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HISTÓRIA DO MÉXICO

Antes da chegada dos espanhóis, os povos indígenas maias, toltecas e astecas vivem na região onde hoje fica o México. Os maias, civilização agrícola cujos ancestrais remontam ao século XV antes de Cristo, constroem pirâmides e inventam um calendário.

Berço de avançadas civilizações indígenas, o país é palco de um dos mais violentos genocídios praticados pela conquista espanhola. Em 1325, os astecas fundam Tenochtitlán (atual Cidade do México) e consolidam um poderoso império.

Entre 1519 e 1521 a civilização asteca, sob o reinado de Montezuma II, é arrasada pelo conquistador espanhol Hernán Cortés, que se torna capitão-geral da nova colônia. Os remanescentes da civilização maia, na península de Yucatán, são dominados em 1526.

O México passa a integrar o Vice-Reino da Nova Espanha, cuja riqueza se apoia na exploração das minas de prata nos séculos XVII e XVIII. A corrupção e o autoritarismo da metrópole alimentam o descontentamento dos crioulos, descendentes de espanhóis nascidos no México...

A independência é conquistada em 1821; Augustín de Iturbide proclama-se imperador do México mas é deposto dois anos depois. Em 1824 uma Constituição é adotada e o México torna-se uma república...

Scott: 512.

Perda de Territórios

Durante os trinta anos seguintes, o general Antonio López de Santa Anna é o homem forte da política mexicana, na qual se opõem conservadores centralistas e liberais federalistas. Mas Santa Anna é incapaz de impedir a perda do Texas, o qual proclamou sua independência em 1836 e foi anexado aos EUA em 1845 – o que provoca a guerra entre os dois países, de 1846 a 1848. Derrotado, o México perde os territórios da Alta Califórnia e Novo México, Utah, Nevada, Arizona e o oeste do Colorado.

Entre 1857 e 1861 o ministro da Justiça e depois presidente Benito Juárez introduz uma Constituição que transfere o poder dos crioulos para os mestiços e expropria as terras da Igreja. A resistência dos conservadores mergulha o país na guerra civil. A Guerra da Reforma (1858-1861) é ganha pelos liberais.

Em 1861 franceses, ingleses e espanhóis invadem o país para cobrar a dívida externa. Apenas os franceses permanecem e, em 1862, coroam o arquiduque austríaco Maximiliano de Habsburgo como imperador do México (na realidade, um títere dos ocupantes franceses). Juárez lidera a resistência popular contra a ocupação e em 1867 a monarquia é derrubada e Maximiliano, fuzilado. Os liberais tornam-se donos do país, massacram a oposição e acentuam a política anticlerical.

O México emerge como Estado moderno durante a ditadura do general Porfírio Díaz (1876-1910), conhecida como “porfiriato”. O governo central consegue, pela primeira vez desde a independência, ter controle sobre todo o território mexicano. O “porfiriato” integra o país na economia mundial como um exportador de produtos agrícolas e minerais, mas marginaliza a classe média e os camponeses, cujas terras são entregues a latifundiários.

Integração com os EUA

Nas eleições presidenciais de 1988 o candidato do PRI e arquiteto das reformas econômicas, Carlos Salinas de Gortari, é eleito presidente do México com 50% dos votos, a menor votação até então em toda a história do partido. Seu principal adversário, Cuauhtémoc Cárdenas, dissidente esquerdista do PRI, conquista 30% dos votos e denuncia fraude eleitoral.

Salinas aprofunda as reformas econômicas neoliberais: são privatizadas a companhia telefônica, empresas aéreas, siderúrgicas e bancos. Salinas também reduz drasticamente o imposto sobre importações, diversifica as exportações e derruba a inflação. Em outubro de 1993 Salinas coroa seu programa com a assinatura do Nafta.

Assinado pelos Estados Unidos, Canadá e México, o Acordo de Livre Comércio da América do Norte (Nafta) entra em vigor em 01/01/1994.

Estabelece vantagens no acesso aos mercados (fim de tarifas e barreiras alfandegárias, compras governamentais), regras de comércio (tipos de proteção, padrões e leis contra práticas desleais de comércio), e serviços (regras de negociação, serviços financeiros, de seguro, transporte e telecomunicações, entre outros).

É um acordo que não estabelece uma zona de livre comércio entre os três países, mas reduz cerca de 20 mil tarifas, em um prazo máximo de 15 anos. Prevê o corte das tarifas alfandegárias de mais da metade dos produtos comercializados entre os três países.

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Patrimônios da Humanidade no México – Maravilhas do Mundo

O México tem a distinção de ser o país americano com mais lugares (26) registrados na lista de lugares declarados como Patrimônio da Humanidade pela UNESCO. A lista abaixo está em ordem de data. Clique nos anos para explicações correspondentes.

  1. Centro Histórico da Cidade de México (1987)
  2. Centro Histórico da Cidade de Xochimilco (1987)
  3. Centro Histórico de Oaxaca e Sítio Arqueológico de Monte Albán (1987)
  4. Centro Histórico de Puebla (1987)
  5. Cidade Pré-Hispânica e Parque Nacional de Palenque (1987)
  6. Cidade Pré-Hispânica de Teotihuacan (1987)
  7. Reserva e Biosfera de Sian Ka'an (1987)
  8. Cidade Histórica de Guanajuato e Minas de Prata Adjacentes (1988)
  9. Cidade Pré-Hispânica de Chichen-Itza (1988) – Maravilhas do Mundo
  10. Centro Histórico de Morelia (1991)
  11. Cidade Pré-Hispânica de El Tajin (1992)
  12. Centro Histórico da Cidade de Zacatecas (1993)
  13. Pinturas Rupestres sobre rochas da Sierra de San Francisco (1993)
  14. Santuário das Baleias de El Vizcaino, no deserto de Vizcaíno (1993)
  15. Monastérios nos Declives de Popocatepelt (1994)
  16. Monumentos Históricos da Zona de Querétaro (1996)
  17. Cidade Pré-Hispânica de Uxmal (1996)
  18. Hospício Cabañas, Guadalajara (1997)
  19. Zona Arqueológica de Paquimé, Casas Grandes (1998)
  20. Monumentos Históricos da Zona de Tlacotalpan (1998)
  21. Monumentos Arqueológicos da Zona de Xochicalco (1999)
  22. Cidade Histórica Fortificada de Campeche (1999)
  23. Antiga Cidade Maia de Calakmul, Campeche (2002)
  24. Missões Franciscanas na Sierra Gorda de Querétaro (2003)
  25. Casa e Estúdio de Luis Barragán (2004)
  26. Ilhas e Áreas Protegidas do Golfo de Califórnia (2005)

Região Central do México

1. “Mexico City” foi construída no século XVI, pelos espanhóis, sobre as ruínas de Tenochtitlan ou Tenochtitlán, a antiga capital asteca (fundada pelos astecas em 1325), a Cidade do México é, hoje, uma das maiores cidades e densamente povoada do mundo. Tem 5 Templos Astecas – das ruínas que foram identificadas – uma catedral (a maior do continente) e alguns edifícios públicos dos séculos XIX e XX, como o Palácio de Belas Artes.

2. Xochimilco se encontra a 28 quilômetros ao sul da Cidade do México. A rede de canais e as ilhas artificiais testemunham os esforços dos astecas para construir um habitat no meio de um ambiente desfavorável. As estruturas urbanas e rurais, que foram construídas desde o século XVI e durante o período colonial, foram preservadas de forma excepcional.

3. Centro Histórico de Oaxaca e Sítio Arqueológico de Monte Albán – Habitada durante um período de 1500 anos por uma sucessão de povos – Olmecas, Zapotecas e Mixtecas – terraços, represas, canais, pirâmides e montes artificiais de Monte Albán foram literalmente tirados da montanha e são os símbolos da sagrada topografia. A próxima cidade de Oaxaca, que foi construída numa grade padrão, é um bom exemplo de cidade colonial planejada pelos espanhóis. A solidez e o volume dos prédios da cidade mostram que foram adaptados a uma região com grandes atividades sísmicas.

4. Fundada em 1531, Puebla está a 100 quilômetros ao leste da Cidado do México, aos pés do vulcão Popocatepetl. Tem preservado suas grandes estruturas religiosas como uma catedral dos séculos 16 e 17, belos edifícios, como o antigo Palácio do Arcebispo, e também um anfitrião de casas com as paredes cobertas de azulejos. O novo conceito estético resultando da fusão dos estilos europeu e americano, foi adotado localmente e é peculiar ao distrito Barroco de Puebla.

6. As Pirâmides de Teotihuacan, são ruínas de um templo erguido pelos povos indígenas que habitaram o antigo México – os toltecas, astecas e maias. Localizada na maravilhosa cidade de mesmo nome, Teotihuacan, que significa “o lugar onde os deuses foram criados”, no vale do México, a 50 quilômetros nordeste da Cidade do México. A cidade foi construída entre os séculos I e VII antes de Cristo, é caracterizada pelo grande tamanho de seus monumentos, o Templo de Quetzalcoalt em particular e as Pirâmides do Sol e da Lua, erigidos por princípios geométricos e simbólicos. É um dos centros culturais mais poderosos em Mesoamérica.

11. Localizado no estado de Veracruz, El Tajin teve seu apogeu entre o século IX e começo do século XIII. Foi o mais importante centro no nordeste de Mesoamérica, depois da queda do império de Teotihuacan. Sua influência cultural se estendeu ao longo do Golfo do México, penetrou a região Maia e foi até as altiplanos do centro do país. Sua arquitetura, única na Mesoamérica, é caracterizada por incrustados relevos nas suas colunas e afrescos. A “Pirâmide dos Biches”, obra mestre da antiga arquitetura mexicana e americana, revela o significado astronômico e simbólico dos edifícios. El Tajin tem sobrevivido como um exemplo proeminente pelo tamanho e importância dentro da cultura Pré-Hispânica no México.

15. São 14 monastérios localizados nas inclinações do Popocatepelt, no sudeste da Cidade do México. Estão em excelente estado de conservação e são bons exemplos do estilo arquitetônico adotado pelos primeiros missionários – Franciscanos, Dominicanos e Augustinos – os quais converteram para o Cristianismo as populações indígenas no começo do século XVI.

20. Tlacotalpan, porto colonial espanhol no estado de Veracruz, na costa do Golfo do México, foi fundada nos meados do século XVI. Sua construção urbana original é formidavelmente preservada, com ruas largas, casas com colunas em uma profusão de estilos e cores, ainda muito arborizada.

21. Xochicalco é excepcionalmente bem preservada e é um bom exemplo de um centro fortificado, político, religioso e comercial do período de 650-900, quando aconteceu o colapso dos grandes estados de Mesoamérica como Teotihuacan, Monte Albán, Palenque e Tikal.

25. Contruída em 1948, em um bairro da Cidade do México, a casa e estúdio do arquiteto Luis Barragán representa um proeminente exemplo da criatividade do arquiteto em seu trabalho no período pós Segunda Guerra Mundial. O prédio de concreto, com uma área total de 1.161 metros quadrados, consiste em um piso baixo e dois superiores, e também, um pequeno jardim privado.
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Região Bajio

8. Fundada pelos espanhóis no começo do século XVI, Guanajuato tornou-se o maior centro de extração de prata do mundo, no século XVII. O passado é notado pelas ruas subterrâneas e à “Boca del Infierno”, mina que tem 600 metros de profundidade. Os prédios de estilo Barroco e Neoclássico foram resultado da prosperidade das minas e tiveram influência através do centro do México. As igrejas La Compañia e La Valenciana são consideradas como os mais bonitos exemplares de arquiteura barroca na América Central e América do Sul. Guanajuato também foi a testemunha de acontecimentos que mudaram a história do país.

10.Construída no século XVI (1541), Morelia é um bom exemplo de planejamento urbano que mistura os estilos Renascimento Espanhol com a Mesoamericana. A cidade é bem adaptada à situação geográfica que possui grandes inclinações, as ruas ainda tem sua original disposição. A cidade tem mais de 200 edifícios históricos que são caracterizados pela cor rosa das pedras da região. A história se reflete na arquitetura que é composta de elementos do estilo Barroco, Renascimento e Neoclássico. Morelia é o lugar onde grandes personalidades mexicanas nasceram e a cidade que teve um papel importante na história do país.

Em 1987, o México emitiu o selo abaixo (Scott: 1518), para a Décima Terceira Conferência Internacional de Cartografia. O assunto é oficialmente descrito como “Uma composição fotográfica de um mapa antigo proveniente dos arquivos gerais da Nação”. O mapa é um manuscrito do século XVI que mostra Morelia – uma das mais velhas colônias da cidade do México.

Abaixo, um selo emitido em 1991 (Scott: 1715), para comemorar os 450 anos de aniversário da fundação de Morelia, em 1541.

12. Depois da descoberta de um importante jazigo de prata, Zacatecas foi fundada em 1546 e chegou a seu apogeu nos séculos XVI e XVII. Construída nas inclinações íngremes de um vale estreito, a cidade tem paisagens maravilhosas e muitos antigos edifícios religiosos e cívis. Construída entre 1730 e 1760, a catedral domina o centro da cidade. O design harmonioso e Barroco é notável pela profusão de fachadas onde elementos decorativos europeus e indígenas se misturam.

16. A antiga cidade colonial de Querétaro é incomum por possuir ruas planejadas geometricamente pelos conquistadores espanhóis junto com quarteirões cheios de ruas tortas de origem indígena. Otomis, Tarascos, Chichinecas e Espanhóis viveram pacificamente na cidade e se percebe pelos ornamentos nas construções civis e religiosas de estilo Barroco que teve sua idade dourada entre os séculos XVII e XVIII.

18. O Hospício Cabañas, em Guadalajara, foi construído no começo do século XIX para fornecer o apoio e moradia aos necessitados – órfãos, anciãos e inválidos. Este impressionante complexo possui várias características incomuns que foram desenhadas especialmente para seus moradores. Também é notável a harmonia que existe entre os espaços abertos e os construídos, pela simplicidade do design e tamanho. No começo do século XX, a capela foi decorada por murais que, hoje, são considerados como obras mestras da arte mexicana. No teto está a obra “El Hombre de Fuego”, por exemplo. O trabalho foi executado por José Clemente Orozco (1883-1949), um dos maiores pintores expressionistas latino-americanos e um dos protagonistas do muralismo mexicano, juntamente com Rivera e Siqueiros. Nota: Zoológico de Guadalajara.

24. As cinco Missões Franciscanas na Sierra Gorda foram construídas durante a última fase de conversão ao Cristianismo, no interior do México, em meados do século XVIII, e tornou-se uma importante referência para a continuação da evangelização da Califórnia, Arizona e Texas. As fachadas das igrejas ricamente decoradas são de especial interesse porque representam um exemplo dos esforços criativos entre os missionários e os indígenas. Estabelecimentos rurais cresceram em volta das missões guardaram seu caráter vernacular.

A imagem abaixo (encontrada na internet) eu não sei o que significa... Parece uma emissão provisória para Guadalajara... Você sabe me explicar?

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Região Maya

5. Excelente exemplo de um santuário maio da período clássico, Palenque teve seu apogeu entre os anos 500 e 700, quando sua influência se estendeu através da bacia do rio Usumacinta. A elegância e o trabalho dos edifícios e também a leveza dos relevos escultados, baseados na mitologia maia, mostram o gênio criativo desta civilização.

7. Na linguagem maia, povo que habitou a região, Sian Ka’an significa “a origem do céu”. Localizada na costa oeste da Península de Yucatán, esta reserva da biosfera possui florestas tropicais, mangues e pântanos, também uma grande zona marinha cruzado por um recife. Fornece habitat para uma rica flora e uma fauna que possui mais de 300 espécies de pássaros e um grande número de vertebrados terrestres, que convivem em ambiente formado por um complexo sistema hidrológico.

17. A cidade maia de Uxmal foi fundada por volta dos anos 700 e tinha uma população de 25 mil habitantes. A disposição dos edifícios, que datam dos anos 700 a 1000, revela o conhecimento astronômico. A Pirâmide de Soothsayer, como os espanhóis a chamavam, domina o centro de cerimônias, o qual contém prédios decorados de uma profusão de esculturas e motivos, sobretudo do deus da chuva: Chaac. Os sítios cerimôniais de Uxmal, Kabah, Labna e Sayil são considerados como os melhores pontos de arte e arquitetura maia.

22. Campeche é um bom exemplo de uma cidade portuária espanhola durante a época colonial no novo mundo. O centro histórico tem conservado seus muros e fortificações que protegiam a cidade contra ataques vindos do Mar do Caribe.

23. Calakmul, importante sítio maia localizado no interior da floresta tropical de Tierras Bajas no sul do México, teve um importante papel na história desta região durante mais de 12 séculos. Suas estruturas imponentes e toda sua disposição são muito bem conservadas, o que dá uma boa ideia de como se vivia numa antiga capital maia.
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Região Baja-Chih

13. De 100 antes de Cristo a 1300, a Sierra de San Francisco (em El Vizcaino reserva natural de Baja Califórnia) era habitada por um povo que hoje em dia desapareceu, mas que deixou uma das mais notáveis coleções de pinturas rupestres sobre rochas no mundo. São incrivelmente bem preservadas por se encontrar em lugar inacessível e onde o clima é seco. As pinturas mostram figuras humanas, uma grande variedade de animais e a relação entre os humanos com seu ambiente. As pinturas revelam uma cultura altamente sofisticada. Sua composição, o tamnho, a precisão dos esboços, a variedade de cores, mas sobretudo o número de sítios, fazem este lugar uma impressionante testemunha de tradição artística única no mundo.

14. Localizado na parte central da Península de Baja Califórnia, no deserto de Vizcaíno, o Santuário das Baleias possui um ecossistema excepcionalmente interessante. As lagoas costeiras do Ojo de Liebre e San Ignácio são importantes regiões de reprodução e de hibernação da baleia cinza, do leão marinho da Califórnia, do elefante marinho e da baleia azul. As lagoas também são a casa de quatro espécies de tartarugas em perigo de extinção.

19. Paquimé, Casas Grandes, que teve seu apogeu durante os séculos XIV e XV, teve um papel muito importante no comércio e na cultura entre o povo situado no sudoeste dos Estados Unidos e as civilizações avançadas de Mesoamérica. Por ter uma grande extensão, só uma parte foi escavada, e há uma grande evidência da vitalidade de sua cultura que era perfeitamente adaptada a seu ambiente físico e econômico, mas desapareceu com a conquista espanhola.

26. As Ilhas e Áreas Protegidas localizadas no Golfo da Califórina, no nordeste mexicano, compreendem 244 ilhas e áreas costeiras protegidas. O Mar de Cortez e suas ilhas têm sido chamados como laboratório natural pelas pesquisas sobre as espécies. A região abriga 695 espécies de plantas vasculares, 891 espécies de peixe, das quais 19 estão em perigo de extinção. Possui também 39% de todos os mamíferos marinhos existentes no mundo e um terço de todos os cetáceos. Além disso, todos os maiores processos oceanográficos que acontecem no mundo estão presentes nesta região, o que também confere grande importância em pesquisas. A região é impressionante pela sua beleza natural que é formada por ilhas com penhascos elevados e praias arenosas que contratam com a reflexão luminosa do deserto e das águas turquesas que o cercam.

Para ir mais longe: www.mayayucatran.com – www.mexicocity.gov.mx – www.visitmexico.com


ACAPULCO

Os mergulhadores de La Quebrada (saltos de uma encosta de 40 metros de altura – cena imortalizada nos filmes de Elvis Presley)

Hotel Princess Acapulco (considerado o melhor hotel, tem uma arquitetura exuberante)

Fiesta Mexicana (show típico e imperdível, tem 2 horas de duração e acompanha um jantar)

Ilha de Palao (não vale a pena)

Taxco (é a “Meca” das joias em prata no México)

Padroeira – Nossa Senhora de Guadalupe


CANCÚN

Província de Yucatán

Passeios duram o dia todo:
Ruínas maias de Tulum (existe uma belíssima praia ao lado)
Ruínas de Xel-Ha (existem lagoas que são ótimas para mergulho)
X-Caret (parque aquático, onde existe um rio subterrâneo – passeio imperdível!)
Cozumel (a “Meca” dos mergulhadores)
Isla de las Mujeres (não vale a pena)


Outras emissões: MEXICO – OAXACA
1967 – Marco Polo
1978 – Aristóteles
1989 – AIDS
1994 – Zoológico de Chapultepec
1998 – Alfonso L. Herrera
2000 – Blocos sobre Museu e Fotografias
2002 – Manuel Alvarez Bravo (fotógrafo)
2006 – Chapolin e Chaves

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Última atualização: 26/10/2012.
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