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ACONTECE A FESTA TAPATI RAPA NUI
NO “UMBIGO DO MUNDO”

Texto de Sérgio Sakall (12/2002)

Na famosa Ilha de Páscoa ou Rapa Nui – como preferem os habitantes – a ciência ainda não conseguiu decifrar o mistério de seus enormes moais e nem o de sua escrita...

A Ilha de Páscoa é conhecida como o lugar mais isolado do mundo, com sua cultura nativa muito especial, também é a ponte do Chile para a Polinésia. Nenhuma outra cidade do planeta fica tão solitária como Rapa Nui.

Para chegar lá é preciso percorrer um pouco mais de 3.700 quilômetros sobre o Oceano Pacífico – distância entre o continente sul americano e a ilha.

Série emitida em 2001, em “se-tenant”, mostra a chegada por via marítima na Ilha de Páscoa e os moais no selo do lado esquerdo, também a chegada por via aérea, com população indígena e arte rupestre no selo da lado direito.

Muitos moradores oferecem as suas casas para os turistas se hospedarem. Quem aloja no albergue da juventude é a Lory. No aeroporto internacional Mataveri, ela recebe os visitantes com “hei tiare” (colar de flores naturais) e dá beijos de boas vindas.

Embora essas casas sejam rústicas, são mais econômicas e não deixam o conforto de lado, além de que se hospedar nelas significa uma experiência sem igual!

O albergue é uma residência típica de família. Oferece um ótimo café da manhã, serviços de lavanderia, Internet e aluguel de jipe, moto, bicicleta ou cavalo. Se preferir, há várias pousadas e hotéis com guias bilíngues para acompanhar uma visita mais completa.

De qualquer modo, os pascuenses conhecem bem a sua história e conversar com eles, no mínimo, resulta em um aprendizado cultural.

O amanhecer em Rapa Nui é uma mistura de ares do Pacífico com os da fazenda. O som da passarada é variado e ao fundo ouve-se muitos galos e grilos cantando. Em toda parte da ilha há equinos e bovinos soltos, aludindo à uma época em que a liberdade era original.

Existem, aproximadamente, 3 mil habitantes nativos, sem enumerar os chilenos continentais que vieram para trabalhar na ilha e outros estrangeiros que deixaram a terra firme e se radicaram para sempre em Rapa Nui.

Território ideal para quem gosta de percorrer ou descobrir, a “Isla de Pascua” (como é chamada pelos chilenos) está bem preparada para receber os turistas. Lá existem vários mini mercados, restaurantes, muitas lojas que oferecem artesanato etc.

Rapa Nui (que significa terra grande) é um triângulo de aproximadamente 160 km² sobre o mar, cujos vértices foram formados há mais de dois milhões e meio de anos, através da erupção de 3 vulcões: Poike a leste, Rano Kau a sudoeste e Maunga Terevaka a noroeste.

Abaixo, outro “se-tenant” emitido em 2001 que forma claramente o mapa triângular da ilha.

Sua paisagem é curiosa e a altura máxima é de 507 metros acima do nível do mar. Toda costa é rochosa, com exceção de suas duas únicas praias de areias branquíssimas: Anakena e Ovahe.

De longitude 109º 26’ 10” oeste e latitude 27º 09’ 30” sul (um pouco abaixo do Trópico de Capricórnio), seu clima é marítimo com características subtropicais. Julho e agosto são os meses de baixa temperatura, fevereiro é o mais quente e maio é o mês mais chuvoso.

FASE DA LENDA – DEPOIS DE SUA MORTE, O REI VIRA PROTETOR

O povoamento da ilha, no meio do Oceano Pacífico Sul, ocorreu ao redor do século IV de nossa era. A origem de seus colonizadores ainda está em discussão. Maiores detalhes sobre a história são encontrados em um museu local. Existem duas teorias para o povoamento em Rapa Nui.

Alguns defendem a teoria sul-americana: impulsionada por Thor Heyerdhal que através de sua viagem desde o continente, chegou na ilha com a balsa “kon tiki”; e a grande maioria prefere a teoria da Polinésia que diz sobre uma migração desde as ilhas Marquesas – próximas ao Taiti.

Segundo a tradição local, há 1500 anos um grupo de viajantes da Polinésia descobriu uma ilha remota, dando início a um mistério que dura até hoje...

O “ariki” (rei) Hotu Matu'a se viu obrigado a abandonar sua terra ancestral (provavelmente as Ilhas Marquesas) chegando na praia Anakena em duas grandes canoas com vários imigrantes.

No final de sua vida, Hotu Matu’a dividiu a ilha entre seus filhos que formaram a base das principais linhagens e territórios da ilha. Mais tarde, Hotu Matu'a tornou-se deus da ilha e seu protetor.

De qualquer forma, sabe-se através da história que os ilhéus permaneceram completamente isolados cerca de 13 séculos, até que a ilha foi “descoberta” para o Ocidente em 06/04/1722, num Domingo de Páscoa, pelo almirante holandês Jacob Roggeveen.

Na ocasião, os europeus encontraram uma terra estéril, sem árvores, habitada por inúmeras tribos de guerra e gigantescas estátuas de pedra – construídas há séculos para o culto ancestral. Mas ninguém sabia por que as estátuas eram tão imensas ou por que estavam incompletas.

FASE DOS AHUS E DOS MOAIS – FRENTE A FRENTE COM OS GIGANTES

O selo abaixo foi emitido em uma folhinha do Lesoto, em 2000, sobre acontecimentos que marcaram o século XII (de 1150 a 1200). O selo traz a frase: Estátuas da Ilha de Páscoa 1150. Yvert: 1545/1561. NT

A história nos remete entre os anos 1000 e 1600, período no qual o culto religioso rendido aos antepassados é o centro da sociedade. Estão simbolizados através dos “ahus” (altares cerimoniais de vasta plataforma) e dos famosos moais. Trata-se de uma contínua competência entre os clãs em construir maiores obras, demonstrando assim o seu poder.

Mas, para alcançar tal poder, dispunha-se de grandes quantidades de pessoas em atividades não produtoras de alimentos, o que resultou em um desequilíbrio. Os nativos trabalhavam na construção dos moais – estátuas de pedra vulcânica, com até 10 metros de altura e que chegam a pesar toneladas. Depois, erguiam os seus ídolos no “ahu” para reverenciá-los como representações de seus ancestrais.

Muito tempo havia se passado desde a vinda do rei Hotu Matu'a e séculos de isolamento os haviam convencido de serem o único povo na face da Terra. Parece que a cultura estava confinada em rituais religiosos de reconhecimento ao deus Hotu Matu’a e a outros antepassados, por isso no âmbito mítico também se debate a origem dos moais...

Existem tantos mistérios em torno destes gigantes de pedra que fica difícil compreender como os levavam a vários quilômetros de distância. A hipótese mais aceitável é a de que os transportavam em troncos de árvores – talvez seja por isso que há ausência delas na ilha.

Existem mais de 600 deles, muitos caíram e outros permanecem mutilados pelas condições do tempo. Sabe-se que eram esculpidos primeiramente em sua parte dianteira e que só no final cortavam a parte que os uniam a montanha.

Também que permaneciam “cegos” até chegar ao seu destino – “ahu” – onde recebiam os olhos de coral e obsidiana para vigiar o altar cerimonial (por isso eles estão de costas para o mar).

Com as desmedidas exigências de construções, um excessivo aumento da população que chegou em uns 10.000 habitantes, uma combinação entre a super exploração do meio ambiente e catástrofes naturais, como prolongadas secas, conduziu finalmente a uma ampla crise ambiental, cultural e social.

Diminuída a produção de alimentos e matérias primas, a escassez da madeira utilizada em obras públicas, cremações ou na construção de embarcações, limitava-se o acesso aos recursos do mar e na possibilidade de emigrar da ilha.

FASE DA TRANSFORMAÇÃO – UM OVO PELO TÍTULO DE HOMEM-PÁSSARO

Selo do Chile emitido em 2001.

O derrubamento dos moais simboliza um tempo de crise e adaptação que compreende entre 1600 até 1866. Durante este período aconteceram sucessivas guerras de tribos e um abandono gradativo de seus costumes que culmina na destruição dos “ahus”.

A lenda conta sobre crises que incluem terríveis e sangrentos conflitos entre os clãs, algumas décadas antes da chegada dos europeus, onde não esteve ausente o canibalismo. Nesse tempo, abandonam-se os “ahus”, ocultam ou os reciclam como tumbas. O centro do poder político religioso se muda para a aldeia cerimonial de Orongo.

Os líderes guerreiros – “matatoa” – ascendem ao poder através da cerimônia anual de Tangata Manu (homem-pássaro). Até hoje, há lugares na ilha que nem os próprios habitantes podem ir por causa da tradição dos espíritos que morreram nestas antigas batalhas.

Sítio arqueológico de grande importância, a aldeia cerimonial de Orongo, encontra-se em um dos vértices da ilha. Restaurada, abrange uma área que conserva a estrutura de 53 casas que formavam a aldeia e mais de mil pinturas rupestres com imagens de Tangata Manu, do deus criador Make-Make e de Komari (um símbolo da fertilidade).

A maioria dessas pinturas foi realizada com pigmentação vermelha – “kie’a” – cor considerada muito importante porque representava o poder, os sacerdotes e o “mana”.

Aproximadamente, a 4 quilômetros de distância do templo, Orongo brinda com uma linda vista para 3 ilhotas: Motu Kao Kao, Motu Iti e Motu Nui.

Sobretudo nessa última, era onde uma espécie de gaivota pascuense chamada “manutara” construía o seu ninho. Segundo a lenda, Hotu Matu'a era quem mandava os pássaros para lá, na primavera...

O culto ao homem-pássaro, celebrado anualmente, reconhecia o deus Hotu Matu'a e venerava a fertilidade representada pelo ovo da ave. A cerimônia consistia também na competência entre os chefes das distintas linhagens que disputavam o título de Tangata Manu entre si.

Jovens selecionados dos clãs deviam passar por muitos obstáculos como: descer de um penhasco com mais de 300 metros de altura, nadar quilômetros pelo mar infestado de tubarões, apanhar um ovo do ninho de tal ave migratória, nadar de volta à ilha, escalar o mesmo rochedo e, regressando com o ovo intacto, ainda tinha que ser o primeiro a apresentar o ovo aos anciões da tribo.

Então, o novo e sagrado homem-pássaro (o mais respeitado membro da comunidade), reinaria na ilha até a primavera seguinte. Pintado de branco e vermelho era coberto de regalias e obtinha privilégios econômicos para todo o seu grupo.

O ovo da vitória era colocado sobre a sua casa representando o “mana” que faria mais abundantes os escassos alimentos da ilha.

FASE DA ESCRAVIDÃO – O HOMEM ARRASA, DEPOIS TRABALHA PARA EDIFICAR

Depois daquela expedição no Domingo de Páscoa, logo chegaram várias outras, iniciando-se assim, em 1805, o sequestro dos pascuenses para serem utilizados como escravos. Em 1862, produziu-se o mais duro golpe externo na sociedade: levaram mais de 2.000 habitantes ao Peru. Entre eles estava o rei e muitos dos sábios provocando uma enorme perda na cultura Rapa Nui...

Há quem diga que muitos jovens foram escravizados e levados da ilha para trabalharem nas minas de cobre do Chile. No dia 9/09/1888, ao comando do capitão da armada Policarpo Toro, o Chile tomou posse da ilha estabelecendo assim a sua base mais ocidental.

Atualmente, a ilha faz parte da região de Valparaíso e é um verdadeiro museu ao ar livre, cuja maior riqueza são as gigantescas estátuas de pedra espalhadas em suas costas e ladeiras vulcânicas. São intensas as investigações arqueológicas e as restaurações dos monumentos, renascendo assim, a valorização e o orgulho dos Rapa Nui como povo.

O idioma e a cultura da ilha refletem mesmo uma origem polinésia dos pascuenses. Um exemplo disso é que na Polinésia as aves são mensageiras de presságios, guias, alimento e veículo do espírito dos deuses e da morte.

O culto do homem-pássaro foi um poderoso símbolo de morte e renascimento para os nativos durante quase 200 anos, tendo fim com a introdução da religião católica na ilha.

Embora a igreja tenha sucumbido aos antigos cultos, hoje, qualquer turista pode conferir em seu interior estátuas esculpidas em madeira daqueles deuses de outrora ao lado das tradicionais imagens católicas.

Nota: Por séculos, o latim é a língua usada para as celebrações litúrgicas na Igreja Romana. Após o II Concílio do Vaticano (1962-1965) é permitido o uso das línguas locais...

A celebração de sua missa tornou-se famosa porque introduziram orações e cânticos em Rapa Nui – sempre aos domingos, às 9 horas.

FASE DO TURISMO – UM MUNDO CONQUISTANDO SEU PRÓPRIO “UMBIGO”

Dizem que, no mapa, essa ilha representa o umbigo do mundo... Administrada por um governador, a Ilha de Páscoa é uma combinação de passado e presente. O seu povo desfruta de uma conexão com todo o mundo, através de turistas, Internet e televisão.

Comentam acontecimentos como a gravação do filme Rapa Nui, de Kevin Reynolds, no qual participou a maioria dos habitantes. Lugar onde melhor se aprecia a mescla entre tradição e modernidade pode ser em uma das discotecas existentes, pois há músicas de moda internacional e também de compasso polinésio.

Os moais, a cratera coberta de musgo do vulcão Rano Kau e as coloridas festas em Hanga Roa (seu único povoado), justificam uma viagem à ilha. Na principal rua, Policarpo Toro, fica o centro de informação turística SERNATUR. Subindo a rua Te Pito Ote Henua que, na língua dos nativos quer dizer “umbigo do mundo”, localiza-se a igreja.

Os trabalhos em madeira, a pintura corporal e as tatuagens estão entre as mais tradicionais formas de arte na ilha. Todo ano, entre os meses de janeiro e fevereiro, acontece o festival Tapati Rapa Nui – festa que comemora uma das mais fascinantes culturas do mundo.

Tapati significa semana em rapanui, mas a festa já dobrou sua duração inicial. Foi criada para lembrar e preservar as tradições culturais genuínas da ilha. Atualmente, maior festival de toda a Polinésia, atrai mais de 15 mil turistas a cada ano.

Trata-se de uma gincana com a participação unânime das famílias que, em grupos de clãs, realizam uma série de provas para somar pontos às suas candidatas. O objetivo final é a eleição de uma jovem rainha, recordando a antiga escolha da virgem oferecida ao Tangata Manu.

As equipes passam por várias provas esportivas e culturais, como a exibição de grupos de dança folclórica, concurso de pintura corporal e disputa entre artesãos na escultura de pequenos moais.

Uma das provas mais empolgantes acontece nas bordas do vulcão Rano Raraku, onde jovens disputam uma espécie de “triatlon” que une a travessia a nado do lago vulcânico, voltas completas na cratera e uma corrida com pés descalços e dois cachos de bananas nas costas.

Durante a celebração (1 a 15 de fevereiro de 2003) acontece muita música, dança e antigas tradições de uma civilização milenar.

Carregada de enigmas e mistérios, exige tempo para ser descoberta. É imprescindível alugar um carro para percorrer suas terras – muitos estabelecimentos oferecem este serviço. Sua geografia rodeada pelo Pacífico, sua figura triangular com seus vulcões e sua gente de cultura milenar, tudo isso, é inesquecível.

Só estando em Rapa Nui é que se pode sentir todo o seu verdadeiro magnetismo. Se você estiver por lá, mesmo que não no albergue, conheça a Lory, peça o que necessitar e deixe ao encargo dela, pois com certeza ela ou a maioria dos nativos lhe ajudarão.

Abaixo, uma folhinha emitida em 1992, sobre a Flora e a Fauna Marinha da Ilha de Páscoa. Yvert: 1121/1128.

Selo da França, emitido em 1998, com inscrição da UNESCO. A Ilha de Pácoa foi declarada Patrimônio Mundial da Humanidade, em 1995.

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AGENDA DE VIAGEM:

Fique por dentro
· Para entrar no país, não é necessário visto, apenas um passaporte válido e certificado de vacina de febre amarela.
· São dois os idiomas na ilha: o rapanui e o espanhol. Para cumprimentar um nativo diga “iorana” (olá) e para agradecê-lo diga “maururu”.
· Dirigir no Chile ou na Ilha de Páscoa requer carteira de motorista internacional. Os guardas chilenos levam as leis a sério e estão prontos para nos pegar.

Na ponta do lápis
· O peso chileno é a moeda oficial, porém os preços são mais elevados do que no Chile continental.
· A LanChile detém o monopólio à Ilha de Páscoa e oferece duas alternativas para voar desde Santiago até a ilha (SCL – IPC) LAN 834: quarta e domingo.
· Existem diversos tipos de hospedagem com preços que variam entre 15 e 120 dólares.
· O albergue: Hostelling International Isla de Pascua “Kona-Tau” cobra US$15 a diária e o café da manhã US$5. E-mail: konatau@entelchile.net.
· A base da culinária pascoense é o pescado (atum e corvinas), um prato custa em média 12 dólares. Uma Coca Cola US$2.50. O único restaurante francês da ilha: La Taverne Du Pecheur, cobra US$13 por um prato de carpachio de atum e um prato de ceviche do mesmo peixe custa US$10.

Dicas do autor
· Antes de sua viagem, passe na locadora e pegue o filme Rapa Nui. Assim, além de se ter uma boa ideia sobre a história da ilha, você poderá se apaixonar pelo par romântico do filme: Noro e Ramana.
· Não deixe de visitar o Museu Antropológico Padre Sebastián Englert. Rua Tahai s/n – Fax: 56-32-551020.
· Assista ao show do melhor conjunto de dança do momento, o grupo folclórico Kari Kari (de quartas e sábados, às 22 horas) ou compre um CD do grupo Mata-Toa.
· Não se esqueça de contemplar as estrelas, pois você ficará assombrado com a nitidez do céu em Rapa Nui.

Hostelling International Kona Tau – Isla de Pascua. Clemente Here-Veri Te Ao (antropologista – konatau@entelchile.net).

Para ir mais longe:
www.portalrapanui.cl
www.rapanui.cl
www.museorapanui.cl

Legendas:

– “Hare baka” é um dos estilos de casa primitiva dos antigos habitantes de Rapa Nui.

– Localizado próximo da cidade, o “ahu Tahai” é um conjunto de 3 altares cerimoniais que compõe o melhor centro arqueológico restaurado.

– Está formado por três Ahu, cuyos nombres son Kote Riku al norte, Tahai al centro y Vai Uri al sur Allí se encuentran los fundamentos de un Hare Paenga, una casa bote, denominada así por su similitud de ésta con un bote boca abajo; de un Hare Maoa, con estructura de piedra de gruesos muros y que era, aparentemente, utilizado como gallinero, y un Paina, lugar ceremonial.

– O “ahu Akivi”, bem no centro de Rapa Nui, foi o primeiro centro arqueológico restaurado. Com seus famosos sete moais (curiosamente voltados para o mar, olhando para a direção da Polinésia), representam os 7 primeiros exploradores enviados pelo rei para reconhecer a ilha.

– Orongo, antiga cidade cerimonial, localiza-se na borda poente do vulcão Rano Kau, um dos cenários mais espetaculares da ilha. Aqui acontecia a cerimônia do Tangata Manu.

– Vulcão Rano Raraku, também chamado de fábrica de moais, pois em suas rochas se esculpiram centenas deles.

– O “ahu Tongariki” é o maior dos altares, tem uns 200 metros de longitude, 15 moais em sua plataforma e um outro solitário ao lado. Os moais medem de 5 a 8 metros de altura e pesam acima de 40 toneladas. Em 1960, Tongariki foi derrubado por um maremoto. Restaurado, é um dos lugares mais impressionantes de Rapa Nui.

– POIKE: Primer volcán que emergió sobre la superficie del mar. Su importancia histórica y antropológica radica en que fue el lugar donde vivieron los Orejas Largas, una de las tribus que habitó Rapa Nui.

– Anakena talvez seja a melhor praia do Chile. É uma meia-lua com areias brancas e águas cristalinas de cor turquesa. A paisagem tem algumas palmeiras pela orla, muitas outras compondo o fundo e o “ahu Nau Nau”. Aqui, qualquer turista entende e tem a impressão de se estar na “ilha da fantasia”.


Visita: Santiago to Ilha de Páscoa by Lan Chile (ida e volta).
Aeropuerto de Isla de Pascua – Aeropuerto Internacional Mataveri (significa “olhos bonitos” em rapanui).

Outras emissões chilenas sobre a Ilha de Páscoa:
1965/69 – Scott: 347/347.
1970 – Scott: 383. Policarpo Toro e Ilha de Páscoa – aniversário de 80 anos de aquisição da ilha.
1981 – Scott: 587/589.
1986 – Scott: 719/720.
1988 – Scott: 780/783.
1989 – Scott: 812/816.
1991 – Scott: 955/956.
1999 – Scott: 1286.
2000 – Scott: 1321/1324.

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Última atualização: 27/09/2012.
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