This page is part of © GIRAFAMANIA website / Esta página é parte do site GIRAFAMANIA

ESTADO DE ISRAEL (14/05/1948)

Animal-símbolo de Jerusalém – leão? / Ave Nacional – poupa (Upupa epops); pássaro que mede de 25 a 30 centímetros de comprimento, tornou-se em 29/05/2008 a ave oficial do Estado de Israel. Ele é mencionado no Antigo Testamento como uma abominação e proibido de ser comido pelo povo judeu por ser um alimento sujo. O animal ganhou o status de símbolo nacional depois de bater, em um concurso, várias outras espécies de pássaros que passam pelo país em sua rota de migração entre a Europa e a África. Cerca de 155 mil pessoas participaram da votação... (Época)

Lema – “אִם תִרְצוּ, אֵין זוֹ אַגָדה” (hebraico) “Im tirzu ein zo agada”
(“Se deseja, não é um sonho” – “Si lo deseas, no es un sueño”)

Bandeira Nacional do Estado de Israel

State of Israel
Nome oficial – Estado de Israel ou “Medinat Yisra'el” (história, localidades e outras emissões).
Capital – Jerusalém (não reconhecida pela ONU, embora todos os sites informam Jeusalém como capital), Telaviv – Tel Aviv (sede da maioria das embaixadas estrangeiras). Jerusalém significa cidade da paz, vem da palavra Sião (Monte Sion); chamada também de Cidade de David... (Palestina)
Bandeira – foi inspirada no desenho do xale de orações judaico (talit), com uma Estrela de David (Maguen David) azul.
Religião – Judaísmo (Jewish) 81%, Islamismo (Muslim) 14,5% (maioria sunita; mostly Sunni Muslim), Cristianismo (Christian) 2,9%, drusos e outras 1,6% (1996). Também bahaísmo (Templo da Fé Bahá'í). Dia de descanso – sábado.
Moeda (numismática) – novo shequel israelense / dividido em 100 agorot novos (New Israeli Shekel ou Israel New Shekels). Plural: sheqalim ou shekalim, dependendo da quantia. Código internacional ISO 4217: NIS. Anteriormente, siclo novo (Shekel Novo)... código: ILS. Em hebraico, o shequel é chamado “שקל חדש” (Sheqel Chadash), e geralmente abreviado como ש”ח (pronuncia-se shakh). O símbolo para o NIS é ₪, uma combinação das primeiras letras em hebraico das palavras sheqel (ש) e chadash (ח). A palavra “shekel” significa literalmente “peso” e foi usada como unidade por volta de 12 gramas. A palavra “agorot” (para moedas) deriva do hebraico “agar” que significa “to hire” (pagamento).

O selo postal acima “Israel” (WNS nº. UN121.06) foi emitido pela Organização das Nações Unidas (Post United Nations New York) em 5/10/2006 e compreende uma série de oito valores sobre “Coins and Flags”.

Em 1914, durante a I Guerra Mundial, o Reino Unido ocupa a Palestina, até então parte do Império Otomano... A criação do Estado de Israel ocorre em 1948, na Palestina, com a volta dos judeus ao território de onde tinham sido expulsos 2 mil anos antes.

Como idioma, retoma-se o hebreu, até então só utilizado em cerimônias religiosas. Sua fundação gera uma das mais importantes disputas territoriais do mundo.

Ainda hoje é motivo de complexas negociações de paz com os palestinos, habitantes da região, e com os Estados árabes vizinhos. Apesar da região em grande parte árida, Israel implanta uma agricultura moderna, com o apoio de avançada tecnologia, o que permite a exportação de frutas e verduras.

Mas, mesmo tendo a economia mais desenvolvida do Oriente Médio, depende muito da ajuda financeira e bélica de seu principal aliado, os Estados Unidos.


Menos de 48 horas após a proclamação do Estado Independente de Israel, em uma sexta-feira, dia 14 de maio de 1948, o inimigo planeja seu primeiro ataque... Abaixo, acredito que seja um selo provisório emitido, em 1948, por Nahariya-Haifa (cidades do norte de Israel). Alguém tem maiores informações sobre tal emissão?

Selos são emitidos por Israel desde 1948. O primeiro selo postal (abaixo dois exemplares, um com vinheta) foi emitido em 1948 (Scott: 1), com valor facial de 3 mils (laranja).

volta ao topo

Rabbi Pinie (Phineas) viveu em Safed, Palestina, no século XIX. Ele desenhou vistas panorâmicas da Terra Sagrada (Holy Land), com nomes em hebreu e alemão.

O mapa no centro do bloco (abaixo) mostra uma vista de Jerusalém, do mapa de Rabbi Pinie. Emitido em 1995, o bloco (Scott: 1254) comemora os 3 mil anos de aniversário da Cidade de David – Jerusalém.

O bloco (abaixo; Scott: 1266) celebra os 300 anos de aniversário da ocupação de Jerusalém pelos israelitas. Ele mostra partes dos murais achados na sinagoga judáica de Dura Europos (ou Dura Europa), no leste da Síria.

Esta sinagoga foi usada no século III, durante o tempo da ocupação romana. O mural ilustra a história e o altar de oração construído pelos israelitas. Era uma forma de judaísmo diversa da atual.

O selo do lado esquerdo mostra Samuel ungindo David como o segundo rei de Judá; o do meio mostra um nicho que guarda o Torá; e o do lado direito mostra um desenho do muro de Jerusalém; seu fundo ilustra outras imagens do mural.


FILATELIA

Hebreus – povo semita da Antiguidade, do qual descendem os atuais judeus...

Israelenses nativos de origem europeia 41%, europeus, americanos, africanos e médio-orientais 40%, árabes 19% (1996), compõem a população de nacionalidade israelense ou israeliana.

O idioma oficial do povo judeu é o hebraico, mas também é falado oficialmente pela minoria o árabe (Arabic) e o inglês (English) é comumente usado como língua estrangeira...

A população de 6,35 milhões de habitantes (2006 – CIA World Factbook), com apenas 8% vivendo na área rural e 92% em áreas urbanas. Estima-se que cerca de 171.000 Israeli settlers no West Bank, cerca de 20.000 na Israeli-occupied Golan Heights, cerca de 6.500 na Faixa de Gaza e cerca de 172.000 no East Jerusalem.

► “Girafa” em diferentes línguas no Israel – ג'ירפה? (hebraico) – zarafah (árabe) – giraffe (inglês)
► Girafas no Zoológico de Jerusalém
► Girafas do século XV – primeiro livro de viagem ilustrado do mundo!
► Girafas em Telecartofilia

Curiosidade – Abaixo (lado esquerdo da tela), carimbo comemorativo emitido em 23/11/1954, na cidade de Zikhron Ya'akov: aniversário de 20 anos da morte do Barão Edmond de Rotschild (20th Anniversary of the Death of Baron # 54014)... Do lado direito, carimbo comemorativo emitido em 20/03/1964, na cidade de Jerusalém: centenário da Escola de Meninas E. de Rotschild (Centennial of the Girls School #W 64007)...

Nota: Aprendizado recebido de Ernesto em 22/03/2009. Tenho uma publicação dos Correios de Israel que vai de 1948 (independência) até +/- 1995, e lá estão listados todos os carimbos utilizados em Israel, comemorativos, abertura e fechamento de agências, etc.

A família de banqueiros Rotschild (“escudo vermelho”, em alemão) se estabeleceu inicialmente em Viena, na Áustria, em meados do século XVII, creio... No decorrer do século 18, já tinha filiais destacadas em Paris e em Londres.

Quando da Revolução Francesa (1789), a casa francesa era depositária de muitos valores do Rei Luiz XV, que foi executado pela Revolução. Alguns anos depois da Revolução, ascendeu ao poder Napoleão e, após sua queda (tudo em algo como 25 anos) subiu ao trono o “sucessor” de Luiz XV (sei lá que título de Luiz lhe foi atribuído). Esse último Luiz recebeu de volta uma pequena fortuna, devolvida pela Casa Rotschild. Em gratidão, o detentor da sucursal recebeu o título de Barão e as filiais de Paris e de Londres ficaram muito mais importantes que a matriz em Viena...

Assim chegamos ao Barão Edmond de Rotschild (18??-1934) mencionado nos carimbos de Israel. Zikhron Ya'akov foi criada sobre terras adquiridas por um dos sucessores do primeiro Barão, que tencionou plantar vinhedos por lá – o que realmente ocorreu. Hoje, a cidade é produtora dos melhores vinhos de Israel. Isto tudo ocorreu em fins do século XIX, e no mesmo período esse Barão fez muitas doações para viabilizar muito do que é Israel, hoje.

A benemerência dele se devia ao fato de que estava ocorrendo progromas, manifestações anti-semitas etc., especialmente na Europa Oriental. E o Barão procurava meios de realojar judeus que eram expulsos de suas cidades natais...

Se este Barão também se dedicava a atividades “naturalistas”, não tenho ideia... Seu nome completo era Barão Edmond de Rotschild. Daí para a frente, a pesquisa filatélica é sua...

Curiosidade: O Barão Hirsh criou, através de aquisição de terras, um “território” judeu no Brasil e diversos na Argentina... O brasileiro se chamou “Colonia Philipson” e ainda existe remanescentes da colonização e um grande cemitério, próximo à cidade de Santa Maria (da Boca do Monte), no Rio Grande do Sul. Meu sogro morou neste “acentamento” no início dos anos 1920/1929...


1965

Fragmento de envelope com logotipo da empresa “ASKAR LTD.”, cuja imagem mostra uma girafa sobre uma palheta de pintura, a qual repete na franquia mecânica da cidade de Haifa, Estado de Israel, em 16/02/1965, “ASPHALTS PAINTS ASKAR”. Eu não sei o que significa esta peça, mas provavelmente é uma comemoração da empresa de pintura...

— Desenho de propaganda: “Logotipo”
Apresentação gráfico-visual de anúncio / Arte Publicitária
Local de realização: Haifa – Israel / Data: 16/02/1965
Arte: Empresa de pintura de asfalto Askar Ltd.
volta ao topo

Curiosidade – Primeira Sinagoga das Américas

Em 1496, o Edito de Expulsão, promulgado pelo rei de Portugal, D. Manuel I, obrigou a maioria dos judeus portugueses a se batizarem como católicos. Naturalmente, esses cristãos-novos, judeus convertidos à força ao catolicismo, aproveitavam qualquer oportunidade de emigrar para um país onde pudessem retornar à sua fé judaica original.

O Brasil se tornou um novo lar para muitos deles, os quais tiveram papel importante na colonização, no que se refere à agricultura e ao comércio açucareiro. Durante muito tempo, a vida no Brasil foi relativamente tranquila para os “marranos”, como eram chamados aqueles judeus que se declaravam conversos ao cristianismo, embora continuassem praticando o judaísmo às escondidas. A partir de 1590, porém, quando o Santo Ofício enviou um inspetor ao Brasil, os cristãos-novos passaram a ser denunciados, presos, atormentados e torturados.

A ocupação da Bahia (1624) e de Pernambuco (1630) pela Companhia das Índias Ocidentais, vinculada ao governo holandês, foi recebida com alívio pelos judeus, pois se iniciou um período de tolerância religiosa e permissividade de culto. No governo do conde holandês Maurício de Nassau, os “marranos” puderam sair da clandestinidade, submeter-se à circuncisão e praticar abertamente o judaísmo.

Em 1636, foi fundada no Recife a primeira congregação judaica das Américas, denominada Zur Israel (“Rochedo de Israel”) e, em 1640, foi inaugurada sua sinagoga nos altos de dois sobrados contíguos na Guarda do Bode, que passou a se chamar Rua dos Judeus. O líder espiritual da comunidade, Aboab da Fonseca, foi o primeiro rabino do Novo Mundo. Os portugueses, entretanto, não cessaram seus esforços para reconquistar o território perdido.

Junto com os holandeses, os judeus do Recife batalharam corajosamente, mas em 1654, vencidos pelo cansaço e pela fome, renderam-se. Embora os portugueses tivessem prometido lhes conceder a “anistia”, os judeus, em sua maioria, preferiram buscar um futuro em outros lugares, com prejuízo para a Colônia. No Recife, a antiga Rua dos Judeus chama-se, hoje, Rua do Bom Jesus.

Nos números 197 e 203, os sobrados que abrigaram a Primeira Sinagoga das Américas foram tombados pelo Patrimônio Histórico, para serem transformados em um Centro de Documentação da História Judaica. No andar superior será montada uma réplica da antiga Zur Israel.

RABINO HENRY I. SOBEL, Presidente do Rabinato da Congregação Israelita Paulista, para o Edital do selo postal emitido em 21/10/2001 – Primeira Sinagoga das Américas, com valor facial de R$ 1,30.

A ideia principal desta composição, além da grande importância histórica, é o caráter geográfico, por se tratar da Primeira Sinagoga das Américas, enfatizado pela utilização de parte de um mapa (“Novo e preciso mapa de todo o Brasil” – Jan Blaeu, 1640) da época aproximada em que os primeiros judeus aqui chegaram, trazidos pelos holandeses em 1636.

Este detalhe encontra-se ilustrado pelas cores da bandeira holandesa junto à caravela e pela utilização de uma bandeira com um dos símbolos dos judeus, a Estrela de Davi, como referência do local aproximado. A linha pontilhada significa a chegada dos holandeses em Recife, bem como a partida para Nova York.

A caravela é baseada numa ilustração contemporânea ao domínio holandês no Brasil (“De Stadt Olinda de Pharnambuco” – Claes Jansz Visscher, 1630). A expressão em hebraico, ou seja, “Kahal Zur Israel”, significa Congregação Rochedo de Israel, o nome desta sinagoga.


2007

05/12/2007 – Série impressa em mini-folhinha de 6 selos com valores iguais de 2,25 (dois sheqalim e vinte e cinco agorot novos), os quais compõem a cena bíblica da Arca de Noé (Noah's Ark – Souvenir Sheet). Designer: Aharon Shevo. O bloco mostra o logotipo da Exposição Filatélica Mundial Israel 2008 – exposição a ser realizada em Tel-Aviv, de 14 a 21 de maio de 2008. Comissário brasileiro: Francisco Sérgio Marinho (fsmarinho@terra.com.br), DF.

The story of the Great Flood, as related in the book of Genesis, is one of the Bible's best-known narratives. The Lord, having repented that He had made man on the earth, whose heart was only evil continually, decided to put an end to all flesh. He commanded Noah, a just man and perfect, to build a huge wooden ark, and gather into it his family, as well as two of every living thing, and take in all the food needed for a lengthy voyage.

Hebrew legend tells how Noah's neighbors laughed at his naïveté for believing in God's command, but Noah would not listen to them. He kept on working hard, with his sons, on the construction of the Ark. When it was finished, the Lord told him to go into the ark, and seven days later the flood began.

It was a horrendous catastrophe. Torrential rain kept pouring down for forty days and forty nights. The water prevailed exceedingly upon the earth, and all the high hills were covered, and all flesh died. For one hundred and fifty days the world was covered with water, and throughout all this, Noah remained in his ark, with his family and the animals he had salvaged. This was no pleasure cruise. Legends describe how Noah and his sons worked relentlessly to feed all those numerous animals in the ark.

When it all ended, the ark rested upon the mountains of Ararat, but the voyage was not over yet. A few more months went by while water levels kept going down, and it was only then that Noah dared open the ark's window. He sent out the raven, then the dove, to see if the water had abated, but once the dove returned to him with a leaf of olive plucked off, Noah realized that the flood was over.

The Lord then commanded Noah to go forth of the ark, and to let loose his floating zoo. It must have been a very happy moment for all these creatures, crowded together in the ark as they were for nearly a year, and one can only imagine the spectacular sight of thousands of animals pouring out of the ark to repopulate a desolate world.

Noah, grateful for his salvation, immediately made a sacrifice to God. The Great Flood story ends with the Lord's promise to Noah and his sons that there shall never be any more flood to destroy the earth, and with the appearance of God's bow in the cloud, as a token of the covenant between Him and every living creature.

Thus the Great Flood story established a number of symbols, now enshrined in our cultural heritage. For instance, the rainbow is an expression of hope and promise for a better future, and the dove with its olive leaf has become a symbol of peace.

Noah's Ark – Souvenir Sheet

Abaixo o envelope de primeiro dia (FDC) com o bloco Arca de Noé aposto, obliterado pelo Carimbo de Primeiro Dia (First Day Cancel) em 05/12/2007, na cidade de Jerusalém; o qual não tenho...


2008

Noah's Ark – Blooket... A inundação e o selo...

volta ao topo

Nota: Israel somente veio a existir como nação à partir de 1.440 antes de Cristo, por ocasião do Êxodo, durante o reinado do faraó Amenotep II. Observe: o sucessor de Amenotep II, Tutmoses IV, não era o filho legítimo mas sim filho com esposa secundária do faraó anterior. A ascensão de filhos secundários era comum nos casos de morte do herdeiro legítimo. Os faraós que vieram antes do pai de Amenotep II, isto é, Tutmoses III, eram de uma dinastia paralela: Tutmoses I, Tutmoses II e a rainha Hat-sep-sut. Esta dinastia paralela se situa no período de 1.525 a 1.486 antes de Cristo...

Standard ISO: IL – Adesão UPU: 24/12/1949

Israel Postal Authority
info@israelphilately.org.il – www.postil.com
http://web02.postil.com/hpcontent.nsf/EntryHomePage?ReadForm&L=HE (hebraico)
http://web02.postil.com/hpcontent.nsf/EntryHomePage?ReadForm&L=EN (inglês)
Nota: um “Deer” (Sacrifice on Mount Gerizim) é o símbolo da Autoridade Postal.

Israel Postal Authority – www.postalbank.co.il/english/eindex.html?

IPF – Israel Philatelic Federation
P.O. Box: 4523 – Tel Aviv 61045
info@israelphilately.org.il – www.israelphilately.org.il
www.israelphilately.org.il/default.asp?EN (inglês)

Embaixada de Israel em Brasília – http://brasilia.mfa.gov.il/
Embaixada do Brasil em Tel Aviv – www.brazilianembassy.org.il
Fonte – www2.mre.gov.br/doma/israel.htm

GIRAFAMANIA
Última atualização: 04/10/2009.
volta ao topo

IRAQUE PAÍSES DA ÁSIA
JORDÂNIA