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Albrecht Dürer, pintor e gravador alemão (Renascimento)
A biografia de Dürer se desenvolve na transição de dois períodos artísticos muito importantes: o Gótico (período da História da Arte Medieval), ainda presente no norte da Europa, e o já estabelecido Renascimento, importado da Itália.
Sua obra é uma fusão de ambos os estilos em um único, próprio e característico, sem precedentes na história da arte.
Filho de um ourives húngaro, Dürer começou sua formação nesse campo em uma oficina familiar. Na beleza de seus trabalhos logo se viu uma capacidade inata para o desenho e pintura, que ele viria a desenvolver depois no ateliê de outro célebre pintor da época, Wohlgemuth.
Em sua primeira viagem à Itália, no ano de 1494, Dürer entrou em contato com a pintura dos grandes mestres venezianos: Giorgione (As Dez Mais) e Giovanni Bellini, assim como com a obra de Mantegna, cujos recursos estilísticos aplicou em seus primeiros quadros para Frederico, o Sábio.
Dürer não se limitou à pintura, tendo incursionado também pela gravura e litografia. Uma de suas obras mais conhecidas realizada com essas técnicas é “Melancolia”.
Como pintor, foi um dos primeiros a se preocupar em estabelecer as bases para novas teorias da arte, defrontando-se com a definição da beleza como expressão do espírito. Seus “Autorretratos” foram um exemplo vivo disso.
Dürer foi o maior pintor e gravador alemão do Renascimento, um intelectual que participou no debate histórico, em relação direta com príncipes e imperadores, artistas e pensadores.
“Autorretrato” (1498)
Do lado direito da obra, um selo emitido por Daomé (hoje, República do Benin) em 1971, que mostra o “Autorretrato” pintado em 1498 (na idade de 27 anos) – Museu do Prado, Madri (Espanha). Técnica: Óleo sobre madeira. Dimensões: 52 x 41 cm. Procedência: Acervo de Felipe IV; no Prado desde 1827.
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“Retrato de Elizabeth Tucher” – Gemäldegalerie, Kassel
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EMISSÕES FILATÉLICAS
Abaixo, os três selos comemoram os 450 anos da morte do pintor; respectivamente:
1 – selo emitido pelo Paraguai em 1978, mostra a obra “Adão e Eva” (1504).
2 – Selo emitido por Djibuti em 1978, com “A Lebre” (1502).
3 – Selo emitido pela Hungria, em 1978, que mostra um “Autorretrato” pintado em 1504 – Alta Pinacoteca, Munique – Alemanha.
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“Autorretrato” (1493)
Abaixo (lado direito da tela), selo emitido pela França em 1980, para a PhilexFrance82 – Exposição Filatélica Internacional, ocorrida entre 10 a 24 de junho de 1982, em Paris. O selo e a imagem mostram outro “Autorretrato” (1493) – pintura à óleo sobre pergaminho, medindo 57x45 cm, Museu do Louvre, Paris.
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Veja o selo com a obra “A morte de Albert Dürer” que compõe uma folhinha de Angola!
Guiné-Bissau 1978 – Série de 5 valores (sendo os dois primeiros selos aéreos) mais um bloco: “450 anos da morte de Dürer 1528-1978”. Os selos mostram: 3,50p (A virgem e o menino – 1497), 5p (A virgem e o menino – 1507), 6p (A virgem e o menino – 1512), 35p (A virgem o menino e Santa Ana – 1519) e 40p (A virgem e o pêra – 1526). O bloco aéreo com valor facial de 50 pesos mostra a obra “Adoração dos Magos”.
Outras obras: “Adão e Eva” (1507), óleo sobre madeira, 209 x 81 cm cada painel, procedência: acervo de Felipe IV; no Prado desde 1827. Os quadros estão assinados: o de Adão, abaixo, à direita, como monograma do artista (AD); e o de Eva, no cartãozinho preso ao ramo. Este fato faz pensar que foram pintadas independentemente uma da outra.
Alte Pinakothek – www.stmwfk.bayern.de/kunst/museen/pinalt.html
Munique – Alemanha.
Última atualização: 27/08/2009. |