

TRIPURA TRIPURA ARUNACHAL PRADESH ASSÃO NAGALAND MANIPUR MIZORAM JAMMU e CAXEMIRA HIMALCHAI PRADESH PUNJABE HARYANA RAJASTÃO UTTAR PRADESH SIKKIM GUJARATE MAHARASHTRA QUERALA TAMIL NADU CARNATACA GOA MADIA PRADESH ANDRA PRADESH ORISSA BENGALA OCIDENTAL BIHAR MEGÁLIA
  1. Andhra Pradesh (AP)
  2. Arunachal Pradesh (AR)
  3. Assam (AS)
  4. Bengala Ocidental (WB)
  5. Bihar (BR)
  6. Chhattisgarh (CT)
  7. Goa (GA)
  8. Gujarat (GJ)
  9. Haryana (HR)
  10. Himachal Pradesh (HP)
  11. Jammu e Kashmir (JK)
  12. Jharkhand (JH)
  13. Karnataka (KA)
  14. Kerala (KL)
  15. Madhya Pradesh (MP)
  16. Maharashtra (MH)
  17. Manipur (MN)
  18. Meghalaya (ML)
  19. Mizoram (MZ)
  20. Nagaland (NL)
  21. Orissa (OR)
  22. Punjab (PB)
  23. Rajasthan (RJ)
  24. Sikkim (SK)
  25. Tamil Nadu (TN)
  26. Tripura (TR)
  27. Uttarakhand (UL)
  28. Uttar Pradesh (UP)

Resumo Territórios da União:

Um território da união é uma divisão administrativa da Índia. Diferente dos estados, que têm os seus próprios governos locais, os territórios da união são governados diretamente pelo governo nacional. A partir de 1991, há seis territórios da união:

  1. Andaman e Nicobar Islands (AN)
  2. Chandigarh (CH)
  3. Dadra e Nagar Haveli (DN)
  4. Damão e Diu ou Daman and Diu (DD)
  5. Lakshadweep ou Laquedivas (LD)
  6. Puducherry ou Pondichérry (PY)
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ESTADOS DA UNIÃO

Andhra Pradesh – região leste do país, na Bahía de Bengala. Cidades: Haiderabade (Hyderabad) capital do estado, Guntur, Tirupati, Vijayawada, Visakhapatnam (Vishakhapatnam), Warangal.

Arunachal Pradesh – região Oriental do país. Cidades...

Assão ou Assam – região Oriental do país. Cidades: Dibrugarh, Goalpara, Guwahati, Nagaon, North Lakhmpur.

Bengala Ocidental ou West Bengal – região leste do país, na Bahía de Bengala. Cidades: Asansol, Calcutá (Kolkata ou Calcutta é a capital do estado e também o maior aglomerado urbano do país), Darjeeling.

Conquistada em 1690 pela Companhia Inglês das Índias Orientais, que nela construiu o forte William. Em 1756, o Príncipe Suraja Dowla tomou a cidade, mas os ingleses reconquistaram-na no ano seguinte. Calcutá tem o porto bem aparelhado por onde passam quase a metade das exportações do país e um quarto das importações.

Em 1883, tornou-se Capital do Império das Índias, posição que ocupou até 1912. Nela se desenvolveram vários centros industriais: ao nordeste, o de Dum Dum, com suas fábricas de armas e munições; ao sul, perto de Alipur, grandes complexos de metalúrgicos e mecânica, fábricas de automóveis e vagões, beneficiadoras de arroz e construtores navais; nos rios de Hooghly, manufaturadas de juta.

Um quarto da população vive em taperas de chão batido, cada uma abrigando cerca de quinze mil pessoas. Perto de 200.000 habitantes dormem nas ruas esfomeados. Essa extrema miséria é consequência sobretudo da grande massa de refugiados de Bengala Oriental (antigo Paquistão Oriental) que para lá fugiram desde a independência Indiana e sua separação do Paquistão (muçulmanos).

Mesquita na rua Dhurrumtollah, em Calcutá.

Bihar – região nordeste do país. Cidades: Patna, Varanasi...

Chhattisgarh – Cidades: Bhilai...

Gujarate ou Guyjarat – Gujarat é o segundo estado mais industrializado da Índia, logo depois de Maharashtra. Está localizado no oeste do país, fazendo fronteira com o Paquistão. A sua capital é Gandhinagar. Cidades: Ahmedabad (maior cidade do estado e a sexta maior da Índia), Bhavnagar, Jamnagar, Junagadh, Rajkot, Surate e Vadodara (Baroda).

Haryana ou Ariana – A capital do estado é Chandigarh, que também é capital do estado do Punjabe.

Himachal Pradesh – região norte do país; abaixo de Jamu e Caxemira. Principais cidades:

Jammu e Caxemira – região extremo norte do país. Durante o verão (Maio a Outubro) a capital do estado é Srinagar e no inverno (de novembro a abril) a capital é Jammu...

Jharkhand – Principais cidades: Dhanbad, Jamshedpur, Ranchi (capital do estado).

Karnataka ou Carnataca – região oeste do país, no Mar da Arábia. Cidades: Bijapur, Davangere, Dharwad, Gadag, Gulbarga, Hubli, Hunsur, Mandya, Mangarole (litoral), Mysore.

Capital do Estado, Bangalore foi fundada no século XVI. Famosa antigamente por suas fábricas de sedas, é uma cidade moderna, cheia de espaços verdes.

Kerala ou Querala – região oeste do país, no Mar da Arábia. Cidades: Alappuzha (Alleppet), Ernakulam, Kozhikode (Calicut), Kochi (Cochin), Kannu (Cannanore), Palakkad, Thiruvanan thapuram (Thiruvananthapuram ou Trivandrum), Trissur (Trichur).

Madhya Pradesh – região central do país. Cidades: a capital Bhopal, Nagpur... (não tenho certeza da cidade de Nagpur pertencer a este estado ou no seguinte...) Abaixo, selo comemorativo emitido em 11/11/2002, com valor facial de 500 P, sobre os 300 anos da cidade de Nagpur (1702-2002).

Maharashtra – região oeste do país, costa central ocidental da Índia, no Mar da Arábia. Segundo estado indiano mais populoso. Cidades: Amravati, Aurangabad, Bhiwandi, Kolhapur, Pune (cidade bastante famosa pela comunidade Osho e também por suas indústrias), Sholapur.

A cidade de Bombai ou Bombaim (Bombay ou Mumbai), antigamente chamada de Mombaim pelos portugueses, é a capital do Estado – centro econômico da Índia. Originalmente edificada sobre sete ilhotas de lava, liga-se ao norte da ilha Salsette (com a qual forma a chamada grande Bombaim) é o continente. A cidade tem indústrias do setores têxtil, alimentar, químico, mecânico, nuclear e cinematográfico, concentradas principalmente nos bairros de Parel e Dadar, ao norte da cidade, e que utilizam cerca de 44% da população ativa do local. Victoria Terminus, cujo nome oficial é Chhatrapati Shivaji Terminus, é a mais movimentada estação de trem da Ásia (daqui pode-se comprar passagens para outras cidades indicanas)... No porto, Gateway of India, toma-se barco (cerca de 1 hora) rumo a Ilha Elefanta (Elephanta Island), onde se conhece (meio dia) templos em covas escavadas em rochas basálticas; cuja principal escultura está dentro do primeiro templo: uma estátua de aproximadamente 6 metros do Sadhashiva (o Shiva de três faces, como destruidor, criador e preservador do universo).

Manipur – região Oriental do país. Cidades: Imphal (capital), Shuganu.

Meghalaya ou Megália – região Oriental do país. Cidades: Shillong...

Mizoram – região Oriental do país. Principais cidades:...

Orissa – região leste do país, na Bahía de Bengala. A capital é Bhubaneswar. Cidades: Cuttack...

Punjabe – O Punjabe, um dos estados mais ricos, é uma região situada na fronteira noroeste, entre Índia e o Paquistão. Antigamente, foi uma entidade independente, mas atualmente está dividido entre os dois estados (ver Punjabe – Índia e Paquistão). A capital é a cidade de Chandigarh (que também é capital de Haryana). O principal santuário sikh, grupo étnico cuja religião mistura o hinduísmo e o islamismo, é o Templo Dourado de Amritsar, mostrado na foto abaixo.

Rajastão – região oeste do país. Cidades: Ajmer, Bikaner, Jaipur (capital do Estado), Jodhpur, Kota, Pushkar...

Sikkim – região Oriental do país. Parece que liga o país à região extremo-leste. Principais cidades:

Tamil Nadu – região sul do país. Cidades: Chennai (Madras), Cuddalore, Kumbakonan, Madurai, Nagercoil (cidade mais austral do país), Pondicherry, Salem.

Madras – Construída às margens do Ganges, desenvolveu-se no fim do século XIX como centro ferroviário, devido a presença de uma importante guarnição britânica. Transformou-se em um grande centro industrial, especializado na fabricação de calçados, e que possui também industrias têxteis, metalúrgicas e químicas.

As fotos abaixo mostram o Templo Meenakshi, localizado na cidade de Madurai, e o Templo de Mahabalipuram, também localizado em Tamil Nadu.

Tripura – região Oriental do país. O Estado é dividido em 4 distritos administrativos: Norte (Kailasahar), Oeste (Agartala), Sul (Udaipur) e o Distrito Dhala (Ambassa). Para saber mais: (http://tripura.nic.in/kt3.htm).

Com a capital Agartala, Tripura é um dos 7 Estados que está localizado na parte nordeste da Índia, fazendo fronteira internacional (839 Km) com Bangladeche ao norte, oeste, sul e sudeste, também com os estados indianos de Assam e Mizoram ao leste.

Tripura atingiu a condição de estado no dia 21/1/1972. O estado tem um grande número de locais turísticos atraentes, inclusive locais de importância religiosa Hinduísta e Budista.

Uma excelente variedade de produtos artesanais feitos a base de bambu e cana são elaborados por diferentes grupos étnicos, que ganharam renome e fama em todo o país graças ao seu trabalho. Os produtos artesanais mais famosos são os biombos, os painéis decorativos, a mobília feita de cana, peças decorativas de raiz de bambu, descansos para pratos e copos feitos também de bambu, tapetes e outros itens que fazem excelentes presentes.

Tripura é uma terra de altas colinas, circundadas por rios e vales que possuem um clima levemente morno e úmido e uma precipitação anual bem distribuída de 2.500 mm por ano. A terra e o clima são ideais para a horticultura que precisa de chuva.

Frutas tais como o abacaxi, jaca, laranja, lichia, caju, coco, lima e limão são produzidos em abundância. As culturas destas frutas localizam-se em colinas baixas, ajudadas pela chuva bem distribuída sem maior necessidade de fertilizantes ou outras substâncias químicas.

Sendo assim, as frutas produzidas em Tripura estão livres de agrotóxicos. O cultivo da seringueira, para a posterior produção de borracha, tem sido identificado como promissor em Tripura, graças à fácil adaptação desta árvore ao terreno e à sua aceitabilidade entre as pessoas.

Perdendo unicamente para as plantações do estado de Kerala, a Comissão da Borracha declarou, recentemente, o estado de Tripura como sendo a “Segunda Capital da Borracha da República da Índia”.

Tripura tem sido, por tradição, um estado produtor de chá. As condições agroclimáticas são adequadas para o cultivo do chá, existindo 57 plantações no estado, conformando um total de 6.000 hectares de área cultivada. A atual produção de chá é de aproximadamente 6 milhões de kg. Além disto, alguns plantadores de chá têm tomado a iniciativa de produzir “Bio chá”, que é um chá livre de agrotóxicos.

Uttaranchal ou Uttarakhand (não sei nada...)

Uttar Pradesh – região norte do país. Cidades: Agra, Aligarh, Allahabad, Bareli, Kanpur, Lucknow (capital do Estado), Mirat, Moradabad...

Uttar Pradesh, chamada Varanasi ou Vãrãnasi em hindi, é o centro da religião e da cultura hinduísta. Desde o século VI antes de Cristo está consagrada ao culto da deusa Siva. Tem mais de 5 quilômetros de templos, monumentos funerários, palácios e escadarias alinhados ao longo do Ganges – o rio sagrado dos hindus. Há sempre uma multidão de peregrinos meditando nesses lugares, na posição de lótus, lendo livros sagrados e banhando-se no rio. A cidade tem mais de mil e quinhentos templos. Há também uma escola de sânscrito (Queen's College) que existe desde 1791. Muito artesanatos de cobre, madeira e seda absorvem a mão-de-obra local.

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TERRITÓRIOS DA UNIÃO

Ilhas Andaman e Nicobar

Andaman e Nicobar é o maior dos dois estados insulares indianos. Localiza-se na extremidade leste do Golfo de Bengala, estabelecendo o limite deste com o Mar de Andaman. Está separado de Mianmar pelo Canal do Coco, a norte, e da Indonésia pelo Grande Canal, a sul. É constituído por dois grupos de ilhas, que formam um único arco mas que estão separadas pelo Canal dos Dez Graus: as ilhas Andaman e as ilhas Nicobar. Capital: Port Blair.

Chandigarh

Chandigarh é a capital dos estados do Punjabe e de Haryana, na Índia. Localiza-se no noroeste do país, no território do mesmo nome. Tem cerca de 857 mil habitantes. Foi fundada em 1947, após a divisão da Índia para servir de capital à parte indiana do Punjabe. A antiga capital do estado, Lahore, ficou em território paquistanês. Em 1966, o Punjabe foi dividido, ficando Chandigarh a capital de dois estados: o novo estado de Haryana e o Punjabe. A cidade foi projetada pelo arquiteto Le Corbusier.

Dadrá e Nagar-Aveli (não sei...)

Damão e Diu

Damão e Diu é um território da União da Índia. Durante 450 anos estes enclaves situados na costa do Mar Arábico fizeram parte do Estado Português da Índia, juntamente com Goa e ainda Dadrá e Nagar-Aveli. Goa, Damão e Diu foram ocupados pela União Indiana em 19/12/1961; contudo Portugal não reconheceu a ocupação até 1974.

Goa, Damão e Diu foram administrados como parte de um território da União até 1987, altura em que Goa se tornou um estado de direito próprio dentro da Índia, permanecendo Damão e Diu como territórios da União separado administrativamente.

O gujarate é o idioma maioritário; o uso do português está em declínio por não ser ensinado nas escolas, embora ainda seja falado por 10% dos habitantes de Damão. Existem, contudo, crioulos portugueses em Damão (conhecidos como Língua da casa) e Diu (a Língua dos velhos); porém, este último está a extinguir-se rapidamente devido à pressão do gujarate.

Laquedivas

As Laquedivas (em hindi Lakshadweep) são o menor dos dois estados insulares indianos. Separadas do continente pelo Mar das Laquedivas, a nordeste, a sua outra fronteira é com as Maldivas, a sul, através do Canal dos Oito Graus. Tal como as Maldivas, também as Laquedivas são um conjunto de atóis e recifes de coral. Capital: Kavaratti.

Pondichérry (não sei...)

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Violência é uma coisa pouco comum na Ásia como um todo. Na Índia nosso único cuidado deve ser com batedores de carteira em lugares como estações de trem ou mercados.

As condições de higiene na Índia são realmente precárias e muitas das chamadas doenças tropicais são prevalentes. Com algumas vacinas (Hepatite A e Febre Tifóide) e cuidados enquanto estivermos lá, o risco de ficarmos doentes será mínimo. Cuidado com a água e evitar saladas cruas e frutas com casca normalmente são medidas que evitam as doenças mais comuns. Recomendamos conversar com o seu médico sobre vacinação.

Visto: Brasileiros necessitam de visto para a Índia. Esse pode ser obtido na Embaixada da Índia em Brasília (tel 248-4006 ou 248-5809) ou no consulado em São Paulo (tel 3171-0341 ou 3171-0341). O visto demora 5 dias úteis. Levar 2 fotos 3x4. Lembramos que é necessário ter vacina contra Febre Amarela em dia.

Permissão para Áreas Restritas – Permissão especial é solicitada para visitar as seguintes áreas: Zongri (Sikkim), Pamyengtse (Sikkim), Gamtok-Rumtek-Phodang, Imphal (Manipur) e àreas adjacentes de Loktal Lake, Morang Ina Memorial, Kongjom War Memorial, Kiebul Deer Santuary e Lake e certas partes do Rajastão. Aqueles que quiserem visitar estas áreas precisam pedir no formulário. Os vistos nesse caso levam algum tempo – sem taxa adicional.

Horário para entrega de Pedidos de Visto: Segunda a Sexta-Feira, das 9h30m às 12h30m.
Horário para retirada de Vistos: Segunda a Sexta-Feira, das 16hs às 17hs.
Para maiores informações contatar:
Consulado Geral da Índia – Avenida Paulista, 925, 7º andar – São Paulo (SP) – CEP 01311-100
Sra. Denise Carvalho, informações sobre Vistos – Fone: (11) 3171-0340.


18 DIAS RAJASTÃO

1º dia – Chegada a Délhi e traslado ao Hotel Sidharth. Tarde livre. Nota: o trecho Délhi-Agra, deve ser feito por trem de categoria turística...

2º dia – Viagem de trem expresso com 2 horas de duração de Délhi à Agra, às 6 horas da manhã. Traslado ao Hotel Jee Pee Palace. Após o café da manhã, visita ao Red Fort, linda construção, mistura de forte militar e palácio, que foi construído e embelezado por vários imperadores e que nos dá um insight do esplendor da Índia Mongol. À tarde visitaremos a majestosa Fatehpur Sikri, antiga capital do Império Mongol, construída no século XVI e habitada por apenas 20 anos. Hoje, a cidade se encontra em perfeito estado de conservação e nos dá uma ótima ideia de como era no tempo de sua construção, do Império Mongol. Localizada a oeste de Agra, é considerada Patrimônio da Humanidade.

3º dia – Às 6 horas da manhã, visita ao Taj Mahal para ver o nascer do Sol. Esse indescritível monumento surgindo na bruma da manhã se tinge de cor-de-rosa e se torna ainda mais mágico (+ ou – 2:30h de permanência). Após o café da manhã, viagem a Jaipur, cidade cor-de-rosa capital do estado do Rajastão, com 6 horas de duração. A partir deste dia viajaremos no ônibus de uso exclusivo do grupo, que irá nos acompanhar até o fim da viagem. Hospedagem no Hotel Holiday Inn.

4º dia – Pela manhã, visitaremos o Amber Fort, a 15 quilômetros de Jaipur. Subiremos de elefante até o alto da colina, onde se situa o forte. À tarde, visita ao Palácio dos Ventos e ao Jantar Mantar, observatório astronômico construído pelo Marajá Jai Singh no século XVIII. Como passeio opcional, poderemos assistir a um dos filmes indianos no principal cinema de Jaipur, considerado o melhor da Índia. A Índia é o maior produtor mundial de filmes e assistir a um deles é uma ótima oportunidade para aprendermos mais sobre a cultura local.

5º dia – Viagem de Jaipur a Pushkar com 4 horas de duração. Pushkar é um pequeno vilarejo, considerado sagrado pelos hindus, construído ao redor de um bonito lago com inúmeros templos dedicados a Shiva. O lago recebe todos os dias, ao amanhecer e ao entardecer, fiéis que se banham em ritos de purificação. Hospedagem no Hotel Pushkar Palace na beira do lago. À noite, assistiremos a um recital de música clássica indiana na casa de uma família local.

6º dia – Acordaremos bem cedo para absorver a atmosfera de religiosidade com vários peregrinos fazendo pujas (cerimônias religiosas) no lago, fiéis cantando hinos religiosos e músicos tocando tambores. Durante a manhã exploraremos as pequenas vielas da cidade. À tarde, faremos um passeio de camelo pelo deserto nas proximidades do vilarejo. Assistiremos então, do alto de uma duna, o magnífico pôr do Sol do deserto ao som dos músicos que acompanharão nosso passeio.

7º dia – Passeio até Ajmer, cidade a 20 quilômetros de Pushkar, para visitar Dargah, um importante centro de peregrinação para muçulmanos de toda a Índia. À tarde, teremos aula de culinária indiana na casa da mesma família onde assistimos ao recital. Além de aprendermos um pouco mais sobre a comida que temos degustado durante a viagem, também veremos como vive uma família de classe média indiana. Teremos a oportunidade de apreciar a coleção de antigos bordados do Rajastão e dos estados vizinhos que eles colecionam.

8º dia – Viagem de Pushkar a Khimsar com 7 horas de duração. Atravessar o deserto rumo ao pequeno vilarejo de Khimsar, fundado há 2.500 anos pelo santo Jain Mahavir, o lugar respira história... O forte, hoje, convertido em charmoso hotel, foi construído há 500 anos pelo filho do fundador de Jodhpur. Hospedagem no luxuoso Khimsar Fort Hotel. Seguir então para Jaisalmer, antiga parada na rota das caravanas, uma cidade forte que nos remete aos heróicos e românticos tempos dos Marajás...

9º dia – Viagem de Khimsar a Jaisalmer com 6 horas de duração. Hospedagem no Hotel Heritage Inn.

10º dia – Jaisalmer se situa no coração do deserto e, por séculos, foi um importante centro de comércio da rota das caravanas que ligava o Oriente Médio à Índia. Situada no alto de uma colina e cercada de muros, essa cidade-forte medieval é uma das cidades mais charmosas do nosso percurso. Passaremos o dia caminhando pelas antigas vielas da cidade velha, visitando o forte e os Havelis, antigos palácios da nobreza. No fim da tarde, visitaremos as Tumbas Reais, de onde veremos Jaisalmer com sua fortaleza se destacando com a luz do pôr do Sol.

11º dia – Dia livre para explorar as pequenas vielas da cidade, seus templos e Havelis.

12º dia – Viagem de Jaisalmer a Jhodpur com duração de 5 horas. Hospedagem no Hotel Ajit Bahwan. À tarde, visitaremos o Meherangarh Fort, hoje, o lindo forte palácio foi convertido em museu. Andando pelos seus inúmeros quartos, temos uma ideia do antigo esplendor e luxo da vida dos Marajás.

13º dia – Pela manhã, faremos um passeio de jeep pelo deserto ao redor de Jhodpur, visitando vilarejos e vendo a vida selvagem desta área. Como guia, teremos um antigo funcionário do Marajá que conhece a fundo a região e sua cultura. Veremos ceramistas e tapeceiros fazendo sua arte como há séculos se faz. Almoço com comida típica do Rajastão no vilarejo. Tarde livre.

14º dia – Viagem com 4 horas de duração de Jhodpur a um castelo próximo a Ranakpur. Este castelo, Rawa Narlai, um dos mais bonitos Heritage Properties, é um lugar conveniente e interessante para quebrar a longa viagem entre Jhodpur e Udaipur.

15º dia – Pela manhã, visita ao magnífico Ranakpur, um templo Jain (Templo Ranakpur Jain). Construído no século XIV em mármore branco, ele tem 1444 colunas, todas diferentes umas das outras, e é um dos mais lindos templos da Índia. À tarde, viagem a Udaipur com 5 horas de duração. Hospedagem no Hotel Vishnu Priya.

16º dia – Udaipur, uma das mais charmosas cidades do Rajastão, foi construída ao redor de 3 lagos. Durante o dia passearemos a pé pela cidade e visitaremos o Udaipur Palace.

17º dia – Manhã e começo da tarde livre. À noite voo para Délhi (prefira bilhete Aéreo de Udaipur-Délhi). Hospedagem no Hotel Sidharth.

18º dia – Pela manhã, passeio em microônibus por Nova Délhi visitando o Parlamento e outras construções do período colonial e também o Qutab Minar, ruínas de uma linda mesquita e um minarete construídos no século XI. Traslado ao aeroporto para embarque ao Brasil.

Viaje em ônibus ou microônibus.

Se querer complementar esta viagem conhecendo também algumas cidades do Vale de Katmandu, vale visitar o Katmandu, Baktapur e Dulinkel.

GIRAFAMANIA
Última atualização: 23/02/2013.
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