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Litogravura foi uma técnica de impressão muito utilizada no século XIX...
Litografia é um processo de gravura em plano, executada sobre pedra calcária (chamada pedra litográfica) ou sobre placa de metal (em geral, zinco ou alumínio), granidas, e baseado no fenômeno de repulsão entre as substâncias graxas e a água, usadas na tiragem, o qual impede que a tinta de impressão adira às partes que absorveram a umidade, por não teram sido inicialmente cobertas pelo desenho, feito também a tinta oleosa.
A pedra litográfica foi descoberta acidentalmente por um jovem ator que, com a ideia de economizar nos custos de gravação em folha ou chapa de cobre polida, tentou gravar usando uma pedra calcária polida que ele apanhou em uma rua em Munique, na Alemanha. Ele descobriu uma maravilhosa técnica de impressão, a qual logo foi usada por famosos artistas como Goya, e mais tarde Manet e Degas. Litografias estão sempre rodeadas de um certo misticismo...
Abaixo, selo austríaco emitido em 13/03/1998, com valor facial de 7 xelins, que comemora o aniversário de 200 anos da Invenção da Litografia. Alois Senefelder nasceu em 1771, em Praga, e foi o inventor da litografia.
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Litografia é um processo de gravação QUÍMICA, ou seja, o que grava a pedra é a GORDURA e não o pigmento. Vejamos os passos:
– Granitar a pedra (calcária, que veio da Bavária etc) – É preciso adquirir a textura desejada, ou muito polida ou mais áspera... Granita-se com grãos de variados tipos, mais grossos, mais finos e por aí vai.
– Pedra já granitada, início da gravação – Para desenhar na pedra, é necessário um lápis gorduroso (litográfico, dermatográfico) que são bem parecidos com o lápis de olhos femininos e até pode usá-los – ou uma tinta gordurosa, como touche ou offset.
– Feito o desenho, passa-se a goma arábica, espalhando-a UNIFORMEMENTE por toda a pedra com um pano tipo, Perfex. Ela não pode acumular em pontos da pedra, é preciso que fique bem espalhada. Ela serve para proteger as placas gravadas durante o processo de transferência da imagem, impedindo que a tinta preencha os espaços que se pretende deixar brancos.
– Depois disso, unta-se a pedra com BREU, que irá fixar a gordura do lápis ou tinta usada para o desenho, na pedra. Pode passar o Breu com uma trouxinha, batendo de leve. Depois retira suavemente com uma estopa o excesso.
– A parte mais legal – derrama-se querosene em cima da pedra, para retirar o pigmento do material usado para o desenho (lápis ou tinta), pois o que importa é a gordura que ficou na pedra e não o pigmento, portanto a cor do pigmento não importa nada, apenas para uma melhor visualização da imagem que está sendo gravada. A IMAGEM GRAVADA DESAPARECERÁ POR COMPLETO, da até medo.
– Hora de imprimir: A impressão é feita com tinta off-set, então estica-se a tinta com um rolo grande de couro em uma base de vidro limpo [ver processo de preparo da tinta]. Com uma espoja, umidece a pedra – ela precisa estar úmida para a água repelir a tinta (gordurosa) e ela só pegar onde tem gordura. Quando der a primeira passada com o rolo de tinta, a imagem voltará a aparecer...
Imprime 1 – As primeiras sairão fracas, pois a gordura precisa ficar repleta de tinta, assim depois as impressões sairão mais fortes. E assim vai... umidece a pedra, passa a tinta e imprime, umidece a pedra, passa a tinta e imprime...
Ensinamento recebido em 16/10/2008, Coluna Cultural Lucia Casillo, da Livraria Solar do Rosário (livraria3@solardorosario.com.br): Olá, olha só, litografia é... Espero ter ajudado um pouco. Gianna Roland (www.mhariolincoln.jor.br). 20/10/08: Estou me formando em GRAVURA pela Escola de Musica e Belas Artes do Paraná – EMBAP e pode contar comigo se precisar de mais alguma informação. Gostei do sei site.
George Shaw – girafas de 1801
Impressão da primeira edição de um trabalho sobre zoologia de George Shaw, publicado em 1801. O inglês George Shaw (1751-1813) foi um notável botânico e zoologista. Inicialmente, foi um médico patrocinador, depois tornou-se professor de botânica na Universidade de Oxford e mantenedor do departamento de História Natural no Museu Britânico. Foi co-fundador da Sociedade Linnean – uma espécie de filial da Sociedade Real. Ele também é bem conhecido pela impressão colorida de animais que publicou na coletânia naturalista com o Sr. Nodder.
Abaixo, medindo 15 × 23 centímetros, ambas as litografias foram feitas por George Shaw, em 1801.
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Carl Joseph Brodtmann – girafa de 1827
Litografias de Brodtmann são bem detalhadas – A História Natural dos Mamíferos (The Natural History of Mammals). Várias outras impressões antigas sobre animais (por Buffon, por exemplo) são exageradas e não há como comparar. Por esta razão, impressões antigas originais de Brodtmann são muito difícies de encontrar, atualmente. Muitas lojas de pôster vendem reproduções de pinturas de Brodtmann por um pouco menos do valor dos originais.
Litografia de Carl Joseph Brodtmann, em 1827. Tamanho: 32½ × 24 cm.
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Charles Orbigny – girafa de 1849
Esta antiga impressão (colorida à mão) é da primeira edição da enciclopédia Dicionário Universal de História Natural (Dictionnaire Universel d’Histoire Naturelle – primeira edição: 1849), de Charles Orbigny. Vários especialistas consideram as ilustrações desse livro, as mais primorosas na área de trabalho sobre história natural. O obra é comparada aos trabalhos de Audubon e Gould, os quais são apreciados pelos grandes colecionadores, sendo extremamente valiosos. Os desenhos foram gravados (leading) pelos maiores artistas franceses do período, tais como Traviès, Susemihl, Blanchard, Oudart, Pretre e Maubert. A imagem abaixo, da segunda edição (1861) do dicionário de Charles d’Orbigny, foi imprimida em papel creme francês.
Charles Orbigny (1849). Tamanho: 24,5 × 16 cm.
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Traugott Bromme – girafa de 1867
Litografia sobre o reino animal, colorida à mão. Traugott Bromme foi um viajante alemão que levou uma vida aventureira. Ele nasceu na Alemanha, em 1802. Estabeleceu-se nos Estados Unidos em 1820 e, em sua extensa viagem pelo Texas e México, tornou-se um cirurgião de navio na guerra colombiana crusando as Índias Ocidentais, e foi preso por um ano no Haiti, enquanto explorava aquela ilha. Depois de seu retorno para Alemanha, ele se tornou um editor, publicando livros, desenhos e mapas sobre suas viagens na América e história natural do mundo. Esta impressão é de uma série de Bromme, publicado na Suécia em 1867, para educação de escola de crianças.
Litografia de Traugott Bromme (1867). Tamanho: 28½ × 22 cm.
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Emil Hanselmann – girafa cerca de 1870
Litografia colorida à mão, de um raro volume com pinturas de animais, de Emil Hanselmann, publicado por volta de 1870, em Stuttgart, Alemanha. Antigas impressões de Hanselmann são raras e impressionam pelo seu grande tamanho e colorido.
Reprodução da litografia de Emil Hanselmann. Tamanho: 45 × 34 cm.
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Julio de Mattos – girafa de 1880
Historia Natural Illustrada – 6 Volumes, com índice em cada volume, Pranchas. Volumes 1 (557 págs.), 2 (590 págs.) e 3 (495 págs.): Mamíferos. Volumes 4-6: Aves. Autor: Julio de Mattos (1856-1922). Editora: Porto Livraria Universal de Magalhães & Moniz – Editores, 12 – Largo dos Loyos – 14, Porto – Imprensa Commercial – Rua dos Lavadouros, 16. Portugal, 1ª edição 1880. Formato 20 × 27 cm. Compilação feita sobre os mais auctorisados trabalhos zoologicos. Noções praticas e especulativas sobre os animaes que, por utilidade immediata e directa, mais lhe importa conhecer. Descrição: Seguindo a tendência da maioria dos países da época, que divulgavam a história natural para o povo com base no enorme sucesso das obras de Buffon, este trabalho é uma das tentativas feitas em língua portuguesa. O autor esclarece no prefácio, datado de 20/10/1880, que seu trabalho é na verdade uma simples compilação dos trabalhos de Buffon, Brehm, Figuier e Milne Edwards, não apresentando nada de novo. As pranchas, belíssimas, seguem o estilo da época; são aquareladas à mão e foram preparadas por artistas como Traviés, Pretre, Gobin, Paquien e outros. Os nomes populares em português são importantes até os dias de hoje.
Volume I, Página 10: A região cervical, por exemplo, muito extensa na girafa,
é excessivamente curta na toupeira; este facto depende, segundo Brehm, não do
numero de vértebras que formam a região e que é de sete para todos os mamiferos,
mas da maior ou menor distancia que as separa.
Volume I, Página 12: Todos os demais quadrúpedes terrestres marcham sobre quatro
extremidades, lançando duas a cada movimento de progressão, geralmente uma anterior
e uma posterior do lado opposto; exceptuam-se o elephante, o hyppopotamo, o
camello, a girafa e alguns antílopes, que na marcha se fixam sobre duas extremidades
do mesmo lado.
Volume III, Página 46: imagem abaixo
Volume III, Páginas 47, 48, 49, 50 e 51:
AS GIRAFAS – Comquanto ligadas aos veados e ás antílopes por numerosos caracteres aífins, as girafas constituem no entanto uma familia distincta. Dão-lhes direito a isso a singularidade das formas exteriores e a natureza dos cornos que são permanentes e cobertos de pelle. Esta familia comprehende um género único que a seu turno abrange uma só espécie. D’esta passamos a occupar-nos.
A GIRAFA AFRICANA – O grande poeta latino, Horácio, via na girafa um mixto de panthera e de camelo e, segundo Brehm, escriptores que vieram depois, encontrando-a representada nos monumentos do antigo Egypto, consideraram-a como simples producto da imaginação artística. Júlio Cesar fazendo apparecer este singular animal nos circos produziu uma viva impressão entre os romanos do seu tempo. A Miguel Baudier e a Belon, dois escriptores francezes do ultimo quartel do século XVI, se devem as primeiras descripções exactas do animal.
CARACTERES – Esta espécie distingue-se por um pescoço de comprimento desmesurado, por membros altos, por um tronco volumoso, por um dorso inclinado, mais alto na região anterior, por uma cabeça elegante, emfim por dois cornos curtos e cobertos de pelle. A grande altura dos membros e a extensão desmesurada do pescoço fazem parecer a girafa, nota Figuier, um dos animaes mais altos e ao mesmo tempo mais curtos da classe dos mamíferos. A girafa mede com eífeito cêrca de trez metros e trinta centímetros de altura ao nivel da espádua e de cinco a seis metros e vinte e tantos centímetros ao nivel da cabeça; comdudo o tronco apresenta de comprimento nada menos de dois metros e trinta centímetros. A cauda mede oitenta centímetros de comprimento, não incluindo os pêllos terminaes que a excedem muito. A parte posterior do dorso é sessenta centímetros, pouco mais ou menos, mais baixa que a anterior ao nivel da espádua. Da extremidade do focinho á raiz da cauda a extensão é de quatro metros e trinta centímetros. Além das dimensões, outras particularidades existem que devemos fazer notar. Horácio quando dizia que a girafa era um composto de panthera e de camelo, tinha um certo fundo de razão; somente o notável poeta devera ter ido mais longe ainda e ter affirmado que na girafa ha todo um composto de muitos outros animaes differentes. Ella tem com effeito, a cabeça e o corpo do cavallo, o pescoço e as espáduas do camelo, as orelhas do boi, a cauda do jumento, os membros da antílope e o pêllo da panthera. Esta mistura dá ao ruminante em questão um aspecto monstruoso. A girafa é com effeito um animal desproporcionado, deselegante, em que tudo é feio excepto os olhos e o manto.
DISTRIBUIÇÃO GEOGRAPHICA – A girafa habita hoje a Africa central e meridional entre o decimo sétimo grão de latitude norte e o vigessimo quarto de latitude sul; o limite de dispersão a oeste é desconhecido. No Gongo e na Senegambia não existe, talvez porque estas regiões são montanhosas.
COSTUMES – A girafa captiva nos jardins zoológicos não pode bem ser avaliada. É em liberdade, é nas bellas florestas do sul d’Africa que ella deve ser vista para bem se estudar, diz Gordon Cumming. A girafa é o exemplo mais frisante que existe da conformidade ou adaptação de um animal ao meio em que vive. O auctor que acabamos de citar, affirma que é muitas vezes difficil e até em certas condições impossivel distinguir as girafas dos troncos d’arvores visinhas. Os selvagens mesmo, a despeito de uma vista excepcionalmente perfeita, teem muitas occasiões de se illudirem, confundindo as girafas com os troncos e os troncos com as girafas. Este ruminante é sociável; encontra-se sempre aos grupos de seis a oito individuos. Nos logares tranquillos e seguros reunem-se as girafas em maior numero, vinte e seis a trinta individuos, segundo Gordon Cumming. Brehm entretanto affirma que nunca ouviu fallar senão de pequenos grupos. Os movimentos da girafa, affirmam-o quantos teem visto este ruminante, offerecem alguma coisa de singular. A marcha é lenta e a corrida é um galope pezado, mas rápido em virtude do comprimento desmesurado dos membros. O pezo da parte anterior do corpo é tal que o ruminante para se levantar precisa de pender o longo pescoço para traz, deslocando assim o centro de gravidade. De resto, o pescoço da girafa anda em constante movimento, dizendo Lichtenstein que elle pode comparar-se ao mastro de um navio açoutado pelas vagas. Para alcançar uma girafa em corrida é preciso um bom cavallo; e quasi sempre, senão sempre o cavallo se fatiga muito antes da girafa. Quando bebe ou quando apanha qualquer coisa do solo, a girafa toma uma posição singularmente extravagante. Não se ajolha, como algumas vezes se tem dito, mas abre ou affasta consideravelmente os membros anteriores e estende o pescoço até tocar o chão com os lábios. A girafa ordinariamente não repousa senão de noite; deita-se como o dromedário, caindo primeiro sobre as articulações dos membros de diante e dobrando depois os posteriores. Para dormir deita-se de lado, incurva os membros anteriores e inclina o pescoço para traz, repousando a cabeça sobre as coxas. O somno do ruminante é curto e leve; pode durante alguns dias seguidos deixar de deitar-se, repousando em pé. A girafa tem um regimen vegetal; em virtude da sua conformação particular não procura a herva do solo, mas as folhas d’arvores. Comprehende-se perfeitamente, pelo que acima dissemos, quanta difficuldade teria o animal em procurar á superfície do solo a alimentação; pelo contrario, é-lhe extremamente fácil apanhar as folhas das arvores, ainda das mais elevadas. A lingua da girafa é de uma extrema mobilidade, o que certamente tem grande importância para o effeito de apanhar as folhas. De resto, como se sabe, a lingua é na maioria dos ruminantes um órgão que serve para a prehensão das substancias alimentares. Na girafa este órgão é de uma importância capital e tem para ella os mesmos usos que para o elephante a tromba. O ruminante estende-a e apanha com ella os objectos ainda os mais pequenos e delicados. Quando procura o alimento, a girafa é guiada mais pela vista do que pelo olfato; e a prova é que não poucas vezes se deixa cair em illusões como a de apanhar uma flôr artificial confundindo-a com um producto da natureza. Ao sul da Africa as mimosas de espinhos constituem o principal alimento da girafa. Quando tem folhas frescas pode, como o dromedário, passar longo tempo sem beber; no tempo secco porém, quando as arvores se encontram já despidas de folhas e quando não ha senão hervas amarellentas, então percorre distancias grandes, de léguas ás vezes, para encontrar um curso d’agua onde possa mitigar a sêde. A girafa rumina de pé e parece executar esta funcção por um espaço de tempo menor que qualquer outro animal da mesma ordem. A girafa é intelligente e vive em boa harmonia não só com as congéneres, mas ainda com outros animaes, se estes a não perturbam. Em occasiões de perigo, se algum carniceiro a attaca, a girafa defende-se vigorosamente, não com os cornos, mas a coice. Lembrando o vigor e comprimento dos membros da girafa, facilmente se acredita que este ruminante possa, como affirma Brehm, com uma pancada das largas patas matar um leão. Na epocha do cio, os machos combatem para a conquista da fêmea. A gestação dura quatorze mezes e uma semana a quatorze mezes e meio. Nos jardins zoológicos de Londres e Vienna observou-se da parte das mães pelos recemnascidos uma grande indifferença, a ponto de ter de fazer-se alimentar os novos ruminantes por vaccas. Dez horas depois do nascimento a girafa corre já e ao terceiro dia principia a saltar.
CAPTIVEIRO – A girafa é geralmente estimada por toda a parte; d’aqui o desejo de mantela captiva. Não é difficil obter a realisação de tal desejo; não ha animal que melhor se domestique. Cria aífeição ao homem e revela em todos os seus actos uma intelligencia notável e uma ilimitada confiança por quantos a cercam. Infelizmente o ruminante não pode subsistir por muito tempo nos climas da Europa; attaca-o uma doença que affecta o systema ósseo e que tem mesmo o nome de doença das girafas, a qual se deve talvez attribuir á falta de movimentos e de alimentação apropriada. Brehm crê que para atalhar ao mal seria necessário fornecer ao ruminante o tanino em altas doses, porque, diz este naturalista «as folhas de mimosa de que elle se alimenta na pátria, são muito ricas d’esta substancia.» (Brehm, Obr. cit., vol. 2.º, pg. 527.)
USOS E PRODUCTOS – A carne da girafa serve para alimento, a pelle dá um excellente coiro, os cornos e os cascos emfim servem para a confecção de differentes utensílios.
Traviès. del | Imp. Lamoureux à Paris. | Oudet, sc. (gravado por Oudet)
Fonte: www.archive.org/download/histrianatural03mattuoft/histrianatural03mattuoft.pdf
/ Universidade de Toronto.
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Enciclopédia Brockhaus – girafas de 1892
A Brockhaus Enzyklopädie é uma enciclopédia alemã publicada pela Brockhaus (www.brockhaus.de). A primeira edição teve origem na Conversations-Lexikon mit vorzüglicher Rücksicht auf die gegenwärtigen Zeiten por Renatus Gotthelf Lobel e Christian Wilhelm Franke, publicada em Leipzig 1796-1808. Paralela a outras enciclopédias do século XVIII, ela foi sendo ampliada para além de publicações anteriores, num esforço para tornar-se global. Este Lexikon incluia geografia, história, biografias e, em parte, um pouco de mitologia, filosofia, história natural, e assim por diante. Em 2005-2006 foi publicada a 21ª Edição. Fonte: Wikipédia.
Ambas as gravuras abaixo compreendem a 14ª edição (1892-1895) da Enciclopédia Brockhaus e foram adquiridas de Maria Lucia de Oliveira Machado (mloml@uol.com.br), na feira do Masp em 18/12/11. A gravura do lado esquerdo da tela contém as seguintes inscrições [sic]: Giraffe (Camelopardalis girafa). / Brockchaus’Konversations-Lexikon 14.Aufl. | F.A. Brockhaus’Geogr.-artist. Anstalt, Leipzig.
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Veja também litografias ornitológicas na página do Museu Paraense Emílio Goeldi!
VEJA O INSTRUTIVO LIVRO DE PINTURAS DE 1878!
Última atualização: 19/12/2011. |