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História dos Estados Unidos e História Postal

O território é habitado por indígenas seminômades no final do século XV, quando Cristóvão Colombo descobre a América. Entre os séculos XVI e XVII, os espanhóis exploram a Flórida e o Colorado; os portugueses, a Califórnia; os franceses, o vale do Mississippi; e os holandeses fundam a colônia de Nova Amsterdã – tomada em 1664 pelos ingleses, que rebatizam sua capital como New York.

O mapa, pintado à mão e datado de 1664, mostra Nova Amsterdã como era em setembro de 1661, foi desenhado por William Hack, um inglês fabricante de mapas. O mapa ficou conhecido como mapa holandês, uma referência ao Duke de York. No lado esquerdo do mapa, o limite vertical é a rua “Wall”, uma paliçada defensiva construída pelos holandeses em 1635. O canal na rua “Broad”, também pode ser visto. Scott: 355.

Para trabalhar nas colônias britânicas, escravos negros são trazidos da África a partir de 1619. No ano seguinte, uma seita de presbiterianos ingleses mais rigorosa, conhecida como puritanos, funda Plymouth?... Entre 1630 e 1640, uma grande migração de colonos britânicos povoa Massachusetts e Connecticut.

O regime de relativa autonomia de que gozam os povoadores das 13 colônias britânicas é alterado entre 1764 e 1775, quando a Inglaterra aumenta os impostos e lhes restringe as atividades econômicas. Em resposta às medidas, as colônias declaram guerra à metrópole em 1775 e, em 04/07/1776, dá-se na cidade de Filadélfia (no Estado da Pensilvânia) a Declaração de Independência dos Estados Unidos da América (Independence Day ou Fourth of July).

O reconhecimento da soberania norte-americana ocorre em 1783. A Constituição dos Estados Unidos é escrita e ratificada pelos 13 estados, entrando em vigor em 1789, quando George Washington torna-se o primeiro presidente dos EUA. Durante o século XIX, o país expande seu território até o Pacífico por meio de compra de possessões, guerras e conquista de territórios indígenas. Em 1803, a Louisiana é comprada da França. Em 1819, a Flórida é adquirida da Espanha.

Entre 1846 e 1848, na guerra contra o México, os EUA conquistam a região que vai do Texas à Califórnia. Entre 1848 e 1850, a chamada corrida do ouro atrai mais de 80 mil pessoas à Califórnia. Novas migrações para o oeste, de 1850 a 1890, dizimam as tribos indígenas rebeldes. A conquista de territórios se estende até o Alasca, comprado da Rússia em 1867...


O primeiro selo postal dos EUA data de 01/07/1847.

A primeira pessoa a aparecer em um selo postal dos Estados Unidos foi Benjamin Franklin. Ele não foi presidente da nação, mas Ministro dos Correios dos Estados Unidos. O selo tem valor facial de 5 centavos de dólar e foi emitido em 01/07/1847. Este selo é também o primeiro selo postal emitido pelos Estados Unidos, na época do 11º Presidente do país, James Knox Polk, e parece que foi utilizado até 30/06/1851.

Já o selo Scott número 2, também emitido em 1847, com valor facial de 10 centavos (X cents), mostra a efígie de George Washington (22/02/1732–14/12/1799) – cognomeado de “Pai dos Estados Unidos da América”, foi um fazendeiro, general e político norte-americano, tendo sido o primeiro Presidente dos Estados Unidos (1789-1797). Nota: Um dos 50 Estados dos Estados Unidos da América homenageia o primeiro presidente do país com seu nome, Washington.

Scott número 1
Scott número 2
Benjamin Franklin
George Washington

O 5 (vermelho-marrom) e 10 centavos (preto) foram os primeiros selos postais adesivos autorizados para emissão dos Estados Unidos, conforme o Departamento de Serviço Postal, em resposta à lei de 03/03/1847. A lei teve efeito em 01/07/1847 e tornou o uso de selos postais não autorizados ilegais. Nota: Foi uma surpresa o selo de dois centavos de dólar não ter sido emitido, uma vez que este valor era para cartas que foram postadas e entregues na mesma agência postal...

Embora os primeiros selos tenham sido colocados à venda em 01/07, somente a agência postal da cidade de New York recebeu alguns selos nesta data, seguidos por Boston um dia depois, em 02/07. Envelopes com data de julho de 1847 são extremamente raros. O selo de cinco centavos de dólar pagava cartas domésticas para um raio de 300 milhas da agência em que foi postada, já o selo de 10 centavos para além disso.

Benjamin Franklin (17/01/1706 – 17/04/1790) foi um jornalista, editor, autor, filantropo, abolicionista, funcionário público, cientista, diplomata e inventor norte-americano. Também um dos líderes da Revolução Americana. Bastante conhecido por suas muitas citações e pelas experiências com a eletricidade. Um homem religioso (calvinista), ele é ao mesmo tempo uma figura representativa do Iluminismo... Ele trocava correspondência com membros da sociedade lunar e foi eleito membro de Royal Society. Em 1771, Franklin tornou-se o primeiro Postmaster General (Ministro dos Correios) dos Estados Unidos da América...

Abaixo (lado esquerdo), bloco Centenário Postal dos Estados Unidos da América, parece que foi emitido em 19/05/1947 na cidade de Nova Iorque, cuja imagem mostra as efígies de Benjamin Franklin e de George Washington. Nota: scan recebido de Vittorio Esposito.

Na imagem central da tela, retrato colorido e, do lado esquerdo, fragmento da cédula de um dólar que mostra George Washington: “O primeiro na guerra, o primeiro na paz e o primeiro no coração de seus concidadãos”. Fonte: Wikipédia.

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No entanto, muitos selos anteriores a 01/07/1847, conhecidos pelos colecionadores como locais ou provisórios, são itens de grande importância filatélica, embora eles não sejam considerados legais porque não foram emitidos pelo Departamento de Serviço Postal dos Estados Unidos...

Os primeiros selos do país, emitidos em várias cidades e estados, foram também chamados de “Postmaster Issues” ou “U.S. Postmasters Provisionals”. Abaixo, emissões de St. Louis, Missouri. Alguns destes selos são extremamente raros e existe apenas uma cópia. São conhecidos como “St. Louis Bears”, emitidos em 1845 e 1946, eles têm diferença de tamanho e de papel.

St. Louis Provisório 1845
Scott: 11X1 (Greenish paper)
Valor facial: 5c (preto)
St. Louis Provisório 1845
Scott: 11X2 (Greenish paper)
Valor facial: 10c (preto)
St. Louis Provisório 1846
Scott: 11X4 (Gray lilac paper)
Valor facial: 5c (preto)
St. Louis Provisório 1846
Scott: 11X6 (Gray lilac paper)
Valor facial: 20c (preto)

A “American Letter Mail Co”, por exemplo, foi um correio privado que emitiu um selo três anos antes (1844) do primeiro selo dos correios governamentais e, muito naturalmente, foi a águia-de-cabeça-branca, símbolo nacional, a escolhida para o ilustrar...

Abaixo, um selo emitido por Millbury (lado direito) e outro por Nova Iorque em 1845 (lado esquerdo): New York Provisório 1845 (Scott: 9X1), preto com valor facial de 5c, assinado ACM, connected (Bluish wove paper).

Millbury
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Continuando a história... Guerra civil...

A prosperidade crescente aumenta os conflitos entre o norte mais desenvolvido, disposto a abolir a escravidão, e o sul agrário e escravagista. Em 1860, o abolicionista Abraham Lincoln é eleito presidente e os estados do sul decidem separar-se da União.

A Guerra Civil Americana deixa 617 mil mortos entre 1861 e 1865, quando é vencida pelo norte. A escravidão é abolida, mas as punições impostas aos perdedores após o assassinato de Lincoln, em 1865, criam ressentimentos recíprocos e fortalecem a discriminação racial.

Segue-se um período de desenvolvimento industrial e construção de ferrovias que liguem os EUA de costa a costa. A urbanização é reforçada pela chegada de imigrantes.

No final do século XIX, o país emerge como potência imperialista: o Havaí é anexado em 1898; no mesmo ano, na guerra contra a Espanha, são conquistados territórios no Caribe (Porto Rico) e no Pacífico (Filipinas, Guam).

Em 1903, os EUA provocam a independência do Panamá (que pertencia à Colômbia) para obter a posse da Zona do Canal entre o Atlântico e o Pacífico; tropas norte-americanas também intervêm no México e na América Central. Apesar disso, o país mantém uma política de relativo isolacionismo, rompida com o envio de tropas para participar na I Guerra Mundial ao lado do Reino Unido e da França...

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CURIOSIDADES

Abaixo (lado direito), selos foram emitidos por “Danish West Indies” entre 1855 a 1916, sendo que o primeiro data de 1855 (Scott: 1), com valor facial de 3 cents (vermelho). Do lado esquerdo da tela, selos foram emitidos por “Confederate States of America”, sendo que o primeiro data de 1861 (Scott: 1), com valor facial de 5 cents (verde), ele mostra a efígie de Jefferson Finis Davis (1808-1889), que foi um estadista norte-americano e Presidente dos Estados Confederados da América durante a Guerra Civil Americana.

A águia-de-cabeça-branca, símbolo nacional do país, é encontrada também associada às efígies dos Presidentes Grant e Jefferson, em selos datados de 1903... Abaixo (lado esquerdo), selo que mostra Grant (1822-1885), 18º Presidente dos Estados Unidos, entre 1869 a 1877. Do lado esquerdo, Jefferson (1743-1826), 3º Presidente do país, governou entre 1801 a 1809.

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ERROS FILATÉLICOS

Um dos selos mais famosos dos Estados Unidos é conhecido por “Black Jack” – nome originado devido a sua cor negra e da abreviatura do nome de Andrew Jackson (1767-1845). Este selo também é conhecido por “Cabeça Grande” (Big Head). Emitido em 1861, com valor facial de 2 centavos de dólar (Scott: 73), ele mostra o retrato de Andrew Jackson, 7º Presidente dos Estados Unidos, governou de 1829 a 1837.

“Black Jack”
Andrew Jackson
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“MOURNING STAMP” e “BLUE BOY”

Do lado esquerdo, selo emitido em luto de uma pessoa recentemente falecida... The first mourning stamp is the USA 1866 Abraham Lincoln stamp – presidente (1861-1865) assassinado. Do lado direito: United States, Alexandria, Va., postmaster’s provisional 5¢ black on blue paper, United States Scott 1X2. A unique stamp.


CURIOSIDADE

1918 – “CURTISS JENNY”

Durante os anos de 1910, o Serviço Postal dos Estados Unidos tinha feito um número de testes a respeito de correio aéreo... Decidiu inaugurar um serviço regular em 15/05/1918, voando entre Washington (D.C.), Filadélfia e a cidade de Nova Iorque. Abaixo, o primeiro selo aéreo sobre o avião biplano Curtiss Jenny. Emitido em 1918 (Scott: C1), com valor facial de 6 cents (laranja).

O serviço postal impôs uma taxa de 24 centavos de dólar para o serviço (muito maior que os 3 centavos do serviço de correio de primeira classe daquele tempo) e decidiu emitir um novo selo para essa taxa, o qual foi pintado, patrioticamente, em duas cores (azul e vermelho) e mostrando um Curtiss Jenny – o biplano escolhido para levar as correspondências.

“Jenny Invertido” ou “Inverted Jenny”

O “Jenny Invertido” é um selo postal dos Estados Unidos emitido em uma série para uso do correio aéreo, com valor facial de 24 centavos. O selo apresenta em seu desenho central um aeroplano que foi, acidentalmente, impresso com a figura do avião invertido (de ponta cabeça). Somente 100 deles são conhecidos, o que torna esse selo muito famoso e um dos mais valorizados no mundo da filatelia.

O selo correto com a imagem do biplano Curtiss Jenny foi emitido em 1918 (Scott: C3); mostrado abaixo, do lado esquerdo. O “Jenny Invertido” (selo com a imagem invertida do biplano) também foi emitido em 1918 (Scott: C3a).

selo correto
selo invertido

(36K)

Durante o processo de impressão, parte das folhas de 100 selos foi colocada de maneira errada na impressora, gerando a variedade em que o avião aparece voando de cabeça para baixo. Uma das folhas foi vendida antes de ser recolhida e o “felizardo” a revendeu para um comerciante de selos à época por US$ 20.000, um valor expressivo em 1918.

Um selo deste tipo foi negociado pelo valor mais alto já pago no mercado neozelandês por um selo estrangeiro. Vendido em leilão promovido pela J R Mowbray Philatelic Ltd, de Otaki, o invertido atingiu o preço de US$72.800, no começo de 2004. A venda foi feita para um advogado norte-americano.

Uma quadra do “Jenny” invertido foi negociada recentemente por nada menos do que U$2.700.000, que com a taxa do leiloeiro atingiu a espantosa cifra de U$ 2.970.000. Esse passa a ser o preço mais alto já alcançado por um item da filatelia norte-americana...

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Lista de Presidentes dos Estados Unidos da América

# Nome Posse Término Partido
George Washington 1789 1797 sem partido (ilustra o 2º selo postal)
John Adams 1797 1801 Federalista
Thomas Jefferson 1801 1809 Democrata-Republicano (ilustra selo com águia)
James Madison 1809 1817 Democrata-Republicano
James Monroe 1817 1825 Democrata-Republicano
John Quincy Adams 1825 1829 Democrata-Republicano
Andrew Jackson 1829 1837 Democrata
Martin Van Buren 1837 1841 Democrata
William Henry Harrison 1841 1841 Whig
10º John Tyler 1841 1845 Whig
11º James Knox Polk 1845 1849 Democrata (época do 1º selo)
12º Zachary Taylor 1849 1850 Whig
13º Millard Fillmore 1850 1853 Whig
14º Franklin Pierce 1853 1857 Democrata
15º James Buchanan 1857 1861 Democrata
16º Abraham Lincoln 1861 1865 Republicano (“Mourning Stamp”)
17º Andrew Johnson 1865 1869 Republicano
18º Ulysses Simpson Grant 1869 1877 Republicano (ilustra selo com águia)
19º Rutherford Birchard Hayes 1877 1881 Republicano
20º James Abram Garfield 1881 1881 Republicano
21º Chester Alan Arthur 1881 1885 Republicano
22º Stephen Grover Cleveland 1885 1889 Democrata
23º Benjamin Harrison 1889 1893 Republicano
24º Stephen Grover Cleveland 1893 1897 Democrata
25º William McKinley 1897 1901 Republicano
26º Theodore Roosevelt II 1901 1909 Republicano
27º William Howard Taft 1909 1913 Republicano
28º Thomas Woodrow Wilson 1913 1921 Democrata (época do “Jenny”)
29º Warren Gamaliel Harding 1921 1923 Republicano
30º John Calvin Coolidge Jr. 1923 1929 Republicano
31º Herbert Clark Hoover 1929 1933 Republicano
32º Franklin Delano Roosevelt 1933 1945 Democrata
33º Harry S. Truman 1945 1953 Democrata
34º Dwight David Eisenhower 1953 1961 Republicano
35º John Fitzgerald Kennedy 1961 1963 Democrata (assassinado)
36º Lyndon Baines Johnson 1963 1969 Democrata
37º Richard Milhous Nixon 1969 1974 Republicano
38º Gerald Rudolph Ford Jr. 1974 1977 Republicano
39º James Earl Carter Jr. 1977 1981 Democrata
40º Ronald Wilson Reagan 1981 1989 Republicano
41º George H. W. Bush 1989 1993 Republicano
42º William Jefferson Clinton 1993 2001 Democrata
43º George W. Bush 2001 2009 Republicano
44º Barak Obama 2009   Democrata (reeleito em 2012)

Curiosidade: Nos Estados Unidos os selos não perdem o valor de postagem, desde que sejam novos. Se você colar em uma carta um selo com valor oficial de um dólar, mesmo que ele seja de 1898, ele valerá um dólar da tarifa atual. Mas só mesmo um louco colaria tal selo em uma carta, pois hoje, este selo novo custa para os colecionadores, aproximadamente, a bagatela de 1.180 dólares...

Outras emissões:
1954 – George Eastman
1968 – Walt Disney
1970 – Museu Americano de História Natural de Nova Iorque
1978 – Equipamento Fotográfico
1978 – Giant Sequoia
1983 – Botticelli
1993 – AIDS
1996 – Pioneiros da Comunicação (fotógrafos)
1996 – Série de 4 valores Animais pré-históricos (Prehistoric Animals), cujos selos mostram: Eohippus, mamute-peludo, mastodonte e tigre-dentes-de-sabre (Eohippus, woolly mammoth, mastodon and saber-tooth cat). Scott: 3077/3080. Nota: Em 1876, na América, Othniel C. Marsh encontrou um esqueleto completo desse animal, o qual ele classificou em novo gênero, Eohippus (“cavalo do amanhecer”). Quando se tornou evidente que dois gêneros: Eohippus e Hyracotherium (fóssil encontrado na Inglaterra pelo paleontologista Richard Owen, em 1841), eram o mesmo animal, o gênero com a primeira data de publicação, Hyracotherium, tornou-se oficial e Eohippus acabou por ser um sinônimo.
2002 – As Melhores Fotografias Americanas
Pesquisar: Na coleção há um selo sobre São Francisco de Assis...
Pesquisar: O primeiro livro de Zoologia foi publicado pelo americano MARK CATESBY, por volta de 1740...
Existe um carimbo comemorativo dos EUA (1980), em uma matéria sobre Ecologia, onde uma distante girafa aparece escondida por detrás de outros animais, referente a um zoo...

United States (estes 12 itens da coleção foram para o Fábio):
– Série de 2 valores iguais (5c) em formato se-tenant que mostra astronauta no espaço.
– Série de 2 valores iguais (8c) em formato se-tenant que mostra carro lunar, “United States in space... a decade of achievement”.
– Selo com valor facial de 10c, “Mariner 10 – Venus / Mercury”, que mostra satélite.
– Selo com valor facial de 10c, “Pioneer – Jupiter” que mostra satélite e luas de Júpiter.
– Selo com valor facial de 10c, “Skylab” que mostra satélite.
– Selo com valor facial de 15c, “Viking missions to Mars, expanding human knowledge”.
– Selo com valor facial de 4c, “U.S. man in space – Project Mercury” que mostra satélite
– Selo emitido em 1975 com valor facial de 10c (mostra o logotipo azul/vermelho Apollo CCCP), “Apollo Soyuz Space Test Project”.
– Selo emitido em 1975 com valor facial de 10c que mostra o Apollo no espaço e a inscrição bicolor azul/vermelho: “Apollo Soyuz”.
– Selo emitido em 20/07/1969 com valor facial de 10c que mostra o homem na Lua e a inscrição: “First man on the moon”.
– FDC emitido em 20/07/1969 com duas obliterações: Washington DC 09/09/1969 e Moon Landing USA (20/07/1969), cujo cachê mostra “Apollo 11 e os 3 astronautas: Armstrong, Collins e Aldrin”.
– Selo (par) emitido em 1969 com valor facial de 6c que mostra a Terra vista da superfície da Lua e a inscrição: “In the beginning God...” (“No princípio, Deus...”); Missão Apollo 8, que colocou o primeiro homem em órbita ao redor da lua em 21-27/12/1968.

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Visita... De: 08/07/2014 a 09/08/2014.

Resumo: Nova Iorque (New York), Califórnia (San Francisco, Groveland, Yosemite National Park, Carmel, Point Lobos, Solvang, Santa Barbara, San Diego, Los Angeles, Santa Monica) e Arizona (Flagstaff, Valle/Tusayan, Grand Canyon National Park).

08/04/14 – Data de emissão: Voo American Airlines: AA 0950, São Paulo (GRU) to NYC – Nova Iorque (JFK), às 21h15. Número dos bilhetes: 001 4866744995 e 001 4866744996. LOC (Localizador da reserva): LZUXWD. Classe de Cabine: Executiva. Assentos: 4D e 4G. Código de Reserva: I. Tipo de Aeronave: 77W. Duração da Viagem: 9h50m.

11/04/14 – Assistênci​a Viagem: Intermac Assitance. Vouchers: 745925 (Sérgio) e 745940 (Marcos). Plano: Gold. Período: 07/07/14 a 09/08/14. Valor USD: 173,00 (R$ 394,44) cada.

16/04/14 – Sr. Marcos, Conforme contato telefônico (2463-4555), Decolar.com. Marcos Oliveira, Consultor de Hotéis – Vendas Hotéis (cotacoeshoteis@decolar.com). Avenida Doutor Timóteo Penteado, 1578 – Vila Hulda. Seu número de solicitação de compra é: 28610018. Hotel New York Hilton Midtown, 1335 Avenue of The Americas. Entrada: 08/07/14 (15h). Saída: 17/07/14 (12h). Duração 9 noites. Quarto: 1. Tipo: Deluxe Room Two Beds – Bed & Breakfast. Hóspedes: 2 adultos.

03/07/14 Osvaldo (osvaldo @ semfronteiras.tur.br | 3853-4401). Oi Sergio, Tudo bem? Verifiquei os voos da American e estão todos ok, não tiveram nenhuma alteração. E confirmando, a American está localizada no Terminal 2, Asa D, do aeroporto de Guarulhos. Tudo pronto para viagem? Alguma dúvida? Estamos à disposição. Atte, Osvaldo M. de O. Junior – Sem Fronteiras Viagens e Aventuras (semfronteiras.tur.br | facebook.com/semfronteirastur).

04/07/14 (Fourth of July) – Olá Osvaldo! Tudo bem sim, obrigado. Também agradeço por sua gentileza e solicitude... Por isso, entre outras coisas, que eu gosto da Sem Fronteiras... (rs) Obrigado pela confirmação dos voos. E já que você está “disponível”, por favor Osvaldo, verifique os dois hotéis se está tudo certo, também o que falta pagar: Sofia Hotel San Diego, San Diego (Voucher: 51861-6667​4) e Wyndham Santa Monica At The Pier, Los Angeles (Voucher: 6116-7947). Novamente agradeço sua atenção. Abraços e inté.

07/07/14 (American.Airlines@aa.com) – Assunto: Bem-vindo ao Programa AAdvantage (www.aa.com). Prezado(a) Sergio Sakall, Número AAdvantage®: 23F2WE4. Marcos Mandarano, Número AAdvantage®: 54F2WE0. Associados desde: 07/07/14. Estamos felizes por você ter entrado para o programa AAdvantage®, um dos maiores e mais reconhecidos programas de fidelidade do mundo. Aqui estão algumas informações de que você precisa saber... Atenciosamente, Suzanne L. Rubin – Presidente Programa de Fidelidade AAdvantage (www.aa.com/milhas).

07/07/14 (segunda-feira) – Copertaxi (2095-6000) até o Aeroporto Internacional de Guarulhos. Fomos no Lounge Admirals Club no Terminal 2 – Asa D, nível do mezanino da Ala D, após passar pela segurança: subir a escada rolante e virar à esquerda. A configuração das poltronas da classe executiva é estranha e lateral, isto é, de enviesado, e o atendimento muito seco; entretanto o jantar e o café da manhã foram bons. O menu do jantar continha quatro pratos: Massa Agnolotti (massa em forma de meia-lua recheada com alcachofra e queijo brie, complementada com molho de açafrão e manjericão, coberta com fricassê de cogumelos silvestres), Sopa-creme de Tomate (sopa leve e cremosa de tomate com manjericão fresco), Chateaubriand (tenro filé realçado com molho de ervas finas) e Coq au Vin (acompanhado de purê de batata e vagens)...

08/07/14 (terça-feira) – Chegamos no horário programado em Nova Iorque, às 6h05, no Terminal 8 do JFK – John F. Kennedy International Airport NY (airport-jfk.com). Nenhuma fila para passar no controle de passaportes; mas o guarda federal perguntou qual era a nossa relação, uma vez que passamos juntos, e acrescentou: legal relationship? (relacionamento legal) Concordamos. Ainda indagou quantos dias iríamos ficar e quanto dinheiro tínhamos... Não teve raio X e nem revistaram nada. Apenas entregamos a ficha preenchida e entramos. Achamos um canto para fumar do lado externo e percebemos que naquele terminal velho, sem lojas, tampouco informações turísticas, só tinha um café... Como era muito cedo, então resolvemos ir à Manhattan de metrô.

Pegamos o AirTrain até a Estação Jamaica, onde pagamos para sair e compramos o MetroCard, cuja funcionária nos ajudou: linha E. É essencial adquirir o MetroCard por US$ 29 dólares, pois assim se tem acesso ilimitado durante uma semana ao metrô da cidade (web.mta.info/metrocard). Após uma meia hora de viagem descemos na Rua 42 com a Broadway, em pleno Midtown (entre o Central Park e a Rua 42), e andamos até a Rua 53... Logo avistamos o Museu de Cera Madame Tussauds...

Manhattan é uma ilha com 21,5 km de extensão e 3,7 km de largura. Localizar-se em Manhattan é simples, pois as ruas após a Rua 14 seguem um planejamento de linhas retas entrecortadas. As avenidas cortam a ilha de norte a sul, enquanto que as ruas atravessam de leste a oeste. A 5ª Avenida, que tem sentido único, é a divisa entre os lados leste e oeste. Para localizar-se abaixo da Rua 14, aconselha-se o uso de um mapa, pois essa região foi desenvolvida antes do planejamento. A Rua da Broadway (Broadway Street), erroneamente tida com avenida, tem sido parte da cultura e entretenimento da cidade de Nova Iorque por mais de 100 anos. A começar por seu mais extremo ponto sul, percorrendo daí 24 quilômetros pelo Bronx, é uma das mais antigas vias da cidade. Com mais de 40 teatros, ela é considerada como a de maior concentração de entretenimentos comerciais do mundo.

Deixamos as malas no hotel às 9 horas, pois o quarto só seria liberado às 13 horas. Informaram-nos onde se localizava um posto de informações turísticas: na rua detrás. Existem três tipos de “combos” para conhecer as atrações turísticas da cidade: Day New York Pass (newyorkpass.com), New York Explorer Pass e NY CityPass (parques-e-ingressos.com.br/new-york-multi-passe/cartao-city-pass) – com este ingresso de US$109 se pode visitar 6 atrações turísticas, durante 9 dias a partir da primeira utilização. O cupom funciona como ticket e é só apresentar na entrada de cada atração, sem precisar passar pela bilheteria, eliminando assim uma fila em cada visita...

Compramos este último ($218 no MoneyCard), após um ótimo atendimento; ainda nos deram mapas da cidade e do metrô. Depois andamos no comecinho da 5ª Avenida, perto do Central Park, onde está localizada a famosa Apple Store, cuja entrada é um cubo de vidro, e logo entramos na primeira loja de nossa viagem... Em seguida conhecemos o Zoológico do Central Park. Não almoçamos no restaurante “Tavern on the Green” (tavernonthegreen.com) no Central Park como programado... Eram cerca de 15 horas quando a gente pode entrar no ótimo quarto do hotel; logo arrumei todas as roupas e tomamos banho. Cedo jantamos numa espécie de mercadinho localizado na rua ao lado...

Tivemos que escolher no NY CityPass entre o museu Guggenheim Museum (5th Avenue at 89th Street – cujo prédio é uma obra-prima da arquitetura moderna de Frank Lloyd Wright e hospeda uma das melhores coleções de arte do século XX, incluindo trabalhos de artistas como Chagall, Kandinsky, Picasso e Van Gogh), ou o Top of the Rock (nome inspirado em John D. Rockefeller Jr., – 50th Street, between 5th and 6th Ave. – cujo deck de observação oferece uma vista de 360 graus da cidade, inclusive do Central Park, e está localizado no 70º andar de um dos mais famosos arranha-céus de Nova Iorque, o Rockfeller Center), o qual foi o visitado com a intenção de testemunhar o pôr do Sol; mas ali permanecemos das 19 às 20h40, portanto apenas contemplamos o entandecer... Passeamos pela praça do mundialmente famoso Rockfeller Center (um complexo de dezenove edifícios comerciais considerado o coração de Nova Iorque), a Lower Plaza, que apresenta a estátua de Prometeus observando o rinque de patinação ao ar livre durante os meses de inverno; conhecemos a loja da Lego; entramos na Catedral de São Patrício, St. Patrick’s Cathedral (saintpatrickscathedral.org), às 21h30 e voltamos para o hotel exaustos...

09/07/14 (quarta-feira) – Às 6h30 degustamos um café da manhã maravilhoso, cujo self-service tinha até salmão defumado... Às 9h30 entramos no Empire State Building (esbnyc.com): super! Logo na entrada a gente pode sentir um certo “ar de império”; no topo então, a mais de 400 metros acima das ruas da cidade, que oferece 360 graus da clássica vista (sem obstrução) de toda Nova Iorque e além, a condição emocional expressa “estado de graça”... Considerado o mais bonito da cidade, também a atração mais popular de Nova Iorque, o único defeito deste prédio é o de não se ter uma vista do Central Park, como se tem desde o mirante do Rockfeller... Pode-se comprar o ingresso no 1º andar. A subida pode ser demorada, devido aos procedimentos de segurança e filas... Não vale subir do 86º ao 102º andar, pois é praticamente a mesma coisa de ambos os andares... Mas quem resiste? Pagamos numa máquina no próprio octogésimo sexto andar um extra de US$20 por pessoa ($40 no MoneyCard), para ir ao centésimo segundo andar. Com decks de observação internos e externos, o Empire State Building está localizado em Midtown, na 5ª Avenida com a Rua 34 (5th Ave. at 34th St.).

Perto dali tem outras atrações como a Macy’s (macys.com), considerada a maior loja do mundo, a qual entramos às 12 horas e não gostamos porque nos sentimos totalmente perdidos; visitamos o edifício central dos Correios; também a arena Madison Square Garden (thegarden.com), palco de grandes espetáculos de basquete (pensamos em adquirir entradas para o jogo New York Knicks ou Boston Celtics, mas não foi desta vez)... Depois entramos na loja show DSW – Designer Shoes Warehouse (dsw.com), com Nike a 80 dólares: eu comprei uma sandália e dois tênis, mas o Marcos não gostou de nada; melhor dizendo: o único tênis que ele gostou não tinha seu número 11...

Na interseção da Broadway com a 7ª Avenida fica a Times Square, o ponto mais transitado por pedestres do mundo, onde todos se concentram para ver as luzes e sons do famoso “ball drop” a cada véspera de Ano Novo. Eram cerca de 16 horas quando conhecemos a Times Square: um dos mais famosos cartões-postais da cidade é cheio de atrações, incluindo os famosos musicais da Broadway, que custa em torno de 100 dólares; mas existe a TKTS, que fica bem embaixo daquela famosa escada na Times Square, onde se consegue comprar ingressos com até 60% de desconto para espetáculos do mesmo dia, após enfrentar uma fila descomunal... Achei os shows muito caros... O Rei Leão, por exemplo, custava 170 dólares na porta do teatro... Ficamos admirando a Times Square e visitando as suas lojas como a perfumaria Sephora, os chocolates M&M e a loja de brinquedos Toys “R” Us (a qual não tinha a fantasia que eu procurava porque só vende na época do Hallowen, ou seja em outubro). Voltamos para o hotel às 18 horas. Jantamos. Novamente fomos à pé para ver as luzes da Times Square à noite e voltamos de metrô. Agitado, colorido, coalhado de gente. Até o McDonald’s tem luzes piscando! Achei diferente, mas meio sem sentido de ser...

10/07/14 (quinta-feira) – Fomos de metrô (que é um tanto confuso porque passam várias linhas no mesmo trilho, mas é fácil) até o Museu Metropolitano de ArteMET, com baldeação da linha E para a linha 6... O museu é enorme, com espaços lindos, cujo melhor, na minha opinião foi o Templo de Debo, além de “Vênus e Adônis” de Ticiano... Como estávamos perto do Museu Solomon R. Guggenheim apreciamos sua arquitetura, cuja expectativa deixou a desejar, mesmo com sua rampa que se estende do térreo ao domo... Aliás, esses dois museus adornam a “milha dos museus”, localizada na 5ª Avenida, desde a Rua 70 Leste até a Rua 104 Leste, no bairro chamado Upper East Side. Algumas das lojas mais elegantes do mundo, bem como galerias e restaurantes, ladeiam a Avenida Madison próximo a German Yorkville, com seu centro na esquina da Rua 86 com a 3ª Avenida.

Entramos no Central Park novamente, desta vez pela área da lagoa, na parte norte, demos a volta nela, fotografei a cidade ao longe e andamos até o Museu Americano de História Natural (AMNH). O Central Parque foi oficialmente inaugurado em 1857, abrangendo 843 acres. É o parque urbano mais visitado nos Estados Unidos, com lagos, campos abertos e caminhos curvilíneos. O AMNH (Central Park West at 79th Street), cujos dioramas são muito bem feitos, embora eu esperasse mais desse museu, tinha fila na entrada... Haviam duas atrações, dois filmes que se escolhia um deles: Dark Space ou Shark (Tubarão); ao invés do Marcos dizer movie, ele perguntou: Is it a film?... Voltamos à pé até o hotel; banho e jantar...

11/07/14 (sexta-feira) – Café expresso às 6 AM e o ótimo Breakfast Buffet servido by Herb N’ Kitchen, no interior do New York Hilton Midtown, às 6h30, onde quase ninguém toma o café da manhã porque é caro... Aliás, o Hotel New York Hilton Midtown (newyorkhiltonhotel.com) é o maior hotel da cidade de Nova York, com 47 andares. Metrô linha E; quando percebemos estávamos no Brooklin... Voltamos e visitamos o Memorial 9/11 (911memorial.org), que é surpreendente, emocionante e muito bonito. Consiste em duas piscinas refletoras construídas na localidade onde ficavam as torres gêmeas, circundadas por centenas de árvores de carvalho-branco, e um museu que, além de homenagiar as vítimas, relata os eventos ocorridos em 11 de setembro através de artefatos que vão de monumentais à íntimos, assim como relatos em primeira-pessoa e exibições em multimídia; ao lado se avista o novo World Trade Center...

Em Downtown (sul da ilha de Manhattan), com aproximadamente 2,5 quilômetros de ruas estreitas, sinuosas e gargantas formadas por arranha-céus, visitamos a Igreja da Trindade, Trinity Church (trinitywallstreet.org), cujo edifício pertencente a Igreja Anglicana e está localizada na Wall Street com a Broadway, bem no centro financeiro de Manhattan. Caminhamos ao longo da Wall Street, andamos pela orla até a ponte do Brooklin, Brooklyn Bridge, construída em 1883: muito legal! A vista de Manhattan a partir do meio da ponte vale a pena a caminhada até lá... Antes da ponte tem uns prédios bonitos por onde passeamos: New York Supreme Court (a Suprema Corte), o Manhattan Municipal Building (que agrupa vários serviços da prefeitura) e descobrimos que Chinatown não era tão longe assim, tampouco Little Italy, nem o Soho...

Voltamos até a Wall Street para ver a famosa estátua do touro, no começo da rua, o Charging Bull, que ficou conhecido como The Wall Street Bull por resumir o espírito agressivo e próspero do Lower Manhattan como distrito financeiro (Finalcial District)... Curiosidade: reza a lenda que colocar a mão nas bolas do touro dá sorte... Fizemos isso após um tempo de fila para tirar fotos com o touro... Andamos até o Battery Park e fotografei a escultura “Os imigrantes” (The Immigrants), ao lado do Castle Clinton, em cuja base se lê a inscrição: “Dedicado às pessoas de todas as nações que entraram na América através do jardim do castelo em memória de Samuel Rudin 1896-1975, cujos pais chegaram à América em 1883”... Caminhamos mais um tempo; vimos a Eagle Memorial e finalmente: beer que encontramos por ali... Continuamos a andar pela orla e caímos no heliponto... Então foi tudo muito rápido para sobrevoarmos Nova Iorque: super! Após o sobrevoou, beer e cigarro no restaurante The Beer Garden, dentro do parque Battery, que depois de muito tempo vieram nos avisar que não podia fumar ali... pensei em ficar mais, no entanto fomos embora...

12/07/14 (sábado) – Expresso às 6 horas no lugar de sempre. Com o pito aceso na área de fumantes do hotel, Smoke Oasis, pediram cigarro, também me pediram esmola, que neguei; em seguida, no chão da calçada dobrando a esquina, achei três dólares... Pode? Acabara de reclamar ao meu companheiro como havia pedintes pela cidade e que jamais imaginei isso... Linha 2 para ir ao zoológico do Bronx; havia um trecho em obras, cujo percurso era disponibilizado por ônibus. O Zoo do Bronx (NY), que tem entrada sugerida às quartas, fica longe de Manhattan e toma um dia inteiro de passeio... Os espaços dos animais são bem feitos, caracterizados, mas o zoo é muito grande, portanto se anda muito... Tem área de fumante. Abriu às 10 horas e saímos às 14h30. Ônibus de volta até a Rua 149, então tomamos a linha 2 do metrô, fizemos baldeação na 42, pegamos a linha 7 e descemos na Grand Central Terminal (grandcentralterminal.com). Andamos por toda a estação, seu entorno, incluindo o mercado embaixo, onde degustamos azeitonas verdes enormes... Também conhecemos o Bryant Park, atrás da Biblioteca Pública. Voltamos caminhando até o hotel e jantamos como todos os dias frutas e saladas na Rua 53, na rua ao lado do hotel. Fomos dormir cedo, às 21h30, acabados...

13/07/14 (domingo) – Fomos de metrô até o Lincoln Center (lc.lincolncenter.org), localizado no bairro Upper West Side (Broadway at 60th Street), que agrupa um conjunto de salas de espetáculo e abriga a casa da Orquestra Filarmônica ou Ópera Metropolitana e o Balé da Cidade de Nova Iorque. Em frente tem uma filial do outlet Century 21 (c21stores.com), onde compramos calçados ($362.93 no MoneyCard), também a Bed, Bath and Beyond (bedbathandbeyond.com), com coisas pra casa.

Pegamos o metrô novamente e passeamos pelo parque High Line Park (thehighline.org): trata-se de um elevado construído em 1929 para trens de carga na região mais industrializada da cidade; ficou abandonado; parte foi demolido e o prefeito queria demolir o que sobrou em 1999, quando dois arquitetos da vizinhança fundaram a associação “Amigos da High Line”; em 2002, convenceram o prefeito Michael Bloomberg a transformar a High Line em um parque único no mundo; toda a comunidade trabalhou no projeto e hoje é um dos pontos turísticos mais visitados da cidade, além de ser bastante interessante...

Na Rua 9, em pleno domingão, adquiri meu sonho de consumo: uma câmera fotográfica (paguei com o MoneyCard). Mais tarde feira de artesanato na Rua 50, onde comprei para Enzo uma toca ($10) e um conjuntinho do Homem Aranha ($15). Domingo à noite: o mundo estava na Times Square; daí gostamos mais... Compramos nas lojas: Aeropostale e Disney que é bem bacana e de onde trouxe uma jaquetinha do Homem Aranha. O dia foi muito bom! Aliás, foi o dia das compras. Compramos mocassins, camisetas, calça, o perfume da em promoção e a D7100... Voltamos duas vezes ao quarto para deixar as sacolas. Enfim bateu aquela febre das compras, nada insano, mas compramos mais coisas do que pensávamos em comprar...

14/07/14 (segunda-feira) – Passamos quase o dia inteiro ao lado da Green Lady – símbolo norte-americano de Liberdade e Esperança... Tivemos que escolher no NY CityPass entre: Cruzeiro pela Circle Line (Circle Line Harbour Sightseeing Cruise) – passeio de barco de 2 horas para explorar NY da água e apreciar vistas da cidade, passando perto da Estátua da Liberdade; ou Estátua da Liberdade e Ilha Ellis (Statue of Liberty & Ellis Island Ferry) – passeio de barco para a Liberty Island para ver o ícone da cidade de NY, a Estátua da Liberdade (sem subida à Coroa) e Ellis Island para ver o Ellis Island Immigration Museum.

Atenção: Um ingresso diferente é requerido para entrar na Estátua da Liberdade e no deck de observação. Tanto no deck de observação da Estátua da Liberdade, como no edifício da ONU, em ambos os casos é necessário reservar com muita antecedência... Vale lembrar que se você não faz questão de chegar ao pé da Estátua da Liberdade e já se contenta em vê-la na água, mas de longe, é só pegar a balsa gratuita, Staten Island Ferry, que sai a cada meia hora próximo da Wall Street. A balsa comporta um número grande de pessoas e dá para ver o símbolo americano; não se vê de tão perto assim, mas o que vale é a vista da cidade... Statue Cruises (statuecruises.com) é a única maneira de chegar à Estátua da Liberdade e Ilha Ellis (saídas diárias de Battery Park e de Liberty State Park).

No final da tarde passamos pela Union Square (unionsquarenyc.org) que concentra várias lojas como a Best Buy e Forever 21... Chegamos na informações turísticas próximo do hotel por volta das 18 horas e descobrimos que não havia disponível nenhum dia para visitar a ONU (47th Street and 1ª Avenue), visita guiada: (un.org/tours), bilhetes: (http://visit.un.org). Jantamos no Carnegie Deli (carnegiedeli.com – 854, 7th Avenue at 55th Street), cujo teto do lugar apertado é feio, as mesas são muito juntas, o cardápio estava nojento e rasgado... Só asiáticos servindo... Pedimos cerveja doméstica Brooklin; trouxeram na garrafa; pedi copo; veio de plástico... Pedi salmão grelhado e o Marcos o hámburger (sem tempero, no pão seco e duro), cujo lanche me parece que todo mundo pede o mesmo... Na conta o serviço era de 15%, 18% ou 20%, respectivamente, caso gostasse muito do serviço, cujo valor era para deixar em cima da mesa e a conta se pagava no caixa ($73): método confuso... Como não gostei de nada, nem os 15% mínimo do serviço, cerca de 10 dólares, não deixei... Quando saímos do restaurante estava chovendo. Esperamos um pouco em frente ao posto de informações turísticas e voltamos para o hotel... Na agência de viagem (não vimos nenhuma pela cidade), localizada no saguão do hotel, descobrimos que um passeio de um dia até o Niagara Falls, por exemplo, custava 600 dólares por pessoa! Um abuso! Através do celular vimos a previsão do tempo para os próximos dias; terça: 30º com chuva rápida; quarta: 25º com sol.

15/07/14 (terça-feira) – Hoje acabou o MetroCard; então saímos andando para se perder em Midtown... A região abriga alguns dos edifícios mais espetaculares de Nova Iorque, entre eles estão o Edifício Chrysler, que já foi o arranha-céu mais alto do mundo antes de ser suplantado pelo Empire State Building, e o Edifício General Electric, com a sua coroa característica e seu relógio na fachada. Fomos conhecer por fora o prédio da ONU, sede das Nações Unidas. Comprei selos postais... Permanecemos um tempo vendo a loja com objetos insólitos do MoMA: interessante, mas tem muita tranqueira... E voltamos ao hotel para descansar na hora certa, pois eram umas 14 horas quando caiu um pé d’água. Ficamos sentados um tempão no fumódromo do hotel olhando e comentando sobre os transeuntes... Aqui tem muita gente carregando sacolas de compras e mais compras, de todas as marcas... Jantamos mais cedo no lugar de sempre. Caiu outra chuva daquelas e não parou por mais de duas horas... A previsão acertou apenas na temperatura...

16/07/14 (quarta-feira) – Visitamos o MoMA que abre diariamente das 10h30 às 17h30. Pegamos o elevador até o ultimo andar e fomos descendo à pé. Apreciamos a “Les demoiselles d’Avignon” de Picasso e “A noite estrelada” de Van Gogh... Já passava do meio-dia quando saímos e andamos pela Quinta Avenida até o Flatiron Building. Tomamos sorvete italiano na praça que há na 5ª com a Rua 23, ao lado do Flatiron... Entramos na GAP (onde o Marcos comprou uma camisa de poá) e na descolada, mas escura loja da California Hollister. Visitamos a Biblioteca Pública de Nova Iorque, New York Public Library (nypl.org) e voltamos pela Broadway. Respondi aos e-mails no posto de informações turísticas, que tem vários computadores disponíveis, e lá pelas 17 horas voltamos para o quarto para arrumar as malas... No final do dia ainda demos uma volta pelo Central Park para nos despedir de NYC...

Pontos positivos da cidade: Nova Iorque é plana, as calçadas são ótimas, uniformes e sem obstáculo qualquer; os semáforos são mais rápidos (portanto o pedestre não espera tanto); as faixas de pedestres são excelentes, assim como a organização no trânsito, pois a maioria das ruas é de mão única; as ruas nomeadas com números sequencias ajuda muito na localização; a segurança em Manhattan traz tranqulidade, pois se pode caminhar pelas ruas até tarde da noite; os pequenos mercados que tem de tudo, incluindo muitos produtos take way, mas com lugares para se comer, o que difere de Londres, por exemplo; mobilidade no transporte público (metrô, embora super quente); saladas, vegetais e frutas, tudo fresco, em qualquer lugar que vimos... Com excessão da Times Square, não há poluição visual, mas sonora por causa dos muitos, muitos caminhões, carros de sorvete e, eventualmente, sirenes de ambulância ou bombeiros.

Pontos negativos: A maioria da população é seca, o povo não é atencioso e são meio “robóticos”; existem muitos pedintes pelas ruas; cigarro caríssimo (pouco mas de 12 dólares, portanto um maço de cigarros custa mais de 27 reais); poucos lugares para fumantes e quase nenhum cinzeiro disponível, o que contribui com a sujeira pelas ruas; bebidas alcoólicas caras (cada cerveja custa 8 dólares), comer também é caro, quase tudo acima do preço, por isso que existem muitos carrinhos de rua coalhados de gente, aliás muita gente come assim, cuja marmita de arroz com frango, entre outros cremes e condimentos, custa seis dólares; os hoteis são caros demais; os shows da Broadway são caros, por isso não fomos a nenhum; as entradas nos pontos turísticos sempre são confusas; a maneira como se prova as roupas nas lojas eu achei estranho; a fama da cidade é meio sem sentido, a não ser pelo consumismo de marcas famosas... Excluindo as grifes, o interessante em Nova Iorque, assim como em São Paulo, me parece similar: cultura, shows e restaurantes...

Notas: Ambos elegemos o edifício Impire State como a melhor atração de Nova Iorque, seguido pela Green Lady. Das atrações que menos gostamos foi do MNHN, talvez porque esperávamos muito do lugar... Em relação às compras é verdade que podemos encontrar alguma peça do vestuário de marcas famosas mais em conta, no entanto uma camisa da Gant (cuja loja não encontramos) ou Mirto, por exemplo, era tão cara como aqui em São Paulo; um terno da Zegna era o olho da cara! Havia anotado no roteiro visitar uma capela consagrada a São Sérgio, perto de Nova Iorque, e outra sala-capela de São Sérgio na sede do museu Nicholas Roerich Museum, o qual não visitamos... Não deu tempo de visitar o Museu “Intrépido” (intrepidmuseum.org), um navio para transporte usado durante a Segunda Guerra Mundial, ancorado no Pier 86, transformado no Museu Marítimo-Aeroespacial, que abriga o submarino USS Growler, o Concorde da British Airways e o Pavilhão do Ônibus Espacial. Também não fizemos o tour pelo Carnegie Hall, nem pelos estúdios da NBC, tampouco pelo Radio City Music Hall (maior teatro do país, localizado no centro de Midtown)... As últimas fotografias registraram o nosso jantar e o café da manhã de todos os dias...

17/07/14 (quinta-feira) – Pegamos um táxi até o Aeroporto JFK (60 dólares). Voo American Airlines: AA 179, New York (JFK) to San Francisco (SFO), às 10h30. Classe de Cabine: Executiva. Assentos: 7A e 7C. Código de Reserva: I. Tipo de Aeronave: 32B. Duração da Viagem: 6h20m. Almoço: Nhoque de abóbora (com espinafre sauté e molho cremoso de abóbora e sálvia), Camarão à scampi (com molho cremoso de alho e tomate assado, servido com polenta cremosa e aspargos assados), Salada ao estilo asiático (alfaces crocantes servidas com laranjas mandarinas, cenouras e soja fresca e, se quiser, pode pedir um espetinho de frango à teriyaki).

Enquanto eu aguardava na fila para passar pelo controle de segurança no Aeroporto de Nova Iorque um primeiro policial federal me disse que eu não precisaria retirar o calçado. Logo em seguida, mais próximo do raio-X de bagagem, outro guarda mandou que eu tirasse o tênis para entrar na máquina de scanner corporal, a qual eu nunca tinha visto... Lembrei de uma reportagem que li a respeito do processo gerar uma imagem tridimensional dos indivíduos escaneados e pensava que aquela máquina “vê” as partes íntimas dos passageiros... Será que verão o meu pênis? Uma policial gesticulou com as mãos para que eu avançasse e entrassse na dita máquina... Paralelamente, eu retirava o tênis dos pés, meio que desajeitado porque não havia lugar em que eu pudesse me apoiar... Ao mesmo tempo vi a pessoa da frente dentro da máquina virar o corpo à direita, ficando de lado para os policiais e erguer os braços pra cima da cabeça. Entrei no instrumento de segurança e fiz o mesmo sem olhar para o chão; aliás meus olhos estavam fixos pra frente, olhando o infinito acho eu... Simultaneamente havia uma agitação de gente aliada à barulheira normal de qualquer aeroporto, enquanto a mesma guarda falava em som alto alguma coisa em inglês que eu não entendia... Pelo tom de sua voz tive a sensação de que ela estava agitada ou nervosa com alguém... Daí começou a “gritar” algo e nem percebi que era comigo... De repente, pude sentir que seus “berros” estavam mais próximos, bem ao meu lado... Então, lentamente virei a cabeça para o lado esquerdo, em sua direção, e percebi que o negócio era comigo mesmo... Em voz alta e com seu braço esticado ela apontava repetidamente para o chão... Eu, ainda com os braços levantados, abaixei a cabeça e olhei pro solo, foi quando vi o desenho de duas marcas de pés pintadas de cor amarela... Nesse momento entendi que ela estava mandando eu pisar no sinal. De modo devagar posicionei os meus pés na demarcação indicada – para isso tem que se abrir bem as pernas – e voltei a cabeça na posição anterior, ou seja, olhando pro além... Assim permaneci algum tempo, talvez meio minuto, quando ela novamente começou a berrar repetidamente: “Go! Go! Go!” Eu não sabia que a utilização daquele equipamento era tão rápida, poucos segundos, e eu permanecia lá dentro, tranquilo e sem cerimônias, com uma fila enorme atrás aguardado a minha boa vontade...

Foi difícil encontrar o Lounge no Terminal 8, Saguão C, 3º piso, após passar pela segurança, em frente ao Portão 42... Depois de conhecer o dito meio rídiculo, com quase nada, andamos pelo aeroporto... De repente, fomos anunciados pelo autofalante... Todos já haviam embarcado quando chegamos no portão; e sem explicação qualquer rasgaram nossos bilhetes de embarque e nos deram outros: ganhamos upgrade para First Class! O comissário de bordo sugeriu que eu mudasse de lugar para sentar próximo ao Marcos; seu atendimento foi muito superior ao das comissárias da executiva na viagem de ida... Aliás, este foi o primeiro norte-americano que julguei, depois de 10 dias, solícito e gentil... Muita champanhe... De diferentes artistas ouvi várias músicas dos anos 80 e 90: “Ladies Night”, por exemplo. Mas a melhor e atual foi ouvir repetidamente “Viva la vida”! Pensa: Sentado confortavelmente numa super poltrona da primeira classe, 3A, do voo 179 da American Airlanes, atravessando os Estados Unidos num voo doméstico de Nova Iorque para São Francisco, portanto do leste para oeste, champanhe na taça, um dia lindo, ouvindo “Viva la vida”... Falta algo? Diria que não, caso pudesse fumar à bordo como antigamente... Bons tempos...

Chegamos em San Francisco, na Califórnia (CA), às 13h50... e logo encontrei um fumódromo. Tomamos um táxi para o hotel. Quando fui pagar o que estava marcado no taxímetro, 51 dólares, dei o dinheiro exato, daí o motorista indiano começou a falar um monte que a gente não conseguia entender... Foi uma confusão repentina, sem sentido... Determinei ao Marcos: pergunte a ele quanto falta! Ele respondeu: dois dólares de taxa... Ô gente complicada... O quarto do hotel (Standard room double) é muito bom, apenas o chuveiro baixo. Tínhamos ficado em dúvida entre o Radisson Hotel Fisherman’s Wharf (radisson.com), 250 Beach Street (que era 300 reais mais barato), e o Pier 2620 Hotel Fisherman’s Wharf (pier2620hotel.com), 2620 Jones Street. Número da solicitação de compra no Decolar: 28958425. Nota: Foi cobrado no cartão de crédito 4.089,53 reais, em 23/04/14.

Logo fomos andar no entorno da Rua Jones; também até a orla próxima. O hotel fica no Fisherman’s Wharf – um bairro com bastante hotéis. Estava muito frio e uma garoa bem fina. Tudo arrumado, muitas floreiras, coalhado de gente... Poucos metros à frente percebi que na calçada do lado oposto da rua tinha um monte de gente parada olhando para o lado de cá... Havia um homem agachado na beira da calçada, bem escondido atrás de um galho de árvore, que quase não se enxergava... Já próximos, ele retirou subitamente o galho de sua frente, assustando assim os pedestres distraídos que passavam ao meu lado... O Marcos levou um baita susto! A rua inteira riu! Foi hilário. Eu caí numa gargalhada porque não percebi que o Marcos estava tão desatento... Conhecemos o famoso Píer 39, com seus leões-marinhos, os quais estavam em menor número porque nesta época do ano eles migram pra procriar onde é mais quente... O lugar é bacana, bem pra turista, com um monte de lojas e restaurantes... Estávamos perto de outros piers também... Conhecemos o gratuito Museu Mecânico: super interessante. Na caminhada de volta paramos para ver o “homem-árvore” assustar algum pedestre... Rimos muito de duas jovens asiáticas totalmente distraídas que até gritaram devido ao susto... As pessoas que assitiam davam algum trocado praquele “assustador”... Comemos um lanche no McDonald’s, que no Brasil é bem melhor, e fomos dormir cedo, às 20 horas, pois devido ao fuso horário de menos três horas de NY estávamos exaustos...

18/07/14 (sexta-feira) – Buffet de café da manhã surpreendente e em promoção: 20 dólares por pessoa. Julgamos melhor e mais saboroso do que no Hilton de NY. Estava frio e uma garoa bem fininha... Levamos roupas de frio porque em julho, mesmo no verão, faz frio por causa da neblina e o vento é gelado, geralmente. Compramos o tíquete do BigBus (US$50). Fizemos a volta completa por duas vezes, que dura cerca de duas horas cada percurso. Da primeira vez fomos dentro do ônibus, depois encima porque o tempo estava melhor. Quando passamos pela ponte Golden Gate Bridge o vento cortava até o pensamento... Descemos do ônibus e logo fizemos outro passeio: Scape from Alcatraz – 90 minutos de barco até a ponte e duas voltas entorno da ilha de Alcatraz (antigo presidio que hoje funciona como museu): bem interessante... Eram 15h45m e estava um vento frio horroroso, mas com Sol, cujos raios nos queimaram no rosto e a gente nem percebeu... Caminhamos pela costa entre a Bay Bridge e o Fisherman’s Wharf, cuja reta tem algumas das vistas mais marcantes da cidade com ambas as pontes (Golden Gate e Bay Bridge) e a ilha de Alcatraz... Voltamos ao hotel e nos preparamos para o jantar de logo mais na casa do primo... Liguei do quarto para ele e combinamos que daqui uns 30 minutos chegaríamos em sua casa...

Ele mora na mesma avenida do Da Vinci Villa Hotel SF (davincivilla.com), há uns 5 quarteirões do hotel em que estávamos hospedados. 2500 Van Ness Avenue # 5, San Francisco CA zipe 94109 (fone 415 346-9443). Ele desceu para abrir a porta do prédio de três andares... Todos um tanto nervosos, num clima tenso inicial... Eu tomei a iniciativa de o abraçar e beijar... Primeiramente trocamos presentes: eu lhe dei os sabonetes e o cachecol que Celina mandou, ele também nos deu cachecóis, algumas pirâmides, mais três girafinhas (uma de metal colorido e um casal de saleiro e pimenteiro) especialmente pra mim... Já na cozinha ele tentou abrir uma garrafa de vinho húngaro, mas devido ao seu nervosismo ainda aparente não conseguiu; o Marcos quem abriu. À mesa estavam três molheiras de porcelana: uma continha salsa mexicana, outra molho de abacate e na última pesto, servidos em salgadinhos de batata e de milho. Experimentei todos, mas repeti apenas a salsa mexicana, que estava maravilhosa, divina! Elogiei e perguntei como ele fez... Então soube que só a salsa era comprada pronta, todo resto foi ele mesmo quem fez... Comentei rindo: Puts fora! O cara vem pela primeira vez na casa do fulano, quer agradar e elogia justamente a única coisa que fulano não fez!?... Todos rimos. Achei que a partir daí foi que a gente se discontraiu... De entrada também teve Pão de queijo, Acarajé e Batata cozida com repolho (receita de sua avó). Após o jantar, cujo menu foi Sopa de cogumelos com páprica, Fricassê de frango e arroz, Lily chegou... Tomamos outro vinho que ela comprou... Foi uma noite bastante agradável. Conversamos muito; tiramos várias fotografias. Saímos da casa dele às 00h30 minutos... Ficou combinado que ele nos apanharia no hotel às 9h30 do dia seguinte para um tour pela cidade...

19/07/14 (sábado) – Ele chegou na “Jezebel” (nome que Lily deu ao carro) às 9h45. Demos uma volta pela orla e fomos até a sua casa apanhar Lily; que acabou não indo junto... Passeamos pela região embaixo da ponte, onde há um prédio-museu. Visitamos um mirante localizado numa região mais acima da ponte. Fomos para o outro lado da baía. Atravessamos a Golden Gate e seguimos para Sausalito, onde chegamos por volta das 13 horas. Andamos um pouco por lá e retornamos... Passeamos por Mill Valley e vimos sequoias num parque... Paramos em outro mirante para fotografar a ponte... e andamos num parque do outro lado da ponte, onde há uma praia de areia e pedras, e de onde se tem a melhor vista da Golden Gate... Avistei pelicanos sobrevoando o lugar... Depois fomos num lugar com campo de golfe; em seguida andamos pelo Castro (um bairro gay, alternativo e divertido) e conhecemos algumas lojas. Jantamos num restaurante texano/mexicano, por volta das 20 horas, West of Pecos (westofpecos.com). O dia foi ótimo. Passeamos bastante. Eu pedi para que ele passasse em um posto a fim de abastecer o carro, pois havia dito que a gasolina seria por nossa conta; no entanto ele enrolou e terminou nos proporcionando um passeio gratuito... Em San Francisco é necessário carro porque as coisas são longe... Não dá para ir andando do centro até a Golden Gate, por exemplo. Existe um passeio de bicicleta que é bastante popular, aliás se vê muitos turistas pedalando ao redor da cidade, até na Golden Gate. As pessoas alugam uma bicicleta, pedalam até Sausalito e pegam o Ferry para voltar... Outra opção é um kart que cabe 2 pessoas e tem uma voz que vai detalhando todos os lugares turísticos e os caminhos para visitar... Visite: Tour San Francisco with the Story Telling GoCar (gocartours.com/our-tour-cities/san-francisco)!

20/07/14 (domingo) – Ele desceu a pé de sua casa até o hotel às 10 horas. Fomos conhecer o Trader’s Joe – mercado a um quarteirão do hotel, onde ele compra o vinho húngaro. Depois andamos pela orla até o Ferry Building, também conhecido como Market Place, que tem uma seleção incrível de lojas legais com tudo quanto é tipo de comida, incluindo uma loja de cogumelos que vende um kit de cogumelos que cresce até dentro de um quarto escuro... Degustamos ostras; experimentamos azeites... O Marcos comprou um anel de prata na feira de artesanato em frente ao mercado... Subimos à pé até a Union Square; entramos em lojas Andamos pelo centro até Chinatown. Ficamos um tempão tentando fotografar um bonde da Linha F, que liga o Castro ao Fisherman’s Wharf; na intenção de repetir uma linda fotografia que vimos... Depois subimos na “torre de pedra” no alto da colina Telegraph Hill, a Coit Memorial Tower, que proporciona vistas panorâmicas da cidade e da baía, principalmente da ilha de Alcatraz, que se vê melhor do que na Golden Gate... Andamos até a Rua das Flores, conhecida como Lombard Street – uma das ruas mais inclinadas do mundo e por isso ganhou essa coleção de curvas; a vista lá de cima é bacana, mas a melhor foto será a registrada lá debaixo... Resumindo: andamos muito pela cidade, quase o dia inteiro. Já na casa dele, tomamos batida de maracujá que ele preparou, conversamos bastante e comemos algumas sobras de anteontem, e no final o bolo russo que ele havia comprado para servir de sobremesa na noite do jantar, mas esqueceu... Saímos de sua casa às 22h30m. Na Califórnia é proibido tomar bebida alcoólica na rua; exceto se o recipiente estiver coberto... Os bares funcionam até uma hora da manhã, no máximo... Tais regras me pareceram se tratar de um “falso moralismo”...

21/07/14 (segunda-feira) – Pela manhã andamos de Cable Car (bonde) e Muni pelas ladeiras de San Francisco. Degustamos na The Cheesecake Factory, 8º andar da Macy’s, o original cheesecake... Na GAP o Marcos comprou uma linda camisa cor-de-rosa. Revimos parte de Downtown San Francisco... Como a gente já tinha visto a Golden Gate de tudo quanto é jeito, exceto caminhado à pé por ela, então tomamos dois ônibus para ir até lá... Voltamos com um ônibus até o forte e andamos até o hotel... Paulo chegou às 18 horas e às 19h30 fomos jantar num restaurante típico italiano onde havíamos reservado: Cioppino’s on the Wharf (cioppinosf.com), na Rua Jefferson, no cais. Andamos até a antiga fábrica de chocolate Ghirardelli e mais tarde nos despedimos...

Notas: Ao redor de San Francisco tem ainda a cidade universitária Berkeley e Napa Valley – onde eu gostaria de ter ido para experimentar vinhos, mas não deu tempo... Na costa norte tem Mendocino... Rumo ao norte: Yellowstone National Park, que não foi desta vez...

22/07/14 (terça-feira) – Após o café da manhã dormimos mais um bocado, pois tanto o horário da saída do hotel como o de apanhar o carro era às 12h. Arrumamos as malas. Check-out. Andamos com as malas até a Avis na Rua da Praia, há três quadras do hotel: Fisherman’s Wharf, Anchorage Square Shopping Ctr. 500 Beach Street, Ste 120, San Francisco, CA 94133. Antes de pegarmos o carro numa garagem ao lado, comprei um mapa da Califórnia ali próximo... Verificamos o carro; não conseguimos abrir o porta-malas para enfiar as bagagens; um homem do estacionamento ajudou...

No dia 24/04/14 alugamos o carro com a Avis.com. Car class C: Intermediate Chevrolet Cruze 2/4DR/5PSGR (A) A/C ou similar. Your reservation is confirmed (avisreservations@avis.com). Reservation number 1733-0391-BR-1. Your estimated total 691.20 USD. Gentileza encaminhar o comprovante de depósito ou a autorização de débito escaneado para o e-mail (gsa@avis.com.br); o que fizemos no dia seguinte... Para melhor visualizar detalhes de adicionais em seu contrato, não esqueça no momento da retirada do veículo, solicitar junto à atendente da loja, a cópia do contrato do aluguel em português. Para retirada do veículo, deverá ser apresentado o número da reserva, sua carteira brasileira de habilitação, passaporte e cartão de crédito internacional.

Quando fiz o roteiro havia acrescentado o Lake Tahoe, cerca de 4 horas de San Francisco, passando por Vallejo, Sacramento (capital do estado) e Auburn; também o Sequoia Park National Forest (Springville). Soube que tanto Yosemite Park quanto o Sequoia Park existem sequoias-gigantes, cujas árvores eram o meu objetivo... Fiquei em dúvida entre qual dos dois parques conhecer; mas resolvi conhecer apenas o imperdível Yosemite National Park, localizado em Sierra Nevada Mountains (montanhas mais altas da América do Norte), cerca de 300 km (de 3 a 4 horas) a leste de San Francisco... Então a rota foi a seguinte: desde San Francisco pegamos a Highway 580 East sentido Manteca, em seguida a Highway 120 East para Groveland.

O GPS nos salvou! Tudo de bom, pois sair de San Francisco foi uma verdadeira confusão para nós... A viagem foi tranquila, no entanto sem parar em nenhum posto porque tinha que sair da auto-estrada... Muito diferente do que estamos acostumados... Tem muita “Highway e Interstate” pro meu gosto... Paramos num posto assim que saímos da estrada. A partir de então a Rodovia 120 ficou mais pitoresca. Paramos num café na subida sinuosa da montanha, no Priest Station Cafe & Store (prieststation.com), cuja lateral tem uma área ao ar livre com mesas e um mirante bem bacana. Localizado em Big Oak Flat, próximo de Manteca, o lugar está numa bifurcação onde a Highway 120 se encontra com outras estradas rumo ou desde Yosemite. Chegamos no hotel que mais parece uma charmosa e encantadora casa d’avó e logo avistamos o estacionamento gratuito e público disponível no local.

All Seasons Groveland Inn (allseasonsgrovelandinn.com), 18656 Main Street, Groveland, CA 95321. Foi meio confuso abrirem a porta de entrada para nós, pois ninguém atendia... Check-in: meses antes, no dia 30/04/14, ao efetuar a reserva (número: 861.074.000, código PIN: 3255), através do Booking.com, foi cobrado no cartão de crédito 179,40 dólares referente a 100% da primeira diária (Preço do Quarto: US$318); no entanto o imposto não incluso de 10% e a taxa de eletricidade de US$ 4.50 por diária que o Booking nos informou não foi cobrado; portanto pagamos o mesmo valor em dinheiro relativo a mais uma noite no local, cujo troco foi entregue depois... A mulher que tentou ser simpática nos deu os recibos, a senha de acesso para Wi-Fi gratuito, uma lista de restaurantes da cidade, também desenhou num papel alguns pontos de interesse do parque. Depois ela nos mostrou o quarto, deu as chaves e explicou o sistema para abrir a porta da rua: complicado... Nós reservamos um quarto chamado “Eagle’s Tower” (foto do lado esquerdo da tela), entretanto ficamos no “Yosemite Falls” (duas fotos abaixo). Eu sabia que tinha reservado um quarto com varanda, mas na hora não reclamei, apenas comentei com meu companheiro... Analisando posteriormente as diferenças de comodidades percebi que a relevância era a varanda mesmo, mas foi melhor assim, pois o primeiro que fica no andar de cima inclui lareira e telescópio (ambos objetos desnecessários para mim), já o segundo que fica no térreo contém cachoeira (totalmente dispensável, tanto que desliguei durante nossa estadia) e entrada lateral privativa – o que foi bastante prático em sair do quarto para fumar, embora não fiquei sabendo se podia fumar na varanda do outro quarto...

Não havia sequer onde colocar aquele monte de cobertas e travesseiros dispostos em cima da cama queen-size, quem dirá onde guardar as malas? Botei tudo num canto do chão e dei o meu jeito mudando as cadeiras de lugar. Percebemos que o registro da banheira de hidromassagem estava quebrado e caia se não abrisse com cuidado... Enfim, como reza aquele ditado: “por fora bela viola, por dentro pão bolorento”... Logo escapamos para abastecer o tanque, pois sabíamos que a gasolina é mais barata fora do parque, e fomos dar uma volta por Groveland. A cidadela é tão pequena que voltamos ao hotel para estacionar o carro e saímos a pé... Jantamos no lugar que julgamos ser o mais pitoresco da cidade, no Iron Door Saloon (iron-door-saloon.com); bem depois soubemos que se tratava do mais antigo salão da Califórnia... Uns caras tocando umas músicas, uns rifles e uns bichos empalhados pela casa, placas de carro e muitas cédulas de 1 dólar no teto e pelas paredes compunham a decoração... A comida estava muito boa, porém cara: US$ 65,47 + 15% de serviço.

23/07/14 (quarta-feira) – O café da manhã, que estava incluído na tarifa do quarto, foi uma verdadeira ladainha... Já era de se esperar, uma vez que eu já achei estranho ontem, quando ela nos informou sobre a necessidade de marcar um horário para o nosso breakfast... Permanecemos durante quase uma hora sentados à uma minúscula mesa que mal cabia as xícaras e os pratos, ainda continha um vasinho de flor que só atrapalhava, de uma pequena sala com cara de vitoriana, ou jeito de elegante obsoleto. Ao nosso lado estava uma família asiática. Sozinha ela fez muitas perguntas. Trouxe uma coisa de cada vez. Trazia e retirava; novamente trazia e retirava; e assim por diante se deu aquela lengalenga... Deu vontade de ir à cozinha pegar o que eu queria, pra não dizer que sair correndo seria a ação mais adequada... Finalmente pé na estrada, pois estávamos cerca de 40 quilômetros do Parque Nacional Yosemite – dizem que o urso Zé Colmeia mora lá! Após passar pelo portão de entrada, seguimos pela estrada até a linda vista do túnel, Tunnel View. Depois vimos um dos marcos mais emblemáticos de Yosemite: El Capitan – um paredão rochoso com 900 metros de altura. Passamos o dia todo na região central primeiramente, onde fica Yosemite Village, com o Valley Visitor Center e sequoias-gigantes, e depois na região norte, onde está o lindo lago Tenaya Lake e mirantes com cânions do parque. Voltamos para Groveland, abastecemos o carro e jantamos na Pizza Factory (pizzafactory.com/locations/groveland).

24/07/14 (quinta-feira) – Após o café da manhã que foi um pouco mais rápido desta vez: adeus Groveland... Durante toda a manhã visitamos a lado sul do parque, onde fica o outro Visitor Center, ao lado do Wawona Hotel. Caminhamos pelo Bosque Mariposa (Mariposa Groove), onde estão as sequoias-gigantes mais famosas como a “Monarca Caída” (Fallen Monarch – cuja árvore caiu há mais de 300 anos), “A Solteira e as Três Graças” (The Bachelor & Three Graces), a “Urso Gigante” (Grizzly Giant – uma das mais altas do parque, cuja idade é estimada em 1.800 anos), a “Árvore Tunel” (Tunnel Tree – esculpida em 1895 para permitir a passagem de carruagens puxadas por cavalos), entre outras como a “General Sherman” e a “Clothespin Tree”. Muito legal, elas são lindas! Não conhecemos o Glacier Point, mirante que revela a Sierra Nevada porque a trilha é um tanto longe da estrada e não daria tempo de fazer sem correria...

Saímos de Yosemite pelo sul às 13 horas e fiz com o mapa em mãos todo o percurso que eu estudei anteriormente: sair do parque pelo sul, através da CA-140 E, que passa por Mariposa, rumo a Carmel (cerca de 4 horas). Passamos por Merced; paramos em San Juan Bautista às 16 horas para abastecer o tanque. Passamos por plantações de pistache. Na beira da estrada paramos num estabelecimento que vendia frutas frescas, cuja senhora de El Salvador perguntou em espanhol se a gente era “pareja”... Dei moedas de 1 real, 50, 20 e 5 centavos de regalos, pois ela me pediu porque coleciona moedas... Paramos em Hollister, no The Grove Leal Vineyards (lealvineyardsgrove.com). Já em Salinas coloquei no GPS o endereço (sem o número) do hotel em Carmel – onde chegamos às 19 horas... Portanto, não conhecemos San Jose, Santa Cruz, tampouco Monterey, cuja cidade tem um aquário e é ligada à Carmel por uma estrada que se chama 17 Mile Drive, com praias habitadas por lontra-marinha (sea otter)...

A voz de uma portuguesa do GPS nos levou diretamente à praia de Carmel, passando em frente ao Carmel Village Inn (carmelvillageinn.com), localizado na Ocean Avenue & Junipero Street, Carmel-by-the-Sea, CA 93921. Voltamos alguns quarteirões até o hotel com “cara de praia”, que tem uma ótima área de fumante, com mesas e cadeiras, num canto do estacionamento gratuito e público disponível no local, também acesso Wi-Fi gratuito. Fizemos o check-in e fomos andar. Tínhamos a reserva (número: 903793982, código PIN: 0261) do quarto com cama king-size (US$600 + imposto de 10%) através do Booking, datada de 27/05/14; portanto pagamos US$664. De pronto se percebe que Carmel é para ser explorada a pé, visitando os antiquários, lojinhas e cafés aos arredores da Ocean Avenue. Jantamos no The Grill (thegrillcarmel.com), na própria Ocean Avenue, com uma garrafa de vinho californiano: Estancia – Cabernet Sauvignon – Paso Robles, da Estancia Wineri (estanciawines.com), Acampo, CA.

25/07/14 (sexta-feira) – O café da manhã, que estava incluído na tarifa do quarto, foi uma surpresa porque a gente não esperava nada, mas teve torta de ovo e até iogurte. Situada em uma floresta de pinheiros acima de uma praia de areia branca, a vila de Carmel-by-the-Sea mede uma milha quadrada (1,6 quilômetros), aproximadamente. Assim como em San Francisco, o verão traz frequentemente névoa do litoral no início e final do dia. Descemos até a praia e o Marcos molhou os pés nas águas geladas do Oceano Pacífico. Andamos por quase toda orla; depois pela cidadela cheia de casas abastadas, cuja maioria apresenta em sua respectiva fachada diferentes caixas de correio – fotografei muitas delas. Passeamos de carro no entorno da cidade e passamos boa parte da tarde visitando o complexo da Mission San Carlos Borromeu (carmelmission.org), em cuja basílica ocorreu um casamento ao entardecer... Já num mercado próximo do hotel, compramos duas garrafas do mesmo vinho de ontem, que eu adorei, também salgadinhos e lanches, tudo para o nosso Happy Hour na área de fumante...

26/07/14 (sábado) – Tomamos o café da manhã sem iogurge desta vez e seguimos viagem pela Rodovia 1 rumo à Santa Bárbara. Seguimos pela linha costeira Big Sur, estrada que começa a 40 quilômetros ao sul de Carmel, tem 160 sinuosos quilômetros de praias, montanhas e penhascos capturados em várias cenas clássicas de cinema... Paramos na reserva de leões-marinhos: Point Lobos Reserve. Depois na Bixby Bridge, mas infelizmente a ponte estava totalmente encoberta pelo fog (nevoeiro)... No Parque Julia Pfeiffer Burns vimos a cachoeira McWay Creek, que despenca de um rochedo de 30 metros de altura. Há um túnel acessível a pé, debaixo da rodovia, que liga o parque à cachoeira. Nós não entramos no parque porque não havia vaga no estacionamento; paramos na estrada e dali descobrimos um caminho que leva até a cachoeira... Passamos por Gorda (onde paramos para um café) e pelo farol de Piedras Blancas Light Station (piedrasblancas.org), localizado pouco antes do Point Piedras Blancas – uma recente colônia de elefantes-marinhos (Elephant Seal). Cruzamos a entrada do Hearst Castle (hearstcastle.org), San Luis Obispo (uma das cidades mais antigas da região), Santa Maria e, antes de chegar em Santa Barbara, visitamos Solvang, fundada por imigrantes dinamarqueses em 1911, é uma cidade em estilo escandinavo (sair da Highway 101 à esquerda e pegar a 246).

Chegamos tarde no hotel Avania Inn of Santa Barbara (avaniainnsantabarbara.com), 128 Castillo Street, West Beach, Santa Barbara, CA 93101. Assim como os demais, este hotel tem estacionamento gratuito e público disponível no local e acesso Wi-Fi disponível em todo o hotel, gratuitamente. Tínhamos a reserva (número: 480062425, código PIN: 4736) do quarto Queen com duas camas Queen-size (US$568 + imposto de 12%) através do Booking, datada de 27/05/14; portanto pagamos US$638,16. Logo andamos pelo pier Stearns Wharf (stearnswharf.org), que tem uma estátua de golfinhos na entrada e área de fumante... Jantamos no Moby Dick Restaurant (mobydicksb.com), às 21h25, cuja conta foi de US$46.93 + 15% US$6.52.

27/07/14 (domingo) – O café da manhã, que também estava incluído na tarifa do quarto, continha ovos, mas não era bom, julgamos regular. Passeamos pela marina, porto e depois andamos até o centro pela State Street, com muitas lojas, cafés e restaurantes. Vimos o lindo prédio The Chamber of Commerce (sbchamber.org), a Macy’s de Santa Barbara, algumas igrejas etc. Encontramos uma sorveteria orgânica bem bacana, lá pelas 15 horas, a Rockin’ Yogurt (rockinyogurt.com), pedi um Frozen Yogurt Organic de sabor Blueberry Pomegranate, com Topping de Blueberry, que eu adoro: uma delícia! Novamente passeamos pela orla. No início do pier uma curiosidade, um jeito diferente de ganhar dinheiro: algumas pessoas estenderam lençois na areia da praia, cujos centros havia um pequeno recipiente com água ou qualquer coisa similar. O objetivo era para que o pedestre tentasse acertar moedas nos potes, desde cima do pier, sem qualquer tipo de prêmio, apenas por diversão ou passatempo, deixando assim tais cents como donativos. Em frente a cada lençol plaquinhas diziam: “Tente os copos que balançam” (Try the swinging cups), “Tente o olho do touro” (Try the bull’s eye), “Faça um desejo” (Make a wish)... Vimos a escultura “Arco-íris” e andamos até a porta do zoológico, Santa Barbara Zoo, onde pegamos um ônibus de volta ao hotel. No final da tarde conhecemos a igreja espanhola da Santa Barbara Mission (santabarbaramission.org). No mercado 7-Eleven, bem próximo do hotel, compramos lanches, pizza e comemos no quarto...

Fundada em 1782 e destruída por um terremoto em 1925, Santa Barbara está localizada entre o mar e as montanhas, ao longo de um trecho da costa do Pacífico conhecido como Riviera Americana (American Riviera). A 90 milhas noroeste de Los Angeles, aproximadamente, a cidade é célebre pelos vinhedos, praias e mansões de celebridades, como Neverland... Nota: Já ouvi muita gente que adorou Santa Barbara; nós não gostamos... Não tem nada de especial. Tem um pier com poucos restaurantes, pois a maioria está na State Street; porém sua a orla é melhor do que em San Diego. Os brasileiros têm uma “coisa” com os Estados Unidos que eu não consigo entender... Mil vezes qualquer cidade da Europa...

28/07/14 (segunda-feira) – De Santa Barbara fomos direto para San Diego, passando pelo norte de Hollywood, em Los Angeles, onde pegamos um trânsito daqueles... A viagem, que durou umas 4 horas com duas paradas, foi um tanto chata e cansativa, através da via US-101 S e I-15 S... De repente, vimos uma placa: Legoland California. Entramos. Pagamos US15 dólares pelo estacionamento completamente cheio e a entrada no parque lotado custou US78 por pessoa – caríssimo! É interessante, mas para crianças. Permanecemos no parque das 14 horas até umas 17h30... Chegamos às 19 horas no estacionamento do hotel ($35 por dia; a reserva informava: $30 per day), cujo manobrista do Valet Parking Services nos ajudou e demos mais $5 de gorjeta... Após um banho, andamos pela 5ª Avenida e no coração antigo da cidade, Gaslamp Quarter, onde estão vários restaurantes. Jantamos no Tender Greens Downtown San Diego (tendergreens.com), embaixo do hotel.

Tínhamos o Voucher (Osvaldo) de Confirmation (NBR 256/1443155, Our NBR 51861-66674), do quarto Room Type: Double 2 beds, datado de (Date of Issue): 30/04/14. Sofia Hotel San Diego (thesofiahotel.com), 150 West Broadway, San Diego, CA 92101. Hotel Category: Simple 3 Stars and a half. Contract: Please be advised a resort fee of $7.95 per night is to be pay locally by the guest at the time of check in, amount is subject to change without notice (taxa de resort a ser paga por noite no momento do check-in, cujo valor está sujeito a alteração). Aqui nasceu a Califórnia, ou seja, foi em San Diego que a primeira das 21 missões jesuíticas foi estabelecida em 1769.

29/07/14 (terça-feira) – Procuramos lugar para tomar café da manhã e fomos num indicado pelo hotel: Saint Tropez Cafe. Pedi um croque monsieur que veio com um monte de batata frita e o Marcos pediu ovos mexidos no croissant que estava horrível... Andamos pela orla, que não é muito bonita, mas coalhada de hotéis. Vimos o Marriott Marina/Convention Center, Horton Plaza, Hilton Bayfront, o Embarcadero e o Seaport Village... No Harbor vimos a estátua que representa a fotografia de Alfred; também o mais antigo porta-aviões da Marinha dos EUA do século 20: USS Midway Museum. Andamos até o bairro Little Italy, onde tomamos café. Compramos passes de dois dias para o ônibus. Fomos até a Old Town State Park, onde encontramos o 1º estabelecimento de nossa viagem que podia beber e fumar! Não quero mais sair daqui! Embora o lugar só vende charutos, vinho e cerveja. Descansamos das 14 às 16 horas. Depois pegamos o trem e fomos até San Ysidro, na fronteira com o México... Permaneci receoso porque além da confusão, tinha muita gente no lugar; mas foi bom porque descobrimos o Duty Free UETA (ueta.com | dutyfreeamericas.com), onde compramos dois perfumes, Montblanc Legend 100 ml ($65) e JP Le Beau Male 125 ml ($57). Notas: No Duty Free SP custava $71 e $91, respectivamente, em 07/07/14; o JP in Love 125 ml $86, o Joop 75 ml $53 e o Polo Red 75 ml $75. Levou cerca de 50 minutos para irmos e o mesmo tempo para voltarmos... Jantamos no Fogo de Chão (fogodechao.com): ótimo!

30/07/14 (quarta-feira) – Após o café da manhã no Panera Bread, fomos de ônibus ao Zoo de San Diego (CA), no Balboa Park... ($43 per person) Entramos às 9h13 e saímos pouco mais das 17 horas; nunca fiquei tanto tempo dentro de um zoológico. Jantamos próximo ao hotel, no Spike Africa’s (spikeafricas.com). No dia seguinte, 31/07/14 (quinta-feira), depois do o café da manhã no mesmo lugar de ontem, passamos o dia no SeaWorld San Diego ($78 per person) – adoramos! Jantamos no Rei do Gado (reidogado.net); foi bom, tem mais saladas, mas a carne do concorrente é melhor... Notas: Visitar Old Town de San Diego é estar em ¼ (o mínimo) de uma cidade típica espanhola da Colômbia, por exemplo. San Diego é grande, espalhada, com vários restaurantes na 5ª Avenida e na Old Town; porém estranha, coalhada de pedintes e de gente louca... Nós não gostamos...

01/08/14 (sexta-feira) – Às 8h15 abastecemos o tanque em Redondo Beach – Torrance. Devolvemos o carro no Aeroporto Internacional de Los Angeles (LAX – Los Angeles Intl Airport, 9217 Airport Blvd) e às 10h48 tomamos café... A princípio pesquisei como viajar de Los Angeles para o Grand Canyon; quis ir de trem, mas demora muito... Então mesmo com conexão em Fênix, preferi fazer um voo até Flagstaff (660 km), aeroporto localizado próximo do Grand Canyon, cerca de 150 km (90 milhas), e ali pegar outro carro... Também quis ficar hospedado na vila, mas é necessário reservar com muita antecedência no sítio do Grand Canyon Lodges (grandcanyonlodges.com), pois quando tentei fazer isso, em 23/04/14, não havia sequer uma reserva, nem no El Tovar Hotel (mais tradicional e antigo hotel do Grand Canyon), tampouco no Bright Angel Lodge (cujo restaurante tem uma vista linda para o Grand Canyon).

Voos US 0473 e US 2936. Origem-Destino / Saída-Chegada (assentos: 04A e 04C): LAX (Los Angeles) 12h40 – PHX (Phoenix, Phoenix Sky Harbor) 14h03 – GCN (Flagstaff, Flagstaff Pulliam) 15h10/15h56. Número dos bilhetes: 037 4866871847 e 037 4866871848. Data de emissão: 28/04/14. LOC (Localizador da reserva) IKAVMC. Formas de Pagamento: À vista. Valor Total: R$ 797,29 (USD 273,49).

No dia 29/04/14 alugamos outro carro similar para pegar em Flagstaff... Your reservation is confirmed: Reservation number 1775-4358-BR-6. Your estimated total 225.50 USD. Pick-Up / Drop-Off: FLG, Data/Horário: 01/08 (14h), Flagstaff Pulliam Airport (6200 S Pulliam Dr, Ste 105 Flagstaff, AZ 86001 US). Encaminhei o comprovante de depósito escaneado para o e-mail (gsa@avis.com.br) no dia seguinte...

The Dumplin’ Patch Bed and Breakfast (dumplinpatch.net), 625 South Linger Lane, Valle (Arizona), AZ 86046. Número da reserva: 541.868.509 | Código PIN 5370. Entrada: 01/08/2014 (a partir das 15h) | Saída: 03/08/2014 (até às 11h). Preço total do quarto: US$330 (imposto não incluso de 6.85%). Quarto com Cama Queen-size, TV a cabo, Wi-Fi gratuito e café da manhã incluso. Localizada a 30 minutos do Grand Canyon, esta hospedagem domiciliar (B&B) fica perto do Posto Avançado do Grand Canyon, na Rodovia 180, em direção a Flagstaff. O Museu do Ar Aviões da Fama, Planes of Fame Air Museum (planesoffame.org | valleairport.com) fica a menos de 5 minutos da propriedade. No dia 23/04/14 recebemos do Booking.com a confirmação da reserva e o contato (dumplinbooking@hotmail.com); também do hotel (dumplinpatch@gmail.com) o número de confirmação: Your confirmation number is #3753. Sub Total: $330.00 Tax: $22.60 Total: $352.60... No mesmo dia lhe escrevemos: Judith Mayes, Thank you for your confirmation! Please, I’d like to know how we can go from the hotel until the park... We will be without a car... Thank you, Best regards, Sérgio. Nota: Foi cobrado no cartão de crédito 352,60 dólares, em 23/04/14.

Enfim, após o voo com conexão, chegamos em Flagstaff às 16 horas. Tomamos café; ficamos um tempo do lado de fora desse pequeno aeroporto; pegamos o carro, cuja funcionária tentou explicar como funcionava o GPS quando começou a garoar... Foi fácil chegar em Valle, cuja estrada passa por Williams. Assim que entramos no estacionamento do hotel, dona Judith veio nos recepcionar. Mostrou-nos o quarto e combinamos de logo mais jantar no próprio lugar... Arrumei as coisas; tomamos banho; jantamos ($50); conversamos com ela e sua cozinheira; ainda permanecemos um tempo curtindo a noite vazia... O lugar é bem ermo.

02/08/14 (sábado) – Passei o dia de meu cinquentenário, aniversário de 50 anos, no Grand CanyonArizona. Logo depois que fotografei o nascer do Sol, pegamos o carro rumo à Tusayan – pela Highway 64 ou 180, em direção a entrada South Rim do parque – cidade a 15 minutos do Grand Canyon. Logo avistamos o aeroporto Grand Canyon National Park Airport – GCN (azdot.gov/about/GrandCanyonAirport), que tem várias operadoras de turismo de aviões privados e helicópteros. Primeiramente perguntamos o preço para um funcionário da Maverick (maverickhelicopter.com); mas como era muito cedo e o aeroporto ainda não estava aberto, fomos tomar expresso em Tusayan. Comentei que iríamos sobrevoar hoje às 15 horas... Às 7h24, no RP’s Stage Stop (rpsstagestop.com), degustei duas gramas de larvas secas (desidratadas), Larvets – Original Worm Snax, sabor especiaria mexicana (Mexican Spice), cujo pacotinho contém de 40 a 50 unidades. Eu gostei desse “salgadinho”... Voltamos ao aeroporto e desta vez fomos na empresa Papillon Airways (papillon.com), onde às 7h44 compramos o passeio Imperial Air Tour ($270 per person – $540 total), que dura cerca de 40 a 50 minutos, para hoje às 15 horas... Então voltamos ao hotel para tomar o café da manhã que é servido às 8 horas. Às 9h31 pagamos 25 dólares (por carro) válido por 7 dias, para entrar ao parque. Primeiro fizemos a parte leste, pela estrada Desert View Drive, com vistas maravilhosas como Duck on a Rock Point, Grandview Point, Pipe Creek Vista e dirigimos até o centro de visitantes Desert View Visitor Center, onde há uma torre que serve como mirante.

Às 14h30, estávamos na sala de embarque do aeroporto... Sobrevoamos num helicóptero Eurocopter EC-130, com capacidade para 6 passageiros + piloto, janelas super grandes e comunicação de pessoa para pessoa. Todos acomodados quando o piloto se virou para trás e apresentou-nos seus dois filhos (que estavam sentados ao seu lado, na frente), sua esposa e amiga (que estavam sentadas conosco, na parte detrás do helicóptero). Nos apresentamos e partimos... Foram 45 minutos de sobrevoo! Vimos chuvas isoladas no horizonte; atravessamos por uma delas; vimos até búfalos pastando numa região próxima. Num determinado ponto do passeio todos cantaram Happy Birthday pra mim! Foi bem bacana... No término compramos uma foto-lembrança da Flight Photos ($20). Voltamos ao parque e fomos até o Grand Canyon Village, que fechou as portas assim que chegamos. Antes paramos para um café em Tusayan e vimos veados na estrada... Como já estávamos cansados, era tarde e começou a garoar, resolvemos voltar... Eram cerca de 19 horas quando, em Tusayan, jantamos num restaurante de comida mexicana, Plaza Bonita Tusayan (casabonitaaz.com): US$79,37 + 15%. O dia foi excelente!

03/08/14 (domingo) – Após o café da manhã, dona Judith pediu para que espetássemos um alfinete sobre a nossa cidade no mapa-múndi pendurado na parede de sua sala de estar... Disse-nos ser a segunda vez que hospeda brasileiros em sua casa... No quadro estava identificado apenas a cidade do Rio de Janeiro. Agora São Paulo também! Ainda tínhamos a manhã toda antes de nosso voo de volta para Los Angeles, marcado para às 15 horas. Então voltamos ao parque para conhecer melhor a parte do Grand Canyon Village, com a espetacular vista Mather Point... Stephen Tyng Mather (1867-1930) lançou as bases de serviço do Parque Nacional, definindo e estabelecendo políticas sob as áreas que devem ser desenvolvidas e conservadas intactas para as futuras gerações, segundo frase na placa local (transcrita abaixo). Um dos mirantes que eu mais gostei foi o Navajo Point!

Stephen Tyng Mather – He laid the foundation of the national park service. Defining and establishing the policies under which its areas shall be developed and conserved unimpaired for future generations. There will never come an end to the good that he has done.

Às 13h25 abastecemos o carro no posto Shell, Peak View Market, já em Flagstaff, para devolver o carro no aeroporto da cidade. Voos US 2961 e US 0695. Origem-Destino / Saída-Chegada (assentos: 04A e 04C): GCN 15h – PHX 15h47/17h – LAX 18h24.

Escolhemos um hotel do Grupo Wyndham Hotels and Resorts (wyndham.com): Wyndham Santa Monica At The Pier (wyndhamsantamonicapier.com), 120 Colorado Avenue, Santa Monica, Los Angeles (LA) – Califórnia (CA) [Tania]. Voucher (Osvaldo): 6116-7947. Voucher de hotel Confirmation NBR: GJ00792/01. Our NBR: 6116-7947. Date of Issue: 30/04/14. Room Type: Twin Room (janelas vedadas). Board Type: Room Only. Nights: 5. Check-in: 03/08/14. Check-out: 08/08/14. Booked and payed by Travco (Reservado e pago por Travco).

A melhor pontuação desse hotel, que tem um McDonald’s em frente, é de sua localização a poucos metros do Pier de Santa Monica (santamonicapier.org), cujo parque de diversão, Pacific Park, tem uma grande roda-gigante, e da rua de compras Third Street Promenade (downtownsm.com). Já a pior é do serviço de café da manhã que não é buffet, é à la carte, mal servido, atendimento ruim e caro... O voo atrasou para sair de Fênix; ficamos uma hora dentro do avião parado na pista. Depois ele voltou ao portão de embarque porque assim o piloto regulamentou (por ter ultrapassado seu horário de trabalho) e todos desembarcaram... Esperamos por mais uma hora um novo piloto e todos embarcaram novamente... Já era tarde quando chegamos de taxi no hotel...

04/08/14 (segunda-feira) – Tomamos café da manhã no hotel, que era buffet a 20 dólares por pessoa. Andamos pela 3rd Street, Pier Santa Monica, orla, no Tongva Park (parque ao lado do hotel, na Ocean Avenue). Enfim, conhecemos Santa Monica a pé... Mais tarde fomos no shopping Santa Monica Place (santamonicaplace.com), onde comprei uma mochila na Disney Store ($16.44). Jantamos no Al Mare – Ristorante Italiano, no Pier Santa Monica ($56.94 + 15% $7.80). Às 18h25 tomamos sorvete na Yogurtland; às 19h06 tomamos outro sorvete na Pinkberry (pinkberrygoodness.com), sorveteria localizada no número 1456 do passeio público, ou seja, na famosa Rua Terceira, coalhada de lojas.

05/08/14 (terça-feira) – Logo cedo encontramos uns brasileiros no saguão do hotel; eles nos deram cartões válidos para o café da manhã buffet ($20 dólares cada)... Compramos no próprio ônibus dois tiquetes de um dia (cuja motorista explicou), da Linha 704, que liga Santa Monica ao centro de Los Angeles, através da Santa Monica Boulevard; descemos no ponto Fairfax Avenue... Passeio pela calçada da fama, Hollywood Walk of Fame, e às 11h30 fizemos um Guided Tour pelo teatro Dolby Theatre ($14 dólares cada). Depois caminhamos pelo bairro Sunset Strip, na Sunset Boulevard, em West Hollywood, Los Angeles... Descemos a Palm Avenue até a Santa Monica Boulevard, descansamos um pouco no Yogurt Stop... Pegamos o metrô e descemos no centro da cidade (Downtown), onde vimos o prédio do MOCA (Museu de Arte Contemporânea de Los Angeles), na Grand Avenue, também o moderno edifício do Walt Disney Concert Hall. Na 555 West Temple Street, conhecemos a psicodélica arquitetura da Catedral Nossa Senhora dos Anjos, Cathedral of Our Lady of the Angels (olacathedral.org). Voltando visitamos o Hollywood Forever Cemetery – localizado na Santa Monica Boulevard – abriga grandes nomes da cultura norte-americana. Criado em 1899, o amplo espaço guarda os restos mortais de astros do cinema de antigamente como Rodolfo Valentino, Douglas Fairbanks e Tyrone Power, e astros da música como o beatle George Harrinson e o roqueiro Johnny Ramone (cujo mausoléu abriga sua estátua segurando uma guitarra). Ainda andamos por Beverly Hills; no cruzamento da Carmelita Avenue, descemos a Rodeo Drive até a Santa Monica Boulevard... Ônibus de volta. Ficamos acabados...

06/08/14 (quarta-feira) – O pior dia de nossa viagem! Depois do café da manhã tentamos pegar o ônibus para ir aos estúdios de cinema de Hollywood... Nenhum parou. Na 2nd Street, fomos numa agência de turismo indicada, Amazing Los Angeles Tours, onde compramos dois tiquetes de One-Day Pass para visitar a Universal Studios à tarde... Às 11h47 sorvete na Pinkberry ($4.95). Eles nos apanharam no hotel às 13 horas. Trânsito no caminho. Passamos algumas horas por lá e às 19 horas pegaram a gente na área do estacionamento... Voltamos tarde de Los Angeles... Lanchamos no McDonald’s e às 21 horas tomamos sorvete na Pinkberry novamente ($10.90).

07/08/14 (quinta-feira) – Compramos na Sears Santa Monica (302 Colorado Avenue) uma mala maior, uma mala de rodinhas para Enzo ($21.99), calça e camisetas ($333.52)... Também comprei um tênis azul cano alto na loja da Nike ($120.45). Jantamos no The Albright – Seafood, no Pier Santa Monica, às 19h04 ($49.28 + 15%). Depois, às 21h26, fomos tomar sorvete na Pinkberry ($10.90).

08/08/14 (sexta-feira) – Às 5h45 tomamos café preto no McDonald’s ($1.80). Às 06h07 tomamos café da manhã no Interactive Cafe ($23.05). Saímos do hotel às 11 horas e deixamos as malas guardadas no guarda volumes do hotel, que é gratuito. Andamos na Third Street Promenade onde, às 12h46, compramos algumas peças na Gap para gastar o pouco crédito que ainda restava no cartão... Às 15h12 sorvete na Pinkberry novamente ($7.95). Lounge no Aeroporto Internacional de Los Angeles: Terminal 4, no Nível do Saguão, em frente ao Portão 40. Voo American Airlines: AA 215, Los Angeles (LAX) to São Paulo (GRU), às 22h35. Classe de Cabine: Executiva. Assentos: 9A e 9B. Código de Reserva: I. Tipo de Aeronave: 777. Duração da Viagem: 12h10m. Peso da mala vermelha: 30 libras; mala roxa: 71 libras. Chegamos em São Paulo às 14h45 e descobrimos que uma das malas não veio...


13/08/14 – Oi Sergio, Boa tarde. Tudo bem? Gostaríamos de saber, como foram de viagem, o que achou do roteiro feito? E a executiva da American, gostaram? E sobre os hotéis, gostaram? Gostaria de fazer algum comentário ou sugestão? Quando possível nos mande um e-mail, ou passe na agência para nos contar, a opinião de vocês é muito importante para nós. Abraços, Osvaldo.

14/08/14 (quinta-feira) – De: Juliana, Para: Bmas, Gru (gru.bmas @ aa.com). Cc: Sérgio. Assunto: Violação de Bagagem AA TNBESB. Bom Dia Lucas, Conforme conversamos, segue documentos referente a violação de bagagem: LOC: TNBESB. PAX: Sergio Eduardo Sakall. BAG TAG: AA 453170. ITINERÁRIO: LAX/GRU 08 ago 14. Atenciosamente, Juliana.

15/08/14 – De: Bmas, Gru, Para: Juliana. Bom Dia, Segue localizador de seu processo TNBESB. Favor aguardar o prazo de 4 a 12 semanas para a resolução de seu processo. Em caso de dúvidas entrar em contato atraves do número (11) 4502-4000 e informar seu código localizador. Atenciosamente, American Airlines, Lucas Grotkowsky, Baggage Service GRU Brazil.

15/08/14 (no-reply@aa.com) – An update from American Airlines Central Baggage Service. This is American Airlines Central Baggage Service writing to let you know your documents have been received. You will be contacted as the status changes. We apologize for any inconvenience you have experienced and look forward to assisting you. To contact us, call 800-866-4010 within the U.S. or 972-425-5240 outside the U.S. TID Nº: 2014-08-1887. BMAS Nº: TNBESB. Thank You, Central Baggage Service.

20/08/14 (no-reply@aa.com) – An update from American Airlines Central Baggage Service. This is American Airlines Central Baggage Service writing to provide you with an update. We are sorry we were not successful in locating your property. Your file has advanced to our Claims Team for resolution. We will contact you again as the status changes. TID Nº: 2014-08-1887. BMAS Nº: TNBESB. Thank You, Central Baggage Service.

23/08/14 (no-reply@aa.com) – This is American Airlines Central Baggage Service writing to provide you with an update. A resolution of your claim has been determined and is being processed. As our Phone Representatives are not able to disclose or discuss the resolution, we ask that you give our written communication sent by U.S. mail 7-10 business days to reach you. TID Nº: 2014-08-1887. BMAS Nº: TNBESB. Thank You, Central Baggage Service.

24/08/14 (12h52) – Está tudo bem aqui. Nem senti o tremor. Mas em Valejo houve bastante estrago. Em Napa Valley algumas casas caíram. Mando mais notícias mais tarde... | Terremoto que atingiu Napa Valley, na Califórnia, causa incêndios e deixa feridos. O tremor foi o maior a atingir a área da baía de São Francisco desde o terremoto de Loma Prieto, em 1989. Um terremoto de 6,0 de magnitude sacudiu a área da Baía de São Francisco, na manhã deste domingo (24), ferindo dezenas de pessoas, duas delas seriamente, danificando prédios históricos, causando incêndios em algumas casas e falta de energia na região de Napa. O maior terremoto na região em 25 anos tirou muitos residentes da cama quando ocorreu às 3h20 da manhã, horário local, centrado a 10 quilômetros ao sul da cidade de Napa. A maioria dos danos ficou centrada em torno de Napa, uma região produtora de vinhos. Construções de alvenaria não reforçada no centro de Napa, incluindo o tribunal histórico e a biblioteca sofreram grandes danos, disseram autoridades da cidade. Reuters.

31/08/2014 – Bom Dia, Favor enviar dados bancarios completos incluindo CPF em nome de SAKALL/SERGIO. Banco:.., Conta:..., Agencia:..., CPF:..., Nome Completo:... Em caso de dúvidas, contatar atraves do número (11) 4502-4000. Atenciosamente, TNBESB American Airlines. Lucas Grotkowsky, Baggage Service GRU Brazil. | 01/09/2014 – Olá Lucas! Seguem os dados. Muito obrigado. | Resposta automática​: TNBESB. O objetivo deste e-mail é o recebimento do seu Questionário de propriedade de atraso de bagagem ou bagagem danificada. Acusamos o recebimento da sua documentação e será processado de acordo. Esta é a única resposta que você receberá no seu e-mail. Para quaisquer questões ou dúvidas, por favor entre em contato conosco por telefone. | Bom Dia, Favor aguardar o prazo de até 15 dias uteis para que o valor seja depositado em conta. Em caso de dúvidas entar em contato com nossa Central atraves do número (11) 4502-4000 e informar seu código localizador.

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Última atualização: 05/09/2014.
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