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SÃO PAULO

CAPITAL DO ESTADO DE SÃO PAULO

É espaço que não acaba mais: atualmente a cidade espalha-se por 1.509 km², divididos em 31 Subprefeituras e 96 distritos municipais – cada um, por sua vez, repartido em vários bairros... Cortado pelo Trópico de Capricórnio, na Região Sudeste, São Paulo é o Estado com a maior produção econômica, a maior população e o maior parque industrial do país.

A capital, São Paulo, é uma das cidades mais importantes da América Latina, com intensa vida cultural e artística. Grande parte da indústria paulista concentra-se na região metropolitana de São Paulo. No interior, cidades como Campinas, Sorocaba, Ribeirão Preto e Araçatuba destacam-se na agropecuária e na agroindústria...

Essa riqueza e a grande população fazem com que o estado tenha um amplo movimento turístico interno. As atrações vão de Campos do Jordão, estância de inverno na Serra da Mantiqueira, às praias do litoral norte, com parte da Mata Atlântica preservada.

No litoral sul está a Estação Ecológica Jureia-Itatins, entre Peruíbe e Iguape, que conserva ecossistemas como restingas, manguezais e fauna e flora diversificadas. No Vale do Ribeira, no extremo sul do estado, além da ilha do Cardoso, importante ecossistema preservado e a Fazenda Intervales, está o Parque Estadual do Alto Ribeira (Petar), com a maior formação de cavernas do território.

Abaixo, bloco emitido em 30/09/1995 (RHM: B-101) alusivo a XV Exposição Filatélica Luso-Brasileira (LUBRAPEX), que mostra o rio Tietê. Os 2 selos com valor facial de R$ 1,50 cada, mostram a fauna do rio Tietê. O padre Manoel da Nóbrega (um dos fundadores de São Paulo) já afirmava que o rio Tietê ou Anhembi era rico em peixes...


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Fatos Históricos

Trinta e dois anos após Pedro Álvares Cabral desembarcar em terras brasileiras, o colonizador Martim Afonso de Souza estabelece ao sul do Brasil, a Capitânia de São Vicente. Com a fundação de São Vicente em 22/01/1532, a primeira e pequena vila brasileira no litoral, inicia-se a exploração do interior, atingindo, através da Serra de Paranapiacaba, o Planalto de Piratininga.

Em 1550, Padre José de Anchieta procurava um local para fundar um colégio jesuíta. Hoje, o que resta dele é o Pátio do Colégio, entre edifícios e viadutos de São Paulo; próximo do Mosteiro de São Bento. Em 25/01/1554 é celebrada a primeira missa no colégio construído pelos jesuítas, na colina entre os rios Tamanduateí e Anhangabaú e que recebe o nome de São Paulo de Piratininga, em homenagem ao santo cuja data de conversão ao catolicismo comemora-se neste dia – fundação da cidade de São Paulo.

Em tupi-guarani Piratininga, de pira (peixe), -tinga (branco)... Anhangabaú, de anhan (diabo), gua (de vale), bau (oco, vazio), ú (água no idioma guarani)... Tamanduateí, de tamanduá e -í ou y (água, rio)...

Museu Padre Anchieta – Pátio do Colégio
Pateo do Collegio, 2 – Centro – São Paulo
www.patiodocolegio.com.br – www.pateocollegio.com.br

Reúne todo o histórico da vida de José de Anchieta, como utensílios de uso diário da época e trabalhos preciosos da arte sacra. Há uma maquete que mostra a antiga cidade de São Paulo, cercada por taipas e pelos rios da época. No interior do pátio, há uma parede histórica, de 500 anos, feita de barro e óleo de baleia pelo padre Afonso Brás. Marco do início da cidade, ponto do Planalto Paulista escolhido pelos jesuítas Manuel da Nóbrega e José de Anchieta, em 1554, para fundação de São Paulo – cidade destinada a ser segunda maior do mundo e primeira a nascer de um Colégio.

Nota: A Igreja de Anchieta é uma réplica da igreja original dos jesuítas, inaugurada em 1970... A igreja antiga teve parte de sua estrutura desabada em 1896, o que ocasionou sua demolição completa...

Um painel de azulejos existente na parede externa da igreja traz as seguintes inscrições: “Aqui sob a cruz de Cristo nasceu esta cidade dedicada ao apóstolo Paulo pelos jesuítas padre Manuel da Nóbrega e o irmão José de Anchieta entre outros 25 de janeiro A.D. 1554”. Monumento aos Fundadores: Defronte à igreja, encontra-se o monumento dedicado aos fundadores de São Paulo; obra do escultor italiano Amadeo Zani, inagurada em 1930...

Em 06/09/1978 foi emitido o selo “Restauração da Igreja do Pátio do Colégio”, com valor facial de Cr$ 1,80 cruzeiros, o selo mostra a fachada. Picotagem: 11½. Tiragem: 3.000.000 selos. Impressão: Talho-doce. Papel: Cuchê gomado. Yvert: 1325. Scott: 1572. Michel: 1666. RHM: C-1050.

Do lado esquerdo da tela, Pateo do Collegio – fundado pela Companhia de Jesus em 1554. Foto by Sérgio Sakall, 07/06/2009.

Neste ano já são conhecidas as primeiras ocorrências de ouro no Brasil, na região do Jaraguá e em Santana do Parnaíba, incentivando o avanço da ocupação além da colina de São Paulo, que passa a ser o principal apoio para a exploração do interior. Em 1560, com uma população de cerca de 80 habitantes, é elevada a categoria de vila, sendo instalada a Câmara Municipal e a Alcaidaria...

Mais tarde, a produção e a exportação de açúcar não têm grande desenvolvimento, por isso crescem outros cultivos, como o de mandioca e o de milho, além da criação de gado – atividades apoiadas basicamente no trabalho escravo indígena. No século XVII, os bandeirantes iam atrás de escravos, ouro e pedras preciosas. São Paulo era seu quartel-general. Trilhas em direção ao interior foram abertas. São Paulo se tornava um centro de escoamento e comércio.

Nas primeiras décadas do século XVII, os paulistas avançam pelo sertão em busca do trabalho indígena e de minas de ouro. Começam a organizar as bandeiras. Na última década desse século, os bandeirantes paulistas descobrem ouro na região de Minas Gerais. Após os choques com os emboabas (Guerra dos Emboabas) vão para o Centro-Oeste, encontrando minas de ouro em Goiás e em Mato Grosso nas décadas de 1720 e 1730.

Essa intensa atividade dos bandeirantes contribui para a expansão territorial da colônia, mas daí por diante a capitania de São Paulo atravessa um longo período de estagnação e declínio. A independência ocorreu em terras paulistas, no século XIX (Ipiranga), quando foi juntada a escola de Direito e começaram a chegar intelectuais.

A lavoura do café se expandiu e criou fortunas. Os ingleses instalaram a primeira ferrovia e a cidade atraiu europeus, principalmente portugueses e italianos. A província só volta ao primeiro plano da vida nacional com a rápida expansão cafeeira, a partir da segunda metade do século XIX. Depois de ocupar o Vale do Paraíba, vindo do Rio de Janeiro, o café espalha-se por todo o interior paulista. A mão-de-obra escrava é substituída por milhares de imigrantes – portugueses, italianos, espanhóis, eslavos e japoneses.

No século XX, torna-se a maior força cultural e política do país. Chegam mais imigrantes vindos do Japão e outros países orientais. O estado industrializa-se. São Paulo é uma potência. Exportado para a Europa e para os Estados Unidos pelo Porto de Santos, o café impulsiona, ainda, a construção de modernas ferrovias.

A riqueza proveniente dos cafezais e de uma incipiente indústria sustenta a liderança paulista sobre o movimento republicano (Proclamação da República) e sobre a própria república, no seu primeiro período (República Velha)...

Cartão telefônico da Telebrás que mostra a Estação da Luz, em frente ao Parque da Luz...

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Continuando...

São Paulo marcou a cultura brasileira com o Modernismo em 1922. A literatura mudou depois do lançamento de Pauliceia Desvairada e Macunaíma, de Mário de Andrade. Com o Manifesto do Pau-Brasil e o Movimento Antropofágico, Oswald de Andrade até hoje estremece as bases mais conservadoras de nossa literatura. Nas artes plásticas, Tarsila do Amaral foi uma revolução nos padrões estéticos brasileiros.

Com o grande desenvolvimento de São Paulo em função do café, a cultura também não fica atrás. Entre 11 e 18/02/1922, o Teatro Municipal de São Paulo abriga a Semana de Arte Moderna, que inaugura uma nova fase na cultura brasileira...

Projetado com estilo eclético, pelo arquiteto Cláudio Rossi, o Theatro Municipal de São Paulo foi inaugurado em 1911 com a missão de abrigar grandes óperas internacionais. É o um dos mais ricos teatros do país. Atualmente, reúne seis corpos estáveis o Balé da Cidade, as orquestras Experimental de Repertório e Sinfônica Municipal, dois corais e um quarteto de cordas. Praça Ramos de Azevedo, s/nº – Centro (Estação Anhangabaú do Metrô). Nota: O Teatro do RJ data de dois anos antes.

Do lado esquerdo da tela, foto do Arquivo Público do Estado de São Paulo, cuja imagem mostra a lateral do Theatro Municipal de São Paulo ao lado do antigo Hotel Esplanada (hoje, Hejoassu que integra o Grupo Votorantim), ambos no Vale do Anhangabaú. Do lado direito, foto by Sérgio Sakall em 23/05/2011, para o Centenário do Teatro Municipal de São Paulo (“Centenaire du Théâtre Municipal de São Paulo”, “Centenary of the Teatro Municipal of São Paulo”).

Mas a opção pela defesa intransigente do café diante da quebra da Bolsa de Nova York provoca o rompimento dos acordos entre as oligarquias tradicionais, especialmente a política do “café-com-leite” entre São Paulo e Minas, e acaba por levar à Revolução de 1930...

Em 1929, todo o mundo capitalista é abalado pela quebra da Bolsa de Valores de Nova Iorque. Num mundo completamente dependente da economia americana, nenhum país capitalista passa intacto pela crise. No Brasil, isto significa o fim dos empréstimos internacionais que asseguravam lucro dos cafeicultores e redução das exportações. A grande depressão é o fim da linha para os senhores do café...

Riqueza e pobreza

São Paulo tenta reagir ao centralismo da Era Vargas, na Revolução Constitucionalista de 1932 (Obelisco do Parque do Ibirapuera), mas acaba derrotado. Não deixa de ser, porém, o polo econômico de maior potencial do país. Torna-se a vanguarda da industrialização e da modernização brasileiras.

Paralelamente à expansão agrícola (café, cana-de-açúcar, soja, milho, feijão, trigo, banana, laranja), o estado tem extraordinário desenvolvimento industrial. Crescem a indústria de transformação (aço, cimento, máquinas e componentes, etc.) e, principalmente, as indústrias de bens de consumo (tecidos, alimentos, remédios, higiene e limpeza) e bens duráveis (automóveis e eletrodomésticos).

Canalizando o grande fluxo de investimentos das multinacionais norte-americanas e europeias e as intensas correntes migratórias internas, São Paulo aumenta enormemente sua população, diversifica sua estrutura social e consolida sua força econômica – hoje, responde por mais de 30% do PIB nacional.

A riqueza e a pobreza, no entanto, ainda convivem lado a lado. Em parte porque o crescimento econômico do estado tem sido menor nas três últimas décadas, com os investidores buscando oportunidades mais rentáveis em outras regiões do país.

Em parte porque a infra-estrutura urbana e industrial disponível está esgotada, sendo insuficiente para atender à demanda social de transporte, saúde, moradia e educação... Com isso, São Paulo ostenta hoje, ao lado da riqueza de vastas áreas do interior, o empobrecimento de sua região metropolitana...

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Em 25/01/1953 foi emitida uma série de 5 valores (abaixo, lado direito da tela) “Propaganda do 4º Centenário de São Paulo” (1554-1954), cujos selos mostram: Bandeirante (castanho/preto Cr$ 1,20), Café, algodão e cana (amarelo/oliva Cr$ 2,00), Monge plantando árvore (castanho/laranja Cr$ 2,80), Símbolo de progresso (castanho/verde Cr$ 3,80*) e Símbolo de progresso (azul/verde Cr$ 5,80)... Artista:? Euclydes Corrêa Lapa... Yvert: 523/527. Scott: 734/738. Michel: 793/797. RHM: C-291/C-295.

Em 25/01/1954 foi emitida uma série de 5 valores (lado esquerdo da tela) “Quarto Centenário da Cidade de São Paulo”, Emancipação Política, cujos selos mostram: design da cidade? (castanho/marrom Cr$ 1,20), jesuíta, bandeirante e índio (rosa-escuro Cr$ 2,00), Padre José de Anchieta (cinza Cr$ 2,80), edifícios, brasão com o lema da cidade (verde Cr$ 3,80) e edifícios, brasão com o lema da cidade (vermelho Cr$ 5,80). Picotagem: 11. Tiragem: 1.000.000 cada. Impressão: Rotogravura. Filigrana: P Correio Estrela Brasil (7 mm). Yvert: 560/564. Scott: 771/775. Michel: 829/833. RHM: C-328/C-332. Variedades com papel palha: C-328B, C-331C e C-332B. Existe a variedade com papel branco...

Os selos Símbolo de Progresso ou Símbolo do IV Centenário, retratam a obra “Espiral”... Há uma polêmica em torno desse símbolo que aparece nas imagens do projeto do parque nos anos 50. A espiral com um eixo inclinado em 60 graus foi criada por Oscar Niemeyer e apareceu nos comunicados oficiais e propagandas dos 400 anos de São Paulo. Niemeyer afirma que fez o desenho, mas que, em concreto, ele nunca foi erguido. A espiral foi erguida sim, mas ao desafiar as leis da física não conseguiu se manter em pé e se desfez poucos dias depois. A obra foi erguida pelo engenheiro Zenon Lotufo, mas não teve base de sustentação forte o bastante... Fonte: Abril.

Para o IV Centenário de SP foi inaugurado o Parque Ibirapuera (traçado por O. Niemeyer, que idealizou o símbolo, um espiral em forma de S), o monumento das Bandeiras, o Obeslisco de 32, a casa dos Bandeirantes, o término das torres da Catedral da Sé etc. Abaixo, etiqueta comemorativa da III Brapex ? de 1954 realizada em São Paulo...

Abaixo, texto da série 450 Anos da Fundação da Cidade de São Paulo, emitida em 25/01/2004. Os 4 selos têm valor facial de R$ 0,74 cada. Local de Lançamento: São Paulo (SP). Peças: Envelope de 1º dia de circulação e cartão-postal.

450 ANOS DA CIDADE DE SÃO PAULO

Nascida em torno de um colégio jesuítico, inaugurado em 1554, São Paulo tornou-se vila em 1560.

Foi esta modesta vila, estabelecida em uma pequena colina em meio ao território de Tibiriçá, o primeiro núcleo de colonização portuguesa a se desenvolver longe do litoral. A ausência de riquezas e a impossibilidade de se estabelecer na região uma economia exportadora como a do litoral levaram seus homens a se lançarem no brutal comércio de escravos indígenas, vendidos para os núcleos de economia mais pujante.

Apesar da pobreza de sua vida cotidiana por quase três séculos, sua posição de posto avançado da colonização no sertão do Brasil e sua situação de proximidade com as terras espanholas, com as quais mantinha forte comunicação através dos antigos caminhos indígenas, fizeram com que São Paulo fosse vista pela coroa portuguesa e também pela espanhola, no período de unificação das coroas, como ponto estratégico da colônia brasileira.

E foi sua posição estratégica, como centro de convergências de rotas diversas, que fez com que, desde muito cedo, São Paulo fosse um lugar povoado por gente de toda parte. Estima-se que, nos dois primeiros séculos, 60% dos brancos estabelecidos na cidade eram de origem portuguesa. A presença de castelhanos sempre foi forte, influenciando, assim como a língua indígena, o falar local.

Como núcleo urbano, São Paulo permaneceu insignificante por quase três séculos, terra de gente embrenhada no sertão, terra de mulheres que tocavam a sobrevivência da família na ausência de homens. Do embrenhar-se pelo interior indevassado do Brasil resultou a descoberta do ouro em Minas Gerais, Goiás, Cuiabá, descoberta que trouxe período de certo desafogo para os moradores de São Paulo, abrindo-lhes a alternativa de produzir e transportar gêneros de primeira necessidade para abastecer a região aurífera. Mas a prosperidade decaiu com o esgotamento do ouro, e São Paulo recuperou-se desse abalo somente no final do século XVIII, quando a produção de açúcar na província ganhou vulto.

Apenas a partir da instalação da Faculdade de Direito (1827), que trouxe para a cidade gente de todas as partes do Brasil, é que a cidade, construída em barro, ganhou certo ânimo urbano, organizando-se para atender às demandas de uma população não voltada para a atividade rural.

Mas a grande transformação urbana veio apenas com a instalação da estrada de ferro, em 1867, determinada pela necessidade de levar a produção de café do interior para o porto de Santos. Por quase meio século, os trens, além de café, transportaram imigrantes estrangeiros que chegavam para trabalhar na lavoura.

Aos estrangeiros veio somar-se um grande contingente de ex-escravos, que deixaram as fazendas após a abolição. O café trouxe para a província escravos de todas as regiões do país, estabelecendo uma mistura ímpar de culturas africanas.

A cidade transformou-se radicalmente entre os anos de 1890 e as duas primeiras décadas do século XX. A população multiplicou-se, a mancha urbana esparramou-se pelas várzeas, a nascente indústria local cresceu vertiginosamente. Essa babel paulistana não foi isenta de conflitos e tensões. O lento aprendizado da convivência entre diferentes, que remontava aos seus primeiros tempos, ganhou, neste momento, seu capítulo mais destacado, sucedido por outro de mesmo vulto, que trouxe para São Paulo levas de brasileiros do interior, de Minas Gerais e, sobretudo, da região nordeste.

A cidade foi ganhando sucessivos perfis, construindo sociabilidades, descobrindo-se em culturas variadas, firmando suas identidades, pois sua trajetória de diversidade nunca permitiu que tivesse uma identidade principal, fazendo-a avessa à unificação, ao símbolo maior. São Paulo é, desde sempre, plural.

E se uma marca se pode destacar nessa trajetória de quatro séculos e meio, é aquela deixada pelos sonhos de uma vida melhor, projetados por pessoas das mais variadas origens. Sonhos que conferiram à cidade sua alma e sua energia.

Marta Suplicy (Prefeita de São Paulo, 25/01/2004)

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Alguns dos mais importantes pontos turísticos da cidade de São Paulo ilustram “Selos Personalizados de São Paulo” – veja!

Abaixo, outros pontos de interesse:

Aeroporto Internacional de Cumbica, Guarulhos – Está situado à 30 quilômetros do centro da cidade.

Aeroporto de Congonhas (Ponte Aérea) – Avenida Washington Luís.

Autódromo de Interlagos – Avenida Senador Teotônio Vilela, 167 (www.ainterlagos.com).

Avenida Higienópolis – Aberta em 1890, concentrava os barões do café.

Avenida Odila – Planalto Paulista, famosa por suas árvores frutíferas como jaboticabeiras e cerejeiras.

Avenida Rio Branco – com a estátua totalmente desproporcional de Duque de Caxias, assinada por Victor Brecheret.

Avenida São João com Ipiranga – Ponto alto da cantada e decantada “Sampa”, que nos anos 30 e 60 serviu de palco para a divulgação da sétima arte, atraindo o público paulistano em grande estilo.

Bairro da Liberdade – aos domingos acontece uma animada feirinha ao lado do Metrô Liberdade. Torii – Portal do Bairro da Liberdade, o portal lembra a imigração de milhões de japoneses à cidade.

Bar do Jockey – Avenida Linneu de Paula Machado, 1263, com vista privilegiada e cercado de figurinhas da high society paulistana (www.hcj.com.br).

Biblioteca Mário de Andrade – Praça Dom José Gaspar (www.prodam.sp.gov.br/bib/mario)

Câmara dos Vereadores

Capelas – São José (Rua Dinamarca – Jardim Europa), São Pedro e São Paulo (ambas na Rua Padre José Glieco, 111 – Morumbi).

Nota: Bloco Capela de São Miguel Arcanjo, emitido em 17/01/2004, com valor facial de R$ 1,50. RHM: B-135. Construída em 1622 e localizada na zona Leste da cidade de São Paulo (SP), a capela foi um dos primeiros bens tombados (1938) pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.

Casa número 1 – Na cidade dos estilos, o chalé suíço do século XIX ocupa, no sítio histórico da fundação da cidade, lugar de honra, com alicerces plantados sobre as fundações de taipa da primeira casa de São Paulo.

Casa do Bandeirante – Casa típica do século XVII. Além dos objetos usados pelos bandeirantes, apresenta exposições temporárias. Praça Monteiro Lobato, s/nº – Butantã.

Casa das Rosas – Projetada por Ramos de Azevedo e construída em 1935, a casa é uma das poucas mansões que ainda restam na Paulista. Foi tombada pelo Patrimônio Histórico em 1985 e é administrada pela Secretaria de Estado da Cultura, sediando exposições temporárias. Possui 30 cômodos. Grande parte do material é importado: o piso da entrada da casa é de mármore de Carrara e pedra Lioz, da Itália; as louças do banheiro são da Inglaterra, as portas de ferro, de origem francesa; e o piso do páteo superior é da Bélgica. Há também um jardim geométrico ao estilo de Versailles. Av. Paulista, 37 – Paraíso.

Casa das Retortas – No passado, o local foi um importante centro cultural. Rua das Figueiras, 77.

Casa de Armando Álvares Penteado – Rua Maranhão, 86 – uma das construções mais refinadas da cidade, de estilo art noveau, atualmente abriga as turmas de pós-graduação da FAU – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo. A Escola de Comércio Álvares Penteado, fundada em 1902, funcionou durante alguns anos no prédio da faculdade, ao lado, transferindo-se depois para esse prédio próprio. O nome foi dado em homenagem ao conde Álvares Penteado, doador do edifício.

Casa com arquitetura dos anos 50 da casa que, dizem, já pertenceu a Sílvio Santos, na rua Professor Fonseca Rodrigues, no Alto de Pinheiros, dona de um dos layouts mais atraentes da área.

Casa Bola – Rua Amauri, com projeto bizarro.

“Castelinho” – Rua General Olímpio da Silveira, nas imediações do Minhocão, umas das 'pérolas' arquitetônicas da cidade que, vira-e-mexe, é invadida pelos sem-teto.

Catedral da Sé – Foto by Sérgio Sakall, 07/06/2009.

Marco Zero do Estado de São Paulo – É o marco inicial das distâncias e quilometragens que tem a cidade de São Paulo como ponto de partida. Foi implantado no centro da Praça da Sé, em frente à Catedral, no ano de 1934. É uma coluneta em formato hexagonal, com cerca de um metro de altura, tendo na parte superior uma placa de bronze mostrando as principais saídas para as estradas (na época), que conduziam ao litoral e estados limítrofes, ali indicados. Em cada face da coluna, existem figuras representativas de cada um dos Estados mostrados (Minas, Goiás, Mato Grosso, Paraná), além do Porto de Santos...

Centro Cultural Banco do Brasil – Rua Álvares Penteado, 112 – centro da cidade. Até os anos 50, nele funcionou a sede do Banco do Brasil em São Paulo. Hoje, o edifício-sede do Banco do Brasil, que foi erguido nos anos 50, está localizado ao lado da Praça da Sé...

Centro Cultural do Jabaquara – Oficina de teatro, artes, danças, capoeira, música e performances. Rua Arsênio Tavolieri, 45. Estação Jabaquara do Metrô.

Centro Cultural do Liceu de Artes e Ofícios – Rua da Cantareira, 1351, fundado em 1873.

Centro Cultural São Paulo – Um dos mais representativos da cultura paulistana, com cursos regulares e três salas de teatro com programação diária. Rua Vergueiro, 1.000. Estação Vergueiro do Metrô. Biblioteca do Centro Cultural São Paulo.

Conjunto Nacional, 1956

Correio Central ou Palácio dos Correios

Edifícios Piauí, Bretagne e Cinderela – prédios estilosos do bairro de Higienópolis, entre as ruas Piauí e Aracaju. Edifício Santa Elisa, no Largo do Arouche.

Edifício Esther, na Praça da República (tombado pelo Condephaat) e do Edifício Viadutos (com arquitetura típica dos anos 50), no final da Avenida São Luís.

Edifício do Colégio Santa Inês com arquitetura art noveau – Rua Três Rios, 362 – Bom Retiro.

Edifício da Santa Casa com arquitetura gótica, desde 1886 – Rua Cesário Motta Júnior, 112 – Vila Buarque.

Edifício “ouro para o bem de São Paulo” – Localizado na rua Álvares Penteado, foi construído no final dos anos 40, e tem o formato da bandeira paulista. Pertence à Santa Casa de São Paulo e foi construído com o ouro doado pelos paulistas, para o tesouro estadual, durante a Revolução de 32.

Edifício da Secretaria de Esportes e Turismo com arquitetura art deco – Praça Antônio Prado, nº 9, próximo à rua São Bento, no centro.

Edifício Matarazzo ou Edifício da Prefeitura – Praça do Patriarca (à direita do viaduto do Chá), com jardim que fica no alto do prédio. Foi erguido em 1929 para ser a sede daquele grupo industrial. Atualmente abriga a prefeitura do município. A entrada é gratuita e o local está aberto para visitação de segunda à sexta, das 10h às 17h.

Edifício Copan, Avenida Ipiranga – Oscar Niemeyer, 1966

Edifício Parque das Hortênsias – Avenida Angélica, ícone dos anos 50...

Edifício Martinelli – Trinta andares que, durante décadas, manteve-se como o mais alto da cidade. Hoje, um monumento entre os espigões, ostentando o luxo europeu de sua fase histórica. Foi erguido em 1928 e restaurado nos anos 70...

O Edifício Altino Arantes, mais conhecido como “Banespa” foi inaugurado em 1947 como sede do Banco do Estado de São Paulo.

Edifício Treme-Treme – Rua Paim, Bela Vista.

Edifício Sampaio Moreira – Situado na rua Líbero Badaró, foi o primeiro “arranha-céu” construído na cidade. Projetado pelo arquiteto Christiano Stockler das Neves, foi inaugurado em 1924.

Escola de Samba Vai Vai – a quadra fica na Praça 14 Bis, no Bexiga. Veja um ensaio! (www.vaivai.com.br)

Espaço Unibanco – reduto dos cinéfilos paulistanos. Rua Augusta, 1475 – Consolação.

Estádio do Pacaembu – Praça Charles Müller, sem número.

Feira de Flores no Pavilhão MLP (Mercado Livre do Produtor), do Entreposto Terminal de São Paulo (ETSP), da CEAGESP – Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (www.ceagesp.gov.br), Avenida Dr. Gastão Vidigal, 1946 – Vila Leopoldina, São Paulo (SP). Horários: Terças e sextas-feiras das 5h às 10h30 (entrada pelo portão 4).

FCEGK – Fundação Cultural Ema Gordon Klabin – Rua Portugal, 43 – Jardim Europa, São Paulo (www.emaklabin.org.br)

Fórum João Mendes Jr. – Praça João Mendes, na esquina com o largo 7 de Setembro, é o fórum central do Poder Judiciário na capital.

Galeria do Rock – Rua 24 de Maio, 62 – Centro.

Galeria Ouro Fino – Rua Augusta, 2690.

Galeria Pajé – Rua 25 de Março, 126 (sortimento high-tech).

Horto Florestal – O Parque Estadual Alberto Löfgren, conhecido como Horto Florestal, está localizado na Zona Norte da cidade de São Paulo. Foi criado pelo Decreto Nº 335 de 10/02/1896 por iniciativa do botânico sueco da Comissão Geográfica e Geológica do Estado, Albert Löfgren. Ocupa uma área de 174 hectares no pé da Serra da Cantareira e fica ao lado do Parque Estadual da Cantareira, no distrito do Mandaqui. Seu acesso pode ser feito a partir do distrito vizinho do Tremembé (ao fim da Rua do Horto). Abriga o Instituto Florestal, órgão estadual que coordena as Unidades de Conservação do Estado de São Paulo. Lá se encontra o Palácio do Horto Florestal (casa de verão do governador do estado) e também o Museu Florestal Otávio Vecchi, que possui o maior acervo de madeiras da América Latina. Ao lado do museu fica o marco simbólico do Trópico de Capricórnio que corta o parque.

Horto Florestal – Viveiro Florestal da Capital – www.iflorestal.sp.gov.br
Logradouro Rua do Horto, 931 – Horto Florestal, São Paulo – SP – CEP: 02377-000

Hospital das Clínicas – O Hospital das Clínicas, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, é a maior unidade hospitalar do Brasil, fundado em 19/04/1944. Mas a unidade mais bem equipada do país é da rede privada, o Hospital Israelita Albert Einstein, também em São Paulo, tendo sido preparado para receber pacientes vítimas de acidentes nucleares ou de guerras químicas em pronto-socorro.

Igrejas que oferecem festas do gênero “mamma mia”:
Igreja de Nossa Senhora Achiropita – Rua 13 de Maio, 478 – Bela Vista, aos finais de semana do mês de agosto
Igreja de São Genaro – Mooca, dia 19 de setembro
Igreja de São Vito – Rua Poliana Amare, 51 – Brás, dia 15 de junho

Igreja da Terceira Ordem do Carmo – Avenida Rangel Pestana, 230. Embora as carmelitas tenham vivido no convento desde 1594, a igreja data de 1804. As festas dos tempos imperiais e coloniais aconteciam nesta igreja, especialmente a procissão da Sexta-feira Santa. A pompa do ritual era tão impressionante que homens vestidos de soldados romanos (os centuriões) eram sempre atacados pela multidão.

Igreja de Santo Antonio – Praça do Patriarca. Centro. É dito que esta é a igreja mãe da vila de São Paulo, do começo do século XVII. As primeiras freiras franciscanas habitaram esta igreja antes da construção de seu monastério. O altar principal data de 1780 e é um fino exemplo do estilo “rococó”.

Igreja de Santo Expedito (santo das soluções imediatas) – Rua Jorge Miranda, 264 – perto da Estação Tiradentes do Metrô.

Igreja de São Francisco de Assis e Complexo – O velho convento foi inaugurado em 1674, mas a fachada atual é de 1970. A igreja da Terceira Ordem se destaca pelo seu luxuoso estilo barroco, com pinturas em ouro no altar do século XVIII e anjos esculpidos como os das cidades históricas de Minas Gerais. Monumento histórico, de valor arquitetônico e de interesse religioso, tombado pelo Governo do estado de São Paulo, através do CONDEPHAAT – Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado, em 19/04/1982.

Igreja de São Gonçalo – Praça João Mendes. Centro. A Fraternidade de São Gonçalo construiu a igreja pouco a pouco, com materiais usados e através de doações, ela foi construída em 1724. Alguns materiais vieram da basílica de Nossa Senhora da Aparecida, padroeira do Brasil. Os vitrais na entrada representam a redenção e o sofrimento dos homens de acordo com suas próprias ações na vida, assim como a imagem milagrosa do Padre José de Anchieta, um dos fundadores de São Paulo, merecem atenção.

Igreja de Nossa Senhora da Consolação – Rua da Consolação, 585. Iniciada em 1799, esta igreja foi importante para a ocupação da região. No século XIX era um local de refúgio para os leprosos. O prédio atual em estilo neogótico é de 1970. Esplendidamente decorada por Edmundo Cagni, tem também pinturas de Benedito Calixto e Oscar Pereira da Silva, dois dos mais antigos artistas famosos brasileiros.

Igreja de Nossa Senhora da Boa Morte – Rua do Carmo, 202. Centro. Inaugurada em 1810, mantém no seu interior peças históricas de grande valor, como as imagens de Santa Úrsula e de Bom Jesus, datadas do século XVII e provenientes do Pátio do Colégio. Localizada de frente para a estrada que levava ao Palácio da Corte Real (hoje, distrito do Brás), a igreja era usada para se avistar as personalidades famosas que chegavam a São Paulo.

Igreja de Nossa Senhora da Conceição de Santa Ifigênia – Praça Santa Ifigênia. Centro. Construída no século XVII, a igreja possui vários sinos que ecoam muito alto, chegando a incomodar os moradores próximos. O prédio atual é datado de 1912. Durante a construção da Catedral esta igreja foi considerada como a Catedral de São Paulo.

Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Negros – Largo do Paissandu. Centro. Igreja primitiva do século XVIII, era localizada onde hoje é a Praça Antonio Prado. O prédio atual em estilo eclético data de 1906 e mantém algumas características do templo original, como a imagem de sua patrona. A Fraternidade do Rosário foi formada por escravos e negros pobres, que construíram o primeiro templo na mesma praça onde se realizavam cultos africanos promovendo o encontro das duas crenças e resultando no sincretismo religioso do século XIX. Se fosse permitido ao homem viajar nas ondas sonoras através do tempo, ouviria, na praça, os atabaques e as cantigas da comunidade negra paulista, em festa para os escravos alforriados.

Igreja Ortodoxa – ao lado do Metrô Paraíso, com exuberante cúpula.

Infante Jesus e Capela de Santa Luzia – Rua Tabatinguera, 104. Construída em 1901, depois do projeto de Domingos Delpiano, um arquiteto italiano, foi erguida por Ana Maria de Almeida Machado. As pinturas ornamentais são obras primas de Oreste Sercelli.

Instituto Butantã

Instituto Pasteur de São Paulo

Instituto Tomie Ohtake – Avenida Faria Lima, 201, em Pinheiros.

Jardim Botânico e Zoológico de São Paulo

Jockey Club

Largo da Memória, Ladeira da Memória, Obelisco da Memória – painel de azulejos de Wasth Rodrigues.

Liceu de Artes e Ofícios – Tem ligações históricas com o desenvolvimento cultural da cidade, retratado através de painéis fotográficos e audiovisuais. Vale a pena assistir ao espetáculo de Multivisão que apresenta, em três dimensões e escala natural, as esculturas clássicas mais representativas da história da arte.

Livraria Cultura – junto aos cinemas do cinquentinha Conjunto Nacional, Avenida Paulista, 2073 (www.livcultura.com.br).

Livraria da Vila – Rua Fradique Coutinho, 915 – Vila Madalena; com café.

Memorial da América Latina

Minhocão – Nos finais de semana, o trânsito de veículos é proibido no local. Se você não tem bicicleta é possível alugar uma por lá.

Museus ou Museus

Museu do Crime – Praça Reinaldo Porchat, 219 – Cidade Universitária (com “relíquias” como o Crime da Mala).

Museu do Ipiranga

Museu Lasar Segall – funciona no imóvel que serviu de residência ao artista até sua morte, em 1932, fincado na Rua Berta – que abriga as primeiras construções modernistas do Brasil (www.spguia.com.br/museus/lasarsegall/lasarsegall.html)

Palácio das Indústrias – já foi sede da Prefeitura, está localizada ao lado do Parque Dom Pedro II.

Palácio dos Bandeirantes – A sede do governo paulista, o Palácio dos Bandeirantes, era para ser uma universidade: a Universidade Fundação Conde Francisco Matarazzo. A construção do prédio começou em 1955, mas problemas financeiros impossibilitaram a continuação da obra. A denominação Bandeirantes é uma homenagem aos pioneiros que expandiram as fronteiras brasileiras. No dia 19/04/1964, o governo estadual passou do Palácio dos Campos Elíseos para o prédio no bairro do Morumbi.

Conheça o acervo da sede do Governo Paulista, destaque para tapeçarias do século 17 e 18, mobiliário, coleção de retratos dos governadores paulistas e um painel que conta a história da fundação de São Paulo. Na visita, que dura cerca de uma hora, podem ser vistos ainda o auditório, o mezanino, o salão dos pratos e o salão dos despachos. Sáb., das 13h às 16h30; e dom., das 9h30 às 16h30. Entrada gratuita com estacionamento no local. Podem ser agendadas visitas durante a semana para escolas e grupos. Avenida Morumbi, 4.500 – Morumbi.

Palácio dos Campos Elísios – foi sede do Governo do Estado. Avenida Rio Branco, 1269.

Parque Burle Marx – Avenida Dona Helena Pereira de Morais, 200 – Morumbi.

Parque de Exposições da Água Funda – Agrocentro. Rodeios, leilões e outros eventos ligados principalmente ao setor agropecuário. O parque possui grande área verde e completa infra-estrutura de serviços básicos. Avenida Miguel Stéfano, 3.900 – Estação São Judas do Metrô. Próximo ao Zoo de São Paulo.

Parque do Anhembi – Pavilhão de Exibição e Convenção. O maior centro de feiras e exposições da América latina. Av. Olavo Fontoura, 1.209. Estação Tietê do Metrô.

Parque do Carmo – O segundo maior parque da cidade. Vegetação abundante, lagos, churrasqueiras, mesas para piqueniques, campo de futebol, pista de atletismo e anfiteatro aberto. Av. Afonso Sampaio e Souza, 951. Estação Corinthians-Itaquera do Metrô.

Parque Modernista – Estação Santa Cruz do Metrô.

Parque Siqueira Campos (mais conhecido como Trianon) – Localizado no centro financeiro da cidade, em um pedacinho de Mata Atlântica, o parque preserva exemplares nativos da flora brasileira, como sapucaia, aracatim, canela, jacarandá, jequitibá, cabreúva e seringueira. Avenida Paulista, altura do número 1.500. Estação Trianon-Masp do Metrô.

Parque Estadual do Jaraguá, entre as Rodovidas Anhanguera e Bandeirantes – 1961. Reserva florestal de 45.000.000 metros quadrados, onde se situa o Pico do Jaraguá. Com 1.135 metros de altitude, é o ponto mais alto da cidade, de onde se tem uma vista panorâmica de São Paulo.

Playcenter – São mais de 40 atrações e 24 opções entre restaurantes e lanchonetes. R. Dr. Rubens Meirelles, 380. Estação Barra Funda do Metrô (www.playcenter.com.br).

Praça Antonio Prado – Coração financeiro pulsando no encontro das históricas rua São Bento e XV de Novembro. Com Boa Vista para a avenida São João, o poder econômico contempla as luzes do passado.

Praça da Liberdade – Venda de artesanato e comida típica japonesa, todos os domingos à tarde.

Praça da República

Praça do Pôr do Sol – Alto de Pinheiros

Represas Billings e Guarapiranga

Rua Barão de Itapetininga – Com livrarias em todo percurso.

Rua Boa Vista – Um contato com a dinâmica moderna do mundo das finanças, fervilhando em construções típicas do início do século. Centro bancário com origem na época dos Barões do Café.

Rua Oscar Freire – Galerias de arte, antiquários, livrarias e boutiques. Região dos Jardins – lojas de extremo bom gosto, restaurantes e bares animados.

Rua São Bento – Casa Fretim, de 1895, uma das lojas mais bonitas e antigas de São Paulo, com artigos de cutelaria na andar térreo e uma imensa livraria especializada em esoterismo no segundo andar; e Botica ao Veado d’Ouro, com os melhores produtos da medicina natural.

Rua Santa Ifigênia – universo eletrônico.

Rua 24 de Maio – Lojas de discos.

Rua 25 de Março – A rua e os arredores têm lojas de tecidos e reduto de várias colônias de imigrantes.

Sala Cinemateca – Localizada no antigo matadouro da Vila Mariana, na rua Senador Raul Cardoso, 207 (www.cinemateca.com.br).

Sala São Paulo, na antiga estação Júlio Prestes, que tem uma das melhores acústicas da América Latina. Assista um concerto!

Sebo do Messias (www.sebodomessias.com.br) – O mais tradicional da cidade, desde 1970, com seus corredores estreitos e toda a sorte de relíquias. Endereço: Praça Dr. João Mendes, 140 – Centro, São Paulo (próximo à Catedral da Sé). Horário de Funcionamento: das 9h às 19h, de segunda a sexta-feira (exceto feriados), sábado das 9h às 17h. Central de Atendimento: (11) 3104-7111. Alguns livros adquiridos: artes, Bosch, zoos, filatelia, pinacoteca, museus, Goeldi, Mazzaropi, Arca de Nóe, religião, Módulo, Noronha, Lettera etc.

SESC Itaquera – Inaugurado em 29/10/1992, compreende um enorme complexo de lazer para os trabalhadores; é o empresariado do comércio que reafirma o seu compromisso de contribuir à promoção do bem-estar social. O SESC, Serviço Social do Comércio de São Paulo conta com 350.000 metros quadrados de áreas verdes, 62.747 metros quadrados de área construída, parque aquático com 5.000 metros quadrados, entre muitas outras atrações. Av. Projetada, 1.000 – Itaquera.

SESC Pompeia (www.sescsp.com.br/sesc) – Este centro cultural, foi feito em uma antiga fábrica metalúrgica, cujo interessante projeto arquitetônico justifica por si só uma visita. Teatro, biblioteca, oficinas de criatividade, salas de leitura e exposições, ginásios esportivos e piscina aquecida, cursos, shows, vídeos, programação eclética para crianças até a terceira idade. Rua Clélia, 93. Estação Barra Funda do Metrô.

Shoppings – Anália Franco, Center Norte, Eldorado, Higienópolis, Ibirapuera, Iguatemi, Morumbi, Paulista, Tatuapé, West Plaza, entre outros.

Solar da Marquesa – Considerado o último exemplar remanescente da arquitetura residencial urbana do século XVIII na cidade de São Paulo, é resultado da aglutinação de dois antigos sobrados construídos com as técnicas de taipa de pilão e pau-a-pique. Localizado ao lado do Pátio do Colégio. O Solar da Marquesa de Santos (Dona Maria Domitila de Castro e Mello) abriga, atualmente, o Museu da Cidade de São Paulo.

Teatro Alfa – ao lado da Ponte Transamérica da Marginal Pinheiros, assista a qualquer um dos espetáculos que acontecem no local (www.teatroalfa.com.br).

Teatro Cultura Artística – ostenta um imenso painel de Cândido Portinari. Rua Nestor Pestana, 196 – Centro (www.culturaartistica.com.br)

Teatro Oficina – Rua Jaceguai, 520, epicentro de manifestos vários nos anos 60 (www.dialdata.com.br/oficina)

Teatro Sérgio Cardoso – Projetado por Ugo di Pacce, Soares e Ramenzoni, foi inaugurado em 03/10/1980. Com uma estrutura moderna e dinâmica, possui duas salas de espetáculo e acesso para deficientes. Rua Rui Barbosa, 153. De quarta a domingo, das 15 às 21 horas. Estação Brigadeiro do Metrô.

Theatro São Pedro – Recentemente restaurado, o teatro ganhou equipamentos modernos e recuperou o brilho original do ano de sua inauguração, em 1917. Rua Barra Funda, 171. De terça a domingo, das 13 às 18 horas. Estação Marechal do Metrô.

Templo Zen – Rua São Joaquim, 273 – Liberdade.

Terraço Itália – Avenida Ipiranga, 344 (41º e 42º andar) – jantar incrementado com baixelas de prata.

Tribunal de Justiça ou Palácio da Justiça – Projetado por Ramos de Azevedo, situa-se na Praça da Sé (ao lado da Catedral da Sé), antiga Praça Clóvis Beviláqua. Sua construção foi iniciada em 1920, mas devido a inúmeros problemas foi entregue inacabado em 1933 e inaugurado somente em 1944.

Vale do Anhangabaú – Nas terras férteis banhadas pelo ribeirão Anhangabaú, a antiga plantação de chá deu lugar ao trânsito intenso da grande cidade acabando por se transformar no parque central da metrópole.

Viaduto do Chá – A passarela que foi, com o tempo, tomando a forma do progresso da cidade, sempre ligando o centro velho ao novo. Símbolo do estilo paulistano: rumo ao futuro, preservando a memória.


Lugares de Interesse ao redor de São Paulo

Parque Estadual da Serra da Cantareira – A Serra da Cantareira é a maior floresta em área urbana do mundo, estando situada a apenas 20 minutos do centro da cidade de São Paulo. Ainda com boas áreas de Mata Atlântica, o parque é um lugar perfeito para observar aves como o surucuá-de-peito-azul, o pica-pau-de-cabeça-amarela, o tovacuçu, o arapaçu-escamado, o pavó, a saíra-lagarta, o barbudinho, o saí-azul, o tangará, cambacica, tucano-de-bico-verde.

Embu – Região Metropolitana de São Paulo (Sub-Região Sudoeste). Divisas de Município: Cotia, Taboão da Serra, São Paulo, Itapecerica da Serra. Cidade histórica que distancia da Praça da Sé (marco 0 da capital) em 27 quilômetros, é famosa por seus móveis rústicos de bom gosto, além das inúmeras lojas de antiguidades.

Ex-Fazenda do Caçador de Esmeraldas Fernão Dias Paes Leme no ano de 1554, a aldeia de Embu se desenvolveu a partir do século XVII graças ao plantio de algodão. Cultivado em grande escala, o produto era manufaturado e transportado para grandes centros, como Rio e Bahia, onde obteve larga aceitação durante anos. O prestígio de Embu junto à Corte Portuguesa terminou em meados do século XVIII, quando os jesuítas foram expulsos. Nessa época, a aldeia ingressou em longo período de declínio, marcado unicamente por pequena atividade em agricultura, exploração de lenha e carvão.

Apenas no século XX, com o auxílio da imigração japonesa que incrementou a avicultura local, Embu voltou a se destacar. O aniversário da cidade é comemorado em 18/02, quando se tornou município no ano de 1959. E, mais tarde, com a implantação da Rodovia BR116, chamou a atenção de indústrias que se instalaram em seu território, intensificando as atividades comerciais, a produção de Olarias e o movimento dos Portos de Areia junto à construção civil.

Na década de 60, amparado no forte movimento artístico, surgiu o Embu das Artes, sobre o qual foi criado um polo de atração Turística. Em 1979, o município alcançou a categoria de Estância Turística. Nossa Senhora do Rosário é a padroeira de Embu. Todo mês de outubro acontece a procissão da padroeira, que vai das ruas centrais até o Largo dos Jesuítas. O trajeto é decorado pela própria comunidade.

Todos os domingos acontece a Feira de Artesanato... Lá tem o Largo dos Jesuítas, a Fonte dos Jesuítas, o Cruzeiro da Paz, na Praça Victor Brecheret, o Estádio Municipal Herminio Espósio, entre outras atrações como, a área de lazer Chácara Enomoto e o Livre Apiário – Cidade das Abelhas (ambos na Estrada da Ressaca).

Cubatão – Uma grande área de manguezal localizada a 70 quilômetros a sudeste da cidade de São Paulo, Cubatão tem a maior população de guarás na costa oriental brasileira. Durante as décadas de 1980 e 1990, esta região foi duramente castigada pela poluição; todavia, hoje, é um lugar interessante para a observação de aves marítimas e terrestres, tais como o guará, o savacu-de-coroa, o gavião-asa-de-telha, o falcão-peregrino, o talha-mar, o sanhaço-do-mangue e o trinta-réis-de-bico-vermelho.

Ubatuba – Uma das mais lindas regiões costeiras no Brasil, sendo um dos poucos remanescentes de Mata Atlântica onde existem florestas que se estendem desde o nível do mar até o topo das montanhas. A cidade de Ubatuba está localizada a cerca de 220 quilômetros ao norte da cidade de São Paulo e a 350 do Rio de Janeiro. A região possui muitas espécies de aves interessantes, como o cuiú-cuiú, a maitaca, o surucuá-grande-de-barriga-amarela, o tucano-de-bico-preto, o beija-flor-grande-do-mato, a araponga, o pintadinho, o tangará, o entufado, o tié-sangue, saíra-sete-cores, garrinchão-de-bico-grande, entre outras.

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Última atualização: 12/01/2012.
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