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RIO DE JANEIRO

CAPITAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO (RJ)

Veja a Bandeira do Estado do Rio de Janeiro!

Do lado esquerdo da tela, fotografia em preto e branco que mostra o Cristo Redentor e o Pão-de-Açúcar. No centro, com valor facial de Cr$ 12,00 e emitido em 12/10/1981, o selo comemora os 50 anos da inauguração do monumento ao Cristo Redentor (RHM: C-1223); recentemente eleito como uma das Novas Sete Maravilhas do Mundo... Do lado direito, cartão-postal da cidade do Rio de Janeiro – Pão de Açúcar com Urca.

30/09/1964 – Série de 3 valores Propaganda “Visite o Rio de Janeiro no seu 4º Centenário em 1965”, cujos selos mostram: Flamengo ($ 15,00), Penha ($ 100,00) e Capacabana ($ 200,00), respectivamente. Yvert: 758/761. RHM: C-515/C-517 + FO-14 – Folhinha c/selo C-516, emitida em 18/12/1964.

Outras peças filatélicas emitidas:
05/03/1965 – Selo + 3 folhinhas “4º Centenário do Rio de Janeiro”, com valor facial de Cr$ 30 cruzeiros, o selo mostra São Sebastião. RHM: C-522. Folhinha com Igreja FO-15/FO-16. Natal 65 + C-522 fixo RHM: FO-24.
28/07/1965 – Selo 4º Centenário do Rio de Janeiro, com valor facial de Cr$ 35 cruzeiros, que mostra Estácio de Sá. RHM: C-534.

Abaixo, em 30/12/1965 foram emitidos dois blocos em comemoração ao “IV Centenário da Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro 1565-1965”, com valores faciais de Cr$ 100 e Cr$ 320 cruzeiros, mostram 3 selos cada.... Yvert: Bf. 14/15. RHM: B-16/B-17.

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AQUEDUTO DA CARIOCA

Feito para que os canos que transportavam água pudessem alcançar o chafariz da carioca, o aqueduto foi inaugurado em 1723, no governo de Aires Saldanha. Somente em 1896 virou viaduto para os bondes que se dirigiam à Santa Teresa. Em 1896, os bondes para Santa Tereza são eletrificados – os únicos existentes até hoje!

A fotografia do lado esquerdo mostra os Arcos da Lapa. Do lado direito, bondes elétricos em Santa Tereza, Rio de Janeiro (RJ).

Abaixo (do lado esquerdo da tela), cartão-postal sobre o Aqueduto da Carioca, Rio de Janeiro... Veja foto de Marc Ferrez que mostra o Aqueduto de Santa Teresa!

No centro da tela, selo emitido em 30/11/1965 alusivo ao 4º Centenário da Cidade do Rio de Janeiro, com valor facial de Cr$ 30 cruzeiros, mostra os Arcos do Bairro da Lapa. RHM: C-544. Notas: Há este selo em papel marmorizado. Outro selo foi emtido em 19/02/2004 sobre o Bairro da Lapa, cujo valor facial é de R$ 0,75.

Do lado direito da tela, selo emitido em 14/06/1939 alusivo a Vista dos Arcos, Rio de Janeiro, com valor facial de 1.200 réis (roxo). Yvert: 347. RHM: C-134.

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PRAÇA 15 DE NOVEMBRO

O monumento ao general Osório, realizado pelo estatuário Rodolpho Bernardelli, foi inaugurado em 1894 e curiosamente é o único monumento do mundo onde um oficial da arma de cavalaria está sem botas, no entanto, não foi erro do estatuário pois, Osório contraiu feridas nas pernas e ficou impossibilitado de usá-las. Chafariz atribuído ao mestre Valentim, inaugurado em 1789. Nessa praça, havia outro chafariz, feito na França, o qual estava na Áustria quando em 1878, D. Pedro II o comprou e foi colocado neste local onde permaneceu até a década de 60, quando no governo de Carlos Lacerda foi levado para praça da Bandeira e posteriormente, com o arrasamento do palácio Monroe, foi colocado no local que este ocupava. Ao fundo da praça se vê a ilha Fiscal.

PALÁCIO MONROE

Projeto de Francisco Marcelino de Souza Aguiar, prefeito da cidade do Rio de Janeiro após a gestão de Pereira Passos. Este palácio foi o pavilhão brasileiro na exposição de St. Louis, nos E.U.A em 1904, e que, com o término da exposição, grande parte do material foi reaproveitado e reproduzido nesta cidade, tendo sido inaugurado em 23/07/1906, no final da Av. Central. Neste palácio funcionou, em 1914, a Câmara dos Deputados; em 1922 a Comissão Executiva da Exposição do Centenário da Independência do Brasil e em 1925 o Senado Federal, entre outras atividades que passaram por este belo prédio. Na década de 70, este patrimônio da cidade foi arrasado pelo governo federal que colocou a culpa no metrô...

30/09/1937 – Série de 6 valores “Propaganda Turística” (duas imagens iguais de cada), cujos selos mostram: 200 réis (Palácio Monroe; castanho/azul), 300 réis (Jardim Botânico; laranja/verde), 1.000 réis (Cataratas do Iguaçú; castanho/preto), 2.000 réis (Palácio Monroe; verde/carmim), 5.000 réis (Cataratas do Iguaçú; oliva/verde-claro; FALTA) e 10.000 réis (Jardim Botânico; carmim/azul). Picotagem: 12½. Tiragem: 500.000 cada. Impressão: Talho-doce. Yvert: 336/342. Scott: 446/449. Michel: 473/478. RHM: C-119/C-124. Nota: Os selos Cataratas do Iguaçú (C-121 e C-123) foram emitidos no dia 10/01/1938.

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TEATRO MUNICIPAL

Em 1904 foi realizado o concurso para escolha do projeto, sendo um dos vencedores o filho do prefeito... O seu projeto é de autoria de Francisco de Oliveira Passos e de A. Guilbert. Inaugurado em 14/07/1909, localizado na Praça Floriano, conhecida como Cinelândia, no centro da cidade, o teatro é um marco da cultura na cidade do Rio de Janeiro.

Selo emitido em 2009 alusivo ao “Centenario do Theatro Municipal do Rio de Janeiro”, cuja imagem destaca a fachada principal do prédio, uma das mais belas peças arquitetônicas da cidade, restaurado em função da comemoração do seu centenário. Abaixo, a legenda que sinaliza os seus 100 anos de existência como centro irradiador de arte e cultura. Foram utilizadas técnicas de fotoilustração e computação gráfica para restaurar a exuberância original do prédio, do douramento de belos detalhes à pátina verde das cúpulas. A imagem do selo recebeu, também, uma varredura de luz difusa em tom dourado, que nos remete à sua preciosidade histórica. A logomarca da instituição, no canto inferior direito, aparece aplicada em hot stamping de película metálica dourada...

No cartão-postal ao lado podemos notar também as árvores que estavam no meio da Avenida Central, hoje Avenida Rio Branco, que não tem mais estas árvores... Depois de dois anos foi inaugurado o Teatro de SP...

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A igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro foi inaugurada em 1739. Nota: A palavra “outeiro” significa pequeno monte ou colina.

No cartão-postal selado e circulado podemos ver, em primeiro plano, o relógio colocado no local em 1905 e a balaustrada que foi retirada da Praça Tiradentes para margear a Rua da Glória. A estátua, inaugurada em 03/05/1900 e que todos teimam em chamar de Praça Cabral foi, na realidade, uma homenagem ao quarto centenário do descobrimento do Brasil.

No cartão-postal colorido podemos ver a Igreja Nossa Senhora da Glória, no século XIX. O templo era emoldurado pelas belas praias da Glória e a da Lapa, que não existem mais, pois foram aterradas quando construíram o Aterro do Flamengo nos anos 60...

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Rua Barata Ribeiro que ligava a Rua Princesa Isabel à Rua Figueiredo de Magalhães.

A Igreja da Candelária... Bem próximo está o Centro Cultural do Banco do Brasil e o dos Correios...

Abaixo, Pedra da Gávia e Lagoa Rodrigo de Freitas, Rio de Janeiro.

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Arquivo Nacional – www.arquivonacional.gov.br
Praça da República, 173 – Centro – Rio de Janeiro, RJ – CEP: 20211-350

Instituição ligada diretamente à Casa Civil, da Presidência da República, responsável pela gestão da produção documental da administração pública federal. A sua criação, juntamente com o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, que se somavam à Academia Imperial de Belas Artes, integrou o esforço dos conservadores (Regência) de Pedro de Araújo Lima, futuro visconde e marquês de Olinda, para a construção de um Estado imperial centralizado e forte.

Fundado em 02/01/1838 com o nome de Arquivo Público do Império, subordinava-se à Secretaria de Estado dos Negócios do Império. Tal como definido pela Constituição de 1824, teria como objetivo primordial recolher e preservar os documentos da administração central e dos governos das províncias. Voltou-se, entretanto, para as demandas burocráticas do Estado imperial e, posteriormente, da República.

Em 1893, o Arquivo Público do Império passa a denominar-se Arquivo Público Nacional, vindo a receber a atual denominação de Arquivo Nacional em 1911. Atualmente, está sediado no antigo e monumental prédio da Casa da Moeda, próximo à Central do Brasil, no centro da cidade do Rio de Janeiro. Possui também uma unidade regional em Brasília. Nota: Carimbo comemorativo Inauguração da Nova Sede do Arquivo Nacional, de 03 a 08/01/1985, Rio de Janeiro (RJ). Catálogo Zioni: 3935.

20/05/1938 – Selo “Centenário do Arquivo Nacional”, com valor facial de Rs 400 réis (pardo), mostra a fachada do museu. Picotagem: 11 × 11½. Tiragem: 1.000.000 selos. Impressão: Talho-doce. Filigrana: (N) Brasil Correio. Yvert: 346. Scott: 464. Michel: 484. RHM: C-131.

28/01/1988 – Selo “Aniversário de 150 Anos do Arquivo Nacional”, com valor facial de Cz$ 7,00 cruzados, mostra o texto de um canto gregoriano (página de um livro), com uma parte dele visto na tela de um computador. Picotagem: 11½ × 11. Tiragem: 3.000.000 selos. Impressão: Ofsete. Papel: Cuchê gomado. Yvert: 1865. Scott: 2125. Michel: 2242. RHM: C-1576.

Selo emitido em 20/11/2002 com valor facial de R$ 0,40 centavos de real, alusivo ao “Conjunto Arquitetônico do Arquivo Nacional”, o qual o selo retrata numa vista aérea, contemplando o belo pátio interno. Sobrepondo-se a essa vista panorâmica, apresenta-se a vista frontal do prédio, a qual constitui o principal acesso ao Arquivo Nacional. O mapa do Estado do Rio de Janeiro indica a localização do conjunto arquitetônico. Empregou-se a manipulação digital de fotografias em programa gráfico para a composição do selo...

Na segunda metade do século 19, a fotografia foi introduzida no Brasil, cumprindo funções artísticas e sociais. A Coleção de Fotografias Avulsas e as fotografias existentes nos fundos privados presentes no prédio do Arquivo Nacional reúnem imagens geradas por importantes fotógrafos brasileiros e estrangeiros, que atuaram aqui e no exterior. Destacam-se, a partir da década de 1930, os arquivos fotográficos do jornal Correio da Manhã e da Agência Nacional...

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Jardim Botânico do Rio de Janeiro (www.jbrj.gov.br)

O Jardim Botânico localiza-se no bairro de mesmo nome, na Zona Sul da cidade do Rio de Janeiro. A alameda principal, Aleia Barbosa Rodrigues, é considerada o cartão de visitas do Jardim Botânico, ladeada por imponentes palmeiras-imperiais. Seu nome é uma homenagem ao naturalista brasileiro João Barbosa Rodrigues (1842-1909), botânico, escritor e orquidologista que, em 1890 tornou-se diretor dessa instituição, a qual dirigiu até sua morte.

03/08/1939 – Selo “1ª Reunião Sul-Americana de Botânica”, ocorrida no Rio de Janeiro (1st S. American Botanical Congress, Rio), com valor facial de Rs 400 réis (verde), mostra a Solandra spp., talvez a Solandra maxima... mas pode ser a Doxantha unguis-cati?... Picotagem: 11½ × 11. Tiragem: 500.000 selos. Impressão: Talho-doce. Filigrana: (N) Brasil Correio. Yvert: 349. Scott: 477. Michel: 505. RHM: C-135. Nota: Este selo existe na variedade sem picotagem.

No cetro da tela, emitido em 2002, Bilhete Postal ou Cartão Pré-franqueado: Jardim Botânico do Rio de Jnaeiro (RJ), cuja foto mostra palmeiras-imperiais (Roystonea oleracea). RHM: BP-225.

13/11/1943 – Selo “Centenário Natalício de Barbosa Rodrigues 1842-1942” (Birth Centenary of B. Rodrigues botanist), com valor facial de Cr$ 0,40 centavos, mostra Barbosa Rodrigues, microscópio, orquídeas e um símbolo? no canto inferior direito... “Sertum Palmarum” e “Genera et Species Orchidacearum Novarum”... Scott: 616. Yvert: 413. RHM: C-187. Nota: Em 1942 foi inaugurado o Museu Botânico Dr. João Barbosa Rodrigues.

13/06/1958 – Selo “Sesquicentenário do Jardim Botânico 1808-1958” ou “150 Anos do Jardim Botânico do Rio de Janeiro” (150th Anniv of Botanical Gardens, Rio de Janeiro), com valor facial de Cr$ 2,50 cruzeiros, mostra a Aleia Barbosa Rodrigues e chafariz central. Picotagem: 11½. Tiragem: 5.000.000 selos. Impressão: Talho-doce. Filigrana: (Q) Correio Estrela Brasil (5 mm). SG: 983. Yvert: 651. Scott: 870. Michel: 935. RHM: C-412. Ao lado do selo (do lado direito da tela): folhinha comemorativa à emissão.

13/06/2008 – Série “200 Anos (Chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil) do Jardim Botânico do Rio de Janeiro – Ervas Populares”. Artista: Cecília Langer. Valor facial: 1º Porte Carta Não Comercial. Tiragem: 3.000.000 selos. Processo de Impressão: Ofsete. Folha com 30 selos. Papel: Cuchê gomado. RHM: C-2751.

O selo divulga duas espécies de plantas populares utilizadas para fins medicinais, em cosméticos e prevenção de doenças endêmicas. Na composição da imagem, à direita, na parte superior, a espécie Melissa do Brasil está bem caracterizada, com as folhas largas e flores em forma de guirlanda de cor rosa-lilás. Na parte inferior, o destaque é a espécie Copaíba, ostentando ramos tênues em que vicejam pequenas folhas verdejantes, detalhes que lhe são peculiares. Complementando o conjunto, no canto superior esquerdo, a logomarca do Jardim Botânico, tendo acima a coroa Portuguesa, simbolizando os 200 anos da vinda da Família Real e a criação daquele Jardim. Foram utilizadas as técnicas de fotografia e computação gráfica.

O Jardim de Aclimação, criado por D. João, em 13/06/1808, tinha como objetivo aclimatar as especiarias vindas das Índias Orientais. Hoje, o Jardim Botânico do Rio de Janeiro tem como princípio de gestão a responsabilidade social, desenvolvendo, inclusive, atividades de educação ambiental. Por sua importância histórica, cultural, científica e paisagística, foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, e sua área definida pela Unesco como Reserva da Biosfera.

Ervas Populares – A arte da cura por meio das plantas no período colonial agregava uma gama considerável de conhecimentos acerca de espécies com propriedades medicinais. Estas serviam às práticas terapêuticas empíricas promovidas por clérigos, boticários ou curiosos, face à escassez de profissionais e ao desconhecimento quanto aos males dos trópicos. A natureza exuberante exercia grande fascínio sobre os que aqui aportavam e, de modo particular, as plantas com poder curativo da nossa flora, que, em decorrência do uso popular, resultou em descobertas terapêuticas consagradas e referendadas pela ciência.

Melissa (Lippia alba) – Erva da Família Lamiaceae, a Melissa officinalis ou erva-cidreira-verdadeira, assim denominada popularmente, foi trazida ao Brasil pelos colonizadores europeus em suas caixas de botica, uma vez que seu extrato compunha um medicamento denominado água-de-melissa, muito utilizado, no passado, na assepsia de feridas e como calmante. Cultivada em hortas ou vasos, faz parte da farmácia caseira do nosso cotidiano. Seus múltiplos componentes conferem a esta planta propriedades medicinais de uso aromático, calmante, adstringente, antiespasmódico, antidispéptico, antisséptico, hipotensor, relaxante, tônico, revigorante da pele e repelente de insetos.

Nota: Na simbologia esotérica a melissa proporciona sonhos alegres quando colocada debaixo do travesseiro. Com ela se fabrica uma coroa para meditação e inspiração. Deve ser usada seca e guardada numa caixa de madeira embrulhada em seda branca.

Copaíba (Copaifera lucens) – Árvore da nossa flora, pertence à Família Fabaceae, deu origem a um “remédio” da medicina tradicional que despertou o interesse de jesuítas, viajantes e habitantes da nova colônia. A Kupa’iwa, no idioma tupi, mereceu atenção especial, sendo referenciada no século XVI, pelo jesuíta José Acosta e pelo cronista Gabriel Soares de Souza, constando nas farmacopéias britânica de 1677 e norte-americana de 1820. Foi objeto de estudo do farmacêutico e químico Peckolt, sobre as virtudes de seu óleo, confirmando assim, o uso popular. Estudos demonstraram que o princípio ativo do óleo de diferentes tipos de copaíbas possui propriedades cicatrizantes, bactericidas, antiedematogênicas, antiinflamatórias, antitumorais e tripanossomicidas. O óleo de copaíba é empregado pela indústria na confecção de perfumes, cremes, gel, loções, colorantes, espumas de banho, xampus, vernizes, reveladores fotográficos, e também na composição de alimentos. Por esta razão, registros de patentes são requeridos frequentemente, acarretando expressiva demanda pela espécie e pelo produto in natura.


Em 1862, é construída uma casa para servir de residência urbana aos Barões de Nova Friburgo, vindo a se tornar, após a Proclamação da República, no Palácio do Catete...

Madureira (subúrbio) – Igreja de São José da Pedra, Forte do Campinho e Mercado de Madureira...

Ipanema: Praça e Igreja de Nossa Senhora da Paz, ruas Visconde de Pirajá, Prudente de Moraes, Farme de Amoedo, Vinícios de Moraes, Joana Angélica, avenida Vieira Souto que acompanha a Praia de Ipanema...

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Última atualização: 07/06/2011.
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